EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO
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- Luciana Mendonça Conceição
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1 EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO 12.º Ano de Escolaridade (Decreto-Lei n.º 286/89, de 29 de Agosto Programas novos e Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março) PROVA 639/8 Págs. Duração da prova: 120 minutos ª FASE PROVA ESCRITA DE PORTUGUÊS / PORTUGUÊS B Identifique claramente os grupos e os itens a que responde. Utilize apenas caneta ou esferográfica de tinta azul ou preta. Não pode utilizar dicionário. É interdito o uso de «esferográfica-lápis» e de corrector. As cotações da prova encontram-se na página 8. Grupos I e III Deve riscar, de forma inequívoca, tudo aquilo que pretende que não seja classificado. Se apresentar mais do que uma resposta ao mesmo item, apenas é classificada a resposta apresentada em primeiro lugar. Grupo II Relativamente aos itens deste grupo, há que atender aos princípios a seguir indicados. 1. Para cada um dos itens de escolha múltipla (1.1., 1.2., 1.3. e 1.4.), SELECCIONE a alternativa CORRECTA e, na sua folha de respostas, indique claramente o NÚMERO do item e a LETRA da alternativa pela qual optou. 2. Para o item de associação (2.), ESTABELEÇA as correspondências CORRECTAS entre os elementos das duas colunas e, na sua folha de respostas, indique claramente o NÚMERO do item, bem como o NÚMERO da coluna A e a LETRA da coluna B por cuja associação optou. É atribuída a classificação de zero (0) pontos às respostas em que apresente: mais do que uma opção (ainda que nelas esteja incluída a opção correcta); o número e/ou a letra ilegíveis. Em caso de engano, este deve ser riscado e corrigido à frente, de modo bem legível. V.S.F.F. 639/1
2 GRUPO I A Leia, atentamente, o texto a seguir transcrito. 1 5 Em toda a noite o sono não veio. Agora Raia do fundo Do horizonte, encoberta e fria, a manhã. Que faço eu no mundo? Nada que a noite acalme ou levante a aurora, Coisa séria ou vã. 10 Com olhos tontos da febre vã da vigília Vejo com horror O novo dia trazer-me o mesmo dia do fim Do mundo e da dor Um dia igual aos outros, da eterna família De serem assim. 15 Nem o símbolo ao menos vale, a significação Da manhã que vem Saindo lenta da própria essência da noite que era, Para quem, Por tantas vezes ter sempre sperado em vão, Já nada spera. Fernando Pessoa, Poesias, 15.ª ed., Lisboa, Ática, 1995 Apresente, de forma bem estruturada, as suas respostas aos itens que se seguem. 1. Caracterize os momentos temporais representados na primeira estrofe do poema. 2. Refira um dos sentidos produzidos pela interrogação «Que faço eu no mundo?» (v. 4). 3. Atente nos três primeiros versos da terceira estrofe. Explicite, sucintamente, a relação entre a «noite» e a «manhã» estabelecida nos versos 14 e Tendo em conta todo o poema, identifique duas das razões do sentimento de «horror» referido no verso /2
3 B A noite, que surge neste poema de Fernando Pessoa, tem também uma presença relevante em Felizmente Há Luar! Exponha, num texto de sessenta a cento e vinte palavras, a sua opinião sobre a importância que, segundo a sua leitura, a noite adquire na peça de Luís de Sttau Monteiro. Observações relativas ao item B 1. Para efeitos de contagem, considera-se uma palavra qualquer sequência delimitada por espaços em branco, mesmo quando esta integre elementos ligados por hífen (ex.: /dir-se-ia/). Qualquer número conta como uma única palavra, independentemente dos algarismos que o constituam (ex.: /2007/). 2. Um desvio dos limites de extensão indicados implica uma desvalorização parcial (até cinco pontos) do texto produzido. V.S.F.F. 639/3
4 GRUPO II Leia, atentamente, o texto a seguir transcrito Dada a magnitude dos temas ligados à emoção e ao sentimento, poder-se-ia esperar que tanto a filosofia como as ciências da mente e do cérebro se tivessem dedicado ao seu estudo. Surpreendentemente, só agora isso começa a acontecer. A filosofia, apesar de David Hume 1 e da tradição que se iniciou com ele, nunca confiou na emoção, tendo-a relegado em grande parte para o domínio animal. A ciência saiu-se melhor durante algum tempo, mas também perdeu a oportunidade. Nos finais do século XIX, Charles Darwin 2, William James 3 e Sigmund Freud 4 escreveram profusamente sobre vários aspectos da emoção e deram-lhe um lugar privilegiado no discurso científico. Porém, ao longo do século XX e até muito recentemente, tanto a neurociência como as ciências cognitivas comportaram-se de forma pouco amigável com a emoção. Darwin realizou um extenso estudo sobre a expressão da emoção nas diferentes culturas e nas diferentes espécies e, embora considerando as emoções humanas como vestígios de estádios anteriores da evolução, respeitou a importância deste fenómeno. William James apercebeu-se do problema com a sua clareza proverbial e realizou um estudo que, apesar de incompleto, permanece uma pedra angular. E Freud entreviu o potencial patológico das emoções alteradas e anunciou a sua importância em termos inequívocos. Darwin, James e Freud foram pouco explícitos acerca da componente cerebral das suas ideias, como era de esperar, mas um dos seus contemporâneos, Hughlings Jackson, foi mais preciso. Dando o primeiro passo em direcção a uma possível neuroanatomia da emoção, sugeriu que o hemisfério cerebral direito tem uma influência dominante na emoção humana, comparável à que o esquerdo exerce na linguagem. Teria sido razoável esperar que no início do novo século as ciências do cérebro tivessem incluído a emoção na sua agenda de trabalhos e resolvido os seus problemas. Porém, isso nunca chegou a acontecer. Pior ainda, o trabalho de Darwin foi esquecido, a proposta de James foi injustamente atacada e sumariamente rejeitada, e a influência de Freud fez-se sentir noutra direcção. Ao longo da maior parte do século XX, a emoção não foi digna de crédito nos laboratórios. Era demasiado subjectiva, dizia-se. Era demasiado fugidia e vaga. Estava no pólo oposto da razão, indubitavelmente a mais excelente capacidade humana, e a razão era encarada como totalmente independente da emoção. António R. Damásio, O Sentimento de Si O Corpo, a Emoção e a Neurobiologia da Consciência, 8.ª ed., Lisboa, Publicações Europa-América, David Hume: filósofo escocês ( ). 2 Charles Darwin: naturalista inglês ( ). 3 William James: filósofo e psicólogo norte-americano ( ). 4 Sigmund Freud: médico austríaco, fundador da psicanálise ( ). 639/4
5 1. Para cada um dos quatro itens que se seguem (1.1., 1.2., 1.3. e 1.4.), escreva, na sua folha de respostas, a letra correspondente à alternativa correcta, de acordo com o sentido do texto A emoção passou a integrar a «agenda de trabalhos» (linha 23) das «ciências do cérebro» (linha 22) A. nos finais do século XIX. B. no início do século XX. C. em meados do século XX. D. nos finais do século XX Os trabalhos de Charles Darwin e de William James relativos à emoção A. apresentaram a emoção como um fenómeno subjectivo e muito vago. B. demonstraram que a razão e a emoção são totalmente independentes. C. foram ignorados ou rejeitados, apesar do seu grande interesse científico. D. apresentaram grande número de conclusões praticamente idênticas O recurso à repetição da palavra «emoção» (linhas 1, 4, 8, 11, 23, 26 e 29) e o uso das expressões «emoções humanas» (linha 12), «emoções alteradas» (linha 16), «neuroanatomia da emoção» (linha 19), «emoção humana» (linha 20) A. contribuem para evidenciar a temática central do texto. B. permitem detectar a opinião do autor face ao tema. C. mobilizam diversificados valores conotativos da palavra. D. visam marcar a sequência de argumentos do texto Ao iniciar a frase com o advérbio «Surpreendentemente» (linha 3), o autor apresenta o facto nela enunciado como A. isolado. B. irrelevante. C. estranho. D. repentino. V.S.F.F. 639/5
6 2. Neste item, faça corresponder a cada um dos quatro elementos da coluna A um elemento da coluna B, de modo a obter afirmações verdadeiras. Escreva, na sua folha de respostas, ao lado do número da frase, a alínea correspondente. A B 1) Com o uso do advérbio «agora» (linha 3) e da expressão «até muito recentemente» (linha 9), 2) Com o uso da frase «que se iniciou com ele» (linha 4), 3) Ao usar a conjunção «Porém» (linha 9) no início da frase, 4) Com o uso da expressão «Pior ainda» (linha 24), a) o autor exprime uma oposição relativamente à ideia contida na frase anterior. b) o autor introduz aspectos acessórios relativamente ao tópico que se encontra a tratar. c) o autor manifesta a sua opinião relativamente aos factos que relata a seguir. d) o autor narra um acontecimento ilustrativo da ideia exposta. e) o autor torna mais restrita a referência da expressão que é o antecedente do pronome relativo. f) o autor recorre à autoridade de outrem para reforçar o peso das suas ideias. g) o autor estabelece uma relação entre o tempo dos factos referidos e o momento em que escreve o texto. 639/6
7 GRUPO III Num texto bem estruturado, com um mínimo de duzentas e um máximo de trezentas palavras, apresente uma reflexão sobre aquilo que é afirmado no excerto a seguir transcrito, relativamente à influência da arte nas pessoas. Para fundamentar o seu ponto de vista, recorra, no mínimo, a dois argumentos, ilustrando cada um deles com, pelo menos, um exemplo significativo. Nós também somos «feitos» pelos livros que nos marcaram, pelos filmes que vimos e pelas músicas de que gostamos. Manuel Gusmão, «As Palavras Fazem o Mundo», in Ler, n.º 54, 2002 Observações 1. Para efeitos de contagem, considera-se uma palavra qualquer sequência delimitada por espaços em branco, mesmo quando esta integre elementos ligados por hífen (ex.: /dir-se-ia/). Qualquer número conta como uma única palavra, independentemente dos algarismos que o constituam (ex.: /2007/). 2. Relativamente ao desvio dos limites de extensão indicados um mínimo de duzentas e um máximo de trezentas palavras, há que atender ao seguinte: a um texto com uma extensão inferior a oitenta palavras é atribuída a classificação de 0 (zero) pontos; nos outros casos, um desvio dos limites de extensão requeridos implica uma desvalorização parcial (até cinco pontos) do texto produzido. FIM V.S.F.F. 639/7
8 COTAÇÕES DA PROVA GRUPO I pontos A pontos (12 pontos) (8 pontos) pontos (9 pontos) (6 pontos) pontos (9 pontos) (6 pontos) pontos (12 pontos) (8 pontos) B... (18 pontos) (12 pontos) 30 pontos GRUPO II pontos pontos pontos pontos pontos pontos GRUPO III pontos Estruturação temática e discursiva pontos Correcção linguística pontos Total pontos 639/8
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