Revista CEFAC ISSN: Instituto Cefac Brasil
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- Larissa Alvarenga Capistrano
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1 Revista CEFAC ISSN: Instituto Cefac Brasil Veroni Degan, Viviane; Puppin-Rontani, Regina Maria Aumento da aeração nasal após remoção de hábitos de sucção e terapia miofuncional Revista CEFAC, vol. 9, núm. 1, enero-marzo, 2007, pp Instituto Cefac São Paulo, Brasil Disponível em: Como citar este artigo Número completo Mais artigos Home da revista no Redalyc Sistema de Informação Científica Rede de Revistas Científicas da América Latina, Caribe, Espanha e Portugal Projeto acadêmico sem fins lucrativos desenvolvido no âmbito da iniciativa Acesso Aberto
2 Hábitos, Respiração e Terapia miofuncional 5 AUMENTO DA AERAÇÃO NASAL APÓS REMOÇÃO DE HÁBITOS DE SUCÇÃO E TERAPIA MIOFUNCIONAL Nasal Breathing after removing sucking habit and myofunctional therapy Viviane Veroni Degan (1), Regina Maria Puppin-Rontani (2) RESUMO Objetivo: avaliar os efeitos da associação entre a remoção de hábitos de sucção e a Terapia Miofuncional Orofacial na ampliação da aeração nasal. Métodos: vinte crianças na faixa de etária de quatro anos a quatro anos e oito meses foram distribuídas em dois grupos denominados de: Grupo REM (submetido apenas à remoção de hábitos) e Grupo TMF (submetido à remoção de hábitos e posteriormente à Terapia Miofuncional Orofacial). O fluxo de ar expirado pelas narinas foi registrado por meio do espelho nasal milimetrado de Altmann e quantificado em papel milimetrado denominado de Bloco de Referência do Espelho de Altmann. Os exames foram realizados em três momentos (pré-tratamento, 60 e 180 dias após). Os resultados foram submetidos à análise estatística, utilizando-se Test t para duas amostras independentes e para dados pareados, considerando nível de significância valores p<0,05. Resultados: pode-se observar que as médias obtidas da quantificação da aeração nasal após os tratamentos foram significativamente maiores no Grupo TMF que no Grupo REM (p< 0,0001). Conclusão: houve aumento da aeração nasal e conseqüentemente melhora da função respiratória nasal, utilizando a Terapia Miofuncional Orofacial após remoção de hábitos de sucção em crianças na faixa etária de quatro anos. DESCRITORES: Hábitos; Terapia Miofuncional; Sucção; Respiração Bucal INTRODUÇÃO (1) (2) Fonoaudióloga; Docente do Curso de Pós-graduação em Odontologia do Centro Universitário Herminio Ometto / UNIARARAS; Doutora em Odontologia Área de Fisiologia Oral pela Faculdade de Odontologia de Piracicaba da Universidade Estadual de Campinas. Dentista; Professora Titular da Área de Odontopediatria da Faculdade de Odontologia de Piracicaba da Universidade Atualmente vários estudos apontam para alta prevalência de hábitos de sucção nutritivos e não nutritivos e que comumente são utilizados por crianças de maneira prolongada 1,2 e desta forma são considerados nocivos ao desenvolvimento. O uso prolongado dos hábitos encontra-se altamente correlacionado a etiologia de más-oclusões, principalmente a mordida aberta anterior 2-6 e alterações de estruturas e funções do sistema estomatognático, bem como mastigação, deglutição, respiração e fonoarticulação A respiração nasal permite que os lábios mantenham-se em contato e a mandíbula em repouso, possibilitando que a língua se aloje dentro da cavidade oral, ficando em contato com o palato, equilibrandose com as forças restritivas dos múscul bucinadores, sendo coadjuvante do crescimento tra versal da maxila 12,14. A respiração predominantemente oral pode es relacionada a hábitos de sucção prolongados 12,15 A criança que apresenta este tipo de compor mento em relação aos hábitos pode manter-se co os lábios afastados que se tornam flácidos, deixa do de exercer a função de vedamento e, como co seqüência, facilitam o padrão de respiração oral v osa 11,12,14. Este padrão respiratório pode determin modificações no posicionamento de dentes, man bula e língua, além de ausência de vedamento cavidade oral, provocado pela falta de contato d lábios, determinando respostas neuromusculares in dequadas para o correto crescimento e desenvo mento craniofacial 12,17. A remoção de hábitos de sucção em crianças e fase de dentição decídua pode proporcionar correç ou atenuação de má oclusão do tipo mordida abe anterior, adequação de estruturas e funções do sis ma estomatognático 11,18. Porém, somente a remoç dos hábitos pode não promover total adequação d tas funções, sendo assim, a utilização da Tera
3 56 Degan VV, Puppin-Rontani RM força muscular, provocar mudanças positivas nos padrões funcionais, e assim prevenir desvios no desenvolvimento craniofacial, pois gera adequação de postura de estruturas em repouso e durante a realização de funções do sistema estomatognático 11, Desta forma, o objetivo deste estudo foi avaliar os efeitos da associação entre a remoção de hábitos de sucção e de Terapia Miofuncional Orofacial na ampliação da aeração nasal. MÉTODOS Todos os responsáveis pelos voluntários leram e assinaram um Termo de consentimento livre e esclarecido elaborado de acordo com as diretrizes e normas regulamentadas de pesquisa envolvendo seres humanos atende à Resolução nº 196/96. A amostra consistiu de 20 pacientes, de ambos os gêneros, segundo os critérios de inclusão como: presença de hábitos de sucção de chupeta e mamadeira, faixa etária de quatro anos a cinco anos incompletos e presença de mordida aberta anterior. Foram assumidos como critérios de exclusão: crianças com outras interferências oclusais, como mordida cruzada anterior e/ou posterior, respiradores orais obstrutivos e presença de algum outro tipo de hábito de sucção que não fosse chupeta e mamadeira. Foram eliminadas da amostra as crianças que não abandonaram os hábitos de sucção de chupeta e mamadeira ao completarem 5 anos de idade e/ou que tiveram os incisivos centrais decíduos esfoliados durante o período do experimento. Todas as crianças apresentavam hábitos de sucção de chupeta, utilizandoa livremente tanto durante o dia quanto à noite, e mamadeira em uma freqüência média de duas vezes ao dia. A idade para remoção dos hábitos citados foi determinada por estudo anterior 21, cuja amostra era formada por crianças entre as idades de quatro e seis anos. A amostra foi dividida em dois grupos, aleatoriamente de acordo com o tratamento empregado em: 1- GRUPO REM com dez crianças que foram submetidas apenas à remoção de hábitos de sucção de chupeta e mamadeira pelo Método de Esclarecimento Modificado GRUPO TMF com dez crianças que foram submetidas à remoção de hábitos de sucção de chupeta e mamadeira pelo Método de Esclarecimento Modificado, associado Terapia Miofuncional Orofacial. Após a entrevista inicial, as crianças foram encaminhadas para a realização dos exames iniciais: exame clínico fonoaudiológico, odontológico, exame radiográfico e documentação fotográfica. Entrevista inicial: A entrevista inicial foi realizada individualmente coletados dados referentes aos hábitos de sucção apresentados naquele momento como freqüência, duração, intensidade, a atitude da criança frente aos hábitos de sucção em locais públicos, comportamento dos pais ou responsáveis em relação aos hábitos, atitudes tomadas em relação à utilização dos hábitos e tentativas anteriores para removê-los. Também foram coletados dados quanto ao comportamento social: freqüência de choro, relacionamento com outras crianças, e com os pais. Ainda, os pais foram questionados quanto à alimentação da criança, substituição de alimentos por leite, histórico de má-oclusão familiar, saúde geral, padrão respiratório, doenças já apresentadas, desenvolvimento motor, preferências da criança com relação aos jogos e situações agradáveis. Estes dados foram coletados para que se montasse um programa individual de remoção dos hábitos de sucção, com base no Método de Esclarecimento Modificado 22. Tratamento Miofuncional Orofacial: Logo após a remoção dos hábitos apresentados, as crianças do grupo TMF foram submetidas a 8 sessões de Terapia Miofuncional Orofacial realizadas uma vez por semana durante 30 minutos. Durante estas sessões a criança realizava os exercícios isométricos e funcionais e recebia um calendário 11 para que os executasse também em casa uma vez ao dia. Os calendários eram trocados semanalmente, durante as consultas. Um adulto, responsável pela criança, participava do final da sessão para que também aprendesse a executar os exercícios corretamente e pudesse, assim, supervisionar a criança. A Terapia Miofuncional Orofacial foi realizada visando: Aumento da força dos músculos: orbicular da boca superior, orbicular da boca inferior, bucinadores e músculos linguais. Estes músculos foram trabalhados por meio de exercícios isométricos. Adequação de estruturas durante o repouso: adequação do posicionamento dos lábios (em vedamento) e adequação do posicionamento lingual (em região de papila retro-incisal). Adequação das seguintes funções do sistema estomatognático: deglutição e respiração (nasal). Foram utilizados exercícios para promover as funções adequadamente. Foram utilizados exercícios preparatórios de deglutição de líquidos e alimentos sólidos. Para favorecer a utilização da respiração nasal usou-se como estímulos os processos de inspiração expiração. O fluxo de ar proveniente da expiração foi anotado em bloco de referência do espelho de Altmann. O uso da respiração nasal foi associado ao processo de automatização de lábios vedados e lín-
4 Hábitos, Respiração e Terapia miofuncional 5 A respiração foi avaliada por meio de prova utilizando-se Espelho nasal milimetrado de Altmann. Este era colocado sob as narinas da criança enquanto ela mantinha inspiração e expiração sem instrução prévia. O fluxo de ar expirado pelas narinas foi quantificado a partir do registro obtido por meio do espelho que era reproduzido em papel igualmente milimetrado denominado de bloco de referência. Os espaços marcados pelo fluxo de ar eram contados para atribuição de valor em centímetro quadrado (cm 2 ). Para cada voluntário foi traçado um plano de tratamento personalizado que visava à adequação das estruturas e funções citadas. A remoção de hábitos de sucção de chupeta e mamadeira foi efetuada antes da realização da Terapia Miofuncional Orofacial. A força muscular foi analisada em artigo anteriormente publicado 11. Análise dos resultados Os resultados foram analisados por meio de exames clínicos e fotográficos, realizados previamente e aos 60 e 180 dias após a remoção dos hábitos de sucção. Para o Grupo REM, os hábitos foram removidos e a partir da data de remoção esperou-se 60 dias e 180 dias para a realização dos exames. Para o Grupo TMF, os hábitos foram removidos e as oito sessões semanais de Terapia Miofuncional Orofacial foram realizadas, totalizando-se dois meses após a remoção dos hábitos, realizando-se então, a segunda avaliação, e após 180 dias a terceira. Portanto, todas as crianças da amostra foram submetidas concomitantemente à realização dos exames iniciais (pré-tratamento), 60 e 180 dias após a remoção dos hábitos de sucção. Exame Clínico: As crianças participantes foram submetidas à avaliação miofuncional orofacial, por uma fonoaudióloga avaliadora que não tinha conhecimento sobre em qual grupo a criança estava inserida (Kappa 85%), constituindo um experimento do tipo duplo cego. Foram avaliadas as seguintes estruturas: lábios, mento, língua, bochechas, oclusão e funções como deglutição, fala e respiração. A respiração foi avaliada por meio de prova utilizando-se Espelho nasal milimetrado de Altmann. Este era colocado sob as narinas da criança enquanto ela mantinha respiração sem instrução prévia. O fluxo de ar expirado pelas narinas produzia uma marca no espelho que era reproduzida em papel igualmente milimetrado denominado de bloco de referência. Os espaços marcados pelo fluxo de ar foram então contados para atribuição de um valor. O projeto de pesquisa teve a aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa da Faculdade de Odontolo- Os dados coletados foram submetidos à anál estatística, utilizando-se Teste t para duas amost independentes e o Teste t para dados pareados, c siderando nível de significância valores p< 0,05. RESULTADOS A função respiração foi quantificada em cm 2 p meio do espelho de Altmann, sendo que os resu dos das avaliações encontram-se na Tabela 1. Pode-se observar que as médias obtidas p quantificação da aeração nasal após os tratament no Grupo TMF foram significativamente maiores que Grupo REM (p< 0,0001), ressaltando o maior aprove mento da aeração nasal para as crianças que rece ram a associação dos tratamentos. Esta constataç pode ser observada na segunda e terceira avaliaçõ não diferindo estatisticamente entre si em ambos grupos estudados, REM (p=0,7905) e TMF (p=0,935 Entretanto, diferiram significativamente da avaliação cial, em ambos os grupos REM (p=0) e TMF (p=0,002 Ainda na Tabela 1 pode-se observar que na ava ção inicial os grupos não diferiram entre si, apres tando menor utilização do espaço aéreo na (p=0,0912). Na segunda avaliação o Grupo TMF ap sentou aumento significativo da utilização do espa aéreo nasal (p=0,0062), mantendo em média na t ceira avaliação (p=0,0095) aumento significativo. A Figura 1 ilustra as médias das áreas medid no espelho de Altmann obtidas durante o período estudo para a amostra. Observa-se que os grupos REM e TMF iniciar com graus similares de aeração nasal. Na segun avaliação observou-se melhores padrões respirat os para ambos os grupos, porém com o grupo TM exibindo melhores resultados. Este perfil foi mant até a terceira avaliação. Tabela 1 - Distribuição da área (cm 2 ) quantificação da aeração nasal pelas crianç nos períodos de avaliação REM - Grupo submetido à remoção de hábitos TMF - Grupo submetido à remoção de hábitos e posteriorme à terapia miofuncional orofacial Percentuais seguidos por mesma letra Maiúscula na compara entre grupos não diferem entre si pelo teste t para 2 amos independentes (p>0,05) Percentuais seguidos por mesma letra Minúscula na compara
5 58 Degan VV, Puppin-Rontani RM REM - Grupo submetido à remoçao de hábitos TMF - Grupo submetido à remoção de hábitos e posteriormente à terapia miofuncional orofacial Figura 1 - Ilustração gráfica dos escores médios exibidos pelos grupos tratados durante o período de estudo quanto à aeração nasal DISCUSSÃO Constatou-se que a TMF produziu aumento significativo na aeração nasal analisada por meio do uso do espelho nasal milimetrado de Altmann. A quantificação da aeração nasal mostrou que houve aumento desta, decorrente da remoção de hábitos de sucção aos 60 dias, mantendo-se até o final do experimento, porém no grupo que foi submetido à remoção dos hábitos associada à Terapia Miofuncional, as alterações positivas foram mais evidentes e também permaneceram até o último exame. Estes fatos confirmam a efetividade da Terapia Miofuncional no restabelecimento da função respiratória nasal, corroborando afirmações de outros autores 23 e achados de outro estudo 24 que utilizaram a Terapia Miofuncional no restabelecimento da função respiratória nasal, e encontraram valores iniciais de 14,82 cm 2, finalizando o experimento com valores de 26,33 cm 2, sendo estes próximos aos valores iniciais e finais encontrados para o Grupo TMF (14,10 cm 2 inicial e 26,40 cm 2 final Tabela 1). O aumento da força dos músculos orbiculares da boca proporcionada pela Terapia Miofuncional 11 foi um fator importante, pois auxiliou na correta postura de lábios em contato, mantendo-os vedados em repouso, sendo a maior garantia de que a respiração seria realizada corretamente pelo nariz 11,25. No grupo que foi submetido somente a remoção de hábitos de sucção também houve aumento da aeração nasal que mostrou ser indicativo de que hábitos de sucção prolongados favorecem a respiração oral devido à manutenção de padrão de ausência de vedamento labial 14. O tempo de utilização da Terapia Miofuncional Orofacial, neste estudo foi de 8 sessões, tempo tam- 26 utilizaram a Intervenção Fonoaudiológica Breve e obtiveram melhora para a respiração diurna e a postura correta dos lábios em repouso habitual. Várias mães relataram que as crianças, após os tratamentos, passaram a dormir com lábios vedados e houve diminuição ou mesmo ausência de episódios de roncos e escape de saliva durante o sono, apresentando melhor qualidade deste, novamente corroborando as afirmações de outro estudo 24. A respiração nasal pode ser considerada imprescindível para o bom desenvolvimento de estruturas e funções orofaciais e conseqüentemente, o adequado crescimento e desenvolvimento craniofacial 12,27,28, portanto deve ser restabelecida precocemente, evitando-se assim alterações posturais e no sistema estomatognático 13,17. Com esse propósito a intervenção precoce promovida pela remoção de hábitos de sucção associada à Terapia Miofuncional pode favorecer padrões de crescimento e desenvolvimento craniofacial apropriados, reabilitando funções e estruturas do sistema estomatognático 11,18,29. CONCLUSÃO Por meio deste estudo foi possível verificar que houve aumento da aeração nasal, adequação do vedamento labial e aumento da resistência dos lábios e conseqüentemente melhora da função respiratória nasal utilizando a Terapia Miofuncional Orofacial após remoção de hábitos de sucção em crianças na faixa etária de quatro anos a cinco anos incompletos. AGRADECIMENTOS À FAPESP pela bolsa de doutorado (processo 99/ ), à Secretaria de Saúde do Município de
6 Hábitos, Respiração e Terapia miofuncional 5 ABSTRACT Purpose: to evaluate the influence of removing pacifier and baby bottle sucking habit and Myofunctional Therapy in increasing nasal airing. Methods: twenty children aged up to four year, were distributed in two groups according to the treatment, and named: REM Group (only submitted to habits removal) and FMT Group (submitted to habits removal and later to Myofunctional Therapy). The data obtained from the air flow expired by the nostrils were obtained by using the millimeter nasal mirror of Altmann and quantified in millimeter paper (reference block). The exams were accomplished in three times (pretreatment, 60 and 180 days after treatment). The data were submitted to t Test for two independent samples and the paired t Test (p < 0.05). Results: it was observed that the increase of the nasal airing after treatments were significantly superior for the FMT Group than for the REM Group (p < ). Conclusion: Myofunctional Therapy was able to improve increase of nasal airing and consequently enhancement of nasal breathing. KEYWORDS: Habits; Myofunctional Therapy; Suction; Mouth Breathing LEITE MACIEL ORTIZ pela colaboração. REFERÊNCIAS 1.Degan VV, Puppin-Rontani RM. Prevalence of pacifier-sucking habits and successful methods to eliminate them: a preliminary study. J Dent Child. 2004; 71(2): Katz CR, Rosenblatt A, Gondim PP. Nonnutritive sucking habits in brazilian children: effects on deciduous dentition and relationship with facial morphology. Am J Orthod Dentofacial Orthop. 2004; 126(1): Warren JJ, Bishara SE, Steinbock KL, Yonezu T, Nowak AJ. Effects of oral habits duration on dental characteristics in the primary dentition. J Am Dent Assoc. 2001; 132(12): Charchut SW, Allred EN, Needleman HL. The effects of infant feeding patterns on the occlusion of the primary dentition. J Dent Child. 2003; 70(3): Emmerich A, Fonseca L, Elias AM, Medeiros UV. The relationship between oral habits, oronasopharyngeal alterations, and malocclusion in preschool children in Vitoria, Espirito Santo, Brazil. Cad Saude Publica. 2004; 20(3): Bertoldi P, Felício M, Matsumoto MA. Effect of the early intervention of oral habits on the development of dental occlusion. Pró-Fono R Atual Cient. 2005; 17(1): Garreto AL. Orofacial myofunctional disorders related to malocclusion. Int J Orofacial Myology. 2001; 27: Martinez MI, Assêncio-Ferreira VJ. Hábito orais viciosos versus alterações de oclusão dentária: prevalência de crianças com oclusão normal e hábitos orais viciosos. Rev CEFAC. 2001; 3(2): Zardetto CG, Rodrigues CR, Stefani FM. Effects of different pacifiers on the primary dentition and oral Dent. 2002; 24(6): Felício CM, Ferreira-Jeronymo RR, Ferriolli BHV Freitas RLRG. Análise da associação entre sucç condições miofuncionais orais e fala. Pró-Fono R At Cient. 2003; 15(1): Degan VV, Puppin-Rontani RM. Terap miofuncional e hábitos orais infantis. Rev CEFA 2004; 6(4): Andrade FV, Andrade DV, Araújo AS, Ribe ACCR, Deccax LDG, Nemr K. Alterações estrutur de órgãos fonoarticulatórios e más oclusões dentár em respiradores orais de 6 a 10 anos. Rev CEFA 2005; 7(3): Bicalho GP, Motta ARM, Vicente LCC. Avaliaç da deglutição em crianças respiradoras orais. R CEFAC. 2006; 8(1): Felício CM. Fonoaudiologia aplicada a cas odontológicos: motricidade oral e audiologia. S Paulo: Pancast; p. 15. Chevitarese AB, Della Valle D, Moreira T Prevalence of malocclusion in 4-6 year old brazil children. J Clin Pediatr Dent. 2002; 27(1): Trawitzki LVV, Anselmo-Lima WT, Melchior M Grechi TH, Valera FC. Breast-feeding and deleterio oral habits in mouth and nose breathers. Rev B Otorrinolaringol. 2005; 71(6): Lessa FCR, Enoki C, Feres MFN, Valera FC Lima WTA, Matsumoto MAN. Influência do padr respiratório na morfologia craniofacial. Rev B Otorrinolaringol. 2005; 71(2): Degan VV, Puppin-Rontani RM. Remoção de bitos e terapia miofuncional: restabelecimento deglutição e repouso lingual. Pró-Fono R Atual Cie 2005; 17(3): Pascal HHM, Van Lieshout PH, Bose Namasivayam AK. Physiological effects of an 8-we mechanically aided resistance facial exerc
7 Endereço para correspondência: Rua Abertina Simões Oliveira, 238 Limeira SP CEP: Tel: (19) / / Fax: (19) Degan VV, Puppin-Rontani RM 20. Jefferson Y. Orthodontic diagnosis in young children: beyond dental malocclusions. Gen Dent. 2003; 51(2): Degan VV, Boni RC, Almeida RC. Idade adequada para remoção de chupeta e/ou mamadeira, na faixa etária de 4 a 6 anos. J Orthop-Orthod Pediatr Dent. 2001; 3: Boni RC, Almeida RC, Degan VV. Utilização do método de esclarecimento para remoção do hábito de sucção de chupeta e/ou mamadeira. J Orthop- Orthod Pediatr Dent. 2001; 2(11): Schievano D, Puppin-Rontani RM, Bérzin F. Influence of myofunctional therapy on the perioral muscles: clinical and electromyographic evaluations. J Oral Reabil. 1999; 26: Araújo VC, Bitar ML. Efeito da terapia miofuncional oral em crianças respiradoras bucais segundo enfoque da promoção de saúde. Disponível em: URL: < resumo14.htm> Acesso: 06 out Camargo MCF, Azevedo JO, Briso MLG. Dispositivo indutor de vedamento labial: divel. J Bras Ortodon Ortop Facial. 2001; 6(6): Bacha SMC, Ríspoli CM. Myofunctional therapy: brief intervention. Int J Orofacial Myology. 1999; 25: Ribeiro F, Bianconi CC, Mesquita MCM, Assêncio- Ferreira VJ. Respiração oral: alterações oclusais e hábitos orais. Rev CEFAC. 2002; 4(3): Yamaguchi H, Sueishi K. Malocclusion associated with abnormal posture. Bull Tokyo Dent Coll. 2003; 44(2): Haruki T, Morita H, Kanomi R, Kawabata J. Oral morphology and tongue habits. Int J Orofacial Myology. 1995; 21:4-8. RECEBIDO EM: 13/10/06 ACEITO EM: 21/02/07
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