ICTIOFAUNA DO PARQUE DAS NEBLINAS
|
|
|
- Lucas Garrau Belo
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 ICTIOFAUNA DO PARQUE DAS NEBLINAS INTRODUÇÃO A fauna de peixes da Mata Atlântica caracteriza-se por ser bastante rica, variada e com alto grau de endemismo, e por apresentar íntima associação com a floresta, que garante principalmente proteção e alimentação (Sabino & Castro, 1990; Menezes, 1996). Os corpos d água associados com a Mata Atlântica são geralmente pouco extensos, por isso muito vulneráveis à degradação ambiental (Buckup, 1996). Com a devastação da floresta, hoje restrita a 2 a 5% da extensão original, a fauna de peixes foi reduzida a uma pequena fração do que já existiu (Menezes, 1996). A ictiofauna da América do Sul é relativamente pouco conhecida, especialmente no que se refere aos peixes dos rios e riachos da Mata Atlântica (Sazima et al., 1994; Buckup, 1996; Menezes, 1996; Sabino, 1996), existindo muitas regiões pouco ou ainda não exploradas, que podem abrigar espécies raras ou até novas para a ciência. Exemplo disso ocorre no Parque das Neblinas, onde até o presente momento não havia sido feito nenhum levantamento da fauna de peixes. O Parque das Neblinas está localizado em uma região litorânea que compartilha uma história biogeográfica recente com as bacias dos rios Tietê e Paraíba do Sul. A hidrografia do Parque é formada pelo rio Itatinga e seus vários riachos afluentes, que nascem no Parque. O rio Itatinga margeia toda a porção leste do Parque das Neblinas, delimitando-o do Parque Estadual da Serra do Mar e deságua diretamente no Oceano Atlântico, fazendo parte da bacia do Sudeste brasileiro (sensu Buckup, 1996). Metodologia O presente trabalho concentrou os esforços de coleta na porção do rio Itatinga que delimita o Parque das Neblinas. A grande maioria dos riachos afluentes do Itatinga não puderam ser amostrados devido a dificuldade de acesso a eles. As coletas foram diurnas e realizadas entre os dias 26 e 29 de Maio de Os equipamentos de coleta foram peneiras de arroz (3mm entre nós), redes de arrasto (2mm entre nós) e redes de espera (2cm entre nós).
2 O material coletado foi imediatamente fixado em solução de formalina 10%. Nos exemplares grandes essa mesma solução foi injetada na cavidade abdominal. Em laboratório, após 48 horas de fixação, o material foi transferido para álcool 70% para exame e preservação. Resultados e Discussão Ictiofauna Foram amostradas 7 espécies de peixes, pertencentes a 3 ordens e 5 famílias, totalizando indivíduos (Tab. 1). O material coletado está depositado na coleção de peixes do Departamento de Zoologia e Botânica da UNESP, câmpus de São José do Rio Preto (lotes DZSJRP 6599 a 6632). As espécies mais representativas foram Astyanax paranae, Phalloceros caudimaculatus e Coptobrycon bilineatus. Das 7 espécies coletadas 4 estão na lista de espécies brasileiras ameaçadas de extinção (Diário Oficial, 2004), são elas: Coptobrycon bilineatus, Glandulocauda melanogenys, Pseudotocinclus tietensis e Taunaya bifasciata. Uma das espécie, Trichomycterus sp. apresenta status taxonômico indefinido, sendo provavelmente uma espécie nova para a ciência. O gênero Trichomycterus apresenta um grande número de espécies, que são caracterizadas por serem endêmicas das regiões onde ocorrem. Embora alguns cursos d água da região da Mata Atlântica apresentem um pequeno número de espécies, eles são ricos em endemismo (Sabino & Castro, 1990; Sazima et al., 1994; Menezes, 1996; Buckup, 1996). Segundo Buckup (1996), esse alto grau de endemismo se deve à concentração de grande número de bacias hidrográficas independentes, aliada ao efeito isolador que as cadeias de montanhas que separam os diversos vales da região exercem sobre as várias populações de peixes. Menezes (1996) afirma que a delimitação e conservação das áreas de endemismo são fundamentais para a preservação da biodiversidade de peixes. Cinco espécies coletadas apresentam distribuição geográfica bastante restrita: Coptobrycon bilineatus, Glandulocauda melanogenys, Trichomycterus sp., Pseudotocinclus tietensis, Taunaya bifasciata; apenas Astyanax paranae e Phalloceros caudimaculatus são amplamente distribuídas. A coleta de Coptobrycon bilineatus, Glandulocauda melanogenys, Pseudotocinclus tietensis e Taunaya bifasciata no rio Itatinga consiste no
3 primeiro registro dessas espécies para drenagens litorâneas, pois até o presente momento elas eram consideradas endêmicas de outras bacias (Reis et. al., 2003). Coptobrycon bilineatus por exemplo era considerada endêmica do alto rio Tiête (Lima et. al., 2003; Serra, 2003) e a vários anos não é coletada naquela drenagem, sendo considerada uma espécie com sérios riscos de extinção. Desde a descrição original de C. bilineatus, em 1911, até o presente momento conhecia-se aproximadamente 15 exemplares da espécie. No rio Itatinga foi coletado um grande número de exemplares de C. bilineatus, sendo que a espécie é comum na maioria dos trechos do rio. Também pudemos observar grandes cardumes desse peixe, principalmente entre macrófitas, galhos e troncos submersos. A riqueza de espécies e a preservação da Floresta A riqueza de espécies encontrada no rio Itatinga é muito pequena se comparada a outros rios e riachos da Mata Atlântica. Sazima et al. (1994) por exemplo, registraram 30 espécies de peixes para o rio Sabaidela, no Parque Estadual Intervales, enquanto que no Parque das Neblinas foram coletas apenas 7 espécies. Vários autores relacionam o pequeno número de espécies encontrados em um ambiente com a degradação da mata de seu entorno. O número de espécies em rios e riachos cercados por mata preservada tende a ser muito maior do que em regiões onde a mata foi retirada (Sazima et al., 1994; Menezes, 1996; Buckup, 1996 e Sabino, 1996). Um exemplo disso é apresentado por Sazima et al. (1994), os autores comparam o rio Sabaidela, localizado em uma região pouco alterada do Parque Estadual Intervales, que apresenta cerca de 30 espécies de peixes, com riachos do rio Ribeira, em locais onde a floresta foi retirada, que apresentam cerca de 10 a 12 espécies. Os mesmos autores também citam trabalhos realizados no sul da Bahia, onde riachos que cortam florestas preservadas apresentam cerca de 20 espécies de peixes, enquanto trechos desflorestados apresentam entre 6 e 7 espécies. A drástica diminuição na riqueza acontece porque a retirada da mata ciliar leva ao assoreamento dos rios, diminui o número de microhábitats e aumenta a insolação sobre os corpos d água, elevando a temperatura da água e prejudicando espécies sensíveis a variações de temperatura (Sabino, 1996).
4 Além disso, muitos peixes utilizam itens alimentares alóctones (provenientes da mata), como folhas, frutos e artrópodes terrestres na sua alimentação, sendo que algumas espécies se alimentam quase que exclusivamente de insetos terrestres provenientes da floresta (Sabino e Castro, 1990). Isso mostra a importância da mata ciliar para a manutenção das espécies de peixes, sendo que a retirada da mata pode afetar negativamente a comunidade de peixes podendo levar à extinção local e conseqüentemente reduzindo a riqueza de espécies (Sabino & Castro, 1990). Além disso, o desaparecimento de espécies de peixes pode levar também ao desaparecimento de uma série de outras espécies que se alimentam desses peixes, como peixes carnívoros, várias aves e mamíferos. Harding et al. (1998) consideram extremante importante saber como as áreas no entorno dos corpos d água foram utilizadas no passado para poder entender a diversidade de espécies encontrada no presente. Com isso, podemos estabelecer prioridades futuras e gerenciar melhor medidas efetivas de conservação. O pequeno número de espécies encontrado atualmente no Itatinga pode estar relacionado a fatores históricos de exploração das áreas de seu entorno, notadamente aquela que agora compreende o Parque das Neblinas. Durante muitos anos a área do Parque foi utilizada para a produção de carvão e posteriormente para a plantação de eucalipto (Eucaliptus spp.), utilizado na fabricação de papel. Essa exploração foi responsável pela retirada de grande parte da mata nativa, o que provavelmente afetou negativamente a ictiofauna. Porém, não há dados sobre a composição de peixes do rio Itatinga em períodos anteriores à exploração da mata circundante, o que nos impede de avaliar com precisão os reais impactos que a retirada da mata provocou na fauna de peixes. Hoje a mata do Parque das Neblinas apresenta áreas em contínuo estado de recuperação, porém, segundo Harding et. al. (1998) os distúrbios provocados em larga escala e por longo tempo limitam a recuperação da diversidade dos ambientes aquáticos por muitas décadas. O rio Itatinga e seu potencial para estudos Ao longo de sua extensão, o rio Itatinga é formado por regiões de fortes corredeiras e outras de remansos, alternando poções relativamente fundos e
5 regiões mais rasas; o fundo é formado por areia e pedras (desde pequenas pedras até grandes blocos); nas regiões de remanso geralmente se acumulam folhas e galhos que caem das árvores; a água é transparente e fria. Segundo Sazima et al. (1994) essas características são comuns a riachos de Mata Atlântica. Rios e riachos de águas transparentes, como as do Itatinga, favorecem a realização de estudos naturalísticos subaquáticos, muito importantes para o conhecimento da ecologia das espécies, como de suas estratégias de alimentação, reprodução e sua relação com outros organismos aquáticos (Sabino & Castro, 1990; Sabino, 1996). O rio Itatinga, com suas águas transparentes, apresenta grande potencial para a realização de estudos subaquáticos. Em virtude de sua fauna ser bastante peculiar, esses estudos são importantíssimos, pois pouco ou nada se conhece da ecologia de suas espécies e também pela maioria delas estarem ameaçadas de extinção. Para Coptobrycon bilineatus, por exemplo, não existe nenhum trabalho de história natural (Serra, 2003). Durante as coletas no rio Itatinga pudemos observar que os cardumes de C. bilineatus ficavam entre macrófitas e/ou vegetação submersa (às vezes galhos e troncos) e estavam sempre juntos com os cardumes de Astyanax paranae. Estudos a longo prazo da composição faunística e da estrutura da comunidade de peixes do rio Itatinga também são muito relevantes, pois assim poderíamos fazer um acompanhamento das alterações na ictiofauna em relação à regeneração da floresta. A conservação do rio Itatinga Segundo Menezes (1996), para resolver o problema da falta de conhecimento sobre a composição ictiofaunística dos rios e riachos da Mata Atlântica, é necessário um grande esforço de coleta, catalogação e identificação, pois em áreas ainda pouco exploradas novas espécies são descobertas, indicando que levantamentos adequados revelarão espécies novas ou raras, como pudemos constatar nesse trabalho. Apesar do rio Itatinga apresentar uma pequena riqueza de espécies, é importante ressaltar que ele constitui um interessante local para o desenvolvimento de estudos, pois apresenta uma ictiofauna composta de espécies raras e também por estar em uma região divisora de águas, de
6 relevante interesse biogeográfico. Além disso, estudos a longo prazo são interessantes para podermos entender o quanto a recuperação da mata contribui para a composição da icitofuana. Segundo Sazima et al. (1994) estudos seguidos de medidas de preservação eficientes são necessários para se evitar a perda de espécies de peixes de florestas. A criação de unidades de conservação que englobem os rios e riachos da Mata Atlântica (e suas nascentes) é uma das poucas alternativas para preservação de pelo menos uma parcela da fauna de peixes (Sazima et al., 1994; Sabino, 1996). A conservação do rio Itatinga e de seus riachos afluentes, bem como a recuperação da mata de seu entorno, garantirá a manutenção da fauna de peixes já existente e, a longo prazo, pode permitir que a comunidade se recomponha e volte a ter uma composição semelhante à que existia no passado, antes de sofrer ação antrópica. Bibliografia Buckup, P.A Biodiversidade dos Peixes da Mata Atlântica. Resultados do Workshop Padrões de Biodiversidade da Mata Atlântica do Sudeste e Sul do Brasil. URL: <acesso em Junho de 2004 > Diário Oficial da União, Lista Nacional das Espécies de Invertebrados Aquáticos e Peixes Ameaçados de Extinção. Seção 1, n 102, 28 de maio de URL: <acesso em Julho de 2004 > Harding, J.S.; Benfield, E.F.; Bolstad, P.V.; Helfman, G.S. & Jones, E.B.D Stream biodiversity: The ghost of land use past. Proc. Natl. Acad. Sci. USA. 95: Lima, F.C.T.; Malabarba, L.R.; Buckup, P.A.; Silva, J.F.P.; Vari, R.P; Harold, A.; Benine, R.; Oyakawa, O.; Pavanelli, C.S.; Menezes, N.A.; Lucena, C. A.S.; Malabarba, M.C.S.L.; Lucena, Z.M.S.; Reis, R.E.; Langeani, F.; Casatti, L.; Bertaco, V.A.; Moreira, C. & Lucinda, P.H.F Characidae. P In: Reis, R.E.; Kullander, S.O.; Ferraris-Jr, C.J. (orgs.). Check List of Freshwater Fishes of South and Central America (CLOFFSCA). 1 ed. Porto Alegre, RS. Edipucrs, 729 p.
7 Menezes, N.A Padrões de distribuição da Biodiversidade da Mata Atlântica do Sul e Sudeste Brasileiro: Peixes de Água Doce. Resultados do Workshop Padrões de Biodiversidade da Mata Atlântica do Sudeste e Sul do Brasil. URL: <acesso em Junho de 2004 > Reis, R.E.; Kullander, S.O.; Ferraris-Jr, C.J. (orgs.) Check List of Freshwater Fishes of South and Central America (CLOFFSCA). 1 ed. Porto Alegre, RS. Edipucrs, 729 p. Sabino, J Peixes de Riachos da Floresta Atlântica: Introdução à Ecologia e Conservação. Resultados do Workshop Padrões de Biodiversidade da Mata Atlântica do Sudeste e Sul do Brasil. URL: <acesso em Junho de 2004 > Sabino, J. & Castro, R.M.C Alimentação, Período de Atividade e Distribuição Espacial dos Peixes de um Riacho da Floresta Atlântica (Sudeste do Brasil). Rev. Brasl. Biol. 50(1): Sazima, I.; Buck, S. & Sabino, J Peixes de riacho. In. Intervales, Fundação para a Conservação e a Produção Florestal do Estado de São Paulo. Governo do Estado de São Paulo/Secretaria de Estado do Meio Ambiente. 240p. Serra, J Análise Filogenética e Revisão Taxonômica de Hasemania Ellis, 1911 (Characiformes, Characidae). Universidade Estadual Paulista, IBILCE São José do Rio Preto. Dissertação de Mestrado. Equipe Mestre Jane Piton Serra Mestrando Fernando Rogério de Carvalho Biólogo Henrique Figueira de Carvalho Laboratório de Ictiologia IBILCE-UNESP São José do Rio Preto
DADOS PRELIMINARES DO LEVANTAMENTO DA ICTIOFAUNA DO PLANALTO DE POÇOS DE CALDAS
DADOS PRELIMINARES DO LEVANTAMENTO DA ICTIOFAUNA DO PLANALTO DE POÇOS DE CALDAS Jane Piton SERRA 1 RESUMO O Planalto de Poços de Caldas é rico em corpos d água e insere-se na bacia do rio Paraná, que apresenta
RELATÓRIO DE MONITORAMENTO DA ICTIOFAUNA NA ÁREA DA UHE MAUÁ
INSTITUTO DE TECNOLOGIA PARA O DESENVOLVIMENTO Centro de Hidráulica e Hidrologia Prof. Parigot de Souza RELATÓRIO DE MONITORAMENTO DA ICTIOFAUNA NA ÁREA DA UHE MAUÁ RELATÓRIO TÉCNICO Nº 39 2012 COORDENAÇÃO
RELATÓRIO DE MONITORAMENTO DA ICTIOFAUNA NA ÁREA DA UHE MAUÁ
INSTITUTO DE TECNOLOGIA PARA O DESENVOLVIMENTO Centro de Hidráulica e Hidrologia Prof. Parigot de Souza RELATÓRIO DE MONITORAMENTO DA ICTIOFAUNA NA ÁREA DA UHE MAUÁ RELATÓRIO TÉCNICO Nº 39 2012 COORDENAÇÃO
OCORRÊNCIA E DISTRIBUIÇÃO DA ICTIOFAUNA DE ÁGUA-DOCE NO ESTADO DE SANTA CATARINA
OCORRÊNCIA E DISTRIBUIÇÃO DA ICTIOFAUNA DE ÁGUA-DOCE NO ESTADO DE SANTA CATARINA Autores : Luana Bolsoni BORGES 1 ; Hiago William PETRIS 2 ; Daniel Meneguello LIMEIRA 3 ; Paulo de Almeida CORREIA JR. 4
COMPOSIÇÃO TAXONÔMICA E ESTRUTURA EM TAMANHO DA ASSEMBLÉIA DE PEIXES DO CÓRREGO ITYS, NO MUNICÍPIO DE MARIALVA PR
ISBN 978-85-61091-05-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 COMPOSIÇÃO TAXONÔMICA E ESTRUTURA EM TAMANHO DA ASSEMBLÉIA DE PEIXES DO CÓRREGO ITYS, NO MUNICÍPIO
Mata Atlântica Floresta Pluvial Tropical. Ecossistemas Brasileiros
Mata Atlântica Floresta Pluvial Tropical Ecossistemas Brasileiros https://www.youtube.com/watch?v=ee2ioqflqru Sub-regiões biogeográficas endemismo de aves, borboletas e primatas Mata das Araucárias (Ombrófila
ICTIOFAUNA DO RIACHO DO JAPIRA, BACIA DO TIBAGI, LOCALIZADO NO MUNICÍPIO DE APUCARANA-PR
ICTIOFAUNA DO RIACHO DO JAPIRA, BACIA DO TIBAGI, LOCALIZADO NO MUNICÍPIO DE APUCARANA-PR TOZZO, R. A. 1 ; DE SOUZA F. 2 ; SANTOS, G. L. 3 ; GONÇALVES, E. A. 4 ; SILVA, R. F. 5 1 4 Graduando em Ciências
ICTIOFAUNA DE RIACHOS DA BACIA DO RIO ARAGUARI, MG: ESTRUTURA, COMPOSIÇÃO E RELAÇÕES COM ASPECTOS GEOGRÁFICOS E AMOSTRAIS.
UFLA Universidade Federal de Lavras DBI Departamento de Biologia/ Setor de Ecologia e Conservação PPG Ecologia Aplicada ICTIOFAUNA DE RIACHOS DA BACIA DO RIO ARAGUARI, MG: ESTRUTURA, COMPOSIÇÃO E RELAÇÕES
ALIMENTAÇÃO DE DUAS ESPÉCIES DE PEIXES DO CÓRREGO ITIZ, MARIALVA, PARANÁ
ISBN 978-85-61091-05-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 ALIMENTAÇÃO DE DUAS ESPÉCIES DE PEIXES DO CÓRREGO ITIZ, MARIALVA, PARANÁ Jislaine Cristina da Silva
ALIMENTAÇÃO DE TRÊS ESPÉCIES DE Astyanax, NO CÓRREGO ITIZ, MARIALVA, PR
26 a 29 de outubro de 2010 ISBN 978-85-61091-69-9 ALIMENTAÇÃO DE TRÊS ESPÉCIES DE Astyanax, NO CÓRREGO ITIZ, MARIALVA, PR Jislaine Cristina da Silva 1 ; Rosilene Luciana Delariva 2 RESUMO: O estudo e conhecimento
Localização da bacia e aspectos políticos
Localização da bacia e aspectos políticos Nasce na região central do estado (Serra do Espinhaço) e flui em direção nordeste...... até o Oceano Atlântico em Belmonte (BA) Apresenta 94% da área de drenagem
ESTUDO DA OCORRÊNCIA DA ICTIOFAUNA EM SANTA CATARINA
ESTUDO DA OCORRÊNCIA DA ICTIOFAUNA EM SANTA CATARINA Modalidade: ( ) Ensino ( x ) Pesquisa ( ) Extensão Nível: ( x ) Médio ( ) Superior ( ) Pós-graduação Área: ( ) Química ( ) Informática ( ) Ciências
A fauna ameaçada de extinção do Estado do Rio de Janeiro
A fauna ameaçada de extinção do Estado do Rio de Janeiro Organizadores Helena de Godoy Bergallo, Carlos Frederico Duarte da Rocha, Maria Alice dos Santos Alves & Monique Van Sluys Rio de Janeiro 2000 Introdução
Política Nacional de Meio Ambiente: unidades de conservação. Biogeografia - aula 4 Prof. Raul
Política Nacional de Meio Ambiente: unidades de conservação Biogeografia - aula 4 Prof. Raul leis aprovadas na década de 1990. Lei dos Recursos Hídricos. Lei de Crimes Ambientais. Sistema Nacional de Unidades
Biomas / Ecossistemas brasileiros
GEOGRAFIA Biomas / Ecossistemas brasileiros PROF. ROGÉRIO LUIZ 3ºEM O que são biomas? Um bioma é um conjunto de tipos de vegetação que abrange grandes áreas contínuas, em escala regional, com flora e fauna
Ensino Fundamental II
Ensino Fundamental II Valor: 2,0 Nota: Data: / /2017 Professora: Angela Disciplina: Geografia Nome: n o : Ano: 7º 1º bim Orientações: - Leia atentamente as questões propostas; - Realize-as com muita atenção
Áreas de Alto Valor de Conservação
Mil Madeiras Preciosas ltda. Áreas de Alto Valor de Conservação Resumo para Consulta Pública Acervo Área de Manejo PWA Setor de Sustentabilidade Itacoatiara/AM- Brasil. Agosto de 2017. SOBRE ESTE RESUMO
BIODIVERSIDADE DE MACROINVERTEBRADOS BENTÔNICOS DO LITORAL DO ESTADO DA BAHIA
TÍTULO DO RESUMO BIODIVERSIDADE DE MACROINVERTEBRADOS BENTÔNICOS DO LITORAL DO ESTADO DA BAHIA 1. Bolsista FAPESB/CNPq, Verônica Santos de Andrade Graduanda em Ciências Biológicas, Universidade Estadual
SISEMA Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos. POLÍCIA MILITAR D E M I N A S G E R A I S Nossa profissão, sua vida.
SISEMA Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos Criação de Rios de Preservação: A Experiência em Minas Gerais Palestrante: Erick Almeida Silva Coordenador de Áreas Protegidas IEF- Regional
Universidade Estadual do Ceará UECE Centro de Ciências da Saúde CCS Curso de Ciências Biológicas Disciplina de Ecologia.
Universidade Estadual do Ceará UECE Centro de Ciências da Saúde CCS Curso de Ciências Biológicas Disciplina de Ecologia Biodiversidade P r o fe s s or D r. O r i e l H e r re ra B o n i l l a M o n i to
Macroinvertebrados Bentônicos Bioindicadores
Macroinvertebrados Bentônicos Bioindicadores Prof. Marcos Callisto Laboratório de Ecologia de Bentos [email protected], http://www.icb.ufmg.br/big/benthos, Tel. 31-3409-2595, Fax. 31-3409-2567 Deliberação
COLEÇÃO ICTIOLÓGICA DO IFC ARAQUARI: PADRONIZAÇÃO E CRIAÇÃO DE UM SISTEMA DE CATALOGAÇÃO
COLEÇÃO ICTIOLÓGICA DO IFC ARAQUARI: PADRONIZAÇÃO E CRIAÇÃO DE UM SISTEMA DE CATALOGAÇÃO Xavier, Gabriella Hagedorn 1 ; Preto, Artur de Lima 2 ; Limeira, Daniel Meneguello 2 Instituto Federal Catarinense,
Mil Madeiras Preciosas ltda. PROCEDIMENTO OPERACIONAL PC-007/2007
Mil Madeiras Preciosas ltda. PROCEDIMENTO OPERACIONAL PC-007/2007 Versão: 02 Atividade: IDENTIFICAÇÃO E MONITORAMENTO DE AAVC Data de Criação: 29/08/2007 Data de Revisão: 03/08/2017 Metodologia voltada
Levantamento das espécies de peixes da bacia hidrográfica do rio Iquiri no município de Capixaba
Levantamento das espécies de peixes da bacia hidrográfica do rio Iquiri no município de Capixaba Jônatas Sampaio NOGUEIRA (1), Luis Pedro de Melo PLESE (2), Lisandro Juno Soares VIEIRA (3) (1) Centro de
Á REAS DE ALTO VALOR DE CONSERVAÇÃO
Á REAS DE ALTO VALOR DE CONSERVAÇÃO Gerência de Sustentabilidade São Paulo SP Abril/2017 LISTA DE SIGLAS AAVC UNF AVC FSC Áreas de Alto Valor de Conservação Unidade de Negócios Florestais Alto Valor de
TÍTULO: INFLUÊNCIA DA PCH LUIZ DIAS SOBRE A COMPOSIÇÃO DA ICTIOFAUNA NO RIO LOURENÇO VELHO, MG
TÍTULO: INFLUÊNCIA DA PCH LUIZ DIAS SOBRE A COMPOSIÇÃO DA ICTIOFAUNA NO RIO LOURENÇO VELHO, MG CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS INSTITUIÇÃO: CENTRO
Conservação da vegetação
Conservação da vegetação Prof. Pedro Eisenlohr [email protected] A Biologia da Conservação tem como objeto de estudo a BIODIVERSIDADE. O que é biodiversidade? Biodiversidade (diversidade biológica)
Geografia. Os Biomas Brasileiros. Professor Thomás Teixeira.
Geografia Os Biomas Brasileiros Professor Thomás Teixeira www.acasadoconcurseiro.com.br Geografia PRINCIPAIS BIOMAS DO BRASIL Amazônia Extensão aproximada: 4.196.943 quilômetros quadrados. A Amazônia
Relatório Parcial sobre os primeiros trabalhos de campo realizado no Parque Nacional do Caparaó
Relatório Parcial sobre os primeiros trabalhos de campo realizado no Parque Nacional do Caparaó Organização: Luisa Maria Sarmento Soares e Ronaldo Fernando Martins Pinheiro Museu de Biologia Prof. Mello
BIOMAS. Professora Débora Lia Ciências/Biologia
BIOMAS Professora Débora Lia Ciências/Biologia BIOMAS - Aquáticos Mares e oceanos Talássicos São as regiões com a maior variedade de vida do planeta, nem as florestas tropicais igualam-se às regiões litorâneas;
Geografia. Aspectos Físicos e Geográficos - CE. Professor Luciano Teixeira.
Geografia Aspectos Físicos e Geográficos - CE Professor Luciano Teixeira www.acasadoconcurseiro.com.br Geografia ASPECTOS FÍSICOS E GEOGRÁFICOS - CE Clima: O clima do Ceará é predominantemente semiárido,
Aula Bioma e Vegetação. Prof. Diogo
Aula Bioma e Vegetação Prof. Diogo Mapa Mundo Vegetação Classificação dos Vegetais Existem várias formas de classificação: 1º Porte: - Herbácea (correspondem áreas campestres). - Arbóreas (áreas de florestas).
PROGRAMAS DE RESTAURAÇÃO E CONSERVAÇÃO DE MATAS CILIARES E DE RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS
PROGRAMAS DE RESTAURAÇÃO E CONSERVAÇÃO DE MATAS CILIARES E DE RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS PRADs realidade desde a sua fundação, porem sem foco da restauração dos ambientes naturais; 1990 convênio entre
FRAGMENTOS FLORESTAIS
FRAGMENTOS FLORESTAIS O que sobrou da Mata Atlântica Ciclos econômicos 70% da população Menos de 7,4% e mesmo assim ameaçados de extinção. (SOS Mata Atlânitca, 2008) REMANESCENTES FLORESTAIS MATA ATLÂNTICA
Estudo do efeito borda em fragmentos da vegetação nativa na bacia hidrográfica do Córrego do Jacu Queimado (SP)
Estudo do efeito borda em fragmentos da vegetação nativa na bacia hidrográfica do Córrego do Jacu Queimado (SP) Effect of study border fragments of native vegetation in the basin of Córrego do Jacu Queimado
DESFLORESTAMENTO DA MATA ATLÂNTICA
IFRJ- CAMPUS NILO PEÇANHA PINHEIRAL DESFLORESTAMENTO DA MATA ATLÂNTICA Profa. Cristiana do Couto Miranda Ecossistema em equilíbrio funções Serviços ambientais Interações meio biótico (organismos vegetais,
Macroinvertebrados bentônicos em riachos de cabeceira: Múltiplas abordagens de estudos ecológicos em bacias hidrográficas
Macroinvertebrados bentônicos em riachos de cabeceira: Múltiplas abordagens de estudos ecológicos em bacias hidrográficas Laboratório de Ecologia e Conservação ICB - UFPA Condições ecológicas em bacias
AULÃO UDESC 2013 GEOGRAFIA DE SANTA CATARINA PROF. ANDRÉ TOMASINI Aula: Aspectos físicos.
AULÃO UDESC 2013 GEOGRAFIA DE SANTA CATARINA PROF. ANDRÉ TOMASINI Aula: Aspectos físicos. Relevo de Santa Catarina Clima de Santa Catarina Fatores de influência do Clima Latitude; Altitude; Continentalidade
LISTA DE EXERCÍCIOS CIÊNCIAS
LISTA DE EXERCÍCIOS CIÊNCIAS P1-4º BIMESTRE 6º ANO FUNDAMENTAL II Aluno (a): Turno: Turma: Unidade Data: / /2016 HABILIDADES E COMPETÊNCIAS Compreender o conceito de bioma. Reconhecer fatores bióticos
1 Biodiversidade espécies brasileiras ameaçadas de extinção, sobreexplotadas exploração
Sumário 1Biodiversidade...2 1.1Estados Unidos Também é Rico em Biodiversidade...3 2 Principais Animais em Extinção no Mundo...5 3Principais Animais em Extinção no Brasil...5 3.1.1Tabela com nível desmatamento
Módulo Bentos. Curso de Atualização em Ecologia e Restauração de Rios: Biodiversidade e Meio Ambiente
Curso de Atualização em Ecologia e Restauração de Rios: Biodiversidade e Meio Ambiente Módulo Bentos Equipe envolvida: Prof. Marcos Callisto Joseline Molozzi doutoranda ECMVS-UFMG Bacia do rio das velhas
Capivara. Fonte:
Capivara Fonte: http://tvbrasil.ebc.com.br/expedicoes/episodio/biodiversidade-do-cerrado O Cerrado é o segundo maior BIOMA da América do Sul. Abrange os estados de Goiás, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso
DESCRIÇÃO DA DIETA DO LAMBARI BRYCONOPS MELANURUS (CHARACIDAE, TETRAGONOPTERINAE) E DAS POSSÍVEIS RELAÇÕES DA ESPÉCIE COM A MATA CILIAR
DESCRIÇÃO DA DIETA DO LAMBARI BRYCONOPS MELANURUS (CHARACIDAE, TETRAGONOPTERINAE) E DAS POSSÍVEIS RELAÇÕES DA ESPÉCIE COM A MATA CILIAR Nathália Pestana de Morais¹ ;José Sabino²; Luciana Paes de Andrade³
ÁREAS DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BARREIRO RICO TANQUÃ-RIO PIRACICABA
Proposta de Criação ÁREAS DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BARREIRO RICO TANQUÃ-RIO PIRACICABA 372ª REUNIÃO PLENÁRIA DO CONSEMA 13/11/18 Biota-Fapesp Biota-Fapesp Biota-Fapesp ESTAÇÃO ECOLÓGICA BARREIRO RICO, ASPE
EFEITO DA URBANIZAÇÃO SOBRE A FAUNA DE INSETOS AQUÁTICOS DE UM RIACHO DE DOURADOS, MATO GROSSO DO SUL
EFEITO DA URBANIZAÇÃO SOBRE A FAUNA DE INSETOS AQUÁTICOS DE UM RIACHO DE DOURADOS, MATO GROSSO DO SUL Joab Pires Santana 1 ; Emerson Machado de Carvalho 2 1 Graduando do curso de Ciências Biológicas e
ESPÉCIES ARBÓREAS DA BACIA DO RIO MAUÉS-MIRI, MAUÉS AMAZONAS
INTRODUÇÃO REVISTA DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO IFAM ESPÉCIES ARBÓREAS DA BACIA DO RIO MAUÉS-MIRI, MAUÉS AMAZONAS Rodrigo Teixeira Caldas 1 Peter Wimmer 2 A Amazônia possui 300 mil quilômetros2
CRIAÇÃO DA COLEÇÃO ICTIOLÓGICA DO IFCATARINENSE-CAMPUS ARAQUARI E DE UM SISTEMA DE CATALOGAÇÃO: SEGUNDA ETAPA
CRIAÇÃO DA COLEÇÃO ICTIOLÓGICA DO IFCATARINENSE-CAMPUS ARAQUARI E DE UM SISTEMA DE CATALOGAÇÃO: SEGUNDA ETAPA Autores : Hiago William PETRIS¹; Daniel Meneguello LIMEIRA²; Artur de Lima PRETO². Identificação
Organização da Aula. Recuperação de Áreas Degradas. Aula 2. Matas Ciliares: Nomenclatura e Conceito. Contextualização
Recuperação de Áreas Degradas Aula 2 Prof. Prof. Francisco W. von Hartenthal Organização da Aula Conceito, Importância e Recuperação da Mata Ciliar 1.Conceitos e funções da mata ciliar 2.Cenário de degradação
ANÁLISE QUANTITATIVA DOS FRAGMENTOS FLORESTAIS NO ENTORNO DA RESERVA BIOLOGICA DE UNA-BA (REBIO)
ANÁLISE QUANTITATIVA DOS FRAGMENTOS FLORESTAIS NO ENTORNO DA RESERVA BIOLOGICA DE UNA-BA (REBIO) Matheus Santos Lobo ¹, Bárbara Savina Silva Santos², Fernando Silva Amaral ³, Crisleide Aliete Ribeiro 4,Michelle
É importante que você conheça os principais biomas brasileiros e compreenda as características.
Plantas e Ambiente Profª Carla Aquino Como sabemos, a Ecologia é um dos temas mais cobrados no Enem. Os biomas brasileiros estão entre os assuntos com mais chances de aparecer na prova, uma vez que o Brasil
PROJETO MOSAICOS DO CORREDOR DA SERRA DO MAR (IA-RBMA / CEPF ) JUSTIFICATIVA Elaborado por Paulo Pêgas
PROJETO MOSAICOS DO CORREDOR DA SERRA DO MAR (IA-RBMA / CEPF ) JUSTIFICATIVA Elaborado por Paulo Pêgas A Serra da Mantiqueira constitui um dos mais significativos conjuntos orográficos brasileiros. Localizada
Estudo da diversidade de peixes do Estado de São Paulo (versão preliminar - dezembro/1996)
Estudo da diversidade de peixes do Estado de São Paulo (versão preliminar - dezembro/1996) RICARDO M.C. CASTRO Laboratório de Ictiologia, Departamento de Biologia, FFCLRP-USP, Av. Bandeirantes 3900, 14040-901,
IBGE apresenta ranking dos 10 rios mais poluídos do Brasil
IBGE apresenta ranking dos 10 rios mais poluídos do Brasil Os indicadores do IBGE revelam quais bacias de água doce estão em situação mais crítica, apresentando os 10 rios mais poluídos do país. Os IQAs
1º Período UNIDADE 1. O Planeta Terra
1º Período UNIDADE 1 O Planeta Terra O planeta onde vivemos; Conhecendo a Terra; Continentes e oceanos; Conhecer algumas características e a estrutura do planeta Terra; Reconhecer a Terra como parte do
BIOLOGIA. Ecologia e ciências ambientais. Biomas brasileiros. Professor: Alex Santos
BIOLOGIA Ecologia e ciências ambientais Professor: Alex Santos Tópicos em abordagem: I Conceitos fundamentais II Fatores físicos que influenciam na formação dos biomas III Tipos de biomas brasileiros IV
Quantificação da serapilheira acumulada em um povoamento de Eucalyptus saligna Smith em São Gabriel - RS
http://dx.doi.org/10.12702/viii.simposfloresta.2014.12-505-1 Quantificação da serapilheira acumulada em um povoamento de Eucalyptus saligna Smith em São Gabriel - RS Renata R. de Carvalho 1, Mauro V. Schumacher
DIETA DE IMPARFINIS MIRINI (Haseman, 1911) EM DOIS RIACHOS NA REGIÃO DE MARINGÁ-PR
20 a 24 de outubro de 2008 DIETA DE IMPARFINIS MIRINI (Haseman, 1911) EM DOIS RIACHOS NA REGIÃO DE MARINGÁ-PR Beatriz Cordioli Pereira 1 ; Rosilene Luciana Delariva 2 RESUMO: O estudo da dieta de peixes
AVALIAÇÃO DE ÁREAS DE ALTO VALOR DE CONSERVAÇÃO NAS FAZENDAS BARRA LONGA E CANHAMBOLA
CEDOC 47.412 CONSULTA PÚBLICA AVALIAÇÃO DE ÁREAS DE ALTO VALOR DE CONSERVAÇÃO NAS FAZENDAS BARRA LONGA E CANHAMBOLA RESUMO EXECUTIVO 2018 ÍNDICE 1. APRESENTAÇÃO... 2 2. DURATEX FLORESTAL LTDA... 2 3. CERTIFICAÇÃO
VEGETAÇÃO BRASILEIRA. DIVIDE-SE EM: 1) Formações florestais ou arbóreas 2) Formações arbustivas e herbáceas 3) Formações complexas e litorâneas
VEGETAÇÃO BRASILEIRA DIVIDE-SE EM: 1) Formações florestais ou arbóreas 2) Formações arbustivas e herbáceas 3) Formações complexas e litorâneas Floresta Amazônica ou Equatorial Características: Latifoliada,
Macroinvertebrados bentônicos como bioindicadores da qualidade da água em uma lagoa do IFMG - campus Bambuí
Macroinvertebrados bentônicos como bioindicadores da qualidade da água em uma lagoa do IFMG - campus Bambuí Izabela Tassar Évora Leite ( ¹ ), Júlia Pimenta Melo Carvalho ( ¹ ), Ludmila Maria Gonçalves
Professora Leonilda Brandão da Silva
COLÉGIO ESTADUAL HELENA KOLODY E.M.P. TERRA BOA - PARANÁ Professora Leonilda Brandão da Silva E-mail: [email protected] http://professoraleonilda.wordpress.com/ PROBLEMATIZAÇÃO Como você acha
Planos de Manejo INSTITUTO FLORESTAL. Estação Ecológica de Itapeva
Planos de Manejo INSTITUTO FLORESTAL Estação Ecológica de Itapeva Localização da Estação Ecológica de Itapeva no município e no Estado de São Paulo. Estação Ecológica de Itapeva - ambientes Área (ha) 106,77
Exercitando Ciências Tema Ecossistemas Brasileiros. (Terrestres, Litorâneos e de Transição)
Exercitando Ciências Tema Ecossistemas Brasileiros (Terrestres, Litorâneos e de Transição) Esta lista de exercícios aborda os seguintes ecossistemas: Pantanal, Mata de Araucárias Mata Atlântica, Cerrado,
MEGADIVERSIDADE. # Termo utilizado para designar os países mais ricos em biodiversidade do mundo. 1. Número de plantas endêmicas
MEGADIVERSIDADE MEGADIVERSIDADE # Termo utilizado para designar os países mais ricos em biodiversidade do mundo. 1. Número de plantas endêmicas 2. Número de espécies endêmicas em geral 3. Número total
ECOSSISTEMAS AQUÁTICOS
2º EM Biologia Professor João ECOSSISTEMAS AQUÁTICOS Ambientes aquáticos Biociclo dulcícola ou limnociclo: Ecossistemas de água doce; Cobre cerca de 1,8% da superfície terreste; Vivem em constantes alterações.
LEVANTAMENTO E IDENTIFICAÇÃO DA AVEFAUNA DA ÁREA DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE DA FAP
LEVANTAMENTO E IDENTIFICAÇÃO DA AVEFAUNA DA ÁREA DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE DA FAP TEIXEIRA, Carlos Rodrigo¹; MIKALOUSKI, Udson² RESUMO O Brasil é um dos países que apresenta a maior diversidade biológica
MAPEAMENTO E ANÁLISE AMBIENTAL DAS NASCENTES DO MUNICÍPIO DE IPORÁ-GO 1
MAPEAMENTO E ANÁLISE AMBIENTAL DAS NASCENTES DO MUNICÍPIO DE IPORÁ-GO 1 Katyuce Silva [email protected] Diego Tarley Ferreira Nascimento - [email protected] Universidade Estadual de Goiás Campus
Projetos Intervales. Modificado de:
Projetos Intervales Modificado de: http://www.geografia.fflch.usp.br/mapas/atlas_intervales/oparque.html 1. Diversidade do estrato herbáceo em diferentes fitofisionomias do Parque Estadual de Intervales,
GEOGRAFIA REVISÃO 1 REVISÃO 2. Aula 25.1 REVISÃO E AVALIAÇÃO DA UNIDADE IV
Aula 25.1 REVISÃO E AVALIAÇÃO DA UNIDADE IV Complexos Regionais Amazônia: Baixa densidade demográfica e grande cobertura vegetal. 2 3 Complexos Regionais Nordeste: Mais baixos níveis de desenvolvimento
BACIA HIDROGRAFICA. Governo do Estado de São Paulo Secretaria do Meio Ambiente
BACIA HIDROGRAFICA Governo do Estado de São Paulo Secretaria do Meio Ambiente Bacia Hidrográfica Governo do Estado de São Paulo Secretaria do Meio Ambiente Governo do Estado de São Paulo Secretaria do
Módulo: Biodiversidade
Módulo: Biodiversidade Paulo Cesar de Paiva 2016!1 Aula 1 O que é Biodiversidade? Diversidade, Riqueza e Biodiversidade Biodiversidade é uma palavra que tem sido incorporada ao vocabulário regular, não
DISTRIBUIÇÃO DO ICTIOPLÂNCTON NO MÉDIO RIO URUGUAI: INFLUÊNCIA DE VARIÁVEIS REGIONAIS E LOCAIS
DISTRIBUIÇÃO DO ICTIOPLÂNCTON NO MÉDIO RIO URUGUAI: INFLUÊNCIA DE VARIÁVEIS REGIONAIS E LOCAIS ÍSIS TAMARA DE VLIEGER 1,2, DAVID AUGUSTO REYNALTE TATAJE 1,2 1 Universidade Federal da Fronteira Sul, campus
O CLIMA E A VEGETAÇÃO DO BRASIL
O CLIMA E A VEGETAÇÃO DO BRASIL [...] Não tinha inverno e verão em Brasília, tinha o tempo da seca e tempo das chuvas. Uma vez choveu onze dias sem parar, e as pessoas andavam quase cegas debaixo do aguaceiro,
Ecologia e funcionamento de ecossistemas de água doce: ênfase em macroinvertebrados bioindicadores e decomposição de matéria orgânica
Semana de Estudos da Biologia UNIVAS 4,5 e 6 de setembro de 2006 Mini Curso Ecologia e funcionamento de ecossistemas de água doce: ênfase em macroinvertebrados bioindicadores e decomposição de matéria
