As Lições de Chico Xavier
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- Rubens de Sequeira de Vieira
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2 capa_agosto._ok.qxd 15/9/ :49 Page 1 As Lições de Chico Xavier Outro dia apareceu aqui um homem dizendo que estava com vontade de morrer para ser feliz. Disse a ele: - Se o senhor ainda não construiu o reino de Deus dentro do seu coração, não adianta sonhar com o céu. Querer morrer pensando que vai ser feliz é enfermidade do espírito. Morrer não é tudo. Precisamos saber o que somos. É isso que nós, os espíritas, precisamos entender. Estamos todos encarcerados em nós mesmos. Precisamos perder a ilusão de um céu próximo, de uma santidade imaginária, de ter feito sem fazer, de estarmos próximos do reino de Deus. Quando desencarnarmos, vamos ficar por aqui mesmo até melhorarmos por dentro. * O assunto girava em torno de certa visita a um presídio, na cidade de São Paulo, realizada por um grupo de amigos, juntamente com o Chico. Estávamos, sábado, à tarde, no Grupo Espírita da Prece e era lembrado o ocorrido... Dizia-se o Chico, muito feliz, que recebera calorosos abraços de aproximadamente quatro mil internos daquela casa de correção. - Imaginem como - comentou a sorrir -, depois de receber tantos tapinhas, eu já tinha as costas doloridas... Um moço que havia participado daquele trabalho indaga: - Chico, você viu muitos espíritos obsessores lá no presídio? - Não! - respondeu ele. - Não vi obsessores. Vi, sim, muitos benfeitores amigos... muitas mães... Lá não há obsessores, não! Eles já fizeram o que queriam... (extraído de MOMENTOS COM CHICO XAVIER de Adelino da Silveira; e ENCONTROS COM CHICO XAVIER de Cezar Carneiro de Souza (do autor)).
3 miolo_agosto.qxd 7/12/ :49 Page 1 ASSUNTOS REVISTA ESPÍRITA MENSAL ANO XXVIII Nº334 AGOSTO 2004 Kardec Afirma COMUNICAÇÃO ALVORADA DO MUNDO DE REGENERAÇÃO SERVIÇO SÉRIE ACONTECEU COM... (6ª PARTE) CIÊNCIA COMPLEXOS AFETIVOS PANORAMA OS MUNDOS MORTOS JUVENTUDE O JOVEM E SEUS PROBLEMAS EDUCAÇÃO A INFLUÊNCIA DOS PAIS NA CRIAÇÃO DOS FILHOS OUTROS... Conversa Breve Kardec Afirma A Vida Continua Chico e Emmanuel As Lições de Chico Xavier Mensagens SUMÁRIOEm O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO cap.xx, item 4. As comoções morais e filosóficas vão manifestar-se em todas os pontos do globo; a hora se aproxima em que a luz divina apresenta-se-á sobre os dois mundos. Ide, pois, e levai a palavra divina: aos grandes que a desdenharão, aos sábios que dela pedirão prova, aos pequeninos e simples que a aceitarão, porque será sobretudo entre os martires do trabalho, e na expiação terrestre, que encontrareis o fervor e a fé. EXPEDIENTE INFORMAÇÃO : é registrada na D.C.D.P. Do D.P.F. sob n.1702 (Portaria 209/73) - publicada pelo Grupo Espírita Casa do Caminho - Jornalista responsável: Zancopé Simões (Reg ) - Redação: Rua Souza Caldas, Fone: (11) Correspondência: Cx Postal: Ag. VI. Mariana/São Paulo (SP), INFORMAÇÃO não se responsabiliza pelos conceitos e opiniões emitidos pelos seus entrevistados ou articulistas Edição, Fotolito e Impressão: VAN MOORSEL,ANDRADE & CIA. LTDA. Rua Souza Caldas, São Paulo - SP Mensagem da capa Não perca tempo. Os dias voltam, mas os minutos são outros. Não perca a paciência. Recorde a paciência inesgotável de Deus. André Luiz
4 miolo_agosto.qxd 7/12/ :49 Page 2 CONVERSA BREVE EM AULAS DIFÍCEIS EMMANUEL Todos nós, na Terra,encarnados e desencarnados, com vínculos no Planeta, estamos no educandário da evolução. De um modo ou de outro, todos somos discípulos na escola do progresso. *** Se te vês ao lado de companheiros, em dificuldades maiores que as tuas, compadece-te deles e auxilia-os nas bases do entendimento e da abnegação. Quase sempre, no Plano Físico, semelhantes amigos se nos caracterizam na imagem de parentes ou de companheiros outros que as ligações do dia-a-dia nos jungiram ao carro da existência Maior, são colegas de aprendizado, em aulas difíceis nas lições do tempo. No passado próximo ou remoto, dilapidaram a própria forma, em atos conscientes de autodestruição e renasceram, mostrando no corpo que usufruem as marcas dos gestos lastimáveis, perpetrados por eles contra ele mesmos; entregaram-se em existência outras a tramas de ódio e delinquência, complicando o caminho dos semelhantes e retomaram o berço terrestre, assinalados por enfermidades de longo curso, em que se lhes sanam, gradativamente, as chagas mentais, adquiridas em processos culposos, nos quais se viram incursos; em estradas do pretérito, abusaram de corações sensíveis, arrastando-os a calamidades passionais e reaparecem no mundo, suportando conflitos psicológicos que exigem muito tempo para a eliminação necessária; em climas sociais, de há muito extintos, cultivaram hábitos perniciosos e resurgem na arena terrestre, inclinados, desde a juventude, para costumes felizes que os impulsionaram a perigos constantes; renderam-se a tentações, em experiências que já se foram, instalados entre companhias lamentáveis, que os induziram à comprida vivência nas sombras da insanidade e reencarnam, muitas vezes, seguidos por largo séquito de irmãos transviados na perturbação, que se lhes erigem, na estrada humana, em adversários persistentes. *** Se contas com bastante discernimento para ajuizar, quanto à situação dos companheiros em problemas e obstáculos maiores que os teus, nos bancos escolares da vida, compadece-te deles, ofertando-lhes o amparo de que disponha. E se trazem ao mundo um fardo de provações tão grandes que não possam, com teu apoio, atenuar o rigor do currículo de provas em que se matricularam, auxilia-os como possas, e longe de reprová-los ante o sofrimento ou a perturbação em que se mergulham, ora por eles e confia-os a Deus, na certeza de que Deus, velando por nós todos, saberá como, quando e onde fará por todos eles o mais e o melhor. (recebida por F.C. Xavier) 2
5 miolo_agosto.qxd 7/12/ :49 Page 3 A mídia divulgou, no final de setembro, que alguns pacientes que aguardavam transplante de coração, no Rio de Janeiro, tiveram suas cirurgias suspensas com a aplicação de células tronco no coração. As células tronco são as células mais primitivas de origem embrionária capazes de gerar, potencialmente, qualquer tecido do organismo. O assunto é de grande importância, merecendo o destaque que tem recebido na imprensa leiga, devendo também ser aprofundado quanto aos aspectos espirituais. Observe-se que as conquistas estão em todas as áreas. Não é só na medicina. Tudo está evoluindo muito rapidamente, trazendo mais conforto e qualidade de vida ao habitante do planeta. Menos dor física, longevidade ampliada, conforto material cada vez maior, tecnologia fascinante - especialmente na área de comunicação e informatica, entre outras inúmeras conquistas. Já é a aurora do mundo de regeneração, promovendo o progresso do planeta. E mesmo as noções éticas, de justiça, fraternidade atingem patamares antes nunca alcançados. O aparente caos que se verifica na atualidade apenas demonstra o desespero dos que estacionaram, dos que se recusam a aceitar a força do bem e da dignidade. Estes serão vencidos pela marcha inevitável do progresso que se apresenta irresistível, pois que fruto do amadurecimento moral e intelectual. COMUNICAÇÃO ALVORADA DO MUNDO DE REGENERAÇÃO Orson Peter Carrara Se o progresso material espanta-nos, diariamente, e o aprimoramento apresenta-se mais lento, isto indica que falta-nos apenas a decisão individual de mudar no sentido do bem, de vencer as tendências inferiores, de lutar por ser melhor a cada dia, de respeitar o semelhante e seus direitos, etc. Todo este conforto material já disponível trará condições para que a criatura humana tenha mais tempo para dedicar-se ao autoconhecimento e, verificando isso, interessar-se mais pelo socorro aos que encontram-se ainda em difíceis condições de sobrevivência. Quando poderíamos imaginar, por exemplo, ao tempo de Kardec e mesmo até poucos anos atrás o potencial da internet? Quando poderíamos imaginar que discos magnéticos poderiam armazenar imagens, sons e movimentos, transformando-se em arquivos úteis e poderosos para uso ágil? Quem poderia imaginar a existência dos celulares, entre outras facilidades? Observamos que a ocorrência do bicentenário de nascimento de Allan Kardec ensejou-se verificar como o Codificador foi valorizado, destacado e amplamente divulgado, com frases e afirmações selecionadas que facilitaram ainda mais o entendimento dos princípios e postulados doutrinários. Tudo graças aos progressos da comunicação e da informática. Falta-nos somente a decisão pessoal de efetivamente mudar para melhor. Aprimorar o sentimento, os 3
6 miolo_agosto.qxd 7/12/ :49 Page 4 COMUNICAÇÃO relacionamentos, reconhecer nossas condições de seres espirituais usando temporariamente corpos carnais. O conhecimento espírita já está à disposição e o simples fato da imortalidade já deve nos provocar mudanças de comportamento. Havendo adesão a essa decisão pessoal de agir com determinação, coragem, e idealismo, pronto, instalase o Mundo de Regeneração. O progresso o trará, inevitavelmente. Ele já se apresenta radioso convidando-nos a recebê-lo de braços e portas abertas. O que estamos esperando? FONTE: SEI, n 1912 Mensagens Homens-venenos... Homens-palhas... Homens-sorvedouros... Homens-erosões... Homens-abismos... Mas surpreendemos também, com alegria, os homens-searas, aquêles que reunindo consigo o solo produtivo do caráter reto, a água pura dos sentimentos nobres, o adubo da abnegação, a charrua do esfôrço próprio e o suor do trabalho constante, sabem albergar as sementes divinas do conhecimento superior, produzindo as colheitas do bem para os semelhantes. Reparemos a vasta paisagem que nos rodeia, através da meditação, e, com facilidade, por nossa atitude perante os outros, reconheceremos de pronto que espécie de terreno estamos sendo nós. Rejubila-te, pois com as possibilidades de auxiliar, instruir, determinar e agir, mas, consoante o ensinamento do Apóstolo, não olvides que a bondade do Senhor vige nos alicerces de tudo o que tens e reténs, a fim de que te consagres ao serviço dos semelhantes, na edificação do Mundo Melhor, não como quem assim procede, através de constrangimento, mas de livre vontade. Há quem diga que o lar é o ponto do desabafo, o lugar em que a pessoa se desoprime. Reconhecemos que sim; entretanto, isso não é razão para que êle se torne em praça onde a criatura se animalize. Pacifiquemos nossa área individual para que a área dos outros se pacifique. Todos anelamos a paz do mundo; no entanto, é imperioso não esquecer que a paz do mundo parte de nós. EMMANUEL 4
7 miolo_agosto.qxd 7/12/ :49 Page 5 SERVIÇO SÉRIE ACONTECEU COM... (6ª PARTE)...ANÁLIA FRANCO Em 1914 Anália Franco criava a Liga Educativa Maria de Nazaré, destinada a auxiliar, nas localidades do interior do Estado de São Paulo, as escolas maternais, creches, asilos e colônias fundadas pela Associação Feminina Beneficente e Instrutiva. Com a grave responsabilidade da manutenção de centenas de crianças, Anália Franco não se deixou abater e, apesar dos seus 58 anos de idade, lançou mão de todos os meios para que o pão não faltasse à sua grande família espiritual durante vários anos. Organizou festas, insistiu junto a velhas amizades, bateu a todas as portas e, por algum tempo, conseguiu remediar a situação. Mas esses recursos chegaram ao fim, e a bolsa do povo estava esgotada. Em tal emergência, fez o seguinte: acompanhada do corpo docente do Asilo-Creche, foi numa ronda de caridade percorrer várias cidades de São Paulo e vilarejos remotos objetivando angariar donativos para suprir as prementes necessidades da Associação. Encontrando em todas as localidades, carinhosa acolhida por parte das autoridades e do povo em geral, Anália Franco pôde amealhar alguns recursos para minorar a situação. Certamente é dessa ocasião um fato de profunda beleza espiritual, narrado pelo correspondente de grande jornal da época. Evocando a vida e a obra do padre Euclides Gomes Carneiro, a quem se devem notáveis obras assistências em diversas cidades bandeirantes, o referido repórter relembrava mais adiante, a passagem que se segue, transcrita em seu jornal em abril de 1967: Assistimos, há mais de 40 anos, a um episódio que ficou para sempre gravado em nossa memória. O fato verificou-se em uma das dependências da Sociedade Legião Brasileira. Dona Anália Franco, emérita educadora, que se entregava, de corpo e alma à prática do bem, havia chegado fazia poucos dias a Ribeirão Preto, acompanhada da banda musical "Operárias do Bem", formada de moças e meninas pertencentes a um orfanato da cidade mineira de Uberaba. Viera a convite do líder espírita Alexandre Gomes de Abreu. Uma vez em Ribeirão Preto, D. Anália Franco procurou conhecer pessoalmente o padre Euclides, cuja fama de caridoso já havia, de há muito, transposto os lindes desta cidade. Para tanto, dirigiu-se à Sociedade Legião brasileira, onde o encontraria. Em se tratando de uma espírita convicta, os dirigentes da Legião receavam que algo de desagradável pudesse verificar-se quando o padre Euclides, como era de seu hábito, chegasse à Sociedade. Demonstraram, por esse receio, que ainda não conheciam bem o virtuoso sacerdote. Dona Anália, ao vê-lo chegar, foi ao seu encontro, cumprimentando-o respeitosamente, mas sem exagero, ao mesmo tempo em que lhe dizia: - Padre Euclides, eu vim a Ribeirão Preto para aprender, com o senhor, a praticar a Caridade. - Dona Anália - respondeu-lhe o sacerdote -, a senhora está enganada. Não veio aprender, mas sim ensiná-la. Eu tenho esta batina, que me abre muitas portas e até mesmo muitas bolsas. A senhora professa uma doutrina, tão nobre quanto qualquer outra, mas ainda pouco compreendida e que lhe dificulta os passos. Mas eu e a senhora seguimos o mesmo caminho, procurando minorar o sofrimento alheio. Esta é a verdadeira lei de Deus! Depois desse encontro, o mal-estar dissipou-se por completo, e a cordialidade reinou entre os presentes, demonstrando que a caridade, quando 5
8 miolo_agosto.qxd 7/12/ :49 Page 6 SERVIÇO verdadeira, como a praticavam o padre Euclides e D. Analisa Franco, une os corações e os transporta ao Criador. No dia seguinte, era o padre Euclides que visitava D. Anália Franco e as Operárias do Bem. Como não podia deixar de ser, foi ele bem recebido, com vivas demonstrações de simpatia. Sua visita tinha uma finalidade: levar-lhes o primeiro donativo que receberiam em Ribeirão Preto....ACONTECEU COM CHICO XAVIER Como sempre, estava o grupo de Chico reunido para o habitual culto do Evangelho ao ar livre. Após a prece inicial, o Evangelho nos ofertou um trecho do cap. X: "Bem aventurados aqueles que são misericordiosos". Embora um tanto abatido, Chico pede para falar. Ele faz questão de frisar que está interpretando o pensamento de Emmanuel. Principia por dizer que qualquer pessoa, para obter um certificado de competência na escola, leva 10, 15, 20 anos... "Cada um de nós vem à Terra para aprender, aprender a amar... Não viemos para aprender a ser amados, mas sim, a amar. Na ciência do amor, o perdão com a misericórdia tem os lugares mais importantes... Viemos para a Terra com os nossos débitos e com as nossas qualidades. A primeira oficina para o aprendizado da misericórdia é o lar com a família. Dentro da casa ou no campo de consangüinidade, encontramos as ocasiões mais excepcionais para o exercício do verdadeiro perdão (...) esquecimento do mal de maneira mais autêntica." "Consultemos o nosso coração se já sabemos receber uma palavra mais alta, se nos comportamos dentro da casa como junto às autoridades... Temos tanto que aprender no relacionamento com os pais, tios, irmãos... Perdão é matéria para todo dia, para toda hora." "Veio para nós também uma época do perdão consciente; conhecendo o mal, mas sabendo que o mal existe dentro de nós. Ao mal que alguém nos haja feito, vamos ver se somos capazes de silenciar e perdoar de coração. Perdoar os erros de um esposo, de uma esposa, perdoar os erros de um pai, de determinada mãezinha." Destacando a necessidade de combater o amor próprio e que não estamos em família para exercer o ressentimento, ainda considera Emmanuel, através do nosso Chico: "Vamos pedir a Deus que nos ajude a perdoar dentro de casa, porque quem não vê os defeitos, tem mais facilidade para reencontrar os caminhos iluminados do amanhã". O Chico, agora para encerrar, conta: "Em Pedro Leopoldo, fomos procurados por uma senhora sofredora que era casada há 18 anos... Tinha lições difíceis para dar; seu esposo e seus dois filhos eram complicados; era obrigada a pensar em perdão, bondade e em compaixão muitas vezes por dia." Ela pedia a Emmanuel uma orientação. Ele respondeu que ela deveria continuar perdoando sempre. Ela replicou que já estava cansada, doente, ao que o nosso benfeitor redargüiu lembrando que existiam milhões de pessoas no mundo, cansadas e doentes também... Emmanuel recordou o que disse Jesus a Pedro: - Perdoarás setenta vezes sete. Aquela irmã respondeu, então: "Olha, meu caro amigo, eu já fiz as contas e eu já ultrapassei em 18 anos, o número quatrocentos e noventa..." Depois de uma breve pausa, Emmanuel lhe falou, por fim: - Mas você se esqueceu de uma coisa: é perdoar setenta vezes sete CADA ofensa... Embevecidos com o ensinamento e num clima de muita alegria, a reunião foi encerrada com uma prece. 6
9 miolo_agosto.qxd 7/12/ :49 Page 7 CIÊNCIA COMPLEXOS AFETIVOS Jorge Andrea Jung, no começo do século XX, fazendo experiências sobre a associação de idéias, percebeu a existência de certas resistências no psiquismo, com formações de blocos específicos de energias, aos quais denominou de complexos afetivos. As experiências das associações constam de uma série de palavras que são proferidas; a cada palavra proferida haverá a palavraresposta, no menor espaço de tempo possível. O tempo será cronometrado e a palavra que vier à mente do analisado será avaliada. Bem claro que existirá uma velocidade média das reações. A depender das respostas, e principalmente quando há certa demora diante da palavra proferida, percebe-se que existirá o desenvolvimentode certos estados de consciência, cujo conteúdo energético estará relacionado ao complexo afetivo. O complexo afetivo pode ser entendido como um bloco coeso de energias, arregimentado nas razões emocionais íntimas de cada ser, mostrando autonomia, bastante oscilante e fugaz; por isso, sem submissão às medidas da consciência. Diante desses fatos, analisados por muitos anos, Jung revelou, com certa maestria, que o homem não possui complexo, mas os complexos é que acabam possuindo a natureza do bem. O complexo se mostra sem aviso e raramente será suplantado pela vontade consciente; tanto que pode ocultar-se, mas não desaparece. São reações do psiquismo coligadas à zona espiritual ou do inconsciente de difícil demarcação, e que, por isso mesmo, podemos relacioná-lo com as reações cármicas - reações desenvolvidas em face das etapas pretéritas do Ser. Quando os complexos se exteriorizam, pelos seus impulsos emocionais, poderíamos avaliálos em duas posições: o impulso seria anímico, do próprio psiquismo do Ser em que se encontra implantados, ou por sugestões externas, o que vale dizer por informações mediúnicas. Explicando esta última posição, diremos que o bloco energético do complexo, com suas irradiações (quase sempre patológicas e desencontradas), acaba sintonizando com os campos espirituais (Espíritos desencarnados) afins,incorporando energias que se exteriorizarão pela zona consciente do paciente. Esse mecanismo, em última análise, por desenvolver dores de caráter moral, será mecanismo de liberação, principalmente se a fonte do complexo se esgotar pela catarse em realização. Mas, se as fontes do complexo continuarem ativas, pelas influências externa (Espiritos desencarnados), poderão determinar até lesões definitivas na tela consciente, onde se refletem. Diríamos em linguagem espírita - o paciente acabará obsidiado por um processo de duradoura influência. Dessa forma, achamos que a doutrina Espírita encontra-se aparelhada na compreensão e combate do processo em pauta. Compreendido o modo de instalação do processo no Espírito ou zona do inconsciente, por desarmonias pretéritas, o pagamento das energias destoantes desses campos só se darão mediante os tampões positivos das realizações e construções. Só o trabalho, o auxílio que o doente possa desenvolver nos caminhos do bem, sem agressões, poderão sanar, pouco a pouco, por um assíduo e constante mecanismo de neutralização. O bem seria a princípio, o agente neutralizador, seguindo-se o mecanismo burilador (absorção das realizações), para finalizar num processo de construção positiva nas raízes da alma. Os complexos afetivos sempre existiram sob formas diversas de avaliação ligadas às variadas épocas da humanidade. Os antigos interpretavam os complexos (essas fontes de energias destoantes) como demônios; e muita gente foi queimada em nome de Deus. Diante de tais fatos, os complexos são autônomos, eles existem e tomam o indivíduo; não é uma criação do Ser, tal como possa parecer, mesmo compreendido como uma idéia delirante. São cargas imensas de energias que despontam dos labirintos do Espírito, dando-nos idéias de ser uma antiga construção. Em outros termos: diante da mecânica reencarnatória a chama do complexo já se encontra presente e, como tal, transferida, a pouco e pouco para a zona consciente, onde se permite filtrar e escoar. Neste desembocadouro, neste exaustor ideal do Espírito que é a zona consciente, o desaparecimento do complexo afetivo se vai observando pela formação das dores 7
10 miolo_agosto.qxd 7/12/ :49 Page 8 CIÊNCIA psicológicas (ansiedade, distúrbios neuropsicóticos, etc.) O complexo traz, assim, estruturações calcadas nas vidas pretéritas. Suas energias explodem por uma espécie de expansão própria (razões cármicas), ou despertados por influências espirituais que afinizam com essas estruturas do Espírito. A influência espiritual em desalinho (sempre por sintonia) pode desaparecer depois de certo tempo de atuação, principalmente às expensas das sessões espíritas de desobsessões, ficando, entretanto, a zona atritada, como uma sarsa ardente, ainda em atividade por algum tempo, propiciando sintomas. Este momento, ainda delicado, deve merecer constantes orientações positivas, com as quais favoreçam o campo de equilíbrio do psiquismo de profundidade. A grande dor dos complexos está no medo. O paciente sente um medo dsconhecido, sem saber explicar o porquê de tão inquietantes pensamentos; mas, esse medo será o mecanimo pelo qual o sofredor pode projetar-se nas atitudes positivas e desenvolver o amor integral, mais preciso e ordenado, tão raro ainda na sociedade dos homens. As forças dos complexos afetivos, participando do arcabouço psicológico do indivíduo numa determinada romagem reencarnatória, portanto, como força anímica ou desencadeada pela ação de Entidades Espirituais que vibram na mesma faixa do Ser, oferecem o grande caminho para apreciação e estudo da zona espiritual ou do inconsciente. Apesar de Freud ter sido o descortinador dos véus da alma, achava que lá só se chegaria às custas dos conhecimentos e interpretações dos sonhos. Jung com maior penetração,nos diz: Chegaremos à intimidade do psiquismo pelas explosões dos complexos, que são, sem sombras de dúvidas, os provocadores dos sonhos. Neste pensamentos, interpretamos que o nosso psiquismo, produtor de sonhos, terá símbolos outros semelhantes, em tudo, aos complexos. Com os complexos mostram o medo e a repulsa, em face das duas desconcertantes apresentações, todos tentam fazer desaparecê-los a qualquer custo - o doente, o médico, o amigo, o conselheiro. Foi por isso que Freud, ao perceber essas energias destoantes, em que todos desejam, expulsar da zona consciente (zona de suas manifestações), criou o inconsciente na base de uma teoria de recalques; o inconsciente seria o protótipo dos recalques, onde movimentam num porão de calamidades e, como tal, fartos em elementos imorais. Os complexos, em atingindo limitada zona do Espírito ou zona do inconsciente, com efusão de energias angustiantes e praticamente focos das doenças mentais, pode revelar pequeníssimo campo do psiquismo e, assim mesmo, de modo bem restritivo, deixando o resto do Espírito livre e ainda desconhecido pela ciência. A psicologia futura é que poderá melhor dizer sobre essas energias do psiquismo de profundidade, quando os campos do pensamento humano estiverem soando em uníssono, sem sequelas e desavenças do nosso século inquieto. O futuro oceano do Espírito, sem os vagalhões do momento atual, comportando-se como superfície lisa e espelhosa (zona consciente), poderá permitir, em seguros e mais ajustados mergulhos, o conhecimento de suas organizações. Por enquanto, o que se observa é que o complexo ocupa grande extensão da zona consciente, envolvendo-a afetivamente, numa totalidade de propósitos, apesar da vontade consciente de ocultá-las. Todos os complexos não afetivos estão montados em estruturas espirituais que buscam, em seus impulsos, colher as experiências que as romagens reencarnatórias propiciam. A efusão desse campo, sem os complexos afetivos, mostram típicos impulsos primitivos (instintivos), a necessidade do buril das experiências para as suas construções; nestas construções é que o Espiritismo vai se lastreando, avançando, maturando e evoluindo. As tendências, a se mostrarem no psiquismo de superfície, ou zona consciente, traduzem, também verdadeiros complexos, semelhantes aos complexos afetivos, porém sem características dolorosas, por isso denominado de complexos autônomos. Preferimos denominar estes complexos autônomos de forças-do-espírito, pois, são 8
11 miolo_agosto.qxd 7/12/ :49 Page 9 CIÊNCIA realmente naturais impulsos reclamando maturação. Achamos, mesmo, que essas forças fazem parte da mecânica evolutiva que os seres possuem e carregam em sua intimidade, com suas respectivas descargas emocionais ou não, na zona consciente. Daí,a célebre frase: Fulano nasceu para tal atividade; Sicrano, jamais conseguiu fugir ao seu destino; Beltrano, tanto burilou e melhorou as suas tendências e impulsos que conseguiu atingir a meta de seus sonhos. Assim, podemos dizer que as forças do Espírito, pelos seus núcleos arquetípicos, serão tanto mais primitivos e instintivas quanto menos evoluído for o indivíduo. São forças que ainda não foram dominadas e equacionadas pelo buril das experiências e vivências na carne. São forças impetuosas por serem imaturas e não desejarem perder o impulso; mas, todas elas trazem o selo do passado carimbado nos atos da consciência, queiramos ou não. O adequado exemplo está no Cristianismo, do qual a Civilização, principalmente a Ocidental, se encontra impregnada. um exemplo bem próximo a nós, pertencente aos arraiais espíritas: alguns adeptos e profientes da Doutrina Espírita, conhecendo as normas kardequianas e o pensamento de universalidade do Espiritismo, ao lado do processo renovador da reencarnação, aqui e ali, procuram inserir idéias tipicamente dogmáticas que não encontram respaldos na Doutrina, apenas fazendo parte de lastros pessoais pretéritos, às vezes envolvidos em grupo humano afim, onde o conteúdo emocional deseja encontrar apoio num raciocínio de atualidade. São indivíduos que ainda não se livraram de certos e determinados complexos afetivos. Claro que um dia, com esforço e entendimento mais profundo, neutralizarão esses impulsos que, no momento, tentam uma espécie de revivescência. Essas condições de conteúdos emocionais são tão fortes que o próprio raciocínio do Ser obnubilase, deixando a certeza da conclusão dos pensamentos às expensas dos blocos das simpatias internas pregressas e de suas inexplicáveis demarcações. Desse modo, a herança milenar do Espírito se assenhoreia do processo necessitado de correção. Na abordagem dessas proposições chegamos à conclusão de as raízes do Espírito ou zona do inconsciente, pela efusão de suas incontidas energias, retrataram a existência de núcleos ou arquétipos da alma. Importante, também, é a exigência da Evolução nessas estruturas do psiquismo, quando busca constantemente alicerces para novas formas de consciência, dentro de etapas periódicas propiciadas pelo único mecanismo tradutor do processo - a reencarnação. FONTE: Andrea, Jorge; ENFOQUE CIENTÍFICOS NA DOUTRINA ESPÍRITA ; Ed. Samos; 1 Edição. 9
12 miolo_agosto.qxd 7/12/ :49 Page 10 PANORAMA OS MUNDOS MORTOS O problema dos mundos mortos vem preocupando alguns leitores que nos perguntam: Como explica o Espiritismo a existência desses que não servem para nada? O Espiritismo considera o Universo como um sistema, uma espécie de organismo vivo, constituido de matéria e espírito em constante interação. Os mundos se movimentam no espaço infinito segundo leis precisas, que permitem aos astronautas viajarem de um mundo para outro. O número de mundos vivos, dotados não só de vida vegetal e animal, mas também de vida humana, é maior do que podemos imaginar. Mas entre os mundos vivos existem os mundos mortos, de aparência apenas mineral. Para que servem esses mundos vazios? Consulte o leitor o capitulo do LIVRO DOS ESPÍRITOS intitulados Mundos Transitório, que começa no n.º 234, e terá a resposta que nos pede. Mas não pense que essa resposta é absoluta, que realmente solucione o problema dos mundos mortos. Ela é dada segundo a nossa capacidade atual de compreensão. Revela apenas a finalidade desses mundos que está mais ao alcance das nossas idéias, do nosso raciocínio. É conveniente sempre que estamos condicionados a uma situação particular, habituados às condições da vida terrena. Os mundos sem vida servem, segundo explica O LIVRO DOS ESPÍRITOS, de pouso para os espíritos da erraticidade em suas missões cósmicas. Porque os espíritos são uma das forças naturais do universo, estão por toda parte e exercem suas atividades no espaço interplanetário, nos planetas e seus satélites e até mesmo no interior dos vários globos. Os espíritos agem na Natureza como forças inteligentes, dirigidos sempre por entidades superiores. As lendas referentes a gnomos, fadas, silfos, duendes e tantas outras figuras do folclore e mitologia dos povos têm sua origem na existência dos espíritos que trabalham nos diversos elementos na Natureza. É por isso que a Lua, mundo morto, na verdade possui vidas imperceptíveis para o homem. Não podemos considerá-la como um caráter sideral, pois ela é antes um laboratório natural. Além disso, exerce funções de equilíbrio no sistema solar, particularmente em relação à Terra, sobre a qual atua através de energias magnéticas, gravídicas e outras ainda desconhecidas. Nada existe inútil no Universo. A economia cósmica não conhece o desperdício, embora tenhamos, em nossa lógica puramente humana, a impressão de que os desperdícios são enormes. As pesquisas cósmicas, ainda em início, irão mostrar aos homens uma visão mais complexa do Universo, por isso mesmo mais rica e mais bela. A visão que o Espiritismo nos deu há mais de um século. FONTE: Pires, J. Herculano; O HOMEM NOVO ; 1 Edição; Ed. Correio Fraterno. Agora você pode pesquisar números anteriores de INFORMAÇÃO no site: 10
13 miolo_agosto.qxd 7/12/ :49 Page 11 JUVENTUDE O JOVEM E SEUS PROBLEMAS CRIAÇÃO E EVOLUÇÃO Se Deus não criou o homem da maneira como a Bíblia conta, como é que Deus criou o homem, segundo o Espiritismo? Em nosso estágio de conhecimento, ainda não sabemos. Podemos, no entanto, presumir, por comparação, como isso ocorreu. Moisés, há mais de 3 mil anos atrás, precisou explicar para o seu povo como ocorreu a criação, pois, essa preocupação já existia naquela época. Como não podia saber nada de evolução, pois naquele tempo não havia ciência, ele imaginou que o Ser humano fora criado pronto e acabado. Por isso, Moisés descreveu a criação de Adão - e, depois, a de Eva - baseando-se no trabalho do oleiro. O oleiro é aquele artesão que trabalha com barro, podendo a partir da matéria prima fabricar tijolos, telhas ou vasilhas, dando aos objetos a forma e a utilidade que deseja. A criatividade do oleiro serviu de inspiração para Moisés, que comparou Deus ao oleiro e o ato da criação do homem à ação que o oleiro exerce sobre o barro. Era assim que o homem antigo entendia a criação. Como hoje sabemos que a natureza obedece à lei da evolução, sabemos também que nenhum ser vivo foi criado como ele é atualmente. A vida na Terra é produto de bilhões de anos de transformação e aperfeiçoamento, de modo que não há um Ser vivo sequer que esteja completamente pronto, completamente acabado - nem mesmo o Ser humano. A Biologia - ciência que estuda a vida - nos dá conta de que os primeiros seres vivos, que surgiram na Terra, eram extremamente simples, seres microscópicos constituídos de uma única célula, como as amebas, por exemplo. Portanto, podemos imaginar que o Ser humano - formado por dezenas de trilhões de células - teve também origem numa única célula. Para termos uma idéia mais precisa sobre esse processo da evolução, podemos nos basear no que acontece com a vida pré-natal do organismo humano. Inicialmente, o espermatozóide do pai fecunda o óvulo da mãe, surgindo, então, a célula-ovo. É a célula inicial que vai se multiplicar rapidamente, formando ao longo do tempo um corpo que, de embrião se torna feto e, depois nasce como um bebê. André Luiz compara esse processo - que acontece, mais ou menos, durante 9 meses - ao lento processo de evolução que aconteceu com a espécie humana durante bilhões de anos. A filogenia recapitula a ontogenia, ou seja, a evolução da vida intra-uterina repete em alguns meses o que ocorreu ao longo da evolução do Ser humano sobre a face da Terra. Desse modo, não é difícil compreender que a criação é uma obra complexa. Não é um simples passe de mágica, como poderíamos imaginar, em que um boneco de barro, de repente, se transforma num Ser humano. Ela é fruto de uma elaboração extremamente complexa e demorada que vai buscando formas cada vez mais perfeitas ao longo do tempo. Antes de o homem Ser homem - isto é, antes de adquirirmos a forma e as potencialidades humanas que temos atualmente - viemos caminhando pelas estradas tortuosas do tempo, passando por múltiplas formas de vida, desenvolvendo o corpo e o espírito, até podermos alcançar a condição de seres inteligentes que somos hoje. Os vegetais e os animais igualmente vieram evoluindo, assumindo as mais variadas formas, mas apenas uma espécie - que hoje é a espécie humana - conseguiu ultrapassar os limites da irracionalidade, alcançando a condição de Ser inteligente, conforme podemos ler em O LIVRO DOS 11
14 miolo_agosto.qxd 7/12/ :49 Page 12 JUVENTUDE ESPÍRITOS de Allan Kardec. CULTOS E ORAÇÕES Em que o Espiritismo se baseia para condenar o uso de velas e de imagens nos cultos e orações?" (Maria Célia de Souza - Pirajuí - SP) O Espiritismo só condena aquilo que traz prejuízo às pessoas e à sociedade. Não pode condenar as manifestações de fé de quem quer que seja. Cada um tem a sua maneira de se relacionar com Deus, e o importante e fundamental não é a forma como você ora, mas o que você traz no coração, o seu sentimento, as suas intenções. Quando as intenções são boas, quando o sentimento é bom, justifica-se o ato praticado, desde que ele não seja prejudicial a ninguém. No último capítulo de O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO, referindo-se à prece, Kardec afirma que "a forma não é nada, o pensamento é tudo", que Deus não leva em consideração se você ora numa língua ou noutra língua, se você pertence a esta ou àquela religião, mas considera tão somente aquele sentimento que você traz no coração. No entanto, o Espiritismo, como doutrina, não adota os cultos e os rituais das religiões, por uma questão de coerência com os princípios que ensina, entendendo que as pessoas - que já conseguem compreender essa doutrina - não precisariam recorrer às práticas religiosas antigas. Na sua fase inicial, a criança, para fazer uma simples operação matemática, precisa usar os dedos para contar; mas, quando já desenvolveu o pensamento abstrato, abandona naturalmente essa prática. Tudo é uma questão de evolução. Assim também quem já desenvolveu a compreensão espírita: não precisa mais de apetrechos materiais para fazer suas orações. Se o pensamento é tudo, por que teríamos que acrescentar algo que não terá influência na prece? Por exemplo: sabemos, no Espiritismo, que, para orar, não precisamos necessariamente nos ajoelhar e nos dirigir a um templo, não temos necessidade de uma veste especial ou de realizar um ritual qualquer; basta elevemos o pensamento a Deus, em qualquer momento ou em qualquer lugar, e manifestemos tudo de bom que trazemos no coração, para que essa manifestação pura e sincera ( mesmo que seja apenas de alguns segundos) tenha um grande valor espiritual. Contudo,o Espiritismo respeita todos os tipos de manifestação sincera, de todas as religiões, porque sabe perfeitamente que o valor da prece não está na forma, mas no sentimento de quem ora, como já dissemos. Aliás, é bom que você saiba que esta maneira de encarar a prece não foi inventada pelo Espiritismo e, sim, por Jesus, quando ensinou os discípulos como orar. Jesus não teve templos, nem se preocupou com formalidades, pois foi justamente isso que mais combateu nos fariseus. Basta lermos os evangelhos e vamos ver que Jesus fez da oração um ato pessoal, intimo, extremamente simples e particular, sem qualquer conotação cerimoniosa, ao mesmo tempo em que criticou a hipocrisia daqueles que, ao fazerem seus cultos, apresentavam-se em praças públicas, promovendo grande alarido e manifestações de massa, chamando a atenção do povo. Esses, disse Jesus, já receberam a sua recompensa. DEUS E A CIÊNCIA Será que vai chegar um dia a Ciência vai reconhecer a existência de Deus? (Tiago D. Meira - Cafelândia - SP) Talvez estejamos caminhando para isso, Tiago; mas acreditamos que essa possibilidade está num futuro ainda remoto. Para isso, teríamos de ter uma 12
15 miolo_agosto.qxd 7/12/ :49 Page 13 JUVENTUDE completa reformulação da ciência, que só o tempo será capaz de exigir, pois, além da experiência histórica negativa que a Ciência teve com a religião, ainda temos muito que melhorar espiritualmente para transformarmos a Ciência num instrumento efetivo e exclusivo do bem. Contudo, precisamos fazer uma distinção entre a Ciência e o cientista. Existem cientistas ateus e existem cientistas que acreditam em Deus. Esse fato não impede que ambos trabalhem pela Ciência, porque a Ciência, em si, não cogita de Deus; seu objeto é o estudo da matéria, das causas materiais dos fenômenos físicos e não das razões por que o universo existe, ou se existe ou não existe um princípio criador. Quando a Ciência surgiu, há cerca de 5 séculos passados, ela estava ligada à Religião, pois os próprios cientistas eram religiosos. Galileu e Newton, por exemplo, expressões máximas desses períodos, referiam-se a Deus em seus escritos e viam as leis do Universo como leis de Deus. Mas nessa época, a Religião, representada pela Igreja Católica, ainda era o conhecimento dominante no mundo e era ela que estabelecia o que devia ser e o que não devia ser aceito pela ciência, segundo seus próprios interesses. Por isso, muitos cientistas foram perseguidos, como o próprio Galileu, e outros até sacrificados porque ousavam discordar da Igreja. Aos poucos, os homens que pesquisavam a natureza e suas leis, foram percebendo que o mais sensato seria desvincular por completo a Ciência da Religião, porque a pesquisa dos fenômenos naturais não poderia depender simplesmente da fé, mas deviam estar apoiados em fatos. E isso veio acontecendo, de tal forma, que no século 19 ( século em que surgiu o Espiritismo) já havia uma nítida separação entre a verdade científica e a verdade religiosa. Quando o astrônomo e matemático francês, Laplace, apresentou a Napoleão um modelo explicativo do movimento dos astros, o imperador lhe perguntou onde estava Deus na sua teoria e ele respondeu dizendo que não foi preciso recorrer à essa hipótese. Estava, assim, definitivamente rompida as relações entre o saber científico e a verdade religiosa. Daí em diante, a Ciência voltou ao estudo do mundo material, sem considerar ou se preocupar com a existência de Deus. Ela passou a se ocupar exclusivamente do mundo visível, palpável, aquele que pode ser observado, medido, calculado, experimentado. Seu objetivo passou a ser única e exclusivamente a descoberta das leis que regulam os fenômenos da natureza - como a chuva, o vento, os vulcões, as doenças, o movimento dos astros, etc. Desse modo Deus não podia ser uma cogitação da Ciência materialista. Todavia, a concepção de Deus continuava a ser objeto de interesse da Filosofia e da Religião. A religião tratava Deus sob o ângulo da fé e a Filosofia cuidava de Deus do ponto de vista do raciocínio. Allan Kardec, em suas obras, ainda faz essa nítida distinção entre Ciência e Religião. Ele diz que a Ciência é o estudo da matéria e que o Espiritismo é o estudo do Espírito e que, no futuro, haveria uma forte ligação entre eles, porque um depende do outro, mas cada um preservaria as suas próprias características. Para Kardec, o estudo do Espírito deve ter realmente uma área própria, diferente da área de estudo da Ciência. Entretanto, depois de Allan Kardec, alguns cientistas de renome - a exemplo do químico inglês William Crookes, do médico francês Charles Richet e do físico alemão Frederich Zöllner e muitos outros - resolveram estudar os fenômenos mediúnicos à luz da Ciência e descobriram muitos fatos significativos, acreditando que esses 13
16 miolo_agosto.qxd 7/12/ :49 Page 14 JUVENTUDE fenômenos também devem ser do interesse da Ciência; logo a Ciência poderia pesquisar também o Espírito, já que os fenômenos de materialização de Espíritos demonstram a existência de outros tipos de matéria, que podem ser objeto de estudo da Física. Esses precursores do estudo científico do Espírito - embora, até hoje, não tenham sido aceitos pela maioria dos pesquisadores por razões de preconceito - contribuíram para a que se criasse uma área específica desses estudos, a Parapsicologia, já no final do século 19, disciplina científica que tem seu próprio campo de investigação. Diante disso, é possível que as pesquisas nesse campo - ainda em fase embrionária - possam fazer com que o interesse pelo Espírito ganhe corpo no meio científico já neste século. O Dr. Hernani Guimarães Andrade, pesquisador espírita que desencarnou recentemente em Bauru (SP), tem uma visão otimista a respeito disso. E nós, de nossa parte, consideramos que o caminho para fazer com que a Ciência se interesse por Deus seja o das pesquisas sobre a sobrevivência da alma, certamente. A aceitação de que o Espírito humano sobrevive à morte é o maior passo para se chegar à concepção de Deus. Mensagens Assevera Paulo refletidamente: Porque noutro tempo éreis trevas, mas agora sois luz do Senhor; andai como filhos da luz. Raras pessoas conseguirão afirmar que desconhecem as tentações e os riscos do nevoeiro, mas todos nós, presentemente transformados ao clarão da verdade, podemos caminhar trilha adiante, renascidos na alvorada do conhecimento superior para o trabalho da luz. Em tôda a parte, repontam obras suntuárias, solicitando moderação e corrigenda, para que o abuso de poucos não agrave as aflições e as necessidades de muitos. Entretanto, porque o raciocínio rogue confrontações claras para estudos corretos, reconheçamos o realce, conquanto vazio e por vêzes ruinoso, de semelhantes cometimentos. Se a realidade espiritual te busca, ofertando-te serviço no levantamento das boas obras, não te detenhas, apresentando deformidades e frustrações. No clima da Boa Nova, todos nós encontramos reursos de cura e reabilitação, reerguimento e consôlo. Para isso, basta sejamos sinceros, diante da nossa própria necessidade de corrigenda, com o espírito espontâneamente consagrado ao privilégio de trabalhar e servir. EMMANUEL 14
17 miolo_agosto.qxd 7/12/ :49 Page 15 Se alguém não tem cuidado dos seus e, principalmente, dos da família, negou a fé e é pior do que o infiel. Paulo - (I Timóteo, 5:8.) Um dos objetivos da reencarnação é o de possibilitar ao Espírito devedor novas oportunidades de remissão. Desse modo, o Espírito nasce como homem ou mulher conforme a tarefa que lhe cabe realizar. Uma vez aqui, todos aspiramos à felicidade. Alguns esperam encontrá-la cedendo à inclinação sacerdotal, tendo uma vida celibatária e trabalhando em prol dos semelhantes. Mas, a grande maioria espera encontrá-la mesmo é no casamento, na constituição da família. Sem sombra de dúvidas, o Lar é a escola das almas. Mas, qual a diferença entre Casa, Família e Lar? A Casa é a habitação, o cimento, a madeira, tijolos, móveis. A Família são as pessoas que vivem juntas, em geral, na mesma casa: pai, mãe, filhos, genro, nora, avós e outros. A família é um grupo de Espíritos necessitados, em compromisso inadiável, para reparação e crescimento geral. Já o lar é o sentimento de união que envolve a família em prol da harmonia doméstica. Temos, então, no lar, dedicação, renúncia, harmonia, zelo, compreensão, amor. Se não há entendimento entre as pessoas que vivem juntas, podemos ter uma casa, uma família, mas não termos um lar. O ideal será podermos dizer: Lá em casa, na nossa família, temos um lar. Mas quantos de nós podemos dizer isso? O que temos feito para tornar nossa Casa um verdadeiro Lar? A melhor escola de preparação das Almas reencarnadas na Terra é o Lar, onde o indivíduo deve receber as bases do caráter e do sentimento. João Henrique Pestalozzi, ao ser procurado por uma mulher, que estava preocupada quanto à época de iniciar a educação de seu filho, perguntou-lhe: - Qual a idade da criança? - 3 anos - respondeu a mulher. - Então, vá correndo, concluiu Pestalozzi, porque você já está três anos atrasada. Dentro do conceito reencarcionista, diríamos que aquela mulher estava três anos e nove meses atrasada em sua tarefa educacional. EDUCAÇÃO A INFLUÊNCIA DOS PAIS NA CRIAÇÃO DOS FILHOS Eurípedes Barbosa Para que a família exerça sua função de educar, ncessário se faz ter como infraestrutura o amor recíproco entre seus membros. Necessita ter como pedras angulares a autencidade, onde os membros conhecem o papel de cada um: a mãe como força integrativa do lar; o pai exercendo autoridade; e os filhos, espera-se que aprendam a vencer o egoísmo e cultivem a fraternidade. Para que os pais exerçam a assistência, necessária se faz sua presença no lar não só de corpo, mas de alma, para dar aos filhos cobertura moral. Outra pedra angular é a harmonia que resulta de valores cultivados pelos pais e da autodisciplina dos filhos, enquanto a estabilidade compreende a definição clara dos ideais visados, a determinação de um quadro de valores a atingir. E como cúpula do reduto doméstico, a solidariedade que se exprime pelo calor humano, pelo compartilhamento de interesses. Na questão 582, de O LIVRO DOS ESPÍRITOS, Kardec pergunta: Pode-se considerar como missão a paternidade? E os Amigos espirituais respondem: (...) Deus colocou o filho sob a tutela dos pais, a fim de que estes o dirijam pela senda do bem (...). Apesar dos cuidados que lhe dispensaram, os pais não são responsáveis pelo transviamento do filho que enveredou pelo caminho do mal, cedendo às suas propensões do passado. Porém, se conseguirem desviá-los do mau caminho, maior mérito terão. Contudo, para isso, têm que trabalhar com persistência, buscando compreender o filho e colocando em prática os mecanismos de educação e amor... Façamos uma tomada de consciência das nossas responsabilidades para que, no futuro, não tenhamos o dissabor de vê-los desviados do bom caminho. Quantos pais são infelizes com seus filhos, porque não lhes combateram desde o princípio as más tendências! Por fraqueza, ou indiferença, deixaram que neles se desenvolvessem os germes do orgulho, do egoísmo e da tola vaidade, que produzem a secura do coração; depois, mais tarde, quando colhem o que semearam, admiram- 15
18 miolo_agosto.qxd 7/12/ :49 Page 16 EDUCAÇÃO se e se afligem da falta de deferência com que são tratados e da ingratidão deles. (Allan Kardec, O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. V, item 4, Ed. FEB.) Mas o que devemos fazer para preservar os vínculos familiares? Inicialmente, devemos priorizar as necessidades fundamentais de nossos filhos. Devemos preocupar-nos com o futuro deles, mas proporcionando-lhes, no presente, um ambiente repleto de amor, compreensão, ternura, paz e alegria. É imprescindível a presença dos pais efetiva e afetivamente no lar. A mãe, principalmente, deve ser a fonte perene de afetividade. O amor materno é tão indispensável quanto o Sol é para a vida das plantas. Ela tem a sublime missão de ser a despenseira de afeto. Segundo a Psicologia, a carência ou insuficiência do amor materno pode ser a resposta para distúrbios psicológicos do adulto, prejudicando sua adaptação à sociedade. A mãe precisa, ainda, estar preparada para ver o filho crescer, desprender-se de seus braços, buscar outros relacionamentos, desejar autoafirmar-se. Mas, o amor de mãe, para ser autêntico e corresponder aos desígnios da Providência, há de ser sobretudo doação, nunca possessão. O trabalho da mulher é sempre a missão do amor, estendendo-se ao infinito. (Waldo Vieira, Conduta Espírita, pelo Espírito, pelo Espírito André Luiz, cap. 1, FEB.) Por outro lado, o pai deve saber exercer a autoridade paterna. Pais existem que exercem domínio absoluto e cruel sobre os filhos. Valem-se dos métodos repressivos da ameaça, da surra, da crítica humilhante, das proibições sistemáticas. O que o pai consegue com essa atitude é uma submissão cega, o que fará dos filhos indivíduos tímidos, com sentimentos de inferioridade, ou revoltados, futuros tiranos da própria prole. Há pais que deixam os filhos à solta (e aqui estou falando de pai e mãe), permitindo-lhes tudo, satisfazendo a todos os seus desejos. Autoridade legítima é o processo pelo qual o pai ajuda o filho a crescer e a amadurecer, para que chegue à autonomia, sabendo que a liberdade tem um preço: a responsabilidade. Devemos ter em mente que a autoridade legítima é a força moral que o pai deve ter sobre o filho. Ó espíritas! compreendei agora o grande papel da Humanidade; compreendei que, quando produzis um corpo, a alma que nele encarna vem do espaço para progredir; inteirai-vos dos vossos deveres e ponde todo o vosso amor em aproximar de Deus essa alma; tal a missão que vos está confiada e cuja recompensa recebereis, se fielmente a cumprirdes. Os vossos cuidados e a educação que lhe dareis auxiliarão o seu aperfeiçoamento e o seu bem-estar futuro (...). Santo Agostinho. (Allan Kardec,O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO, cap. XIV, item 9, FEB.) Assim, os pais têm grande influência na criação dos filhos. Vamos exercer nosso papel no lar com segurança e continuidade. Tratando todos com igual solicitude, sem nunca demonstrar preferência. Castigando quando preciso, mas sabendo também desculpar, valorizar e incentivar. temos que ser coerentes, mantendo nosso ponto de vista acerca do que pareça certo ou errado. Procuremos ser cordiais, promovendo o afeto, a estima e a camaradagem, superando conflitos e mantendo nosso amor ante os erros dos filhos. Sabendo discernir entre o que é essencial e o que é secundário. Sejamos conciliadores, acatando as opiniões do grupo familiar, ao invés de impor apenas as nossas. Para que cumpramos com nossa missão enquanto pais, devemos acompanhar de perto a vida de nossos filhos, evitando dar mostras de impaciência, irritação ou cólera. Dando sim quando julgarmos que possamos dá-lo, tendo a coragem de dizer e manter o não, sempre que isso se faça necessário. Por fim, coloquemos em prática os ensinamentos espíritas. Procuremos estar sempre bem informados, para saber interpretar os acontecimentos do mundo e repassá-los aos nossos filhos. Tenhamos prestígio com eles por meio de nossos exemplos. FONTE: Reformador, nº
19 capa_agosto._ok.qxd 15/9/ :49 Page 4 Aprendendo com Chico Xavier Certa vez apareceu ao Chico um espírito que rescendia a ácool. Puxou conversa: - Chico, eu também pertenço à sua equipe. - Deus o abençõe, meu irmão, saudou-o o Chico. - Acho que você não está acreditando, mas é verdade, Chico. E sabe o que eu faço? Quando desencarnam espíritos muito apegados ao corpo e não querem deixá-los, eu entro no túmulo e tenho que retirá-los à força. Então, para suportar o cheiro da carne humana em decomposição e ter um pouco de coragem, tomo meus goles. Que você acha? - Ah! meu irmão, disse-lhe o Chico, seus goles são abençoados. Quando eu desencarnar você vai ter que tomar muitos para me retirar do corpo. * Um senhor perguntou ao Chico o que ele achava de dar dinheiro a um alcoolatra e explicou? - Em minha cidade, tenho um conhecido nestas condi;óes. Sempre me pedia alguns trocados e eu lhe dava, mas depois observei que, ao ganhar o dinheiro, ele tomava seus goles. Com isto, pensei que estava contribuindo para que ele se embriagasse e, assim sendo, parei de dar-lhe dinheiro. Na sua hesitação de consciência, inquiriu: - O que você acha da minha atitude? O Chico, ao ouvir aquela confidência, relatounos que também ele, certa ocasião, em Pedro Leopoldo, fora tomado de escrúpulos em caso semelhante. Negou ajuda a um pedinte e, quando este, desapontado, se retirava, notou a seu lado a presença espiritual de Emmanuel a lhe indagar o porquê da recusa em auxiliar aquele amigo... - Mas o senhor não acha que, se eu lhe der o dinheiro - obtemperou o Chico -, ele irá beber? - Acho! - retrucou Emmanuel. - Mas, assim fazendo, o senhor não acha que estarei ajudanado-o a permanecer no vício? - Dê a ele dinheiro - retrucou -, mesmo que vá beber, porque depois ele irá dormir e naão irá prejudicar a ninguém!... * O homossexual deve-se aceitar ou deve lutar contra as suas tendências? Chico - Já li, de um analista de mérito, que toda amizade e que toda ligação espiritual, do ponto de vista afetivo, é parcela de homossexualidade no homem e na mulher; mas, o homossexual não poderá deixar a natureza de que é portador de um momento para outro como se ele estivesse condenado a não trabalhar, a não servir, quando nós sabemos que há tanto enfermeiro, tanto professor, tanta senhora digna que executam os deveres que lhe competem com muita eficiência e devotamento. Agora, o homossexual em sí deve evitar a pederastia; a pederastia, sim, é um problema suscitado pela ânsia do homem de esperimentar sensações, mas a homossexualidade está vinculada a um processo afetivo entre homens e mulheres do planeta, de modo que é um estado em que as almas se afinam para fazer o bem. Já a pederastia é muito diferente. Quando nós falamos homossexual, lembramo-nos logo de quadros infelizes, mas a verdade é que a homessexualidade está em toda pessoa que tem um amigo ou que tem deveres de fraternidade, de assistência para com o próximo. A pederastia é que é o grande problema que devemos evitar e entender como sendo uma condição desnecessária e mesmo imprudente da parte de todos os homens. E vamos dar ao assunto a cor que o assunto traz consigo: todo homem deve evitar a pederastia; toda mulher pode estar perfeitamente fora do lesbianismo, porque a nossa formação nos leva sempre para o caminho do que já fomos às vezes nós viemos para não ser mais o que já fomos e sim para aprender a considerar o que devemos ser. (extraido de CHICO, DE FRANCISCO de Andelino da Silveira (CEU); ENCONTROS COM CHICO XAVIER de Cezar Carneiro de Souza e KARDEC PROSSEGUE de Adelino da Silveira (CEU)).
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PROGRAMA DO CURSO DE DOUTRINA INTRODUTÓRIO
LIVRO DE PREPARO: Sinal Verde André Luiz/Chico Xavier Aula 1 Integração: Promover o acolhimento e a integração dos alunos Apresentar do Programa Aula 2 O que é o Centro Espírita Apresentar o Centro Espírita
Escola Básica e Secundária de Velas. Governo dos Açores. 2º Ciclo ENSINO BÁSICO. Planificação Anual de EMRC. 5 º Ano
Governo dos Açores Escola Básica e Secundária de Velas º Ciclo ENSINO BÁSICO Planificação Anual de EMRC 5 º Ano º Periodo Unidade Letiva - Viver juntos Competências chave Metas Curriculares B. Construir
Objetivos. Destacar a importância e benefícios da prece. Identificar as características da prece.
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D ia da ins pi r aç ão
I D ia da ins pi r aç ão Enigmas e soluções..indd 11 19/11/2015 12:54:08 Enigmas e soluções..indd 12 19/11/2015 12:54:08 Enigmas e Soluções 13 Na Revista Espírita de maio de 1865 (KARDEC), encontramos
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