DOS PROCESSOS EM ESPÉCIE (Arts. 394 ao 538 do CPP) Prof. Gladson Miranda.
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- Laís Carrilho Klettenberg
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1 DOS PROCESSOS EM ESPÉCIE (Arts. 394 ao 538 do CPP) Prof. Gladson Miranda
2 DOS PROCESSOS EM ESPÉCIE (Arts. 394 ao 538 do CPP) DO PROCESSO COMUM DA INSTRUÇÃO CRIMINAL O procedimento será comum ou especial (Art. 394). Procedimento Comum O procedimento comum será ordinário, sumário ou sumaríssimo (Art. 394, 1 o ).
3 Aplicação Subsidiária do Procedimento Comum Aplica-se a todos os processos o procedimento comum, salvo disposições em contrário deste Código ou de lei especial (Art. 394, 2 o ). Que disposições do Código de Processo Penal se aplicam a todos os procedimentos penais de primeiro grau, ainda que não regulados pelo CPP? (Art. 394, 4 o ). 1. Análise do Recebimento ou Rejeição da Ação Penal; 2. Prazo de 10 dias para a Resposta caso o Réu compareça em virtude de citação pessoal ou por edital, prazo, contado a partir da citação ou da nomeação de Defensor Dativo.
4 3. Na resposta, pode-se argüir preliminares e alegar tudo o que interesse à sua defesa, oferecer documentos e justificações, especificar as provas pretendidas e arrolar testemunhas, qualificando-as e requerendo sua intimação 4. Processamento em apartado de Exceção 5. Análise de eventual possibilidade de Absolvição Sumária (Art. 394, 4 o )
5 Recebimento da denúncia - ato complexo, a ser exercido em duas fases distintas. Manifestação sobre as razões deduzidas na resposta à acusação (STJ; 5 Turma; HC /MG; DJe 19/09/2012)
6 Rito Ordinário (Arts. 394 ao 405 do CPP) Quando tiver por objeto crime cuja sanção máxima cominada for igual ou superior a 4 (quatro) anos de pena privativa de liberdade.
7 Aplicação subsidiária do procedimento ordinário aos procedimentos especial, sumário e sumaríssimo (Art. 394, 5 o ) Designação de Audiência de Instrução e Julgamento caso não seja hipótese de absolvição sumária, com a intimação do acusado, de seu defensor, do Ministério Público e, se for o caso, do querelante e do assistente Crítica à redação do art. 399 do CPP. STJ; 5 Turma; HC /SP; DJe 30/03/2012 Prazo para a designação da AIJ art. 400 do CPP
8 Princípio da Identidade Física do Juiz (Art. 399, 2 o ) Ordem dos atos a serem realizados na AIJ (Arts. 400, 402, 403 do CPP) Quantidade de testemunhas (Art. 401 do CPP). testemunhas. Perguntas às Nesse número compreendem-se as que não prestem compromisso e as referidas? (Art. 401, 1 o ). A parte poderá desistir da inquirição de qualquer das testemunhas arroladas, inclusive as do juízo? (Art. 401, 2 o ) Audiência de Instrução sem julgamento (Art. 403 e 404 do CPP) Resumo e gravação dos atos realizados em audiência (Art. 405 do CPP)
9 Do processo sumário (Arts. 531 ao 538 do CPP) Rito Sumário Quando tiver por objeto crime cuja sanção máxima cominada seja inferior a 4 (quatro) anos de pena privativa de liberdade. Nas infrações penais de menor potencial ofensivo, quando o juizado especial criminal encaminhar ao juízo comum as peças existentes para a adoção de outro procedimento, observar-se-á o procedimento sumário previsto neste Capítulo (Art. 538).
10 Prazo para a designação de audiência (art. 531) Audiência de Instrução e Julgamento Similitude e diferenças com o rito ordinário (arts. 531, 533 ao 535) Nenhum ato será adiado, salvo quando imprescindível a prova faltante, determinando o juiz a condução coercitiva de quem deva comparecer (Art. 535) Não há previsão de adiamento em face da quantidade de réus ou complexidade da causa. Quantidade de testemunhas (art. 532 e 536)
11 Rito Sumaríssimo Para as infrações penais de menor potencial ofensivo, na forma da lei. O CPP disciplina de forma expressa todo o procedimento sumaríssimo?
12 DOS PROCESSOS ESPECIAIS Quanto ao júri, ficou, na lei, fora da previsão clássica dos procedimentos? Título I Proc. Comum; Cap. I Instrução; Cap. II - DO PROCEDIMENTO RELATIVO AOS PROCESSOS DA COMPETÊNCIA DO TRIBUNAL DO JÚRI. Art. 394, 3 º Do processo e do julgamento dos crimes de responsabilidade dos funcionários públicos (Arts. 513 ao 518) Cabimento Arts. 312 ao 327 do CP. STJ; 5 Turma; HC / PR; DJe 23/08/2012 A regra prevista no art. 514 do CPP só tem aplicação quando o crime, afiançável, é praticado por funcionário público no exercício de suas funções, ou em razão destas, e apenas nos casos de crime funcional próprio (delito especial próprio), em que a condição de funcionário público aparece como elementar do tipo? (STJ; HC / RS; 5ª Turma; DJ 20/11/2006)
13 O procedimento inscrito no artigo 514, do CPP, somente assegura o direito à defesa preliminar ao denunciado nos crimes funcionais, não se aplicando na hipótese em que o réu não mais exerce cargo público, por força de exoneração? (STJ; RHC 7944 / GO; 6ª Turma; DJ 14/12/1998)
14 A notificação do acusado para apresentar defesa antes do recebimento da denúncia, nos termos do artigo 514 do Código de Processo Penal, somente se aplica ao funcionário público ou se estende ao particular que seja coautor ou partícipe? STJ; HC / DF; 6ª Turma; DJe 08/09/2011
15 Justa Causa para a Ação (Art. 513 do CPP) A queixa ou a denúncia será instruída com documentos ou justificação que façam presumir a existência do delito ou com declaração fundamentada da impossibilidade de apresentação de qualquer dessas provas (Art. 513)
16 Denúncia apoiada em Inquérito Policial 330/STJ X STF (STF; HC /SP) Contraditório Prévio Nos crimes afiançáveis, estando a denúncia ou queixa em devida forma, o juiz mandará autuá-la e ordenará a notificação do acusado, para responder por escrito, com possibilidade de ser instruída com documentos e justificações, dentro do prazo de quinze dias (Arts. 514 e 515, parágrafo único) O que ocorre se não for conhecida a residência do acusado, ou este se achar fora da jurisdição do juiz? (Art. 514, parágrafo único e 515, do CPP)
17 Há nulidade se não for oportunizada a resposta preliminar? Absoluta ou relativa? STJ; HC ; 11/03/2013 Rejeição ou Recebimento da ação penal O juiz rejeitará a queixa ou denúncia, em despacho fundamentado, se convencido, pela resposta do acusado ou do seu defensor, da inexistência do crime ou da improcedência da ação (Art. 516). Recebida a ação penal, há citação e seguimento pelo rito comum. (arts. 517 e 518 do CPP)
18 Do processo e do julgamento dos crimes de calúnia e injúria, de competência do juiz singular (Arts. 519 a 523 ) O crime de difamação é abrangido? O rito diferenciado se aplica a todos os tipos de ação penal? Art. 521 do CPP. A aplicação é subsidiária? (Art. 519)
19 Segue-se em regra o rito ordinário com as seguintes modificações: Oportunidade de reconciliação (Art. 520 e 521 do CPP) Oitiva das partes sem advogado e sem se lavrar termo (Art. 520) Reconciliação No caso de reconciliação, depois de assinado pelo querelante o termo da desistência, a queixa será arquivada (Art. 522). Desistência antes da audiência Há nulidade se não realizada a audiência?
20 Do processo e do julgamento dos crimes contra a propriedade imaterial (Arts. 524 ao 530-I, do CPP) Rito específico apenas para quando o crime for de ação penal privada (Art. 530-A) Quantidade de peritos para a diligência de busca ou de apreensão (art. 527) Prazo para elaboração do laudo (art. 527) Impugnação da negativa de apreensão (Art. 527, parágrafo único) O requerente da diligência poderá impugnar o laudo contrário à apreensão e o juiz ordenará que esta se efetue, se reconhecer a improcedência das razões aduzidas pelos peritos.
21 Homologação judicial do laudo (Art. 528) Exame de corpo de delito e Justa causa para ação penal No caso de haver o crime deixado vestígio, a queixa ou a denúncia não será recebida se não for instruída com o exame pericial dos objetos que constituam o corpo de delito (Art. 525). Sem a prova de direito à ação, não será recebida a queixa, nem ordenada qualquer diligência preliminarmente requerida pelo ofendido (Art. 526). Prazo para o oferecimento da queixa Nos crimes de ação privativa do ofendido, não será admitida queixa com fundamento em apreensão e em perícia, se decorrido o prazo de 30 dias, após a homologação do laudo (Art. 529). Se ocorrer prisão em flagrante e o réu não for posto em liberdade, o prazo será de 8 (oito) dias (Art. 530).
22 Do procedimento relativo aos processos da competência do tribunal do júri (Arts. 406 ao 497) Competência ( 5, XXXVIII da CF/88) Latrocínio (Súmula 603/STF) Crimes conexos Rito Escalonado Judicium Acusationis ou Sumário de Culpa Judicium Causae
23 Sumário de Culpa Similitude e diferenças com o rito ordinário (arts. 406 ao 412) Apresentada a defesa, o juiz ouvirá o Ministério Público ou o querelante sobre preliminares e documentos, em 5 (cinco) dias (Art. 409) Prazo para a designação de audiência (Art. 410) Ordem dos atos da AIJ. Oitiva de peritos Participação do AA nos debates. Encerrados os debates, o juiz proferirá a sua decisão, ou o fará em 10 (dez) dias, ordenando que os autos para isso lhe sejam conclusos (Art. 411, 9 o ) Há obrigatoriedade de alegações finais? (STJ; AgRg no REsp /PE) Prazo para a conclusão do sumário de culpa (Art. 412)
24 Da Absolvição Sumária Hipóteses (Art. 415): I provada a inexistência do fato; II provado não ser ele autor ou partícipe do fato; III o fato não constituir infração penal; IV demonstrada causa de isenção de pena ou de exclusão do crime; E na hipótese de inimputabilidade por doença mental? E se for a única tese defensiva? Recurso (Art. 416). Art. 574, II, e antigo 411. Coisa Julgada
25 Da desclassificação O juiz poderá dar ao fato definição jurídica diversa da constante da acusação, embora o acusado fique sujeito a pena mais grave (Art. 418). Quando o juiz se convencer, em discordância com a acusação, da existência de crime diverso dos referidos no 1 o do art. 74 deste Código e não for competente para o julgamento, remeterá os autos ao juiz que o seja (Art. 419). Recurso
26 Inclusão de novos autores (Art, 417) Se houver indícios de autoria ou de participação de outras pessoas não incluídas na acusação, o juiz, ao pronunciar ou impronunciar o acusado, determinará o retorno dos autos ao Ministério Público, por 15 (quinze) dias, podendo haver separação de processos. Da Impronúncia Não se convencendo da materialidade do fato ou da existência de indícios suficientes de autoria ou de participação, o juiz, fundamentadamente, impronunciará o acusado (Art. 414) Coisa Julgada Recurso (Art. 416) Enquanto não ocorrer a extinção da punibilidade, poderá ser formulada nova denúncia ou queixa se houver prova nova.
27 Da Pronúncia (art. 413) Prova de materialidade e indícios suficientes de autoria (Art. 413) Natureza Fundamentação A fundamentação da pronúncia limitar-se-á à indicação da materialidade do fato e da existência de indícios suficientes de autoria ou de participação, devendo o juiz declarar o dispositivo legal em que julgar incurso o acusado e especificar as circunstâncias qualificadoras e as causas de aumento de pena (art. 413, 1o).
28 Configura excesso de linguagem a decisão do Tribunal que imputa, de forma contundente e absoluta, a autoria do delito ao réu. No caso, o acórdão extrapolou na motivação, porquanto emitiu exagerado e profundo juízo de valor sobre matéria de competência exclusiva do Tribunal do Júri, sendo atribuição do respectivo Conselho de Sentença avaliar as provas produzidas nos autos e proferir o veredicto dotado de soberania, não podendo essa providência ser adiantada na decisão que revisa a sentença de pronúncia, cujos termos devem ser sóbrios e técnicos, para que não exerça interferência direta no livre convencimento dos juízes de fato (STJ; HC / SP; 5ª Turma; DJe 21/06/2013)
29 Fixação dos limites do Judicium Causae O juiz deve declarar o dispositivo legal em que julgar incurso o acusado e especificar as circunstâncias qualificadoras e as causas de aumento de pena (art. 413, 1 o ) Deve indicar o juiz as agravantes e atenuantes? In dubio pro societat Concessão da liberdade provisória ou prisão preventiva (art. 413, 1 o e 2 o )
30 Recurso Interrupção da prescrição. A pronúncia continua sendo causa interruptiva da prescrição se o Conselho de Sentença desclassificar o crime? (Súmula 191/STJ)
31 Intimação da Decisão de Pronúncia (Art. 420) I pessoalmente ao acusado, ao defensor nomeado e ao Ministério Público II ao defensor constituído, ao querelante e ao assistente do Ministério Público, na forma do disposto no 1 o do art. 370 deste Código. Será intimado por edital o acusado solto que não for encontrado. Ainda há a crise de instância? Preclusa a decisão de pronúncia, os autos serão encaminhados ao juiz presidente do Tribunal do Júri (Art. 421). Ainda que preclusa a decisão de pronúncia, havendo circunstância superveniente que altere a classificação do crime, o juiz ordenará a remessa dos autos ao Ministério Público (Art. 421, 1 o ). A forma de intimação depende de verificação de afiançabilidade?
32 Desaforamento Hipóteses: Interesse da ordem pública; Dúvida sobre a imparcialidade do júri; Segurança pessoal do acusado, Comprovado excesso de serviço, ouvidos o juiz presidente e a parte contrária, se o julgamento não puder ser realizado no prazo de 6 (seis) meses, contado do trânsito em julgado da decisão de pronúncia (Art. 428)
33 Quem decide? Quem requer? Ministério Público, Assistente, Querelante Acusado ou mediante representação do juiz competente. Novo local: outra comarca da mesma região, onde não existam aqueles motivos, preferindo-se as mais próximas (Art. 427)
34 Não havendo excesso de serviço ou existência de processos aguardando julgamento em quantidade que ultrapasse a possibilidade de apreciação pelo Tribunal do Júri, nas reuniões periódicas previstas para o exercício, o acusado poderá requerer ao Tribunal que determine a imediata realização do julgamento (Art. 427, 2 o ) A maior divulgação dos fatos pelos meios de comunicação social justifica o desaforamento? Necessidade de oitiva da Defesa (Súmula 712/STF) Pode-se pedir desaforamento se pendente recurso contra a decisão de pronúncia?
35 Preparação do Processo para Julgamento em Plenário (Art. 422)
36 Preparação do Processo para Julgamento em Plenário (Art. 422) Judicium causae Há limitação aos termos da pronúncia? São necessários os libelos? Diligências (Art. 423, I) Relatório (Art. 423, II)
37 Preferência para Julgamentos Salvo motivo relevante que autorize alteração na ordem dos julgamentos, terão preferência: I os acusados presos; II dentre os acusados presos, aqueles que estiverem há mais tempo na prisão; III em igualdade de condições, os precedentemente pronunciados (Art. 429).
38 Da Função do Jurado O serviço do júri é obrigatório. O alistamento compreenderá os cidadãos maiores de 18 (dezoito) anos de notória idoneidade (Art. 436). Nenhum cidadão poderá ser excluído dos trabalhos do júri ou deixar de ser alistado em razão de cor ou etnia, raça, credo, sexo, profissão, classe social ou econômica, origem ou grau de instrução (Art. 436, 1 o ). A recusa injustificada ao serviço do júri acarretará multa no valor de 1 (um) a 10 (dez) salários mínimos, a critério do juiz, de acordo com a condição econômica do jurado (Art. 436, 2 o ). Jurado pode cometer delito de concussão, corrupção e prevaricação?
39 Isenção (Art. 437) Recusa A recusa ao serviço do júri fundada em convicção religiosa, filosófica ou política importará no dever de prestar serviço alternativo, sob pena de suspensão dos direitos políticos, enquanto não prestar o serviço imposto (Art. 438).
40 Vantagens de exercício efetivo da função de jurado O exercício efetivo da função de jurado constituirá serviço público relevante e estabelecerá presunção de idoneidade moral (Art. 439). Constitui também direito do jurado, na condição do art. 439 deste Código, preferência, em igualdade de condições, nas licitações públicas e no provimento, mediante concurso, de cargo ou função pública, bem como nos casos de promoção funcional ou remoção voluntária (Art. 440). Nenhum desconto será feito nos vencimentos ou salário do jurado sorteado que comparecer à sessão do júri (Art. 441).
41 Composição do Tribunal do Júri e da Formação do Conselho de Sentença O Tribunal do Júri é composto por 1 (um) juiz togado, seu presidente e por 25 (vinte e cinco) jurados que serão sorteados dentre os alistados, 7 (sete) dos quais constituirão o Conselho de Sentença em cada sessão de julgamento (Art. 447). Impedimentos (Arts. 448 ao 452) Reunião e das sessões do Tribunal do Júri (Arts. 453 ao 472) Instrução em Plenário e Julgamento (Arts. 473 ao 497)
42 O julgamento é adiado por não comparecimento de acusado solto? Qual é a quantidade de testemunhas a serem arroladas no Judicium Causae? Podem ser diferentes das indicadas no Sumário de culpa? E se a testemunha não comparecer há adiamento? (Art. 465)
43 Recusas Incomunicabilidade (466) Perguntas (474) Debates.
44 O que não pode ser tratado nos debates? I à decisão de pronúncia, às decisões posteriores que julgaram admissível a acusação ou à determinação do uso de algemas como argumento de autoridade que beneficiem ou prejudiquem o acusado; II ao silêncio do acusado ou à ausência de interrogatório por falta de requerimento, em seu prejuízo (478).
45 Questionário Se houver mais de um acusado, como são os quesitos? As decisões precisam ser unânimes? 483) Desclassificação pelo Conselho de Sentença (Art. E se o juiz não tiver competência em razão da matéria? Apelação (593)
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