Superior Tribunal de Justiça
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- Isadora Belém Medina
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1 HABEAS CORPUS Nº SP (2013/ ) RELATOR IMPETRANTE ADVOGADO IMPETRADO PACIENTE : MINISTRO SEBASTIÃO REIS JÚNIOR : DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DE SÃO PAULO : DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DE SÃO PAULO : TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO : A B C (INTERNADO) DECISÃO Trata-se de habeas corpus com pedido liminar impetrado pela Defensoria Pública em favor de A. B. C., contra decisão proferida por Desembargador Relator do Tribunal de Justiça de São Paulo que indeferiu a liminar do HC n , mantendo a sentença que aplicou ao paciente medida socioeducativa de internação, por prazo indeterminado, pela prática de ato infracional equiparado ao crime previsto no art. 33, caput, da Lei n /2006. O impetrante sustenta a ocorrência de constrangimento ilegal ao argumento de que não estariam previstas quaisquer das hipóteses autorizadoras da medida de internação, ressaltando que o rol previsto no art. 122 do Estatuto da Criança e do Adolescente é taxativo. Destaca que, consoante o enunciado na Súmula 492/STJ, o ato infracional análogo ao tráfico de drogas, por si só, não conduz obrigatoriamente à imposição de medida socioeducativa de internação do adolescente. Considera que estaria evidenciada flagrante ilegalidade capaz de excepcionar o disposto na Súmula 691/STF. Requer, liminarmente, seja determinada a imediata liberação do paciente e entrega à família. No mérito, pugna para que seja aplicada medida socioeducativa diversa da internação. É o relatório. Documento: Despacho / Decisão - Site certificado - DJe: 16/05/2013 Página 1 de 5
2 Dúvidas não há de que o deferimento de liminar é medida excepcional, cabível apenas em hipóteses de patente ilegalidade. In casu, da análise dos autos, ao menos em um juízo perfunctório, verifica-se que o pedido formulado reveste-se de plausibilidade jurídica, sendo o caso de deferir-se a medida de urgência, superando-se, inclusive, o enunciado na Súmula n. 691 do Supremo Tribunal Federal. O juiz sentenciante assim justificou a necessidade de imposição da medida socioeducativa mais gravosa (fls. 42/43): Como se sabe, na escolha da medida a ser aplicada, o juiz deve levar em consideração a capacidade do adolescente de cumpri-la, as circunstâncias e consequências do ato infracional e a sua maior ou menor participação, e não os critérios mencionados nos memoriais da Defensoria. Os estudos realizados comprovam que o adolescente A. era proveniente de família desestruturada, interrompeu os estudos na 5ª série, usava crack desde os 15 anos de idade e não frequentava cursos profissionalizantes. Então, a medida socioeducativa consistente em internação em estabelecimento educacional é a mais adequada ao adolescente A. para prevenir, punir e educá-lo para que não volte à prática infracional. A medida de internação tem cabimento no tráfico de entorpecente, porque a infração tem como objetividade jurídica saúde pública representada pela vida e saúde de um número indeterminado de pessoas. Se a violência ou grave ameaça à vida e à saúde de uma pessoa autoriza a internação, com mais razão a autoriza a de um número indeterminado de pessoas. Não tem aplicação ao caso a Súmula 497/STJ, porque as circunstâncias pessoais do adolescente não recomendam outra medida que não a internação. Contra essa decisão, a defesa ingressou com habeas corpus perante o Tribunal de origem, tendo a liminar sido indeferida em decisão assim fundamentada (fls. 45/46): A internação definitiva, em razão da prática de tráfico de substância entorpecente, deve ser analisada sob a ótica do artigo 122 do Estatuto da Criança e do Adolescente, que traça requisitos para sua decretação. Não se olvida a existência de entendimento em sentido restritivo do Superior Tribunal de Justiça, antes esposado. No entanto, impõe-se nova interpretação sistemática do artigo 122 do Estatuto da Criança e do Adolescente, observados os princípios que Documento: Despacho / Decisão - Site certificado - DJe: 16/05/2013 Página 2 de 5
3 regem o Direito da Infância e da Juventude. Em tese, é legalmente possível a aplicação de medida de internação quando praticado tráfico ilícito de substância entorpecente, por se tratar de crime grave que poderá impor a segregação, em atenção à condição peculiar do adolescente como pessoa em desenvolvimento, observada sua capacidade em cumprir a medida. Ademais, salientou a decisão atacada que o adolescente tem família desestruturada e usava substância entorpecente. Assim, ao menos em termos de cognição sumária, não estão presentes os requisitos para a concessão da liminar, pois os elementos carreados aos autos não são suficientes para afastar o decreto de internação fixado na sentença, que fica mantido, ressalvando-se para momento posterior a análise e decisão definitiva a respeito do quanto postulado. Diante do exposto, indefere-se a liminar. Consoante orientação consolidada nesta Corte Superior, a aplicação da internação, medida socioeducativa extrema, está autorizada nas hipóteses taxativamente elencadas no art. 122 do Estatuto da Criança e do Adolescente, que assim prevê: Art A medida de internação só poderá ser aplicada quando: I - tratar-se de ato infracional cometido mediante grave ameaça ou violência a pessoa; II - por reiteração no cometimento de outras infrações graves; III - por descumprimento reiterado e injustificável da medida anteriormente imposta. 1º O prazo de internação na hipótese do inciso III deste artigo não poderá ser superior a três meses. 2º Em nenhuma hipótese será aplicada a internação, havendo outra medida adequada. In casu, em que pese o ato infracional praticado pelo paciente ser análogo ao crime de tráfico de drogas, de caráter hediondo, e não obstante sejam revestido de alto grau de reprovabilidade social, a jurisprudência deste Superior Tribunal possui orientação no sentido de que não se admite a aplicação da medida mais gravosa com esteio na gravidade genérica do ato infracional ou na natureza hedionda do crime de tráfico de drogas, dada a taxatividade do rol previsto no art. 122 do Estatuto da Criança e do Adolescente. Vale dizer, a medida socioeducativa de internação somente pode Documento: Despacho / Decisão - Site certificado - DJe: 16/05/2013 Página 3 de 5
4 ser imposta ao adolescente caso incida em quaisquer das hipóteses previstas no art. 122 do Estatuto da Criança e do Adolescente e não haja outra medida mais adequada e menos onerosa à sua liberdade. Ademais, consoante o enunciado na Súmula 492 deste Superior Tribunal, o ato infracional análogo ao tráfico de drogas, por si só, não conduz obrigatoriamente à imposição de medida socioeducativa de internação do adolescente. Assim, verificando-se que a conduta imputada ao paciente é desprovida de violência ou grave ameaça à pessoa e considerando-se que não consta dos autos notícia de reiteração no cometimento de outras infrações graves ou descumprimento reiterado e injustificável de medida anteriormente imposta, entendo demonstrados, ao menos em um juízo de cognição sumária, os requisitos que justificam o deferimento da medida de urgência, quais seja, o fumus boni juris e o periculum in mora. Por outro lado, tenho que o fato de terem sido apreendidos 1.022,9 gramas de maconha, bem como 35,7 gramas e 192,85 gramas de cocaína (fl. 33), além de quantia em dinheiro, equipamentos eletrônicos, balança de precisão e outros apetrechos utilizados para o tráfico de drogas (fls. 34/35), somado ao fato de o adolescente ser usuário de crack desde os 15 anos de idade, demostra a necessidade, ao menos em um juízo de cognição sumária, da aplicação de uma medida mais gravosa, que conduza o paciente a refletir sobre sua conduta, sobretudo em se considerando a função protetiva e pedagógica das medidas socioeducativas, as quais visam, especialmente, afastar o adolescente da criminalidade e corrigir eventuais desvios em seu comportamento. Ante o exposto, defiro a liminar para que o paciente possa aguardar o julgamento final do presente writ em medida socioeducativa de semiliberdade. Comunique-se, com urgência, o inteiro teor dessa decisão à Documento: Despacho / Decisão - Site certificado - DJe: 16/05/2013 Página 4 de 5
5 autoridade apontada como coatora e ao Juízo de primeiro grau, solicitando-se-lhes informações, em especial se sobreveio o julgamento do HC n Após juntadas, encaminhem-se os autos ao Ministério Público Federal para manifestação. Publique-se. Brasília, 13 de maio de Ministro Sebastião Reis Júnior Relator Documento: Despacho / Decisão - Site certificado - DJe: 16/05/2013 Página 5 de 5
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