TERMO DE REFERÊNCIA - Educação Infantil. Titulo do Projeto
|
|
|
- Antônio Azevedo Domingos
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 TERMO DE REFERÊNCIA - Educação Infantil Titulo do Projeto Fortalecimento da capacidade institucional da FUNDAJ nos processos de desenvolvimento de pesquisas na área de avaliação de políticas públicas em Educação e nos processos de preservação e ação educativa do Museu do Homem do Nordeste 1. Unidade Responsável Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj). 2. Enquadramento da contratação no Projeto Resultado 1 Subsídios elaborados para avaliar instituições educacionais e políticas públicas de educação, especificamente aquelas relacionadas à educação básica. Meta 1.1 Avaliar a evolução do acesso e da qualidade no atendimento da educação Infantil nos municípios da região Nordeste. Atividade Levantamento dos dados sobre a demanda de Educação Infantil nos municípios do Nordeste. Atividade Levantamento sobre a infraestrutura das instituições da Educação Infantil nas redes públicas dos municípios do Nordeste. Atividade Levantamento sobre a proporção do atendimento e o gasto aluno/ano em instituições de Educação Infantil pública municipal e conveniada nos municípios de Pernambuco. Atividade Levantamento sobre o investimento realizado na Educação Infantil, a partir do valor destinado pelo FUNDEB. Atividade Caracterização dos Municípios que aderiram ao Proinfância entre os anos de 2007 e 2013, na região Nordeste. Atividade Levantamento do número de projetos encaminhados pelos municípios do Nordeste, número de projetos aprovados e fase atual da construção, diferenciando os tipos de projetos arquitetônicos tipo A, B ou C. 3. Objetivo Consultoria técnica especializada para o desenvolvimento de estudos para subsidiar a avaliação de instituições educacionais e políticas públicas de Educação Infantil, na região Nordeste. 4. Justificativa: Nas últimas duas décadas, o Brasil vem ampliando o atendimento no ensino fundamental, até quase a universalização. Assim, os problemas relativos ao acesso à educação se restringem às vagas para a Educação Infantil, uma vez que, segundo dados do Censo Demográfico de 2010, o atendimento às faixas etárias de 6 a 14 anos de idade era de 98,2%,
2 enquanto que na faixa de etária de 4 e 5 anos, o atendimento na Educação Infantil atingia 81,7% das crianças (IBGE, 2010). A ampliação do atendimento está relacionada em grande medida às formas de financiamento da educação no Brasil. Atualmente, a educação básica está descentralizada do ponto de vista financeiro-administrativo. A Constituição Federal de 1988 definiu o percentual mínimo para o financiamento da educação pública de 18% do orçamento da União e 25% dos impostos dos Estados e Municípios. A LDB de 1996 introduziu uma modificação nesses percentuais possibilitando os municípios utilizarem um percentual diferente para a educação determinado pela Lei Orgânica de cada cidade, sendo que deveria ser respeitado o mínimo de 25%. Apesar dessa definição quanto aos percentuais mínimos a serem gastos com a educação básica, não há no texto da Constituição uma determinação de um mínimo que deve ser destinado com as diferentes etapas do ensino. A Constituição também define que os estados e o Distrito Federal atuarão prioritariamente no Ensino Fundamental e Médio, e os municípios no Ensino Fundamental e na Educação Infantil. Aqui também apesar de ser definido que esses entes federados devem cooperar entre si, não há uma maior especificação de como deve ser essa cooperação. Em 1996, com a criação do FUNDEF - Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação, os estados e municípios passaram a receber recursos para a oferta da educação pública de acordo com o número de alunos matriculados no Ensino Fundamental. Esse mecanismo de arrecadação e distribuição de recursos provocou uma tendência nacional de retirada das crianças de 6 anos da Educação Infantil e sua inserção no Ensino Fundamental pelas redes municipais com o objetivo de aumentar os recursos recebidos do FUNDEF. Muitos estudos apontam para o fato de que ao longo da década de 90, a maioria dos municípios priorizou essa etapa do ensino, direcionando esforços e recursos para essa etapa e deixando os investimentos na educação infantil sujeitos à disponibilidade orçamentária (BECKER, 2008, BASSI, 2011; PINTO, 2007). Em 2007, foi criado o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e Valorização dos Profissionais de Educação (FUNDEB) que destina recursos para a Educação Básica, com a inclusão da Educação Infantil. Apesar desse fundo ter sido um dos fatores que possibilitou a ampliação da Educação Infantil, o formato adotado na destinação dos recursos provocou perda de recursos pelos pequenos municípios por serem os que têm maior participação de transferências na receita total. Os municípios de maior porte além de ter maior autonomia e, assim, conseguir a maior parte de sua renda por meio de receitas próprias, também têm as maiores redes escolares e, portanto, um maior coeficiente de repasse do fundo, que é calculado com base no total de matrículas do município. Dessa forma, apesar dos recursos do FUNDEB destinados à Educação Infantil, a ampliação da oferta de creches permanece ligada à capacidade financeira e de recursos humanos nos municípios o que tem como consequência um acesso restrito e uma oferta com precariedade no que diz respeito à qualidade do atendimento. A outra consequência é que, muitas vezes, os municípios precisam recorrer a programas e projetos financiados pelo governo federal, estadual, organismos não governamentais ou organismos multilaterais para financiar esse atendimento. Em 2009, a Emenda Constitucional no. 59 instituiu a obrigatoriedade da escolarização a partir dos quatro anos, devendo essa ser implantada progressivamente até Essa medida também terá como resultado a ampliação da oferta da Educação Infantil inclusive com a implantação naqueles municípios que nunca havia oferecido esse atendimento o que trouxe uma nova demanda para a gestão municipal. Ainda são poucos os estudos que analisam a situação da Educação Infantil, considerando as mudanças advindas no contexto do FUNDEB e da obrigatoriedade da escolarização a partir dos quatro anos. Dessa forma, a análise do panorama da Educação Infantil com a
3 implantação do FUNDEB no período de 2007 a 2011 faz-se urgente para a proposição de programas e políticas para essa faixa etária. 5. Atividades e Produtos Produto 1.: Documento técnico contendo diagnóstico sobre a oferta de Educação Infantil por município da região Nordeste. Atividade 1.1. Levantamento dos dados sobre a evolução da demanda de Educação Infantil em todos os municípios da região Nordeste, através da taxa de frequência a escola, a partir dos dados da PNAD de 2006 e 2012 (IBGE) e do Censo Escolar de 2006 e 2012 (INEP), considerando a localização rural e urbana e diferenciando creche e pré-escola e horário parcial ou integral. Atividade Sistematização dos dados levantados sobre a demanda e a oferta de Educação Infantil nos municípios da região Nordeste. Produto 2.: Documento técnico contendo o diagnóstico sobre a infraestrutura das instituições de Educação Infantil das redes públicas dos municípios da região Nordeste. Atividade 2.1. Levantamento dos dados sobre a infraestrutura das instituições de Educação Infantil das redes públicas dos municípios da região Nordeste (existência de parque infantil, brinquedoteca, computadores para uso dos alunos, internet na escola, banheiros dentro do prédio e adaptados para a faixa etária da Educação Infantil, bibliotecas, salas de leitura e acessibilidade), diferenciando creches e préescolas e zona rural e urbanas, considerando os anos de 2007 a 2012, a partir dos dados do Censo Escolar/INEP. Atividade Sistematização dos dados levantados e sobre a infraestrutura das instituições de educação Infantil nos municípios da região Nordeste. Produto 3.: Documento técnico contendo o diagnóstico sobre a proporção do atendimento público e conveniado de Educação Infantil nos municípios da região Nordeste, diferenciando creche e pré-escola e horário parcial ou integral, considerando os anos de 2007 a Atividade 3.1. Levantamento dos dados sobre a proporção do atendimento público e conveniado de Educação Infantil nos municípios da região Nordeste, diferenciando creche e pré-escola e horário parcial ou integral, considerando os anos de 2007 a 2012, a partir dos dados disponíveis na página do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação. Atividade Sistematização dos dados levantados sobre a a proporção do atendimento público e conveniado de Educação Infantil nos municípios da região Nordeste Produto 4.: Documento técnico contendo estudo analítico do investimento de recursos públicos na Educação Infantil, a partir dos valores do gasto aluno/ano no atendimento público e conveniado de educação infantilnos municípios da região Nordeste e do valor destinado a esse atendimento pelo FUNDEB.
4 Atividade 4.1. Levantamento dos dados sobre o gasto aluno/ano no atendimento público e conveniado de educação infantil nos municípios da região Nordeste, diferenciando creche e pré-escola, considerando os anos de 2007 a 2012, a partir dos dados disponíveis na página do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação. Atividade 4.2. Levantamento sobre o investimento de recursos públicos realizado na Educação Infantil, a partir do valor destinado pelo FUNDEB, nos municípios da região Nordeste. Atividade Sistematização dos dados levantados sobre o investimento de recursos públicos na Educação Infantil e o gasto aluno/ano nos municípios da região Nordeste. 6. Perfil profissional Possuir Graduação na área de Educação, em cursos reconhecidos pelo MEC e mínimo de 03 (três) anos de experiência em gestão educacional ou experiência acadêmica comprovada nas áreas de Ciências Humanas ou Sociais. 7. Vigência do : agosto de 2014 a março de Cronograma de entrega de produtos PRODUTO Produto 1.: Documento técnico contendo diagnóstico sobre a oferta de Educação Infantil por município da região Nordeste. Produto 2.: Documento técnico contendo o diagnóstico sobre a infraestrutura das instituições de Educação Infantil das redes públicas dos municípios da região Nordeste. PRAZO DE ENTREGA 45 dias após a 90 dias após a Produto 3.: Documento técnico contendo o diagnóstico sobre a proporção do atendimento público e conveniado de Educação Infantil nos municípios da região Nordeste, diferenciando creche e pré-escola e horário parcial ou integral, considerando os anos de 2007 a dias após a Produto 4.: Documento técnico contendo estudo analítico do investimento de recursos públicos na Educação Infantil, a partir dos valores do gasto aluno/ano no atendimento público e conveniado de educação infantil nos municípios da região Nordeste e do valor destinado a esse atendimento pelo FUNDEB. 210 dias após a
5 Observações: As passagens e diárias necessárias para o desenvolvimento das atividades serão custeadas à parte, pelo projeto, sendo as diárias calculadas com base na legislação aplicável ao serviço público federal. No entanto, os consultores que não residirem na cidade do Recife, sempre que forem convocados, deverão arcar com os custos de deslocamentos e diárias para a cidade do Recife. 9. Processo de Seleção A seleção dos candidatos será realizada em três etapas: 1ª etapa - Análise curricular; e 2ª etapa - Entrevista presencial ou por Skype. Para os candidatos sediados fora do Recife, que optarem por entrevista presencial, informa-se que os custos de transporte, hospedagem e alimentação, se necessários, são de responsabilidade do candidato e para as entrevistas agendadas por Skype, informa-se que os candidatos devem providenciar as condições técnicas de recepção para a entrevista; 3ª etapa análise da documentação comprobatória da experiência acadêmica e profissional; e entrega da autorização formal, da liberação, pelo dirigente máximo do órgão ou da entidade ao qual o candidato esteja vinculado, no caso de professor com vínculo público. Considerando que a consultoria a ser contratada deverá se realizar em Recife, informa-se que os gastos com transferência de domicilio, se necessários, são de responsabilidade do selecionado. a) 1ª Etapa a análise curricular será feita com base nos critérios estabelecidos nas tabelas a seguir: Formação Acadêmica -.Possuir Graduação na área de Educação, em cursos reconhecidos pelo MEC. Caracterização (pontuação única Máxima 15 pontos). Será considerado para registro apenas o curso de maior pontuação (pontos não cumulativos). Especificação Graduação na área de Educação Mestrado nas áreas das Ciências Sociais ou Educação Pontuação 10 pontos 15 pontos Experiência Profissional - mínimo de 03 (três) anos de experiência em gestão educacional ou experiência acadêmica comprovada nas áreas de Ciências Humanas ou Sociais. Caracterização (pontuação única Máxima 20 pontos) Será considerado para registro apenas o tempo de experiência de maior pontuação (pontos não cumulativos) Especificação De 3 a 5 anos de experiência em gestão educacional ou experiência acadêmica comprovada nas áreas de Ciências Humanas ou Sociais. + de 5 anos de experiência em gestão educacional ou experiência acadêmica comprovada nas áreas de Ciências Humanas ou Sociais. Pontuação 15 pontos 20 pontos b) 2ª etapa a análise da entrevista* será feita mediante os critérios estabelecidos na tabela a seguir: Caracterização (pontuação acumulativa máximo 30 pontos)
6 Especificação Entendimento superficial no campo da educação. Compreensão do campo da avaliação de políticas. Experiência mais densa em atividades de análise de dados em pesquisas na área de das Ciências Sociais e Educacionais. Pontuação Até 5 pontos Até 15 pontos Até 30 pontos *Somente serão considerados aptos a participar da 2ª etapa (entrevista) do processo de seleção, os candidatos que atingirem a pontuação mínima de 20 pontos na soma dos critérios definidos nas tabelas de Formação Acadêmica e de Experiência Profissional. c) 3ª etapa análise da documentação comprobatória da experiência acadêmica e profissional; e entrega do documento com autorização formal, da liberação, pelo dirigente máximo do órgão ou da entida ao qual o candidato esteja vinculado, no caso de professor com vínculo público. O candidato selecionado deverá apresentar a documentação comprobatória no prazo máximo de 5 (cinco) dias úteis, após a divulgação do resultado. No caso de professor com vínculo público, o documento formal de liberação do dirigente máximo do órgão ou entidade ao qual esteja vinculado, deverá ser apresentado no prazo máximo de 10 (dez) dias úteis, após a divulgação do resultado.
PRIMEIRA INFÂNCIA E DIREITO À EDUCAÇÃO
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PRIMEIRA INFÂNCIA E DIREITO À EDUCAÇÃO Audiência Pública Câmara dos Deputados Brasília 2014 Extensão: 8,5 milhões km 2 População: 191,5 milhões População
ETAPAS DE ENSINO DICIONÁRIO
ETAPAS DE ENSINO Subníveis verticais hierárquicos e interdependentes que compõem a educação escolar básica no Brasil. As etapas de ensino que constituem a educação básica são a educação infantil, o ensino
POLÍTICAS PÚBLICAS Aula 12. Prof. a Dr. a Maria das Graças Rua
POLÍTICAS PÚBLICAS Aula 12 Prof. a Dr. a Maria das Graças Rua FINANCIAMENTO DA POLÍTICA EDUCACIONAL BRASILEIRA compreendendo os sistemas de ensino federal, estadual e municipal, a Constituição Federal
A EDUCAÇÃO INFANTIL COMO DIREITO: DESAFIOS E PERSPECTIVAS PARA O SEU FINANCIAMENTO EM TEMPOS DE FUNDEB
A EDUCAÇÃO INFANTIL COMO DIREITO: DESAFIOS E PERSPECTIVAS PARA O SEU FINANCIAMENTO EM TEMPOS DE FUNDEB Andréa Márcia Monteiro Ferreira Profa. Esp. Mestranda PPEB/UFPA/Brasil 1 Cintia Aurora Quaresma Cardoso
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ASSISTÊNCIA A PROGRAMAS ESPECIAIS
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ASSISTÊNCIA A PROGRAMAS ESPECIAIS TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA - CONSULTOR POR PRODUTO - TOR/OEI/MEC/FNDE/DIPRO/
O Novo Plano de Ações Articuladas
O Novo Plano de Ações Articuladas Planejamento e Execução de Novos Projetos, Monitoramento de Obras e Captação de Recurso Módulo I Palestrante: Arq. Tiago Lippold Radünz Curitiba, PR - Novembro 2017 Apresentação
1 Verificar num primeiro momento as ações para cumprimento das Metas/estratégias com prazo definido para 2015;
Subcomissão permanente para Acompanhar, monitorar e avaliar o processo de implementação das estratégias e do cumprimento das metas do Plano Nacional de Educação PNE sugestões para Plano de Trabalho Consultorias
Plano de Ações Articuladas (PAR ): Planejamento e Execução de Novos Projetos, Monitoramento de Obras e Captação de Recursos na Educação
Plano de Ações Articuladas (PAR 2016-2019): Planejamento e Execução de Novos Projetos, Monitoramento de Obras e Captação de Recursos na Educação PARTE 1 Arq. Tiago Lippold Radünz Objetivos do Curso Compreender
UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS UFT CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE PALMAS CURSOS DE FILOSOFIA E ARTES FÓRUM DE DISCUSSÃO DO PMEP-2012 Prof. Dr.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS UFT CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE PALMAS CURSOS DE FILOSOFIA E ARTES FÓRUM DE DISCUSSÃO DO Prof. Dr. Roberto Carvalho POLÍTICA PÚBLICA: social e econômica Política pública:
FUNDEB: O QUE MUDA NO FINANCIAMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA NA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE ANÁPOLIS
FUNDEB: O QUE MUDA NO FINANCIAMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA NA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE ANÁPOLIS Renato Ribeiro Leite * UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS Grupo de Pesquisa Qualidade da Educação Básica Grupo
Nota Técnica sobre o Programa Brasil Carinhoso
Nota Técnica sobre o Programa Brasil Carinhoso A oferta da educação infantil pública é de competência exclusiva dos municípios, os quais enfrentam os seguintes desafios para conseguir ampliar a oferta
LEI MUNICIPAL Nº806/2015, 19 de junho de APROVA o Plano Municipal de Educação e dá outras providências.
LEI MUNICIPAL Nº806/2015, 19 de junho de 2015. APROVA o Plano Municipal de Educação e dá outras providências. GODOFREDO CLAUDIO WERKHAUSEN, Prefeito Municipal de Novo Xingu RS FAÇO SABER, no uso das atribuições
Programa POLOS de Cidadania Edital nº 05/2017
Programa POLOS de Cidadania Edital nº 05/2017 CONTRATAÇÃO DE ESTAGIÁRIOS PARA ATIVIDADES DE EXTENSÃO E PESQUISA O Programa Polos de Cidadania da Faculdade de Direito da UFMG faz saber que entre os dias
O Novo Plano de Ações Articuladas
O Novo Plano de Ações Articuladas Planejamento e Execução de Novos Projetos, Monitoramento de Obras e Captação de Recurso Palestrante: Arq. Tiago Lippold Radünz Maringá, PR - Novembro 2017 Apresentação
Organização dos Estados Ibero-americanos Para a Educação, a Ciência e a Cultura MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO
Organização dos Estados Ibero-americanos Para a Educação, a Ciência e a Cultura MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA
Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação - FNDE CGEST. Coordenação Geral de Infraestrutura Educacional CODIN
Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação - FNDE CGEST Coordenação Geral de Infraestrutura Educacional CODIN Coordenação de Desenvolvimento de Infraestrutura Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação
FINANCIAMENTO DA EDUCAÇÃ FUNDEB. João o Batista do Nascimento Professor, Filósofo e
FINANCIAMENTO DA EDUCAÇÃ ÇÃO O BÁSICA: B FUNDEB João o Batista do Nascimento Professor, Filósofo e Economista Especialista em Políticas Públicas. P Marco Legal do Financiamento da Educação Básica Pública.
PLANOS MUNICIPAIS DE EDUCAÇÃO Expectativas, Desafios e Acompanhamentos
PLANOS MUNICIPAIS DE EDUCAÇÃO Expectativas, Desafios e Acompanhamentos Marialba da Glória Garcia Carneiro Avaliadora Educacional-SASE Secretária Municipal de Educação de Pereira Barreto-SP 2016 PANORAMA
A POLÍTICA DO FINACIAMENTO DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA 1
A POLÍTICA DO FINACIAMENTO DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA 1 Fábia Pereira de Medeiros Lira 2 Marecilda Bezerra de Araújo 3 RESUMO O presente trabalho propõe apresentar uma breve discussão acerca da política de
EDITAL 02 / 2018 PARA CONCESSÃO DE BOLSAS DE ESTUDOS EDUCAÇÃO SUPERIOR 1º SEMESTRE DE 2018
EDITAL 02 / 2018 PARA CONCESSÃO DE BOLSAS DE ESTUDOS EDUCAÇÃO SUPERIOR 1º SEMESTRE DE 2018 Em conformidade com a Lei 12.101/2009, regulamentadas pelo Decreto nº 8.242/2014. A Associação Brasileira de Educadores
Renata Ramos da Silva Carvalho UEG/UFG Agência Financiadora: FAPEG e Apoio financeiro do Programa de Auxílio Eventos da UEG (Pró-Eventos)
GT11 - Política da Educação Superior Pôster 308 UNIVERSIDADES ESTADUAIS BRASILEIRAS: POLÍTICAS E DESAFIOS DE FINANCIAMENTO DOS ESTADOS BRASILEIROS FRENTE ÀS METAS DO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO - PNE (2014-2024)
CGEST CODIN. Coordenação Geral de Infraestrutura Educacional. Coordenação de Desenvolvimento de Infraestrutura
Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação - FNDE CGEST Coordenação Geral de Infraestrutura Educacional CODIN Coordenação de Desenvolvimento de Infraestrutura Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA 1. Número e Título do Projeto: OEI BRA09/004 - Aprimoramento da sistemática de gestão do Ministério da Educação
FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FNDE PLANO DE AÇÕES ARTICULADAS - PAR
FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FNDE PLANO DE AÇÕES ARTICULADAS - PAR Ministério da Educação FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FNDE FNDE números e fatos PLANO DE AÇÕES ARTICULADAS
FUNDEB PERMANENTE O QUE ESTÁ EM JOGO? ANDRE LEMES SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO DE RIO GRANDE/RS PRESIDENTE UNDIME RS
FUNDEB PERMANENTE O QUE ESTÁ EM JOGO? ANDRE LEMES SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO DE RIO GRANDE/RS PRESIDENTE UNDIME RS PROPOSTAS QUE TORNAM O FUNDEB PERMANENTE 1. PEC 15/2015, Câmara dos Deputados Relatora - deputada
Noções sobre o financiamento e alocação de recursos em saúde
Noções sobre o financiamento e alocação de recursos em saúde Demandas e custos em saúde são crescentes tendência mundial Mudanças no perfil demográfico (envelhecimento da população e diminuição das taxas
TERMO DE REFERÊNCIA DE CONSULTORES POR PRODUTOS. Consultor de Cadastro de Museus
TERMO DE REFERÊNCIA DE CONSULTORES POR PRODUTOS OEI/BRA 09/005 - Desenvolvimento da Gestão Estratégica do IBRAM e dos Museus Brasileiros para o Fortalecimento Institucional na Formulação e Implantação
EDITAL 002/2019 UNICAFES/UNIÃO EUROPEIA
EDITAL 002/2019 UNICAFES/UNIÃO EUROPEIA A UNIÃO NACIONAL DE COOPERATIVAS DA AGRICULTURA FAMILIAR E ECONOMIA SOLIDÁRIA (Unicafes), inscrita no CNPJ sob o n. 07.738.836/0001-37 torna público a abertura de
MEC. Censo Escolar 2015 Notas Estatísticas. Brasília-DF março de 2016
MEC Censo Escolar 215 Notas Estatísticas Brasília-DF março de 216 MEC Agenda O desafio da universalização Educação infantil Creche e Pré-escola Ensino fundamental Anos iniciais e anos finais Ensino médio
Avaliação e Monitoramento do PME. Professora Marcia Adriana de Carvalho
Avaliação e Monitoramento do PME Professora Marcia Adriana de Carvalho TEMAS 1 Por que avaliar e monitorar o PME 2 Qual a diferença entre avaliar e monitorar 3 4 Como definir plano de ações para o período
A EDUCAÇÃO ESPECIAL NO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO NO PERÍODO DE 2007 A 2013
00211 A EDUCAÇÃO ESPECIAL NO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO NO PERÍODO DE 2007 A 2013 Resumo: Marileide Gonçalves França Rosângela Gavioli Prieto (Orientadora) Universidade de São Paulo A última década tem se
Art O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios: I - igualdade de condições para o acesso e permanência na escola;
CAPÍTULO III DA EDUCAÇÃO, DA CULTURA E DO DESPORTO Seção I DA EDUCAÇÃO Art. 205. A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade,
Art A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno
CONSTITUIÇÃO FEDERAL DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL Seção que pactua a educação como direito de todos. CAPÍTULO III DA EDUCAÇÃO, DA CULTURA E DO DESPORTO Seção I DA EDUCAÇÃO MS. Carreiro 1 Art. 205.
Seminário sobre LDB da Educação Nacional TALITA CRISTINI BATISTA LOPES MARIANA DA COSTA LOUREIRO COTOVICZ
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro Instituto Multidisciplinar Departamento de Tecnologias e Linguagens Seminário sobre LDB da Educação Nacional TALITA CRISTINI BATISTA LOPES MARIANA DA COSTA
11. Demonstrativo de Capacidade e Sustentabilidade Financeira
11. Demonstrativo de Capacidade e Sustentabilidade Financeira 188 PDI 2015-2019 11.1 Planejamento orçamentário e financeiro O Orçamento Público, em sentido amplo, é um documento legal (aprovado por lei)
Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira
INFORMATIVO TÉCNICO Nº 2/2015 PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2014-2024: LINHA DE BASE E PROJEÇÕES DE METAS INTRODUÇÃO A Lei do Plano Nacional de Educação (Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014) estabelece
IICA/BRA/09/005 TERMO DE REFERÊNCIA MODALIDADE: PRODUTO CARGO A
INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA IICA/BRA/09/005 TERMO DE REFERÊNCIA MODALIDADE: PRODUTO CARGO A 01. OBJETO DA CONSULTORIA Contratar Consultoria por produto para desenvolver atividades
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA - CONSULTOR POR PRODUTO -
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA - CONSULTOR POR PRODUTO - 1. Número e Título do Projeto: BRA 09/004 - Aprimoramento
INEP. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira
INEP Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira http://portal.inep.gov.br/ Educação Básica O Censo escolar O Saeb O Provinha Brasil O Ideb O Encceja O Enem O Prova Docente O
VPGDI-006-FIO-18 30/10/2018
Chamada Pública 30/2018 Processo Seletivo Simplificado para preenchimento de vaga de BOLSISTAS DE EXTENSÃO no projeto Estímulo ao desenvolvimento institucional da Economia da Saúde, com ênfase no SUS,
SISTEMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO, FEDERALISMO E REGIME DE COLABORAÇÃO
SISTEMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO, FEDERALISMO E REGIME DE COLABORAÇÃO Mariza Abreu Consultora Legislativa da Câmara dos Deputados Audiência Pública da Comissão de Educação, Cultura e Esporte Senado Federal,
Política Nacional da Educação Infantil Desafios e alternativas para o aumento do atendimento na educação infantil com qualidade
Política Nacional da Educação Infantil Desafios e alternativas para o aumento do atendimento na educação infantil com qualidade 161905-Implementando o m... 016 v2 1 Como está a Educação Básica no Brasil,
Município: GOVERNADOR VALADARES / MG
O Plano Brasil Sem Miséria O Plano Brasil Sem Miséria foi lançado com o desafio de superar a extrema pobreza no país. O público definido como prioritário foi o dos brasileiros que estavam em situação de
Município: TAILÂNDIA / PA
O Plano Brasil Sem Miséria O Plano Brasil Sem Miséria foi lançado com o desafio de superar a extrema pobreza no país. O público definido como prioritário foi o dos brasileiros que estavam em situação de
LEGISLAÇÃO BÁSICA DA EDUCAÇÃO. Prof. Reginaldo Pinheiro
Reginaldo Pinheiro Graduado em Filosofia e Direito, professor de História e Filosofia, mestrando em Educação e Especialista em Direito e Processo Administrativo. LEGISLAÇÃO BÁSICA DA EDUCAÇÃO Prof. Reginaldo
Seleção de Serviços. https://docs.google.com/forms/d/1wimsrs5a6pxvmpspl59vkfx_zkvlcmgibvp_exbv5i4/viewfor m?edit_requested=true
Seleção de Serviços Consultoria sobre a verificação dos mecanismos de controle interno e social da atividade de política comunitária nos territórios-alvo do Programa de Oportunidades e Direitos no Estado
Direito Constitucional
Direito Constitucional Da Educação Professor: André Vieira www.acasadoconcurseiro.com.br Direito Constitucional CAPÍTULO III DA EDUCAÇÃO, DA CULTURA E DO DESPORTO Seção I DA EDUCAÇÃO Art. 205. A EDUCAÇÃO,
Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação
Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ CONVITE PROPPG 03/209 - ELABORAÇÃO DA PROPOSTA INSTITUCIONAL
Financiamento, Federalismo, CAQi e CAQ: desafios para a universalização do direito à educação infantil com qualidade
Financiamento, Federalismo, CAQi e CAQ: desafios para a universalização do direito à educação infantil com qualidade Daniel Cara Coordenador Geral Campanha Nacional pelo Direito à Educação 1950 80+ 75-79
