|
|
|
- Mariana Candal Damásio
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Localização de parques eólicos Condições eólicas Normalmente a natureza do solo resulta numa excelente ajuda para encontrar uma localização apropriada para o aerogerador. As posições das árvores da região são uma boa pista para saber qual é a direção de vento dominante. Se nos movemos ao longo de um litoral acidentado, observaremos que em séculos de erosão o vento tem atuado em uma direção particular. Os dados meteorológicos, obtidos de rosa de ventos durante um período de 30 anos, são provavelmente o melhor guia, ainda que estes dados sejam corrigidos diretamente em sua localização. Se existem aerogeradores nessa área, seus resultados de produção são um execelente guia das condições de ventos locais. Buscar uma boa perspectiva É bom ter uma vista mais ampla possível na direção do vento dominante, assim como os mínimos obstáculos possíveis e uma rugosidade mais baixa na mesma direção. Se encontrar uma colina arredondada para situar as turbinas é possível que consiga a mais, um efeito acelerador.
2 Conexão a rede elétrica É claro que os grandes aerogeradores têm que ser conectados a rede elétrica. É importante um estudo para conexão de um parque eólico a rede de distribuição. Condições do solo A viabilidade de realizar as cimentações das turbinas como de construir estradas que permitam a passagem de caminhões pesados até o local, devem ser levado em conta em qualquer projeto de aerogeradores. Riscos no uso de dados metereológicos Os metereológos recolhem dados de vento para suas previsões metereológicas e para a aviação. Essa informação é a princípio, utilizada para a avaliação das condições de vento gerais para energia eólica em uma determinada área. As velocidades do vento são fortemente influenciadas pela rugosidade da superfície da área circundante, pelos obstáculos ao seu redor (como árvores, torres, farol ou outras construções) e pelo terreno local.
3 Efeitos que influenciam na velocidade do vento Efeito da colina Uma forma corrente de localizar aerogeradores é em colinas. Em particular, sempre supõe-se ter uma vista mais ampla possível na direção de vento dominante na área. Nas colinas, sempre se verificam velocidades de vento superiores as das áreas circundantes. Se a colina é escarpada ou tem uma superfície acidentada, pode haver turbulência significativa que pode anular o efeito da vantagem de ter velocidades maiores. Efeito do rastro (esteira) Um aerogerador sempre cria um abrigo na direção a favor do vento. Abrirá uma esteira por trás da turbina, ou seja, uma cauda de vento bastante turbulenta.
4 Efeitos aceleradores:efeito túnel O ar se comprime na parte da montanha que está exposta ao vento e sua velocidade cresce consideravelmente entre os obstáculos do vento. Isto é que se conhece por efeito túnel. Se a velocidade do vento em terreno aberto é de 6 m/s, por exemplo, em um túnel natural pode facilmente alcançar 9 m/s. Efeito do parque O ideal seria poder separar as turbinas o máximo possível na direção do vento dominante. Pelo outro lado, o custo do terreno e das conexões dos aerogeradores a rede elétrica, aconselha instalar as turbinas mais perto uma da outra.
5 Distribuição em um parque Como regra geral, a separação entre aerogeradores em um parque eólico é de 5 a 9 vezes o diâmetro do rotor na direção dos ventos dominantes e de 3 a 5 diâmetros de rotor na direção perpendicular. Variação na velocidade do vento Variação do vento em curto tempo A velocidade do vento está sempre flutuando, por isso o conteúdo energético do vento varia continuamente. A amplitude dessa flutuação depende tanto das condições climáticas como das condições de superfícies locais e dos obstáculos. A produção de energia de uma turbina eólica varia conforme varia o vento, ainda que as variações mais rápidas são, até certo ponto, compensadas pela inércia do rotor da turbina eólica.
6 Variações diurnas (noite e dia) do vento Na maioria das localizações do planeta o vento sopra mais forte durante o dia que durante a noite. Do ponto de vista dos proprietários de aerogeradores, é do seu interesse que a maior parte da energia eólica seja produzida durante o dia, já que o consumo nesse período é maior que durante a noite. Muitas companhias de eletricidade pagam mais por energia produzida durante o dia devido aos pico de carga. Turbulência Seguramente já foi observado que as tormentas vêm associadas a rajadas de vento que mudam de velocidade e direção. Em áreas cuja superfície é muito acidentada após obstáculos como edifícios, também se produzem muitas turbulências com fluxos de ar muito irregulares em seu arredor.
7 Abrigo de vento Este gráfico proporciona uma estimação de como o vento diminui por trás de um obstáculo sem aerodinâmica. Neste caso, é um edifício de 7 andares de 20 m de altura e 60 m de largura situado a uma distância de 300m de um aerogerador com altura de 50m. Na parte superior da torre do aerogerador em amarelo, a velocidade do vento diminui em 3%. Observe que isto representa uma perda de energia em torno de 10%.
8 Dados para o cálculo do abrigo do vento Um programa de computador proporcionará rapidamente os resultados para a altura da turbina e a distância do obstáculo. -Altura da turbina -Distância entre o obstáculo e a turbina -Comprimento da rugosidade ou classe de rugosidade -Altura do obstáculo -Largura do obstáculo -Porosidade do obstáculo Rugosidade Em geral, quanto mais pronunciada for a rugosidade do terreno maior será a ralação que o vento é submetido. Os bosques e as grandes cidades ralam muito o vento, enquanto isso, as pistas de concretos dos aeroportos ralam ligeiramente. As superfícies de águas são mais lisas que as pistas de concreto e têm menos influência sobre o vento. Classe de rugosidade e comprimento de rugosidade Uma alta rugosidade de classe 3 ou 4 se refere a uma paisagem com muitas árvores e edifícios, enquanto que a superfície do mar tem rugosidade de classe zero. As pistas de concreto dos aeroportos têm rugosidade 0,5. Cidades com edifícios tem o comprimento de rugosidade de 0,8 m. Bosques e terrenos acidentados tem comprimento de 0,4m, água 0,0002m e pistas de concreto 0,0024m.
9 Fórmula do perfil vertical do vento A velocidade do vento a uma certa altura do solo é v = v ref ln(z/z 0 ) / ln(z ref /z 0 ) v -----» velocidade do vento na altura z Vref--» velocidade conhecida na altura Zref Z0----» comprimento de rugosidade na direção do vento Exemplo: Sabemos que a 20 m de altura o vento está soprando com a velocidade de 7,7 m/s. Queremos conhecer a velocidade do vento a 60 m de altura, sendo o comprimento da rugosidade de 0,1 m. Vref=7,7 Zref=20 Z0=0,1 e Z=60. Aplicando a fórmula temos que V=9,2966 m/s.
10 Gráfico de velocidade de vento Este gráfico mostra como varia a velocidade do vento em um local de rugosidade de classe 2. Solo agrícola com algumas casas e cercas de proteção a intervalos de 500 m, considerando que o vento sopra a uma velocidade de 10 m/s a 100 m de altura.
11 Condições eólicas no mar As superfícies do mar e dos lagos são mais lisas porque a rugosidade marina é muito baixa a velocidades constantes. Com a velocidade do vento crescendo, parte da energia é empregada para produzir ondas, o que implica no aumento da rugosidade. Uma vez formado as ondas, a rugosidade decresce novamente. Baixo cizalhamento do vento implica menor altura da turbina Com baixa rugosidade, o cizalhamento do vento no mar também é baixo, o que implica que a velocidade do vento não experimenta grandes mudanças ao variar a altura do aerogerador. Isso resulta mais economia utilizando torres mais baixas, em torno de 0,75 vezes o diâmetro do rotor. Normalmente, as torres dos aerogeradores situados em terra medem um diâmetro do rotor, dependendo das condições locais. Baixa intensidade de turbulências. Maior tempo de vida dos aerogeradores O vento no mar é geralmente menos turbulento que em terra, por isso um aerogerador situado no mar se pode esperar um tempo de vida maior que outro situado em terra.
Recursos Eólicos De onde vem a energia eólica? A energia eólica é a energia cinética dos deslocamentos de massas de ar, gerados pelas diferenças de temperatura na superfície do planeta. Resultado da associação
Diagrama do Pré-projeto
Diagrama do Pré-projeto 2 Fase - Medição Como se origina o vento? Os ventos consistem no deslocamento em sentido horizontal de grandes massas de ar, que se movem em torno da superfície terrestre, tendo
AÇÃO DO VENTO NAS EDIFICAÇÕES. (Segundo a NBR 6123:1988)
AÇÃO DO VENTO NAS EDIFICAÇÕES (Segundo a NBR 6123:1988) INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO Em uma edificação, as forças oriundas da ação do vento podem causar sérios danos a sua estrutura como também às partes que
ECC 1008 ESTRUTURAS DE CONCRETO AÇÕES HORIZONTAIS EM EDIFÍCIOS. Ações do vento Desaprumo do edifício Ações sísmicas
ECC 1008 ESTRUTURAS DE CONCRETO AÇÕES HORIZONTAIS EM EDIFÍCIOS Ações do vento Desaprumo do edifício Ações sísmicas Prof. Gerson Moacyr Sisniegas Alva AÇÕES DO VENTO NAS EDIFICAÇÕES FORÇAS APLICADAS PELAS
Pesquisa e Desenvolvimento em Energia Eólica Pesquisa em aerodinâmica básica
Pesquisa e Desenvolvimento em Energia Eólica Pesquisa em aerodinâmica básica Os engenheiros de aerogeradores utilizam técnicas como a de perda de sustentação que os projetistas de aviões tratam de evitar
Vento Fatores e Pressão Dinâmica
Sabesp Vento Fatores e Pressão Dinâmica Estruturas de Pontes 2 Profº Douglas Couri Jr. Vento Importantíssimo que seja considerado especialmente em estruturas esbeltas; Na estrutura, é transmitido diretamente
Diagrama do Pré-projeto
Diagrama do Pré-projeto Relembrando... A localização dos aerogeradores deve ser otimizada. O projeto deve considerar os seguintes itens: Limites do terreno; Áreas restritas; Direção predominante do vento;
Fontes renováveis de energia Energia Eólica
Aula Energias Renováveis Energia Eólica - - História - Potencial eólico - Categorização das turbinas eólicas - Características das turbinas eólicas - Construção de turbinas eólicas Mapa Mundial Pressão
WWW.RENOVAVEIS.TECNOPT.COM
Energia produzida Para a industria eólica é muito importante a discrição da variação da velocidade do vento. Os projetistas de turbinas necessitam da informação para otimizar o desenho de seus geradores,
Ação do Vento nas Edificações
Ação do Vento nas Edificações Sumário Conceitos iniciais Velocidade do vento Coeficientes aerodinâmicos e ação estática do vento Exemplo Prático 2 Introdução Diferenças de pressão => movimento das massas
Atrito na Camada Limite atrito interno
Circulações Locais e Turbulência Atmosférica Atrito na Camada Limite atrito interno Atrito interno está relacionado a viscosidade molecular Viscosidade é o freiamento de um fluido devido ao movimento molecular.
Profa. Eliane Fadigas Prof. Alberto Bianchi
PEA 2200 Energia, Meio Ambiente e Sustentabilidade Energia Eólica Profa. Eliane Fadigas Prof. Alberto Bianchi slide 1 / 30 Potencial energético do vento Energia Cinética: ocasionada pelo movimento de massas
PEA 3100 Energia, Meio Ambiente e Sustentabilidade. Aula 9 Fontes Renováveis de Energia. Energia Eólica
PEA 3100 Energia, Meio Ambiente e Sustentabilidade Aula 9 Fontes Renováveis de Energia Energia Eólica slide 1 / 27 Produção de Energia Elétrica Geração Eólica Parque Eólico Osório Osório/RS Foto: Carlos
Introdução a Ciências Atmosféricas. Os Movimentos da Atmosfera. Aula 6 Turbulência Atmosférica
ACA-115 Introdução a Ciências Atmosféricas Os Movimentos da Atmosfera Aula 6 Turbulência Atmosférica C FD 2g Aρu 8 FD g c = 2 π D ρu c D = = f 2 2 ( Re ). Drag Coefficient vs. Reynolds Number for a Sphere
1.- ACÇÃO DO VENTO...
ÍNDICE 1.- ACÇÃO DO VENTO... 2 1.1.- Dados gerais... 2 1.2.- Pressão dinâmica... 2 1.2.1.- Coeficiente de exposição...3 1.2.2.- Factor topográfico...3 1.2.3.- Pressão dinâmica por planta...3 1.3.- Pressão
Profa. Eliane Fadigas Prof. Alberto Bianchi
PEA 2200 Energia, Meio Ambiente e Sustentabilidade Energia Eólica Profa. Eliane Fadigas Prof. Alberto Bianchi slide 1 / 30 Detalhes de um aerogerador de eixo horizontal Pás de rotor Caixa de multiplicação
1.- ACÇÃO DO VENTO...
ÍNDICE 1.- ACÇÃO DO VENTO... 2 1.1.- Dados gerais... 2 1.2.- Pressão dinâmica... 2 1.2.1.- Coeficiente de rugosidade... 3 1.2.2.- Factor topográfico...4 1.2.3.- Pressão dinâmica por planta...4 1.3.- Pressão
IPH a LISTA DE EXERCÍCIOS (atualizada 2017/1) Sempre que necessário e não for especificado, utilize:
IPH 01107 3 a LISTA DE EXERCÍCIOS (atualizada 2017/1) Sempre que necessário e não for especificado, utilize: ρ H2O = 1000 kg/m 3 µ água = 10-3 kg/(m.s) ρ ar = 1,2 kg/m 3 µ ar = 1,8.10-5 kg/(m.s) Reynolds
TORRES EM CONCRETO PREMOLDADO PARA GERADORES EÓLICOS
ICCX Conference Latin America 2014 25 a 28 Válter de março Lúcio e de Carlos 2014Chastre Universidade NOVA de Lisboa TORRES EM CONCRETO PREMOLDADO PARA GERADORES EÓLICOS Válter J. G. Lúcio e Carlos Chastre
A vegetação e o arejamento em ambiente urbano
A vegetação e o arejamento em ambiente urbano Quem viu o vento? Nem tu nem eu. Mas quandos as árvores inclinam as suas cabeças, O vento está a passar. Christina Rosetti, 1872 Sing-Song Vectores de transporte
GERAÇÃO EÓLICA Aerogeradores, O Terreno e o Vento PhD. Eng. Clodomiro Unsihuay Vila. Prof. Dr. Clodomiro Unsihuay-Vila Vila
GERAÇÃO EÓLICA Aerogeradores, O Terreno e o Vento PhD. Eng. Clodomiro Unsihuay Vila Prof. Dr. Clodomiro Unsihuay-Vila Vila Turbinas Eólicas FORÇAS AERODINÂMICAS: Arrasto : força na direção do vento Sustentação
Energía Eólica. Nathalia Cervelheira Michelle Carvalho Neldson Silva Maick Pires. Sinop-MT 2016
Energía Eólica Nathalia Cervelheira Michelle Carvalho Neldson Silva Maick Pires Sinop-MT 2016 INTRODUCÃO Denomina-se energía eólica a energía cinética contida nas massas de ar em movimento. Seu aproveitamento
GERAÇÃO EÓLICA. Neste capítulo serão abordados os seguintes pontos:
GERAÇÃO EÓLICA Parte II Potencial Eólico Por ser renovável e ser produzida naturalmente, a energia eólica não provoca impactos ao meio ambiente. Atualmente a tecnologia dos aerogeradores para a produção
Construção e Energias Renováveis. Volume I Energia Eólica (parte 1) um Guia de O Portal da Construção.
Construção e Energias Renováveis Volume I Energia Eólica (parte 1) um Guia de Copyright, todos os direitos reservados. Este Guia Técnico não pode ser reproduzido ou distribuído sem a expressa autorização
PEA ENERGIA EÓLICA FUNDAMENTOS E VIABILIDADE TÉCNICO-ECONÔMICA. Aula 2 Recursos Eólicos e suas características
PEA 5002- ENERGIA EÓLICA FUNDAMENTOS E VIABILIDADE TÉCNICO-ECONÔMICA Aula 2 Recursos Eólicos e suas características Potencial energético do vento Energia Cinética: ocasionada pelo movimento de massas de
ESTIMATIVA DE OBTENÇÃO DE ENERGIA A PARTIR DO VENTO EM UMA ÁREA DADA
1 de 6 ESTIMATIVA DE OBTENÇÃO DE ENERGIA A PARTIR DO VENTO EM UMA ÁREA DADA G.P.Viajante, J.R.Camacho,D.A.Andrade Universidade Federal de Uberlândia E-mails: [email protected], [email protected], [email protected]
Desempenho Térmico de edificações Ventilação Natural
Desempenho Térmico de edificações Ventilação Natural PROFESSOR Roberto Lamberts ECV 5161 UFSC FLORIANÓPOLIS + Importância + Ocorrência dos ventos + Implantação e orientação + Mecanismos + Diferenças de
Prof. Ricardo Brauer Vigoderis, D.S. website:
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO UNIDADE ACADÊMICA DE GARANHUNS Prof. Ricardo Brauer Vigoderis, D.S. Email: [email protected] website: www.vigoderis.tk Suméria por volta de 4.000 A.C. Egípcios
2 = 1,41. 4) Qual é o comprimento da sombra de uma árvore de 5 m de altura quando o sol está 30º acima do horizonte? Dado
Exercicios - Relações Trigonométricas no Triangulo Retangulo 1) Um avião está a 7000 m de altura e inicia a aterrissagem, em aeroporto ao nível do mar. O ângulo de descida é 6º. A que distância da pista
Produza eletricidade no seu próprio quintal.
GERADOR RESIDENCIAL DE ELETRICIDADE DE 1.9 KW Produza eletricidade no seu próprio quintal. MADE IN THE USA ENERGIA EÓLICA PARA TODOS NÓS Há uma grande fonte de energia no céu O Vento É de graça, sem poluição
Dinâmica de uma Bola: a outra Crise do Futebol
Dinâmica de uma Bola: a outra Crise do Futebol Carlos Eduardo Aguiar Gustavo Rubini Instituto de Física Universidade Federal do Rio de Janeiro [email protected], [email protected] Introdução Neste trabalho
Física I Prova 2 25/10/2014
Física I Prova 2 25/10/2014 NOME MATRÍCULA TURMA PROF. Lembrete: A prova consta de 6 questões discursivas (que deverão ter respostas justificadas, desenvolvidas e demonstradas matematicamente) e 8 questões
H<=200m (evidencia a importância de outro tipo de análises para alturas superiores a 200m)
Conteúdos do EC 1.4 e Regulamentações Internacionais Análogas Especificações para velocidades base ou de referência para várias zonas abrangidas pelo código. Geralmente uma velocidade de referência a 10m
Implantação de Laboratório para Determinação da Característica de Saída de Aerogeradores Segundo a Norma IEC
BWP 2016 Implantação de Laboratório para Determinação da Característica de Saída de Aerogeradores Segundo a Norma IEC 61400-12-1 PROF. DR. CLAITON MORO FRANCHI - UFSM Objetivos Auxílio a indústria nacional
Aluno(a): Código: b) Determine após quanto tempo a pulga atinge a altura máxima.
Aluno(a): Código: Série: 3ª Turma: Data: / / 01. A altura acima do chão (em metros) de uma bola lançada verticalmente ao ar é dado por: H = 11t 16t onde t é o tempo em segundos. a) Determine o instante
Sistemas de Energia (SIE)
Sistemas de Energia (SIE) Aula 08 Energia Eólica. Prof: Christian dos Santos [email protected] Plano de aula Objetivos - Fontes renováveis - Energia Eólica. - Vantagens e Desvantagens Energia
Tipos de Usinas Elétricas
Tipos de Usinas Elétricas USINAS GERADORAS DE ELETRICIDADE Uma usina elétrica pode ser definida como um conjunto de obras e equipamentos cuja finalidade é a geração de energia elétrica, através de aproveitamento
EN 2411 Aula 4 Escoamento externo. Escoamento cruzado em cilindros e esferas
Universidade Federal do ABC EN 2411 Aula 4 Escoamento externo. Escoamento cruzado em cilindros e esferas EN2411 Consideremos o escoamento de um fluido na direção normal do eixo de um cilindro circular,
FONTES DE ENERGIA PROF. ISRAEL FROIS FRENTES A E B
FONTES DE ENERGIA PROF. ISRAEL FROIS FRENTES A E B ENERGIA DESIGUAL COMBUSTÍVES FÓSSEIS PETRÓLEO E GÁS Vantagens do Petróleo Alta densidade de energia; Deriva diversos produtos industriais; Domínio
COOPERATIVA EDUCACIONAL DE PORTO SEGURO
OOPERTIV EDUIONL DE PORTO SEGURO luno: no: 9ºno Turma: iclo: ÁRE: Prof.: Pablo Santos 1. Determine as medidas dos catetos do triângulo retângulo abaio. Use : Sen 37º = 0,60 os 37º = 0,80 tg 37º = 0,75
Escoamentos externos. PME2230 Mecânica dos Fluidos I
Escoamentos externos PME2230 Mecânica dos Fluidos I Aplicações Aeronaves Veículos terrestres Embarcações e submarinos Edificações Camada limite Camada limite: região delgada próxima à parede, onde as tensões
2 AVALIAÇÃO ECONÓMICA
ÍNDICE PREFÁCIO xi PREÂMBULO xv 1 INTRODUÇÃO 1 1.1 Energia 4 1.2 Formas de Energia 5 1.3 Energias Renováveis 8 1.3.1 As Energias Renováveis no Mundo 14 1.3.2 As Energias Renováveis em Portugal 17 1.4 Estatística
Forças devido ao vento
Forças devido ao vento Introdução Vento é o fenômeno em que ocorre um grande fluxo de gás. Na natureza, é o resultado da movimentação de massas de ar devido a variações de temperatura entre essas massas,
FENÔMENOS DE TRANSPORTES
FENÔMENOS DE TRANSPORTES AULA 10 ESCOAMENTO INTERNO INCOMPRESSÍVEL PROF.: KAIO DUTRA Escoamento Interno e Externo Escoamentos internos ou em dutos: São escoamentos completamente envoltos por superfícies
1) Nas figuras, a // b // c, calcule o valor de x. a) b) c) d) e) e)
1) Nas figuras, a // b // c, calcule o valor de x. a) b) c) d) e) e) 2) Determine x e y, sendo r, s, t e u retas paralelas. a) b) c) d) 3) Determine x e y, sendo r, s e t retas paralelas. 4) Uma reta paralela
PREPARAÇÃO PARA A PROVA DE AFERIÇÃO
PREPARAÇÃO PARA A PROVA DE AFERIÇÃO 2016-17 CIÊNCIAS FÍSICO-QUÍMICAS PARTE 2: FÍSICA 7º ANO DE ESCOLARIDADE III O Planeta Terra Período de rotação da Terra - É o tempo que a Terra demora a dar uma volta
AULA 6: Meteorologia Aeroportuária
AULA 6: Meteorologia Aeroportuária AEROPORTOS Profa. Ms. Ana Paula Fugii 5ºA/5ºD/5ºC 07/10/2014 Serviço da Aeronáutica - Observação; - Vigilância; - Previsão meteorológica, - Fornecido aos pilotos e às
Prepare a sua construção para a instalação de energia solar
Prepare a sua construção para a instalação de energia solar Se você está na fase de planejamento de sua construção, existem alguns pontos que devem ser previstos em seu projeto para facilitar a instalação
Ondas no Oceano. Ondas no Oceano. Ondas no Oceano. Ondas no Oceano Praia de Salinas - PA 21/03/2016. Classificação das Ondas no Oceano (Mei, 1983)
Classificação das Ondas no Oceano (Mei, 1983) Ondas no Oceano Tipo de Onda Mecanismo Físico de Restauração Período Típico Região de Atuação no Oceano Sonora Compressibilidade 10-2 a 10-5 Interior do Oceano
Lista de Exercícios sobre relações métricas na circunferência, comprimento da circunferência e razões trigonométricas.
Lista de Exercícios sobre relações métricas na circunferência, comprimento da circunferência e razões trigonométricas. 1) Determine o valor de x nas seguintes figuras: 2) Determine o valor de x nas seguintes
Física I Prova 2 25/10/2014
Nota Física I Prova 5/10/014 NOME MATRÍCULA TURMA PROF. Lembrete: A prova consta de 6 questões discursivas (que deverão ter respostas justificadas, desenvolvidas e demonstradas matematicamente) e 8 questões
v (a) v (b) v (c) v (d) v (e) 0 t 0 t 0 t 0 t 0 t
Lista - Aula 03A UFRJ Equipe UFRJ Olimpíada Brasileira de Física 1) Gráficos de velocidade (v) versus tempo (t) para cinco objetos são mostrados abaixo. Todos os eixos têm a mesma escala. Qual o objeto
AI-34D Instrumentação Industrial Física Aplicações Dinâmica de Rotação
Universidade Tecnológica Federal do Paraná Tecnologia em Automação Industrial AI-34D Instrumentação Industrial Física Aplicações Dinâmica de Rotação Prof a Daniele Toniolo Dias F. Rosa http://paginapessoal.utfpr.edu.br/danieletdias
METEOROLOGIA/OCEANOGRAFIA CAPÍTULO 12/42
METEOROLOGIA/OCEANOGRAFIA CAPÍTULO 12/42 Navegação com Mau Tempo. Vinicius Oliveira Quando o vento sopra, o atrito do ar contra a superfície da água tende a arrastar as partículas de água. Quando essas
Física do Meio Ambiente
Física do Meio Ambiente Tema: Energia Eólica no Brasil Alex Sandro De Lima 7580414 Rubens Parker 8604130 Energia Eólica É a energia cinética contida nas massas de ar em movimento (vento); Sua conversão
Ponto de Separação e Esteira
Ponto de Separação e Esteira p/ x=0 p/ x0 Escoamento separado O fluido é desacelerado devido aos efeitos viscosos. Se o gradiente de pressão é nulo, p/x=0, não há influência no escoamento. Na região
PROJETO ESTRUTURAL. Marcio A. Ramalho ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CIMENTO PORTLAND
PROJETO ESTRUTURAL Marcio A. Ramalho Concepção Estrutural e Ações PAE / 2 Conceitos Básicos e Definições Concepção Estrutural Determinar paredes estruturais ou não-estruturais para resistir a ações verticais
Gestão de operações aeroportuárias: componentes de um aeroporto
Gestão de operações aeroportuárias: componentes de um aeroporto Definições: A/C: aircraft, aeronave; Acostamento: faixa lateral nas pistas ou pátios com revestimento tal que evite a ingestão pelas turbinas
ENERGIA EÓLICA PARA GERAÇÃO DE ELETRICIDADE E A IMPORTÂNCIA DA PREVISÃO
ENERGIA EÓLICA PARA GERAÇÃO DE ELETRICIDADE E A IMPORTÂNCIA DA PREVISÃO Alessandro Dalmaz [email protected] Leme Engenharia Florianópolis SC Júlio César Passos [email protected] LEPTEN / LABSOLAR
EM PORTUGAL. As Energias do Presente e do Futuro. Situação, objectivo e desafios. Lisboa, 21 de Novembro de Álvaro Rodrigues
As Energias do Presente e do Futuro Lisboa, 21 de Novembro de 2005 ENERGIA EÓLICA E EM PORTUGAL Situação, objectivo e desafios Álvaro Rodrigues Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Instituto
Interpretação de gráficos da Cinemática. Todas as questões deste teste referem-se a movimentos retilíneos.
Interpretação de gráficos da Cinemática Este teste é constituído por 21 questões de escolha múltipla com cinco alternativas. Dentre as alternativas escolha apenas uma, a que melhor responde à questão,
EXAME Discursivo. Física. 2 A fase 01/12/2013. Boa prova!
2 A fase EXAME Discursivo 01/12/2013 Física Caderno de prova Este caderno, com dezesseis páginas numeradas sequencialmente, contém dez questões de Física. Não abra o caderno antes de receber autorização.
COMO PREPARAR A SUA CONSTRUÇÃO PARA ENERGIA SOLAR
COMO PREPARAR A SUA CONSTRUÇÃO PARA ENERGIA SOLAR Se você está na fase de construção ou planejamento, existem alguns detalhes que podem ser previstos em projeto para facilitar a instalação dos painéis
FIS-14 Lista-04 Setembro/2012
FIS-14 Lista-04 Setembro/2012 1. A posição de uma partícula é descrita por r = 300e 0,500t mm e θ = 0,300t 2 rad, onde t é dado em segundos. Determine as intensidades da velocidade e da aceleração da partícula
ANEXO I A AÇÃO DO VENTO SOBRE OS TELHADOS
ANEXO I A AÇÃO DO VENTO SOBRE OS TELHADOS 1. PRESSÃO CAUSADA PELO VENTO A norma brasileira NBR 6123 Forças devidas ao vento em edificações, da ABNT (1988), considera que a força do vento depende da diferença
MERCADO. Introdução: UNIDADE I - INFRAESTRUTURA ELÉTRICA SIMPLIFICADA DOS AEROGERADORES E CONEXÃO COM A REDE ELÉTRICA
Introdução: 1 Aspectos Tecnológicos e Conexão com a Rede Elétrica; a) Introdução: b) Os 04 Conceitos Tecnológicos Básicos; c) O conceito DFIG; d) Vantagens e Desvantagens da Tecnologia; e) O Processo de
Base de Inteligência e Tecnologia - CLARO, Porto Alegre - RS. Altura: 90,2m Consultoria: Anibal Knijnik
Base de Inteligência e Tecnologia - CLARO, Porto Alegre - RS Altura: 90,2m Consultoria: Anibal Knijnik Torre de Telecomunicações CLARO, Porto Alegre Efeitos do Re no escoamento em torno de um cilindro
ANÁLISE EXPLORATÓRIA DOS DADOS DE VENTOS, ONDAS E RADIAÇÃO SOLAR PARA O FAROL DE SANTA MARTA
ANÁLISE EXPLORATÓRIA DOS DADOS DE VENTOS, ONDAS E RADIAÇÃO SOLAR PARA O FAROL DE SANTA MARTA Simone Moratelli 1, Carla de Abreu D Aquino 2 1 Universidade Federal de Santa Catarina Campus Araranguá/[email protected]
Razões Trigonométrica Prof. Diow. Seno de um ângulo agudo é a razão entre a medida do cateto oposto a esse ângulo e a medida da hipotenusa.
Razões Trigonométrica Prof. Diow Seno de um ângulo agudo é a razão entre a medida do cateto oposto a esse ângulo e a medida da hipotenusa. Cosseno de um ângulo agudo é a razão entre a medida do cateto
Métodos de Extrapolação de Velocidade do Vento para Regiões Litorâneas do Nordeste Brasileiro
Métodos de Extrapolação de Velocidade do Vento para Regiões Litorâneas do Nordeste Brasileiro Henrique do Nascimento Camelo, Paulo Henrique Santiago de Maria, Paulo Cesar Marques de Carvalho 3, Thiago
Energias Renováveis: Eólica e Hídrica
Energias Renováveis: Eólica e Hídrica Orientadora: Teresa Duarte Monitor: Daniel Almeida Equipa 2: Luis Freitas João Santos Júlio Pancracio Eduardo Nunes Francisco Amaro 1 Índice: 1. Objetivos 2. Constituição
FICHA TÉCNICA Energia Eólica. nº Maio Nº Pág.s: 5. Copyright Construlink.com - Todos os direitos reservados.
FICHA TÉCNICA Energia Eólica Nº Pág.s: 5 nº 24 29. Maio. 2007 Energia Eólica 01 A energia eólica encontra-se na categoria das Fontes de Energia Renováveis (FER), em que mais se tem apostado na Europa durante
Física I Reposição 2 3/12/2014
Nota Física I Reposição 3/1/014 NOME MATRÍCULA TURMA PROF. Lembrete: A prova consta de 6 questões discursivas (que deverão ter respostas justificadas, desenvolvidas e demonstradas matematicamente) e 14
2) Na figura abaixo, sabe se que RS // DE e que AE = 42 cm. Nessas condições, determine as medidas x e y indicadas.
Lista de exercícios Prof Wladimir 1 ano A, B, C, D 1) A figura abaixo nos mostra duas avenidas que partem de um mesmo ponto A e cortam duas ruas paralelas. Na primeira avenida, os quarteirões determinados
A implantação de empreendimentos eólicos e
I Jornada Internacional sobre Energias Renováveis, veis, Eficiência Energética e Poder Local Betim, mar/09 A implantação de empreendimentos eólicos e pela Cemig Alexandre Heringer Lisboa O vento, ao incidir
Produtos METEK para aplicações relacionadas com energia eólica
Produtos METEK para aplicações relacionadas com energia eólica 1. Geral METEK sistemas para a medição das condições de vento estão em uso para aplicações relacionadas com a energia eólica. Existem três
0 Emissão inicial 19/11/2010 KCAR/SMMF 19/11/2010 AQ N DISCRIMINAÇÃO DAS REVISÕES DATA CONFERIDO DATA APROVAÇÃO
0 Emissão inicial 19/11/2010 KCAR/SMMF 19/11/2010 AQ N DISCRIMINAÇÃO DAS REVISÕES DATA CONFERIDO DATA APROVAÇÃO APROVAÇÃO ELETROSUL CENTRAIS ELÉTRICAS S.A. DATA: MARTE ENGENHARIA RESP.TÉC. Nº CREA CSF
Sinais digitais e analógicos
Sinais digitais e analógicos Conhecer os conceitos básicos do processo de comunicação de dados e identificar sinais analógicos e digitais. Apesar de a maioria dos computadores não ser capaz de responder
A energia alternativa é uma energia sustentável que deriva do meio ambiente natural
A energia alternativa é uma energia sustentável que deriva do meio ambiente natural Uma das suas principais características é serem renováveis e não poluentes ( mais limpas ). Foram criadas devido à escassez
PROCESSO SELETIVO TURMA DE 2018 FASE 1 PROVA DE FÍSICA E SEU ENSINO
1 PROCESSO SELETIVO TURMA DE 218 FASE 1 PROVA DE FÍSICA E SEU ENSINO Caro professor, cara professora: Esta prova tem 2 partes. A primeira parte é objetiva, constituída por 14 questões de múltipla escolha,
CONTEÚDO: Razões trigonométricas no Triangulo Retângulo e em Triângulo qualquer.
LISTA DE EXERCICIOS - ESTUDO PARA A PROVA PR1 3ºTRIMESTRE PROF. MARCELO CONTEÚDO: Razões trigonométricas no Triangulo Retângulo e em Triângulo qualquer. (seno, cosseno e tangente; lei dos senos e lei dos
Disciplina: Camada Limite Fluidodinâmica
Prof. Fernando Porto Disciplina: Camada Limite Fluidodinâmica Camada Limite Incompressível Laminar 1ª Parte Introdução Alguns fenômenos que ocorrem quando um fluxo externo é aplicado sobre um corpo: U
LISTA DE EXERCÍCIOS - ONDAS
UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA INSTITUTO DE FÍSICA - DEPARTAMENTO DE FÍSICA GERAL DISCIPLINA: FIS 1 - FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL II-E www.fis.ufba.br/~fis1 LISTA DE EXERCÍCIOS - ONDAS 013.1 1. Considere
Disciplina: Camada Limite Fluidodinâmica
Prof. Fernando Porto Disciplina: Camada Limite Fluidodinâmica Camada Limite Incompressível Laminar: Escoamento de Fluidos ao Redor de Corpos Submersos 4ª Parte Introdução Se o corpo estiver se movendo
Climatologia e meteorologia
Climatologia e meteorologia 1. Introdução A climatologia é a ciência que se ocupa do estudo dos climas. Os estudos climatológicos referem-se, de uma maneira geral, a territórios mais ou menos vastos e
