Ministério da Indústria, do Comércio e do Turismo
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- Beatriz Alvarenga Gentil
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1 Ministério da Indústria, do Comércio e do Turismo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial - INMETRO Portaria INMETRO n 234, de 22 de dezembro de O Presidente do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial - INMETRO, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista o disposto na alínea a do subitem 4.1 da Resolução CONMETRO n o 11, de 12 de outubro de 1988, Considerando que os termômetros clínicos de mercúrio em vidro com dispositivo de máxima, destinados a medir a temperatura do corpo humano, devem atender às especificações estabelecidas pelo INMETRO. Considerando que o Regulamento Técnico Metrológico, ora aprovado, foi elaborado em consonância com Recomendações Internacionais, levando-se em conta as condições das indústrias brasileiras, em ampla discussão com os fabricantes nacionais, importadores, entidades de classe e organismos nacionais interessados, resolve: Art. 1º Art. 2º Art. 3º Aprovar o Regulamento Técnico Metrológico que com esta baixa, estabelecendo as condições a que devem satisfazer os termômetros clínicos de mercúrio em vidro com dispositivo de máxima. Fixar em 180 (cento e oitenta) dias, o prazo para que os termômetros clínicos em utilização satisfaçam as exigências do presente Regulamento Técnico Metrológico. Esta Portaria entrará em vigor na data de sua publicação, revogando a Portaria INMETRO n o 239/1989 e quaisquer disposições em contrário. Arnaldo Pereira Ribeiro Presidente do INMETRO 1
2 REGULAMENTO TÉCNICO METROLÓGICO A QUE SE REFERE A PORTARIA INMETRO N O 234, DE 22 DE DEZEMBRO DE Objetivo e campo de aplicação 1.1 O objetivo do presente Regulamento Técnico Metrológico é estabelecer as condições a que devem satisfazer os termômetros designados como termômetros clínicos de mercúrio em vidro com dispositivo de máxima, destinados a medir a temperatura do corpo humano. 1.2 Este Regulamento Técnico Metrológico se aplica aos termômetros clínicos de escala externa com seção reta triangular ou circular e os de escala interna, de seção oval ou circular. 2. Definições 2.1 Dispositivo de máxima ou câmara de constrição: Estreitamento no capilar do termômetro que impede o retorno do mercúrio ao bulbo após o término do aquecimento. 2.2 Coluna residual de mercúrio: coluna de mercúrio existente no capilar acima da câmara de constrição. 2.3 Menisco: parte superior da coluna residual de mercúrio. 2.4 Lente de aumento: conformação do tubo capilar que possibilita a visão da imagem da coluna de mercúrio suficientemente ampliada. 2.5 Fundo opaco: faixa colorida existente na parede do tubo capilar, cuja finalidade é propiciar contraste. 2.6 Escala: Conjunto ordenado de marcas associado a uma numeração, para determinar os intervalos de temperatura. 2.7 Marcas de escala: traços perpendiculares ao capilar do termômetro, gravados na haste ou na placa porta-escala, correspondentes, cada um, a um valor determinado da temperatura. 2.8 Placa porta-escala: placa plana sobre a qual é traçada a escala, fixada longitudinalmene atrás do tubo capilar. 2.9 Tempo de resposta: tempo que decorre entre instante em que o termômetro é submetido a uma temperatura e o instante em que o termômetro indica e permanece no limite de tempo de 20 segundos. 3. Unidade de medida. 3.1 A unidade de temperatura é o grau Celsius de símbolo C. 4. Classificação 4.1 Quanto à construção: 5. Material a) de escala externa com seção reta triangular ou circular; b) de escala interna com seção reta oval ou circular. 5.1 O vidro utilizado no dispositivo de máxima,no tubo capilar e no bulbo, deve possuir resistência hidrolítica apropriada à fabricação dos termômetros clínicos, em conformidade com a Recomendação Internacional OIML R A placa porta-escala (dos termômetros de escala interna) deve ser fabricada em opalina, metal ou outro material que possua estabilidade dimensional equivalente. O material é considerado equivalente à opalina ou ao metal se apresenta estabilidade dimensional tal que I 1 - I 2 0,002 I 1. 2
3 6. Construção 6.1 As tensões no vidro do bulbo e do capilar devem ser baixas, de modo a não permitir sua quebra devido a choques térmicos ou mecânicos. 6.2 O vidro do bulbo deve ser estabilizado através de tratamento térmico adequado. 6.3 A legibilidade das gravações não deve ser prejudicada pela devitrificação e embaçamento. 6.4 A imagem do menisco deve ser tão pouco distorcida quanto possível, devido a defeitos ou impurezas no vidro. 6.5 Podem ser utilizadas as colorações azul e vermelha na extremidade superior para identificação dos termômetros basal e retal respectivamente. 6.6 O tubo capilar deve ser de vidro incolor com fundo opaco nos termômetros de escala interna, podendo ter ou não, fundo opaco nos de escala externa e deve possuir a parede interna lisa e paralela ao eixo do termômetro. 6.7 O diâmetro interno do tubo capilar não deve variar mais que 10% em relação ao diâmetro médio. 6.8 Quando o termômetro for lentamente aquecido a coluna de mercúrio deve subir com movimento contínuo, sem saltos apreciáveis. 6.9 A extremidade superior do termômetro pode ter um acabamento arredondado ou plano, com ou sem terminal plástico, para facilitar a sua utilização O mercúrio utilizado no termômetro deve ser suficientemente puro e seco O tubo invólucro do termômetro de escala interna não pode conter qualquer impureza e deve ser isento de umidade no seu interior A placa porta-escala deve ser firmemente fixada por trás do capilar, de modo a impedir seu deslocamento. A posição da placa deve ser referenciada por uma marca indelével sobre o tubo invólucro, ao nível de uma das marcas numeradas da escala O tubo capilar e a placa porta-escala são envolvidos por um tubo estanque transparente soldado ao bulbo, formando um invólucro de proteção Os termômetros clínicos observarão as seguintes especificações dimensionais: a) comprimento total: de 95mm a 150 mm; b) comprimento do bulbo: de 6,3mm a 20 mm; c) comprimento mínimo da escala: 35mm; d) diâmetro da haste: de 3,0 mm a 7,6 mm, ou do tubo invólucro: de 5,5mm a 20mm; e) diâmetro externo do bulbo: de 2,0mm a 5,5mm As dimensões limites poderão variar conforme o tipo do termômetro, e serão definidas quando se efetuar a aprovação do modelo, de acordo com os limites estabelecidos no subitem A coluna de mercúrio e a escala devem ser claramente bem visíveis simultaneamente Quando um termômetro à temperatura t 1 (15 C t 1 30 C) for imerso num banho de água com temperatura constante t 2 (35,5 C t 2 42 C), sendo retirado após 20 segundos, a indicação do termômetro, após seu resfriamento à temperatura ambiente (15 C a 30 C) deve respeitar os erros máximos permitidos do subitem 9.1 e não deve divergir da indicação estabelecida para a temperatura t 2, mais que 0,005(t 2 - t 1 ) Após o termômetro ter sido aquecido a uma temperatura mínima de 37 C e depois resfriado a uma temperatura abaixo do menor valor da escala, a coluna de mercúrio deve descer abaixo do menor traço numerado quando o mercúrio na base do bulbo 3
4 7. Escala for submetido a uma aceleração de 600 m/s². 7.1 A escala dos termômetros clínicos deve ser 35,5 C e 42 C, com menor divisão de 0,1 C A escala dos termômetros clínicos de temperatura basal deve ser de 36 C a 38 C com menor divisão de 0,05 C. 7.2 As marcas correspondentes a um número inteiro de graus devem ter comprimento longo, e ser numeradas. 7.3 As marcas correspondentes a 0,5 C devem ter comprimento longo ou médio. 7.4 As marcas correspondentes a menor divisão, excetuadas aquelas referidas nos subitens 7.2 e 7.3, devem ter comprimento curto. 7.5 As marcas da escala devem ser nítidas, retas com distanciamento uniforme entre si e espessura não superior a 0,2 (dois décimos) vezes o intervalo entre duas marcas consecutivas da escala. 7.6 A escala deve ser nítida e uniforme, devendo ser gravada ou impressa de forma clara e indelével. 7.7 A marcação da temperatura 37 C, correspondente à temperatura convencionada como normal do corpo humano, pode se diferenciar das demais, seja pela cor, pela dimensão dos algarismos, ou por uma seta indicando o ponto. 7.8 Marcação da escala nos termômetros de escala externa, deve ser feita nos lados adjacentes ao vértice por onde passa a lente de aumento. 8. Inscrições 8.1 As seguintes inscrições devem ser gravadas ou impressas de forma indelével sobre a haste do termômetro de escala externa, ou sobre a placa porta-escala do termômetro de escala interna. a) marca ou nome do fabricante; b) país de origem; c) tipo do termômetro quando utilizado para finalidades especiais; d) C; e) identificação do lote de fabricação e/ou marca de verificação Mesmo quando forem utilizadas as colorações azul e vermelha na extremidade superior para identificação dos termômetros basal e retal respectivamente, deve-se observar a exigência do subitem 8.1c. 8.2 São permitidas outras inscrições desde que não induzam os usuários a erro. 9. Erros máximos permitidos 9.1 O erro máximo permitido em qualquer ponto da escala do termômetro é de +0,1 C e - 0,15 C Estes valores são válidos para indicações de termômetros após seu resfriamento à temperatura ambiente de 15 C a 30 C. 10. Controle metrológico 10.1 Cada modelo de termômetro clínico deve ser submetido ao INMETRO para aprovação O interessado ou seu representante legal deve encaminhar ao INMETRO requerimento solicitando a aprovação de modelo, acompanhado de memorial descritivo com detalhamento do princípio de funcionamento do termômetro clínico, 4
5 materiais empregados e desenhos elucidativos Toda documentação, bem como desenhos e inscrições dos protótipos devem ser apresentados em conformidade com a legislação brasileira em vigor, escritos em português Para apreciação técnica do modelo devem ser apresentados 10 (dez) protótipos de cada modelo A apreciação técnica do modelo consiste no exame dos protótipos de acordo com este Regulamento A apreciação técnica de modelos consiste das seguintes etapas principais: exame da documentação, exame preliminar e ensaio dos protótipos Exame da documentação: verifica-se se a documentação apresentada está completa e de acordo com a exigida, se a memória descritiva do modelo esclarece e define as características construtivas e metrológicas, especificações técnicas e operacionais Exame preliminar: verifica-se se o modelo foi fabricado de acordo com todos os itens deste Regulamento, em exames visuais e ensaios rápidos, tais como: aspectos de construção; escala; inscrições; comprovação da não ocorrência de fissuras, fratura, oxidação do mercúrio, separação da coluna de mercúrio ou qualquer outro defeito que possa comprometer o funcionamento do termômetro clínico Os ensaios dos protótipos consistem de: a) ensaio dimensional: verifica-se a conformidade das dimensões dos termômetros com as especificadas no subitem 6.14 deste Regulamento; b) ensaio de temperatura: verifica-se nos pontos 37 C e 41 C da escala, observando que a indicação não ultrapasse os erros máximos permitidos previstos no subitem 9.1; no caso do termômetro basal são verificados os pontos 36 C e 37,5 C; c) ensaio de tempo de resposta: verifica-se se a indicação do termômetro não ultrapassa os erros máximos permitidos no subitem 9.1, observando-se as condições previstas no subitem 6.17; d) ensaio de facilidade de reposição da coluna de mercúrio: verifica-se se o menisco da coluna de mercúrio desce abaixo da primeira marca numerada da escala observando-se as condições previstas no subitem Todo termômetro clínico, antes de ser comercializado, deve ser submetido à verificação inicial É de responsabilidade do fabricante ou do importador a apresentação do termômetro clínico para verificação inicial, em local apropriado, designado pelo INMETRO O fabricante deve colocar à disposição do INMETRO os meios adequados para realização da verificação inicial A verificação inicial compreende os ensaios previstos nos subitens e alíneas b e d Os termômetros utilizados pelos fabricantes ou importadores como padrões devem ser calibrados pelo INMETRO em intervalos de tempo não superiores a 2 (dois) anos A critério do INMETRO, a verificação inicial poderá ser efetuada sobre todos os termômetros clínicos ou ser adotado método estatístico, conforme plano de amostragem constante do Anexo A deste Regulamento. 11. Disposições gerais 11.1 Os fabricantes e os importadores de termômetros clíncios, objeto deste Regulamento, devem solicitar ao INMETRO a aprovação dos modelos de seus instrumentos Os termômetros clínicos fabricados e importados devem obedecer a todas as 5
6 exigências constantes deste Regulamento Para efeito do presente Regulamento, o importador assemelha-se ao fabricante. 12. Plano de amostragem a ser utilizado na verificação inicial de termômetros clínicos Anexo A. Anexo A 1. Objetivo Plano de amostragem a ser utilizado na verificação inicial de termômetros clínicos 1.1 Estabelecer plano de amostragem para a realização da verificação inicial de termômetros clínicos. 2. Definições 2. 1Lote de verificação: quantidade de peças, pertencentes a um ou mais lotes completos de fabricação, apresentadas e que devem ser verificadas de acordo com os requisitos estabelecidos neste Anexo I. 3. Plano de amostragem 3.1 Conforme as tabelas 1 e 2 deste anexo A. a) NQA - Nível de qualidade aceitável; b) Ac - Número de aceitação. Número de peças defeituosas (ou falhas) que ainda permite aceitar o lote; c) Re - número de rejeição. Número de peças defeituosas (ou falhas) que implica na rejeição do lote. 3.2 Nível geral de inspeção II. 3.3 Tipo de inspeção: severa, amostragem simples, NQA=0,40 para os erros estabelecidos no item 9 do Anexo I e NQA=2,5 para os demais ensaios. 3.4 Critérios de aprovação e reprovação Se o número de defeituosos encontrados na primeira amostra for maior que o Número de Rejeição (Re) estabelecido reprova-se o lote, inutilizando-se todos os termômetros deste lote ou a critério do fabricante/importador procedendo-se à verificação individual Se o número de defeituosos encontrados na primeira amostra for igual ao Número de Rejeição (Re) estabelecido, rejeita-se a amostra, repetindo-se os ensaios com nova amostra Se esta segunda amostra for rejeitada (número de defeituosos igual ou maior que o Número de Rejeição (Re) estabelecido) reprova-se o lote, inutilizando-se, conseqüentemente, todos os termômetros deste lote, adotando-se os procedimentos descritos em A inutilização dos lotes ou termômetros rejeitados deve ser feita pelo fabricante/importador na presença de um representante do INMETRO mediante Termo de Inutilização, respeitando-se todas as Normas Governamentais pertinentes à segurança individual e do meio ambiente. 6
7 Anexo A - Plano de inspeção Tabela 1 Lote ou tamanho do lote Nível geral de inspeção - II 2 a 8 A 9 a 15 B 16 a 25 C 26 a 50 D 51 a 90 E 91 a 150 F 151 a 280 G 281 a 500 H 501 a 1200 J 1201 a 3200 K 3201 a L a M a N a P para mais Q Tabela 2 Codificação do tamanho da amostra Tamanho da amostra A B C D E F G H J K L M N P Q NQA Ac ,40 Re NQA Ac ,5 Re NQA - Nível de qualidade aceitável Ac- Número de aceitação Re - Número de rejeição 7
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Figura 1 - Linga Simples Gancho Corrediço Figura 3 Gancho Corrediço Sapatilha Figura 2 - Linga com Gancho Figura 4 - Sapatilha - medidas em milímetros - tolerância de 5% AGOSTO/2003 DIS/DEND Volume Especial
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ET-761/2006 R-01 ABRAÇADEIRAS DE NYLON
ET-76/2006 R-0 DOCUMENTO NORMATIVO ET-76 I Í N D I C E OBJETIVO... 2 NORMAS COMPLEMENTARES... 3 CONDIÇÕES GERAIS... 3. IDENTIFICAÇÃO... 3.2 CAMPO DE APLICAÇÃO... 4 CARATERÍSTICAS DO MATERIAL EMPREGADO...
Cabeçotes para vara de manobra
1. OBJETIVO Esta NTC tem por objetivo estabelecer as características mínimas exigíveis dos cabeçotes adaptáveis às varas de manobra utilizados nos trabalhos de manutenção de redes de distribuição. 2. DEFINIÇÃO
Conjunto de aterramento temporário para redes de até 35kV tipo sela
1 OBJETIVO Esta especificação tem por finalidade estabelecer as características mínimas exigíveis para o conjunto de aterramento temporário tipo sela utilizado nos trabalhos em redes de distribuição. 2
Cabeçotes para vara de manobra
1. OBJETIVO Esta NTC tem por objetivo estabelecer as características mínimas exigíveis dos cabeçotes adaptáveis às varas de manobra utilizados nos trabalhos de manutenção de redes de distribuição. 2. DEFINIÇÃO
Portaria Inmetro nº 149, de 24 de março de 2011.
Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria Inmetro nº 149, de 24
MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO - MICT
MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO - MICT INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria INMETRO/DIMEL n 163 de 19 de outubro de 1995. O Diretor
MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC
MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria INMETRO/DIMEL/ Nº 129, de 06 de agosto de 2003.
Qn (m³/h) DN Comprimento (mm) Classe Metrológica 1,5 15 / / 110 A (V) 2,5 15 / / 110 A (V)
MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria INMETRO/DIMEL/Nº 096, de 18 de abril de 2007.
MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC
MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria INMETRO/DIMEL Nº 168, de 24 de setembro de 2002.
Portaria Inmetro/Dimel n.º 0194, de 22 de outubro de 2012.
Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA - INMETRO Portaria Inmetro/Dimel n.º 0194, de 22 de outubro
MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO
MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO Portaria n.º 175, de 19 de outubro de 2004. O PRESIDENTE
CAIXA PADRÃO DAE PARA HIDRÔMETROS
CAIXA PADRÃO DAE PARA HIDRÔMETROS ETM 007 VERSÃO 2 Jundiaí 2014 ETM-007 Sumário 1 Objetivo...2 2 Referências normativas...2 3 Definições...2 4 Requisitos gerais...2 Requisitos da caixa padrão DAE S/A para
Esporas para escalada de postes de concreto tipo duplo T
1. OBJETIVO NTC 890210 Esta especificação tem por finalidade estabelecer as características mínimas exigíveis para esporas para poste de concreto utilizadas nos trabalhos em redes de distribuição. 2. NORMAS
MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC
MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria INMETRO/DIMEL n.º 086, de 28 de março de 2007.
DIRETORIA GERAL NÚMERO EEM TECNOLOGIA FOLHA 1/23 ESPECIFICAÇÃO DE EMBALAGEM REV DATA 03-27/01/05
TECNOLOGIA FOLHA 1/23 ÍNDICE DE REVISÕES REVISÃO DATA MOTIVO/DESCRIÇÃO 00 18/03/97 EMISSÃO ORIGINAL. 01 15/08/01 ALT. NO EMITENTE; EXCL. DO CARIMBO ESPECIFICAÇÃO SOB CONSIDERAÇÃO; ALT. ITEM 5 GARANTIA
