Desempenho Térmico de edificações

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Desempenho Térmico de edificações"

Transcrição

1 Desempenho Térmico de edificações PROFESSORES Roberto Lamberts Deivis Luis Marinoski Unidade deportiva Atanasio Girardot - Medellín ECV 5161 UFSC FLORIANÓPOLIS

2 + Importância + Histórico + Características + Fechamento + Fluxo de calor + Propriedades + Radiação solar + Exemplo + Vidros duplos; + Vidros e filmes múltiplos + Vidros tingidos + Vidros e filmes reflexivos + Camadas de baixa emissividade e espectralmente seletivas + Gás de baixa condutividade + Espaçadores termicamente melhorados + Materiais para esquadrias e para vedação + Impacto no consumo de energia + Novas tecnologias + NFRC + Considerações principais + Normas + Mercado + Brasil x Exterior estrutura introdução Desempenho térmico Tecnologias disponíveis Eficiência energética P & D novos produtos Certificação e Selagem Seleção de janelas Janelas no Brasil 2

3 INTRODUÇÃO + Importância + Histórico + Características Importância das janelas para a edificação Janelas são os olhos da casa + Controle da entrada de luz e do fluxo de ar; Contato visual; Proporcionam isolamento, segurança e privacidade; Atribuem estética e beleza ao projeto; Influenciam no consumo de energia da edificação; 3

4 Um breve histórico As casas primitivas não tinham janelas; Um buraco para saída de fumaça pode ser considerado como sendo a primeira forma de janela; A saída de fumaça melhorava a qualidade do ar interno; Este buraco proporciona entrada de luz, mas também a perda de calor; Uma folha de fechamento - transformando a janela em uma espécie de segunda porta; Introdução Desempenho Tecnologia EE P&D Certificação Seleção Brasil 4

5 Um breve histórico Uma abertura na parede - poderia tanto ser aberta para entrada de ar e luz, ou fechada para segurança e proteção; A primeira janela de vidro transparente foi usada nos tempos romanos; No século XVII a produção de chapas de vidro é tem um grande desenvolvimento na França; A partir do século XIX muitas inovações foram vistas e disponibilizadas para o público em geral (vidros maiores, mais resistentes, de maior qualidade); Introdução Desempenho Tecnologia EE P&D Certificação Seleção Brasil 5

6 Um breve histórico Edificações usavam essencialmente um tipo de vidro: o vidro claro de pano único; Anos 50 Inglaterra: técnica de produção de vidro float ; Nos anos de 1965 à 1990: um grande avanço tecnológico com o aumento da qualidade das superfícies e melhora da isolação. Introdução Desempenho Tecnologia EE P&D Certificação Seleção Brasil 6

7 Características energéticas das janelas Pode-se considerar três tipos de fluxo de energia através das janelas como sendo principais: Perdas e ganhos de calor (não solar) na forma de condução, convecção e radiação; Ganho de calor solar na forma de radiação; Trocas de ar (ventilação e infiltração). Introdução Desempenho Tecnologia EE P&D Certificação Seleção Brasil 7

8 DESEMPENHO TÉRMICO DE JANELAS + Fechamento transparentes + Fluxo de calor em janelas + Propriedades térmicas + Radiação solar + Exemplo Fechamentos transparentes As principais trocas térmicas em uma edificação acontecem geralmente nas janelas, claraboias, ou outro elemento transparente da arquitetura; + Entre as formas trocas térmicas da edificação com o meio externo por condução, por convecção e por radiação, está última se diferencia dos processos observados em superfícies opacas devido à parcela de radiação que é transmitida para o ambiente, descrita pela propriedade transmissividade do vidro. Radiação transmitida, refletida e absorvida pelo vidro. Fonte Lamberts et al,

9 Fluxo de calor através da janela Do balanço térmico, temos: α RS + ρ RS + σ RS = RS α + ρ + σ = 1 Onde: é a absortividade do vidro; é a refletividade do vidro; é a transmissividade do vidro. Radiação Solar incidente (RS) Condução e irradiação após a absorção a.rs/2 r.rs Radiação refletida a.rs/2 Radiação transmitida Radiação solar em superfícies transparentes t.rs Introdução Desempenho Tecnologia EE P&D Certificação Seleção Brasil 9 9

10 Fluxo de calor através da janela O fluxo de calor que atravessa a janela é dado por: q = U Text + α RS Rse Tint + α RS q = U Text Tin) + (U α Rse + α RS q = U Text Tin + FS RS Onde: U é a transmitância térmica; Rse é a resistência superficial externa; RS é a radiação solar incidente; FS é o fator solar. Introdução Desempenho Tecnologia EE P&D Certificação Seleção Brasil 10 10

11 Propriedades térmicas do vidro Comportamento térmico de alguns vidros segundo RIVERO (1986) Tipo de vidro Comum 0,85 0,07 0,08 Absorvente claro 0,52 0,41 0,07 Absorvente médio 0,31 0,63 0,06 Absorvente escuro 0,09 0,86 0,05 Refletor médio 0,25 0,42 0,33 Refletor escuro 0,11 0,42 0,47 Introdução Desempenho Tecnologia EE P&D Certificação Seleção Brasil 11 11

12 Propriedades térmicas do vidro Fator solar para alguns tipos de superfícies transparentes. Fonte LAMBERTS et al (2014). Introdução Desempenho Tecnologia EE P&D Certificação Seleção Brasil 12 12

13 Propriedades térmicas do vidro Fator solar para alguns tipos de proteções solares segundo LAMBERTS et al (2014) Introdução Desempenho Tecnologia EE P&D Certificação Seleção Brasil 13 13

14 Propriedades térmicas do vidro Anexo geral v do RAC Introdução Desempenho Tecnologia EE P&D Certificação Seleção Brasil 14 14

15 Propriedades térmicas do vidro Anexo geral v do RAC Introdução Desempenho Tecnologia EE P&D Certificação Seleção Brasil 15 15

16 Propriedades térmicas do vidro Anexo geral v do RAC Introdução Desempenho Tecnologia EE P&D Certificação Seleção Brasil 16 16

17 Radiação solar Radiação solar incidente em planos verticais e horizontais para o dia 22 de dezembro na latitude 30 Sul segundo FROTA & SCHIFFER (1995) Orientação Radiação solar (W/m 2 ) 6h 7h 8h 9h 10h 11h 12h 13h 14h 15h 16h 17h 18h Sul Sudeste Leste Nordeste Norte Noroeste Oeste Sudoeste Horizontal Introdução Desempenho Tecnologia EE P&D Certificação Seleção Brasil 17 17

18 Exemplo Determine a densidade de fluxo de calor máximo (considerando latitude 30 sul) para uma janela orientada para oeste, com vidro transparente comum 3 mm (U=5,8 W/m²K), sem proteção, com veneziana, com persiana fechada e com persiana inclinada 45. Considere a temperatura externa em 33 C e a interna em 27 C Dados: Orientação = oeste (latitude 30º sul) Pior situação de verão: 22/12, 16 h RS = 715 W/m² FS sem proteção= 0,87 FS com veneziana= 0,09 FS com persiana fechada= 0,54 FS com persiana inclinada 45 = 0,64 q = U Text Tin + FS RS q = 5,8 6 + FS 715 q = 656,8 W/m² q = 99,1 W/m² q = 420,9 W/m² q = 492,4 W/m² (sem proteção) (com veneziana) (com persiana fechada) (com persiana inclinada 45 ) Introdução Desempenho Tecnologia EE P&D Certificação Seleção Brasil 18 18

19 TECNOLOGIAS DISPONÍVEIS + + Vidros duplos; + Vidros e filmes múltiplos + Vidros tingidos + Vidros e filmes reflexivos + Camadas de baixa emissividade e espectralmente seletivas + Gás de baixa condutividade + Espaçadores termicamente melhorados + Materiais para esquadrias e para vedação Vidros duplos Características: Aumento da resistência térmica Pequena redução da transmissão de luz Melhor desempenho térmico com espaço igual a 12mm entre os panos quando preenchidos por ar Aplicações: Construções com necessidades de aquecimento ou resfriamento (uso freqüente do ar-condicionado) 19

20 Vidros e filmes múltiplos Características: Aumento da resistência térmica (maior que os vidros duplos) Menor condensação durante o inverno Visibilidade é reduzida com cada camada adicional Redução do Ganho de calor solar Problema: aumento da espessura da janela Aplicações: Climas Frios (onde a redução da perda de calor é a prioridade) Climas bastante quentes Introdução Desempenho Tecnologia EE P&D Certificação Seleção Brasil 20 20

21 Vidros tingidos Características: Absorvedores de calor Menor transmissão de luz, (tradicionais bronze e cinza) Vidros com cores alternativas podem manter a passagem de luz (espectralmente seletivos azul e verde) Aplicações: Edificações comerciais Climas quentes (redução do ganho de calor solar quando associados a outras tecnologias) Situações onde a redução do brilho do ambiente externo é desejável Introdução Desempenho Tecnologia EE P&D Certificação Seleção Brasil 21 21

22 Vidros e filmes reflexivos Características: Redução do ganho de calor solar Redução da passagem de luz Problema: podem produzir efeito exterior de espelho Aplicações: Edificações comerciais Climas quentes (redução do ganho de calor solar) Situações onde a redução da claridade é desejável Introdução Desempenho Tecnologia EE P&D Certificação Seleção Brasil 22 22

23 Camadas de baixa emissividade e espectralmente seletivas Características: Reflexão de radiação em onda longa (redução da perda de calor no inverno) Redução da ocorrência de condensação Reflexão da radiação solar (redução do ganho de calor no verão) Mantêm boa visibilidade Aplicações: Climas frios: camadas de Baixa emissividade Climas quentes: camadas de seleção espectral Introdução Desempenho Tecnologia EE P&D Certificação Seleção Brasil 23 23

24 Camadas de baixa emissividade e espectralmente seletivas Vidro claro Alta Transmissividade Espectralmente seletiva Introdução Desempenho Tecnologia EE P&D Certificação Seleção Brasil 24 24

25 Gás de baixa condutividade (Argônio, Kriptônio, hexafluoreto de enxofre e dióxido de carbono) Características: Aumento da resistência (redução da perda/ganho de calor por condução) Aumento Redução da ocorrência da condensação Não afeta a transmissão da luz visível Aplicações: Climas frios onde a redução da perda de calor seja a prioridade Introdução Desempenho Tecnologia EE P&D Certificação Seleção Brasil 25 25

26 Espaçadores termicamente melhorados Características: Redução da perda de calor pela por condução Mantêm a temperatura mais elevada na borda dos vidros reduzindo a condensação Aplicações: Climas frios (onde a redução da perda de calor é a prioridade) Introdução Desempenho Tecnologia EE P&D Certificação Seleção Brasil 26 26

27 Novos materiais para esquadrias e vedação Esquadrias: Alumínio (thermal break) Alumínio com madeira Madeira e vinil (PVC) Vinil Fibra de vidro Vedações: Mais duráveis e com melhor desempenho Introdução Desempenho Tecnologia EE P&D Certificação Seleção Brasil 27 27

28 EFICIÊNCIA ENERGÉTICA + Impacto no consumo de energia Impacto no consumo de energia O aumento da eficiência das janelas gera influências a curto e longo prazo: Custo Prazo: + Melhoria do conforto; Redução do valor da conta de energia. Longo Prazo (a nível nacional e global): Maior oferta de energia; Redução do custo da energia; Redução da emissão de poluentes e aquecimento global

29 Impacto no consumo de energia Desempenho energético anual com diferentes tipos de janelas em 4 climas dos EUA (aquecimento) Estação Fria 1 Btu = 0,293 kwh Introdução Desempenho Tecnologia EE P&D Certificação Seleção Brasil 29 29

30 Impacto no consumo de energia Desempenho energético anual com diferentes tipos de janelas em 4 climas dos EUA (aquecimento) Estação quente Introdução Desempenho Tecnologia EE P&D Certificação Seleção Brasil 30 30

31 Impacto no consumo de energia Para o EUA: As janelas geram um custo adicional de energia de U$ 9,3 bilhões. Estima-se que se todas as janelas compradas de 1996 à 2010 (15 anos) incorporassem filmes de baixa emissividade, gás de baixa condutividade ou outras tecnologias disponíveis, esta conta poderia ser reduzida em 25% ou seja mais de U$ 2 bilhões até 2010 (LBNL). De maneira geral percebe-se: Um grande potencial de conservação de energia Fonte de suprimento sem grandes investimentos e impactos ambientais Introdução Desempenho Tecnologia EE P&D Certificação Seleção Brasil 31 31

32 P & D DE NOVOS PRODUTOS + + Novas tecnologias Novas tecnologias Nos últimos anos tem ocorrido um grande progresso na melhoria da eficiência energética de janelas; Na década de 70 o uso de camadas especiais e gás de baixa condutividade ainda eram vistas como algo distante, no entanto hoje são produtos comuns; Tempo de pesquisa e desenvolvimento tem sido encurtado e a introdução do novos produtos no mercado tem sido acelerada; É difícil dizer agora quais das muitas pesquisas de produtos que estão sendo realizadas hoje, irão encontrar lugar no mercado futuramente

33 Novas tecnologias SUPERWINDOWS : Janela com todos os elementos disponíveis para aumentar o isolamento Características: Alta resistência térmica Reduz a perda de calor no inverno e ganhos no verão Visibilidade é significativamente diminuída com o adição do maior número de camadas Aplicações: Climas frios (redução da perda de calor) Grandes áreas envidraçadas Introdução Desempenho Tecnologia EE P&D Certificação Seleção Brasil 33 33

34 Novas tecnologias COOL WINDOWS : Janelas que admitem a passagem da luz visível enquanto rejeitam grande parte do calor solar da porção infra vermelha. AEROGEL: Material na forma de espuma, a base de sílica ( 4% sílica e 96% ar) com características de isolamento e transparência. SMART WINDOWS : São janelas capazes de mudar dinamicamente suas propriedades para controle da passagem de luz e fluxo de calor. Utilizam camadas microscopicamente finas que mudam suas propriedades em resposta a luz, calor e sinais elétricos. Introdução Desempenho Tecnologia EE P&D Certificação Seleção Brasil 34 34

35 CERTIFICAÇÃO E SELAGEM + NFRC NFRC (National Fenestration Rating Council) + Organização sem fins lucrativos, de parceria pública e privada, criada para a indústria de janelas, portas e aberturas dos EUA. Tem por objetivo principal fornecer informações precisas de desempenho energético de janelas, portas e aberturas. Desde de seu início em 1989, o NFRC tem tido sucesso na análise e certificação do desempenho de aberturas residenciais. Atualmente existem mais de 81 mil produtos cadastrados

36 NFRC Sistema de selagem O NFRC estabeleceu um sistema nacional voluntário de avaliação e selagem energética de aberturas. Este sistema avalia as seguintes propriedades: 1. Transmitância térmica; 2. Coef. de ganho de calor solar (SHGC); 3. Transmissão de luz visível; 4. Infiltração de ar. O NFRC não faz: Separação entre boas janelas e más janelas; Estabelecer padrões mínimos de desempenho. Introdução Desempenho Tecnologia EE P&D Certificação Seleção Brasil 36 36

37 NFRC Como é realizada a certificação? O NFRC : 1. desenvolve padrões (normas) para que as avaliações dos produtos ocorram de maneira uniforme; 2. revê e aprova ferramentas de simulação computacionais e procedimento de testes para obtenção de avaliações térmicas precisas; 3. mantêm uma listagem de laboratórios qualificados para realizarem testes e simulações a fim de determinar o desempenho térmico dos produtos; 4. fornece os resultados para um agente independente avaliar e rever a documentação, conduzir inspeções e aprovar a certificação e selagem; 5. licencia fabricantes a utilizarem os selos de certificação em seus produtos. Introdução Desempenho Tecnologia EE P&D Certificação Seleção Brasil 37 37

38 NFRC Programas Computacionais para simulação WINDOWS Programa realiza o cálculo de índices de desempenho térmico em janelas (Transmitância, SGHC, SC,VT). Este programa atende aos padrões da NFRC para realização de avaliação de produtos. RESFEN Realiza o cálculo do consumo e o custo anual de energia para aquecimento e resfriamento devido ao sistema de aberturas. Também calcula a contribuição das janelas para o pico de carga de térmica. Introdução Desempenho Tecnologia EE P&D Certificação Seleção Brasil 38 38

39 NFRC Programas Computacionais para simulação THERM Programa utilizado para análise bidimensional da transferência de calor em componentes de construção como: janelas, paredes, fundações, portas, tetos, etc. OPTICS Programa para análise da propriedades óticas dos sistemas envidraçados. Introdução Desempenho Tecnologia EE P&D Certificação Seleção Brasil 39 39

40 NFRC Quando um fabricante decide certificar seus produtos, ele os submete a uma avaliação mais precisa em relação ao desempenho energético. Isso ajuda tanto consumidores, projetistas, construtores bem como o próprio fabricante. Benefícios: Consumidor: economia de energia e dinheiro; Projetista: especificação de produtos para minimizar a carga térmica de resfriamento e aquecimento, aproveitamento da luz natural; Construtores: proporcionar conforto e eficiência energética. Introdução Desempenho Tecnologia EE P&D Certificação Seleção Brasil Certificação e selagem 40 40

41 O selo NFRC O selo NFRC tem a função de ajudar a determinar qual produto apresenta melhor desempenho em relação ao aquecimento, resfriamento, isolação ao vento, resistência à condensação, etc. Com isso é possível compara os produtos e tomar a melhor decisão na hora da compra. Introdução Desempenho Tecnologia EE P&D Certificação Seleção Brasil 41 41

42 Marca da NFRC Nome do fabricante Nome da agência independente Descrição do produto Introdução Desempenho Tecnologia EE P&D Certificação Seleção Brasil 42 42

43 Transmitância: (1 Btu/h/ft² F = W/m² C) Coef. Ganho de calor solar: É a medida do calor solar que é transmitida para o interior do ambiente (valor entre 0 e 1) Transmissão de luz: É o percentual ou fração do espectro visível, sensível ao olho, que é transmitido pelo vidro (valor entre 0 e 1) Infiltração de ar: (1 cfm/ft² = 0,305 m³min/m²) Valores adicionais de desempenho: Resistência a condensação (valor expresso entre 0 e 100) Introdução Desempenho Tecnologia EE P&D Certificação Seleção Brasil 43 43

44 SELEÇÃO DE JANELAS + + Considerações principais Considerações principais APARÊNCIA Tamanho e forma Estilo Materiais da esquadrias Tipos de Vidros? PERFORMANCE ENERGÉTICA Propriedades energéticas básicas Desempenho durante os períodos quentes e frios Impactos no o pico de carga Potencial de manter a desempenho energético a longo prazo FUNÇÃO Iluminação natural Controle de luminosidade Conforto térmico Resistência a condensação Ventilação Controle sonoro Manutenção e durabilidade CUSTO Custo inicial da janela e instalação Custo de manutenção Freqüência de substituição Custo inicial do sistema de aquecimento/resfriamento Custo anual de energia com aquecimento/resfriamento 44 44

45 JANELAS NO BRASIL + Normas + Mercado + Brasil x Exterior Normas Normas técnicas a serem consideradas em projetos de caixilharia NBR Caixilhos para edificação - Janelas - Especificação + NBR 65 - Caixilhos para edificação - Janela, fachada-cortina e porta externa - Verificação da penetração de ar - Método de Ensaio No Brasil, projetistas, proprietários e construtores tratam com baixa prioridade a eficiência energética das aberturas NBR 66 - Caixilhos para edificação - Janela, fachada-cortina e porta externa - Verificação da estanqueidade à água - Método de Ensaio NBR 67 - Caixilhos para edificação - Janela, fachada-cortina e porta externa - Verificação do comportamento quando submetido a cargas uniformemente distribuídas - Método de Ensaio 45 45

46 Mercado Lentidão no cumprimento das normas: Dificuldade de levar a informação a milhares de pequenos fornecedores e construtores. A mentalidade de muitos empresários que não investem em mudanças uma vez que o mercado continua fiel. Problema: Desconhecimento técnico dos fabricantes: O mercado brasileiro é compartilhado por milhares de pequenas empresas espalhadas pelo país Introdução Desempenho Tecnologia EE P&D Certificação Seleção Brasil Janelas no Brasil 46 46

47 Mercado Esquadrias : Aço e madeira tem as linhas mais populares e preços mais acessíveis. O setores PVC e alumínio são os setores mais organizados. Estima-se: Introdução Desempenho Tecnologia EE P&D Certificação Seleção Brasil 47 47

48 Brasil x Exterior 1.Pesquisa, desenvolvimento, e uso de novas tecnologias estão bastante avançados no exterior, associada à uma preocupação com conservação de energia; 2.No Brasil o processo ainda está iniciando. Chegada de novas tecnologias (que precisam ser adaptadas a nossa realidade) Desenvolvimentos de Normas e padronizações Organização dos setor Conscientização Introdução Desempenho Tecnologia EE P&D Certificação Seleção Brasil

Eficiência Energética em Janelas. Deivis Luis Marinoski

Eficiência Energética em Janelas. Deivis Luis Marinoski Eficiência Energética em Janelas Deivis Luis Marinoski ESTRUTURA DO TRABALHO Introdução Tecnologias disponíveis hoje Impacto do aumento da eficiência das janelas Pesquisa e desenvolvimento de novos produtos

Leia mais

Desempenho Térmico de edificações

Desempenho Térmico de edificações Desempenho Térmico de edificações PROFESSORES Roberto Lamberts Deivis Luis Marinoski Unidade deportiva Atanasio Girardot - Medellín ECV 5161 UFSC FLORIANÓPOLIS estrutura introdução Tecnologias disponíveis

Leia mais

Desempenho térmico. Paredes e Coberturas

Desempenho térmico. Paredes e Coberturas Desempenho térmico Paredes e Coberturas ECV 5161: Desempenho térmico de Edificações Engenharia Civil Prof. Roberto Lamberts (elaborado por Juliana Batista) Transferência de calor T1 > T2 q T1 T2 T1 = T2

Leia mais

DESEMPENHO TÉRMICO EDIFICAÇÕES: FACHADAS ENVIDRAÇADAS, PROJETO E SIMULAÇÃO COMPUTACIONAL

DESEMPENHO TÉRMICO EDIFICAÇÕES: FACHADAS ENVIDRAÇADAS, PROJETO E SIMULAÇÃO COMPUTACIONAL DESEMPENHO TÉRMICO EDIFICAÇÕES: FACHADAS ENVIDRAÇADAS, PROJETO E SIMULAÇÃO COMPUTACIONAL ARQ5658 Eficiência Energética e Sustentabilidade em Edificações Prof. Fernando Simon Westphal Departamento de Arquitetura

Leia mais

Desempenho Térmico de edificações

Desempenho Térmico de edificações Desempenho Térmico de edificações PROFESSOR Roberto Lamberts ALEJANDRO NARANJO Unidade deportiva Atanasio Girardot - Medellín ECV 5161 UFSC FLORIANÓPOLIS estrutura introdução isolantes cálculos exemplos

Leia mais

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO TÉRMICO DE PERFIS UTILIZADOS EM FACHADAS POR MEIO DE SIMULAÇÃO COMPUTACIONAL

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO TÉRMICO DE PERFIS UTILIZADOS EM FACHADAS POR MEIO DE SIMULAÇÃO COMPUTACIONAL ENGENHARIAS AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO TÉRMICO DE PERFIS UTILIZADOS EM FACHADAS POR MEIO DE SIMULAÇÃO COMPUTACIONAL C. DELGADO, Jair Stivenz. Estudante do Curso de Engenharia Civil de Infraestrutura ILATT

Leia mais

A natureza sempre procura manter o equilíbrio entre os sistemas.

A natureza sempre procura manter o equilíbrio entre os sistemas. Calorimetria no curso de Arquitetura? O conforto ambiental deve ser considerado como um dos mais importantes fatores no intuito de formatar um bom projeto arquitetônico e urbanístico. Dessa forma, sempre

Leia mais

DESEMPENHO TÉRMICO DE EDIFICAÇÕES NBR 15220

DESEMPENHO TÉRMICO DE EDIFICAÇÕES NBR 15220 DESEMPENHO TÉRMICO DE EDIFICAÇÕES NBR 15220 ASPECTOS GERAIS: Parte 1: Definições, símbolos e unidades; Parte 2: Métodos de cálculo da transmitância térmica, da capacidade térmica, do atraso térmico e do

Leia mais

1. Introdução. no item anterior tratamos do Balanço de energia: como o calor é transformado e usado no sistema da Terra-Atmosfera

1. Introdução. no item anterior tratamos do Balanço de energia: como o calor é transformado e usado no sistema da Terra-Atmosfera O AQUECIMENTO DA ATMOSFERA TEMPERATURA 1. Introdução no item anterior tratamos do Balanço de energia: como o calor é transformado e usado no sistema da Terra-Atmosfera Uma mudança no conteúdo de calor

Leia mais

Vidros de Controle Solar: Conforto Térmico e Eficiência Energética

Vidros de Controle Solar: Conforto Térmico e Eficiência Energética Vidros de Controle Solar: Conforto Térmico e Eficiência Energética Prof. Dr. Fernando Simon Westphal Universidade Federal de Santa Catarina Departamento de Arquitetura e Urbanismo Laboratório de Conforto

Leia mais

Desempenho térmico de materiais e componentes construtivos

Desempenho térmico de materiais e componentes construtivos Desempenho térmico de materiais e componentes construtivos Profa. Dra. Denise Helena Silva Duarte Prof. Dr. Leonardo Marques Monteiro Prof. Dra. Joana Carla Soares Gonçalves Profa. Dra. Ranny Loureiro

Leia mais

UNIDADE 4. TRANSFERÊNCIA DE ENERGIA NO SISTEMA ATMOSFERA- OCEANO. Conteúdo

UNIDADE 4. TRANSFERÊNCIA DE ENERGIA NO SISTEMA ATMOSFERA- OCEANO. Conteúdo UNIDADE 4. TRANSFERÊNCIA DE ENERGIA NO SISTEMA ATMOSFERA- OCEANO Conteúdo 4.1 POR QUE A ATMOSFERA E O OCEANO SE MOVEM CONTINUAMENTE?... 2 4.2 BALANÇO DE CALOR DO OCEANO E ATMOSFERA... 4 4.3 BALANÇO DE

Leia mais

Normas Ensaios e Verificações de Desempenho de Esquadrias. Enga. Michele Gleice ITEC Instituto Tecnológico da Construção Civil

Normas Ensaios e Verificações de Desempenho de Esquadrias. Enga. Michele Gleice ITEC Instituto Tecnológico da Construção Civil Normas Ensaios e Verificações de Desempenho de Esquadrias Enga. Michele Gleice ITEC Instituto Tecnológico da Construção Civil NBR 15575 Edificações Habitacionais 2000 2013 2008 ABNT NBR 15575-4 NBR 15575:2013

Leia mais

Telefones: (48) / Apoio:

Telefones: (48) / Apoio: UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO TECNOLÓGICO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL Campus Universitário Trindade Florianópolis SC CEP 88040-900 Caixa Postal 476 Laboratório de Eficiência Energética

Leia mais

Laboratório de Eficiência Energética em Edificações

Laboratório de Eficiência Energética em Edificações UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO TECNOLÓGICO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL Campus Universitário Trindade Florianópolis SC CEP 88040-970 Caixa Postal 476 Laboratório de Eficiência Energética

Leia mais

Capítulo 9: Transferência de calor por radiação térmica

Capítulo 9: Transferência de calor por radiação térmica Capítulo 9: Transferência de calor por radiação térmica Radiação térmica Propriedades básicas da radiação Transferência de calor por radiação entre duas superfícies paralelas infinitas Radiação térmica

Leia mais

5 CARGA TÉRMICA EM CLIMATIZAÇÃO

5 CARGA TÉRMICA EM CLIMATIZAÇÃO 48 5 CARGA TÉRMICA EM CLIMATIZAÇÃO A carga térmica é a quantidade de calor sensível e latente, que deve ser retirada (resfriamento) ou colocada (aquecimento) no recinto a fim de proporcionar as condições

Leia mais

INFLUÊNCIA DOS VIDROS NO DESEMPENHO TÉRMICO 1 INFLUENCE OF GLASSES IN THERMAL PERFORMANCE

INFLUÊNCIA DOS VIDROS NO DESEMPENHO TÉRMICO 1 INFLUENCE OF GLASSES IN THERMAL PERFORMANCE INFLUÊNCIA DOS VIDROS NO DESEMPENHO TÉRMICO 1 INFLUENCE OF GLASSES IN THERMAL PERFORMANCE Ráiza Janine Libardoni Markowski 2, Tenile Rieger Piovesan 3, Bruna Martins De Jesus 4, Cátia Pes Wisneski 5, Fernanda

Leia mais

ENGENHARIA DE MATERIAIS. Fenômenos de Transporte em Engenharia de Materiais (Transferência de Calor e Massa)

ENGENHARIA DE MATERIAIS. Fenômenos de Transporte em Engenharia de Materiais (Transferência de Calor e Massa) ENGENHARIA DE MATERIAIS Fenômenos de Transporte em Engenharia de Materiais (Transferência de Calor e Massa) Prof. Dr. Sérgio R. Montoro [email protected] [email protected] AULA 3 REVISÃO E

Leia mais

Iluminação natural zenital. Conforto ambiental lumínico

Iluminação natural zenital. Conforto ambiental lumínico Iluminação natural zenital Conforto ambiental lumínico Objetivos Visibilidade no plano de trabalho Eficiência energética Uso das paredes Satisfação do usuário Introdução A ILUMINAÇÃO ZENITAL (IZ) é uma

Leia mais

Desempenho Térmico de edificações

Desempenho Térmico de edificações Desempenho Térmico de edificações PROFESSOR Roberto Lamberts Unidade deportiva Atanasio Girardot - Medellín ECV 5161 UFSC FLORIANÓPOLIS + Transferência de calor + formas de transferência + Propriedades

Leia mais

RADIAÇÃO. 2. Radiação Eletromagnética. 1. Introdução. Características da Radiação Eletromagnética

RADIAÇÃO. 2. Radiação Eletromagnética. 1. Introdução. Características da Radiação Eletromagnética O AQUECIMENTO DA ATMOSFERA RADIAÇÃO SOLAR E TERRESTRE 1. Introdução RADIAÇÃO Radiação = Modo de transferência de energia por ondas eletromagnéticas única forma de transferência de energia sem a presença

Leia mais

Propagação do calor. Condução térmica

Propagação do calor. Condução térmica Propagação do calor A propagação do calor entre dois sistemas pode ocorrer através de três processos diferentes: a condução, a convecção e a irradiação. Condução térmica A condução térmica é um processo

Leia mais

Desempenho térmico de materiais e componentes construtivos

Desempenho térmico de materiais e componentes construtivos Desempenho térmico de materiais e componentes construtivos Profa. Dra. Denise Duarte Prof. Dr. Leonardo Marques Monteiro Modelo de cálculo de desempenho térmico da edificação 1 caracterizar ambiente Renovação:

Leia mais

Sensoriamento Remoto Aplicado à Geografia. Prof. Dr. Reinaldo Paul Pérez Machado

Sensoriamento Remoto Aplicado à Geografia. Prof. Dr. Reinaldo Paul Pérez Machado Sensoriamento Remoto Aplicado à Geografia Prof. Dr. Reinaldo Paul Pérez Machado Qual é a nossa principal fonte de energia? ( SOHO ) Solar and Heliospheric Observatory Image of the Sun Obtained on September

Leia mais

SOLAR E TERRESTRE RADIAÇÃO O O AQUECIMENTO DA ATMOSFERA. 2. Radiação Eletromagnética. 1. Introdução. Características da Radiação Eletromagnética

SOLAR E TERRESTRE RADIAÇÃO O O AQUECIMENTO DA ATMOSFERA. 2. Radiação Eletromagnética. 1. Introdução. Características da Radiação Eletromagnética O O AQUECIMENTO DA ATMOSFERA RADIAÇÃO SOLAR E TERRESTRE 1. Introdução RADIAÇÃO Radiação = Modo de transferência de energia por ondas eletromagnéticas única forma de transferência de energia sem a presença

Leia mais

Alinhamento entre PROCEL EDIFICA e ABNT NBR 15575

Alinhamento entre PROCEL EDIFICA e ABNT NBR 15575 Alinhamento entre PROCEL EDIFICA e ABNT NBR 15575 ABNT NBR 15575 hoje (desempenho térmico) Procedimento I: simplificado (normativo); Atendimento aos requisitos e critérios para os sistemas de vedação coberturas,

Leia mais

FCTA 4 TROCAS TÉRMICAS ENTRE O MEIO E AS EDIFICAÇÕES 4.1 FECHAMENTOS TRANSPARENTES

FCTA 4 TROCAS TÉRMICAS ENTRE O MEIO E AS EDIFICAÇÕES 4.1 FECHAMENTOS TRANSPARENTES 4 TROCAS TÉRMICAS ENTRE O MEIO E AS EDIFICAÇÕES 4.1 FECHAMENTOS TRANSPARENTES Nestes tipos de fechamento podem ocorrer três tipos de trocas térmicas: condução, convecção e radiação. O vidro comum é muito

Leia mais

ETIQUETAGEM: Perspectivas e desafios

ETIQUETAGEM: Perspectivas e desafios ETIQUETAGEM: Perspectivas e desafios Roberto Lamberts LabEEE Universidade Federal de Santa Catarina estrutura breve histórico GERAL breve histórico TÉCNICO perspectivas desafios 2 Convênio Eletrobras UFSC

Leia mais

Window Film Neutral 35

Window Film Neutral 35 Window Film Neutral 35 Dados Técnicos Novembro/ 2011 Descrição A 3M oferece uma ampla opção de películas para vidros que rejeitam o calor e bloqueiam praticamente todos os raios infravermelhos e ultravioletas

Leia mais

A normalização e a Eficiência Energética no Projeto. Eng Mário Sérgio Almeida

A normalização e a Eficiência Energética no Projeto. Eng Mário Sérgio Almeida A normalização e a Eficiência Energética no Projeto Eng Mário Sérgio Almeida DNPC Departamento Nacional de Empresas Projetistas e Consultores 3 Norma em consulta pública ABNT NBR 7256 Tratamento de ar

Leia mais

ISOLAMENTO TÉRMICO EM SISTEMAS PREDIAIS SUSTENTÁVEIS Carlos G. Caruy

ISOLAMENTO TÉRMICO EM SISTEMAS PREDIAIS SUSTENTÁVEIS Carlos G. Caruy ISOLAMENTO TÉRMICO EM SISTEMAS PREDIAIS SUSTENTÁVEIS Carlos G. Caruy ABRALISO ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS FABRICANTES DE LÃS ISOLANTES MINERAIS ABRALISO É uma organização que representa os fabricantes nacionais

Leia mais

Carga Térmica. Definições. Métodos de Cálculo. Ferramentas de simulação. Normas. Condições externas e internas

Carga Térmica. Definições. Métodos de Cálculo. Ferramentas de simulação. Normas. Condições externas e internas Carga Térmica Definições Métodos de Cálculo Ferramentas de simulação Normas Condições externas e internas PME 2515 - Ar Condicionado e Ventilação Alberto Hernandez Neto -Direitos autorais reservados -

Leia mais

Coletores solares planos

Coletores solares planos Coletores solares planos Coletores solares planos desempenho instantâneo x longo prazo Comportamento instantâneo: curvas de desempenho do equipamento função de dados meteorológicos e dados operacionais

Leia mais

ESZO Fenômenos de Transporte

ESZO Fenômenos de Transporte Universidade Federal do ABC ESZO 001-15 Fenômenos de Transporte Profa. Dra. Ana Maria Pereira Neto [email protected] Bloco A, torre 1, sala 637 Mecanismos de Transferência de Calor Calor Calor pode

Leia mais

Michele Gleice da Silva

Michele Gleice da Silva Palestrante: Michele Gleice da Silva Tema: As normas técnicas brasileiras da ABNT e o desempenho das esquadrias NBR 15575 Edificações Habitacionais 2000 2013 2008 ABNT NBR 15575-4 NBR 15575:2013 Parte

Leia mais

POSSIBILIDADES DE APROVEITAMENTO

POSSIBILIDADES DE APROVEITAMENTO POSSIBILIDADES DE APROVEITAMENTO Energia Solar Energia térmica A baixa temperatura (até 100 o C) A média temperatura (até 1000 o C) Aquecimento de ambientes aquecimento de água Condicionamento de ar refrigeração

Leia mais

Vidros de proteção solar por quem mais entende de vidro.

Vidros de proteção solar por quem mais entende de vidro. Vidros de proteção solar por quem mais entende de vidro. Mais do que um nome. Uma referência. Com mais de 40 anos de experiência e 5 unidades espalhadas pelo País, a Cebrace é a maior produtora de vidros

Leia mais

Ganhos e perdas de calor pela envoltória

Ganhos e perdas de calor pela envoltória Ganhos e perdas de calor pela envoltória Profa. Dra. Denise Helena Silva Duarte Prof. Dr. Leonardo Marques Monteiro Modelo de cálculo de desempenho térmico da edificação 1 caracterizar ambiente Renovação:

Leia mais

CURSO DE CERTIFICAÇÃO DE PROJETISTA DE TÉRMICA REH RESOLUÇÃO DE EXAME TIPO VII

CURSO DE CERTIFICAÇÃO DE PROJETISTA DE TÉRMICA REH RESOLUÇÃO DE EXAME TIPO VII Curso REH FORMAÇÃO CURSO DE CERTIFICAÇÃO DE PROJETISTA DE TÉRMICA REH RESOLUÇÃO DE EXAME TIPO VII 0 Grupo 1 (6,5 valores) Considere as peças desenhadas anexas correspondentes ao projeto de uma moradia

Leia mais

Vidros de proteção solar, por quem mais entende de vidro.

Vidros de proteção solar, por quem mais entende de vidro. Vidros de proteção solar, por quem mais entende de vidro. Mais do que um nome. Uma referência. Com mais de 40 anos de experiência e 5 unidades espalhadas pelo país, a Cebrace é a maior produtora de vidros

Leia mais

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CAMPUS RIO GRANDE INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CAMPUS RIO GRANDE INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CAMPUS RIO GRANDE INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL Aula 23 2 MEDIÇÃO DE TEMPERATURA COM TERMÔMETRO DE RADIAÇÃO CONTATO INDIRETO 3 INTRODUÇÃO

Leia mais

Balanço Térmico da Edificação

Balanço Térmico da Edificação Balanço Térmico da Edificação Profa. Dra. Denise Duarte, Prof. Dr. Leonardo Marques Monteiro Modelo de cálculo de desempenho térmico da edificação 1 caracterizar ambiente Renovação: N (adotar) Uso: Ocup/

Leia mais

RELATÓRIO FINAL DE ATIVIDADES

RELATÓRIO FINAL DE ATIVIDADES RELATÓRIO FINAL DE ATIVIDADES CLIENTE: Ecotelhado AVALIAÇÃO DE TRANSMITÂNCIA TÉRMICA DE COBERTURAS 1. INTRODUÇÃO Este documento apresenta o relatório parcial da Vertes Arquitetura Bioclimática e Eficiência

Leia mais

Física II. Capítulo 03 Transferência de Calor. Técnico em Edificações (PROEJA) Prof. Márcio T. de Castro 17/05/2017

Física II. Capítulo 03 Transferência de Calor. Técnico em Edificações (PROEJA) Prof. Márcio T. de Castro 17/05/2017 Física II Capítulo 03 Transferência de Calor Técnico em Edificações (PROEJA) 17/05/2017 Prof. Márcio T. de Castro Parte I 2 Quantidade de Calor Quantidade de Calor (Q): energia térmica em trânsito entre

Leia mais

Janelas. Saiba mais sobre. Eficientes

Janelas. Saiba mais sobre. Eficientes Janelas Saiba mais sobre Eficientes 1 0 ENQUADRAMENTO 01 SOLUÇÕES DE JANELAS INSTALADAS EM PORTUGAL 72,3% a 75,4% Vidros Simples Janelas de fraca qualidade, maioritariamente com classe F 18,9% a 22,8%

Leia mais

Desempenho Térmico de edificações Aula 12: Diretrizes Construtivas para Habitações no Brasil

Desempenho Térmico de edificações Aula 12: Diretrizes Construtivas para Habitações no Brasil Desempenho Térmico de edificações PROFESSOR Roberto Lamberts ALEJANDRO NARANJO ECV 51 UFSC FLORIANÓPOLIS estrutura introdução Requisitos gerais Requisitos Vedações verticais Requisitos coberturas 2 +introdução

Leia mais

Desempenho Térmico de edificações Aula 12: Diretrizes Construtivas para Habitações no Brasil NBR15220

Desempenho Térmico de edificações Aula 12: Diretrizes Construtivas para Habitações no Brasil NBR15220 Desempenho Térmico de edificações NBR15220 PROFESSOR Roberto Lamberts ECV 5161 UFSC FLORIANÓPOLIS + objetivos + requisitos usuários + NBR 15220 + NBR 15220-3 + parâmetros e condições de contorno + estratégias

Leia mais

Desempenho Térmico. Sinduscon 27/06/13

Desempenho Térmico. Sinduscon 27/06/13 15.575 Desempenho Térmico O Que a Norma exige? 15575-1 Item 11 Desempenho Térmico 11.1 Generalidades: atender às exigências de desempenho térmico (ZB) a) Procedimento 1 simplificado b) Procedimento 2 medição

Leia mais

Física e Química A 10.º ano

Física e Química A 10.º ano Energia, fenómenos térmicos e radiação II Física e Química A 10.º ano 1. Responde às seguintes questões. Num dia de inverno, a temperatura no exterior é de - 3ºC e a temperatura no interior de um apartamento

Leia mais

GET GESTÃO DE ENERGIA TÉRMICA Lda.

GET GESTÃO DE ENERGIA TÉRMICA Lda. 1 Dados climáticos de referência para a região do Porto: Inverno: Região climática I1, número de graus dias = 1610 (º dias), duração da estação de aquecimento = 6,7 meses. Verão: Região climática V1, Temperatura

Leia mais

Fonte: KAWAKAMI (2009)

Fonte: KAWAKAMI (2009) Fonte: KAWAKAMI (2009) Fonte: KAWAKAMI (2009) Fonte: KAWAKAMI (2009) Fonte: KAWAKAMI (2009) Fonte: KAWAKAMI (2009) Fonte: KAWAKAMI (2009) Fonte: KAWAKAMI (2009) Fonte: KAWAKAMI (2009) 4 LEED s no Brasil

Leia mais

Lista de Exercícios para P2

Lista de Exercícios para P2 ENG 1012 Fenômenos de Transporte II Lista de Exercícios para P2 1. Estime o comprimento de onda que corresponde à máxima emissão de cada de cada um dos seguintes casos: luz natural (devido ao sol a 5800

Leia mais

A câmara hermética dos vidros duplos ISOLAR GLAS permitem alcançar um nível de isolamento consideravelmente maior que um simples vidro.

A câmara hermética dos vidros duplos ISOLAR GLAS permitem alcançar um nível de isolamento consideravelmente maior que um simples vidro. ISOLAR GLAS Torre Maia (Porto) ISOLAR GLAS é um envidraçado formado por dois ou mais vidros, separados entre si por um perfil de alumínio (intercalar perfil separador) recheio de um tamis molecular que

Leia mais

PROPRIEDADES TÉRMICAS E ÓPTICAS DOS MATERIAIS

PROPRIEDADES TÉRMICAS E ÓPTICAS DOS MATERIAIS UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas (CECS) BC-1105: MATERIAIS E SUAS PROPRIEDADES PROPRIEDADES TÉRMICAS E ÓPTICAS DOS MATERIAIS Introdução Propriedades

Leia mais

A Radiação Solar recebida na camada externa da atmosfera abrange Ondas

A Radiação Solar recebida na camada externa da atmosfera abrange Ondas Variáveis Climáticas: Radiação Solar A Radiação Solar recebida na camada externa da atmosfera abrange Ondas Eletromagnéticas de 0,29 μm até 2,3 μm (micrômetros). a. Ultravioleta (0,29 μm a 0,38 μm): é

Leia mais

Michele Gleice da Silva

Michele Gleice da Silva Palestrante: Michele Gleice da Silva Tema: Como atender aos requisitos da norma de desempenho ABNT NBR 15575 - Esquadrias Laboratório de Ensaios ACREDITAÇÃO INMETRO Verificação da competência do laboratório

Leia mais

Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada R LUIS DE CAMÕES, 12 Localidade MARINHA GRANDE. Freguesia MARINHA GRANDE

Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada R LUIS DE CAMÕES, 12 Localidade MARINHA GRANDE. Freguesia MARINHA GRANDE Válido até 18/09/2027 IDENTIFICAÇÃO POSTAL Morada R LUIS DE CAMÕES, 12 Localidade MARINHA GRANDE Freguesia MARINHA GRANDE Concelho MARINHA GRANDE GPS 39.751701, -8.929347 IDENTIFICAÇÃO PREDIAL/FISCAL Conservatória

Leia mais

Desempenho Térmico de edificações Aula 12: Diretrizes Construtivas para Habitações no Brasil NBR15220

Desempenho Térmico de edificações Aula 12: Diretrizes Construtivas para Habitações no Brasil NBR15220 Desempenho Térmico de edificações NBR15220 PROFESSOR Roberto Lamberts ALEJANDRO NARANJO ECV 5161 UFSC FLORIANÓPOLIS estrutura introdução parte 3 NBR15220 exemplo 2 x Normas de Desempenho Buscam atender

Leia mais

1.- SISTEMA ENVOLVENTE...

1.- SISTEMA ENVOLVENTE... ÍNDICE.- SISTEMA ENVOLVENTE.....- Pavimentos em contacto com o terreno......- Lajes térreas.....- Fachadas......- Parte opaca das fachadas......- Aberturas em fachada.....- Paredes meeiras... 5..- Coberturas...

Leia mais

Transmissão de Calor I - Prof. Eduardo Loureiro

Transmissão de Calor I - Prof. Eduardo Loureiro Radiação - Conceitos Fundamentais Consideremos um objeto que se encontra inicialmente a uma temperatura T S mais elevada que a temperatura T VIZ de sua vizinhança. A presença do vácuo impede a perda de

Leia mais

ANÁLISE COMPARATIVA DE CARACTERÍSTICAS DE MATERIAIS TRANSPARENTES DE MESMA COLORAÇÃO

ANÁLISE COMPARATIVA DE CARACTERÍSTICAS DE MATERIAIS TRANSPARENTES DE MESMA COLORAÇÃO I CONFERÊNCIA LATINO-AMERICANA DE CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL X ENCONTRO NACIONAL DE TECNOLOGIA DO AMBIENTE CONSTRUÍDO 18-21 julho 24, São Paulo. ISBN 85-89478-8-4. ANÁLISE COMPARATIVA DE CARACTERÍSTICAS DE

Leia mais

FENÔMENOS DE TRANSPORTES

FENÔMENOS DE TRANSPORTES FENÔMENOS DE TRANSPORTES AULA 11 FUNDAMENTOS DE TRANSFERÊNCIA DE CALOR PROF.: KAIO DUTRA Transferência de Calor Transferência de calor (ou calor) é a energia em trânsito devido a uma diferença de temperatura.

Leia mais

CONDUÇÃO DE CALOR UNIDIMENSIONAL EXERCÍCIOS EM SALA

CONDUÇÃO DE CALOR UNIDIMENSIONAL EXERCÍCIOS EM SALA CONDUÇÃO DE CALOR UNIDIMENSIONAL EXERCÍCIOS EM SALA 1) Uma casa possui uma parede composta com camadas de madeira, isolamento à base de fibra de vidro e gesso, conforme indicado na figura. Em um dia frio

Leia mais

A Energia solar. Fontes alternativas de energia - aproveitamento da energia solar 1

A Energia solar. Fontes alternativas de energia - aproveitamento da energia solar 1 A Energia solar Fontes alternativas de energia - aproveitamento da energia solar 1 Forma de aproveitamento Quase todas as fontes de energia hidráulica, biomassa, eólica, combustíveis fósseis e energia

Leia mais

DESEMPENHO TÉRMICO E EFICIÊNCIA ENERGÉTICA: ESTUDO DE CASO

DESEMPENHO TÉRMICO E EFICIÊNCIA ENERGÉTICA: ESTUDO DE CASO CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS Revista Destaques Acadêmicos, Lajeado, v. 9, n. 4, 2017. ISSN 2176-3070 DOI: http://dx.doi.org/10.22410/issn.2176-3070.v9i4a2017.1676 www.univates.br/revistas DESEMPENHO

Leia mais

Desenvolvimento de superfícies opticamente seletivas e suas aplicações em painéis solares térmicos

Desenvolvimento de superfícies opticamente seletivas e suas aplicações em painéis solares térmicos REMAN Desenvolvimento de superfícies opticamente seletivas e suas aplicações em painéis solares térmicos Denis G. F. David, LaPO IF/UFBA 1 Objetivos Desenvolver tecnologias para aumentar o desempenho dos

Leia mais

Apresentação: Eng. André Dickert

Apresentação: Eng. André Dickert Apresentação: Eng. André Dickert T 1 > T 2 T 1 T 2 Q ISOLANTE TÉRMICO (Baixa Condutividade ) FIBROSOS lã de vidro, lã de rocha, fibra cerâmica e etc. GRANULARES concretos, tijolos, silicato de cálcio,

Leia mais

Aula 5. Recomendações da NBR 15220: Desempenho térmico de edificações

Aula 5. Recomendações da NBR 15220: Desempenho térmico de edificações Universidade Ibirapuera Arquitetura e Urbanismo 06.05.2015 CONFORTO AMBIENTAL: CLIMA Aula 5 Recomendações da NBR 15220: Desempenho térmico de edificações Profª Mª Claudete Gebara J. Callegaro [email protected]

Leia mais

Entre sistemas a temperaturas diferentes a energia transfere-se do sistema com temperatura mais elevada para o sistema a temperatura mais baixa.

Entre sistemas a temperaturas diferentes a energia transfere-se do sistema com temperatura mais elevada para o sistema a temperatura mais baixa. Sumário Do Sol ao Aquecimento Unidade temática 1. Mecanismos de transferência de calor: a radiação, a condução e a convecção. O coletor solar e o seu funcionamento. Materiais condutores e isoladores do

Leia mais

CONFORTO AMBIENTAL Aula 2

CONFORTO AMBIENTAL Aula 2 TECNOLOGIA EM CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS CONFORTO AMBIENTAL Aula 2 M.Sc. Arq. Elena M. D. Oliveira Diferença entre Tempo e Clima TEMPO: Variações diárias das condições atmosféricas. CLIMA: É a condição média

Leia mais

Transferência de Calor: Origens Físicas F Equações de Taxas de Transferência

Transferência de Calor: Origens Físicas F Equações de Taxas de Transferência Transferência de Calor: Origens Físicas F e Euações de Taxas de Transferência Transferência de Calor e Energia Térmica O ue é a transferência de calor? A transferência de calor éo trânsito de energia térmica

Leia mais

Desempenho térmico de materiais e componentes construtivos AUT0264 CONFORTO AMBIENTAL IV TÉRMICA

Desempenho térmico de materiais e componentes construtivos AUT0264 CONFORTO AMBIENTAL IV TÉRMICA Desempenho térmico de materiais e componentes construtivos 1 caracterizar ambiente Renovação: N (adotar) Uso: Ocup/ lum/ Eq Orientação: N, NE, E... Materiais: A (m 2 ) Coeficiente: K 2 calcular balanço

Leia mais

Capítulo 5. Otimização e Caracterização Física dos Componentes do Sistema de Fachada

Capítulo 5. Otimização e Caracterização Física dos Componentes do Sistema de Fachada Ninguém poderá jamais aperfeiçoar-se, se não tiver o mundo como mestre. A experiência se adquire na prática. William Shakespeare Capítulo 5. Otimização e Caracterização Física dos Componentes do Sistema

Leia mais

O ENTENDIMENTO SOBRE ARQUITETURA SUSTENTÁVEL NO EXEMPLO DO CASO BRASILEIRO A importância das questões de conforto

O ENTENDIMENTO SOBRE ARQUITETURA SUSTENTÁVEL NO EXEMPLO DO CASO BRASILEIRO A importância das questões de conforto ESTUDO DE CASO: CENPES II DA PETROBRAS NO RIO DE JANEIRO Uma atitude ambiental inovadora na arquitetura brasileira Joana Gonçalves [email protected] Arquiteta Dra. Profa. FAU USP Pesquisadora do LABAUT/ FAU

Leia mais

Evento REABILITAÇÃO ENERGETICAMENTE EFICIENTE DE EDIFÍCIOS URBANOS. Termografia. Técnicas de Inspecçãoe Avaliação do Desempenho de Edifícios

Evento REABILITAÇÃO ENERGETICAMENTE EFICIENTE DE EDIFÍCIOS URBANOS. Termografia. Técnicas de Inspecçãoe Avaliação do Desempenho de Edifícios Evento REABILITAÇÃO ENERGETICAMENTE EFICIENTE DE EDIFÍCIOS URBANOS Técnicas de Inspecçãoe Avaliação do Desempenho de Edifícios Termografia Inês Simões www.itecons.uc.pt O que é a termografia infravermelha?

Leia mais

TODA A QUALIDADE, ACABAMENTO E A PROTEÇÃO QUE O SEU PROJETO PRECISA.

TODA A QUALIDADE, ACABAMENTO E A PROTEÇÃO QUE O SEU PROJETO PRECISA. TODA A QUALIDADE, ACABAMENTO E A PROTEÇÃO QUE O SEU PROJETO PRECISA. /ptoldosecoberturas www.toldosprotecao.com.br Quem Somos Somos uma empresa com profissionais especializados em diversos tipos de coberturas,

Leia mais

CONFORTO AMBIENTAL Nosso papel na sustentabilidade

CONFORTO AMBIENTAL Nosso papel na sustentabilidade CONFORTO AMBIENTAL Nosso papel na sustentabilidade Parte 1 - Conforto higrotérmico dirigido à concepção arquitetônica (continuação) Arq. Cláudia Barroso-Krause, D.Sc. DTC PROARQ FAU/UFRJ Roteiro O conforto,

Leia mais

eco-eficiência: conforto ambiental e energia na arquitetura de menor impacto ambiental CENPES II

eco-eficiência: conforto ambiental e energia na arquitetura de menor impacto ambiental CENPES II eco-eficiência: conforto ambiental e energia na arquitetura de menor impacto ambiental CENPES II o novo centro de pesquisas da Petrobras Rio de Janeiro LABAUT Laboratório de Conforto Ambiental e Eficiência

Leia mais

Laboratório de Eficiência Energética em Edificações. Departamento de Engenharia Civil ECV Universidade Federal de Santa Catarina UFSC

Laboratório de Eficiência Energética em Edificações. Departamento de Engenharia Civil ECV Universidade Federal de Santa Catarina UFSC Laboratório de Eficiência Energética em Edificações Departamento de Engenharia Civil ECV Universidade Federal de Santa Catarina UFSC Laboratório de Eficiência Energética em Edificações Localização Florianópolis

Leia mais

CÁLCULO DO DESEMPENHO TÉRMICO DE LAJES PRÉ- MOLDADAS COM TAVELAS CERÂMICAS E BLOCOS DE EPS

CÁLCULO DO DESEMPENHO TÉRMICO DE LAJES PRÉ- MOLDADAS COM TAVELAS CERÂMICAS E BLOCOS DE EPS CÁLCULO DO DESEMPENHO TÉRMICO DE LAJES PRÉ- MOLDADAS COM TAVELAS CERÂMICAS E BLOCOS DE EPS Daniel Barp Crema (1), Fernando Pelisser (2) RESUMO UNESC Universidade do Extremo Sul Catarinense (1) [email protected],

Leia mais

Aplicação das normas ABNT NBR Edificações habitacionais Desempenho e ABNT NBR Esquadrias

Aplicação das normas ABNT NBR Edificações habitacionais Desempenho e ABNT NBR Esquadrias Aplicação das normas ABNT NBR 15575 Edificações habitacionais Desempenho e ABNT NBR 10821 - Esquadrias Enga. Fabiola Rago Beltrame Coordenadora da CEE-191 (ABNT) Esquadrias Diretora do IBELQ Instituto

Leia mais

CATÁLOGO DE PROPRIEDADES TÉRMICAS E ÓTICAS DE VIDROS COMERCIALIZADOS NO BRASIL

CATÁLOGO DE PROPRIEDADES TÉRMICAS E ÓTICAS DE VIDROS COMERCIALIZADOS NO BRASIL NIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO TECNOLÓGICO - DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL Campus niversitário Trindade Florianópolis SC CEP 88040-900 Caixa Postal 476 CB3E - Centro Brasileiro de Eficiência

Leia mais

ASPECTOS CONSTRUTIVOS DA REABILITAÇÃO ENERGÉTICA DOS EDIFÍCIOS

ASPECTOS CONSTRUTIVOS DA REABILITAÇÃO ENERGÉTICA DOS EDIFÍCIOS Auditório José Silvestre do Instituto Superior de Engenharia da Universidade do Algarve continuação ASPECTOS CONSTRUTIVOS DA REABILITAÇÃO ENERGÉTICA DOS EDIFÍCIOS Susana Fernandes Oz, Lda. A reabilitação

Leia mais

TECNOLOGIA EM CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS. CONFORTO AMBIENTAL Aula 11

TECNOLOGIA EM CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS. CONFORTO AMBIENTAL Aula 11 TECNOLOGIA EM CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS CONFORTO AMBIENTAL Aula 11 USO RACIONAL DA ENERGIA Identificar onde, na edificação, ocorrem os maiores gastos. Geralmente consegue-se reduzir o gasto energético reduzindo

Leia mais

Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada RUA MANUEL PEREIRA ROLDÃO, 16 Localidade MARINHA GRANDE

Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada RUA MANUEL PEREIRA ROLDÃO, 16 Localidade MARINHA GRANDE Válido até 18/09/2027 IDENTIFICAÇÃO POSTAL Morada RUA MANUEL PEREIRA ROLDÃO, 16 Localidade MARINHA GRANDE Freguesia MARINHA GRANDE Concelho MARINHA GRANDE GPS 39.752155, -8.929273 IDENTIFICAÇÃO PREDIAL/FISCAL

Leia mais

Evento PROMOÇÃO DA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA DE EDIFÍCIOS, SUSTENTABILIDADE E CONFORTO INTERIOR OPTIMIZAÇÃO DE SOLUÇÕES CONSTRUTIVAS TERMOGRAFIA

Evento PROMOÇÃO DA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA DE EDIFÍCIOS, SUSTENTABILIDADE E CONFORTO INTERIOR OPTIMIZAÇÃO DE SOLUÇÕES CONSTRUTIVAS TERMOGRAFIA Evento PROMOÇÃO DA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA DE EDIFÍCIOS, SUSTENTABILIDADE E CONFORTO INTERIOR OPTIMIZAÇÃO DE SOLUÇÕES CONSTRUTIVAS Técnicas de Inspecção e Avaliação do Desempenho de Edifícios Inês Simões

Leia mais