Atenção Integral à Desnutrição Infantil
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- João Mendonça de Mendonça
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1 Atenção Integral à Desnutrição Infantil PROTOCOLOS DE ATENÇÃO À CRIANÇA COM DESNUTRIÇÃO GRAVE Ministério da Saúde Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação Geral da Política de Alimentação e Nutrição
2 Proposta de implantação PROTOCOLO em âmbito HOSPITALAR
3 UNIVERSO - META Tipo Hospitais Áreas indígenas 362 Hospitais Universitários 83 Hospitais Gerais (universo) Número de estabelecimentos
4 7 CENTROS DE REFERÊNCIA (Hospitais Universitários), selecionados dentre os que colaboraram na elaboração do protocolo Sudeste UNIFESP Sul Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre C-Oeste HUB (Nordeste) CE - H. Albert Sabin PE -IMIP BA UFBA (Norte) Instituto da Criança do Amazonas N = 39 N = 22 N = 3 N = 16 N = 3 TOTAL = 83 HOSPITAIS UNIVERSITÁRIOS
5 83 HOSPITAIS UNIVERSITÁRIOS Distribuição Geográfica SUDESTE ES= 1 MG= 12 (5 BH) RJ=7 (6 Rio) SP=19 (8 SP) N = 39 SUL Pr = 9 (5 CWB) RS = 10 (5 POA) SC = 3 (2 Floripa) Centro Oeste DF= 1 GO = 1 MS = 1 N = 22 N = 3 Nordeste AL= 1 BA= 2 (SAL) CE = 3 (FOR) MA = 1 PB = 2 ( 1 JP) PE = 5 (4 REC) PI = 1 RN =1 SE = 0 Norte PA = 2 (Belém) AM =1 ( Manaus) N = 3 N = 16 OBS.: SUL + SUDESTE = 61 (73,5% dos hospitais) necessidade de restringir o número de hospitais_meta para a expansão critérios: resposta dos questionários x número de internações por DEP no último ano (DATASUS).
6 362 HOSPITAIS FUNASA SUDESTE ES = 2 (1 VIT) MG = 11 (0 BH) RJ = 2 (0 Rio) SP = 14 (3 SP) N = 29 SUL PR = 38 (4 CWB) RS = 20 (1 POA) SC = 17 (3 Floripa) Centro Oeste DF= 1 Bsb GO = 9 (7 Goiânia) MS = 32 (4 CGde.) MT = 39 (3 Cui) N = 75 N = 81 Nordeste AL= 10 (4 MAC) BA= 15 (1 SAL) CE = 8 (1 FOR) MA = 12 (2 SL) PB = 4 ( 4 JP) PE = 20 (3 REC) PI = 0 RN =0 SE = 0 Norte AC = 14 (6 RB) AM = 42 (7 Manaus) AP = 2 (Macapá) PA = 22 (3 Belém) R0 = 14 (4 PV) RR = 9(4 BV) N = 69 TO = 9 (0 PAL) N = 112
7 ETAPAS PRÉVIAS 1. Definição da metodologia de capacitação 2. Elaboração do instrumento de apoio à capacitação das equipes multiprofissionais de saúde de hospitais 3. Aplicação, validação e re-adequação do material de apoio e da metodologia: HUB, com provável participação de profissionais do HMIB (SES DF) 4. Aplicação e validação do material pelas 7 instituições de referência na primeira etapa da implantação 5. Oficina nacional para apresentação da proposta com representantes de hospitais que participaram da elaboração do protocolo
8 Metodologia de capacitação Estratégia de multiplicação do processo: definição de escala de prioridades (instituições de referência para população indígena, Norte, Nordeste semi-árido): META FOME ZERO para HOSPITAIS ( 1/UF) -Exigências prévias: a) Taxas de prevalência de desnutrição (ou estimativas) por região/estado (??) b) Estimativa de demanda das internações hospitalares de crianças menores de 5 anos (formulário já enviado em dezembro/05) pouco resultado; c) Insumos: produção da mistura de eletrólitos/minerais ou disponibilidade garantida, bem como processo de abastecimento das unidades hospitalares, se for o caso; d) Definição de indicadores de base que permitam avaliar o impacto de implantação do protocolo. e) Definição de um sistema de informação via WEB que permita acompanhar a adesão dos hospitais definir as informações
9 ETAPAS DA ESTRATÉGIA PARA IMPLANTAÇÃO a) Organização e implantação do protocolo nas Unidades referência (n = 7) b) Divulgação e entrega do protocolo e do manual para capacitação para toda a rede de hospitais do SUS (carta aos diretores); c) Divulgação da rede de referência, bem como dos profissionais que se disporão a ser referência em suas regiões d) Termo de adesão dos Hospitais compromisso com a capacitação da equipe; reorganização do serviço e alimentação do sistema de informações e) criação dos núcleos de gestão e acompanhamento nos estados para adesão ao processo: áreas técnicas estaduais de Alimentação e Nutrição + Saúde da Criança e Hospitais Universitários referências termo formal de adesão e constituição do núcleo f) Proposta de Ensino à Distância disponibilizar via web
10 APOIO DO MS Recursos financeiros para hospitais de referência para organização da rede e apoio ao processo de capacitação Recursos para demais hospitais: - Disponibilização dos manuais (protocolo + capacitação); Disponibilização da mistura de eletrólitos pelos laboratórios oficiais ou aquisição via licitação pública Financiamento da proposta de ensino à distância e disponibilização da proposta via web Sensibilização gestores estaduais e diretores de hospitais. Articulação com comitês de nutrição e de terapia nutricional da SBP e pactuação de apoio ao processo de sensibilização Contratação de um pediatra-supervisor para apoio ao processo, lotado na CGPAN
11 PROTOCOLOS em outros níveis da atenção
12 Protocolo de atenção à criança em âmbito ambulatorial: Destinado ao cuidado das crianças egressas dos hospitais; Em elaboração Protocolo de atenção à criança em âmbito da atenção básica de saúde Destinado ao cuidado da criança em risco nutricional ou com graus moderado e leve de desnutrição Em elaboração Protocolo de atenção à criança na comunidade e na família Destinado à estimular e fomentar a atitude de vigilância sobre o estado nutricional de crianças no âmbito de instituições que não conformam a rede SUS (creches, associações comunitárias, ong) e nas famílias
13 RESULTADOS CONSOLIDADOS DAS INFORMAÇÕES REQUERIDAS AOS HOSPITAIS UNIVERSITÁRIOS
14 83 formulários enviados; 39 respondidos (47% 39/83) 31 (79,5% 31/39) informaram número de internações em 2005; 20 (51,3% 20/39) informaram n.º de crianças com diagnóstico de DEP (P/I < 10 e/ou P/I < 3); 16 são referência para crianças indígenas; 20 (51,3% 20/39) têm protocolo clínico nutricional em pediatria e 3 informaram que estão sendo delineados;
15 Taxa de DEP ( P/I <10) Taxa de DEP ( P/I <3) 34,44 24,52 5,53 NI 0,84 1,26 0,21 NI 1,94 NI 0,90 3,01 9,17 1,25 14,00 5,00 3,65 NI 7,05 3,01 12,97 18,75 24,76 1,90 19,44 2,38 11,07 11,59 25,37 20,00 13,65 56,22 8,37 3,75 de 884 crianças, apenas 335 tiveram pesos registrados
16 ALGUNS DADOS DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO DO MINISTÉRIO DA SAÚDE
17 Número total de internações de crianças de menores de 12 meses, por região. Brasil, Norte Nordeste Centro- Oeste Sudeste Sul BRASIL Média ( ) internações
18 Número total de internações por DEP de crianças de menores de 12 meses, por região. Brasil, Norte Nordeste Centro-oeste Sudeste Sul Brasil Média ( ) 6338 internações 4428/ internações/1000 em 2005
19 Número total de internações de crianças de 1-4 anos, por região. Brasil, NORTE NORDESTE SUDESTE CENTRO-OESTE SUL BRASIL Média ( ) internações
20 Número total de internações por DEP de crianças de 1-4 anos, por região. Brasil, NORTE NORDESTE CENTRO-OESTE SUDESTE SUL BRASIL Média ( ) 7339 internações 4704/ internações/1000 em 2005
21 PROPORÇÃO DE INTERNAÇÕES (*) POR DEP, ENTRE CRIANÇAS MENORES DE 12 MESES REGIÃO NORTE, ,0 45,0 30,0 15,0 0,0 7,2 2,7 10,0 9,9 5,3 31,3 8,5 9,2 Acre Amazonas Roraima Tocantins Subtotal Norte (*) por 1000 internações na mesma faixa etária
22 PROPORÇÃO DE INTERNAÇÕES (*) POR DEP, ENTRE CRIANÇAS MENORES DE 12 MESES REGIÃO NORDESTE, ,0 24,8 20,0 10,0 17,1 3,5 16,2 5,5 5,5 4,2 7,6 14,1 11,3 0,0 Bahia Alagoas Pernambuco Sergipe Subtotal Nordeste Rio Grande do Norte (*) por 1000 internações na mesma faixa etária
23 PROPORÇÃO DE INTERNAÇÕES (*) POR DEP, ENTRE CRIANÇAS MENORES DE 12 MESES REGIÃO CENTRO-OESTE, ,0 10,0 6,7 8,8 10,3 6,4 5,0 3,0 0,0 Distrito Federal Goiás Mato Grosso Mato Grosso do Sul Subtotal Centro-Oeste (*) por 1000 internações na mesma faixa etária
24 PROPORÇÃO DE INTERNAÇÕES (*) POR DEP, ENTRE CRIANÇAS MENORES DE 12 MESES REGIÃO SUDESTE, ,0 10,0 5,0 8,0 6,9 4,3 2,8 4,4 0,0 Espírito Santo Minas Gerais Rio de Janeiro São Paulo subtotal Sudeste (*) por 1000 internações na mesma faixa etária
25 PROPORÇÃO DE INTERNAÇÕES (*) POR DEP, ENTRE CRIANÇAS MENORES DE 12 MESES REGIÃO SUL, ,0 10,0 5,0 4,8 6,2 7,1 5,9 0,0 Paraná Rio Grande do Sul Santa Catarina Subtotal Sudeste (*) por 1000 internações na mesma faixa etária
26 Estimativa de internações anuais por DEP e taxa de internação (*) por faixa etária Brasil, 2005 Região População residente n.º de crianças internadas com DEP Taxa de Internação (*) Crianças menores de 1 ano Crianças de 1-4 anos Crianças menores de 1 ano Crianças de 1-4 anos Crianças menores de 1 ano Crianças de 1-4 anos Norte ,59 0,53 Nordeste ,92 0,52 Centro-Oeste ,24 0,36 Sudeste ,71 0,16 Sul ,13 0,66 BRASIL ,26 0, ,51 (*) por 1000 crianças
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Casos de dengue Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Total 2003 20.471 23.612 - - - - - - - - - - 44.083 2002 94.447 188.522 237.906 128.667 60.646 23.350 12.769 10.149 6.682 7.138 9.246 9.052
BRASIL - IMPORTAÇÃO DE TRIGO 2015 ( t ) ( US$ / t )
BRASIL IMPORTAÇÃO DE TRIGO 2015 (POR PAÍS) PAÍSES ARGENTINA Volume ( Ton/Liq ) 269.719,83 387.213,30 406.882,12 310.956,48 318.530,07 375.612,10 2.068.913,89 Valor Fob ( Us$/Mil ) 72.142,83 99.905,76 104.619,97
POSIÇÃO ATUALIZADA ATÉ 25/06/2012 Classif Último Candidato Convocado procedimentos préadmissionais
CONCURSO PÚBLICO 2010 TBN RJ e SP de de RJ Campos dos Goytacazes Técnico Bancário 106 2 105 2 RJ Centro Técnico Bancário 592 4 592 4 RJ Niteroi Técnico Bancário 130 3 130 3 RJ Nova Iguaçu Técnico Bancário
Antônio Carlos Campos de Carvalho Diretor do Decit/SCTIE/MS. Brasília, 23 de maio de 2013
Antônio Carlos Campos de Carvalho Diretor do Decit/SCTIE/MS Brasília, 23 de maio de 2013 Estrutura do Ministério da Saúde - MS MS SCTIE SVS SAS SGEP SGTES SESAI SE Decit DAF DECIIS CONITEC Organograma
