EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO
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- Sonia Filipe Zagalo
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1 EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO 12.º Ano de Escolaridade (Decreto-Lei n.º 286/89, de 29 de Agosto Programas novos e Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março) PROVA 639/7 Págs. Duração da prova: 120 minutos ª FASE PROVA ESCRITA DE PORTUGUÊS / PORTUGUÊS B Identifique claramente os grupos e os itens a que responde. Utilize apenas caneta ou esferográfica de tinta azul ou preta. Não pode utilizar dicionário. É interdito o uso de «esferográfica-lápis» e de corrector. As cotações da prova encontram-se na página 7. Grupos I e III Deve riscar, de forma inequívoca, tudo aquilo que pretende que não seja classificado. Se apresentar mais do que uma resposta ao mesmo item, apenas é classificada a resposta apresentada em primeiro lugar. Grupo II Relativamente aos itens deste grupo, há que atender aos princípios a seguir indicados. 1. Para cada um dos itens de escolha múltipla (1.1., 1.2., 1.3. e 1.4.), SELECCIONE a alternativa CORRECTA e, na sua folha de respostas, indique claramente o NÚMERO do item e a LETRA da alternativa pela qual optou. 2. Para o item de associação (2.), ESTABELEÇA as correspondências CORRECTAS entre os elementos das duas colunas e, na sua folha de respostas, indique claramente o NÚMERO do item, bem como o NÚMERO da coluna A e a LETRA da coluna B por cuja associação optou. É atribuída a classificação de zero (0) pontos às respostas em que apresente: mais do que uma opção (ainda que nelas esteja incluída a opção correcta); o número e/ou a letra ilegíveis. Em caso de engano, este deve ser riscado e corrigido à frente, de modo bem legível. V.S.F.F. 639/1
2 GRUPO I A Leia, atentamente, o texto a seguir transcrito. 1 5 Acordo de noite, muito de noite, no silêncio todo. São tictac visível quatro horas de tardar o dia. Abro a janela directamente, no desespero da insónia. E, de repente, humano, O quadrado com cruz de uma janela iluminada! Fraternidade na noite! Fraternidade involuntária, incógnita, na noite! Estamos ambos despertos e a humanidade é alheia. Dorme. Nós temos luz. 10 Quem serás? Doente, moedeiro falso 1, insone 2 simples como eu? Não importa. A noite eterna, informe, infinita, Só tem, neste lugar, a humanidade das nossas duas janelas, O coração latente das nossas duas luzes, Neste momento e lugar, ignorando-nos, somos toda a vida. 15 Sobre o parapeito da janela da traseira da casa, Sentindo húmida da noite a madeira onde agarro, Debruço-me para o infinito e, um pouco, para mim. Nem galos gritando ainda no silêncio definitivo! Que fazes, camarada, da janela com luz? 20 Sonho, falta de sono, vida? Tom amarelo cheio da tua janela incógnita Tem graça: não tens luz eléctrica. Ó candeeiros de petróleo da minha infância perdida! Álvaro de Campos, Poesia, Lisboa, Assírio & Alvim, moedeiro falso: pessoa que falsifica moeda. 2 insone: pessoa que tem insónias. 639/2
3 Apresente, de forma bem estruturada, as suas respostas aos itens que se seguem. 1. Identifique os sentimentos do «eu» expressos nas três primeiras estrofes. 2. Refira as sensações representadas no poema, transcrevendo os elementos do texto em que se fundamenta. 3. Apresente uma interpretação possível para o seguinte verso: «O coração latente das nossas duas luzes» (v. 13). 4. Comente o sentido da apóstrofe do último verso, tendo em conta a globalidade do poema. B Tal como em Álvaro de Campos, também em Alberto Caeiro as sensações são um elemento relevante. Fazendo apelo à sua experiência de leitura, exponha, num texto de sessenta a cento e vinte palavras, a sua opinião sobre a importância das sensações na poesia de Caeiro. Observações relativas ao item B 1. Para efeitos de contagem, considera-se uma palavra qualquer sequência delimitada por espaços em branco, mesmo quando esta integre elementos ligados por hífen (ex.: /dir-se-ia/). Qualquer número conta como uma única palavra, independentemente dos algarismos que o constituam (ex.: /2007/). 2. Um desvio dos limites de extensão indicados implica uma desvalorização parcial (até cinco pontos) do texto produzido. V.S.F.F. 639/3
4 GRUPO II Leia, atentamente, o texto a seguir transcrito Quando falamos de paisagens pensamos, em primeiro lugar, nas paisagens que podemos observar em virtude da luz natural. As paisagens nocturnas merecem a nossa atenção quando revelam algo de particular ou de espectacular a beleza da mancha resultante da iluminação, um vulcão em actividade, uma trovoada, um período festivo com muita luz, como as luzinhas de Natal, um fogo de artifício ou as fogueiras dos Santos Populares ou seja, quando acontece algo que contraria a escuridão e cria um acontecimento com luz. Só muito raramente procuramos desfrutar a noite em busca da escuridão e, mesmo assim, o que queremos realmente são as condições ideais para podermos apreciar o luar ou o brilho das estrelas. A importância da luz no nosso imaginário é tal que raramente conseguimos beneficiar plenamente de outras paisagens que não sejam as visuais. Das paisagens dos sons e dos cheiros só muito raramente se fala e, ainda menos, se desfruta. No imaginário popular, a noite esteve sempre associada a todos os perigos insegurança, criminalidade, desconforto... Até à vulgarização da iluminação, assim que o Sol desaparecia, as pessoas refugiavam-se em casa. Os espaços públicos só eram usufruídos após o pôr-do-sol, quando a luz artificial, como uma fogueira, ou a luz natural, como o luar, o permitiam. Em Portugal, a iluminação pública surge em 1780, em Lisboa, e utilizava o azeite como combustível; em 1848 foram introduzidas as primeiras luminárias 1 a gás; em 1878 surgiram as primeiras experiências com a electricidade, que só passa a ser utilizada sistematicamente em [...] A iluminação começou por ter apenas funções de visibilidade e de segurança, assegurando uma melhor leitura do espaço à noite. Foi na Exposição Mundial de Paris, de 1900, que a luz surgiu pela primeira vez associada ao lazer, à criação de prazer e de bem- -estar, à possibilidade de uma apropriação nocturna da cidade por todas as pessoas. A noite continuava a despertar medos, mas, devido a uma série de mudanças sociais e culturais, teve início uma nova etapa: a noite passa a estar associada também a aspectos positivos. É o momento do descanso, do lazer, da possibilidade de fruição do tempo fora do trabalho. Teresa Alves, «Geo grafias da Luz», in Luzboa A Arte da Luz em Lisboa, Lisboa, Extra]muros[associação cultural para a cidade, luminárias: pequenas lanternas. 1. Para cada um dos quatro itens que se seguem (1.1., 1.2., 1.3. e 1.4.), escreva, na sua folha de respostas, a letra correspondente à alternativa correcta, de acordo com o sentido do texto Até ao surgimento da iluminação pública, o convívio nas ruas A. estava proibido por lei depois do pôr-do-sol. B. acontecia, à noite, só em ocasiões particulares. C. era aproveitado, à noite, para desfrute da escuridão. D. era sempre perturbado, à noite, pelos marginais. 639/4
5 1.2. Ao mencionar a «possibilidade de uma apropriação nocturna da cidade por todas as pessoas» (linha 24), o texto quer dizer que, com a luz artificial, todas as pessoas A. foram atraídas pelas possibilidades de lucro em diversões nocturnas. B. temeram a possibilidade de os clubes nocturnos se apropriarem da cidade. C. passaram a poder sentir-se à vontade nas ruas da cidade durante a noite. D. se sentiram com direito de propriedade sobre os espaços urbanos nocturnos Em «Das paisagens dos sons e dos cheiros só muito raramente se fala e, ainda menos, se desfruta.» (linhas 11 e 12), a alteração da ordem normal dos constituintes na frase A. revela a opinião da autora relativamente aos factos relatados. B. serve uma clara intenção narrativa, presente em todo o texto. C. sinaliza a tese fundamental desenvolvida ao longo do texto. D. dá realce ao referente expresso pelos elementos deslocados Com o uso das reticências na linha 14, a autora do texto A. mostra que é possível prolongar a enumeração. B. expressa a sua opinião sobre os factos narrados. C. marca a existência de sentidos implícitos na frase. D. sinaliza o carácter irónico das suas afirmações. 2. Neste item, faça corresponder a cada um dos quatro elementos da coluna A um elemento da coluna B, de modo a obter afirmações verdadeiras. Escreva, na sua folha de respostas, ao lado do número da frase, a alínea correspondente. B A 1) Com o uso da expressão «ou seja» (linha 6), 2) Com o uso das expressões «como uma fogueira» e «como o luar» (linha 16), 3) Com o uso da frase «que só passa a ser utilizada sistematicamente em 1929» (linhas 19 e 20), 4) Com o uso concomitante de «Foi» (linha 22) e de «que» (linha 23), a) a autora visa tornar mais explícita a ideia que expôs na frase anterior. b) a autora resume a tese que procura defender ao longo do texto. c) a autora dá exemplos da realidade mencionada imediatamente antes. d) a autora admite um facto contrário à ideia que expõe, mas não suficiente para a invalidar. e) a autora pretende dar realce ao referente da expressão que fica entre os dois elementos. f) a autora estabelece uma relação de consequência com a ideia anterior. g) a autora introduz informação adicional sobre o referente da expressão que é antecedente do pronome relativo. V.S.F.F. 639/5
6 GRUPO III Num texto bem estruturado, com um mínimo de duzentas e um máximo de trezentas palavras, apresente uma reflexão sobre as ideias expressas no excerto a seguir transcrito, relativas à tendência para se investir no espaço pessoal e se esquecer o espaço público. Para fundamentar o seu ponto de vista, recorra, no mínimo, a dois argumentos, ilustrando cada um deles com, pelo menos, um exemplo significativo. Ao longo da vida, a tendência é para as pessoas passarem cada vez mais tempo sozinhas e fechadas dentro das suas casas, transformadas em verdadeiras «torres de marfim». A maneira como se acumulam bens físicos e se procura melhorar os espaços domésticos reflecte um cada vez maior alheamento em relação ao espaço público colectivo, que raramente é pensado como um bem comum. Teresa Alves, «Territórios do Nada entre a Esperança e a Utopia», in Lisboa Capital do Nada. Marvila, 2001, Lisboa, Extra]muros[associação cultural para a cidade, 2002 Observações 1. Para efeitos de contagem, considera-se uma palavra qualquer sequência delimitada por espaços em branco, mesmo quando esta integre elementos ligados por hífen (ex.: /dir-se-ia/). Qualquer número conta como uma única palavra, independentemente dos algarismos que o constituam (ex.: /2007/). 2. Relativamente ao desvio dos limites de extensão indicados um mínimo de duzentas e um máximo de trezentas palavras, há que atender ao seguinte: a um texto com uma extensão inferior a oitenta palavras é atribuída a classificação de 0 (zero) pontos; nos outros casos, um desvio dos limites de extensão requeridos implica uma desvalorização parcial (até cinco pontos) do texto produzido. FIM 639/6
7 COTAÇÕES DA PROVA GRUPO I pontos A pontos (9 pontos) (6 pontos) pontos (12 pontos) (8 pontos) pontos (9 pontos) (6 pontos) pontos (12 pontos) (8 pontos) B... (18 pontos) (12 pontos) 30 pontos GRUPO II pontos pontos pontos pontos pontos pontos GRUPO III pontos Estruturação temática e discursiva pontos Correcção linguística pontos Total pontos 639/7
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