PROTOCOLO DE INTENÇÕES
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- João Lucas Lisboa Martinho
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1 PROTOCOLO DE INTENÇÕES O presente documento tem por objetivo formalizar a participação das entidades abaixo assinadas na iniciativa do código de conduta voluntário para plantas ornamentais. CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS E FINALIDADES: Cláusula Primeira Este protocolo tem por objetivo agregar os esforços das entidades participantes do Código de Conduta Voluntário de Plantas Ornamentais, no desenvolvimento de ações concretas para a viabilização da execução das regras previstas no Código, no contexto da conservação ambiental e da horticultura ornamental e de acordo com as diretrizes da Convenção sobre Diversidade Biológica e Política Nacional de Biodiversidade. I A relação de ações previstas não tem valor seqüencial, tratando-se de estratégias que variam de acordo com cada espécie, situação particular e com as possibilidades e interesses de cada entidade participante. II Este Grupo passa a ser denominado Grupo de Horticultura Ornamental Sustentável. Cláusula Segunda - Este Grupo tem por finalidade: a) Difundir o Código de Conduta Voluntário para o setor de horticultura ornamental, entidades de ensino e pesquisa, órgãos e setores do governo e pessoas físicas interessadas; b) promover o esclarecimento público sobre invasões biológicas e a importância de impedir a disseminação de espécies exóticas invasoras através do paisagismo e da jardinagem; c) promover e executar, através das entidades participantes, ações concretas de prevenção, manejo, controle, mitigação de impactos e erradicação de espécies exóticas invasoras; d) realizar levantamentos de dados e pesquisas sobre invasões biológicas e sobre a sua relação com a horticultura ornamental; e) realizar levantamentos de dados e pesquisas sobre espécies nativas de cada região com potencial para uso ornamental e para substituição de espécies exóticas invasoras por espécies não invasoras; f) implantar modelos e estabelecer critérios de manejo com prevenção e controle de invasões biológicas nas atividades produtivas de caráter público e privado com espécies exóticas invasoras; g) definir melhores práticas para controle de espécies exóticas invasoras com mitigação de impactos ao ambiente;
2 h) formular e propor marcos legais e políticas públicas, com base em informações técnico-científicas, para regulamentar o uso, o manejo e/ou a erradicação de espécies exóticas invasoras, assim como medidas de prevenção de novas introduções; i) definir prioridades para pesquisa, divulgar resultados e boas práticas e buscar apoio junto aos órgãos responsáveis para adoção de alternativas que contemplem o uso da biodiversidade nativa; j) integrar os diversos segmentos do setor de horticultura ornamental no sentido de desenvolver ações de orientação, prevenção, monitoramento, mitigação de impactos, controle e erradicação de espécies exóticas invasoras; k) apoiar a criação e o desenvolvimento de iniciativas análogas em nível nacional e internacional. único Este instrumento poderá ser atualizado ou renovado através das deliberações do Grupo de Horticultura Ornamental Sustentável, sempre com base em critérios técnico-científicos, viabilizando o avanço das ações de orientação, prevenção, controle, mitigação de impactos, manejo e erradicação de espécies exóticas invasoras. CAPÍTULO II DOS CRITÉRIOS: Cláusula Terceira A definição de espécie exótica invasora está contida na Convenção Internacional sobre Diversidade Biológica das Nações Unidas, Decisão V/8: (i) exótica ou espécie exótica refere-se a uma espécie ocorrente fora de sua área de distribuição natural; e (ii) espécie exótica invasora refere-se àquelas espécies exóticas que ameaçam ecossistemas, hábitats ou espécies. I Por analogia, o termo espécie nativa refere-se a uma espécie ocorrente dentro de sua área de distribuição natural. CAPÍTULO III DA CONSTITUIÇÃO Cláusula Quarta Este Grupo é constituído por entidades governamentais e não-governamentais, entidades de pesquisa, universidades, instituições privadas e pessoas físicas. Cláusula Quinta Ficam constituídos os seguintes grupos: a) agências governamentais ligadas ao setor de plantas ornamentais;
3 b) produtores e comerciantes de plantas ornamentais; c) jardineiros e entusiastas da jardinagem; d) paisagistas e decoradores; e) jardins botânicos e arboretos; e f) Associações de Horticultura e Horticultores. Cláusula Sexta O funcionamento do Grupo se dá através de reuniões periódicas, sendo no mínimo uma reunião por ano, a partir da adoção do Código de Conduta Voluntário e do estabelecimento de planos de trabalho individuais por parte dos integrantes do Grupo. Cláusula Sétima - Poderão ser criados novos códigos de conduta e revisados os existentes no decorrer das atividades, de acordo com as necessidades e o avanço dos trabalhos. Cláusula Oitava Fica facultado aos participantes integrar um ou mais grupos, de acordo com suas afinidades e capacidades. Cláusula Nona Se o Grupo assim entender, poderá convidar pessoas físicas ou outras entidades para contribuir e enriquecer as atividades. CAPÍTULO IV DAS AÇÕES: Cláusula Décima - No estágio atual dos debates, o Grupo de Horticultura Ornamental Sustentável fica constituído das organizações signatárias, cujas responsabilidades, ações e investimentos a serem realizados encontram-se definidos nos códigos de conduta e nos respectivos anexos na forma de planos de trabalho. Desta forma, estando todos de comum acordo, e tomando como base as deliberações acima, firmam o presente Protocolo de Intenções, estando as prioridades de ação de cada instituição participante, definidas nos anexos a este documento, devidamente ratificadas pelos seus representantes legais. Curitiba, 18 de dezembro de 2006.
4 ANEXO 1 Instituições participantes do Grupo de Horticultura Ornamental Sustentável, cujos objetivos, atividades e compromissos estão descritos no presente protocolo de intenções e no código de conduta voluntário para plantas ornamentais.
5 ANEXO 2 Código de Conduta Voluntário
6 ANEXO 3 Planos de trabalho das entidades signatárias
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