Comunicação em Sistemas Distribuídos
|
|
|
- Isabel Sá Sousa
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Comunicação em Sistemas Distribuídos A diferença mais importante entre os Sistemas Distribuídos e os Sistemas Uniprocessadores é a comunicação inter-processo. Nos uniprocessadores esta comunicação é feita por meio de memória partilhada. Nos SDs não tem memória partilhada e toda a comunicação interprocesso tem que ser reformulada.
2 Modelo Cliente - Servidor A idéia é estruturar o S.O. como um grupo de processos cooperativos chamados clientes e servidores; Servidores oferecem serviços e Clientes usam os serviços oferecidos; Uma máquina pode executar um único processo cliente ou servidor, pode executar múltiplos clientes, múltiplos servidores, ou ainda uma combinação dos dois.
3 Modelo Cliente - Servidor cliente kernel Requisição Resposta servidor kernel
4 Principais Vantagens do Modelo Simplicidade; Não tem necessidade de estabelecer uma conexão (e finalizar a conexão); A mensagem de resposta serve de acknowledgement; Eficiência; Se as máquinas forem idênticas são necessários somente três níveis de protocolo (físico, data link e Request/Reply)
5 Serviços de Comunicação do kernel São necessárias duas chamadas do Sistema: send (destino, &ptmsg) envia uma mensagem apontada por ptmsg para o processo identificado por destino, bloqueando o processo que executou o send até que a mensagem tenha sido enviada;
6 Serviços de Comunicação do kernel receive (endereço, &ptmsg) bloqueia o processo que executou o receive até que uma mensagem chegue. Quando ela chega é copiada para o buffer apontado por ptmsg. O parâmetro endereço específica o endereço do qual o receptor está esperando uma mensagem.
7 Exemplo de Cliente e Servidor header.h /* Definições dos Clientes e Servidores */ #define MAX_PATH 255 #define BUF_SIZE 1024 #define FILE_SERVER 243 /* Definições das operações permitidas */ #define CREATE 1 #define READ 2 #define WRITE 3 #define DELETE 4 /* Códigos de Erros */ #define OK 0 #define E_BAD_OPCODE -1 #define E_BAD_PARAM -2 #define E_IO -3
8 Continuação (header.h) /* Definições do formato de mensagem */ struct message { long source; long dest; long opcode; long count; long offset; long extra1; long extra2; long result; char name [MAX_PATH]; char data[buf_size]; };
9 Exemplo Simples de um Cliente #include <header.h> void main (void) { struct message m1, m2; int r; while (1) { receive (FILE_SERVER, &m1); switch (m1.opcode) { case CREATE: r = do_create (&m1, &m2); break; case READ: r = do_read (&m1, &m2); break; case WRITE: r = do_write (&m1, &m2); break; case DELETE: r = do_delete(&m1, &m2); break; default: r = E_BAD_OPCODE; } m2.result = r; send (m1.source, &m2); } }
10 Exemplo Cliente usando Servidor #include <header.h> (Copia de um arquivo) int copy(char *src, char *dst) { struct message m1; long position, client = 110; initialize(); position = 0; do { /* Pega um bloco de dado do arquivo fonte */ m1.opcode = READ; m1.offset = position; m1.count = BUF_SIZE; strcpy(&m1.name, src); send (FILE_SERVER, &m1); receive (client, &m1);
11 Continuação (Copia de um arquivo) } /* Escreve o bloco de dado recebido no arquivo destino */ m1.opcode = WRITE; m1.offset = position; m1.count = m1.result; strcpy(&m1.name, dst); send (FILE_SERVER, &m1); receive (client, &m1); position += m1.result; } while (m1.result > 0); return (m1.result >= 0? ok : m1.result);
12 Endereçamento 1- Endereçamento máquina.processo cliente kernel 1 2 1: Requisição para : Resposta para servidor kernel Não é transparente (se um servidor não estiver disponível teremo recompilação para poder realizar o serviço em outro servido Não precisa de coordenação global
13 Continuação (Endereçamento) 1- Endereçamento randômico (gera carregamento extra no sistema) 3 cliente kernel 4 servidor kernel 1 2 1: Broadcast 2: Estou aqui 3: Requisição 4: Resposta
14 Continuação (Endereçamento) 3- Endereçamento usando um Servidor de Nomes Servidor 3 4 Cliente 1 2 Servidor de Nomes (SN) kernel kernel kernel 1: Buscar nome 2: resposta do SN 3: Requisição 4: Resposta
15 Primitivas Bloqueadas e Não Bloqueadas Primitivas vistas até agora (send e receive) são chamadas primitivas bloqueadas (síncronas). Enquanto a mensagem está sendo enviada ou recebida, o processo permanece bloqueado (suspenso). Cliente Bloqueado Cliente executando mensagem sendo enviada Cliente executando
16 Primitivas Não Bloqueadas (assíncronas) Quando um send é executado o controle retorna ao processo antes da mensagem ser enviada; O processo que executa o send pode continuar a executar enquanto a mensagem éenviada; A escolha do tipo de primitiva a ser usado (bloqueada ou não bloqueada) é feita pelo projetista do sistema (normalmente é usado um dos dois tipos, em poucos casos temos os dois tipos disponíveis);
17 O processo que executa o send não pode modificar o buffer de mensagem até a mensagem ter sido enviada; tem dois modos para o processo ficar sabendo que a mensagem já foi enviada: 1- Send com cópia - desperdício do tempo de CPU com a cópia extra; 2- Send com interrupção - programação muito mais difícil
18 Primitiva Receive Não Bloqueada Simplesmente informa o kernel onde é o buffer para receber a mensagem e retorna o controle ao processo que o executou. Tem três modos do receive saber que a recepção já acabou: Primitiva wait; Receive condicional; interrupção.
19 Timeout Nas primitivas bloqueadas geralmente é usado um timeout para que a primitiva não fique bloqueada indefinidamente. É especificado um tempo de resposta depois do qual, se nenhuma mensagem chegar, o send termina retornando um código de erro.
20 Primitiva Bufferizada e Não-Bufferizada As primitivas descritas até agora são nãobufferizadas. O que acontece com um processo que chama receive (endereço, &m) quando o receive é executado depois do send? Como o kernel sabe onde colocar a mensagem que chegar? Não sabe! Solução: Descartar a mensagem e esperar o timeout expirar. A mensagem é então retransmitida.
21 Primitiva Bufferizada O kernel receptor mantém as mensagens armazenadas por um período de tempo, esperando que primitivas receive sejam executadas. Reduz a chance da mensagem ser descartada; Problema de armazenamento e gerenciamento de mensagens; Buffers precisam ser alocados.
22 Implementação Definição de uma estrutura de dados chamada mailbox. Um processo interessado em receber mensagens pede ao kernel para criar um mailbox para ele. O mailbox recebe um endereço para poder ser manipulado. Toda mensagem que chega com aquele endereço é colocada no mailbox. Receive agora simplesmente remove uma mensagem do mailbox, ou fica bloqueado se não tem mensagem.
23 Mailbox cliente kernel A servidor
24 Primitiva Confiável e Não-Confiável Até agora temos assumido que quando um cliente envia uma mensagem o servidor a receberá. O modelo real é um pouco mais complicado que o modelo abstrato; mensagens podem ser perdidas, afetando desta forma a semântica do modelo de comunicação. No caso de uma primitiva bloqueada estar sendo usada, quando um cliente envia uma mensagem ele é suspenso até que a mensagem ter sido enviada. Entretanto, não existe garantia de que quando ele for reativado a mensagem terá sido entregue.
25 Primitiva Confiável e Não-Confiável (...Cont.) Tem três abordagens para o problema: Redefinir a semântica do send para ser nãoconfiável: O sistema não dá garantias sobre mensagens sendo enviadas; isto é, tornar a comunicação confiável é tarefa do usuário Requerer que o kernel da máquina receptora envie um acknowledgment para o kernel da máquina transmissora: o kernel só libera o cliente quando o acknowledgment for recebido. O acknowledgment é uma operação realizada pelos dois kernels, sem o conhecimento do cliente e servidor.
26 Mensagens de ACK individual 1 cliente kernel 3 4 servidor kernel 2 1: Requisição (Cliente para Servidor) 2: ACK (Kernel para Kernel) 3: Resposta (Servidor para Cliente) 4: ACK (Kernel para Kernel)
27 Primitiva Confiável e Não-Confiável (...Cont.) Aproveitar o fato que a comunicação clienteservidor é estruturada como uma requisição do cliente para o servidor seguido de uma resposta do servidor para o cliente: O cliente é bloqueado depois de enviar a mensagem; o kernel do servidor não envia um acknowledgment, em vez disto a resposta serve de acknowledgment. Desta forma o processo que envia a mensagem permanece bloqueado até a resposta chegar. Se isto demorar muito o kernel pode reenviar a requisição, se precavendo contra a perda de mensagem.
28 Resposta sendo usada como ACK cliente kernel servidor kernel 1: Requisição (Cliente para Servidor) 2: Resposta (Servidor para Cliente) 3: ACK (Kernel para Kernel)
29 Implementação do Modelo Cliente- Servidor Item Opção 1 Opção 2 Opção 3 Endereçamento Bloqueamento Buferização Número de Máquina Primitivas Bloqueadas Não-Buferizado, descartando mensagens não esperadas Endereço aleatório Não-Bloqueada com cópia para o Kernel Não-Buferizado, mantendo temporariamente mensagens não esperadas Confiabilidade Não-Confiável Requisição-ACK- Resposta-ACK Nomes ASCII com Servidor Não-Bloqueada com interrupção mailboxes Requisição- Resposta-ACK
30 Protocolo Cliente-Servidor Código Tipo De Para Descrição REQ Requisição Cliente Servidor O cliente quer serviço REP Resposta Servidor Cliente Resposta do servidor para o cliente ACK ACK Cliente Cliente O pacote anterior AYA Are you alive? Servidor Cliente Servidor chegou Servidor Testar se o servidor não continua ativo IAA I am alive Servidor Cliente O servidor continua ativo TA Try again Servidor Cliente O servidor não pode atender AU Address unknown Servidor Cliente Nenhum processo está usando este endereço
31 Implementando o modelo Cliente-Servidor(Cont) Detalhes de como a passagem de mensagem é implementada depende das escolhas feitas durante o projeto. Algumas considerações: Há um tamanho máximo do pacote transmitido pela rede de comunicação; Mensagens maiores precisam ser divididas em múltiplos pacotes que são enviados separadamente Alguns dos pacotes podem ser perdidos ou chegar na ordem errada. Solução: atribuir a cada mensagem o número da mensagem e um número de sequência
32 Implementando o modelo Cliente-Servidor(Cont) O acknowledgment pode ser para cada pacote individual ou para a mensagem como um todo. No primeiro caso na perda de mensagem, somente um pacote precisa ser retransmitido, mas na situação normal requer mais pacotes na rede de comunicação; no segundo caso há a vantagem de menos pacotes na rede mas a desvantagem da recuperação no caso de perda de mensagem é mais complicada. Conclusão: a escolha de um dos dois métodos depende da taxa de perdas na rede.
33 Protocolo Usado na Comunicação Cliente-Servidor (a) REQ Cliente REP Servidor
34 Protocolo Usado na Comunicação Cliente-Servidor (b) Cliente REQ ACK REP ACK Servidor
35 Protocolo Usado na Comunicação Cliente-Servidor (c) REQ Cliente REP ACK Servidor
36 Protocolo Usado na Comunicação Cliente-Servidor (d) Cliente REQ ACK AYA IAA REP ACK Servidor
Sistemas Distribuídos
Sistemas Distribuídos Universidade Federal do ABC Turma: Ciência da Computação Prof. Dr. Francisco Isidro Massetto Introdução Comunicação em Sistemas Distribuídos Introdução: Comunicação em Sistemas Distribuídos
Comunicação em Sistemas Distribuídos
Comunicação em Sistemas Distribuídos Modelo Cliente-Servidor Caracterização Endereçamento Primitivas Confiabilidade INE5418 Computação Distribuída 1 Modelo Cliente/Servidor A construção básica em comunicação
Sistemas Distribuídos Modelo Cliente-Servidor
Sistemas Distribuídos Modelo Cliente-Servidor Disciplina: Sistemas Distribuídos Prof.: Edmar Roberto Santana de Rezende Faculdade de Engenharia de Computação Centro de Ciências Exatas, Ambientais e de
SISTEMAS DISTRIBUÍDOS
SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Modelo cliente e servidor Slide 2 Nielsen C. Damasceno Modelos Cliente - Servidor A principal diferença entre um sistema centralizado e um sistema distribuído está na comunicação
Modelos de Sistemas Distribuídos O Modelo Cliente-Servidor
Modelos de Sistemas Distribuídos - O Modelo Cliente-Servidor Curso de Sistemas Operacionais Distribuídos O Modelo Cliente Servidor 1 Autoria Autor 1ª versão Cristiano A. Costa Local II - UFRGS Revisões
Sistemas Distribuídos Comunicação. Edeyson Andrade Gomes www.edeyson.com.br
Sistemas Distribuídos Comunicação Edeyson Andrade Gomes www.edeyson.com.br Roteiro da Aula Roteiro da Aula Comunicação entre Processos Protocolos Modelo OSI Modelo Cliente Servidor 3 Comunicação entre
Sistemas Distribuídos
Sistemas Distribuídos Prof. Marcelo de Paiva Guimarães 1 Objetivos Apresentar uma visão geral de processamento distribuído, analisando os tópicos mais importantes sobre sistemas operacionais distribuídos,
UNIVERSIDADE. Sistemas Distribuídos
UNIVERSIDADE Sistemas Distribuídos Ciência da Computação Prof. Jesus José de Oliveira Neto Comunicação Inter-Processos Sockets e Portas Introdução Sistemas distribuídos consistem da comunicação entre processos
Sistemas Distribuídos RPC
Sistemas Distribuídos RPC Disciplina: Sistemas Distribuídos Prof.: Edmar Roberto Santana de Rezende Faculdade de Engenharia de Computação Centro de Ciências Exatas, Ambientais e de Tecnologias Pontifícia
Comunicação em Sistemas Distribuídos. Conceitos: Paradigma C/S. Conceitos: Paradigma C/S. Paradigma Cliente/Servidor
Comunicação em Sistemas Distribuídos Paradigma / Os processos em um SD estão lógica e fisicamente separados. Precisam se comunicar para que possam interagir O desempenho de um SD depende criticamente do
3. Comunicação em Sistemas Distribuídos
3. Comunicação em 3.1.Troca de mensagens As mensagens são objetos de dados cuja estrutura e aplicação são definidas pelas próprias aplicações que a usarão. Sendo a troca de mensagens feita através de primitivas
SISTEMAS DISTRIBUÍDOS
SISTEMAS DISTRIBUÍDOS CUP Disk Memoey CUP Memoey Disk Network CUP Memoey Disk Comunicação em Sistemas Distribuídos Sumário Modelo Cliente e Servidor Troca de Mensagens Remote Procedure Call Comunicação
Comunicação. Parte II
Comunicação Parte II Carlos Ferraz 2002 Tópicos Comunicação Cliente-Servidor RPC Comunicação de objetos distribuídos Comunicação em Grupo Transações Atômicas Comunicação Stream 2 Comunicação cliente-servidor
Sincronização de Processos (5) Troca de Mensagens
Sincronização de Processos (5) Troca de Mensagens Passagem (Troca) de Mensagens Motivação: Semáforos e algoritmos de exclusão mútua são baseados no compartilhamento de variáveis. Isso implica no compartilhamento
Modelos de Sistemas Distribuídos O Modelo Cliente-Servidor
Modelos de Sistemas Distribuídos - O Modelo Cliente-Servidor Curso de Sistemas Operacionais Distribuídos O Modelo Cliente Servidor 1 Autoria! Autor 1ª versão " Cristiano A. Costa! Local " II - UFRGS! Revisões
Arquitetura de Computadores II
Universidade Federal do Rio de Janeiro Informática DCC/IM Arquitetura de Computadores II Sistemas de Troca de Mensagens O Sistema de Comunicação provê tipicamente os seguintes serviços para as aplicações:
Sistemas Distribuídos RPC x RMI. Edeyson Andrade Gomes www.edeyson.com.br
Sistemas Distribuídos RPC x RMI Edeyson Andrade Gomes www.edeyson.com.br Roteiro da Aula Chamada Remota a Procedimento Definição Passagem de Parâmetros STUBS Semântica de Falhas 2 RPC Chamada Remota a
TRANSMISSÃO DE DADOS Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com
- Aula 5-1. A CAMADA DE TRANSPORTE Parte 1 Responsável pela movimentação de dados, de forma eficiente e confiável, entre processos em execução nos equipamentos conectados a uma rede de computadores, independentemente
Programação Concorrente
Programação Concorrente Monitores e Troca de Mensagens Monitores Considere que, no projeto da solução do produtor-consumidor com semáforos, os 2 downs tenham sido trocados Se o buffer estiver cheio deadlock
Sistemas Distribuídos 59. Sistemas Distribuídos 61. "Receive não-bloqueante:
Comunicação entre processos! Memória Compartilhada: " os processo compartilham variáveis e trocam informações através do uso dessas variáveis compartilhadas COMUNICAÇÃO ENTRE PROCESSOS P1 Área Compartilhda!
Comunicação Inter-Processos. Prof. Adriano Fiorese. Conceitos Iniciais
Comunicação Inter-Processos Conceitos Iniciais 1 Características para Comunicação Inter-Processos. Passagem de Mensagem pode ser suportada por duas operações de comunicação (send e receive). A comunicação
Multiprocessamento. Multiprocessadores com memória distribuída (multicomputador)
Multiprocessamento Multiprocessadores com memória distribuída (multicomputador) Conjunto de processadores, cada qual com sua memória local Processadores se comunicam por troca de mensagens, via rede de
Sistemas Distribuídos. Coulouris Capítulo 4
Sistemas Distribuídos Coulouris Capítulo 4 Mensagens Para comunicar-se com outros processos, um processo envia uma MENSAGEM para um DESTINO; um outro processo nesse destino recebe a mensagem. As operações
Sistemas distribuídos:comunicação
M. G. Santos [email protected] Faculdade Câmara Cascudo - Estácio de Sá 16 de abril de 2010 Formas de comunicação Produtor-consumidor: comunicação uni-direccional, com o produtor entregando ao consumidor.
MODELO CLIENTE SERVIDOR
SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Modelo Cliente Servidor Modelo que estrutura um S.O. como um grupo de processos cooperantes, chamados servidores, que oferecem serviços a processos usuários, denominados clientes;
SISTEMAS OPERACIONAIS ABERTOS Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com
- Aula 2-1. PRINCÍPIOS DE SOFTWARE DE ENTRADA E SAÍDA (E/S) As metas gerais do software de entrada e saída é organizar o software como uma série de camadas, com as mais baixas preocupadas em esconder as
Camada de Transporte, protocolos TCP e UDP
Camada de Transporte, protocolos TCP e UDP Conhecer o conceito da camada de transporte e seus principais protocolos: TCP e UDP. O principal objetivo da camada de transporte é oferecer um serviço confiável,
Tipos de Servidores. Servidores com estado
Tipos de Servidores Com Estado X Sem Estado Sequenciais X Concorrentes Com Conexão X Sem Conexão Servidores com estado Servidores com estado armazenam informação sobre cada cliente. Operações podem ser
Prof. Marcos Ribeiro Quinet de Andrade Universidade Federal Fluminense - UFF Pólo Universitário de Rio das Ostras - PURO
Conceitos básicos e serviços do Sistema Operacional Prof. Marcos Ribeiro Quinet de Andrade Universidade Federal Fluminense - UFF Pólo Universitário de Rio das Ostras - PURO Tipos de serviço do S.O. O S.O.
Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064
Sistemas Distribuídos Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Comunicação- Protocolos, Tipos, RPC Capítulo 4 Agenda Protocolos em Camadas Pilhas de Protocolos em Sistemas Distribuídos Tipos de Comunicação
Tópicos em Sistemas Distribuídos. Modelos de Comunicação
Tópicos em Sistemas Distribuídos Modelos de Comunicação Comunicação em SD Comunicação entre processos Sockets UDP/TCP Comunicação em grupo Broadcast Multicast Comunicação entre processos Conceitos básicos
Há dois tipos de configurações bidirecionais usados na comunicação em uma rede Ethernet:
Comunicação em uma rede Ethernet A comunicação em uma rede local comutada ocorre de três formas: unicast, broadcast e multicast: -Unicast: Comunicação na qual um quadro é enviado de um host e endereçado
Paradigma Cliente/Servidor
Paradigma Cliente/Servidor Mário Meireles Teixeira UFMA Departamento de Informática Dezembro, 2012 Comunicação em Sistemas Distribuídos! Os processos em um SD estão lógica e fisicamente separados. Precisam
Funções de um SO. Gerência de processos Gerência de memória Gerência de Arquivos Gerência de I/O Sistema de Proteção
Sistemas de Arquivos Funções de um SO Gerência de processos Gerência de memória Gerência de Arquivos Gerência de I/O Sistema de Proteção 2 Sistemas Operacionais Necessidade de Armazenamento Grandes quantidades
Ciência de Computadores Sistemas Distribuídos e Móveis
Ciência de Computadores Sistemas Distribuídos e Móveis Lista de Exercícios Data: 4 de Novembro de 2013 Questões sobre o capítulo 1, Tanenbaum & van Steen: Fundamentos 1) Explique o significado de transparência,
Processos e Threads (partes I e II)
Processos e Threads (partes I e II) 1) O que é um processo? É qualquer aplicação executada no processador. Exe: Bloco de notas, ler um dado de um disco, mostrar um texto na tela. Um processo é um programa
Sistemas Distribuídos Comunicação entre Processos em Sistemas Distribuídos: Middleware de comunicação Aula II Prof. Rosemary Silveira F. Melo Comunicação em sistemas distribuídos é um ponto fundamental
APLICAÇÃO REDE APLICAÇÃO APRESENTAÇÃO SESSÃO TRANSPORTE REDE LINK DE DADOS FÍSICA 1/5 PROTOCOLOS DE REDE
1/5 PROTOCOLOS DE O Modelo OSI O OSI é um modelo usado para entender como os protocolos de rede funcionam. Para facilitar a interconexão de sistemas de computadores, a ISO (International Standards Organization)
FAÇA FÁCIL: DRIVER IGS PARA COMUNICAÇÃO DE PROTOCOLOS PROPRIETÁRIOS INTRODUÇÃO
FAÇA FÁCIL: DRIVER IGS PARA COMUNICAÇÃO DE PROTOCOLOS PROPRIETÁRIOS INTRODUÇÃO O Driver IGS possui um módulo de configuração que possibilita a comunicação com protocolos proprietários. Trata-se do Driver
3 SCS: Sistema de Componentes de Software
3 SCS: Sistema de Componentes de Software O mecanismo para acompanhamento das chamadas remotas se baseia em informações coletadas durante a execução da aplicação. Para a coleta dessas informações é necessário
4. Qual seria o impacto da escolha de uma chave que possua letras repetidas em uma cifra de transposição?
Prova de 2011-02 1. Descreva duas maneiras de estabelecer uma conexão entre processos na camada de transporte sem o conhecimento da porta (TSAP) ao qual o servidor remoto esteja associado. 2. Estabelecer
Introdução. Definição de um Sistema Distribuído (1) Definição de um Sistema Distribuído(2) Metas de Sistemas Distribuídos (2)
Definição de um Sistema Distribuído (1) Introdução Um sistema distribuído é: Uma coleção de computadores independentes que aparecem para o usuário como um único sistema coerente. Definição de um Sistema
Grupo I [4v] b. [0,6v] De que forma é que o escalonador do Linux tenta minimizar o impacto desta limitação?
Número: Nome: LEIC/LERC 2011/12-2º Exame de Sistemas Operativos 3/Fevereiro/2012 Responda no enunciado, apenas no espaço fornecido. Identifique todas as folhas. Duração: 2h30m Grupo I [4v] 1. [0,6v] A
Márcio Leandro Moraes Rodrigues. Frame Relay
Márcio Leandro Moraes Rodrigues Frame Relay Introdução O frame relay é uma tecnologia de chaveamento baseada em pacotes que foi desenvolvida visando exclusivamente a velocidade. Embora não confiável, principalmente
Interconexão de redes locais. Repetidores. Pontes (Bridges) Hubs. Pontes (Bridges) Pontes (Bridges) Existência de diferentes padrões de rede
Interconexão de redes locais Existência de diferentes padrões de rede necessidade de conectá-los Interconexão pode ocorrer em diferentes âmbitos LAN-LAN LAN: gerente de um determinado setor de uma empresa
Entendendo como funciona o NAT
Entendendo como funciona o NAT Vamos inicialmente entender exatamente qual a função do NAT e em que situações ele é indicado. O NAT surgiu como uma alternativa real para o problema de falta de endereços
Sistemas Operacionais
Sistemas Operacionais Gerência de processos Controle e descrição de processos Edson Moreno [email protected] http://www.inf.pucrs.br/~emoreno Sumário Representação e controle de processos pelo SO Estrutura
IFPE. Disciplina: Sistemas Operacionais. Prof. Anderson Luiz Moreira
IFPE Disciplina: Sistemas Operacionais Prof. Anderson Luiz Moreira SERVIÇOS OFERECIDOS PELOS SOS 1 Introdução O SO é formado por um conjunto de rotinas (procedimentos) que oferecem serviços aos usuários
Sistemas Distribuídos Grupos
Sistemas Distribuídos Grupos Edeyson Andrade Gomes www.edeyson.com.br Roteiro da Aula Roteiro da Aula Definição de Grupos Tipos Atomicidade Ordenamento 3 RPC Comunicação entre Pares Cliente - Servidor
Sistemas Operacionais
Sistemas Operacionais Aula 6 Estrutura de Sistemas Operacionais Prof.: Edilberto M. Silva http://www.edilms.eti.br Baseado no material disponibilizado por: SO - Prof. Edilberto Silva Prof. José Juan Espantoso
Lista de Erros Discador Dial-Up
Lista de Erros Discador Dial-Up Erro Código Descrição Ok 1 Usuário autenticado com sucesso e conexão encerrada pelo usuário OK 11 Usuário autenticado com sucesso e discador terminado pelo usuário OK 21
MÓDULO 7 Modelo OSI. 7.1 Serviços Versus Protocolos
MÓDULO 7 Modelo OSI A maioria das redes são organizadas como pilhas ou níveis de camadas, umas sobre as outras, sendo feito com o intuito de reduzir a complexidade do projeto da rede. O objetivo de cada
3. Explique o motivo pelo qual os protocolos UDP e TCP acrescentam a informação das portas (TSAP) de origem e de destino em seu cabeçalho.
Entregue três questões de cada prova. Prova de 2011-02 1. Descreva duas maneiras de estabelecer uma conexão entre processos na camada de transporte sem o conhecimento da porta (TSAP) ao qual o servidor
Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064
Sistemas Distribuídos Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Processos- Clientes, Servidores, Migração Capítulo 3 Agenda Clientes Interfaces de usuário em rede Sistema X Window Software do lado cliente para
1.6. Tratamento de Exceções
Paradigmas de Linguagens I 1 1.6. Tratamento de Exceções Uma exceção denota um comportamento anormal, indesejado, que ocorre raramente e requer alguma ação imediata em uma parte do programa [GHE 97, DER
Sistemas Distribuídos
Sistemas Distribuídos Modelo Cliente-Servidor: comunicação orientada por mensagem e comunicação orientada por fluxo Prof. MSc. Hugo Souza Continuando o módulo 03 da primeira unidade, iremos abordar sobre
Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064
Sistemas Distribuídos Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Questões Em uma rede de sobreposição (overlay), mensagens são roteadas de acordo com a topologia da sobreposição. Qual uma importante desvantagem
Camada de Transporte TCP/IP e Aplicação
Universidade do Sul de Santa Catarina Camada de Transporte TCP/IP e Aplicação 1 Camada de Transporte Os serviços de transporte incluem os seguintes serviços básicos: Segmentação de dados de aplicações
Hardware (Nível 0) Organização. Interface de Máquina (IM) Interface Interna de Microprogramação (IIMP)
Hardware (Nível 0) Organização O AS/400 isola os usuários das características do hardware através de uma arquitetura de camadas. Vários modelos da família AS/400 de computadores de médio porte estão disponíveis,
Quadro de consulta (solicitação do mestre)
Introdução ao protocolo MODBUS padrão RTU O Protocolo MODBUS foi criado no final dos anos 70 para comunicação entre controladores da MODICON. Por ser um dos primeiros protocolos com especificação aberta
Profs. Deja e Andrei
Disciplina Sistemas Distribuídos e de Tempo Real Profs. Deja e Andrei Sistemas Distribuídos 1 Conceitos e Projetos de Sistemas Distribuídos Objetivos: Apresentar uma visão geral de processamento distribuído,
Sistemas Distribuídos
Sistemas Distribuídos LICENCIATURA EM COMPUTAÇÃO Prof. Adriano Avelar Site: www.adrianoavelar.com Email: [email protected] Mecanismos de Comunicação Voltando ao exemplo da calculadora... Rede local
Arquitetura de Sistemas Operativos
Arquitetura de Sistemas Operativos Sistemas Operativos 2011/2012 1 Introdução Os sistemas operativos implementam mecanismos que asseguram independência entre processos (i.e., a execução de um processo
Comunicação entre Processos
Comunicação entre Processos Comunicação entre Processos - Sistemas Operacionais fornecem mecanismos para comunicação entre processos (IPC), tal como filas de mensagens, semáfaros e memória compartilhada.
Camada de Transporte. Protocolos TCP e UDP
Camada de Transporte Protocolos TCP e UDP Protocolo UDP Protocolo de transporte da Internet sem gorduras Serviço best effort, segmentos UDP podem ser: perdidos entregues fora de ordem para a aplicação
Estruturas do Sistema de Computação
Estruturas do Sistema de Computação Prof. Dr. José Luís Zem Prof. Dr. Renato Kraide Soffner Prof. Ms. Rossano Pablo Pinto Faculdade de Tecnologia de Americana Centro Paula Souza Estruturas do Sistema de
Programação Distribuída
Unidade 4 Programação Distribuída Introdução de Sistemas Distribuídos Modelos de Sistemas Distribuídos Comunicação entre Processos Parte do material é retirado do Livro: From Coulouris, Dollimore and Kindberg
Gerência de Entrada/Saída
Gerência de Entrada/Saída Prof Clodoaldo Ap Moraes Lima 1 Princípios básicos de hardware Periférico é um dispositivo conectado a um computador de forma a possibilitar sua interação com o mundo externo
Capítulo 7 CAMADA DE TRANSPORTE
Capítulo 7 CAMADA DE TRANSPORTE SERVIÇO SEM CONEXÃO E SERVIÇO ORIENTADO À CONEXÃO Serviço sem conexão Os pacotes são enviados de uma parte para outra sem necessidade de estabelecimento de conexão Os pacotes
ELEMENTOS DE PROTOCOLOS DE TRANSPORTE. Fabricio Sousa
ELEMENTOS DE PROTOCOLOS DE TRANSPORTE Fabricio Sousa Elementos de protocolos de transporte 2 Serviço de transporte implementado por um protocolo de transporte usado entre duas entidades de transporte Em
Comunicação entre processos (grupos) COMUNICAÇÃO ENTRE PROCESSOS Comunicação de grupo. Comunicação entre processos (grupos)
Comunicação one-to-one Forma mais simples de comunicação entre processos point-to-point, ou unicast COMUNICAÇÃO ENTRE PROCESSOS Comunicação de grupo Algumas aplicações comunicação entre grupos de processos
PROGRAMAÇÃO ESTRUTURADA. CC 2º Período
PROGRAMAÇÃO ESTRUTURADA CC 2º Período PROGRAMAÇÃO ESTRUTURADA Aula 07: Funções O comando return Protótipo de funções O tipo void Arquivos-cabeçalho Escopo de variáveis Passagem de parâmetros por valor
Redes de Computadores. Protocolos de comunicação: TCP, UDP
Redes de Computadores Protocolos de comunicação: TCP, UDP Introdução ao TCP/IP Transmission Control Protocol/ Internet Protocol (TCP/IP) é um conjunto de protocolos de comunicação utilizados para a troca
Curso: Redes II (Heterogênea e Convergente) Tema da Aula: Controle de Congestionamento
Curso: Redes II (Heterogênea e Convergente) Tema da Aula: Controle de Congestionamento Professor Rene - UNIP 1 Revisão... Segmento A unidade de dados trocada entre as entidades de transporte é denominada
Backup. Permitir a recuperação de sistemas de arquivo inteiros de uma só vez. Backup é somente uma cópia idêntica de todos os dados do computador?
Backup O backup tem dois objetivos principais: Permitir a recuperação de arquivos individuais é a base do típico pedido de recuperação de arquivo: Um usuário apaga acidentalmente um arquivo e pede que
ADDRESS RESOLUTION PROTOCOL. Thiago de Almeida Correia
ADDRESS RESOLUTION PROTOCOL Thiago de Almeida Correia São Paulo 2011 1. Visão Geral Em uma rede de computadores local, os hosts se enxergam através de dois endereços, sendo um deles o endereço Internet
Cliente-servidor com Sockets TCP
Cliente-servidor com Sockets TCP Paulo Sérgio Almeida Grupo de Sistemas Distribuídos Departamento de Informática Universidade do Minho 2006/2007 c 2000 2006 Paulo Sérgio Almeida Cliente-servidor com Sockets
Arquitetura de Rede de Computadores
TCP/IP Roteamento Arquitetura de Rede de Prof. Pedro Neto Aracaju Sergipe - 2011 Ementa da Disciplina 4. Roteamento i. Máscara de Rede ii. Sub-Redes iii. Números Binários e Máscara de Sub-Rede iv. O Roteador
Sistemas Operacionais
Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Prof. Marcelo Sabaris Carballo Pinto Gerenciamento de Dispositivos Gerenciamento de Dispositivos de E/S Introdução Gerenciador de Dispositivos Todos os dispositivos
Passagem de Mensagens
Passagem de Mensagens Francisco José da Silva e Silva Laboratório de Sistemas Distribuídos (LSD) Departamento de Informática / UFMA http://www.lsd.deinf.ufma.br 22 de novembro de 2011 Francisco Silva (UFMA/LSD)
2 Controle de Congestionamento do TCP
2 Controle de Congestionamento do TCP 17 2 Controle de Congestionamento do TCP A principal causa de descarte de pacotes na rede é o congestionamento. Um estudo detalhado dos mecanismos de controle de congestionamento
Redes de Computadores. Camada de Transporte
Redes de Computadores Camada de Transporte Objetivo! Apresentar as características da camada de transporte da arquitetura TCP/IP! Apresentar os serviços fornecidos pela camada de transporte! Estudar os
Rede de Computadores
Escola de Ciências e Tecnologia UFRN Rede de Computadores Prof. Aquiles Burlamaqui Nélio Cacho Luiz Eduardo Eduardo Aranha ECT1103 INFORMÁTICA FUNDAMENTAL Manter o telefone celular sempre desligado/silencioso
Sistemas Distribuídos
Sistemas Distribuídos Comunicação Remota Gustavo Reis [email protected] 1 Comunicação entre processos está no coração de todo sistema distribuído. Não tem sentido estudar sistemas distribuídos
E/S PROGRAMADA E/S PROGRAMADA E/S USANDO INTERRUPÇÃO
E/S PROGRAMADA QUANDO A CPU FAZ TODO O TRABALHO RELACIONADO A UMA OPERAÇÃO DE E/S, NO CASO DO PROCESSO QUERER IMPRIMIR (NA IMPRESSORA) ABCDEFGH : ESTES CARACTERES SÃO COLOCADOS EM UMA ÁREA DE MEMÓRIA DO
Sistemas Operacionais Entrada / Saída. Carlos Ferraz ([email protected]) Jorge Cavalcanti Fonsêca ([email protected])
Sistemas Operacionais Entrada / Saída Carlos Ferraz ([email protected]) Jorge Cavalcanti Fonsêca ([email protected]) Tópicos Princípios do hardware de E/S Princípios do software de E/S Camadas do software
Sistemas Distribuídos e Redes de Sensores
Aula 5: abril de 2013 sobre nosso exemplo cliente-servidor servidor espera pedido e passa a tratá-lo e pedidos que cheguem durante tratamento? cliente envia pedido de leitura... pode ou não receber resposta?
Permite o acesso remoto a um computador;
Telnet Permite o acesso remoto a um computador; Modelo: Cliente/Servidor; O cliente faz um login em um servidor que esteja conectado à rede (ou à Internet); O usuário manipula o servidor como se ele estivesse
USO GERAL DOS PROTOCOLOS SMTP, FTP, TCP, UDP E IP
USO GERAL DOS PROTOCOLOS SMTP, FTP, TCP, UDP E IP SMTP "Protocolo de transferência de correio simples (ou em inglês Simple Mail Transfer Protocol ) é o protocolo padrão para envio de e- mails através da
Unidade 7: Panes no Excel
Unidade 7: Panes no Excel 7.0 Introdução A maioria das pessoas que usam o Excel já deve ter passado por redução no desempenho, congelamento e aquelas temidas palavras "O Microsoft Excel encontrou um problema
SISTEMAS OPERACIONAIS CAPÍTULO 3 CONCORRÊNCIA
SISTEMAS OPERACIONAIS CAPÍTULO 3 CONCORRÊNCIA 1. INTRODUÇÃO O conceito de concorrência é o princípio básico para o projeto e a implementação dos sistemas operacionais multiprogramáveis. O sistemas multiprogramáveis
