BARRAGEM DE CAMPOS NOVOS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "BARRAGEM DE CAMPOS NOVOS"

Transcrição

1 3º SIMPÓSIO SIO DE SEGURANÇA A DE BARRAGENS E RISCOS ASSOCIADOS ACIDENTES EM BARRAGENS BRASILEIRAS BARRAGEM DE CAMPOS NOVOS LAILTON VIEIRA XAVIER CARLOS CORREA

2 LOCALIZAÇÃO

3 ARRANJO GERAL RIO CANOAS N , N ,00 666,00 Túnel de Vazão Sanitária 635, Ensecadeira 710,00 690, Túneis de Desvio Barragem Principal Casa de Força Vertedouro Túnel de Acesso Superior Tomada D água

4 BARRAGEM DE ENROCAMENTO COM FACE DE CONCRETO Altura Máxima = 202 m Volume = 12,5 milhões de m³ SEÇÃO TÍPICA

5 ETAPAS DE CONSTRUÇÃO DA BARRAGEM DE ENROCAMENTO COM FACE DE CONCRETO

6 DESVIO DO RIO 2 Túneis de 14x16m de seção comprimento ~ 900 m Com 3 comportas vagãois e 3 comportas gavetas, cada um. Comportas Gavetas para resistir a 180 mca.

7 DESVIO DO RIO 2 Túneis - comprimento ~ 900 m

8 VERTEDOURO 4 Comportas 17,4 x 20,0m; Capacidade m³/s

9 CIRCUITO DE GERAÇÃO 3 Unidades 293,3 MW turbinas Francis

10 CRONOLOGIA DAS OCORRÊNCIAS NA BARRAGEM 1º Rompimento 2º Rompimento Ruptura do Medidor de Junta entr as lajes Fissuras nas lajes 25/26 Lançamento de material fino

11 DIFICULDADES DE ACESSO AO LOCAL DO ACIDENTE ACESSO POR JUSANTE velocidades, turbulência, baixíssimo nível de oxigênio, presença de gases tóxicos e explosivos ACESSO POR MONTANTE profundidade excessiva, sucção com altíssimo gradiente de velocidades, turbidez de água presença das hastes e suportes no poço de acesso ás comportas

12 TENTATIVAS DE VEDAÇÃO Inspeção com ROV Ensaios no laboratório do FCTH-USP Estudos de distribuição de velocidades Estudos de impacto de peças nas estruturas Estudos de alongamento/rompimento de cabo dos guinchos Estudos de lançamento de concreto subaquático a grandes profundidades Lançamento de artefatos metálicos, seguido de outros materiais de vedação progressivamente menores

13 COLAPSO POR EVOLUÇÃO CAVITAÇÃO/EROSÃO NO VÃO 1 DO TÚNEL 2 Progressão da erosão devido ao jato com velocidade ~ 200 km/hora Corte do apoio lateral no trecho superior da comporta Encurvamento para jusante do topo da comporta Direcionamento do jato para o teto Erosão do teto da estrutura onde engasta o pilar entre os vãos 1 e 2 Perda de engaste levou ao colapso do pilar onde se apoiavam as comportas dos vãos 1 e 2

14 A abertura súbita dos vãos 1 e 2 do Túnel 1 provocou a liberação de uma vazão inicial máxima de cerca de m³/s - Esta vazão corresponde a um cheia com TR = 10 anos (já ocorrida várias vezes no local) - O rebaixamento total do reservatório ocorreu em 2 dias - Não houve qualquer dano pessoal ou material a jusante - Todos os trabalhos de salvamento foram desenvolvidos dentro de um plano de emergência, envolvendo todas as ações necessárias ligadas a comunidades, autoridades e demais agentes afetados - Não houve qualquer problema de estabilidade nas encostas do reservatório devido ao rebaixamento rápido

15 PLANO DE REENCHIMENTO DO LAGO Rio passando pelo Túnel 2 Estrutura do Túnel 2 foi condenada devido aos danos Tampão do Túnel 1 removido por detonação Comportas do Túnel 1 foram reabertas Estrutura do Túnel 2 foi ensecada por montante Rio desviado para o Túnel 1 Construído o Tampão do Túnel 2 Fechadas as Comportas do Túnel 1 Concretado o Tampão do Túnel 1

16

17 Desenho - Alternativa 4 UHE Campos Novos

18

19 PREMISSAS RECUPERAÇÃO E FECHAMENTO DOS TÚNEIS DE DESVIO Recuperação das Guias do TD-01; Recuperação das Guias do TD-02; Fechamento do TD-02 com Estrutura de Concreto ou Stop Log de 8 m; Execução de Pré-Tampão/Ensecadeira ou Pré-Tampão com 18 m no TD-02; Fechamento das Comportas do Túnel após cura do Bloco Montante do Tampão Definitivo TD-02;

20 OCORRÊNCIAS NA LAJE DA BARRAGEM EFC Acompanhamento Fotográfico do Rompimento da Junta entre as Lajes 16 e 17 ANTES DO REBAIXAMENTO DO RESERVATÓRIO Muro Parapeito 660, ,75

21 Acompanhamento Fotográfico do Rompimento da Junta entre as Lajes 16 e 17 Detalhe do Rompimento da laje

22 Acompanhamento Fotográfico do Rompimento da Junta entre as Lajes 16 e Vista da laje do Lago para o Muro Parapeito ~ 2,0m ~ 0,6m Vista da laje do Muro Parapeito para o Lago

23 Acompanhamento Fotográfico do Rompimento da Junta entre as Lajes 16 e 17 N.A ~ 2,2m 17 Vista da região da Laje 17 afetada próximo ao N.A.

24 Acompanhamento Fotográfico do Rompimento da Junta entre as Lajes 16 e Detalhe 16 Vista da região afetada ao longo da junta próximo ao N.A.

25 Acompanhamento Fotográfico do Rompimento da Junta entre as Lajes 16 e 17 Detalhe da Zona abalada próximo da El. 642

26 Acompanhamento Fotográfico do Rompimento da Junta entre as Lajes 16 e ,00 Trinca Longitudinal ao longo das Lajes 15, 16 e 17 Junta horizontal entre a 2º e 3º Etapa de Concretagem

27 Acompanhamento Fotográfico do Rompimento da Junta entre as Lajes 16 e 17 Detalhe da Armadura Longitudinal Exposta Junta horizontal entre a 2º e 3º Etapa de Concretagem

28 Fotos das primeiras trincas, antes do rebaixamento do lago

29 Reparos acima do NA Vista da remoção das partes soltas e detalhe dos blocos de concreto retirados da laje

30 Reparos acima do NA Vista do Bloco sendo rompido

31 Lançamento de Material pela crista

32 PRIMEIRO ENCHIMENTO DO RESERVATÓRIO

33 DEFORMAÇÕES HORIZONTAIS MARCOS SUPERFICIAIS (cm) (26/04/2006)

34 VISTA DA FACE DEPOIS DO REBAIXAMENTO DO RESERVATÓRIO

35 Trincas Transversais e Longitudinais em função do Excesso de Compressão Mapeamento das Lajes Trincadas

36 REPAROS APÓS REBAIXAMENTO DO RESERVATÓRIO E trecho E ª B 21 5ª 6ª C corte da junta 4ª corte da junta 3ª 16 trecho vertical B/C 1ª D trecho D Concretada 26/08 A 2ª corte da junta UT 453 UHE Campos Novos 01/09/06

37 FISSURAS AO LONGO DAS JUNTAS ENTRE AS LAJES 16 E 17

38 ROMPIMENTO DO CONCRETO E ESMAGAMENTO DAS ARMADURAS LONGITUDINAIS

39 MEDIDAS DO ESMAGAMENTO DA FACE NO SENTIDO LONGITUDINAL COMPRIMENTO DIRETO ~ 90cm COMPRIMENTO AO LONGO DAS BARRAS ~105cm ESMAGAMENTO ~ 15 cm

40 VISTA DAS ARMADURAS LONGITUDINAIS

41 DESPLACAMENTO DO CONCRETO ACIMA DA LINHA DE ARRANQUE DAS LAJES NA OMBREIRA ESQUERDA

42 RECOMPOSIÇÃO DA ARMADURA E DA JUNTA DE COBRE

43 REMOÇÃO DO CONCRETO ROMPIDO

44 MAP ASPECTO OF FISSURED DA FACE SLABS APÓS REMOÇÃO DO CONCRETO ROMPIDO

45 RECUPERAÇÃO DAS LAJES NA ÁREA ROMPIDA

46 TRECHOS ROMPIDOS JÁ RECUPERADOS

47 CORTE DAS JUNTAS DE COMPRESSÃO

48 INSTRUMENTAÇÃO ADICIONAL NA FACE

49 EXECUÇÃO DAS JUNTAS DE COMPRESSÃO

50 PROJETO DO ATERRO SOBRE AS LAJES

51 EXECUÇÃO DO ATERRO SOBRE AS LAJES

52 EXECUÇÃO DO ATERRO SOBRE AS LAJES

53 2º ENCHIMENTO NA ATÉ EL. 660,00 DEFORMAÇÕES HORIZONTAIS MARCOS SUPERFICIAIS (cm)

54 2º ENCHIMENTO NA ATÉ EL. 660,00 (ELETRONÍVEIS) DESLOCAMENTO PERPENDICULARES A FACE - LEITO DO RIO

55 SEGUNDO ENCHIMENTO NA ATÉ EL. 660,00 PERCOLAÇÃO

56

57

58 CONSIDERAÇÕES FINAIS As insvestigações e resultados da instrumentação instalada na face de concreto e no maciço não indicam nenhuma anormalidade no segundo enchimento do reservatório; A vazão de percolação pelo maciço está estabilizada, desde do reenchimento do reservatório a maior vazão registrada foi de 1,2 m³/s, durante mais de 8 meses; não existe perda de geração em função da vazão de percolação da barragem; o enrocamento, com poucos finos, não apresentam risco de pipping; a percilação não causo erosão no enrocamento; a estabilidade e completamente preservada; As BEFC são inerentemente seguras.

SUMÁRIO. CAPíTULO 1 APRESENTAÇÃO

SUMÁRIO. CAPíTULO 1 APRESENTAÇÃO SUMÁRIO CAPíTULO 1 APRESENTAÇÃO CAPíTULO 2 INTRODUÇÃO... 11 2.1 Generalidades 15 2.2 Conteúdo e Estrutura 16 2.3 Nomenclatura 16 2.4 Normas Técnicas "".""".".".".."".""."" 16 2.5 Definições 17 2.5.1 Níveis

Leia mais

IBRACON 2011 UHE FOZ DO CHAPECÓ

IBRACON 2011 UHE FOZ DO CHAPECÓ IBRACON 2011 UHE FOZ DO CHAPECÓ Novembro/2011 ACIONISTAS CPFL Geração de Energia S.A. - 51% FURNAS Centrais Elétricas S.A. - 40% COMPANHIA ESTADUAL DE ENERGIA ELÉTRICA Cia Estadual de Energia Elétrica

Leia mais

USINA HIDROELÉTRICA CAMPOS NOVOS BARRAGEM DE ENROCAMENTO COM FACE DE CONCRETO RELATO DO DESEMPENHO, OCORRÊNCIAS E RECUPERAÇÕES NA FACE DA BARRAGEM

USINA HIDROELÉTRICA CAMPOS NOVOS BARRAGEM DE ENROCAMENTO COM FACE DE CONCRETO RELATO DO DESEMPENHO, OCORRÊNCIAS E RECUPERAÇÕES NA FACE DA BARRAGEM COMITÊ BRASILEIRO DE BARRAGENS XXVII SEMINÁRIO NACIONAL DE GRANDES BARRAGENS BELÉM PA, 03 A 07 DE JUNHO DE 2007 T101 A15 USINA HIDROELÉTRICA CAMPOS NOVOS BARRAGEM DE ENROCAMENTO COM FACE DE CONCRETO RELATO

Leia mais

Estabilidade de Encosta em Tálus na PCH Monte Serrat. João Raphael Leal Karin Rodrigues Baran Engevix Engenharia

Estabilidade de Encosta em Tálus na PCH Monte Serrat. João Raphael Leal Karin Rodrigues Baran Engevix Engenharia Estabilidade de Encosta em Tálus na PCH Monte Serrat João Raphael Leal Karin Rodrigues Baran Engevix Engenharia Localização VI A O R FER ATERRO DE PROT. MARGEM MURO ESQUERDA BARRAGEM ENSECADEIRAS VERTEDOURO

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA INSTRUMENTAÇÃO NO CASO DE CARREGAMENTOS EXCEPCIONAIS APLICADOS A BARRAGENS

A IMPORTÂNCIA DA INSTRUMENTAÇÃO NO CASO DE CARREGAMENTOS EXCEPCIONAIS APLICADOS A BARRAGENS A IMPORTÂNCIA DA INSTRUMENTAÇÃO NO CASO DE CARREGAMENTOS EXCEPCIONAIS APLICADOS A BARRAGENS Sérgio Fernandes e Claudia Paula (Aliança Energia), Ana Nicácio (Enemax) e Teresa Fusaro A IMPORTÂNCIA DA INSTRUMENTAÇÃO

Leia mais

CORREÇÃO DE TRINCAS TRANSVERSAIS NA BARRAGEM PIAUS. Coordenador MSc EngeSoft Ltda

CORREÇÃO DE TRINCAS TRANSVERSAIS NA BARRAGEM PIAUS. Coordenador MSc EngeSoft Ltda CORREÇÃO DE TRINCAS TRANSVERSAIS NA BARRAGEM PIAUS ANTONIO MIRANDA VANDA MALVEIRA WALMIR JARDIM Consultor Independente PhD Professora DSc UNIFOR /Ce Coordenador MSc EngeSoft Ltda BARRAGEM PIAUS A Barragem

Leia mais

ASPECTOS DE PROJETO E CONSTRUÇÃO DA ENSECADEIRA DE JUSANTE PARA IMPLANTAÇÃO DA CASA DE FORÇA DA UHE DE SANTA BRANCA-SP

ASPECTOS DE PROJETO E CONSTRUÇÃO DA ENSECADEIRA DE JUSANTE PARA IMPLANTAÇÃO DA CASA DE FORÇA DA UHE DE SANTA BRANCA-SP COMITÊ BRASILEIRO DE BARRAGENS XXV SEMINÁRIO NACIONAL DE GRANDES BARRAGENS SALVADOR, 12 A 15 DE OUTUBRO DE 2003 T92 - A28 ASPECTOS DE PROJETO E CONSTRUÇÃO DA ENSECADEIRA DE JUSANTE PARA IMPLANTAÇÃO DA

Leia mais

UHE Belo Monte. IBRACON - 53 Congresso Brasileiro de Concreto Florianópolis -SC 03/Nov./2011

UHE Belo Monte. IBRACON - 53 Congresso Brasileiro de Concreto Florianópolis -SC 03/Nov./2011 UHE Belo Monte IBRACON - 53 Congresso Brasileiro de Concreto Florianópolis -SC 03/Nov./2011 LOCALIZAÇÃO Volta Grande do Xingu Pará Altamira Transamazônica Belo Monte Vitória do Xingu Brasil Novo Anapu

Leia mais

RECUPERAÇÃO E ESTABILIZAÇÃO DE TALUDE NA UHE DE FUNIL

RECUPERAÇÃO E ESTABILIZAÇÃO DE TALUDE NA UHE DE FUNIL RECUPERAÇÃO E ESTABILIZAÇÃO DE TALUDE NA UHE DE FUNIL Rogério Sales Góz Adalberto de Azeredo Rodrigues Carlos de Alencar Dias Sobrinho Celso José Pires Filho Emílio Rodriguez Bugarin FURNAS Centrais Elétricas

Leia mais

PROJETO DE REABILITAÇÃO DA BARRAGEM DA UHE GUARICANA. Kironi Oliveira Pires - Engenheiro Civil - COPEL Everton Luiz Heuko - Engenheiro Civil - COPEL

PROJETO DE REABILITAÇÃO DA BARRAGEM DA UHE GUARICANA. Kironi Oliveira Pires - Engenheiro Civil - COPEL Everton Luiz Heuko - Engenheiro Civil - COPEL PROJETO DE REABILITAÇÃO DA BARRAGEM DA UHE GUARICANA Kironi Oliveira Pires - Engenheiro Civil - COPEL Everton Luiz Heuko - Engenheiro Civil - COPEL ESTRUTURA DA APRESENTAÇÃO Descrição do empreendimento;

Leia mais

1979 Estudos de Inventário da Bacia Hidrográfica do Rio Xingu ELETRONORTE Estudos de Viabilidade - 1ª Etapa ELETRONORTE

1979 Estudos de Inventário da Bacia Hidrográfica do Rio Xingu ELETRONORTE Estudos de Viabilidade - 1ª Etapa ELETRONORTE HISTÓRICO 1979 Estudos de Inventário da Bacia Hidrográfica do Rio Xingu ELETRONORTE AHE Altamira, à montante da cidade de Altamira (antigo Babaquara) UHE Belo Monte com geração em Kararaô e barramento

Leia mais

REINTRUMENTAÇÃO DE BARRAGENS ASPECTOS RELEVANTES. João Francisco Alves Silveira SBB Engenharia

REINTRUMENTAÇÃO DE BARRAGENS ASPECTOS RELEVANTES. João Francisco Alves Silveira SBB Engenharia REINTRUMENTAÇÃO DE BARRAGENS ASPECTOS RELEVANTES João Francisco Alves Silveira SBB Engenharia REINSTRUMENTAÇÃO DE BARRAGENS A revisão e atualização do plano de instrumentação das barragens, principalmente

Leia mais

BARRAGENS DE TERRA E DE ENROCAMENTO AULA 3. Prof. Romero César Gomes - Departamento de Engenharia Civil / UFOP

BARRAGENS DE TERRA E DE ENROCAMENTO AULA 3. Prof. Romero César Gomes - Departamento de Engenharia Civil / UFOP BARRAGENS DE TERRA E DE ENROCAMENTO AULA 3 Prof. Romero César Gomes - Departamento de Engenharia Civil / UFOP Análises da Estabilidade de Taludes de Barragens Escolha das Seções Críticas seção de altura

Leia mais

V- DESVIO DO RIO. canais ou túneis. túneis escavados nas ombreiras. Apresenta-se no item V.1 deste capítulo, o desvio do rio através de

V- DESVIO DO RIO. canais ou túneis. túneis escavados nas ombreiras. Apresenta-se no item V.1 deste capítulo, o desvio do rio através de DESVIO DO RIO V- DESVIO DO RIO Já no anteprojeto da obra, é preciso definir os procedimentos a serem adotados para o desvio do rio para construção da obra, analisando-se criteriosamente todos os aspectos

Leia mais

CURSO DE CAPACITAÇÃO EM ESTRUTURAS DE BARRAGENS: TERRA, ENROCAMENTO E REJEITOS

CURSO DE CAPACITAÇÃO EM ESTRUTURAS DE BARRAGENS: TERRA, ENROCAMENTO E REJEITOS CURSO DE CAPACITAÇÃO EM ESTRUTURAS DE BARRAGENS: TERRA, ENROCAMENTO E REJEITOS Critérios para escolha do tipo e local de implantação de uma barragem PROFESSOR: Dr. Sidnei Helder Cardoso Teixeira Critério

Leia mais

CURSO DE CAPACITAÇÃO EM ESTRUTURAS DE BARRAGENS: TERRA, ENROCAMENTO E REJEITOS. Critérios para escolha do tipo e local de implantação de uma barragem

CURSO DE CAPACITAÇÃO EM ESTRUTURAS DE BARRAGENS: TERRA, ENROCAMENTO E REJEITOS. Critérios para escolha do tipo e local de implantação de uma barragem CURSO DE CAPACITAÇÃO EM ESTRUTURAS DE BARRAGENS: TERRA, ENROCAMENTO E REJEITOS Critérios para escolha do tipo e local de implantação de uma barragem PROFESSOR: Dr. Sidnei Helder Cardoso Teixeira Curitiba,

Leia mais

DESEMPENHO DA BEFC DE XINGÓ DURANTE 12 ANOS DE OPERAÇÃO

DESEMPENHO DA BEFC DE XINGÓ DURANTE 12 ANOS DE OPERAÇÃO COMITÊ BRASILEIRO DE BARRAGENS XXVII SEMINÁRIO NACIONAL DE GRANDES BARRAGENS BELÉM PA, 03 A 07 DE JUNHO DE 2007 T101 A11 DESEMPENHO DA BEFC DE XINGÓ DURANTE 12 ANOS DE OPERAÇÃO Ricardo José Barbosa de

Leia mais

ANÁLISE DAS VAZÕES DE INFILTRAÇÕES NAS FISSURAS DA BARRAGEM DE CCR DA UHE GOVERNADOR JOSÉ RICHA -GJR

ANÁLISE DAS VAZÕES DE INFILTRAÇÕES NAS FISSURAS DA BARRAGEM DE CCR DA UHE GOVERNADOR JOSÉ RICHA -GJR ANÁLISE DAS VAZÕES DE INFILTRAÇÕES NAS FISSURAS DA BARRAGEM DE CCR DA UHE GOVERNADOR JOSÉ RICHA -GJR Autores: Marcos Alberto Soares - COPEL Elizeu Santos Ferreira - COPEL Cintia Ribeiro Daher - COPEL Marcelo

Leia mais

Instrumentação de Barragens Antigas Desafios e Soluções Corrado Piasentin Piasex Assessoria e Consultoria

Instrumentação de Barragens Antigas Desafios e Soluções Corrado Piasentin Piasex Assessoria e Consultoria Instrumentação de Barragens Antigas Desafios e Soluções Corrado Piasentin Piasex Assessoria e Consultoria 21 a 23 de maio de 2018 - Bourbon Convention Ibirapuera Hotel - São Paulo / SP www.cbdb.org.br

Leia mais

Vertedouros Ana Luiza de Souza. Centrais Elétricas

Vertedouros Ana Luiza de Souza. Centrais Elétricas Vertedouros Ana Luiza de Souza Centrais Elétricas Vertedouros São estruturas empregadas para evitar que o nível de água máximo do reservatório seja ultrapassado; Leva-se em consideração em seus projetos:

Leia mais

OBRAS DE DESVIO DE RIO E ASPECTOS DE SEGURANÇA OPERACIONAL DURANTE CONSTRUÇÃO DE BARRAGENS

OBRAS DE DESVIO DE RIO E ASPECTOS DE SEGURANÇA OPERACIONAL DURANTE CONSTRUÇÃO DE BARRAGENS OBRAS DE DESVIO DE RIO E ASPECTOS DE SEGURANÇA OPERACIONAL DURANTE CONSTRUÇÃO DE BARRAGENS ERTON CARVALHO COMITÊ BRASILEIRO DE BARRAGENS - CBDB PRESIDENTE HONORÁRIO * Desvio - Critérios de Projeto * Etapas

Leia mais

RELATÓRIO FOTOGRÁFICO DAS VISTORIAS AMBIENTAIS PÓS CHUVAS NAS DEPÊNDENCIAS DA UHE ALZIR DOS SANTOS ANTUNES NO PERIODO DE SETE ANOS 2011 A 2015.

RELATÓRIO FOTOGRÁFICO DAS VISTORIAS AMBIENTAIS PÓS CHUVAS NAS DEPÊNDENCIAS DA UHE ALZIR DOS SANTOS ANTUNES NO PERIODO DE SETE ANOS 2011 A 2015. 2015 RELATÓRIO FOTOGRÁFICO DAS VISTORIAS AMBIENTAIS PÓS CHUVAS NAS DEPÊNDENCIAS DA UHE ALZIR DOS SANTOS ANTUNES NO PERIODO DE SETE ANOS 2011 A 2015. DSA Desenvolvimento e Sust. Ambiental UHE Monjolinho

Leia mais

PCH PARACAMBI LIGHTGER S/A

PCH PARACAMBI LIGHTGER S/A PCH PARACAMBI LIGHTGER S/A PLANEJAMENTO DAS FASES DE DESVIO DO RIBEIRÃO DAS LAJES PLANO DE TRABALHO Revisão 15/08/11 para implantação da FASE 4 Este documento tem por objetivo apresentar o planejamento

Leia mais

PREÇO UNIT. CUSTO CUSTO CUSTO CONTA ITEM UN. QUANT. R$ R$ 10³ US$ 10³ $A 10³

PREÇO UNIT. CUSTO CUSTO CUSTO CONTA ITEM UN. QUANT. R$ R$ 10³ US$ 10³ $A 10³ MANUAL DE INVENTÁRIO HIDRELÉTRICO DE BACIAS HIDROGRÁFICAS TÍTULO: ORÇAMENTO PADRÃO - ESTUDOS FINAIS ARQUIVO 56ope.xls REVISÃO: 1 Data base-dez-2008 1,1771 2,3944 0,6984 PREÇO UNIT. CUSTO CUSTO CUSTO.10.

Leia mais

Acidentes Barragens no Brasil

Acidentes Barragens no Brasil Acidentes Barragens no Brasil Alberto Sayão, 25 Out 2017 [email protected] Acidentes Barragens no Brasil I. Maio 2009: O ambiente Reunião ANA: - últimos 8 anos: 800 acidentes (incidentes), - 200 barragens

Leia mais

Classificação das Barragens e UHE. Prof. M.Sc. Ricardo Ferreira

Classificação das Barragens e UHE. Prof. M.Sc. Ricardo Ferreira Classificação das Barragens e UHE Prof. M.Sc. Ricardo Ferreira Classificação das Barragens e UHE 2/50 A classificação das barragens pode ser feita em função dos seguintes condicionantes: Tipologia da estrutura

Leia mais

SEGURANÇA DE BARRAGENS

SEGURANÇA DE BARRAGENS SEGURANÇA DE BARRAGENS SETEMBRO/2014 MARCO REGULATÓRIO Lei 12.334 de 20 de setembro de 2010; Resolução 91 de 02 de abril de 2012 ; Resolução 143 de 10 de julho de 2012; Resolução 144 de 10 de julho de

Leia mais

NORTE ENERGIA S.A. -NESA UHE BELO MONTE. Rio Xingu, Brasil

NORTE ENERGIA S.A. -NESA UHE BELO MONTE. Rio Xingu, Brasil NORTE ENERGIA S.A. -NESA UHE BELO MONTE Rio Xingu, Brasil Dezembro 2010 Localização UHE BELO MONTE BREVE HISTÓRICO Estudo de Inventário do rio Xingu: realizados na década de 1970 com relatório técnico

Leia mais

Prof. André Luiz Tonso Fabiani. Universidade Federal do Paraná Curitiba PR (41)

Prof. André Luiz Tonso Fabiani. Universidade Federal do Paraná Curitiba PR (41) Mesa Redonda BARRAGENS E SEGURANÇA HÍDRICA Palestra 3 Recuperação da Segurança Hídrica de Extravasores Operados Dia 21 de novembro de 2018 9:00h 12:30h Prof. André Luiz Tonso Fabiani Universidade Federal

Leia mais

CURSO DE CAPACITAÇÃO EM ESTRUTURAS DE BARRAGENS: TERRA, ENROCAMENTO E REJEITOS. Sistemas de vedação e de drenagem interna

CURSO DE CAPACITAÇÃO EM ESTRUTURAS DE BARRAGENS: TERRA, ENROCAMENTO E REJEITOS. Sistemas de vedação e de drenagem interna CURSO DE CAPACITAÇÃO EM ESTRUTURAS DE BARRAGENS: TERRA, ENROCAMENTO E REJEITOS Sistemas de vedação e de drenagem interna PROFESSOR: Dr. Sidnei Helder Cardoso Teixeira Curitiba 29 de Março de 2017 Sistemas

Leia mais

Avaliação da estabilidade de aterro para proteção da ferrovia adjacente à PCH Bonfante. João Raphael Leal Karin Rodrigues Baran Engevix Engenharia

Avaliação da estabilidade de aterro para proteção da ferrovia adjacente à PCH Bonfante. João Raphael Leal Karin Rodrigues Baran Engevix Engenharia Avaliação da estabilidade de aterro para proteção da ferrovia adjacente à PCH Bonfante João Raphael Leal Karin Rodrigues Baran Engevix Engenharia Localização ique Berma Esquerda Linha Férrea Tomada Água

Leia mais

5 CARACTERIZAÇÃO DA ALTERNATIVA SELECIONADA

5 CARACTERIZAÇÃO DA ALTERNATIVA SELECIONADA 5 CARACTERIZAÇÃO DA ALTERNATIVA SELECIONADA A alternativa de divisão de queda selecionada é composta por dois aproveitamentos, Garabi e Panambi, e suas principais características são apresentadas no Quadro

Leia mais

Com nível baixo por causa da estiagem, reservatório da Usina de Foz do Areia atenuou enchentes rio abaixo

Com nível baixo por causa da estiagem, reservatório da Usina de Foz do Areia atenuou enchentes rio abaixo Reservatório vazio evitou tragédia no Rio Iguaçu Com nível baixo por causa da estiagem, reservatório da Usina de Foz do Areia atenuou enchentes rio abaixo Uma estratégia acertada de operação na Usina Gov.

Leia mais

Classificação das Barragens. Prof. Dr. João Luiz Armelin Prof. M.Sc. Ricardo Ferreira

Classificação das Barragens. Prof. Dr. João Luiz Armelin Prof. M.Sc. Ricardo Ferreira Classificação das Barragens Prof. Dr. João Luiz Armelin Prof. M.Sc. Ricardo Ferreira 2/48 Classificação das Barragens A classificação das barragens pode ser feita em função dos seguintes condicionantes:

Leia mais

Caderno de Estruturas em Alvenaria e Concreto Simples

Caderno de Estruturas em Alvenaria e Concreto Simples Caderno de Estruturas em Alvenaria e Concreto Simples CONTEÚDO CAPÍTULO 1 - RESISTÊNCIA DO MATERIAL 1.1. Introdução 1.2. Definição: função e importância das argamassas 1.3. Classificação das alvenarias

Leia mais

3 BARRAGEM DE CORUMBÁ I

3 BARRAGEM DE CORUMBÁ I 3 BARRAGEM DE CORUMBÁ I 3.1. Características gerais Situada no rio Corumbá, distante cerca de 30 km da cidade de Caldas Novas (GO), a usina de Corumbá tem potência instalada de 375 MW, dividida em três

Leia mais

ANÁLISES PARAMÉTRICAS EM MODELOS MATEMÁTICOS 3D DAS BEFC s CAMPOS NOVOS E BARRA GRANDE

ANÁLISES PARAMÉTRICAS EM MODELOS MATEMÁTICOS 3D DAS BEFC s CAMPOS NOVOS E BARRA GRANDE COMITÊ BRASILEIRO DE BARRAGENS XXV SEMINÁRIO NACIONAL DE GRANDES BARRAGENS SALVADOR, 12 A 15 DE OUTUBRO DE 2003 T91 A25 ANÁLISES PARAMÉTRICAS EM MODELOS MATEMÁTICOS 3D DAS BEFC s CAMPOS NOVOS E BARRA GRANDE

Leia mais

Barragens (ENG 2120) Ricardo Ferreira C01/ :30h-22:00h (seg e qui)/ Área 3 sala E401

Barragens (ENG 2120) Ricardo Ferreira C01/ :30h-22:00h (seg e qui)/ Área 3 sala E401 Barragens (ENG 10) C01/ 017-1 0:30h-:00h (seg e qui)/ Área 3 sala E01 FEVEREIRO Aulas previstas (horas-aula): 10 Aulas previstas acumuladas (horas-aula): 10 Aulas dadas (horas-aula): 10 Aulas dadas acumuladas

Leia mais

FORMULÁRIO TÉCNICO DA BARRAGEM DE ACUMULAÇÃO DE ÁGUA

FORMULÁRIO TÉCNICO DA BARRAGEM DE ACUMULAÇÃO DE ÁGUA FORMULÁRIO TÉCNICO DA BARRAGEM DE ACUMULAÇÃO DE ÁGUA Nome da barragem /estrutura: Endereço: Bairro/Distrito: CEP: Telefone /Fax: ( ) I. IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDIMENTO Complemento: Município/UF: E-mail:

Leia mais

2 HIDROSTÁTICA PROBLEMA 2.1 RESOLUÇÃO

2 HIDROSTÁTICA PROBLEMA 2.1 RESOLUÇÃO 2 HIDROSTÁTICA PROBLEMA 2.1 O tubo representado na figura está cheio de óleo de densidade 0,85. Determine as pressões nos pontos A e B e exprima-as em altura equivalente de água. Fundamentos de Engenharia

Leia mais

Incidentes Geológicos: Investigações. nos Custos de PCH s GOMES NUGEO / UFOP JOSÉ HELI DE ALMEIDA TONIOLO, BUSNELLO

Incidentes Geológicos: Investigações. nos Custos de PCH s GOMES NUGEO / UFOP JOSÉ HELI DE ALMEIDA TONIOLO, BUSNELLO Incidentes s: Investigações PALESTRA TÉCNICA ROMERO CÉSAR C GOMES NUGEO / UFOP JOSÉ HELI DE ALMEIDA TONIOLO, BUSNELLO Incidentes s: Investigações CONTEXTUALIZAÇÃO Um aproveitamento hidrelétrico do tipo

Leia mais

5 Resultados Experimentais

5 Resultados Experimentais 5 Resultados Experimentais 5.1. Introdução Neste capítulo são apresentados os resultados medidos dos dois testes experimentais em escala real realizados para a comparação dos resultados teóricos. 5.2.

Leia mais

BARRAGENS DE REJEITO: PROJETO,CONSTRUÇÃO E OPERAÇÃO 17/04/2019

BARRAGENS DE REJEITO: PROJETO,CONSTRUÇÃO E OPERAÇÃO 17/04/2019 BARRAGENS DE REJEITO: PROJETO,CONSTRUÇÃO E OPERAÇÃO 17/04/2019 BARRAGENS SÃO ESTRUTURAS DESTINADA A RETENÇÃO DE ALGUM MATERIAL E SÃO E JÁ FORAM CONSTRUIDAS DESDE HÁ MUITOS ANOS COM OS MAIS DIVERSOS MATERIAS.

Leia mais

UHE Peixe Angical Infiltrações na Casa de Força e medidas de controle e contenção

UHE Peixe Angical Infiltrações na Casa de Força e medidas de controle e contenção Infiltrações na Casa de Força e medidas de controle e contenção Anne Neiry de Mendonça Lopes, Eng. Civil, D.Sc. FURNAS Eduardo Bess Ferraz, Eng. Eletricista, Gerente ENERPEIXE Luciana dos Anjos Farias,

Leia mais

Capítulo 4 - MATERIAIS DE ESTUDO

Capítulo 4 - MATERIAIS DE ESTUDO Capítulo 4 - MATERIAIS DE ESTUDO 4.1. Introdução A redução da resistência mecânica é um aspecto de grande preocupação na aplicação de rochas em engenharia civil e, por isso, constitui tema de vários relatos

Leia mais

José Jorge Nader Maurício Abramento Pedro Wellngton (Com base em apresentações dos professores Waldemar Hachich, Fernando Marinho e Heloísa Gonçalves

José Jorge Nader Maurício Abramento Pedro Wellngton (Com base em apresentações dos professores Waldemar Hachich, Fernando Marinho e Heloísa Gonçalves José Jorge Nader Maurício Abramento Pedro Wellngton (Com base em apresentações dos professores Waldemar Hachich, Fernando Marinho e Heloísa Gonçalves (EPUSP-PEF) Barreiras artificiais construídas em determinadas

Leia mais

Elementos de Engenharia Civil 2009/2010. Enunciados dos problemas *

Elementos de Engenharia Civil 2009/2010. Enunciados dos problemas * DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL E ARQUITECTURA SECÇÁO DE HIDRÁULICA E RECURSOS HÍDRICOS E AMBIENTAIS Elementos de Engenharia Civil 2009/2010 2 SEMESTRE Enunciados dos problemas * (módulo de Hidráulica)

Leia mais

DE BARRAGENS DE ENROCAMENTO

DE BARRAGENS DE ENROCAMENTO INSTRUMENTAÇÃO DE BARRAGENS DE TERRA E ENROCAMENTO SEMINÁRIO INSTRUMENTAÇÃO DE BARRGENS DE TERRA E ENROCAMENTO 1 O Planejamento dos Programas de Monitoração Geotécnica 2 Desempenho e Características dos

Leia mais

Usina Hidrelétrica Belo Monte ,1 MW

Usina Hidrelétrica Belo Monte ,1 MW Usina Hidrelétrica Belo Monte 11.233,1 MW Localização do Empreendimento Projeto Belo Monte Mapa de Localização Projeto Belo Monte CANAL DE DERIVAÇÃO 16 KM Concepção do Projeto após Resolução CNPE - Arranjo

Leia mais

Soluções Integradas para PCHs. SEMI Industrial Ltda.

Soluções Integradas para PCHs. SEMI Industrial Ltda. Soluções Integradas para PCHs SEMI Industrial Ltda. Empresas do Grupo SEMI Engenharia SEMI Sistemas SEMI Industrial Montagens Eletromecânicas Automação de Centrais Reguladores de Velocidade e Tensão Projetos

Leia mais

ENGENHARIA DE FORTIFICAÇÃO E CONSTRUÇÃO CADERNO DE QUESTÕES

ENGENHARIA DE FORTIFICAÇÃO E CONSTRUÇÃO CADERNO DE QUESTÕES CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE FORMAÇÃO ENGENHARIA DE FORTIFICAÇÃO E CONSTRUÇÃO CADERNO DE QUESTÕES 2016 1 a QUESTÃO Valor: 1,00 A figura acima mostra uma viga de comprimento L e rigidez à flexão EJ

Leia mais

RECUPERAÇÃO ESTRUTURAL DO DIQUE DE NHANGAPI

RECUPERAÇÃO ESTRUTURAL DO DIQUE DE NHANGAPI RECUPERAÇÃO ESTRUTURAL DO DIQUE DE NHANGAPI Rogério Sales Góz Adalberto de Azeredo Rodrigues Antônio de Pádua Bemfica Guimarães Carlos de Alencar Dias Sobrinho Celso José Pires Filho FURNAS Centrais Elétricas

Leia mais

USINAS HIDRELETRICAS X HIDROVIAS / ECLUSAS 54º CONGRESSO BRASILEIRO DE CONCRETO IBRACON MACEIO AL OUTUBRO DE 2012

USINAS HIDRELETRICAS X HIDROVIAS / ECLUSAS 54º CONGRESSO BRASILEIRO DE CONCRETO IBRACON MACEIO AL OUTUBRO DE 2012 USINAS HIDRELETRICAS X HIDROVIAS / ECLUSAS 54º CONGRESSO BRASILEIRO DE CONCRETO IBRACON MACEIO AL OUTUBRO DE 2012 ECLUSA DE TUCURUI 54º CONGRESSO BRASILEIRO DO CONCRETO IBRACON MACEIO OUTUBRO DE 2012

Leia mais

Laboratório de Mecânica dos Solos. Primeiro Semestre de 2017

Laboratório de Mecânica dos Solos. Primeiro Semestre de 2017 Laboratório de Mecânica dos Solos Primeiro Semestre de 2017 Aula 8 Permeabilidade 1. A água no solo Problemas práticos envolvendo percolação: Barragens: Vazões infiltradas, piping, dimensionamento de filtros

Leia mais

Execução de Fôrma. Aprovado por: Leonardo Neri Data: 13/07/2016 SUMÁRIO

Execução de Fôrma. Aprovado por: Leonardo Neri Data: 13/07/2016 SUMÁRIO SUMÁRIO 0. Histórico da Alteração e Distribuição 1. Objetivo 2. Documentos de Referência 3. Aplicação 4. Responsabilidades / Autoridades 4.1 Gerente de Obras 4.2 Engenheiro de Produção 4.3 Funcionários

Leia mais

Geração de Energia Elétrica

Geração de Energia Elétrica Geração de Energia Elétrica Centrais Hidrelétricas Curiosidades Joinville, 26 de Fevereiro de 2013 Fernando B. Prioste Escopo dos Tópicos Abordados Componentes básicos de uma Central Hidrelétrica 2 Fernando

Leia mais

GT02.02 Desenvolvimento de metodologia de investigação e monitoramento, por método geofísico, do fluxo de água que percola através do maciço e da

GT02.02 Desenvolvimento de metodologia de investigação e monitoramento, por método geofísico, do fluxo de água que percola através do maciço e da GT02.02 Desenvolvimento de metodologia de investigação e monitoramento, por método geofísico, do fluxo de água que percola através do maciço e da fundação de barragens de terra e enrocamento Problema a

Leia mais

2 A Barragem de Terra da Margem Esquerda de Itaipu

2 A Barragem de Terra da Margem Esquerda de Itaipu 2 A Barragem de Terra da Margem Esquerda de Itaipu A Barragem de Terra da Margem Esquerda, BTME, está localizada em uma região de vale, do antigo rio Pomba-Quê. Ela tem início na estaca 122 + 47,17 e término

Leia mais

Marco Antonio Rios. TE-033 Centrais Elétricas. Vertedouros

Marco Antonio Rios. TE-033 Centrais Elétricas. Vertedouros Marco Antonio Rios TE-033 Centrais Elétricas Vertedouros Referência Capítulo 7.3 Dissipação de energia Capitulo 7.4 Cavitação Agenda 1. Dissipação de energia 1. Duas formas de dissipadores de energia 2.

Leia mais

Projeto de Usinas Hidrelétricas - Passo a Passo Cap. 6: Barragens

Projeto de Usinas Hidrelétricas - Passo a Passo Cap. 6: Barragens Projeto de Usinas Hidrelétricas - Passo a Passo Cap. 6: Barragens Aluno: Henrique Menin Russo 1 Agenda Introdução Barragens de Terra ou Aterro Barragens de Enrocamento 2 Introdução Uma barragem, açude

Leia mais

Inspeção Visual de Pavimentos de Concreto. Daniel Eliezer Pedro Monzú

Inspeção Visual de Pavimentos de Concreto. Daniel Eliezer Pedro Monzú Inspeção Visual de Pavimentos de Concreto Daniel Eliezer 8994095 Pedro Monzú 8987909 PRO 60/2004 - DNIT Procedimentos e critérios para avaliação (visual) da pista Conceitos Grau de Severidade do defeito:

Leia mais

USINA HIDRELÉTRICA GAMELA

USINA HIDRELÉTRICA GAMELA USINA HIDRELÉTRICA GAMELA NOVEMBRO / 2013 02 Sumário 1 O Empreendedor 2 Etapas Processuais 3 O Projeto 4 Usos Múltiplos da água (HICON) 5 Qualidade da água (ECOLOGY) 6 Conclusão 7 - Agradecimento 3 2.

Leia mais

ENG1200 Mecânica Geral Semestre Lista de Exercícios 6 Corpos Submersos

ENG1200 Mecânica Geral Semestre Lista de Exercícios 6 Corpos Submersos ENG1200 Mecânica Geral Semestre 2013.2 Lista de Exercícios 6 Corpos Submersos 1 Prova P3 2013.1 - O corpo submerso da figura abaixo tem 1m de comprimento perpendicularmente ao plano do papel e é formado

Leia mais

APLICAÇÃO DO GEOTÊXTIL BIDIM COMO REFORÇO NA RECOMPOSIÇÃO DO TALUDE DAS INDÚSTRIAS LINHAS CORRENTES SP

APLICAÇÃO DO GEOTÊXTIL BIDIM COMO REFORÇO NA RECOMPOSIÇÃO DO TALUDE DAS INDÚSTRIAS LINHAS CORRENTES SP APLICAÇÃO DO GEOTÊXTIL BIDIM COMO REFORÇO NA RECOMPOSIÇÃO DO TALUDE DAS INDÚSTRIAS LINHAS CORRENTES SP Autor: Departamento Técnico - Atividade Bidim Colaboração: Eng. José Carlos Vertematti JUNHO 1993

Leia mais

Unidade de Captação. João Karlos Locastro contato:

Unidade de Captação. João Karlos Locastro contato: 1 Unidade de Captação João Karlos Locastro contato: [email protected] 2 Vazão 3 Definição Conjunto de equipamentos e estruturas para retirada de água destinada ao abastecimento público. Abastecimento

Leia mais

UHE BELO MONTE PROJETO BÁSICO DE ENGENHARIA

UHE BELO MONTE PROJETO BÁSICO DE ENGENHARIA CÓDIGO DO DOCUMENTO BEL-B-GR-DE-GER-000-0001 GERAL - LOCALIZAÇÃO E ACESSOS UHE BELO MONTE PROJETO BÁSICO DE ENGENHARIA GERAL TÍTULO BEL-B-GR-DE-GER-000-0002 BEL-B-GR-DE-GER-000-0003 BEL-B-GR-DE-GER-000-0004

Leia mais

XXVIII CENTRAIS HIDRELÉTRICAS

XXVIII CENTRAIS HIDRELÉTRICAS Sumário Prefácio Simbologia V VII Capítulo 1 Energia Hidráulica 1 1.1 Modelagem 3 1.2 Sistema Equivalente Hidromecânico 4 1.2.1 Hipóteses - Energias 4 1.2.2 Potências Bruta e Disponível 6 1.2.3 Energia

Leia mais

Técnicas de recuperação e reforço de estruturas de concreto armado Escolha do tipo de reforço

Técnicas de recuperação e reforço de estruturas de concreto armado Escolha do tipo de reforço Aspectos de projeto 5/06/206 Quando se deve recuperar/reforçar? Técnicas de recuperação e reforço de estruturas de concreto armado Escolha do tipo de reforço Leila Cristina Meneghetti Valverdes Abril,

Leia mais

VIII Simpósio Brasileiro sobre Pequenas e Médias Centrais Hidrelétricas 01 a 04/05/2012

VIII Simpósio Brasileiro sobre Pequenas e Médias Centrais Hidrelétricas 01 a 04/05/2012 PCH Paracambi Modelagem Hidrodinâmica VIII Simpósio Brasileiro sobre Pequenas e Médias Centrais Hidrelétricas 1 a 4/5/212 PCH Paracambi Modelagem Hidrodinâmica Antecedentes e Objetivos Atividades de desvio

Leia mais

Geologiade Barragens Walter Duarte Costa

Geologiade Barragens Walter Duarte Costa Geologiade Barragens Walter Duarte Costa Sumário 1 Conceitos introdutórios... 21 1.1 Critérios de projeto...21 1.2 Objetivos e sua importância no projeto...22 1.2.1 Barragens de regularização... 22 1.2.2

Leia mais

ATUALIZAÇÃO EM SISTEMAS ESTRUTURAIS

ATUALIZAÇÃO EM SISTEMAS ESTRUTURAIS AULAS 03 ATUALIZAÇÃO EM SISTEMAS ESTRUTURAIS Prof. Felipe Brasil Viegas Prof. Eduardo Giugliani http://www.feng.pucrs.br/professores/giugliani/?subdiretorio=giugliani 0 AULA 03 ELEMENTOS ESTRUTURAIS ESPECIAIS

Leia mais

- INTERPRETAÇÃO DE DADOS. Análise dos resultados Integração entre áreas de Engenharia / Obra / Manutenção

- INTERPRETAÇÃO DE DADOS. Análise dos resultados Integração entre áreas de Engenharia / Obra / Manutenção - INTERPRETAÇÃO DE DADOS Análise dos resultados Integração entre áreas de Engenharia / Obra / Manutenção Análise e Interpretação dos Resultados Uma vez obtidos os resultados da instrumentação é importante

Leia mais

BARRAGENS DE TERRA E DE ENROCAMENTO AULA 2. Prof. Romero César Gomes - Departamento de Engenharia Civil /UFOP

BARRAGENS DE TERRA E DE ENROCAMENTO AULA 2. Prof. Romero César Gomes - Departamento de Engenharia Civil /UFOP BARRAGENS DE TERRA E DE ENROCAMENTO AULA 2 Prof. Romero César Gomes - Departamento de Engenharia Civil /UFOP Fluxo Não Confinado: a linha de fluxo superior (linha freática) não é conhecida previamente;

Leia mais

REMANEJAMENTO DE REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA

REMANEJAMENTO DE REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA REMANEJAMENTO DE REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA Redes de Distribuição de Baixa e Média Tensão CANOAS- RS MEMORIAL TÉCNICO DESCRITIVO PROJETO EXECUTIVO 1. OBJETIVO: Fornecer informações necessárias sobre os

Leia mais

13º Relatório de Monitoramento Socioambiental UHE Belo Monte

13º Relatório de Monitoramento Socioambiental UHE Belo Monte Foto 01: Dique 19B. Vista do topo do dique em direção ao reservatório intermediário. Notar que o trecho de embate das ondas foi protegido com rip-rap (blocos de rocha). Foto 02: Dique 19B. Vista do topo

Leia mais

4 Ensaios Principais: Descrição e Apresentação dos Resultados

4 Ensaios Principais: Descrição e Apresentação dos Resultados 4 Ensaios Principais: Descrição e Apresentação dos Resultados 4.1. Introdução Neste capítulo é feita a descrição e a apresentação dos ensaios referentes às vigas hiperestáticas. Na descrição dos ensaios

Leia mais

CONTRIBUIÇÃO PARA O ESTUDO DOS RISCOS DE COLAPSO NA ESTRUTURA DO ELEVADO DO JOÁ

CONTRIBUIÇÃO PARA O ESTUDO DOS RISCOS DE COLAPSO NA ESTRUTURA DO ELEVADO DO JOÁ CONTRIBUIÇÃO PARA O ESTUDO DOS RISCOS DE COLAPSO NA ESTRUTURA DO ELEVADO DO JOÁ A gravidade do problema dos dentes Gerber Engenheiro Nelson Araujo Lima 2010 21 de outubro de 1 Elevado do Joá (ou Elevado

Leia mais

Diretoria Metropolitana Sabesp

Diretoria Metropolitana Sabesp Fiscalização de Barragens - Objetivos Segurança e Preservação de Vidas. Continuidade do Serviço Regulado. Diretoria Metropolitana Sabesp Barragem - Tipos Barragem de Solo Barragem Jaguari - Bragança Paulista

Leia mais

Identificação da RAA e monitoramento de estrutura afetada pela reação

Identificação da RAA e monitoramento de estrutura afetada pela reação Identificação da RAA e monitoramento de estrutura afetada pela reação Eng. Flávio Moreira Salles Laboratório CESP de Engenharia Civil Roteiro Identificação da RAA Monitoramento de estruturas afetadas Condução

Leia mais

SUGESTÃO DE UM POSSÍVEL MECANISMO DE RUPTURA DO VIADUTO GENERAL OLYMPIO MOURÃO FILHO

SUGESTÃO DE UM POSSÍVEL MECANISMO DE RUPTURA DO VIADUTO GENERAL OLYMPIO MOURÃO FILHO 1 /23 SUGESTÃO DE UM POSSÍVEL MECANISMO DE RUPTURA DO VIADUTO GENERAL OLYMPIO MOURÃO FILHO Objetivo Nosso único objetivo é colaborar com os colegas engenheiros que, muito oportunamente, estão participando

Leia mais

- EMPRESA DE GENERACIÓN HUALLAGA S.A.

- EMPRESA DE GENERACIÓN HUALLAGA S.A. A Barragem da Usina Hidrelétrica Chaglla Peru EGH - EMPRESA DE GENERACIÓN HUALLAGA S.A. Eng. FERNANDO DIAS RESENDE CLUBE DE ENGENHARIA - RIO DE JANEIRO 16 de setembro de 2017 Indice 1. Localização do Empreendimento

Leia mais

QUADRO PARA CLASSIFICAÇÃO DE BARRAGENS PARA DISPOSIÇÃO DE RESIDUOS E REJEITOS. I.1 - CATEGORIA DE RISCO Pontos PONTUAÇÃO TOTAL (CRI) = CT + EC + PS 0

QUADRO PARA CLASSIFICAÇÃO DE BARRAGENS PARA DISPOSIÇÃO DE RESIDUOS E REJEITOS. I.1 - CATEGORIA DE RISCO Pontos PONTUAÇÃO TOTAL (CRI) = CT + EC + PS 0 QUADRO PARA CLASSIFICAÇÃO DE BARRAGENS PARA DISPOSIÇÃO DE RESIDUOS E REJEITOS NOME DA BARRAGEM NOME DO EMPREENDEDOR DATA I.1 - CATEGORIA DE RISCO Pontos 1 Características Técnicas (CT) 2 Estado de Conservação

Leia mais

01. De acordo com as definições da NBR 6118:2003 (Projetos de Estruturas de Concreto), em estruturas de concreto, armaduras ativas são denominadas:

01. De acordo com as definições da NBR 6118:2003 (Projetos de Estruturas de Concreto), em estruturas de concreto, armaduras ativas são denominadas: ENGENHEIRO CIVIL 1 CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS QUESTÕES DE 01 A 20 01. De acordo com as definições da NBR 6118:2003 (Projetos de Estruturas de Concreto), em estruturas de concreto, armaduras ativas são denominadas:

Leia mais

Sumário. Prefácio... Simbologia...

Sumário. Prefácio... Simbologia... Sumário Prefácio.... Simbologia... V VII Capítulo 1 Energia Hidráulica... 1 1.1 Modelagem... 3 1.2 Sistema Equivalente Hidromecânico... 4 1.2.1 Hipóteses Energias... 4 1.2.2 Potências Bruta e Disponível...

Leia mais

Segurança de Barragens: Regulação e Pontos de Atenção

Segurança de Barragens: Regulação e Pontos de Atenção Segurança de Barragens: Regulação e Pontos de Atenção Seminário Socioambiental Hidrelétrico Fábio Sales Dias VARIO ECP Belo Horizonte, 18 de abril de 2018 Histórico VARIO ECP Criada em 2002 período de

Leia mais

LAUDO TÉCNICO PARCIAL Nº 2 SOBRE OS DANOS ESTRUTURAIS DO INCÊNDIO OCORRIDO EM 03/10/2016 NO ED. JORGE MACHADO MOREIRA - UFRJ

LAUDO TÉCNICO PARCIAL Nº 2 SOBRE OS DANOS ESTRUTURAIS DO INCÊNDIO OCORRIDO EM 03/10/2016 NO ED. JORGE MACHADO MOREIRA - UFRJ LAUDO TÉCNICO PARCIAL Nº 2 SOBRE OS DANOS ESTRUTURAIS DO INCÊNDIO OCORRIDO EM 03/10/2016 NO ED. JORGE MACHADO MOREIRA - Alexandre Landesmann, Prof. Associado, D.Sc. Dep. Estruturas (FAU) e Lab. Estruturas

Leia mais

MANUAL DE OBRAS DE SANEAMENTO MOS 3ª EDIÇÃO

MANUAL DE OBRAS DE SANEAMENTO MOS 3ª EDIÇÃO 3ª EDIÇÃO ÍNDICE GERAL P/ 1/5 0 DISPOSIÇÕES GERAIS DEFINIÇÃO, ORÇAMENTO... 2/39 CONTRATO, SUBCONTRATAÇÃO... 6/39 PRAZO DE EXECUÇÃO, GARANTIA DE SERVIÇO... 7/39 INST. DA OBRA, PESSOAL DA CONTRATADA... 8/39

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS DE SINOP FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGIAS CURSO DE ENGENHARIA CIVIL GEOTECNIA III

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS DE SINOP FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGIAS CURSO DE ENGENHARIA CIVIL GEOTECNIA III UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS DE SINOP FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGIAS CURSO DE ENGENHARIA CIVIL GEOTECNIA III Aula 09 Barragens - Instrumentação Eng. Civil Augusto Romanini (FACET

Leia mais

12º Relatório de Monitoramento Socioambiental UHE Belo Monte

12º Relatório de Monitoramento Socioambiental UHE Belo Monte Foto 01: BF-MD-02. Bota-fora da margem direita do rio Xingu. Vista da plataforma do bota-fora. A inclinação da plataforma, aparentemente, está voltada para a saia do aterro, o que resulta na formação de

Leia mais

4 Fluxo na barragem de terra de Macusani - Peru

4 Fluxo na barragem de terra de Macusani - Peru 78 4 Fluxo na barragem de terra de Macusani - Peru 4.1. Introdução Neste capítulo são feitas previsões de fluxo permanente e transiente na barragem de terra Macusani (Peru) utilizando como ferramentas

Leia mais

Ministério da Integração Nacional. Irani Braga Ramos Secretário Executivo

Ministério da Integração Nacional. Irani Braga Ramos Secretário Executivo Ministério da Integração Nacional Irani Braga Ramos Secretário Executivo Brasília, 04 de Junho de 2014 Infraestrutura Hídrica Legenda: MAPA GERAL DA INFRAESTRUTURA HÍDRICA Legenda: MAPA GERAL DA INFRAESTRUTURA

Leia mais