NORMAS DE APLICAÇÃO DO SIADAP 2 E 3 NO IPL
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- Andreia Ana Capistrano Lencastre
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1 NORMAS DE APLICAÇÃO DO SIADAP 2 E 3 NO IPL Cada Unidade Orgânica deve constituir uma bateria de objectivos directamente relacionados com o QUAR / Plano de Actividades por carreiras de onde serão seleccionados os objectivos a atribuir. Dirigentes Técnico Superior Informática Coordenador Técnico Assistente Técnico Assistente Operacional Orientações gerais e comuns a todas as Unidades Orgânicas do IPL: a) Fixação do nº mínimo de objectivos por carreira: Dirigentes Intermédios 4 Objectivos Técnico Superior 5 Objectivos Informática 5 Objectivos Coordenador Técnico - 4 Objectivos Nota: Às carreiras acima referenciadas será atribuído 1 objectivo obrigatório que consistirá na apresentação de uma proposta de melhoria do serviço que presta. O cumprimento deste tipo de objectivo deverá ser confirmado através da aplicação da proposta e aferição da sua eficácia e eficiência depois de decorrido um determinado período de tempo desde a sua aplicação. Assistente Técnico 4 Objectivos Assistente Operacional 3 Objectivos 1
2 b) Fixação de um número mínimo de competências e selecção das mesmas: Seleccionar 3 competências transversais à carreira independentemente da área funcional e 2 competências que devem ser rotativas de ano para ano adequadas, à área funcional. Todos os colaboradores serão avaliados por 6 competências. Estas competências deverão estar de acordo com a descrição do posto de trabalho que o colaborador ocupa. Dirigentes: ORIENTAÇÃO PARA RESULTADOS: Capacidade para se focalizar na concretização dos objectivos do serviço e garantir que os resultados desejados são alcançados. LIDERANÇA E GESTÃO DAS PESSOAS: Capacidade para dirigir e influenciar positivamente os colaboradores, mobilizando-os para os objectivos do serviço e da organização e estimular a iniciativa e a responsabilização. DECISÃO: Capacidade para equacionar soluções, dar orientações e tomar medidas, assumindo as responsabilidades decorrentes das mesmas. Técnico Superior: ORIENTAÇÃO PARA RESULTADOS: Capacidade para concretizar com eficácia e eficiência os objectivos do serviço e as tarefas e que lhe são solicitadas. ANÁLISE DA INFORMAÇÃO E SENTIDO CRÍTICO: Capacidade para identificar, interpretar e avaliar diferentes tipos de dados e relacioná-los de forma lógica e com sentido crítico. compreender e integrar o contributo da sua actividade para o funcionamento do serviço, exercendo-a de forma disponível e diligente. INICIATIVA E AUTONOMIA: Capacidade de actuar de modo independente e proactivo no seu dia-a-dia profissional, de tomar iniciativas face a problemas e empenhar-se em solucioná-los. 2
3 Informática: ORIENTAÇÃO PARA RESULTADOS: Capacidade para concretizar com eficácia e eficiência os objectivos do serviço e as tarefas e que lhe são solicitadas. ANÁLISE DA INFORMAÇÃO E SENTIDO CRÍTICO: Capacidade para identificar, interpretar e avaliar diferentes tipos de dados e relacioná-los de forma lógica e com sentido crítico. compreender e integrar o contributo da sua actividade para o funcionamento do serviço, exercendo-a de forma disponível e diligente. INICIATIVA E AUTONOMIA: Capacidade de actuar de modo independente e proactivo no seu dia-a-dia profissional, de tomar iniciativas face a problemas e empenhar-se em solucioná-los. Coordenador Técnico: ORIENTAÇÃO PARA RESULTADOS: Capacidade para se focalizar na concretização dos objectivos do serviço e garantir que os resultados desejados são alcançados. LIDERANÇA E GESTÃO DAS PESSOAS: Capacidade para dirigir e influenciar positivamente os colaboradores, mobilizando-os para os objectivos do serviço e da organização e estimular a iniciativa e a responsabilização. DECISÃO: Capacidade para equacionar soluções, dar orientações e tomar medidas, assumindo as responsabilidades decorrentes das mesmas. integrar o contributo das suas funções no sentido da missão, valores e objectivos do serviço, exercendo-as de forma disponível e diligente. Assistente Técnico: REALIZAÇÃO E ORIENTAÇÃO PARA RESULTADOS: Capacidade para concretizar com eficácia e eficiência os objectivos do serviço e as tarefas que lhe são distribuídas. ORIENTAÇÃO PARA O SERVIÇO PÚBLICO: Capacidade para exercer a sua actividade respeitando os princípios éticos e valores do serviço público e do sector concreto em que se insere, prestando um serviço de qualidade. ORGANIZAÇÃO E MÉTODO DE TRABALHO: Capacidade para organizar a sua actividade, definir prioridades e realizá-la de forma metódica. compreender e integrar o contributo da sua actividade para o funcionamento 3
4 do serviço, desempenhando as suas tarefas e actividades de forma diligente e disponível. Encarregado Geral/Encarregado Operacional: COORDENAÇÃO: Capacidade para coordenar, orientar e dinamizar equipas de trabalho com vista à concretização de objectivos comuns. REALIZAÇÃO E ORIENTAÇÃO PARA RESULTADOS: Capacidade para concretizar com eficácia e eficiência os objectivos do serviço e as tarefas que lhe são solicitadas. reconhecer o contributo da sua actividade para o funcionamento do serviço, desempenhando as suas tarefas e actividades de forma diligente e responsável. RELACIONAMENTO INTERPESSOAL: Capacidade para interagir, adequadamente, com pessoas com diferentes características, tendo uma atitude facilitadora do relacionamento e gerindo as dificuldades e eventuais conflitos de forma ajustada. Assistente Operacional: REALIZAÇÃO E ORIENTAÇÃO PARA RESULTADOS: Capacidade para concretizar com eficácia e eficiência os objectivos do serviço e as tarefas que lhe são solicitadas. reconhecer o contributo da sua actividade para o funcionamento do serviço, desempenhando as suas tarefas e actividades de forma diligente e responsável. RELACIONAMENTO INTERPESSOAL: Capacidade para interagir, adequadamente, com pessoas com diferentes características, tendo uma atitude facilitadora do relacionamento e gerindo as dificuldades e eventuais conflitos de forma ajustada. ORIENTAÇÃO PARA O SERVIÇO PÚBLICO: Capacidade para exercer a sua actividade respeitando os valores e normas gerais do serviço público e do sector concreto em que trabalha. 4
5 c) Critérios de superação dos objectivos: Indicadores: Tempo/dias/meses supera se para além do objectivo concretizado antecipar em dias/meses (converter em percentagem). Percentagem supera se realizar mais % da percentagem definida no objectivo. Número de unidades supera se realizar/reduzir mais unidades para além das definidas no objectivo. (Converter em percentagem). Critérios de diferenciação do mérito e excelência: A diferenciação deve ser expressa na ficha de avaliação com a respectiva fundamentação que deverá explicar a relevância que os objectivos superados tiveram no funcionamento da instituição, pois deverá também ser acompanhada de documentos comprovativos da satisfação dos indicadores de medida previstos no QUAR, bem como, de que o desempenho em causa foi determinante para a concretização dos objectivos definidos no QUAR e das actividades definidas no Plano. Critérios para aplicação da Ponderação Curricular: Carreira de Técnico Superior Factores Avaliados: (HAP) Habilitação Académica e Profissional; (EP) Experiência Profissional; (VC) Valorização Curricular; (EFD) Exercício de Funções Dirigentes ou outros Cargos ou Funções de Reconhecido Interesse Público ou Relevante interesse Social. 5
6 Em cada um dos factores avaliados são considerados todos os elementos constantes do currículo. Nos factores EP, VC e EFD, a avaliação resulta da seguinte média ponderada: Ano a que respeita a avaliação 40%; Anos anteriores 60%. (HAP) Habilitações Académicas e Profissionais Entende-se por habilitação académica apenas a habilitação que corresponda a grau académico ou que a este possa ser equiparado. Entende-se por habilitação profissional a habilitação que corresponda a curso legalmente assim considerado ou equiparado. Habilitação inferior à legalmente exigida para a função. Habilitação igual à exigida para a função. Habilitação superior à exigida para a função. (EP) Experiência Profissional Para efeitos de avaliação da experiência profissional, são consideradas áreas relevantes as áreas compreendidas nas atribuições do IPL. Concretamente: planeamento e controlo, sistemas de informação, as relações públicas e internacionais, a comunicação e imagem, biblioteca e documentação, a financeira, recursos humanos, a patrimonial, académica. Neste factor é ponderado o desempenho efectivo de funções (declarado e devidamente confirmado pela entidade onde são ou foram exercidas), da seguinte forma: Funções exercidas em áreas não consideradas relevantes. Funções exercidas em uma área relevante. Funções exercidas em duas ou mais áreas relevantes. (VC) Valorização Curricular Neste factor é ponderada a frequência de acções de formação nos últimos cinco anos, de acordo com o quadro infra. 6
7 (FP) Formação Profissional Sem formação profissional. Frequência de acções de formação, seminários num total <100 horas, relevante para a área de actuação do colaborador. Frequência de acções de formação, seminários num total = ou> a 100 horas, relevante para a área de actuação do colaborador. É ainda ponderado o desenvolvimento das seguintes actividades concorrentes para a valorização pessoal e profissional dos trabalhadores, para este efeito são consideradas acções relevantes: coordenação ou participação de projectos ou de grupos de trabalho; representação do órgão ou serviço em reuniões no território nacional ou no estrangeiro; actividade como docente, formador, conferencista ou orador em áreas compreendidas nas atribuições do órgão ou serviço onde desempenhou funções; tutoria de estágios curriculares ou profissionais; autoria ou co-autoria de livros, artigos ou outras publicações de carácter técnico; participação, como elemento efectivo, em júris de concurso. (AR) Outras Actividades Relevantes Sem nenhuma actividade relevante. Com 1 a 5 actividades relevantes. Com 6 ou mais actividades relevantes. (EFD) Exercício de Funções Dirigentes Neste factor é ponderado o exercício de cargos dirigentes, ainda que em regime de substituição, por período igual ou superior a 60 dias, entendendo-se como cargo dirigente os cargos de direcção intermédia e superior, de gestor público e os chefes de equipa multidisciplinar. É ainda ponderado o exercício dos cargos ou funções, considerados de interesse público ou relevante interesse social constantes dos artigos n.º7 e n.º8 do Despacho Normativo n.º 4-A/2010, publicado no Diário da República n.º 26, II série de 08 de Fevereiro. Não existindo elementos a ponderar é atribuída a avaliação de 1 valor. 7
8 (EFD) Exercício de Funções de Dirigentes Cargo dirigente de nível intermédio de 2º grau ou chefia de equipa multidisciplinar com estatuto remuneratório equiparado. Cargo dirigente de nível intermédio de 1º grau ou chefia de equipa multidisciplinar com estatuto remuneratório equiparado e exercício de actividade de dirigente sindical. Cargo dirigente de nível superior de 2º grau e membros de gabinete ministerial ou equiparado. Cargo dirigente de nível superior de 1º grau, cargo político ou alto cargo público e chefe de gabinete ministerial ou equiparado. 2 Valores 4 Valores Avaliação final Sem prejuízo da ponderação referida no ponto 1, a avaliação final resulta da média aritmética simples das pontuações atribuídas aos factores avaliados. Carreira de Assistente Técnico e Assistente Operacional Factores Avaliados: (HAP) Habilitação Académica e Profissional; (EP) Experiência Profissional; (VC) Valorização Curricular; (EFD) Exercício de Funções Dirigentes/Coordenação ou outros Cargos ou Funções de Reconhecido Interesse Público ou Relevante interesse Social. Em cada um dos factores avaliados são considerados todos os elementos constantes do currículo. Nos factores EP, VC e EFD, a avaliação resulta da seguinte média ponderada: 8
9 (HAP) Habilitações Académicas e Profissionais Entende-se por habilitação académica apenas a habilitação que corresponda a grau académico ou que a este possa ser equiparado. Entende-se por habilitação profissional a habilitação que corresponda a curso legalmente assim considerado ou equiparado. Habilitação inferior à legalmente exigida para a função. Habilitação igual à exigida para a função. Habilitação superior à exigida para a função. (EP) Experiência Profissional Neste factor é ponderado o desempenho efectivo de funções (declarado e devidamente confirmado pela entidade onde são ou foram exercidas) quando integrem as áreas funcionais da carreira, categoria ou função: Assistente Técnico nas funções inerentes às áreas comuns e de suporte à gestão dos serviços. Assistente Operacional na execução de tarefas de apoio aos diversos serviços, nas funções de natureza executiva de carácter manual ou mecânico, enquadradas em directivas gerais, ou de execução de tarefas de apoio elementares e de responsabilidade sobre equipamentos. Para além das funções desempenhadas inerentes à carreira/categoria é ainda ponderada a participação em projectos de relevante interesse para o serviço. Funções exercidas inerentes à carreira/categoria. Funções exercidas inerentes à carreira/categoria e participação em projectos de relevante interesse para o serviço. (VC) Valorização Curricular Neste factor é ponderada a frequência de acções de formação nos últimos cinco anos, de acordo com o quadro infra. 9
10 (FP) Formação Profissional Sem formação profissional ou com frequência de acções de formação, seminários num total <a 70 horas. Frequência de acções de formação, seminários e outras acções similares num total = ou> a 70 horas. (EFD) Exercício de Funções Chefia/Coordenação Neste factor é ponderado a chefia de unidades orgânicas, ainda que em regime de substituição, por período igual ou superior a 60 dias. É ainda ponderado o exercício dos seguintes cargos ou funções, considerados de interesse público ou relevante interesse social: cargo político, membro de gabinete ministerial ou legalmente equiparado e dirigente sindical. Não existindo elementos a ponderar é atribuída a avaliação de 1 valor. (EFD) Exercício de Funções Chefia/Coordenação Não exercício de funções de Chefia Chefia ou coordenação de unidade orgânica e dirigente sindical. Chefia ou coordenação de unidade orgânica e dirigente sindical há mais de 10 anos. 10
11 Avaliação final Sem prejuízo da ponderação referida no ponto 1, a avaliação final resulta da média ponderada das pontuações atribuídas aos factores avaliados. Deste modo a grelha a aplicar será a seguinte: Habilitações Académicas Profissionais 10% Experiência Profissional 55% Valorização Curricular 20% Exercício de Cargos Dirigentes 15% Avaliação Exclusiva pelo Parâmetro Competências na Carreira de Assistente Operacional As áreas que devido ao seu conteúdo funcional poderão ser avaliadas única e exclusivamente pelo parâmetro Competências, conforme disposto no art.º 80º da Lei 66-B/2007, de 28 de Fevereiro, alterado pela Lei n.º 55-A72010, de 31 de Dezembro, são as seguintes: Apoio Administrativo; Apoio às aulas; Armazéns; Costura. Guarda-Roupa; Motorista Portaria; Serviço de Apoio; Serviço Externo; Telefonista; Transportes, Logística e Manutenção; Venda de Senhas; Vigilante; Revisto no Conselho Coordenador de Avaliação realizado no dia
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