Tribunal de Justiça do Estado do Acre
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- Ana do Carmo Back Correia
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1 Breve História dos Tribunais Tribunal de Justiça do Estado do Acre Em 15 de junho de 1962, quando o Presidente da República João Goulart assinou em Brasília (DF) a Lei n 4.070, que elevou o Território do Acre à categoria de Estado, o sonho da autonomia tornou-se realidade para os acreanos. Logo em seguida foram realizadas eleições diretas para governador, senadores, deputados estaduais e federais. No dia 1 de março de 1963, tomou posse o primeiro governador constitucional José Augusto de Araújo e foi promulgada a primeira constituição estadual, estruturando os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Assim, a Corte de Justiça Acreana se instalou, solenemente, no dia 15 de junho de 1963, um ano após a entrada em vigor da Lei que criou o Estado do Acre. A sessão solene de instalação foi presidida pelo Excelentíssimo Senhor Desembargador Paulo Ithamar Teixeira. Dela participaram os Excelentíssimos Senhores Desembargadores Mário Strano e José Lourenço Furtado Portugal, sugestivamente, denominados de os fundadores. Os membros haviam sido empossados no cargo de desembargador do Tribunal de Justiça pelo Governador José Augusto de Araújo, em solenidade realizada no Palácio Rio Branco, no dia 18 de março de O Colégio dos Cinco, como ficaram conhecidos os cinco primeiros desembargadores do Tribunal de Justiça, só se completou um pouco mais tarde, com a posse de José Bento Vieira Ferreira e Paulo Polly Nepomuceno. No Palácio da Justiça, os membros do Colegiado, que tinham as mais variadas origens e precisavam conviver para formar a unidade, começaram o trabalho desafiador de estruturação do Poder Judiciário no Estado do Acre. Em 2010 o TJAC celebrou 47 anos de serviços prestados ao povo do Acre, missão cumprida diariamente pelo trabalho conjunto de seus 9 Desembargadores, 55 Juízes e Servidores, conscientes do seu papel de garantia dos direitos para assegurar a paz social. 1
2 Linha do Tempo da Justiça Acreana 1904 Após a anexação do Acre ao Território Brasileiro tem início a organização administrativa e jurídica do Território Acreano. A 1ª Lei de Organização Judiciária cria uma Comarca com sede em Manaus e com Poder Recursal, além de três Distritos Judiciários com as seguintes denominações: Alto Acre, Alto Juruá e Alto Purus. A Justiça civil e criminal do Território era distribuída pelas seguintes autoridades: Juízes de Paz, Juízes de Distrito, Júri e Juiz de Comarca. As apelações eram encaminhadas à Comarca com sede em Manaus, pois não existia no Território do Acre um Tribunal de Apelação (hoje Tribunal de Justiça). O Juiz de Comarca acumulava as atribuições de juiz de segunda e última instância e o poder para concessão de habeas corpus O Presidente Afonso Pena reorganiza a Justiça no Território do Acre e cria na região seções da Justiça Federal, instalando-as nas sede das prefeituras. Isso abriu a possibilidade para instalação de um Tribunal de Apelação no Território, quando o governo julgasse oportuno. No entanto, a medida criou no Acre uma situação ambígua, pois passou a funcionar na região uma Justiça Federal e uma Justiça do Território Federal. Inúmeros foram os transtornos causados pela duplicidade e a medida tornou-se alvo de críticas Cria-se o 1º Tribunal de Apelação do Território do Acre, composto por cinco Desembargadores, dos quais um exercia o cargo de Presidente e outro o de Procurador-Geral. Por decisão do Presidente da República Afonso Pena, o Tribunal e a Seção da Justiça Federal passaram a funcionar na sede do Departamento do Alto- Purus, na Vila de Sena Madureira O Território do Acre é dividido em quatro Departamentos: Alto Acre, Alto Juruá, Alto Purus e Alto Tarauacá. A Justiça é reordenada com a criação de dois Tribunais de Apelação: o Tribunal de Apelação com sede em Sena Madureira e Jurisdição nas Prefeituras do Alto Acre e Alto Purus, e o Tribunal de Apelação com sede em Cruzeiro do Sul e Jurisdição nas Prefeituras do Alto Juruá e Tarauacá. Já a Seção da Justiça Federal ficou sediada na cidade de Rio Branco, capital do Departamento do Alto Acre. 2
3 1917 Os Tribunais de Apelação de Sena Madureira e de Cruzeiro do Sul são extintos pelo Presidente da República Wenceslau Braz Pereira Gomes. A Justiça do Território do Acre é novamente reordenada, com a redução dos dois Tribunais de Apelação para apenas um. Para sede deste foi designada a cidade de Rio Branco. Assim foi criado o terceiro Tribunal de Apelação com Jurisdição em todo território acreano e composto por três Desembargadores. Este Tribunal funcionou por 23 anos O Decreto-Lei nº 2.291, de 8 de junho de 1940, extingue o Tribunal de Apelação do Território do Acre e transfere para o Tribunal de Apelação do Distrito Federal (Rio de Janeiro) as atribuições antes inerentes ao Tribunal do Acre. Por conta disso, foi delegado aos Juízes de Direito do Território do Acre a prática de atos não decisórios. Todo o acervo administrativo e judicial da região foi remetido ao Rio de Janeiro, devidamente inventariado. Desaparecia assim o último Tribunal de Apelação do Território do Acre A organização judiciária passou a ser regulada por planos qüinqüenais. O primeiro foi instituído pelo Decreto-Lei Presidencial nº 6.163, de dezembro de 1943, que regulava a divisão administrativa e judiciária do Território Federal do Acre para o período de 1944 a O Deputado Federal Hugo Carneiro apresenta proposta de lei à Câmara Federal, defendendo a reinstalação do Tribunal de Apelação no Território do Acre. Hugo Carneiro era conhecedor das dificuldades do Poder Judiciário no Acre, pois no ano de 1915 ele havia sido Juiz Municipal do 1º Termo da Comarca de Tarauacá. Sua proposta fora aprovada na Câmara Federal, mas com a morte do Presidente Getúlio Vargas e as mudanças no cenário político nacional, o projeto caiu no esquecimento A precariedade dos serviços da Justiça em terras acreanas era produto da falta de recursos humanos, que sobrecarregava magistrados e servidores, além das péssimas condições físicas das instalações do Judiciário. Visando amenizar esses problemas, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios, com sede no Rio de Janeiro, lançou concurso para Juiz de Direito. Quanto às condições 3
4 de infra-estrutura, o Deputado Federal José Guiomard dos Santos conseguiu aprovar crédito orçamentário para a construção do Fórum da cidade de Rio Branco O Governador Abel Pinheiro, em maio de 1953, inicia a construção do prédio do Fórum da Comarca de Rio Branco (atual Palácio da Justiça) O Tribunal de Justiça do Distrito Federal instituiu comissão para visitar as Comarcas dos Territórios. Na oportunidade, a comissão presidida pelo Desembargador Mário Guimarães, do Estado da Guanabara, atestou as dificuldades para a execução da Justiça no Território Federal do Acre O Governador Valério Caldas entrega ao Poder Judiciário, em 15 de novembro, parte concluída do prédio do Fórum da Comarca de Rio Branco (atual Palácio da Justiça). é inaugurado Em 30 de abril de 1957, o prédio do Palácio da Justiça, em Rio Branco, 1958 Valério Caldas coroa a boa relação do Executivo com o Judiciário entregando a obra concluída do prédio do Palácio da Justiça de Feijó, inaugurado em 30 de abril de O Estado do Acre ganha sua autonomia político-administrativa por meio da Lei nº 4.070, de 15 de junho de No dia 15 de junho de 1963, instala-se o Tribunal de Justiça do Acre, que devolve à sociedade acreana a Justiça de 2ª Grau e garante o fortalecimento do Poder Judiciário no Estado. Presidentes do Tribunal de Justiça do Estado do Acre Des. Paulo Ithamar Teixeira ( ) Des. Mário Strano ( ) Des. Paulo Polly Nepomuceno ( ) 4
5 Des. Jorge Araken Faria da Silva ( / ) Des. Jáder Barros Eiras ( ) Des. Fernando de Oliveira Conde ( ) Des. Carlos Alves Cravo ( ) Des. Lourival Marques de Oliveira ( ) Des. Nielsen Gonçalves Mouta ( ) Des. Minervino Bezerra de Farias ( ) Des.ª Eva Evangelista de Araújo Souza ( ) Des. Wanderley Nonato de Oliveira ( ) Des. Lourival Alves da Silva ( ) Des.ª Miracele de Souza Lopes Borges ( ) Des. Eliezer Mattos Scherrer ( ) Des. Jersey Pacheco Nunes ( ) Des. Gercino José da Silva Filho ( ) Des. Francisco das Chagas Praça ( ) Des. Arquilau de Castro Melo ( ) Des. Ciro Facundo de Almeida ( ) Des. Samoel Martins Evangelista ( ) Des.ª Izaura Maia ( ) Des. Pedro Ranzi ( ) Fonte: TJAC 5
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