Tribunal de Contas do Estado do Pará
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- Rebeca Laís Meneses Mangueira
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1 RESOLUÇÃO Nº (Processo nº 2005/ ) Assunto: Consulta formulada pelo Exmº Sr. FRANCISCO BARBOSA DE OLIVEIRA, Procurador Geral de Justiça do Ministério Público do Estado do Pará. EMENTA: I- A contribuição previdenciária incide sobre a parcela percebida e incorporada ao subsídio, ao vencimento e ao soldo. II- A contribuição previdenciária não incide sobre a parcela percebida em decorrência do exercício de cargo em comissão ou de função de confiança, exceto se a parcela percebida estiver incorporada ao subsídio, ao vencimento ou ao soldo. III- Parcela sobre a qual não incida a contribuição previdenciária não poderá integrar os proventos para efeito de aposentadoria. IV- Contribuição previdenciária descontada indevidamente poderá ser compensada. Relatório do Exmº Sr. Conselheiro ANTONIO ERLINDO BRAGA: Processo nº 2005/ Trata-se de consulta formulada pelo Ministério Público do Estado, subscrita pelo Procurador Geral de Justiça do Estado, Francisco Barbosa de Oliveira, fls.1/4 dos autos. Submetido o expediente à Consultoria Jurídica, esta emitiu parecer de fls. 5/13 dos autos, parecer esse acatado pelo Presidente desta Corte de Contas e, em conseqüência, admitida a consulta. É o relatório. Jurisprudência do TCE-Pará Pág. 1
2 Voto: A consulta está formulada com base nas normas legais vigentes e hospeda dúvidas sobre a aplicação e interpretação do art. 86, Parágrafo 1º, X e Parágrafo 2º da Lei Complementar nº 049, de , que dispõe in verbis: Art. 86 Considera-se base de cálculo para fins de contribuição ao Regime da Previdência Estadual a remuneração total ou subsídios totais assim entendidos como o vencimento, subsídios ou soldo. Parágrafo 1º - Entende-se como base de contribuição o vencimento do cargo efetivo, acrescido das vantagens pecuniárias permanentes estabelecidas em lei, os adicionais de caráter individual e quaisquer outras vantagens, excluídas: X a parcela percebida em decorrência do exercício de cargo em comissão ou função de confiança. Parágrafo 2º - O servidor ocupante de cargo efetivo poderá optar pela inclusão, na base de contribuição, da parcela remuneratória percebida em decorrência do local de trabalho do exercício do cargo em comissão ou de função de confiança, para efeito de cálculo do benefício a ser concedido com fundamento no art. 40 da Constituição Federal e art. 2º da Emenda Constitucional nº 41, de 19 de dezembro de 2003, respeitada, em qualquer hipótese, a limitação estabelecida no Parágrafo 2º do art. 40 da Constituição Federal. Questionamentos formulados: 1 Como ficará a incidência da contribuição previdenciária, para os membros e servidores efetivos que já possuem em seu patrimônio jurídico-financeiro, incorporação pelo exercício de cargo em comissão ou função gratificada? Jurisprudência do TCE-Pará Pág. 2
3 Para os servidores efetivos que hoje desempenham cargo em comissão ou função gratificada, é sabido que ao deixarem de exercê-los, não poderão mais incorporar em seus vencimentos as gratificações correspondentes, isto porque a Lei Complementar nº 044, de , publicada em , alterou o art. 101 da Lei Complementar nº 039, de , revogando o art. 130 e seus Parágrafos da Lei Estadual nº 5810/93, que concedia tal direito. Resposta: Os Membros do Ministério Público percebem apenas subsídios, de acordo com o art. 37, XI da Constituição Federal, exceto os que tem incorporado em seu patrimônio jurídico vantagens pecuniárias asseguradas pelo princípio constitucional da irredutibilidade de subsídios art. 95, III da Constituição Federal - vantagens essas que ficam em extinção por absorção. Assim, a contribuição previdenciária incidirá sobre os subsídios e as vantagens pecuniárias incorporadas em extinção por absorção, visto que os proventos tem como fundamento o tempo de contribuição. Os servidores efetivos que percebem vencimentos e tem incorporado em seu patrimônio jurídico vantagens pecuniárias, decorrentes do exercício de cargo em comissão ou função de confiança a contribuição previdenciária incidirá sobre o vencimento do cargo efetivo e das vantagens incorporadas em seu patrimônio, acrescido das vantagens pecuniárias permanentes estabelecidas em lei, os adicionais de caráter individual e quaisquer outras vantagens, exceto a parcela percebida em decorrência do exercício de cargo em comissão ou função de confiança, caso não esteja incorporada em seu patrimônio jurídico. 2 No caso desses servidores, em não incidindo desconto previdenciário sobre a parcela percebida a título de exercício de cargo em comissão ou função gratificada, quais serão as conseqüências futuras lato sensu, mormente com relação à aposentadoria? E incidindo, entende-se que o servidor poderá contar com tal contribuição para fins de aposentadoria? Resposta: Se não houver incidência de contribuição previdenciária sobre a parcela percebida por servidor em decorrência do exercício de cargo em comissão ou de função de confiança a parcela não poderá integrar Jurisprudência do TCE-Pará Pág. 3
4 os proventos do servidor em caso de aposentadoria, pois apenas a parcela sobre a qual incide a contribuição previdenciária poderá integrar os proventos do servidor. 3 Quanto aos servidores efetivos que estejam exercendo atualmente cargos em comissão ou função gratificada, mas que já possuam resguardado uma incorporação a esse título Caso optem pela não inclusão prevista na lei, como constar o desconto previdenciário na incorporação que no momento não percebe? Resposta: Os servidores efetivos no exercício de cargo em comissão ou função de confiança, que tenham incorporado em seu patrimônio jurídico as vantagens pecuniárias decorrentes do exercício de cargo em comissão ou de função de confiança, a contribuição previdenciária deverá incidir sobre os vencimentos e as vantagens incorporadas para que as vantagens possam integrar os proventos do servidor em caso de aposentadoria. Qualquer parcela percebida por servidor sobre a qual não incida contribuição previdenciária não poderá integrar seus proventos. 4 Cabe a devolução da contribuição previdenciária descontada desde , data da publicação da Lei Complementar nº 049/2005, considerando que já houve o repasse para a Previdência? Em caso afirmativo, como será realizado o ressarcimento? Resposta: Em princípio, a contribuição previdenciária descontada e recolhida não poderá ser devolvida, exceto se efetuada indevidamente. Todavia, se o servidor não puder se beneficiar para efeito de aposentadoria da contribuição previdenciária descontada e recolhida, poderá haver compensação da contribuição previdenciária. 5 Haverá incidência da contribuição previdenciária, sobre a gratificação de função percebida por membros desta Instituição, que desempenham cargos elegíveis, tais como, o de Procurador Geral, Corregedor Geral, Secretário Geral e Membro do Conselho Superior, vez que esta parcela atualmente não mais se incorpora aos seus vencimentos? Resposta: Em princípio não haverá incidência de contribuição previdenciária sobre gratificação de função percebida por Membros do Mi- Jurisprudência do TCE-Pará Pág. 4
5 nistério Público que desempenhem cargos elegíveis, exceto se a gratificação de função percebida já estiver incorporada ao patrimônio jurídico dos respectivos titulares, pelo princípio constitucional da irredutibilidade de subsídios art. 95, III da Constituição Federal vantagem essa que ficará em extinção por absorção, e, em conseqüência, a contribuição previdenciária incidirá sobre a vantagem pecuniária incorporada. R E S O L V E M os Conselheiros do Tribunal de Contas do Estado do Pará, responder a consulta solicitada, nos termos do voto do Exmº Sr. Conselheiro Relator, acima transcrito. Auditório Ministro Elmiro Nogueira, em 22 de junho de 2006 Publicada no Diário Oficial do Estado nº de 03 de julho de Jurisprudência do TCE-Pará Pág. 5
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