Materiais Betuminosos
|
|
|
- Mônica Bandeira Filipe
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Materiais Betuminosos DEFINIÇÕES BETUME: material cimentício natural ou manufaturado, de cor preta ou escura, composto principalmente por hidrocarbonetos de alto peso molecular, solúvel no bissulfeto de carbono. O termo inclui alcatrões e piches produzidos a partir do carvão. ASFALTO: material cimentício de cor marrom escuro a preto, termoviscoplástico, impermeável à água, pouco reativo, constituído por mistura de hidrocarbonetos derivados do petróleo de forma natural ou por destilação, cujo principal componente é o betume, podendo conter oxigênio, nitrogênio e enxofre, em pequena proporção. ALCATRÃO: líquido preto e viscoso que contém hidrocarbonetos e é obtido a partir da destilação destrutiva de matéria orgânica. É produzido também do carvão como subproduto da produção de coque. Pode também ser produzido a partir do petróleo, madeira e turfa.. Os betumes podem ser de origem natural (encontrado em minas) ou progênica (obtidos pelo aquecimento do petróleo ou outros materiais orgânicos). Os materiais betuminosos são compostos de betume com outras subtancias (argila, areia, óleos, solventes, graxas, etc...) e são materiais de uso preponderante em pavimentações rodoviárias e em impermeabilizações. Também são usados em pinturas, isolamento elétrico, etc... PRODUÇÃO DE MATERIAIS BETUMINOSOS Asfaltos Quase todo o asfalto em uso atualmente é obtido do processamento de petróleo bruto em plantas especiais denominadas refinarias. É a base de praticamente todos os outros tipos de materiais asfálticos existentes no mercado brasileiro, que são denominados: emulsões asfálticas; asfaltos diluídos; asfaltos oxidados ou soprados de uso industrial piches; asfaltos modificados por polímero ou por borracha; agentes rejuvenescedores. Além do Asfalto de Petroleo (AP): obtido como resíduo da destilação do petróleo, bem mais abundante e barato, existe também o Asfalto Natural (AN), quando o petróleo surge na superfície da terra e sofre uma espécie de destilação natural pela ação do vento e do sol, que retiram os gases e óleos leves, deixando um resíduo muito duro que é o asfalto natural. A ocorrência mais famosa de asfalto natural localiza-se na ilha de Trindade, no Caribe, ilustrado na Figura 1, e que até início do século XX abasteceu todo o mercado americano de ligantes asfálticos usados em pavimentação. Alcatrões Figura 1: asfalto natural da Ilha de Trindade Os alcatrões são um dos subprodutos da destilação de combustíveis sólidos originários principalmente de matéria orgânica, tais como carvão, turfa e madeira. Destes, a maior produção se dá a partir do carvão nos processos que originam o coque. Página 1 de 6
2 PROPRIEDADES E USOS DE MATERIAIS BETUMINOSOS Os asfaltos têm uma grande variedade de usos, devido às suas propriedades de cimentação, facilidade de adesão, impermeabilidade e durabilidade. São utilizados principalmente é em obras viárias. O cimento asfáltico é o asfalto obtido especialmente para apresentar características adequadas para o uso na construção de pavimentos, podendo ser obtido por destilação do petróleo em refinarias ou do asfalto natural encontrado em jazidas. O cimento asfáltico de petróleo recebe o símbolo CAP e o cimento asfáltico natural o símbolo de CAN. São semi-sólidos à temperatura ambiente, e necessitam de aquecimento para terem consistência apropriada ao envolvimento de agregados, possuem características de flexibilidade, durabilidade, aglutinação, impermeabilização e elevada resistência à ação da maioria dos ácidos, sais e álcalis. Os cimentos asfálticos de petróleo são classificados pelo seu grau de dureza retratado no ensaio de penetração, ou pela sua viscosidade, retratado no ensaio de viscosidade Saybolt- Furol. Figura 2: amostra de cimento asfáltico As emulsões asfálticas são utilizadas principalmente em serviços de pavimentação viária, alternativa ou complementarmente aos asfaltos, devido às suas propriedades de facilidade e flexibilidade de aplicação em temperatura ambiente, baixo custo de transporte e de estocagem e elevado envolvimento e adesividade do asfalto aos agregados úmidos. Figura 3: Aplicação da Emulsão Asfáltica Os asfaltos diluídos são utilizados como imprimação (primer-coat) de bases granulares de pavimentos para proporcionar coesão e impermeabilidade na superfície dessas bases, sobre as quais é feito um revestimento. Figura 4: aplicação do asfalto diluído Os asfaltos oxidados ou piches são utilizados em serviços de impermeabilização, em pisos como elemento impermeabilizante e isolante contra umidade, componentes de isolamento e degraus. Em telhados e coberturas como componente de adesivos impermeabilizantes, elementos de isolamento, selagem de juntas e painéis laminados para forro. São empregados, ainda, no fabrico de blocos para isolamento acústico, como material de decoração, blocos para construção civil, camada isolante em paredes e muros e como componente de produtos para preenchimento de juntas. Página 2 de 6
3 Os agentes rejuvenescedores são produtos utilizados para recuperação de asfaltos envelhecidos, principalmente em serviços de reciclagem de revestimentos asfálticos, em que são misturados ao material asfáltico fresado, recuperando parte das propriedades do asfalto original. Os alcatrões, embora apresentem semelhança na aparência e propriedades com os asfaltos, têm origem bastante diferente. Devido ao material obtido no processo de produção dos alcatrões ser cancerígeno, sua utilização tem se reduzido sensivelmente nas últimas décadas. Foi utilizado como material selante na execução de pavimentos viários, em construção predial e em porões de navios. TIPOS DE PAVIMENTAÇÕES Pavimentação asfáltica por penetração: Existem dois tipos, o macadame de penetração (penetração direta) utilizado para pavimentação para tráfego pesado, onde são empregadas camadas de pedra recobertas com material betuminoso e prensadas por rolos e o tratamento superficial (penetração invertida) utilizado para pavimentação para tráfego leve ou sobre outras pavimentações. Pavimentação asfáltica por mistura: Quando o agregado é envolvido pelo material betuminoso antes de ser aplicado Concreto asfáltico: mistura de agregados miúdos, graúdos, filler e material asfáltico, preparados com dosagens racionais e aplicados com equipamentos e técnicas avançados, obtendo-se assim uma excelente durabilidade, estabilidade e resistência ao tráfego pesado. Asfaltos modificados por polímeros ou por borracha Benefícios: Melhor desempenho à fadiga Maior resistência a deformação permanente e a trincas térmicas Polímeros disponíveis: SBS (estireno-butadieno-estireno) SBR (borracha de butadieno estireno) EVA (etileno-acetato de vinila) Borracha moída de pneus CARACTERIZAÇÃO DE MATERIAIS BETUMINOSOS ASFALTOS Ensaio de Penetração (NBR 6576): A penetração é definida como a profundidade, em décimos de milímetro, que uma agulha de massa padronizada (100g) penetra numa amostra de volume padronizado de cimento asfáltico, por 5 segundos, à temperatura de 25 C. Assim determina-se a dureza do material. Ensaios de Viscosidade: A viscosidade é uma medida da consistência do cimento asfáltico, por resistência ao escoamento. A unidade do coeficiente de viscosidade mais utilizada é o Poise (g/[cm.s]). A viscosidade também pode ser medida em m 2 /s, ou mais comumente em mm 2 /s, unidade referida como centistoke (cst). No Brasil o viscosímetro mais usado para os materiais asfálticos é o de Saybolt-Furol. O valor da viscosidade é reportado em Segundos Saybolt- Furol, abreviado como SSF, a uma dada temperatura de ensaio. A norma brasileira para este ensaio é a ABNT NBR 14756/200. O viscosímetro Brookfield permite medir as propriedades de consistência relacionadas ao bombeamento e à estocagem. Mede a viscosidade dinâmica expressa em centipoise (cp). O centipoise é equivalente ao milipascal e 1000cP = 1 Pa*s. A norma brasileira para este ensaio é a ABNT NBR Figura 5: Imersão da emulsão no viscosímetro Página 3 de 6
4 Ensaio de ponto de amolecimento (NBR 6560): O ponto de amolecimento é uma medida empírica que correlaciona a temperatura na qual o asfalto amolece quando aquecido sob certas condições particulares e atinge uma determinada condição de escoamento. Um ponto de amolecimento mais alto permite que o material não amoleça em dias quentes, porém exigirá uma temperatura mais alta para aplicação, aumentando o risco de explosões. Figura 6: Ensaio do Ponto de Amolecimento Ensaio de ductilidade (NBR 6293): A coesão dos asfaltos é avaliada indiretamente pela medida empírica da ductilidade, que é a capacidade do material de se alongar na forma de um filamento. Nesse ensaio, os corpos-de-prova de asfalto, colocados em moldes especiais, são imersos em água dentro de um banho. Ensaio de solubilidade (NBR 14855): Uma amostra do asfalto é dissolvida por um solvente e, então, filtrada através de um cadinho perfurado que é montado no topo de um frasco ligado ao vácuo. A quantidade de material retido no filtro representa as impurezas no cimento asfáltico. Ensaios de durabilidade: Os asfaltos sofrem envelhecimento (endurecimento) durante a produção de misturas asfálticas para pavimentação devido a seu aquecimento durante o processo. Ocorre também um envelhecimento posterior, chamado de longo prazo, durante a vida útil do asfalto, quando estará submetido a diversos fatores ambientais. Ensaio de ponto de fulgor (NBR 11341): O ponto de fulgor é um ensaio ligado à segurança de manuseio do asfalto durante o transporte, a estocagem e a produção de mistura asfáltica. Determina a menor temperatura sob a qual os vapores emanados durante o aquecimento do asfalto se inflamam por contato com uma chama padronizada. Valores de pontos de fulgor de asfaltos são normalmente superiores a 230 C. Figura 7: ensaio de ponto de fulgor Ensaio de espuma: O asfalto não deve conter água, pois, ao ser aquecido, pode formar espuma e causar explosões. A presença de água no asfalto pode causar acidentes nos tanques e no transporte. Não há um ensaio determinado, mas avaliação qualitativa. Ensaio de massa específica e densidade relativa (NBR 6296): A massa específica do ligante asfáltico é determinada por meio de um picnômetro para a determinação do volume do ligante e é definida como a relação entre a massa e o volume. A densidade relativa é a razão da massa específica do asfalto a 20ºC pela massa específica da água a 4ºC. Susceptibilidade térmica: A susceptibilidade térmica indica a sensibilidade da consistência dos ligantes asfálticos à variação de temperatura. É desejável que o ligante asfáltico apresente variações pequenas de Página 4 de 6
5 propriedades mecânicas nas temperaturas de serviço, para evitar grandes alterações de comportamento frente às variações de temperatura ambiente. CARACTERIZAÇÃO DE MATERIAIS BETUMINOSOS EMULSÕES ASFÁLTICAS Ensaio de carga de partícula (NBR 6567): O ensaio que determina a carga de partícula é realizado com auxílio de um equipamento de medida de ph. Consiste em se introduzirem os eletrodos dentro da emulsão e verificar-se para qual deles as partículas são atraídas. A carga da partícula será o oposto do sinal do eletrodo para o qual foram atraídos os glóbulos de asfalto da emulsão. Ensaio de ruptura da emulsão: Quando a emulsão entra em contato com o agregado pétreo, inicia-se o processo de ruptura da emulsão, o qual consiste na separação do asfalto e da água, o que permite o recobrimento do agregado por uma película de asfalto. A água é liberada e evapora-se. O ensaio de ruptura da emulsão pode ser realizado por mistura com cimento (NBR 6297) ou por mistura com fíler silícico (NBR 6302), que é parecido com o anterior, mas é utilizado outro produto para provocar a ruptura. Ensaio de sedimentação (NBR 6570): O ensaio de sedimentação consiste em deixar em repouso total por 5 dias 500 ml de emulsão numa proveta e, após esse período, retirar uma amostra de aproximadamente 55 ml do topo da proveta e 55 ml do fundo. Nessas amostras será medida a quantidade de resíduo presente após o repouso. Ensaio de peneiração (NBR 14393): O ensaio de peneiramento ou peneiração consiste em determinar a porcentagem em peso de partículas de asfalto retidas na peneira de malha N 20 (0,84 mm). Utiliza-se 1000 ml de emulsão, que é peneirada e, em seguida, pesada novamente para determinar a quantidade que ficou retida na peneira. É indesejável que a emulsão possua grumos, formando pelotas de asfalto que ficam retidas na peneira. Ensaio de desemulsibilidade (NBR 6569): O ensaio de desemulsibilidade é um método para determinar se uma quantidade conhecida de emulsão é parcial ou totalmente rompida pela adição de um reagente adequado, sendo o resultado expresso em porcentagem do teor do asfalto residual da emulsão. Na norma brasileira ABNT, o reagente utilizado é o Aerosol OT a 0,8%+ (Dioctil Sulfosuccionato de Sódio). Ensaio de Viscosidade (NBR 14491): A viscosidade determina a trabalhabilidade da emulsão e é influenciada pela quantidade de asfalto presente, pelo emulsificante e pelo tamanho dos glóbulos. É determinada por meio do viscosímetro Saybolt-Furol. Determinação do ph da emulsão asfáltica (NBR 6299): Consiste em se usar um aparelho que registra o ph, podendo-se, desse modo, saber se a emulsão é básica ou ácida, o que está associado ao emulsificante empregado. CARACTERIZAÇÃO DE MATERIAIS BETUMINOSOS ASFALTOS DILUÍDOS Ensaio de viscosidade (NBR 14756): A viscosidade cinemática é utilizada para classificar os asfaltos diluídos. O ensaio utilizado é similar ao equivalente para asfaltos, diferindo na temperatura de ensaio que para asfaltos diluídos é de 60ºC. Ensaio de ponto de fulgor (NBR 5765): O objetivo do ensaio de ponto de fulgor é o mesmo descrito para o asfalto, sendo realizado de forma semelhante, com aquecimento indireto da amostra devido à natureza volátil do diluente presente. Ensaio de destilação (NBR 14856): O ensaio mede a quantidade dos constituintes mais voláteis nos asfaltos diluídos. As propriedades do resíduo após a destilação não possuem necessariamente as características do asfalto usado na mistura original nem do resíduo obtido depois de um certo tempo de cura após sua aplicação. Página 5 de 6
6 CARACTERIZAÇÃO DE MATERIAIS BETUMINOSOS ASFALTOS MODIFICADOS POR POLÍMEROS OU POR BORRACHA Ensaio de recuperação elástica ou retorno elástico (NBR 14756): Para a realização do ensaio de recuperação elástica de asfaltos modificados com polímeros é utilizado o equipamento tipo ductilômetro com molde modificado em relação ao utilizado no ensaio de ductilidade em asfaltos. O ensaio é realizado a 25 C ou a 4 C. Ensaio de separação de fases ou estabilidade à estocagem (NBR 15166): Coloca-se o asfalto modificado em um tubo metálico padronizado, na vertical, em repouso, durante 5 dias, dentro de uma estufa a 163ºC, colhe-se então uma amostra em dois pontos distintos: um no topo e outro no fundo do tubo. Nessas amostras, são realizados os ensaios de ponto de amolecimento e de recuperação elástica. As diferenças entre os resultados das amostras do topo e da base não podem ser maiores do que limites máximos especificados para que o asfalto ensaiado seja considerado estocável. Ensaio de coesividade Vialit (norma européia EN 13588): O ensaio mede a característica de coesão proporcionada pelo asfalto-polímero por meio de um pêndulo que solicita uma amostra do material a ser testado. Consiste em depositar uma fina camada do ligante a ser testado entre dois cubos que possuem, em uma de suas faces, uma área dentada. Faz-se a medição da energia necessária para descolar os dois cubos. A presença do polímero aumenta a coesão do ligante. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BAUER, L. A. F. Materiais de construção. 5ª ed. Rio de Janeiro: LTC, Volume 2, páginas 730 a 815. ISAIA, G. C. Materiais de construção civil e Princípios de Ciência e Engenharia de Materiais. São Paulo: IBRACON, Volume 2, páginas 1293 à Site do Laboratório de Ligantes e Misturas Betuminosas do Instituto Militar de Engenharia disponível em /index.htm Página 6 de 6
LIGANTES ASFÁLTICOS PARA PAVIMENTAÇÃO
LIGANTES ASFÁLTICOS PARA PAVIMENTAÇÃO Introdução Asfalto: Diversas aplicações como material de construção Propriedades isolantes e adesivas Principal forma de revestimento de pavimentos no mundo Brasil:
LIGANTES ASFÁLTICOS PARA PAVIMENTAÇÃO ENSAIOS E CLASSIFICAÇÕES (PARTE 1)
LIGANTES ASFÁLTICOS PARA PAVIMENTAÇÃO ENSAIOS E CLASSIFICAÇÕES (PARTE 1) Pavimentação NATURAIS ROCHAS ASFÁLTICAS XISTOS E ARENITOS LAGOS ASFÁLTICOS LIGANTES BETUMINOSOS PETRÓLEO ALCATRÃO SÓLIDOS OXIDADOS
Universidade do Estado de Mato Grosso Engenharia Civil Estradas II
Universidade do Estado de Mato Grosso Engenharia Civil Estradas II Ensaios Laboratoriais Ana Elza Dalla Roza e Lucas Ribeiro [email protected] - [email protected] Principais Ensaios CAP: Penetração
AULA 7 MATERIAIS DA PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA
AULA 7 MATERIAIS DA PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA Prof.º: Roque Rodrigo Rodrigues Disciplina: Pavimentos especiais Centro Universitário Dinâmica das Cataratas - Campus Centro BASES E SUB-BASE FLEXÍVEIS Material
AULA 4 AGLOMERANTES continuação. Disciplina: Materiais de Construção I Professora: Dra. Carmeane Effting
AULA 4 AGLOMERANTES continuação Disciplina: Materiais de Construção I Professora: Dra. Carmeane Effting 2015 Centro de Ciências Tecnológicas Departamento de Engenharia Civil ASFALTOS Pavimento é uma estrutura
Materiais Betuminosos
Materiais Betuminosos Histórico Arca de Nóe: impermeabilizada com betume; Torre de Babel: tijolos assentados com argamassa betuminosa; Ásia menor, onde há abundância de petróleo e seus derivados, os asfaltos
ASFALTOS CONVENCIONAIS
ASFALTOS CONVENCIONAIS Cimento Asfáltico de Petróleo Especificações Técnicas Classificação por penetração. Resolução nº19 de 13 de julho de 2005 da ANP Regulamento Técnico ANP nº03/2005. ABNT/NBR 3045
Graduando em Engenharia Civil do Centro Universitário de Patos de Minas - UNIPAM.
CONTROLE TECNOLOGICO DO CAP (CIMENTO ASFALTICO DE PETROLEO) E DO CAP BORRACHA PARA PRODUÇÃO DE CONCRETO ASFÁLTICO Ariane Francislene Silva; Matheus da Mota Cavalcanti (¹); Nancy Tiemi Isewaki;(²) (¹) Graduando
ENGENHARIA CIVIL 5º SEMESTRE. Professora ROSELI VALLE
ENGENHARIA CIVIL 5º SEMESTRE Professora ROSELI VALLE MARINGÁ Novembro/2015 DEFINIÇÃO BETUME Betume é uma mistura de hidrocarbonetos de consistência sólida, líquida ou gasosa, de origem natural ou pirogênica,
ASFALTO ASFALTO. Informações Técnicas. 1 Asfalto. Informações Técnicas (versão mai/2019)
Informações Técnicas 1 Asfalto Informações Técnicas (versão mai/2019) A Assistência Técnica Petrobras tem por objetivo prestar suporte técnico aos clientes, com foco na adequação ao uso e corretos manuseio,
Materiais betuminosos
Materiais e Processos Construtivos Materiais betuminosos Frank Cabral de Freitas Amaral 1º º Ten.-Eng.º Instrutor Maio / 2006 1 Programação 9 10 11 12 13 14 15 16 8/mai 11/mai 15/mai 18/mai 22/mai 25/mai
Tópicos laboratoriais e/ou exercícios (2. o Parte) Ensaios em ligantes asfálticos (2. o Parte)
1 Tópicos laboratoriais e/ou exercícios (2. o Parte) Hélio Marcos Fernandes Viana Tema: Ensaios em ligantes asfálticos (2. o Parte) Conteúdo da aula 6 Ensaio ponto de fulgor 7 Ensaio de solubilidade ou
MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO MATERIAIS BETUMINOSOS
MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO MATERIAIS BETUMINOSOS DEFINIÇÃO O betume puro é uma mistura orgânica complexa composta de hidrocarbonetos pesados e de seus derivados não metálicos. Pode ter origem natural ou pirogênica
e Manutenção de Infra-estruturas de Transportes
1/44 Construção e Manutenção de Infra-estruturas de Transportes Aula T7 Pavimentos Sumário da aula Construção e Manutenção de Infra-estruturas de Transportes Materiais de pavimentação: Misturas betuminosas
e Manutenção de Infra-estruturas de Transportes
1/45 Construção e Manutenção de Infra-estruturas de Transportes Aula T7 Pavimentos Sumário da aula Materiais de pavimentação: Misturas betuminosas Composição Principais funções nas camadas do pavimento
MATERIAIS BETUMINOSOS MCC1001 AULA 13
MATERIAIS BETUMINOSOS MCC1001 AULA 13 Disciplina: Materiais de Construção I Professora: Dr. a Carmeane Effting 1 o semestre 2014 Centro de Ciências Tecnológicas Departamento de Engenharia Civil ORIGEM
ASFALTOS MODIFICADOS
ASFALTOS MODIFICADOS Razões para substituição de asfaltos convencionais por modificados Vias com alto volume de tráfego (ex.: corredores de ônibus) Melhoria da resistência à formação de trilhas de roda
Universidade do Estado de Mato Grosso UNEMAT. Estradas 2
Universidade do Estado de Mato Grosso UNEMAT Faculdade de Ciências Exatas e Tecnológicas FACET Curso: Bacharelado em Engenharia Civil Estradas 2 Prof. Me. Arnaldo Taveira Chioveto MATERIAIS BETUMINOSOS
ASFALTOS PARA PAVIMENTAÇÃO MAIO
ASFALTOS PARA PAVIMENTAÇÃO MAIO 2005 1.Asfaltos: Definição. Asfaltos Material betuminoso composto por hidrocarbonetos (CH) de alto peso molecular, não voláteis, originados de petróleos por destilação natural
Universidade do Estado de Mato Grosso UNEMAT. Estradas 2
Universidade do Estado de Mato Grosso UNEMAT Faculdade de Ciências Exatas e Tecnológicas FACET Curso: Bacharelado em Engenharia Civil Estradas 2 Prof. Me. Arnaldo Taveira Chioveto ENSAIOS ENSAIO DE VISCOSIDADE
LIGANTES ASFÁLTICOS PARA PAVIMENTAÇÃO ENSAIOS E CLASSIFICAÇÕES (PARTE 2)
LIGANTES ASFÁLTICOS PARA PAVIMENTAÇÃO ENSAIOS E CLASSIFICAÇÕES (PARTE 2) Pavimentação NATURAIS ROCHAS ASFÁLTICAS XISTOS E ARENITOS LAGOS ASFÁLTICOS LIGANTES BETUMINOSOS PETRÓLEO ALCATRÃO SÓLIDOS OXIDADOS
LAMA ASFÁLTICA. Departamento Técnico
LAMA ASFÁLTICA Departamento Técnico Dez/2003 Introdução LAMA ASFÁLTICA SLURRY SEAL COULIS BETUMINEUX LECHADA ASFÁLTICA BITUME SCHLAME São as nomenclaturas utilizadas em diferentes países para designar:
Asfalto. Betume é uma mistura de hidrocarbonetos pesados (grande complexidade e alta massa molecular) com poder aglutinante e impermeabilizante.
Asfalto Asfalto É um dos mais versáteis materiais de construção utilizados pelo homem. O uso da pavimentação asfáltica é a mais importante de suas utilidades. No Brasil, 95% das estradas pavimentadas têm
A respeito do cimento asfáltico de petróleo (CAP), suas propriedades e ensaios físicos, julgue o próximo item.
A respeito do cimento asfáltico de petróleo (CAP), suas propriedades e ensaios físicos, julgue o próximo item. 88.(PF/CESPE/2013) O teste de penetração, que é a medida de penetração de uma agulha padronizada
Priming. Emulsão Asfáltica para Imprimação
Priming Emulsão Asfáltica para Imprimação Matriz da cbb ASFALTOS Curitiba - PR cbb ASFALTOS Indústria e comércio de produtos e serviços para pavimentação para os diversos setores da economia, garantindo
Guia para especificação de emulsões betuminosas catiónicas segundo a EN 13808:2013. Margarida Sá da Costa
Guia para especificação de emulsões betuminosas catiónicas segundo a EN 13808:2013 Margarida Sá da Costa Especificações de emulsões betuminosas catiónicas LNEC E 354-1984 2005 EN 13808: 2005 Alteração
CAP Alto Módulo. Asfalto Modificado de Baixa Penetração
CAP Alto Módulo Asfalto Modificado de Baixa Penetração Matriz da cbb ASFALTOS Curitiba - PR A cbb ASFALTOS Industria e comercio de produtos e serviços para pavimentação para os diversos setores da economia,
4. MATERIAIS UTILIZADOS
4. MATERIAIS UTILIZADOS Descrevem-se nesse capítulo a origem e as características dos materiais utilizados na pesquisa. 4.1 AREIA O Departamento de Edificações Rodovias e Transportes do Ceará - DERT, cedeu
Areia-Asfalto a Quente Areia-Asfalto a Frio Lama Asfáltica
Areia-Asfalto a Quente Areia-Asfalto a Frio Lama Asfáltica Acadêmicos: Gabriele C. Tonett, Kriscia D. da Silva, Lucas Oliveira da Silva, Mariana D. T. Rocha e Nathani Diniz. Areia-Asfalto a Quente DNIT
MESTRADO INTEGRADO EM ENGENHARIA CIVIL VIAS DE COMUNICAÇÃO. Luís de Picado Santos Misturas Betuminosas
MESTRADO INTEGRADO EM ENGENHARIA CIVIL VIAS DE COMUNICAÇÃO Luís de Picado Santos ([email protected]) Misturas Betuminosas Materiais elementares: betume e agregados Tipos correntes de misturas betuminosas
DNIT. Emulsões asfálticas para pavimentação Especificação de material. Setembro/2013 NORMA DNIT 165/ EM
DNIT Setembro/2013 NORMA DNIT 165/2013 - EM Emulsões asfálticas para pavimentação Especificação de material MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES DEPARTAMENTO NACIONAL DE IN- FRAESTRUTURA DE TRANSPORTES DIRETORIA
Evolução das especificações de ligantes betuminosos
Evolução das especificações de ligantes betuminosos Vicente Pérez Mena/ Mª del Mar Colás Victoria Departamento Técnico de Asfaltos Cepsa Comercial Petróleo 2018 1918 6 O Betume é um material viscoelástico
DNIT. Emulsões asfálticas catiônicas modificadas por polímeros elastoméricos Especificação de material. Resumo
DNIT Abril/2010 NORMA DNIT 128/2010 - EM Emulsões asfálticas catiônicas modificadas por polímeros elastoméricos Especificação de material MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA
Seminário de Estradas II
Universidade do Estado de Mato Grosso Faculdade de Ciências Exatas e Tecnológicas Curso de Engenharia Civil Seminário de Estradas II Professor: Arnaldo Taveira Chioveto Acadêmicos: Flávio H. P. Rosa Gustavo
Universidade Estadual de Maringá
Universidade Estadual de Maringá PRÓ-REITORIA DE RECURSOS HUMANOS E ASSUNTOS COMUNITÁRIOS CONCURSO PÚBLICO TÉCNICO EM LABORATÓRIO (PAVIMENTAÇÃO E MECÂNICA DOS SOLOS) INSTRUÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA
Tópicos laboratoriais e/ou exercícios (6. o Parte) Dosagem de misturas asfálticas (2. o Parte)
1 Tópicos laboratoriais e/ou exercícios (6. o Parte) Hélio Marcos Fernandes Viana Tema: Dosagem de misturas asfálticas (2. o Parte) Conteúdo da aula 10 Dosagem Marshall do concreto asfáltico usinado a
C D T - CENTRO DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO
SELAGEM DE TRINCA Especificação Particular C D T - CENTRO DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO Outubro de 2016 DESIGNAÇÃO - ARTERIS ES 029 REV 0 10/2016 ES 029 Rev0 pg 1 - Centro de Desenvolvimento Tecnológico
Notas de aula prática de Pavimentação (parte 1)
1 Notas de aula prática de Pavimentação (parte 1) Helio Marcos Fernandes Viana Tema: Aula prática: Ensaios em ligantes asfálticos (1. o Parte) Conteúdo da aula prática 1 Introdução 2 Ensaio de penetração
A QUALIDADE DOS ASFALTOS PARA CBUQ. José Carlos Moura Massaranduba Engenheiro Civil
A QUALIDADE DOS ASFALTOS PARA CBUQ José Carlos Moura Massaranduba Engenheiro Civil O IDEAL POR QUE USAR ASFALTOS DE MELHOR QUALIDADE? Clima Tráfego Execução Conservação Idade Falhas: Trilha de rodas Trincamento
ANÁLISE DAS CINZAS DE CARVÃO MINERAL COMO ALTERNATIVA SUSTENTÁVEL PARA APLICAÇÃO NA PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA
ANÁLISE DAS CINZAS DE CARVÃO MINERAL COMO ALTERNATIVA SUSTENTÁVEL PARA APLICAÇÃO NA PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA Fernanda Lima Maciel; Cintia Leite Gonçalves Universidade CEUMA [email protected] Resumo:
INTRODUÇÃO A PAVIMENTAÇÃO
INTRODUÇÃO A PAVIMENTAÇÃO Pavimento é uma estrutura de múltiplas camadas de espessuras finitas, destinadas a resistir aos esforços oriundos do tráfego de veículos e do clima, proporcionando conforto, economia
MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL. Agregados
Curso Superior de Tecnologia em Construção de Edifícios MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL Agregados Prof. Leandro Candido de Lemos Pinheiro [email protected] AGREGADOS Material granular
ANÁLISE DA INCORPORAÇÃO DE RESÍDUOS DE PNEUS EM UM CIMENTO ASFÁLTICO DE PETRÓLEO (CAP 50-70) ATRAVÉS DE ENSAIOS DE CARACTERIZAÇÃO TECNOLÓGICA
ANÁLISE DA INCORPORAÇÃO DE RESÍDUOS DE PNEUS EM UM CIMENTO ASFÁLTICO DE PETRÓLEO (CAP 50-70) ATRAVÉS DE ENSAIOS DE CARACTERIZAÇÃO TECNOLÓGICA Camila de Castro Nicácio 1 Enio Fernandes Amorim 2 RESUMO:
Aula 00 Curso: Infraestrutura (Parte de Obras Rodoviárias) p/ BACEN - (Analista - Área 05)
Aula 00 Curso: Infraestrutura (Parte de Obras Rodoviárias) p/ BACEN - (Analista - Área 05) Professores: Marcus Campiteli, Fábio Amorim AULA 0: INFRAESTRUTURA RODOVIÁRIA Olá, Pessoal Saiu o edital para
Notas de aulas de Pavimentação (parte 2)
1 Notas de aulas de Pavimentação (parte 2) Hélio Marcos Fernandes Viana Tema: Materiais asfálticos para pavimentação (2. o Parte) Conteúdo da parte 1 7 Emulsão asfáltica 8 Asfaltos diluídos 9 Asfalto modificado
Universidade do Estado de Mato Grosso Engenharia Civil Estradas II
Universidade do Estado de Mato Grosso Engenharia Civil Estradas II Especificações Ana Elza Dalla Roza e Lucas Ribeiro [email protected] - [email protected] Polímeros Macromoléculas: moléculas
Notas de aulas de Pavimentação (parte 5)
1 Notas de aulas de Pavimentação (parte 5) Hélio Marcos Fernandes Viana Tema: Misturas asfálticas ou tipos de revestimentos asfálticos (2. o Parte) Conteúdo da parte 1 3 Misturas usinadas (continuação)
EMULSÕES ASFÁLTICAS PAVIMENTAÇÃO
EMULSÕES ASFÁLTICAS PARA PAVIMENTAÇÃO Emulsões Asfálticas/Pavimentação ¾Histórico: Emulsões Aniônicas > Europa (1924) Emulsões Aniônicas > Brasil (1952/Shell) (emulsões aniônicas / não adesividade / ag.ácidos)
ESTRADAS II. Prof. Me.: ARNALDO TAVEIRA CHIOVETTO Acadêmicos: BIANCA GIANGARELI JOACI ALEXANDRE DA SILVA WILLIAN SCHERNER
ESTRADAS II Prof. Me.: ARNALDO TAVEIRA CHIOVETTO Acadêmicos: BIANCA GIANGARELI JOACI ALEXANDRE DA SILVA WILLIAN SCHERNER REGULARIZAÇÃO DO SUBLEITO DNIT 137/2010-ES Definição Condições Material Ensaios
Solo-betume UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL. SNP38D53 Técnicas de Melhoramento de Solos
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL SNP38D53 Técnicas de Melhoramento de Solos Solo-betume Prof.: Flavio A. Crispim (FACET/SNP-UNEMAT) SINOP - MT 2015 Técnicas de melhoramento
PETRÓLEO Métodos Analíticos empregados em PETRÓLEO
Resíduo de Carbono indicação de constituintes com alto ponto de ebulição; aplicado a amostras não voláteis que se decompõe no processo de destilação atmosférica; pode apresentar erros para as amostras
MEMORIAL DESCRITIVO EMULSÃO ASFALTICA PARA IMPRIMAÇÃO (E.A.I BIO PRIME )
MEMORIAL DESCRITIVO EMULSÃO ASFALTICA PARA IMPRIMAÇÃO (E.A.I BIO PRIME ) INTRODUÇÃO: A emulsão asfáltica (E.A.I BIO PRIME ) foi desenvolvida pela Distribuidora Brasileira de Asfalto Ltda - DISBRAL para
ANÁLISE DE MISTURAS ASFÁLTICAS REALIZADAS COM LIGANTE ASFÁLTICO CONVENCIONAL E COM O MODIFICADO COM BORRACHA APLICANDO O MÉTODO MARSHALL
Com o requisito parcial para obtenção do Título de Engenheiro Civil ANÁLISE DE MISTURAS ASFÁLTICAS REALIZADAS COM LIGANTE ASFÁLTICO CONVENCIONAL E COM O MODIFICADO COM BORRACHA APLICANDO O MÉTODO MARSHALL
AVALIAÇÃO DO COMPORTAMENTO DE ASFALTOS À AÇÃO DE DILUENTES (PESQUISA LABORATORIAL)
AVALIAÇÃO DO COMPORTAMENTO DE ASFALTOS À AÇÃO DE DILUENTES (PESQUISA LABORATORIAL) 16º ENCONTRO DE ASFALTO/ IBP DEZEMBRO/2002 QUIM.: CARLOS AUGUSTO COSTA RESUMO: ¾O trabalho apresenta resultados obtidos
CBUQ E ASFALTO BORRACHA
CBUQ E ASFALTO BORRACHA o Acadêmicas: Ana Carolina Vicentim Batista Ribeiro Brunna Nathaly Honório de Carvalho Izabela Carolina Torres Buffon Hellen Karoline Mass o Disciplina: Estradas II o Professor:
O que são agregados? Agregados 2
AGREGADOS O que são agregados? Agregados 2 O que são agregados? Agregados 3 O que são agregados? Agregados 4 O que são agregados? ABNT NBR 9935/2005: Material sem forma ou volume definido, geralmente inerte,
DOSAGEM PASSO A PASSO
DOSAGEM PASSO A PASSO Jorge Barbosa Soares [email protected] Verônica Teixeira Franco Cavalcante [email protected] Universidade Federal do Ceará, Departamento de Engenharia de Transportes Campus do
Universidade do Estado de Mato Grosso UNEMAT. Estradas 2
Universidade do Estado de Mato Grosso UNEMAT Faculdade de Ciências Exatas e Tecnológicas FACET Curso: Bacharelado em Engenharia Civil Estradas 2 Prof. Me. Arnaldo Taveira Chioveto BREVE HISTÓRICO + = ESTRUTURA
Dosagem de Tratamentos Superficiais e Microrrevestimentos
Bloco 5 Dosagem de Tratamentos Superficiais e Microrrevestimentos Lista dos assuntos do CD completo Este CD contém 30 aulas, em 10 blocos organizados por assunto: Bloco 1 Introdução Bloco 2 Asfaltos Bloco
Prof: Francisco Sallas
Prof: Francisco Sallas Classificado como hidrocarboneto aromático. Todos os aromáticos possuem um anel benzênico (benzeno), que, por isso, é também chamado de anel aromático. É líquido, inflamável, incolor
MATERIAIS DE BASE, SUB- BASE E REFORÇO DO SUBLEITO
MATERIAIS DE BASE, SUB- BASE E REFORÇO DO SUBLEITO Introdução Tipos de revestimentos asfálticos 2 Introdução Classificação dos materiais segundo seu comportamento frente aos esforços: Materiais granulares
Refrigeração e Ar Condicionado
Refrigeração e Ar Condicionado Câmaras Frigoríficas Filipe Fernandes de Paula [email protected] Departamento de Engenharia de Produção e Mecânica Faculdade de Engenharia Universidade Federal
Selagem asfáltica de fissuras de pavimentos Edição Maio/2006 Revista Téchne
Selagem asfáltica de fissuras de pavimentos Edição 110 - Maio/2006 Revista Téchne Todas as estradas, rodovias e ruas necessitam de manutenção para manter suas condições operacionais, pois sofrem constante
Disciplina Vias de Comunicacao II. Pavimentos
Disciplina Vias de Comunicacao II Pavimentos Pavimento É uma estrutura de múltiplas camadas de espessuras finitas, construída sobre a superfície final de terraplenagem, destinada técnica e economicamente
LIGANTES BETUMINOSOS. ISPV Escola Superior de Tecnologia de Viseu 8 de Maio de 2018
LIGANTES BETUMINOSOS ISPV Escola Superior de Tecnologia de Viseu 8 de Maio de 2018 Índice 1. Introdução 2. Betumes de Pavimentação 3. Betumes Modificados 4. Emulsões Betuminosas 5. Betumes Especiais 6.
Programa Analítico de Disciplina CIV361 Materiais de Construção Civil II
0 Programa Analítico de Disciplina Departamento de Engenharia Civil - Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas Número de créditos: Teóricas Práticas Total Duração em semanas: 5 Carga horária semanal Períodos
ELASCOAT DESCRIÇÃO. PREPARO E APLICAÇÃO: As superfícies devem estar limpas, secas e isentas de óleos ou partículas soltas.
DESCRIÇÃO ELASCOAT ELASCOAT é um impermeabilizante à base de borracha líquida vulcanizada a frio, com alto teor de sólidos. Após sua cura forma uma membrana ou uma manta monolítica de excepcional impermeabilidade,
ESTUDO DO COMPORTAMENTO DE MISTURAS ASFÁLTICAS UTILIZANDO SEIXO COMO AGREGADO PÉTREO.
ESTUDO DO COMPORTAMENTO DE MISTURAS ASFÁLTICAS UTILIZANDO SEIXO COMO AGREGADO PÉTREO. Tiago Bauer Filasco (1), Luiz Renato Steiner (2) UNESC Universidade do Extremo Sul Catarinense (1) [email protected],
REUTILIZAÇÃO DE BORRACHA DE PNEUS INSERVÍVEIS EM OBRAS DE PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA
REUTILIZAÇÃO DE BORRACHA DE PNEUS INSERVÍVEIS EM OBRAS DE PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA PROF. DR. JOSÉ LEOMAR FERNANDES JÚNIOR Departamento de Transportes - STT Escola de Engenharia de São Carlos - USP 1 Resíduos
IMPRIMADURA ASFÁLTICA. Prof. Dr. Rita Moura Fortes.
IMPRIMADURA ASFÁLTICA Prof. Dr. Rita Moura Fortes. IMPRIMADURA ASFÁLTICA Também chamada de Imprimação ou Prime-Coat. Consiste na aplicação de uma camada de material asfáltico sobre a superfície de uma
AVALIAÇÃO DO EFEITO DA ADIÇÃO DO POLÍMERO EVA NAS PROPRIEDADES DO LIGANTE ASFÁLTICO 50/70
AVALIAÇÃO DO EFEITO DA ADIÇÃO DO POLÍMERO EVA NAS PROPRIEDADES DO LIGANTE ASFÁLTICO 50/70 Keyla Junko Shinohara Leto Momm Greice Cadorin Leandro Breno Salgado Barra Yader Alfonso Guerrero Pérez Universidade
TRATAMENTO SUPERFICIAL NA CONSERVAÇÃO E CONSTRUÇÃO DE RODOVIAS
TEXTO COMPLEMENTAR TRATAMENTO SUPERFICIAL NA CONSERVAÇÃO E CONSTRUÇÃO DE RODOVIAS INTRODUÇÃO Durante os últimos anos, tem surgido no mundo inteiro interesse reflorescente em se empregar tratamentos superficiais
PRODUTOS & METODOLOGIA SISTEMA DE MEMBRANA DE POLIURETANO PARA IMPERMEABILIZAÇÃO
PRODUTOS & METODOLOGIA SISTEMA DE MEMBRANA DE POLIURETANO PARA IMPERMEABILIZAÇÃO Linha de Produtos Mantas Asfálticas Reparo e Recuperação de Concreto Membranas Poliméricas Revestimentos protetores químicos
MEMORIAL DESCRITIVO DE PAVIMENTAÇÃO TSD CONCRETO ASFÁLTICO BETUMINOSO COM TRATAMENTO SUPERFICIAL DUPLO E CAPA SELANTE NOVO SÃO JOAQUIM - MT
MEMORIAL DESCRITIVO DE PAVIMENTAÇÃO TSD CONCRETO ASFÁLTICO BETUMINOSO COM TRATAMENTO SUPERFICIAL DUPLO E CAPA SELANTE NOVO SÃO JOAQUIM - MT 1 ÍNDICE 1. IMPRIMAÇÃO IMPERMEABILIZANTE BETUMINOSA. PÁG. 03
CAPÍTULO 3 DESCRIÇÃO DA OBRA DE RECICLAGEM
CAPÍTULO 3 DESCRIÇÃO DA OBRA DE RECICLAGEM 3.1 INTRODUÇÃO Esta obra refere-se à beneficiação de um troço da EN 244 entre Ponte Sôr e o cruzamento com a EN 118, já no concelho de Gavião, com uma extensão
Avaliação dos equipamentos a serem utilizados; Análise de riscos para execução das atividades; Análise da qualificação dos líderes operacionais;
2014 Avaliação dos equipamentos a serem utilizados; Análise de riscos para execução das atividades; Análise da qualificação dos líderes operacionais; Relatório diário das atividades executadas; Caracterização
MACADAME BETUMINOSO TRAÇADO- MBT Especificação Particular
MACADAME BETUMINOSO TRAÇADO- MBT Especificação Particular C D T - CENTRO DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO Julho de 2017 DESIGNAÇÃO - ARTERIS ES 025 Rev.00 Especificação Particular para Execução de Macadame
Conservação Periódica de Redes
Conservação Periódica de Redes Conservação de Pavimentos na Rede BCR Isabel Gonzalez - Brisa Gestão de Infraestruturas Maria Fernanda Caetano - Brisa Gestão de Infraestruturas Armando Matos - Brisa Gestão
Universidade do Estado de Mato Grosso Engenharia Civil Estradas II
Universidade do Estado de Mato Grosso Engenharia Civil Estradas II CBUQ Ana Elza Dalla Roza e Lucas Ribeiro [email protected] - [email protected] Misturas Betuminosas Concreto, de um modo geral,
TYREFLEX. Asfalto Modificado por Pó de Pneus
TYREFLEX Asfalto Modificado por Pó de Pneus Matriz da cbb ASFALTOS Curitiba - PR cbb ASFALTOS Indústria e comércio de produtos e serviços para pavimentação para os diversos setores da economia, garantindo
BETUMES DE BAIXA TEMPERATURA
BETUMES DE BAIXA TEMPERATURA O seu mundo, mais eficiente. O que são os BETUMES DE BAIXA TEMPERATURA? A diminuição do consumo energético, fundamentalmente o derivado da utilização dos denominados combustíveis
ESTUDO DA INCORPORAÇÃO DE RESÍDUO OLEOSO DE PETRÓLEO COMO FÍLER EM MISTURAS ASFÁLTICAS
ESTUDO DA INCORPORAÇÃO DE RESÍDUO OLEOSO DE PETRÓLEO COMO FÍLER EM MISTURAS ASFÁLTICAS Walter Rubens Ribeiro Feitosa Batista 1 ; Letícia Maria Macêdo de Azevedo 2 ; Camila Gonçalves Luz Nunes 3 ; Ana Maria
ESTUDO DA APLICABILIDADE DA ARGAMASSA PRODUZIDA A PARTIR DA RECICLAGEM DE RESÍDUO SÓLIDO DE SIDERURGIA EM OBRAS DE ENGENHARIA
ESTUDO DA APLICABILIDADE DA ARGAMASSA PRODUZIDA A PARTIR DA RECICLAGEM DE RESÍDUO SÓLIDO DE SIDERURGIA EM OBRAS DE ENGENHARIA 1. Introdução O impacto ambiental gerado pela exploração dos recursos minerais
A aposta em soluções de baixo custo
Em que pensamos quando falamos em soluções de baixo custo? Materiais baratos? Sistemas de execução rápida e simples? Soluções duradouras? Solução inicial mais barata vs solução global mais económica? Qual
RESISTÊNCIA A DANOS POR UMIDADE INDUZIDA DE MISTURAS ASFÁLTICAS RECICLADAS COMPACTADAS
RESISTÊNCIA A DANOS POR UMIDADE INDUZIDA DE MISTURAS ASFÁLTICAS RECICLADAS COMPACTADAS C D T - CENTRO DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO Setembro de 2014 DESIGNAÇÃO - ARTERIS T- 004-13 09/2014 T 004 pg 1 -
G - REVESTIMENTOS G.1 - DEFINIÇÃO/FINALIDADES BÁSICAS
ESTRADAS G - REVESTIMENTOS G.1 - DEFINIÇÃO/FINALIDADES BÁSICAS É a camada que recebe diretamente a ação do trânsito devendo atender a uma série de finalidades e condições: a) deve ter capacidade para suportar
Execução de um SAMI através da utilização de um betume de borracha de alta viscosidade. Experiência recente na A8
Execução de um SAMI através da utilização de um betume de borracha de alta viscosidade Experiência recente na A8 ÍNDICE INTRODUÇÃO AO PROBLEMA DA FISSURAÇÃO SAMI, COMO UMA DAS MELHORES ALTERNATIVAS EXPERIÊNCIA
5. ESTABILIZAÇÃO DE SOLOS / AGREGADOS
5. ESTABILIZAÇÃO DE SOLOS / AGREGADOS 5.1 INTRODUÇÃO 5.1.1 ESTABILIZAÇÃO - Utilização de qualquer processo de natureza física, físico-química, química ou mecânica (natural ou artificial). - Alterar propriedades
PRÁTICAS PARA A DISCIPLINA LABORATÓRIO DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL 2 AGREGADOS
PRÁTICAS PARA A DISCIPLINA LABORATÓRIO DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL 2 AGREGADOS APOSTILA DO PROFESSOR LABORATÓRIO DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL APOSTILA DE ENSAIOS DE LAB. DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO
Associação Educativa Evangélica UniEvangélica Curso de Engenharia Civil Professora Moema Castro, MSc.
Associação Educativa Evangélica UniEvangélica Curso de Engenharia Civil Professora Moema Castro, MSc. M A T E R I A I S D E C O N S T R U Ç Ã O C I V I L I I AGREGADOS ARGAMASSA A n á p o l i s, 2 0 1
Helena Lima, EP, S.A. Oscar Furtado, CENOR
1 Helena Lima, EP, S.A. Oscar Furtado, CENOR Índice Enquadramento A caracterização do pavimento rígido A solução de beneficiação A camada de desgaste em mistura betuminosa anti-fissuras rugosa A aplicação
Tintas, Vernizes, Lacas e Esmaltes. Professora Ligia Pauline
Tintas, Vernizes, Lacas e Esmaltes Professora Ligia Pauline Tintas Suspensão de partículas opacas (pigmentos) em veículo fluido; Função das partículas: cobrir e decorar as superfícies; Função do veículo:
