Workshop Medir a Cidade

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1 Workshop Medir a Cidade Experiências em sistemas de indicadores para os territórios urbanos Centro Cultural de Belém, 21 de setembro de 2015

2 Cidades Sustentáveis ISO Maria João Graça Diretora do Departamento de Normalização IPQ

3 Competências e responsabilidades Responsável pela gestão e coordenação do SPQ - enquadramento legal e institucional para os assuntos da Qualidade em Portugal Dec-Lei nº 165/83, de 27 de abril Instituição Nacional de Metrologia Organismo Nacional de Normalização

4 IPQ- Instituto Português da Qualidade INSTITUTO PORTUGUÊS DA QUALIDADE METROLOGIA Científica (Fundamental) Industrial Legal NORMALIZAÇÃO Organismo Nacional de Normalização Organismos Setoriais ONS QUALIFICAÇÃO Acreditação Laboratórios Organismos de Inspecção Organismos de Certificação Certificação Organizações Produtos Pessoas

5 Normalização Enquanto Organismo Nacional de Normalização (ONN), o IPQ assegura, promove e desenvolve: Coordenação do Subsistema da Normalização do SPQ; Gestão das funções de elaboração, adopção, edição e venda de normas e outros documentos normativos, de âmbito nacional, europeu e internacional; Participação nacional na Normalização europeia e internacional (CEN, CENELEC, ETSI, ISO, IEC); Gestão dos processos de votação de documentos normativos, a nível nacional, europeu e internacional.

6 Organismo Nacional de Normalização Estrutura nacional da normalização IPQ Organismo Nacional de Normalização Organismos de Normalização Setorial OGCT Organismo Coordenador de Comissão Técnica CT Comissões Técnicas de Normalização

7 Normalização em números A Rede Nacional 54 Organismos de Normalização Setorial (ONS) 5 Organismos Gestores de CT (OGCT) 176 Comissões Técnicas (CT) Cerca de 3500 Peritos envolvidos Votados anualmente cerca de 7500 documentos europeus e internacionais Acervo Normativo Nacional* Doc. Normativos Portugueses (NP): Doc. Normativos Europeus c/ versão portuguesa: Doc. Normativos Internacionais c/ versão portuguesa: 310 Acervo nacional total : * Dados referentes a dezembro 2014

8 Princípios Gerais da Normalização Voluntariado; Representatividade; Consenso; Simplificação; Paridade; Transparência.

9 CTA 34 Título da CTA Desenvolvimento sustentável de comunidades Âmbito elaboração da versão portuguesa da ISO 37120:2014 e Guia interpretativo e de aplicação da NP ISO 37120; Constituição: 25 vogais UGT CGTP APA AP Arq. Paisagistas INE IHRU LNEG Gov. Reg. Açores Gov. Reg. Madeira CIP DGAutarquias ISEP Proteção Civil DGEstatísticas Edu.e Ciência OE LNEC CCP AP Geógrafos DGS PSP

10 ISO/TC Sustainable development in communities Criado em 2012 Participam 25 países Secretariado: É assegurado pela AFNOR Âmbito: Normalização no domínio do desenvolvimento sustentável, incluindo requisitos, orientações, técnicas e ferramentas de suporte, para ajudar todos os tipos de comunidades a tornarem-se mais resiliente e sustentáveis. Plano de trabalho: Inclui normas que incentivam o desenvolvimento e a implementação de abordagens holísticas e transversais para o desenvolvimento sustentável das comunidades.

11 ISO/TC Sustainable development in communities Documentos normativos publicados: ISO/TR 37150: Smart community infrastructures - Review of existing activities relevant to metrics, ISO/TS 37151: Smart community infrastructures - Principles and requirements for performance metrics ISO 37120: Sustainable development of communities - Indicators for city services and quality of life. 11

12 ISO 37120:2014- Desenvolvimento sustentável das comunidades Indicadores para os serviços urbanos e a qualidade de vida Âmbito: Definir e estabelecer metodologias para um conjunto de indicadores que orientem e meçam o desempenho dos serviços urbanos e a qualidade de vida; Destinatários: Qualquer cidade, município ou governo local que se comprometa a medir o respetivo desempenho de uma forma comparável e verificável, independentemente da dimensão e da localização. 12

13 ISO 37120:2014- Desenvolvimento sustentável das comunidades Indicadores para os serviços urbanos e a qualidade de vida Conteúdo: 17 indicadores estruturados em temas de acordo com os diferentes setores e serviços economia educação energia ambiente finanças resposta a incêndios e a emergências governança saúde recreação segurança alojamento resíduos sólidos telecomunicações e inovação transportes planeamento urbano águas residuais água e saneamento 13

14 ISO 37120:2014- Desenvolvimento sustentável das comunidades Indicadores para os serviços urbanos e a qualidade de vida Ajudar as cidades: a medir a gestão do desempenho dos serviços urbanos e da qualidade de vida ao longo do tempo; a aprender umas com as outras permitindo a comparação entre uma vasta gama de medidas de desempenho; a partilhar as melhores práticas 14

15 ISO 37120:2014- Desenvolvimento sustentável das comunidades Indicadores para os serviços urbanos e a qualidade de vida Anexo A Indicadores da cidade Indicadores principais (necessários) considerados essenciais para orientar e avaliar a gestão do desempenho dos serviços urbanos e qualidade de vida Indicadores de apoio(recomendados) Compilados anualmente

16 ISO 37120:2014- Desenvolvimento sustentável das comunidades Indicadores para os serviços urbanos e a qualidade de vida Indicador principal Indicador de apoio Economia Taxa de desemprego da cidade Valor avaliado das propriedades comerciais e industriais como uma percentagem do valor de todas as propriedades Percentagem de população da cidade a viver na pobreza Percentagem de pessoas empregadas a tempo inteiro Taxa de desemprego jovem Número de negócios por habitantes Número de patentes novas por habitantes por ano 16

17 ISO 37120:2014- Desenvolvimento sustentável das comunidades Indicadores para os serviços urbanos e a qualidade de vida Anexo B Indicadores de perfil Estatísticas e informação de base para ajudar as cidades a determinar quais são as cidades de interesse para comparações: - Pessoas - Habitação - Economia - Governo - Geografia e clima 17

18 Obrigada pela atenção Instituto Português da Qualidade

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