Programação Concorrente
|
|
|
- Heitor Antunes Veiga
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Programação Concorrente Monitores e Troca de Mensagens Monitores Considere que, no projeto da solução do produtor-consumidor com semáforos, os 2 downs tenham sido trocados Se o buffer estiver cheio deadlock Monitor = coleção de variáveis, estruturas e procedimentos que são agrupados em um módulo ou pacote (tipo abstrato de dados com operações bem definidas para atuarem sobre sua estrutura de dados) Um monitor é uma abstração de alto nível que provê exclusão mútua Os procedimentos de um monitor só executam alguma tarefa quando chamados por processos (são passivos) e operam sobre variáveis comuns que constituem sua estrutura de dados 2 Monitores e Troca de Mensagens 1
2 Monitores Os processos podem chamar procedimentos dos monitores, mas não têm acesso à estrutura interna dos mesmos Somente um processo pode estar ativo em um monitor em cada instante, sendo assim, definem regiões críticas criando exclusão mútua para a estrutura de dados do monitor Quando um processo chama um procedimento num monitor, verifica-se se outro processo está ativo no monitor Sim: processo suspenso Não: processo pode entrar na Região Crítica A sincronização entre processos concorrentes se faz através de operações WAIT e SIGNAL sobre variáveis do tipo evento, definidas dentro do monitor Uma thread (ou procedimento) que invoca x.wait é suspensa até que outra(o) invoque x.signal Implementação: precisa de suporte da linguagem 3 Monitores e Troca de Mensagens Monitores Somente uma thread (ou procedimento) pode estar ativo dentro do monitor por vez monitor monitor-name { // variable declarations public entry p1( ) { public entry p2( ) { 4 Monitores e Troca de Mensagens 2
3 Monitor com variáveis veis de condição 5 Monitores e Troca de Mensagens Produtor/Consumidor com Monitor procedure producer; while true do produce_item; ProduceConsumer.enter; procedure consumer; while true do ProduceConsumer.remove; consume_item; 6 Monitores e Troca de Mensagens 3
4 (cont.) Prod/Cons com Monitor monitor ProducerConsumer condition full, empty; integer count; procedure enter; if count = N then wait(full); enter_item; count := count + 1; if count = 1 then signal(empty); procedure remove; if count = 0 then wait(empty); remove_item; count := count - 1; if count = N - 1 then signal(full); count := 0; end monitor; 7 Monitores e Troca de Mensagens Troca de Mensagens Os mecanismos anteriores permitem comunicação indireta O mecanismo de troca de mensagens entre um processo gerente, destinado a disciplinar a utilização de determinado recurso, e os processos concorrentes pode ser usado para se obter exclusão mútua Duas primitivas -não há compartilhamento de memória SEND(destino, msg) RECEIVE(fonte, &msg) destino: processo destinatário (ex.: PID) msg: mensagem que se quer enviar fonte: processo que enviou msg: mensagem retornada, se existir Caso não exista mensagem, o processo pode ser bloqueado até a existência de uma 8 Monitores e Troca de Mensagens 4
5 (cont.) Troca de Mensagens Identificação dos processos: Nomes de máquinas iguais domínio O armazenamento e a sincronização são feitos pelas primitivas, ou seja, pelo SO, que é o responsável A mensagem pode se perder na rede: mensagem de reconhecimento (acknowledgement) se ACK não chegar, retransmite e se a msg chega, mas o ACK se perde? fonte envia msg novamente Confiabilidade autenticação n o de identificação de msg Se transmissor e receptor estão na mesma máquina, o rendimento cai pelo excesso de cópias de dados 9 Monitores e Troca de Mensagens Prod/Cons com Troca de Mensagens #include prototypes.h #define N 100 #define MSIZE 4 typedef int message[4]; void producer(void) { int item; message m; while (TRUE) { produce_item(&item); receive(cons, &m); build_msg(&m, item); send(cons, &m); void consumer(void) { int item, i; message m; for(i=0; i<n; i++) send(prod, &m); while (TRUE) { receive(prod, &m); extract_msg(&m,item); send(prod, &m); consume_item(item); 10 Monitores e Troca de Mensagens 5
Sincronização de Processos (4) Monitores
Sincronização de Processos (4) Monitores Monitores (1) Sugeridos por Dijkstra (1971) e desenvolvidos por Hoare (1974) e Brinch Hansen (1975), são estruturas de sincronização de alto nível, que têm por
Sistemas Operacionais. Técnicas de Implementação de Exclusão Mútua. Aula VI Prof. Rosemary Silveira
Sistemas Operacionais Técnicas de Implementação de Exclusão Mútua Aula VI Prof. Rosemary Silveira Tópicos de Apresentação Condições de Corrida Técnicas de Implementação de Exclusão Mútua Condições de Corrida
Sincronização de Processos (5) Troca de Mensagens
Sincronização de Processos (5) Troca de Mensagens Passagem (Troca) de Mensagens Motivação: Semáforos e algoritmos de exclusão mútua são baseados no compartilhamento de variáveis. Isso implica no compartilhamento
Sistemas Operacionais
Sistemas Operacionais Aula 11 Sincronização de Processos Prof.: Edilberto M. Silva http://www.edilms.eti.br Baseado no material disponibilizado por: SO - Prof. Edilberto Silva Prof. José Juan Espantoso
processo internamente dadospara serem
Aula 14 Monitores Sincronização e Troca de de Processos Mensagens (5) Monitores Sugeridos Profa. Patrícia Motivação: (1974) sincronização (forçar) concorrentes. (1) por Dijkstra(1971) e desenvolvidos por
Prof. Marcos Ribeiro Quinet de Andrade Universidade Federal Fluminense - UFF Pólo Universitário de Rio das Ostras - PURO
Comunicação e Sincronismo entre processos Prof. Marcos Ribeiro Quinet de Andrade Universidade Federal Fluminense - UFF Pólo Universitário de Rio das Ostras - PURO 1 Comunicação entre Processos Processos
Fundamentos. Módulo 6: Sincronização de Processos. Bounded-Buffer (Cont.) Bounded-Buffer
Módulo 6: Sincronização de Processos Fundamentos Fundamentos O problema das regiões críticas Hardware de Sincronização Semáforos Problemas Clássicos de Sincronização Regiões Críticas Monitores Sincronização
Sistemas Operacionais Aula 08: Sincronização de Processos. Ezequiel R. Zorzal [email protected] www.ezequielzorzal.com
Sistemas Operacionais Aula 08: Sincronização de Processos Ezequiel R. Zorzal [email protected] www.ezequielzorzal.com Objetivos Introduzir o problema da seção crítica, cujas soluções podem ser usadas
Revisão Ultima aula [1/2]
SOP - TADS Comunicação Interprocessos - 2 IPC Prof. Ricardo José Pfitscher [email protected] Material cedido por: Prof. Rafael Rodrigues Obelheiro Prof. Maurício Aronne Pillon Revisão Ultima aula
SISTEMAS DISTRIBUÍDOS
SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Modelo cliente e servidor Slide 2 Nielsen C. Damasceno Modelos Cliente - Servidor A principal diferença entre um sistema centralizado e um sistema distribuído está na comunicação
Sistemas Distribuídos
Sistemas Distribuídos Processos e Threads Gustavo Reis [email protected] - O que são Processos? Uma abstração de um programa em execução. Mantêm a capacidade de operações (pseudo)concorrentes,
Comunicação em Sistemas Distribuídos
Comunicação em Sistemas Distribuídos A diferença mais importante entre os Sistemas Distribuídos e os Sistemas Uniprocessadores é a comunicação inter-processo. Nos uniprocessadores esta comunicação é feita
Concorrência e Paralelismo
Concorrência e Paralelismo [email protected] 1 Programação Concorrente e Paralela Na programação sequencial todas as instruções de um programa são executadas através de uma única linha de execução Na
Disciplina de Sistemas Distribuídos. Sincronização em SD. Prof. M.Sc. Alessandro Kraemer [email protected]. Kraemer
Disciplina de Sistemas Distribuídos Sincronização em SD Prof. M.Sc. Alessandro [email protected] Cronograma Contextualização Tipos de sincronização Mecanismos para sincronização da região crítica Exclusão
Sistemas Operacionais
AULA 09 Sincronização de Processos - II Monitores Conforme comentamos, o uso equivocado dos semáforos pode levar a uma situação de deadlock, por isso devemos tomar cuidado ao programar utilizando este
Monitores. Conceito Sistemas Operacionais II
Monitores Conceito Sistemas Operacionais II Monitores Autores Daniel Artur Seelig Fábio Lutz Local Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de Informática Sistemas Operacionais II Professor
BC1518-Sistemas Operacionais. Prof. Marcelo Z. do Nascimento [email protected]
BC1518-Sistemas Operacionais Sincronização de Processos (aula 5 Parte 2) Prof. Marcelo Z. do Nascimento [email protected] Roteiro Semáforos Monitores Passagem de Mensagem Exemplos em S.O.
7 SINCRONIZAÇÃO DE PROCESSOS
7 SINCRONIZAÇÃO DE PROCESSOS Quando se trabalha com processos cooperativos, eles podem afetar uns aos outros. Eles compartilham recursos, principalmente posições de memória e arquivos. O acesso a dados
Sistemas Operacionais. Capítulo 7 Sincronização e Comunicação entre Processos
Sistemas Operacionais Capítulo 7 Sincronização e Comunicação entre Processos Baseado no Livro e Material de Apoio de Arquitetura de Sistemas Operacionais 3ª edição - LTC - 2004 Francis Berenger Machado
Exclusão Mútua Distribuída
Exclusão Mútua Distribuída Raimundo Macêdo Laboratório de Sistemas Distribuídos - LaSiD Universidade Federal da Bahia Propriedades de um programa distribuído (Lamport, 1977) Exemplo 2: sistema controlando
Sincronização e Comunicação entre Processos. Adão de Melo Neto
Sincronização e Comunicação entre Processos Adão de Melo Neto 1 INTRODUÇÃO Em um sistema multitarefa os processos alternam sua execução segundo critérios de escalonamento estabelecidos pelo sistema operacional.
Disciplina: Sistemas Operacionais - CAFW-UFSM Professor: Roberto Franciscatto
Disciplina: Sistemas Operacionais - CAFW-UFSM Professor: Roberto Franciscatto Introdução Processo cooperativo é aquele que pode afetar outros processos em execução no sistema Ou ser por eles afetado Processos
3. Comunicação em Sistemas Distribuídos
3. Comunicação em 3.1.Troca de mensagens As mensagens são objetos de dados cuja estrutura e aplicação são definidas pelas próprias aplicações que a usarão. Sendo a troca de mensagens feita através de primitivas
Sincronização. Cooperação entre Processos
Sincronização Parte II Programação Concorrente Cooperação entre Processos Vários processos executam em conjunto uma ou mais tarefas, nas quais Competem por recursos Indicam uns aos outros a: Ausência/existência
Sistemas Distribuídos
Sistemas Distribuídos LICENCIATURA EM COMPUTAÇÃO Prof. Adriano Avelar Site: www.adrianoavelar.com Email: [email protected] Mecanismos de Comunicação Voltando ao exemplo da calculadora... Rede local
Sistemas Distribuídos Comunicação entre Processos em Sistemas Distribuídos: Middleware de comunicação Aula II Prof. Rosemary Silveira F. Melo Comunicação em sistemas distribuídos é um ponto fundamental
Notas da Aula 6 - Fundamentos de Sistemas Operacionais
1. Monitores Notas da Aula 6 - Fundamentos de Sistemas Operacionais Embora os semáforos sejam uma boa solução para o problema da exclusão mútua, sua utilização não é trivial. O programador é obrigado a
Sistemas Distribuídos 59. Sistemas Distribuídos 61. "Receive não-bloqueante:
Comunicação entre processos! Memória Compartilhada: " os processo compartilham variáveis e trocam informações através do uso dessas variáveis compartilhadas COMUNICAÇÃO ENTRE PROCESSOS P1 Área Compartilhda!
Ciência de Computadores Sistemas Distribuídos e Móveis
Ciência de Computadores Sistemas Distribuídos e Móveis Lista de Exercícios Data: 4 de Novembro de 2013 Questões sobre o capítulo 1, Tanenbaum & van Steen: Fundamentos 1) Explique o significado de transparência,
Sistemas Distribuídos Modelo Cliente-Servidor
Sistemas Distribuídos Modelo Cliente-Servidor Disciplina: Sistemas Distribuídos Prof.: Edmar Roberto Santana de Rezende Faculdade de Engenharia de Computação Centro de Ciências Exatas, Ambientais e de
Computação Concorrente (MAB-117) Monitores
Computação Concorrente (MAB-117) Monitores Prof. Silvana Rossetto 1 Departamento de Ciência da Computação (DCC) Instituto de Matemática (IM) Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Maio de 2012 1.
Arquitetura de Computadores II
Universidade Federal do Rio de Janeiro Informática DCC/IM Arquitetura de Computadores II Sistemas de Troca de Mensagens O Sistema de Comunicação provê tipicamente os seguintes serviços para as aplicações:
Sistemas Distribuídos Comunicação. Edeyson Andrade Gomes www.edeyson.com.br
Sistemas Distribuídos Comunicação Edeyson Andrade Gomes www.edeyson.com.br Roteiro da Aula Roteiro da Aula Comunicação entre Processos Protocolos Modelo OSI Modelo Cliente Servidor 3 Comunicação entre
9 - Sincronização e Comunicação entre Processos
1 9 - Sincronização e Comunicação entre Processos 91 Introdução Em um sistema multitarefa, seja com um único processador ou com mais de um processador ou ainda com vários núcleos por processador, os processos
Sistemas Operacionais
Sistemas Operacionais SINCRONIZAÇÃO E COMUNICAÇÃO ENTRE PROCESSOS MACHADO/MAIA: CAPÍTULO 07, PÁGINA 101 Prof. Pedro Luís Antonelli Anhanguera Educacional sistemas multiprogramáveis Os sistemas multiprogramáveis
UNIVERSIDADE. Sistemas Distribuídos
UNIVERSIDADE Sistemas Distribuídos Ciência da Computação Prof. Jesus José de Oliveira Neto Comunicação Inter-Processos Sockets e Portas Introdução Sistemas distribuídos consistem da comunicação entre processos
3. Explique o motivo pelo qual os protocolos UDP e TCP acrescentam a informação das portas (TSAP) de origem e de destino em seu cabeçalho.
Entregue três questões de cada prova. Prova de 2011-02 1. Descreva duas maneiras de estabelecer uma conexão entre processos na camada de transporte sem o conhecimento da porta (TSAP) ao qual o servidor
Sistemas Distribuídos
Sistemas Distribuídos Universidade Federal do ABC Turma: Ciência da Computação Prof. Dr. Francisco Isidro Massetto Introdução Comunicação em Sistemas Distribuídos Introdução: Comunicação em Sistemas Distribuídos
Sistemas Operacionais Sincronização e Comunicação entre Processos
Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul UEMS Curso de Licenciatura em Computação Sistemas Operacionais Sincronização e Comunicação entre Processos Prof. José Gonçalves Dias Neto [email protected]
SISTEMAS OPERACIONAIS
SISTEMAS OPERACIONAIS Sincronização entre Processos Andreza Leite [email protected] Sincronização Freqüentemente, os processos precisam se comunicar com outros processos. Isto ocorre quando
Capítulo 8 Arquitetura de Computadores Paralelos
Capítulo 8 Arquitetura de Computadores Paralelos Necessidade de máquinas com alta capacidade de computação Aumento do clock => alta dissipação de calor Velocidade limitada dos circuitos => velocidade da
4. Qual seria o impacto da escolha de uma chave que possua letras repetidas em uma cifra de transposição?
Prova de 2011-02 1. Descreva duas maneiras de estabelecer uma conexão entre processos na camada de transporte sem o conhecimento da porta (TSAP) ao qual o servidor remoto esteja associado. 2. Estabelecer
Programação distribuída e paralela (C. Geyer) RPC 1
Programação distribuída e paralela (C. Geyer) RPC 1 Autores C. Geyer Local II-UFRGS Versão v6 2008-2 Disciplinas SOII Programação distribuída e paralela (C. Geyer) RPC 2 Bibliografia base original dos
SISTEMAS OPERACIONAIS 2007
SISTEMAS OPERACIONAIS 2007 VISÃO GERAL Sumário Conceito Máquina de Níveis Conceituação de SO Componentes do SO Visões do SO Conceito de Sistemas O que se espera de um sistema de computação? Execução de
Conceito de processo como uma unidade de trabalho em um sistema moderno de tempo compartilhado. Estados de um processo.
gerenciamento de processos Objetivo Compreender a maneira como o sistema operacional controla o gerenciamento dos programas em execução por meio do gerenciamento de processos no qual cada processo representa
Grupo I [4v] b. [0,6v] De que forma é que o escalonador do Linux tenta minimizar o impacto desta limitação?
Número: Nome: LEIC/LERC 2011/12-2º Exame de Sistemas Operativos 3/Fevereiro/2012 Responda no enunciado, apenas no espaço fornecido. Identifique todas as folhas. Duração: 2h30m Grupo I [4v] 1. [0,6v] A
Programação de Sistemas
Programação de Sistemas Introdução aos modelos de comunicação Programação de Sistemas Modelos de comunicação :1/19 Introdução (1) Os sistemas operativos implementam mecanismos que asseguram independência
Programação de Sistemas
Programação de Sistemas Introdução aos modelos de comunicação Programação de Sistemas Modelos de comunicação :1/19 Introdução (1) Os sistemas operativos implementam mecanismos que asseguram independência
Exclusão Mútua em Sistemas Distribuídos
Exclusão Mútua em Sistemas Distribuídos Recurso deve ser utilizado por apenas um processo de cada vez, com garantia de justiça ausência de deadlock ausência de livelock Premissas: processos não falham
E.E.E.P. Dr. Solon Tavares Sistemas Operacionais Prof. Henrique Cordeiro. Programação Concorrente em Linux
E.E.E.P. Dr. Solon Tavares Sistemas Operacionais Prof. Henrique Cordeiro Programação Concorrente em Linux O Conceito de Processo no Linux O conceito de processo é fundamental para qualquer sistema operacional
Seja uma rede de Petri definida pela tripla (L, T, A), e por sua marcação inicial M 0.
AULA 22 ESTUDO E APLICAÇÕES DAS REDES DE PETRI COMO MECANISMO DE DESCRIÇÃO DE SISTEMAS. 6. Propriedades das redes Seja uma rede de Petri definida pela tripla (L, T, A), e por sua marcação inicial M 0.
Arquitetura de Sistemas Operativos
Arquitetura de Sistemas Operativos Sistemas Operativos 2011/2012 1 Introdução Os sistemas operativos implementam mecanismos que asseguram independência entre processos (i.e., a execução de um processo
SIMULADOR DE ROTEAMENTO DE PACOTES (V. 3 20/05/2010)
SIMULADOR DE ROTEAMENTO DE PACOTES (V. 3 20/05/2010) OBJETIVO GERAL Este trabalho possui o objetivo de exercitar a lógica de programação dos alunos do Terceiro ano do Curso de BSI e também desenvolver
Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064
Sistemas Distribuídos Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Comunicação- Protocolos, Tipos, RPC Capítulo 4 Agenda Protocolos em Camadas Pilhas de Protocolos em Sistemas Distribuídos Tipos de Comunicação
Sistemas distribuídos:comunicação
M. G. Santos [email protected] Faculdade Câmara Cascudo - Estácio de Sá 16 de abril de 2010 Formas de comunicação Produtor-consumidor: comunicação uni-direccional, com o produtor entregando ao consumidor.
Comunicação. Parte II
Comunicação Parte II Carlos Ferraz 2002 Tópicos Comunicação Cliente-Servidor RPC Comunicação de objetos distribuídos Comunicação em Grupo Transações Atômicas Comunicação Stream 2 Comunicação cliente-servidor
Prof. Marcos Ribeiro Quinet de Andrade Universidade Federal Fluminense - UFF Pólo Universitário de Rio das Ostras - PURO
Conceitos básicos e serviços do Sistema Operacional Prof. Marcos Ribeiro Quinet de Andrade Universidade Federal Fluminense - UFF Pólo Universitário de Rio das Ostras - PURO Tipos de serviço do S.O. O S.O.
Sistemas Distribuídos Grupos
Sistemas Distribuídos Grupos Edeyson Andrade Gomes www.edeyson.com.br Roteiro da Aula Roteiro da Aula Definição de Grupos Tipos Atomicidade Ordenamento 3 RPC Comunicação entre Pares Cliente - Servidor
Comunicação entre processos (2)
Comunicação entre processos (2) Pedro Cruz EEL770 Sistemas Operacionais Lembretes Proposta de trabalho Enviar para [email protected] Prazo: dia 02 de abril 2 Aula passada Comunicação entre processos é útil
ALua. asynchronous communication in Lua
ALua asynchronous communication in Lua o que é modelo de programação troca de mensagens Lua assincronismo modelo de concorrência cada evento tratado até o final estrutura da rede daemons intermediando
Udesc/Ceplan Bacharelado em Sistemas de Informação Sistemas Operacionais. Prof. Alexandre Veloso [email protected]
Programação Concorrente [Parte 2] Udesc/Ceplan Bacharelado em Sistemas de Informação Sistemas Operacionais Prof. Alexandre Veloso [email protected] Condição de Corrida Uma forma de um processo comunicar-se
Um cliente de cada vez:
Um cliente de cada vez: envia-recebe resposta pedido recebe trata envia o cliente bloqueia-se até que: o servidor receba a mensagem, a trate e lhe responda outros clientes aguardam pela vez Clientes: enviam
Programação Orientada a Objetos Threads
Threads Prof. Edwar Saliba Júnior Janeiro de 2013 1 Introdução Multithreading: fornece múltiplas threads de execução para a aplicação; permite que programas realizem tarefas concorrentemente; às vezes
Programação Concorrente em java - Exercícios Práticos Abril 2004
Programação Concorrente em java - Exercícios Práticos Abril 2004 1. Introdução As threads correspondem a linhas de controlo independentes no âmbito de um mesmo processo. No caso da linguagem JAVA, é precisamente
MÓDULO 7 Modelo OSI. 7.1 Serviços Versus Protocolos
MÓDULO 7 Modelo OSI A maioria das redes são organizadas como pilhas ou níveis de camadas, umas sobre as outras, sendo feito com o intuito de reduzir a complexidade do projeto da rede. O objetivo de cada
SISTEMAS DISTRIBUÍDOS
SISTEMAS DISTRIBUÍDOS CUP Disk Memoey CUP Memoey Disk Network CUP Memoey Disk Comunicação em Sistemas Distribuídos Sumário Modelo Cliente e Servidor Troca de Mensagens Remote Procedure Call Comunicação
Comunicação entre Processos
Comunicação entre Processos Comunicação entre Processos - Sistemas Operacionais fornecem mecanismos para comunicação entre processos (IPC), tal como filas de mensagens, semáfaros e memória compartilhada.
Notas da Aula 4 - Fundamentos de Sistemas Operacionais
Notas da Aula 4 - Fundamentos de Sistemas Operacionais 1. Threads Threads são linhas de execução dentro de um processo. Quando um processo é criado, ele tem uma única linha de execução, ou thread. Esta
LaSiD/UFBA. Raimundo J. de A. Macêdo
Fundamentos de Sistemas Distribuídos Terminação Distribuída LaSiD/UFBA Raimundo J. de A. Macêdo 1 Todos os processos envolvidos numa computação distribuída encerraram suas atividades. Ou seja, estão num
Profº. Enrique Pimentel Leite de Oliveira
Profº. Enrique Pimentel Leite de Oliveira O termo orientação a objetos significa organizar o mundo real como uma coleção de objetos que incorporam estrutura de dados e um conjunto de operações que manipulam
Comunicação em Sistemas Distribuídos. Conceitos: Paradigma C/S. Conceitos: Paradigma C/S. Paradigma Cliente/Servidor
Comunicação em Sistemas Distribuídos Paradigma / Os processos em um SD estão lógica e fisicamente separados. Precisam se comunicar para que possam interagir O desempenho de um SD depende criticamente do
Carlos Eduardo Batista Centro de Informática - UFPB [email protected]
Carlos Eduardo Batista Centro de Informática - UFPB [email protected] Principais problemas programação concorrente Deadlocks (impasses) Starvation (inanição) Condições de corrida Erros de consistência na
MC504 - Sistemas Operacionais
MC504 - Sistemas Operacionais Algoritmo da Padaria Problema dos Produtores e Consumidores Primitivas de Sincronização Islene Calciolari Garcia Primeiro Semestre de 2014 Sumário 1 Algoritmo da Padaria 2
Remote Procedure Call. Programação distribuída e paralela (C. Geyer) RPC 1
Remote Procedure Call Programação distribuída e paralela (C. Geyer) RPC 1 Autoria Autores C. Geyer Local II-UFRGS Versão V11.4 2014-2 Disciplinas SOII Programação distribuída e paralela (C. Geyer) RPC
Técnicas de Programação Avançada TCC- 00175 Profs.: Anselmo Montenegro www.ic.uff.br/~anselmo. Conteúdo: Introdução à Orientação a Objetos
Técnicas de Programação Avançada TCC- 00175 Profs.: Anselmo Montenegro www.ic.uff.br/~anselmo Conteúdo: Introdução à Orientação a Objetos Introdução Paradigmas de programação Programação Estruturada Composição
Monitores. Setembro de 2009. Monitores
Setembro de 2009 mecanismo de sincronização clássico referência influência de conceitos de programação estruturada C. A. R. Hoare, Monitors: an operating system structuring concept, Communications of the
Software de rede e Modelo OSI André Proto UNESP - São José do Rio Preto [email protected] O que será abordado Hierarquias de protocolos (camadas) Questões de projeto relacionadas às camadas Serviços
Universidade da Beira Interior. Sistemas Distribuídos
Folha 6-1 Sincronização de Threads A sincronização de Threads em Java é baseada no conceito do Monitor (de Hoare). Cada objecto Java tem associado um monitor (ou lock ) que pode ser activado se a palavra
Sistemas Operacionais
Sistemas Operacionais Processos Semáforos Semáforos Mecanismo de sincronização que não requer espera ocupada Dijkstra propôs usar uma variável inteira para contar o n o de WAKEUPs para uso futuro Menos
Sistemas Distribuídos
Sistemas Distribuídos Aula 4 Msc. Daniele Carvalho Oliveira Doutoranda em Ciência da Computação - UFU Mestre em Ciência da Computação UFU Bacharel em Ciência da Computação - UFJF Migração de Código Em
Nomes e Endereçamento. Nomes e Endereçamento. Paradigmas em Sistemas Distribuídos. Paradigmas em Sistemas Distribuídos
Paradigmas em Sistemas Distribuídos Paradigmas em Sistemas Distribuídos Nomes e Endereçamento Troca de Mensagens Operações emota Comunicação em Grupo Time e Clocks Sincronismo Ordenação Coordenação Consistência
Arquitetura de Sistemas Operacionais
Arquitetura de Sistemas Operacionais Francis Berenger Machado / Luiz Paulo Maia Processo Profº Antonio Carlos dos S. Souza Estrutura do Processo Contexto de Software Contexto de Hardware Programa Espaço
Sistemas Distribuídos Capítulos 3 e 4 - Aula 4
Sistemas Distribuídos Capítulos 3 e 4 - Aula 4 Aula passada Threads Threads em SDs Processos Clientes Processos Servidores Aula de hoje Clusters de Servidores Migração de Código Comunicação (Cap. 4) Fundamentos
Comunicação entre Processos Canal de comunicação Arquitetura da comunicação Modelos de comunicação
Comunicação entre Processos Canal de comunicação Arquitetura da comunicação Modelos de comunicação Sistemas Operativos 2015-2016 O que construímos até agora... A abstração de processo 2 A possibilidade
Sistemas Distribuídos. Aleardo Manacero Jr.
Sistemas Distribuídos Aleardo Manacero Jr. Conteúdo Conceitos fundamentais Estratégias de controle: relógios e algoritmos de sincronismo Serviços: arquivos e memória Corba Processamento distribuído Sistemas
Licenciatura em Engenharia Informática Sistemas Distribuídos I 2ª chamada, 6 de Julho de 2005 2º Semestre, 2004/2005
Departamento de Informática Faculdade de Ciências e Tecnologia UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA Licenciatura em Engenharia Informática Sistemas Distribuídos I 2ª chamada, 6 de Julho de 2005 2º Semestre, 2004/2005
Até o final de década de 70, os sistemas operacionais suportavam apenas processos com um único thread;
CAPÍTULO VI THREADS 6.1 INTRODUÇÃO Até o final de década de 70, os sistemas operacionais suportavam apenas processos com um único thread; O sistema operacional Toth, em 1979, foi o primeiro a implementar
Fundamentos de Banco de Dados
Fundamentos de Banco de Dados SISTEMAS BASEADOS NO PROCESSAMENTO DE ARQUIVOS Sistema A Funcionário Pagamento Cargo Sistema B Funcionário Projeto SISTEMAS GERENCIADORES DE BANCO DE DADOS (SGBD) Sistema
Capítulo II Modelos de Programação Distribuída
Capítulo II Modelos de Programação Distribuída From: Coulouris, Dollimore and Kindberg Distributed Systems: Concepts and Design Edition 4, Addison-Wesley 2005 From: M. Ben-Ari Principles of Concurrent
