CAPÍTULO 2 ANDAMENTO DO PROJETO BÁSICO AMBIENTAL
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- Levi Campelo Lopes
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1 CAPÍTULO 2 ANDAMENTO DO PROJETO BÁSICO AMBIENTAL Anexo Metodologia de marcação de anfíbios, lagartos, crocodilianos, marsupiais e alguns grupos de mamíferos de médio e grande porte, autorizada pela ACCTMB nº 473/2014-1ª Retificação
2 ANEXO METODOLOGIA DE MARCAÇÃO DE ANFÍBIOS, LAGARTOS, CROCODILIANOS, MARSUPIAIS E ALGUNS GRUPOS DE MAMÍFEROS DE MÉDIO E GRANDE PORTE, AUTORIZADA PELA ACCTMB Nº 473/2014-1ª RETIFICAÇÃO ANFÍBIOS Em complementação ao Protocolo de Marcação Definitiva que consta da Nota Técnica Nº 1 apresentada pela empresa antecessora na execução do PSACF (BIOTA, 2012), foi proposta e acatada pela DILIC/IBAMA a aplicação de biopolímero atóxico apenas em espécimes que apresentam comprimento rostro-cloacal (CRC) superior a 50 mm, uma vez que espécimes com CRC inferior a este estão susceptíveis a ferimentos graves durante a aplicação do biopolímero (Figura 1). Figura 1 - Aplicação de biopolímero em espécime de microhilídeo. Assim, considerando-se as características anatômicas que dificultam a manipulação, a aplicação do biopolímero e a visualização do implante, foi feita uma seleção de espécies que não apresentam morfologia corporal compatível com este procedimento de marcação.
3 Lista das espécies de anfíbios que foram excluídas da marcação com injeção intradérmica de biopolímero. TÁXON IDADE EM QUE A MARCAÇÃO É SUGERIDA DE SER EXCLUÍDA ORDEM ANURA Família Allophrynidae Allophryne ruthveni Família Aromobatidae Allobates spp. Anomaloglossus spp. Família Bufonidae Amazophrynella spp. Rhaebo spp. Rhinella spp. Família Centrolenidae Cochranella spp. Hyalinobatrachium spp. Teratohyla spp. Vitreorana spp. Família Ceratophryidae Ceratophrys cornuta spp. Família Craugastoridae Pristimantis spp. Família Dendrobatidae Adelphobates spp. Ameerega spp. Ranitomeya spp. Família Eleuterodactylidae Phyzelaphryne spp. Recém-metamorfoseados e Jovens Família Hemiphractidae Hemiphractus spp. Família Hylidae Dendropsophus microcephalus Grupo Dendropsophus minimus Grupo Dendropsophus minutus Grupo Dendropsophus parviceps Grupo Hypsiboas spp. Lysapsus spp. Osteocephalus spp. Pseudis spp. Scarthyla spp. Scinax spp. Sphaenorhynchus spp. Trachycephalus spp. Cruziohyla craspedopus Phyllomedusa spp. Família Leptodactylidae Edalorhina spp. Engystomops spp. Physalaemus spp. Pseudopaludicola spp. Adenomera spp. Hydrolaetare spp. Leptodactylus spp. Família Microhylidae Chiasmocleis spp.
4 TÁXON Ctenophryne geayi Elachistocleis spp. Hamptophryne spp. Odontophrynidae Proceratophrys concavitympanum Família Pipidae Pipa spp. Família Ranidae Lithobates catesbianus ORDEM CAUDATA Família Plethodontidae Bolitoglossa spp. ORDEM GYMNOPHIONA Família Caeciliidae Gymnophiona spp. IDADE EM QUE A MARCAÇÃO É SUGERIDA DE SER EXCLUÍDA RÉPTEIS Para os lagartos, o procedimento anteriormente adotado consistia de marcação com cinturão pélvico de contas coloridas, porém, foi recomendada e acatada a substituição pelo método de injeção intradérmica de biopolímero atóxico (Figura 2) e brinco metálico (para lagartos maiores, como iguanas e grandes teídeos), como forma de evitar riscos à integridade física do animal, que podem ser causados pelo ajuste inadequado do cinturão e/ou pela possibilidade do cinturão se prender em algo encontrado no substrato quando da locomoção do animal. Figura 2 - Aplicação de biopolímero em espécime de tropidurídeo.
5 Em relação aos crocodilianos, foi sugerida e aceita a substituição do método de marcação com corte de escamas sacrais pela aplicação de brincos plásticos, habitualmente utilizados na identificação de bovinos, equinos e ovinos. Na realização dessa marcação é efetuado um furo em uma das placas simples da cauda do animal com um furador metálico esterilizado onde o brinco é adaptado, tornando-se fixo ao corpo do animal (Figura 3). A Figura 4 apresenta uma esquematização dos brincos modelo Tip Tag comercializados pelo Grupo Allflex. Figura 3 - Detalhe da marcação realizada em indivíduo de crocodiliano. Figura 4 - Desenho esquemático dos brincos modelo Tip Tag.
6 MAMÍFEROS TERRESTRES Em relação aos mamíferos, a marcação deve levar em consideração fatores inerentes às espécies (e.g. hábitos locomotores, interação social), fatores relacionados ao indivíduo (e.g. nível de estresse, idade, prenhês) e fatores associados ao manejo (e.g. tempo de manipulação, contenção física e química). Com a finalidade de reduzir o tempo de manuseio e o estresse consequente, e considerando o comportamento e melhor adaptação ao tipo de marcação, solicitou-se para os marsupiais a substituição do método de marcação com colares de contas coloridas anteriormente utilizado pelo método de marcação com brinco metálico numerado, assim como a substituição da tatuagem pela aplicação de brincos metálicos para os indivíduos das famílias Bradypodidae, Megalonychidae, Cyclopedidae, Myrmecophagidae, Leporidae, Mephitidae, Tapiridae e Tayassuidae. Para as demais categorias de animais, os métodos de marcação utilizados mantêm-se de acordo com a metodologia apresentada em relatórios consolidados anteriores (Figuras 5 a 7). Figura 5 - Dactylomys dactylinus com brinco metálico numerado.
7 Figura 6 - Bradypus variegatus com brinco metálico numerado. Figura 7 - Coendou prehensilis com brinco metálico numerado.
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