EDUCAÇÃO AMBIENTAL ARACRUZ
|
|
|
- Madalena Morais Galvão
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 EDUCAÇÃO AMBIENTAL ARACRUZ Autores: Adriana Alves de Avila, Licenciada em História, UNISINOS Jacira Maria dos Santos Bazotti, Bacharel em Relações Públicas, PUCRS Sabrina de Freitas Bicca, Psicóloga Social, UFPEL Instituição: Aracruz Celulose S.A. Autor para contato: Sabrina de Freitas Bicca Rua São Geraldo, 1680 Guaíba, RS (51) Área temática do trabalho: Educação Ambiental
2 EDUCAÇÃO AMBIENTAL ARACRUZ EDUCAÇÃO - INTERAÇÃO MEIO AMBIENTE Realizadas desde 1992, as atividades de educação ambiental da Aracruz Celulose Guaíba foram inicialmente focalizadas no público escolar dos 24 municípios de atuação florestal da empresa, entre estes diversos municípios localizados na Bacia Hidrográfica do Lago Guaíba. Em 1996, quando foi implantado o Sistema de Gestão Ambiental (ISO14001) a educação ambiental direcionou suas atividades para traçar novas performances na relação com as comunidades envolvidas em ações internas da empresa. Assim, as práticas da empresa foram se aproximando também de seu público interno, ou seja, os seus funcionários e prestadores de serviços. Considerando os diversos públicos envolvidos - comunidades vizinhas dos 160 hortos florestais, representações sociais (ONGs, EMATER, secretarias municipais, associações de bairros, conselhos municipais, sindicatos...) e escolas de ensino médio e fundamental atualmente o trabalho atinge uma média de pessoas envolvidas diretamente e envolvidas indiretamente nas atividades de educação ambiental, entre as quais destacamos as trilhas temáticas e campanha floresta é vida que se renova. Estas atividades têm como objetivo divulgar as práticas ambientais da empresa desde a implantação da floresta até a fabricação da celulose. São desenvolvidos temas como coleta seletiva de lixo, biodiversidade, código florestal, monitoramento de solo e de microbacias e técnicas de cultivo, entre outros com o intuito de levar a compreensão da importância das funções desempenhadas pela floresta e como uma indústria pode desempenhar seu processo sem comprometer o meio ambiente. Neste trabalho buscamos evidenciar o compromisso social da empresa de dar continuidade a essa interação junto às comunidades que são direta e indiretamente envolvidas pelas atividades da Aracruz Celulose Guaíba. Esta relação fomenta parcerias entre a empresa e os diversos segmentos da sociedade representada por seus atores, refletindo numa mudança de atitude deste público em relação à responsabilidade ambiental ao mesmo tempo que contribui para a melhoria de sua qualidade de vida. INTRODUÇÃO A Aracruz é líder mundial em celulose de eucalipto para a indústria do papel. Para isso, conta com uma base florestal de aproximadadmente 247 mil hectares de eucalipto e 128 mil hectares preservados localizados nos Estados do Espírito Santo, Bahia, Minas Gerais e aqui no Rio Grande do Sul. Estas florestas são formadas com base em planejamentos e controles que buscam a manutenção e a melhoria da capacidade produtiva, além da harmonia com o ambiente. A fábrica no Rio Grande do Sul está localizada numa área de 106 hectares na cidade de Guaíba. Produz madeira de eucalipto de forma sustentável em 24 municípios gaúchos que formam a região de atuação florestal. A empresa interage ativamente nestas comunidades e utiliza-se da educação ambiental como meio significativo para exercer sua cidadania empresarial, auxiliando na construção da melhoria da qualidade de vida destas comunidades. As atividades de educação ambiental da Aracruz Unidade Guaíba são realizadas desde 1992, época que a empresa denominava-se Riocell. Foi uma das empresas pioneiras no Rio Grande do Sul a desenvolver ações de educação ambiental nas comunidades de abrangência de suas atividades.
3 Neste mesmo ano criou-se o CECIELL - Centro de Educação para Ciências Ambientais da Riocell, que foi responsável pela implantação de um processo educativo, desenvolvendo atividades voltadas para a comunidade escolar dos 24 municípios envolvidos pelas atividades da empresa. Trabalhando temas como hortas ecológicas, compostagem e reciclagem de lixo, entre outros, buscou-se contribuir para a melhoria da qualidade de vida destas comunidades. Em 1996, com a implantação do Sistema de Gestão Ambiental (ISO14001) houve a consolidação do trabalho de educação ambiental para funcionários e prestadores de serviços. Consequentemente, um novo direcionamento das atividades de educação, aproximando as práticas da empresa também de seu público interno. Através destas ações, a empresa se integra à Política Nacional de Educação Ambiental (lei 9795/99) que discorre, entre outros aspectos, sobre o compromisso de empresas públicas e privadas no sentido de promover programas de capacitação de seus trabalhadores e o desenvolvimento de projetos em parceria com instituições de ensino. Atualmente o trabalho atinge uma média de pessoas envolvidas diretamente e envolvidas indiretamente. Atende demandas de diversos públicos, como comunidade vizinhas dos 160 hortos florestais, representações sociais (ONG, EMATER, Secretarias Municipais, Associações de bairros, entre outros) e escolas de ensino médio e fundamental. METODOLOGIA 1) TRILHAS TEMÁTICAS As trilhas temáticas visam divulgar o manejo florestal e o processo industrial enfatizando as práticas ambientais adotadas pela empresa. Na área florestal são contemplados os ecossistemas naturais preservados e os estudos de monitoramento dos impactos ambientais relacionados às atividades. Na área industrial as trilhas culminam no Parque Ecológico, onde é possível vivenciar a harmonia entre o processo fabril e o meio ambiente. Caminho da Madeira (foto 01, 02, 03 ) Percorrendo o caminho da madeira desde a formação da floresta até a área industrial, vemos a transformação da madeira em celulose, podendo ter a visão do sistema como um todo. No Parque Ecológico temos a possibilidade de comprovar que é possível recuperar uma área até então degradada, transformando-a em um ambiente natural. Esta atividade é direcionada para professores e alunos do ensino fundamental e médio, onde enfatizamos as práticas ambientais - monitoramento da biodiversidade nos hortos florestais, tratamento dos resíduos gerados, estação de tratamento de efluentes e o Parque Ecológico da empresa. Foto 01 Foto 02 Foto 03
4 Trilhas Volantes (foto 04) É a compreensão mais profunda dos benefícios da floresta, enfatizando suas interações com diferentes ecossistemas e, principalmente, esclarecendo o processo de produção florestal através das atividades de implantação, condução e colheita florestal.. Este roteiro apresenta as operações e o manejo florestal realizados para as comunidades lindeiras, instituições municipais, associações de bairros e sindicatos, entre outros grupos. Foto 04 2) CAMPANHA FLORESTA É VIDA QUE SE RENOVA (foto 05, 06) Com o objetivo de esclarecer dúvidas relacionadas ao tema reflorestamento/eucalipto, esta atividade busca integrar cada vez mais a comunidade escolar dos 24 municípios de atuação florestal à empresa, reforçando sua presença nas escolas através da implantação de um projeto paisagístico objetivando a construção participativa, através de ações em educação ambiental. Lançada em 2001, a campanha é direcionada para alunos das escolas públicas da região. Numa primeira fase identificada como seletiva municipal, as escolas elaboram e executam projetos ambientais. As escolas selecionadas recebem mudas de espécies nativas para auxiliarem na execução destes projetos (fase intermediária) e classificam-se para a fase final, uma gincana florestal com temas ligados ao manejo florestal. A escola vencedora recebe a implantação de um projeto paisagístico. RESULTADOS E DISCUSSÃO As ações da Educação Ambiental da Aracruz Celulose Guaíba são permeadas pelas práticas adotadas nas diversas atividades da empresa, visando ressaltar os conhecimentos adotados. O manejo floretal da Aracruz está comprometido com a sustentabiliade dos ecossistemas em que as atividades interagem, buscando assim técnicas de produção coerentes com esta premissa. A educação ambiental tem o papel de traduzir esta tecnologia, divulgandoa para as diveras comunidades envolvidas pela empresa. Parte do público focalizado nas nossas atividades estão localizados na Bacia Hidrográfica do Lago Guaíba, e recebem informações como técnicas de cultivo, código florestal ( no que diz respeito ás áreas de preservação permanente), importância da biodiversidade, tratamento dos efluentes da empresa, uso responsável de defensivos agrícolas e outros. O retorno dado pelo público nos instrumentos de avalição das atividades reconhece o compromisso da empresa com os recursos naturais, principalmente nas questões sobre os recursos hídricos.
5 No entanto, estes instrumentos bem como seus resultados não são suficientes para atestar um processo tão subjetivo como a mudança de hábitos e cultura principalmente no que diz respeito à temática ambiental. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS DIAS, Genebaldo Freire. Educação Ambiental, Princípios e Práticas.São Paulo. GAIA EDUCAÇÃO AMBIENTAL: 6 anos de Experiências e Debates. WWF Brasil FEDRIZZI, Beatriz. Paisagismo no Pátio Escolar. P. Alegre. Ed.Universidade/UFRGS FREIRE, Paulo. Teoria e Prática em Educação Popular. Ed. Vozes, Rio de Janeiro LIXO MUNICIPAL: Manual de Gerenciamneto Integrado. São Paulo. IPT LUTZENBERGER, José. Do Jardim ao Poder. MACHADO, Angelo. O Menino e o Rio. Ed. Lê. Belo Horizonte MEC - LEI 9795/99. Política Nacional de Educação Ambiental. Brasília, 1999 UNESCO/PNUMA. Agenda 21 para as futuras gerações. 1992
Programa Conservação e produção rural sustentável: uma parceria para a vida" no Nordeste de Minas Gerais
Programa Conservação e produção rural sustentável: uma parceria para a vida" no Nordeste de Minas Gerais Janaina Mendonça Pereira Bióloga e Mestre em Tecnologia, Ambiente e Sociedade: Recursos naturais
BIOSFERA REGIÃO. Entidades de pesquisa, ensino e extensão ONG PAISAGEM EMPRESA FLORESTAL BACIA HIDROGRÁFICA. Comunidade local UMF
ASPECTOS AMBIENTAIS INTEGRADOS AO PROCESSO PRODUTIVO DA COLHEITA DE MADEIRA ENVIRONMENTAL ASPECTS INTEGRATED IN THE HARVESTING PRODUCTION PROCESS Paulo Henrique Dantas Coordenação de Meio Ambiente Industrial
GESTÃO E EDUCAÇÃO AMBIENTAL
EMENTA GESTÃO E EDUCAÇÃO AMBIENTAL DISCIPLINA: Educação Ambiental EMENTA: Educação ambiental no contexto histórico do desenvolvimento da sociedade capitalista. História contemporânea da questão ambiental.
Tendências e Perspectivas dos Serviços Terceirizados na Atividade Florestal
14º Seminário de Atualização sobre Sistemas de Colheita de Madeira e Transporte Florestal Tendências e Perspectivas dos Serviços Terceirizados na Atividade Florestal 22/Agosto/06 GRUPO SUZANO 2 Grupo Suzano
JARDIM DIDÁTICO COLÉGIO ESTADUAL MARECHAL FLORIANO PEIXOTO ANO V
JARDIM DIDÁTICO COLÉGIO ESTADUAL MARECHAL FLORIANO PEIXOTO ANO V - 2011 Preparar jovens para uma vida sustentável e formar educadores pioneiros em práticas eco educadoras. Trabalhar o conceito de ESCOLA
SECRETARIA DE AGRICULTURA E PECUÁRIA SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA DE AGRICULTURA E PECUÁRIA SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL EM MICROBACIAS HIDROGRÁFICAS PROGRAMA
Programa de Revitalização de Bacias Hidrográficas. Penedo, dezembro de 2016
Programa de Revitalização de Bacias Hidrográficas Penedo, dezembro de 2016 Revitalização de Bacias Hidrográficas A bacia hidrográfica como unidade de planejamento e gestão. Água como elemento integrador
Prezado senhor gestor público do município de Florianópolis,
Prezado senhor gestor público do município de Florianópolis, Entregamos este documento elaborado pela representação do Conselho Gestor do Plano Diretor Participativo (PDP) do bairro do Rio Vermelho junto
Modalidades do Prêmio. Regulamento. Participação
Regulamento Participação Podem concorrer ao 10º Prêmio FIEB Desempenho Ambiental, empresas do setor industrial nas categorias MÉDIO E GRANDE PORTE e MICRO E PEQUENO PORTE (consultar classificação no site
Curso de Engenharia Florestal
Curso de Engenharia Florestal Dados Gerais sobre o curso Local: Campus Universitário de Gurupi Formação: Barechal Criação: Resolução CONSEPE/UFT N Implantação: 2 Sem./2007 05/2006, de 24/05/2006. Reconhecimento:
MARCO LÓGICO DO HOTSPOT CERRADO
MARCO LÓGICO DO HOTSPOT CERRADO 2016-2021 Objetivo Metas Meios de Verificação Premissas Importantes Envolver a sociedade civil na conservação da biodiversidade globalmente ameaçada, por meio de investimentos
Á REAS DE ALTO VALOR DE CONSERVAÇÃO
Á REAS DE ALTO VALOR DE CONSERVAÇÃO Gerência de Sustentabilidade São Paulo SP Março/2018 LISTA DE SIGLAS A UNF Áreas de Alto Valor de Conservação Unidade de Negócios Florestais Alto Valor de Conservação
Zoneamento Econômico Ecológico & Planos Estaduais de Recursos Hídricos
Zoneamento Econômico Ecológico & Planos Estaduais de Recursos Hídricos Michael Becker Coordenador do Programa Pantanal Para Sempre WWF-Brasil Tel: +55 61 3364 7455 / 7400 Fax: +55 61 3364 7474 Cel.: +55
Um modelo sustentável de arranjo produtivo de base florestal. José Totti Diretor Florestal
Um modelo sustentável de arranjo produtivo de base florestal José Totti Diretor Florestal 111 anos de tradição Maior produtora e exportadora e recicladora de papéis do País Líder na produção de papéis
Projeto Futuro Mais Verde
Projeto Futuro Mais Verde Resumo Executivo A questão da responsabilidade ambiental tem sido um dos assuntos mais relevantes nas empresas do setor sucroenergético e as usinas da COFCO Agri também se interessam
25 fábricas (Chile, Brasil, Peru, Uruguai, Colômbia, México, Equador e Argentina);
Fundado em 1920, o grupo CMPC Compañia Manufacturera de Papeles y Cartones é pioneiro na fabricação de celulose e papel no Chile; 25 fábricas (Chile, Brasil, Peru, Uruguai, Colômbia, México, Equador e
Plano de Gestão Ambiental. Atualizado em 25 de junho de 2018
Plano de Gestão Ambiental Atualizado em 25 de junho de 2018 Plano de Gestão Ambiental O Plano de Gestão Ambiental (PGA) visa efetivar a gestão ambiental integrada aos pilares econômico, social e ambiental,
PLANTAR PINUS É UM BOM NEGÓCIO?
PLANTAR PINUS É UM BOM NEGÓCIO? II SEMINÁRIO DA CADEIA PRODUTIVA DA MADEIRA Eng. Ftal. Flavio Sérgio Mendes Lages, 22 de Setembro de 2005 SIM, PLANTAR PINUS É UM BOM NEGÓCIO. Quais as premissas que foram
25/03/2011. Prof. M.Sc. Maron Stanley Silva O. Gomes
Prof. M.Sc. Maron Stanley Silva O. Gomes IFMA - Campus Bacabal Prof.M.Sc. Maron Stanley S. O. Gomes 21 A Agenda 21 Global é um programa de ação que 179 países assumiram para cuidar do planeta. Ela tem
Resumo Público do Plano de Manejo Florestal da Fazenda Citróleo
Resumo Público do Plano de Manejo Florestal da Fazenda Citróleo CITRÓLEO INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE ÓLEOS ESSECIAIS LTDA FAZENDA CITRÓLEO BAIRRO TRES PINHEIROS CEP 37.443-000 BAEPENDI / MG CNPJ 51.527.190/0002-11
Ações Ambientais da Veracel. Virgínia Londe de Camargos Especialista Ambiental Veracel Celulose S.A.
Ações Ambientais da Veracel Virgínia Londe de Camargos Especialista Ambiental Veracel Celulose S.A. Núcleo Florestal Plantios Comerciais Fábrica Terminal Marítimo de Belmonte Certificações A Veracel trabalha
Silvicultura de nativas aplicada a restauração de APP e RL
Silvicultura de nativas aplicada a restauração de APP e RL Ana Paula Corrêa do Carmo 28/10/09 Reunião Técnica IPEF Silvicultura de Nativas aplicada à restauração: Conceitos e ações prioritárias Restauração
Evento de Promoção da Cadeia Produtiva do Cacau e Chocolate desenvolvimento sustentável de valorização cultural da atividade cacaueira paraense
Evento de Promoção da Cadeia Produtiva do Cacau e Chocolate desenvolvimento sustentável de valorização cultural da atividade cacaueira paraense EVENTO de PROMOÇÃO Oportunizar negócios com o parque industrial
Implantação de Medidas Emergenciais para cessar os danos ambientais pela disposição inadequada de resíduos sólidos nos municípios
Implantação de Medidas Emergenciais para cessar os danos ambientais pela disposição inadequada de resíduos sólidos nos municípios Ituiutaba Centralina Canápolis Araporã Gurinhatã Monte Alegre de Minas
cartilha meio ambiente
cartilha meio ambiente NEGÓCIO Energia renovável MISSÃO Atuar na área de energia renovável com competitividade, respeitando o meio ambiente e contribuindo para o desenvolvimento social. VISÃO Crescer sustentavelmente
CARTA DE PRINCÍPIOS Indústria Brasileira de Árvores (Ibá)
CARTA DE PRINCÍPIOS Indústria Brasileira de Árvores (Ibá) A Indústria Brasileira de Árvores (Ibá), entidade que representa institucionalmente as principais empresas do setor de árvores plantadas, criada
Relatório de Atividades.
Relatório de Atividades 2016 www.apremavi.org.br Programa Matas Legais Objetivo: Desenvolver um programa de Conservação, Educação Ambiental e Fomento Florestal que ajude a preservar e recuperar os remanescentes
PROTEÇÃO DE NASCENTES. Pensando no amanhã
PROTEÇÃO DE NASCENTES Pensando no amanhã Ciclo Hidrológico Nascentes de água Nascente sem acúmulo inicial Área de Preservação Permanente Área de Preservação Permanente Área destinada à Reserva Legal
Projeto Nascentes Urbanas. MÓDULO BÁSICO Autora : Deise Nascimento Proponente: OSCIP Instituto Árvore da Vida
Projeto Nascentes Urbanas MÓDULO BÁSICO Autora : Deise Nascimento Proponente: OSCIP Instituto Árvore da Vida O projeto Nascentes Urbanas conjuga ações de recuperação e preservação ambiental, abrange o
TERMO DE REFERÊNCIA. Projeto de Reflorestamento com Espécies Nativas no Bioma Mata Atlântica Paraná Brasil
TERMO DE REFERÊNCIA Projeto de Reflorestamento com Espécies Nativas no Bioma Mata Atlântica Paraná Brasil Contextualização e justificativa A The Nature Conservancy (TNC) é uma organização sem fins lucrativos,
ÁGUA DE REUSO EXEMPLO BEM SUCEDIDO DE LOGÍSTICA REVERSA
ÁGUA DE REUSO EXEMPLO BEM SUCEDIDO DE LOGÍSTICA REVERSA Vera Bussinger 1 A ÁGUA, ESSENCIAL PARA TODO SER VIVO, É UM RECURSO NATURAL FINITO. menos de 3% é doce. É um produto nobre. necessita ser cuidado
COPA VERDE. Exemplo de sustentabilidade ambiental aliada à inclusão social.
COPA VERDE Exemplo de sustentabilidade ambiental aliada à inclusão social. COPA VERDE Inventário e neutralização das emissões de carbono das obras da Arena Pantanal Parceria: Instituto Ação Verde (convênio
Tema: Tratamento de Resíduos Sólidos
Curso: Engenharia Tema: Tratamento de Resíduos Sólidos Grupo B: Anaclaudia Vilaronga Givanildo Alves dos Santos (Relator) Henrique Simões de Andrade Rene Tadeu da Veiga Vinicius Luiz de Souza Gobbe Vinicius
CRONOLOGIA. Adesão e. Implantação. Inicio plantio de mudas em 03 propriedades na bacia do Rib. Guaratinguetá. PEMH Plantio 20 Ha.
CRONOLOGIA Convênio Fundação Florestal Aprovação Projeto Embaixada Britânica Inicio plantio de 27.000 mudas em 03 propriedades na bacia do Rib. Guaratinguetá Adesão e Implantação PEMH Plantio 20 Ha. Implantação
O SETOR FLORESTAL E O CÓDIGO FLORESTAL
O SETOR FLORESTAL E O CÓDIGO FLORESTAL REUNIÃO DA CÂMARA TÉCNICA TEMPORÁRIA DE REVISÃO DO CÓDIGO FLORESTAL - CONAMA CONTRIBUIÇÃO DA SBS Brasília - Agosto / 99 Sociedade Brasileira de Silvicultura 1 O PROCESSO
Graduando em Engenharia Ambiental e Sanitária do Centro Universitário de Patos de Minas - UNIPAM. (2)
ESTUDO DE CASO PARA IDENTIFICAÇAO DE POSSÍVEIS CAUSAS DE POLUIÇÃO PONTUAL E DIFUSA - UTILIZANDO O SIG E VISITAS NA ÁREA DE ESTUDO. Júnior Tavares Machado (1) ; Luiz Henrique Rodrigues de Oliveira (1) ;
Plano de Gestão Ambiental
Plano de Gestão Ambiental Abril/2017 O Plano de Gestão Ambiental (PGA) apresenta o conjunto de atividades e ferramentas de gerenciamento e monitoramento, adotadas com a finalidade de embasar decisões empresariais
POLÍTICAS DE DESENVOLVIMENTO DO AGRONEGÓCIO E APOIO AS EMPRESAS/INSTITUIÇÕES ASSOCIADAS
www.cedagro.org.br O que é o CEDAGRO? O Centro de Desenvolvimento do Agronegócio - CEDAGRO, registrado em 27/10/2004, em Vitória/ES, é uma organização não governamental, sem fins econômicos, pessoa jurídica
Receitas e Projetos Receitas e Projetos
Receitas e Projetos - 1999 FONTE 21,300.00 Fundação Francisco Recuperação de áreas degradadas da mata atlântica. Elaboração de banco de dados, registro e documentação e calendário 1999. 4,542.52 Stadt
Manual de Conduta Ambiental. Elaborado pelo Comitê Ambiental da Tramontina, para alinhar a conduta da Gestão Ambiental das unidades da empresa.
Manual de Conduta Ambiental Elaborado pelo Comitê Ambiental da Tramontina, para alinhar a conduta da Gestão Ambiental das unidades da empresa. A responsabilidade socioambiental é um dos valores que marcam
ANÁLISE AMBIENTAL DO ESTUÁRIO DO RIO POJUCA MATA DE SÃO JOÃO / CAMAÇARI BAHIA. Carlos Alves de Freitas Júnior¹. Fabrine dos Santos Lima²
ANÁLISE AMBIENTAL DO ESTUÁRIO DO RIO POJUCA MATA DE SÃO JOÃO / CAMAÇARI BAHIA Carlos Alves de Freitas Júnior¹ Fabrine dos Santos Lima² Pedro Brizack Nogueira³ 1 Geógrafo, Técnico em Geoprocessamento -
170 mil motivos para comemorar. 27 de maio dia da Mata Atlântica.
170 mil motivos para comemorar 27 de maio dia da Mata Atlântica. 170.000 mudas plantadas conheça a história Sumário Anterior Próximo No dia da Mata Atlântica, 170 mil motivos para comemorar No dia 27 de
Uso de SIG para confecção de um mapa de uso e ocupação do solo do município de Bambuí-MG
Uso de SIG para confecção de um mapa de uso e ocupação do solo do município de Bambuí-MG Ana Carolina Toledo Rocha (1) ; Sérgio Augusto Alves Rodrigues Barbosa (1) ; Jairo Rodrigues Silva (2) (1) Mestrandos
Masisa Empreendimentos Florestais. Rio Grande do Sul Abril
Masisa Empreendimentos Florestais Rio Grande do Sul Abril - 2009 Venezuela México 100.523 ha (Forest planted) Wood Panels Solid Wood Chile Wood Panels 86.662 ha (Forest planted) Solid Wood Argentina Brazil
TECNOLOGIAS DE BAIXO CARBONO MANEJO SUSTENTÁVEL DE FLORESTAS NATIVAS
5 TECNOLOGIAS DE BAIXO CARBONO MANEJO SUSTENTÁVEL DE FLORESTAS NATIVAS O projeto Na perspectiva de colaborar com o esforço brasileiro de redução de emissões de Gases de Efeito de Estufa (GEE), o Governo
Relatório infográfico
Relatório Fibria 2015 infográfico edição comunidades O valor do diálogo Queremos que a presença da Fibria nas comunidades gere renda, qualidade de vida e permita que as famílias permaneçam no campo Nosso
Síglia Regina Souza / Embrapa. Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) Sustentabilidade do agronegócio com preservação ambiental
Síglia Regina Souza / Embrapa Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) Sustentabilidade do agronegócio com preservação ambiental 1 Síglia Regina Souza / Embrapa O que é Integração Lavoura-Pecuária-Floresta
Planos de Manejo INSTITUTO FLORESTAL. Estação Ecológica de Itapeva
Planos de Manejo INSTITUTO FLORESTAL Estação Ecológica de Itapeva Localização da Estação Ecológica de Itapeva no município e no Estado de São Paulo. Estação Ecológica de Itapeva - ambientes Área (ha) 106,77
ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ENGENHARIA FLORESTAL
TOTAL ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ENGENHARIA FLORESTAL NÚCLEO DE CONTEÚDOS ÁREA DE FORMAÇÃO MATÉRIAS DISCIPLINAS CH T P 1º PERÍODO Silvicultura Ecossistemas Florestais Introdução à Engenharia Florestal
Serviços Ambientais. Do conceito às ações praticadas pelo setor de árvores plantadas. Imagem Arq. Suzano
Serviços Ambientais Do conceito às ações praticadas pelo setor de árvores plantadas Imagem Arq. Suzano Serviços ambientais Sobre o que estamos falando? Serviços Ambientais ou Ecossistêmicos são os benefícios
Ricardo Ribeiro Rodrigues LERF/LCB/ESALQ/USP
Construção de modelos de restauração participativos e aplicação da Metodologia de Avaliação de Oportunidades de Restauração ROAM na APA Alto Mucuri e no Corredor Ecológico Sossego - Caratinga Ricardo Ribeiro
Análise dos impactos socioeconômicos e ambientais do complexo minero-siderúrgico de Mato Grosso do Sul (CMS-MS)
Análise dos impactos socioeconômicos e ambientais do complexo minero-siderúrgico de Mato Grosso do Sul (CMS-MS) André Carvalho Deborah Baré Hubner Mario Monzoni FGV-EAESP Centro de Estudos em Sustentabilidade
CONSTRUINDO O PLANO MUNICIPAL DO MEIO AMBIENTE
2009 PROGRAMA NACIONAL DE CAPACITAÇÃO DE GESTORES AMBIENTAIS PNC/PR Elias Araujo Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos CONSTRUINDO O PLANO MUNICIPAL DO MEIO AMBIENTE Texto de apoio
Corredor Ecológico. do Muriqui. PE Desengano PE Três Picos. Resultados da Primeira Fase
Corredor Ecológico do Muriqui PE Desengano PE Três Picos Resultados da Primeira Fase Diagnóstico do Corredor Fevereiro a julho de 2009; Compilação de dados secundários e coleta de informações junto àinstituições
DECRETO Nº 8.972, DE 23 DE JANEIRO DE 2017
DECRETO Nº 8.972, DE 23 DE JANEIRO DE 2017 Institui a Política Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, caput, inciso IV da
Proposta de reestruturação do Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos
Proposta de reestruturação do Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos Secretário Gabinete COPAM e CERH Assessoria Jurídica Auditoria Setorial Assessoria de Comunicação Social Assessoria de
The Nature Conservancy. Mercado Potencial de Espécies Florestais Nativas no Espírito Santo. Vanessa Jó Girão Especialista em Conservação
The Nature Conservancy Mercado Potencial de Espécies Florestais Nativas no Espírito Santo Vanessa Jó Girão Especialista em Conservação TNC: 64 anos 50 estados 1 milhão De membros 3,700/ 550 35 países Funcionários/
O PROJETO CIDADE DO POVO. Rio Branco - AC, 26 de julho de 2012
O PROJETO CIDADE DO POVO Rio Branco - AC, 26 de julho de 2012 O PROBLEMA O PROBLEMA O PROBLEMA O PROBLEMA O PROBLEMA O PROBLEMA O PROBLEMA O CONTEXTO Sustentabilidade Econômica : ZPE Parque Industrial
