O NOÛS PLATÔNICO: O CONHECIMENTO
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- Iasmin Sequeira Carlos
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1 O NOÛS PLATÔNICO: O CONHECIMENTO José Beluci Caporalini 1 RESUMO: Neste artigo, parte de uma pesquisa em andamento, procura-se discutir alguns aspectos relacionados à epistemologia platônica, a saber, a uso do noûs em seu pensamento. Para isto, começa-se apresentando alguns antecedentes da doutrina platônica, como o noûs anaxagórico. Então, examinando-se alguns de seus principais diálogos, apresentam-se características da sua dialética, pela qual Platão procura solucionar teoricamente o problema do Uno e do Múltiplo. Platão busca com o noûs chegar ao ápice da racionalidade, do inteligível, à Ideia, mas se depara com problemas gigantescos. As coisas sensíveis têm ser? Não e Platão procura-o alhures, nas Ideias, que não são acessíveis ao conhecimento humano direto. Contudo, esse entre fosso sensível e inteligível não resolve; ao contrário, cria mais problemas. Deste modo, o filósofo titubeia e apela ao mito. Entretanto, é possível separar onde começa o mito e termina o logos em sua epistemologia? Caso contrário, trata-se verdadeiramente de se chegar ao máximo do conhecimento através do noûs, do logos? A quais resultados pode-se chegar? Como fica esta questão? Como é que ele a resolve? No que se segue procura-se verificar alguns dos passos de Platão nesta íngreme caminhada epistemológica. PALAVRAS-CHAVE: Logos; Mito; Noûs; Metafísica. 1. INTRODUÇÃO O trabalho a seguir é fruto parcial das pesquisas feitas anteriormente pelo Autor do mesmo sobre o relacionamento da presença do mito no lógos, no pensamento de Platão. O objetivo deste artigo é o de examinar e expor concisamente como é, afinal, que o filósofo pôde chegar a estas conclusões e como é que Platão elaborou o seu método dialético, o seu uso máximo do noûs, inteligência ou intelecto. Platão afirma que a realidade é conhecida pela mente, pelo noûs e que o pensamento revela a estrutura do ser. Ou seja, o logos, o pensamento, apreende e pensa o ser, o real é inteligível, isto é, pensável racionalmente. Há a realidade sensível em que tudo passa, muda, cambia é incognoscível é e não é, por isto, não pode ser conhecida pela razão e inteligência, pelo noûs, (Crátilo, 439c- 440ª; Fil. 59ª-b.) Há também outra realidade cognoscível, mas em um mundo superior que independe da experiência sensorial. Platão, pois, distingue entre o conhecimento sensível, fundamentado na opinião e incapaz de ciência e o conhecimento intelectual que é científico. O primeiro é conhecimento do particular e mutável e o segundo do universal e imutável. O conhecimento sensível tem por fundamento a aparência, o mundo material, que é múltiplo e mutável; já o conhecimento intelectual não; tem por fundamento o universal, o absoluto, o necessário, o imutável, a Ideia que é a razão última da inteligibilidade do mundo sensível. Este ora imita a Ideia (Fedro 250 a 251c; Timeu, 28ss), ora dela participa, (Banquete 211b; Fédon 100d-78c.) Todo o mundo sensível, é 1 Prof. do Departamento de Filosofia Antiga da Universidade Estadual de Maringá, PR. [email protected]
2 ISBN incompreensível, relativo; o inteligível, imutável, absoluto. Neste somente é possível a ciência, mas só o filósofo é que propriamente a pode ter, pois só ele capta a Ideia, ou seja, a verdade última. Quanto ao homem que não filosofa, a maioria, por viver sob o comando dos sentidos, da opinião, não consegue chegar ao verdadeiro conhecimento. É prisioneiro dos sentidos, da ignorância, conforme Platão expõe na analogia mítica da caverna em a República, VII. Quais são as consequências advindas desta concepção epistemológica platônica? Platão identifica o interior da caverna (República, VII), com o mundo sensível, com a opinião, crença ingênua, porém provisória, em face do conhecimento verdadeiro. O mundo externo à caverna é o mundo inteligível, da ciência, das Ideias. Assim sendo, a epistemologia platônica, o noûs platônico, explica o ser, todavia, perde o ente, pois aquele ser procurado pelos pré-socráticos não se encontra aqui no mundo sensível, mas fora, no mundo inteligível, nas Ideias no mundo ultrassensível, que Platão chama de Hiperurânio ou mundo das Ideias, (KIRK, RAVEN e SCHOFIELD, 1987, Parte I; SPINELLI, 2003); cf. PETERS, 1983, p. 150ss. Para Platão o uso do noûs ao máximo, a dialética, é a atividade mais nobre à qual o homem pode se entregar, (Rep. VII 521,532ª-535b), pois possibilita ao filósofo alcançar os limites últimos do inteligível ao conseguir o cume mais alto do conhecimento ao qual pode aspirar, a saber, as Ideias. Através da dialética o filósofo, passa do múltiplo ao uno, do contingente ao necessário, do particular ao comum, do móvel ao imutável, das aparências da caverna à realidade, das imagens à verdade ontológica máxima, que é a Ideia de Bem. Com a dialética e o noûs Platão eleva essa semente, que de certa forma já se encontra dentro da teoria pré-socrática e que expressa a procura dos antigos filósofos em sua investigação por uma ordem racional observável nos fenômenos naturais, desvencilhando-se dos elementos sobrenaturais, (MORGAN, 2000, Caps. II, III, p ) Mas há dificuldades na teoria platônica do conhecimento, como podem ser vistas nas três imagens ou analogias míticas do Sol ou luz, Rep. VI, 505ª-509b, da linha dividida em segmentos, Rep. VI 509d-511e, e a da Caverna, Rep. VII, 514ª-521b; 531c-535ª, respectivamente. Estas analogias míticas mostram quanto Platão não confia nos sentidos, porque o homem jaz nas sombras da opinião deixando-o longe da verdade, Ideia. Daí, pois, que se possa perguntar: qual é o ser das coisas? Na verdade elas não o têm; quase que não servem a Platão em sua procura pelo ser último. No entanto se assim é aonde procurá-lo? O ser verdadeiro está nas Ideias, como se pode ver pela analogia mítica da Caverna. Entretanto estas não são acessíveis ao conhecimento humano direto porque não se encontram no mundo. Platão afirma que apesar disto há um certo conhecimento delas, pois estão dentro do homem, e que isto lhe possibilita conhecer as coisas. Como? É aqui que Platão parece claudicar e apela para o mito para desmaio de vários comentadores? Cf. Bibliografia, especialmente (MORGAN, 2000, BRISSON, 2005, PARTENIE, 2009.) Ele transforma a razão e a inteligência, o noûs, em auxiliares do mito, no caso, ao utilizar a reminiscência, que serve para excitar a recordação do que a alma percebeu na existência anterior, junto às Ideias, (Fedro, 246ª, 247c, 250ª; Rep. X, 614ª.) A conquista do conhecimento, como se poderia esperar, não é fruto apenas da razão, do logos e da inteligência, do noûs, mas também do mito, do mythos, pois como afirma o filósofo de Atenas, aprender não é senão recordar, (Fédon, 76ª.) O homem já nasce sabendo ; apenas tem que se recordar do que a sua alma contemplara previamente no mundo das Ideias. Assim é porque, para Platão, as coisas, em si mesmas só são acessíveis à alma quando captadas por um sentido independente do corpo, (Fédon 66e), pois antes de se encarnar em um corpo a alma humana, independentemente do corpo, já era dotada de entendimento, (Fédon, 76c.)
3 No Fédon, a anamnesis resvala de repente para o nível da episteme (...) e aquilo que é recordado não são os pormenores de uma outra vida mas um conhecimento das Formas (eide). A psyche é a faculdade na qual conhecemos os eide (Fédon 78b-79b), como eles imortal, imaterial e invisível, (PETERS, 1983, p. 203.) (...) a alma unitiva do Fédon é sugerida por considerações epistemológicas. Dado que a psyche do Fédon é evidentemente o logistikon dos diálogos posteriores, podemos integrar as suas funções e vê-la como a arché cognitiva de uma dianoia não sensorial, (Fédon 79ª, Sofista 248ª, id., ib.) Deste modo o racionalismo platônico, que procura conhecer todos os meandros da realidade; que esta é conhecida pela mente, pelo noûs, que o pensamento revela a estrutura do ser isto, é, o logos, o pensamento; que este apreende o ser, pensa o ser, já que o real é inteligível, uma vez que é pensável racionalmente, termina por desembocar em caminhos irracionalistas, quais os do mito. Deste modo pode-se dizer que o mito se vinga e, como fica claro pelo mito da carruagem alada, (Fedro, 246ª, 250ª; cf. Rep. X, 614ª) isto porque é praticamente impossível separar onde começa o mito e termina o logos no pensamento platônico. Em outras palavras, o mito é inserido no logos; ele não mais é usado, nem é apenas útil, como afirma Brisson (BRISSON, 2005, Parte II, Cap. II, p. 157.) O mito não é excluído nem mesmo desde o ponto de vista teórico e, em algumas circunstâncias o discurso lógico platônico apresenta aspectos que se assemelham ao mito, (BRISSON, 2005, p. 120.) O mito se torna mito filosófico, nas palavras de (Kathryn A. Morgan, 2000, Cap. 08, p ). Consequência: ao contrário do que se poderia esperar o noûs sozinho, não é levado ao máximo, como Platão queria que Anaxágoras tivesse feito, (Fédon, 97ª; 97bd; 98bc; Crátilo, 400ª; 409b.) Platão necessita do mito para que o conhecimento, o noûs, se dê em plenitude em sua epistemologia. Na verdade, o nou~v, nôus, platônico o conhecimento, a inteligência, explicitamente, todo o sistema da teoria das Ideias platônicas, existe porque se fundamenta na imortalidade da alma. E esta se fundamenta no mythos da carruagem alada, (Fedro, 246ª, 250ª.) Isto quer dizer que todo o arcabouço lógico platônico repousa na teoria mythos-lógos, sem a qual fica difícil entender parte substancial da dialética do grande filósofo. Ou, nas palavras do próprio Platão: Se de fato existem coisas como essas, um Belo, um Bem e toda espécie de realidade afim, se é esta que tomamos como ponto de referência de tudo o que os sentidos nos transmitem e a ela reportamos os dados recebidos, em virtude de a redescobrirmos como coisa anterior e nossa, forçosamente então, na medida em que tais realidades existem, assim também a nossa psychê existia antes de nascermos. Caso contrário, este nosso argumento cairá pela base. É igual a necessidade de existência de todas essas realidades e das nossas psychaí antes do nascimento e que, a não se verificar uma, não se verifica a outra, (Fédon, 76e.) (Sic; sublinhado do Autor deste artigo.) Concluindo: isto quer dizer que Platão mesmo concorda em que não existe outra opção senão a de admitir ou rechaçar conjuntamente a existência das Ideias e a reminiscência, (NICHELE PAULO, 1996, p. 108.) Ou, em outras palavras, a dialética platônica necessariamente depende de sua teoria do mito e este vai unido essencialmente àquela.
4 2. MATERIAL E MÉTODOS Foram utilizados para este trabalho os livros constantes em a Bibliografia citada no texto e a que se consta abaixo, especialmente (Luc BRISSON, Platón, las palabras y los mitos, 2005 e Kathryn A. MORGAN, Myth and philosophy, from the pré-socratics to Plato, 2000). Quanto à metodologia utilizada esta constou de uma rigorosa análise e interpretação destes textos, bem como de outros já mencionados. Após cotejamento com a opinião de muitos outros autores chegou-se à conclusão que estes dois autores respectivos têm os achados mais profundos e mesmo ousados, especialmente o livro de Kathryn A. Morgan. 3. RESULTADOS E DISCUSSÃO Vários estudos têm enfatizado ideias díspares sobre a presença do mito em Platão, indo da sua não aceitação radical a um ignorá-lo ou, então, diminuírem e até desfigurarem o seu papel relevante no pensamento metafísico e epistemológico do filósofo grego. Os resultados parciais, como já se disse, que aqui o Autor deste trabalho procura expor são de natureza diversa, tendo as implicações e achados da maioria destes pesquisadores em mente, mas não os seguindo; ao contrário, não poucas vezes expondo resultados bem diversos. 4. CONCLUSÃO O que deseja Platão? Fundamentar o conhecimento em bases seguras, não provisórias. Os sentidos não lhe propiciam tal conhecimento, uma vez que se baseiam nos objetos sensíveis e destes não se tem conhecimento propriamente. O que faz Platão? Procura o fundamente do conhecimento em outras bases seguras, que não deixam lugar a dúvida. Se os órgãos dos sentidos não lhe facultam o conhecimento verdadeiro ele conclui que o conhecimento intelectual sim lhe dá o tipo de fundamento epistemológico que procura e que está na Ideia. Esta não é conhecida diretamente e, então, Platão apela para o mito dizendo que de certa forma já possuímos o conhecimento destas Ideias e, assim apela para o mito como verdadeiro fundamento do conhecimento. Para isto ele insere o mito no logos tornando este o mito filosófico, ou mito bem caracteristicamente platônico. 5. REFERÊNCIAS BRISSON, Luc. Platón, las palabras y los mitos. Cómo y por qué Platón dio nombre al mito? Traducción de José María Zamora Calvo. Madrid: Abada Editores, Lecturas de Filosofía. & PRADEAU, Jean-François. Vocabulário de Platão. Trad. de Claudia Berliner. São Paulo: WMF Martins Fontes, MORGAN, Kathryn A. Myth and philosophy, from the pré-socratics to Plato. Cambridge: Cambridge University Press, KIRK, C. S., RAVEN, J. E., SCHOFIELD, M. Los filósofos presocráticos. Historia crítica con selección de textos. Traducción de Jesús García Fernández. 2. Ed. Madrid: Gredos, 1970, 1987 (Biblioteca Hispánica de Filosofía, 63).
5 NICHELE PAULO, Margarida. Indagação sobre a imortalidade da alma em Platão. Porto Alegre: EDIPUCRS, (Coleção FILOSOFIA 39) PARTENIE, Catalin. (Ed.). Plato s myths. Cambridge: Cambridge University Press, PETERS, F. E. Termos filosóficos gregos: um léxico histórico. Trad. de Beatriz Rodrigues Barbosa. 2. ed. Lisboa: Calouste PLATONE: tutte le opere. Premesse, traduzioni e note di Umberto Bultrighini et al. Edizioni integrali con texto greco a fronte. Milano: Ensobook della Cartiera di Anjala, PLATÃO. República (ou da justiça). Trad. Edson Bini. Bauru: EDIPRO, (Clássicos Edipro) SPINELLI, Miguel. Filósofos pré-socráticos. Primeiros mestres da filosofia e da iência grega. 2.ed. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2003.
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