Prova Escrita de Português
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- Luana Cunha Tavares
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1 Exame Nacional do Ensino Secundário Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março Prova Escrita de Português 12.º Ano de Escolaridade Prova 639/Época Especial 8 Páginas Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos Utilize apenas caneta ou esferográfica de tinta indelével, azul ou preta. Não é permitido o uso de corrector. Em caso de engano, deve riscar de forma inequívoca aquilo que pretende que não seja classificado. Não é permitido o uso de dicionário. Escreva de forma legível a numeração dos grupos e dos itens, bem como as respectivas respostas. As respostas ilegíveis ou que não possam ser identificadas são classificadas com zero pontos. Ao responder, diferencie correctamente as maiúsculas das minúsculas. Se escrever alguma resposta integralmente em maiúsculas, a classificação da prova é sujeita a uma desvalorização de cinco pontos. Para cada item, apresente apenas uma resposta. Se escrever mais do que uma resposta a um mesmo item, apenas é classificada a resposta apresentada em primeiro lugar. Para responder aos itens de escolha múltipla, escreva, na folha de respostas, o número do item; a letra que identifica a opção escolhida. As cotações dos itens encontram-se no final do enunciado da prova. Prova 639 Página 1/ 8
2 GRUPO I Leia o texto seguinte. Em caso de necessidade, consulte o glossário apresentado. A A conversa esmorecia, esmorecia o lume na lareira, Álvaro Diogo e Inês Antónia foram-se deitar, de Gabriel não falemos, que já estava a dormir quando mastigava o último bocado da ceia, então Baltasar perguntou, Queres ir ver as estátuas, Blimunda, o céu deve estar limpo e a lua não tarda aí, Vamos, respondeu ela. A noite estava clara e fria. Enquanto subiam a ladeira para o alto da Vela, a lua nasceu, enorme, vermelha, recortando primeiro as torres sineiras, os alçados irregulares das paredes mais altas, e, lá para trás, o testo do monte que tantos trabalhos trouxera e tanta pólvora consumira. E Baltasar disse, Amanhã vou ao Monte Junto ver como está a máquina, passaram seis meses desde a última vez, como estará aquilo, Vou contigo, Não vale a pena, saio cedo, se não tiver muito que remendar estarei cá antes da noite, melhor é ir agora, depois são as festas da sagração, se adrega de chover ficam os caminhos piores, Tem cuidado, Descansa, a mim não me assaltam ladrões nem mordem lobos, Não é de lobos ou ladrões que falo, Então, Falo da máquina, Dizes-me sempre que me acautele, eu vou e venho, mais cuidados não posso ter, Tem-nos todos, não te esqueças, Sossega, mulher, que o meu dia ainda não chegou, Não sossego, homem, os dias chegam sempre. Tinham subido ao grande terreiro diante da igreja, cujo corpo rompia do chão, céu acima, isolado da restante obra. O que havia de ser palácio era ainda, e apenas, o piso térreo, para um lado e para o outro, sobre ele se vendo umas construções de madeira para servirem às cerimónias que ali se iam dar. Parecia impossível que tantos anos de trabalho, treze, fizessem tão pouco vulto, uma igreja inacabada, um convento que, em duas alas, está levantado até ao segundo andar, o resto pouco mais que a altura dos portais do primeiro, ao todo quarenta celas acabadas, em vez das trezentas que vão ser precisas. Parece pouco e é muito, se não demasiado. Uma formiga vai à eira e agarra numa pargana. Dali ao formigueiro são dez metros, menos que vinte passos de homem. Mas quem vai levar essa pargana e andar esse caminho, é a formiga, não é o homem. Ora, o mal desta obra de Mafra é terem posto homens a trabalhar nela em vez de gigantes, e, se com estas e outras obras passadas e futuras se quer provar que também o homem é capaz de fazer o trabalho que gigantes fariam, então aceite-se que leve o tempo que levam as formigas, todas as coisas têm de ser entendidas na sua justa proporção, os formigueiros e os conventos, a laje e a pargana. José Saramago, Memorial do Convento, 27.ª ed., Lisboa, Editorial Caminho, 1998 GLOSSÁRIO adrega (linha 11) acontece por acaso. pargana (linha 23) o mesmo que pragana; barba ou aresta da espiga de cereais. Prova 639 Página 2/ 8
3 Apresente, de forma clara e bem estruturada, as suas respostas aos itens que se seguem. 1. Nas linhas de 1 a 8, apresentam-se informações sobre o tempo, o espaço e os comportamentos das personagens. Caracterize, com base nessas informações, o contexto em que Baltasar e Blimunda vão «ver as estátuas». 2. Apresente duas das características psicológicas de Blimunda evidenciadas no diálogo com Baltasar, fundamentando a sua resposta em referências textuais pertinentes. 3. Descreva o estado em que se encontram as obras observadas por Baltasar e Blimunda, tal como são apresentadas no terceiro parágrafo do texto. 4. Relacione a posição assumida pelo narrador face à evolução das obras com o significado do paralelismo estabelecido entre a «formiga» e o «homem» (linhas 22 a 29). B Fazendo apelo à sua experiência de leitor, explique de que modo a oposição entre pensar e sentir se manifesta na poesia de Fernando Pessoa ortónimo. Escreva um texto de oitenta a cento e trinta palavras. Observações: 1. Para efeitos de contagem, considera-se uma palavra qualquer sequência delimitada por espaços em branco, mesmo quando esta integre elementos ligados por hífen (ex.: /dir-se-ia/). Qualquer número conta como uma única palavra, independentemente dos algarismos que o constituam (ex.: /2011/). 2. Um desvio dos limites de extensão indicados implica uma desvalorização parcial (até cinco pontos) do texto produzido. Prova 639 Página 3/ 8
4 GRUPO II Leia o texto seguinte Em 1972, a Convenção para a Protecção do Património Mundial Cultural e Natural formalizou a fusão entre dois movimentos que, até então, se propunham promover, separadamente, a salvaguarda dos monumentos e sítios de interesse cultural, por um lado, e a conservação da Natureza, por outro. No preâmbulo do texto dessa convenção, reconhece-se que a evolução da vida social e económica contribui para acelerar a degradação do património cultural e do património natural, agravando as ameaças de destruição que sobre eles impendem. A construção é, reconhecidamente, uma das actividades humanas com maior impacto, quer sobre o património cultural, quer sobre o património natural. Em relação ao primeiro, o impacto da construção faz-se sentir em particular sobre a cidade antiga, os centros históricos e o próprio ambiente construído. De facto, a demolição e a substituição dos edifícios antigos dos centros urbanos contribuem para a sua progressiva descaracterização e desvalorização. É a «alma» desses centros que se perde e, com ela, um conjunto de referências identitárias essenciais. O impacto da construção sobre o património natural associado às novas urbanizações e infra-estruturas faz-se sentir em diversas frentes, desde a ocupação irreversível de solo virgem, com a consequente perda de biodiversidade e degradação da paisagem, até à produção, transporte e deposição (na maior parte, sem controlo) de um grande volume de resíduos. A construção envolve o consumo de enormes quantidades de matérias-primas e de energia. Metade dos recursos materiais extraídos da Natureza está relacionada com a construção. Em Portugal, várias dezenas de milhões de toneladas de inertes utilizados na construção são extraídos em pedreiras, nas praias e em leitos de rios. O fabrico industrial de materiais como o cimento, além da extracção da pedra em pedreiras, obriga ao consumo de grandes quantidades de energia, proveniente de combustíveis fósseis. Hoje reconhece-se que, além do seu valor intrínseco, o património cultural e o património natural constituem importantes factores de competitividade das regiões, capazes de potenciar um vasto conjunto de actividades compatíveis com os princípios do desenvolvimento sustentável, desde a gestão e manutenção das próprias áreas e locais protegidos, até à exploração de uma panóplia de produtos e serviços a eles associados, passando pelas actividades da sua salvaguarda. Juntamente com os recursos humanos, o património cultural e o património natural constituem os principais activos do país. É essencial que sejam geridos de modo sábio e sustentável. Filipe Ferreira, Expresso, «Dossiê Especial», 9 de Outubro de 2010 (adaptado) Prova 639 Página 4/ 8
5 1. Para responder a cada um dos itens de 1.1. a 1.7., seleccione a única opção que permite obter uma afirmação correcta. Escreva, na folha de respostas, o número de cada item e a letra que identifica a opção escolhida A Convenção para a Protecção do Património Mundial Cultural e Natural constituiu o ponto de partida para (A) a preocupação com a salvaguarda dos centros históricos das cidades. (B) uma consciencialização da necessidade de proteger a Natureza. (C) uma nova concepção quanto à salvaguarda do património. (D) a subalternização do Património Natural face ao Património Cultural A palavra «movimentos» (linha 2) é utilizada com o sentido de (A) mudança de lugar. (B) acção colectiva e organizada. (C) deslocação de pessoas. (D) gesto que expressa uma reacção Através da utilização do advérbio «reconhecidamente» (linha 7), o autor do texto sugere que o modo como encara a construção é (A) partilhado por outras pessoas. (B) contrário ao da maioria das pessoas. (C) mais correcto do que o da maioria das pessoas. (D) uma novidade para muitas pessoas O quarto parágrafo, relativamente ao parágrafo anterior, (A) clarifica uma informação. (B) introduz uma ideia oposta. (C) repete uma informação. (D) introduz uma comparação No último parágrafo, o autor do texto considera que uma gestão sábia e sustentável do património implica (A) a criação de áreas e locais protegidos. (B) uma progressiva redução do consumo de matérias-primas. (C) a preservação dos combustíveis fósseis. (D) uma exploração económica que preserve esse património. Prova 639 Página 5/ 8
6 1.6. Os quatro primeiros parágrafos do texto são predominantemente (A) descritivos. (B) expositivos. (C) argumentativos. (D) narrativos A utilização da expressão «De facto» (linha 10) contribui para a coesão (A) temporal. (B) frásica. (C) interfrásica. (D) lexical. 2. Responda de forma correcta aos itens apresentados Classifique o acto ilocutório presente em «A construção envolve o consumo de enormes quantidades de matérias-primas e de energia.» (linha 18) Identifique o tipo de deixis assegurado pelo advérbio «Hoje» (linha 24) Classifique a oração iniciada por «que» em «É essencial que sejam geridos de modo sábio e sustentável.» (linhas 30 e 31). Prova 639 Página 6/ 8
7 GRUPO III Num texto bem estruturado, com um mínimo de duzentas e um máximo de trezentas palavras, defenda um ponto de vista pessoal sobre a importância que a preservação da Natureza assume para o Homem no nosso tempo. Fundamente o seu ponto de vista recorrendo, no mínimo, a dois argumentos e ilustre cada um deles com, pelo menos, um exemplo significativo. Observações: 1. Para efeitos de contagem, considera-se uma palavra qualquer sequência delimitada por espaços em branco, mesmo quando esta integre elementos ligados por hífen (ex.: /dir-se-ia/). Qualquer número conta como uma única palavra, independentemente dos algarismos que o constituam (ex.: /2011/). 2. Relativamente ao desvio dos limites de extensão indicados um mínimo de duzentas e um máximo de trezentas palavras, há que atender ao seguinte: um desvio dos limites de extensão indicados implica uma desvalorização parcial (até 5 pontos) do texto produzido; um texto com extensão inferior a oitenta palavras é classificado com zero pontos. FIM Prova 639 Página 7/ 8
8 COTAÇÕES GRUPO I A pontos (9 pontos) (6 pontos) pontos (12 pontos) (8 pontos) pontos (9 pontos) (6 pontos) pontos (12 pontos) (8 pontos) B... (18 pontos) (12 pontos) 30 pontos 100 pontos GRUPO II pontos pontos pontos pontos pontos pontos pontos pontos pontos pontos 50 pontos GRUPO III Estruturação temática e discursiva... Correcção linguística pontos 20 pontos 50 pontos TOTAL pontos Prova 639 Página 8/ 8
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