CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO
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- Maria de Belem Abreu Cabreira
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1 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO SINDICATO DOS EMPREGADOS NO COMERCIO E SERVIÇOS DE TERESINA-PI, entidade sindical com sede na Rua David Caldas nº 536 norte, inscrito no CGC sob o nº / , neste ato representado pelo seu Secretario Geral, Sr: Gilberto da Paixão Fonseca, Brasileiro, comerciário, casado, C.I Pi, e o SINDICATO PATRONAL DOS CONDOMINIOS RESIDENCIAIS COMERCIAIS E MISTO DO ESTADO DO PIAUI, Rua Gov. Tibério Nunes nº 355, bairro Ilhotas, CNPJ / Neste ato representado pelo Sr: Jânio de Brito Fontenelle, CPF residente e domiciliado nesta capital, firmam o presente acordo, mediante audiência de conciliação TRT 22º Região, Processo nº com as clausulas seguintes: CLÁUSULA PRIMEIRA - VIGÊNCIA A presente Convenção Coletiva de Trabalho terá a duração de 01(um) ano, iniciando em 1º de novembro de 2005 e findando em 31 de outubro de Assegurando-se a data base da categoria laboral para primeiro de novembro de CLÁUSULA SEGUNDA - ABRANGÊNCIA As normas e condições estabelecidas no presente Acordo abrangerão as categorias profissionais e econômicas convenentes. CLÁUSULA TERCEIRA - CONCILIAÇÃO As conciliações das divergências surgidas entre as partes, referentes à aplicação dos dispositivos do presente Acordo, serão processadas obedecido o disposto no artigo 615 da CLT. CLÁUSULA QUARTA - PENALIDADE O descumprimento do presente Acordo Coletivo de Trabalho, no todo ou em parte, sujeitará a parte infratora, se empregador, ao pagamento de multa de 0,5 (meio) piso da categoria, por cada trabalhador, a ser recolhido em benefício do Sindicato laboral. CLÁUSULA QUINTA - FISCALIZAÇÃO À Delegacia Regional do Trabalho no Estado do Piauí, caberá a fiscalização do presente Acordo e aplicação de suas penalidades. CLÁUSULA SEXTA - REPOSIÇÃO SALARIAL Excluída por sugestão do Ministério Publico do trabalho, com o devido acolhimento das partes. CLÁUSULA SETIMA - PISO SALARIAL Fica estabelecido o PISO SALARIAL para a categoria profissional de R$ 322,00 (trezentos vinte e dois reais), a partir da vigência do presente instrumento Coletivo de Trabalho. PARÁGRAFO PRIMEIRO: Fica garantido como piso aos trabalhadores abrangidos pelo presente instrumento, reajuste de 4% sobre o valor do salário mínimo a partir da entrada em vigor. PARAGRAFO SEGUNDO: Fica assegurado aos trabalhadores que percebam salário 1
2 superior ao piso da categoria o reajuste de 5,53 (cinco vírgula, cinqüenta e três por cento) a partir de 1º de novembro de PARAGRAFO TERCEIRO: As diferenças salariais e os encargos sociais decorrentes dos novos padrões remuneratórios, definidos nesta clausula deverão ser quitados até o dia 31 de janeiro de CLÁUSULA OITAVA - ADICIONAL DE HORAS EXTRAS As horas extraordinárias serão pagas com o adicional de 70%(setenta por cento) sobre a hora normal, com fornecimento de lanches após a primeira hora extra trabalhada. PARÁGRAFO PRIMEIRO: É obrigatório o pagamento do repouso semanal remunerado nos domingos e feriado calculado com base na média das horas extras percebidas por mês. PARÁGRAFO SEGUNDO: Fica assegurado a todos trabalhadores com jornada de revezamento de 12/36, o pagamento de 18 (dezoito) horas extras por mês, devido à natureza da hora noturna ser menor que a diurna e pelo fato de alguns meses ultrapassar as 180 (cento e oitenta) horas. PARAGRAFO TERCEIRO: Fica garantida o pagamento de 01(uma) diária (1/30) para os trabalhadores com escala revezamento diurna nos dias impares em que o mês for de 31 dias. PARAGRAFO QUARTO: Fica assegurado que o calculo para encontrar o valor da hora extra, será feita com na jornada de 180 (centro e oitenta) horas. CLÁUSULA NONA - SEGURO DE VIDA EM GRUPO O condomínio arcará com o ônus de seguro de vida em grupo, para todos seus empregados, enquanto perdurar o contrato de trabalho. CLÁUSULA DECIMA - DISPENSA DO AVISO PRÉVIO O empregado fica dispensado do cumprimento do prazo do aviso prévio em caso de pedido de demissão ou no caso de dispensa, desde que tenha obtido novo emprego devidamente comprovado. CLÁUSULA DECIMA PRIMEIRA - EMPREGADOS NOVOS E SUBSTITUTOS Durante o período de 01 (um) ano após a demissão, o empregado readmitido na firma, na mesma função que anteriormente ocupava, fica desobrigado do cumprimento do prazo de experiência. PARÁGRAFO ÚNICO - Enquanto perdurar a substituição que não tenha caráter meramente eventual, o empregado substituto fará jus ao salário do substituído. CLÁUSULA DECIMA SEGUNDA - AUXÍLIO CRECHE Os condomínios assegurarão auxílio creche à mãe empregada, mediante a celebração de convênios com creches públicas ou de entidades filantrópicas, podendo substituir a celebração de convênio e a exigência prevista no art. 389 da CLT, pelo pagamento mensal do auxílio creche à base de 5% (cinco por cento) do piso salarial da categoria, observada a idade limite da criança de zero a seis meses de vida. PARÁGRAFO ÚNICO: Ficam dispensados do auxílio creche os condominios que oferecerem às suas empregadas creches para seus filhos. 2
3 CLÁUSULA DECIMA TERCEIRA - COMPROVANTE DE PAGAMENTO Os condomínios fornecerão aos seus empregados envelopes de pagamento ou documento similar, com o timbre da empresa e ou condomínio, discriminando todos os valores pagos, bem como os descontos efetuados. CLÁUSULA DECIMA QUARTA - UNIFORME As empresas e ou condomínios que estabelecerem ou exigirem uso obrigatório de uniforme no trabalho deverão fornecê-lo no modelo adotado, gratuitamente, no mínimo de 02 (dois) por ano, sem ônus para o empregado. PARÁGRAFO ÚNICO: O trabalhador fica desobrigado de comparecer ao local de trabalho fardado quando o uniforme estiver sem condições de uso, devendo comunicar o fato ao condômino com 30 (trinta) dias de antecedência. CLÁUSULA DECIMA QUINTA - EMPREGADO ESTUDANTE O horário de trabalho do empregado estudante do 1º ao 3º graus não poderá exceder das 18:00h, de segunda a sexta-feira, durante o período letivo e nem será incluído em escala de revezamento que o condomínio organizar na forma da lei. PARÁGRAFO ÚNICO: Aos empregados estudantes que vierem prestar exames vestibulares devidamente comprovados, será assegurado o direito ao abono das faltas nos dias das provas, desde que o empregador seja comunicado com antecedência mínima de 48 (quarenta e oito) horas. CLÁUSULA DECIMA SEXTA - ESTABILIDADE PROVISÓRIA PRÉ- APOSENTADORIA Fica assegurada a garantia no emprego ao empregado optante pelo FGTS, nos 24 (vinte e quatro) meses anteriores à aquisição do direito à aposentadoria por tempo de serviço, salvo nos casos de demissões por justa causa. CLÁUSULA DECIMA SETIMA - CARTA DE RECOMENDAÇÃO A todo trabalhador abrangido pelo presente instrumento coletivo de trabalho será fornecido carta de recomendação no ato da rescisão de contrato, desde que o mesmo não tenha sido demitido por falta grave. CLÁUSULA DECIMA OITAVA - JORNADA DE TRABALHO BÁSICA A jornada de trabalho dos trabalhadores abrangidos por este instrumento coletivo de trabalho será de 44(quarenta e quatro) horas semanais, sendo suprido o trabalho aos sábado à tarde, domingos e feriados serão dias de descanso obrigatório e remunerados, sendo observado o disposto na Lei Municipal pertinente à matéria. PARAGRAFO PRIMEIRO: O percentual do adicional noturno aos trabalhadores com jornada noturna será de 20% (vinte por cento) sobre o salário nominal do trabalhador. PARAGRAFO SEGUNDO: O condomínio fornecerá refeição, sem desconto, o almoço para o empregado que trabalha na escala de revezamento diurno e lanche até 20:00 (vinte) horas para o empregado que trabalha na escala de revezamento noturno. CLÁUSULA DECIMA NONA - QUADRO DE AVISO Os condomínios permitirão afixar em seus quadros de avisos, cartazes e comunicações expedidas pelo Sindicato Laboral de interesse exclusivo da categoria, sempre em local de bom acesso e que permitam fácil leitura por parte dos empregados, pelo período de 07(sete) dias. 3
4 CLÁUSULA VIGESIMA - LIBERAÇÃO DO REPRESENTANTE SINDICAL Fica assegurada a liberação do representante sindical da categoria profissional, durante 13 (treze) dias ao ano para cada diretor, tendo o respectivo ponto abonado e sem prejuízo nos seus vencimentos para comparecimento em congressos, reuniões, simpósios, seminários, encontros de classe ou assemelhados, com comunicação prévia de 48 horas. CLÁUSULA VIGESIMA PRIMEIRA - CURSO E REUNIÕES Fica estabelecido que os cursos ou reuniões com o comparecimento obrigatório dos trabalhadores deverão ser realizados durante a jornada normal de trabalho, ou, se fora do horário normal, pago como hora extra. CLÁUSULA VIGESIMA SEGUNDA - CARNAVAL E SEMANA SANTA Os trabalhadores (as) de condomínios abrangidos por este instrumento coletivo de trabalho no período do carnaval, trabalharão no sábado com jornada única de 06:00 (seis) horas, folgarão o domingo, trabalharão segunda feira, com jornada de 06:00 (seis) horas, folgarão na terça feira, somente retornando na quarta feira às 12:00 (doze) horas. Na semana santa, trabalharão na quinta feira, até 12:00 (doze) horas, folgarão na sexta feira, retornarão no sábado a partir das 12:00 (doze) horas, para cumprir jornada única de 06;00 (seis) horas, folgarão o domingo e retornarão na segunda feira, sendo considerados repouso semanal remunerado os dias aqui acordado. PARAGRAFO ÚNICO: Estarão excluídos desta cláusula os trabalhadores que laborarem em regime de escala de revezamento. CLÁUSULA VIGESIMA TERCEIRA - DIA DOS COMERCIÁRIOS E PRESTADORES DE SERVIÇOS Fica assegurado a folga dos trabalhadores (as) das empresas e ou condomínios abrangidas pelo presente instrumento coletivo de trabalho no dia 19 de outubro de2006, DIA DO COMERCIÁRIO, sendo considerado repouso semanal remunerado. CLÁUSULA VIGESIMA QUARTO - DESCONTOS INDEVIDOS. Fica proibido o desconto nos salários dos trabalhadores abrangidos pelo presente CCT, por quaisquer danos que venham ocorrer no local de trabalho que não sejam de responsabilidade dos mesmos. CLÁUSULA VIGESIMA QUINTA - QUADRO DE CARREIRA Excluída de comum acordo. CLÁUSULA 26ª - ASSENTOS NO LOCAL DE TRABALHO. Os condomínios manterão assentos para seus empregados em local onde possam ser utilizados, para uso dos que tenham por atribuição o atendimento aos condóminos em pé, nos termos da Norma Regulamentadora - NR 17 do Ministério do Trabalho e Previdência Social. 4
5 CLÁUSULA 27ª - ACOMPANHAMENTO E FISCALIZAÇÃO Fica assegurado o ingresso às dependências do condomínio aos dirigentes sindicais e assessores técnicos do Sindicato, para acompanhamento de fiscalização das condições de segurança, higiene e medicina do trabalho, investigações de acidentes, acompanhamento às fiscalizações DRT, bem como para distribuição de jornais, obedecido os procedimentos da convenção 148 da OIT. CLÁUSULA 28ª - ASSISTÊNCIA JURÍDICA AOS VIGIAS E PORTEIROS O condomínio prestará assistência jurídica aos seus empregados que exercem efetivamente a função de vigia e porteiro, sempre que, no exercício de suas funções e em defesa dos legítimos interesses do condomínio, incidirem na prática de ato que os leve a responder qualquer ação penal. CLÁUSULA 29ª - HOMOLOGAÇÕES. Todas as rescisões de contrato de trabalho dos trabalhadores com mais de 01 (um) ano de serviço, serão homologadas na sede do sindicato laboral. PARAGRAFO ÚNICO: No ato da apresentação da rescisão do contrato, em caso de recusa à homologação, o sindicato laboral deverá apresentar justificativa por escrito ao empregador, a quem competirá buscar a homologação perante a Delegacia Regional de Trabalho. CLÁUSULA 30ª - EPI S E UNIFORMES Fica garantido aos trabalhadores abrangidos pela presente Acordo e que trabalhem com materiais de risco de vida o fornecimento gratuito de equipamentos de proteção e segurança obrigatórios, nos termos da legislação. CLÁUSULA 31ª - ACIDENTE DE TRABALHO Na ocorrência de acidente de trabalho, a CAT deverá ser imediatamente preenchida, devendo a empresa manter nos locais de trabalho e em todos os turnos, formulários e pessoal credenciado para tal fim. PARÁGRAFO ÚNICO: O condomínio deverá enviar ao sindicato profissional e ao Ministério do Trabalho, no prazo de 24 (vinte e quatro) horas após a ocorrência, cópia da CAT, informando ainda, as causas determinantes do acidente e as providências adotadas com o acidentado e às condições de segurança. CLAUSULA 32ª - CONTRATO TEMPORÁRIO e SERVIÇOS TERCEIRIZADOS: Fica assegurado aos trabalhadores que venham a prestar serviços aos condomínios, através de empresas terceirizadas, nas atividades de portaria, limpeza e conservação, todos os direitos contidos na presente convenção. CLAUSULA 33ª - DEMISSÕES IMOTIVAS: Não consistem motivos para justificar o término da relação de trabalho: a filiação a um sindicato ou participação em atividades sindicais fora das horas de trabalho ou, com o consentimento do empregador, durante as horas de trabalho; ser candidato a representante dos trabalhadores ou atuar ou ter atuado nessa qualidade; apresentar uma queixa ou participar de um procedimento estabelecido contra um empregador por supostas violações de leis ou regulamentos. Ou recorrer perante as autoridades administrativas competentes; a raça, a cor, o sexo, o estado civil, as responsabilidades familiares à gravidez, a religião, as opiniões, políticas, ascendência nacional ou a 5
6 origem social, a ausência do trabalho durante a licença maternidade. PARAGRAFO ÚNICO: A ausência temporal do trabalho por motivo de doença ou lesão não deverá constituir causa justificada de término da relação de trabalho. CLAUSULA 34ª Fica estabelecido a partir deste acordo que Condomínios obrigam se a pagar em favor do SINDICOND PI, uma contribuição patronal, que será cobrada no valor de 10% (dez por cento) sobre a folha de pagamento de pessoal do mês de dezembro, a partir do não de Teresina-(Pi), 27 de dezembro de SINDICATO DOS EMP. NO COM. E SERVIÇOS DE TERESINA Gilberto Paixão Fonseca Secretario Geral SINDICATO PATRONAL DOS CONDOMINIOS RESIDENCIAIS COMERCIAIS E MISTO DO ESTADO DO PIAUI. Jânio de Brito Fontenelle 6
CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO PARA
CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO PARA 2007-2008. Pela presente CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO que celebra de um lado o SINDICATO DOS TRABALHADORES NAS INDÚSTRIAS METALÚRGICAS, MECÂNICAS E DO MATERIAL ELÉTRICO
CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO SINFES E SINDIEX 2016/2017
CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO SINFES E SINDIEX 2016/2017 SINFES - SINDICATO DOS FARMACÊUTICOS NO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, CNPJ nº 30.955.355/0001-03, representado pela presidente Maria Maruza Carlesso,
CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2009/2010
CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2009/2010 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: RJ000883/2009 DATA DE REGISTRO NO MTE: 13/07/2009 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR027076/2009 NÚMERO DO PROCESSO: 46334.002370/2009-57 DATA
SINDICATO TRABALHADORES NAS IND ALIMENT DE MARAU, CNPJ n / , neste ato representado(a) por seu Presidente, Sr(a).
NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: RS003002/2016 DATA DE REGISTRO NO MTE: 15/12/2016 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR073613/2016 NÚMERO DO PROCESSO: 46218.190822/2016 02 DATA DO PROTOCOLO: 24/11/2016 ACORDO COLETIVO
PRIMEIRA DATA BASE A data-base da categoria profissional, para todos os efeitos legais, continuará sendo primeiro de julho (1º/07) de cada ano.
O SINDICATO DOS EMPREGADOS NO COMÉRCIO DE BARBACENA E O SINDICATO DO COMÉRCIO VAREJISTA DE. BARBACENA, REPRESENTADOS POR SEUS PRESIDENTES, CELEBRAM CONVENÇÃO COLETIVA MEDIANTE AS SEGUINTESCLÁUSULASE CONDIÇÕES.
CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2009/2010
CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2009/2010 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: SC002478/2009 DATA DE REGISTRO NO MTE: 30/12/2009 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR058517/2009 NÚMERO DO PROCESSO: 46220.005714/2009-67 DATA
SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO
Página 1 de 7 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2010/2011 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: SC002202/2010 DATA DE REGISTRO NO MTE: 22/09/2010 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR048803/2010 NÚMERO DO PROCESSO: 46220.004507/2010-29
celebram a presente CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO, estipulando as condições de trabalho previstas nas cláusulas seguintes:
CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2013/2014 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: SC000049/2014 DATA DE REGISTRO NO MTE: 21/01/2014 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR001543/2014 NÚMERO DO PROCESSO: 46220.000212/2014-15 DATA
ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2011/2012
ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2011/2012 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: MG004077/2011 DATA DE REGISTRO NO MTE: 07/10/2011 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR056169/2011 NÚMERO DO PROCESSO: 46246.002361/2011-70 DATA DO
CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2008/2009
CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2008/2009 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2008/2009, QUE ENTRE SI CELEBRAM, SINDICATO DOS EMPREGADOS NO COMÉRCIO E SERVIÇOS DE TERESINA, SINDICATO DO COMÉRCIO VAREJISTA DE
CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2011/2012
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ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2009/2010
ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2009/2010 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: SC001895/2009 DATA DE REGISTRO NO MTE: 21/10/2009 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR049719/2009 NÚMERO DO PROCESSO: 46301.001525/2009-15 DATA DO
CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2014/2015
CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2014/2015 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR026019/2015 DATA E HORÁRIO DA TRANSMISSÃO: 12/05/2015 ÀS 09:44 FEDERACAO DO COMERCIO DE BENS, SERVICOS E TURISMO DO ESTADO DE MINAS GERAIS
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SINDICATO DOS EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE DE CAMPINAS E REGIÃO X SINAMGE E SINOG CONTRAPROPOSTA DO SUSCITANTE EM REUNIÃO DE 31/07/2017 1. Pisos Salariais: a-) A partir de 1º de
ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2010/2011
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CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2016/2017 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: SC002914/2016 DATA DE REGISTRO NO MTE: 24/11/2016 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR075465/2016 NÚMERO DO PROCESSO: 46220.007825/2016-37 DATA
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ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2017/2018 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: RS002117/2017 DATA DE REGISTRO NO MTE: 25/08/2017 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR051464/2017 NÚMERO DO PROCESSO: 46218.012583/2017-23 DATA DO
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NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: SC002914/2016 DATA DE REGISTRO NO MTE: 24/11/2016 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR075465/2016 NÚMERO DO PROCESSO: 46220.007825/2016-37 DATA DO PROTOCOLO: 22/11/2016 CONVENÇÃO COLETIVA
CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2013/2014
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ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2015/2016 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: PR001404/2015 DATA DE REGISTRO NO MTE: 20/04/2015 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR019141/2015 NÚMERO DO PROCESSO: 46212.005615/2015-22 DATA DO
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CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2010/2011 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: PR001735/2010 DATA DE REGISTRO NO MTE: 09/06/2010 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR027088/2010 NÚMERO DO PROCESSO: 46212.007444/2010-61 DATA
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CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2002. CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO, que firmam SINDICATO DAS INDÚSTRIAS METALÚRGICAS, MECÂNICAS E DE MATERIAL ELÉTRICO DE LAGES com sede na Av. Belizário Ramos nº 2.276
SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO
Página 1 de 5 TERMO ADITIVO A CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2009/2010 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: PR003137/2009 DATA DE REGISTRO NO MTE: 25/11/2009 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR058177/2009 NÚMERO DO PROCESSO:
CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO
CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2008-2009 Convenção Coletiva de Trabalho que entre si firmam, de um lado o SINDICATO DOS EMPREGADOS EM ENTIDADES CULTURAIS, RECREATIVAS E DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, DE ORIENTAÇÃO
ANO REFERÊNCIA 2017/2018
CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO CELEBRADA ENTRE O SINDICATO DOS PROPRIETÁRIOS DE CFC S DO ESTADO DE MINAS GERAIS SIPROCFC/MG E O SINDICATO DOS EMPREGADOS E INSTRUTORES DE AUTO-ESCOLAS E DOS CFC S DO ESTADO
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Page 1 of 5 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2012/2013 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: GO000211/2013 DATA DE REGISTRO NO MTE: NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR069411/2012 NÚMERO DO PROCESSO: 46290.000413/2013-08 DATA
ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2012/2013
ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2012/2013 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: RS001127/2012 DATA DE REGISTRO NO MTE: 29/06/2012 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR035726/2012 NÚMERO DO PROCESSO: 46218.008327/2012-27 DATA DO
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Page 1 of 5 TERMO ADITIVO A CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2011/2012 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: PR004031/2011 DATA DE REGISTRO NO MTE: 22/09/2011 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR056422/2011 NÚMERO DO PROCESSO:
Entre as partes de um lado: e, de outro lado:
CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO Entre as partes de um lado: SINDICATO DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO NO ESTADO DE SÃO PAULO, CNPJ nº 60.266.996/0001-03 e, de outro lado: SINDICATO DA INDÚSTRIA DA
um lado, o SINDICATO DOS EMPREGADOS NO COMÉRCIO DE BARRA DO PIRAÍ, VALENÇA, / , e, de outro, a Empresa......,
ACORDO COLETIVO DE TRABALHO que entre si fazem, de um lado, o SINDICATO DOS EMPREGADOS NO COMÉRCIO DE BARRA DO PIRAÍ, VALENÇA, VASSOURAS, MENDES E PIRAÍ, inscrito no CNPJ sob o n 28.579.308/0001-52, e,
CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2012/2013
CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2012/2013 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: RS000560/2012 DATA DE REGISTRO NO MTE: 25/04/2012 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR017751/2012 NÚMERO DO PROCESSO: 46218.004817/2012-54 DATA
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CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2017/2018 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: SC002865/2017 DATA DE REGISTRO NO MTE: 11/12/2017 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR078135/2017 NÚMERO DO PROCESSO: 46304.003337/2017-10 DATA
CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2009/2010
CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2009/2010 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: RJ000631/2009 DATA DE REGISTRO NO MTE: 17/06/2009 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR018605/2009 NÚMERO DO PROCESSO: 46334.001938/2009-12 DATA
ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2018/2018
ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2018/2018 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: PR000216/2018 DATA DE REGISTRO NO MTE: 29/01/2018 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR003359/2018 NÚMERO DO PROCESSO: 46212.001050/2018-57 DATA DO
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ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2017/2018 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: MS000229/2017 DATA DE REGISTRO NO MTE: 18/07/2017 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR037510/2017 NÚMERO DO PROCESSO: 46300.002275/2017-51 DATA DO
