Análise Ciclo de Vida Relatório Corksorb
|
|
|
- Aline Campos Castel-Branco
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Análise Ciclo de Vida Relatório Corksorb Maio 2013
2 Índice 1. Âmbito Informação sobre o produto Análise ciclo de vida Abordagem Unidade funcional Qualidade dos dados Fronteiras do sistema... 5 Fase A1-A Critério de exclusão de inputs e outputs Outras considerações gerais... 6 Atividades de manutenção e industriais... 6 Transporte rodoviário... 6 Sumidouro de carbono... 6 Produtos Informação sobre o processo produtivo... 7 Fase A1-A Entradas do processo... 7 Consumo de energia e água... 8 Saídas do processo... 8 Produção de efluentes... 9 Emissões atmosféricas Resultados da análise ciclo de vida Interpretação Aquecimento global Potencial de depleção da camada do ozono estratosférica Potencial de acidificação do solo e da água Potencial de eutrofização Potencial de formação do ozono troposférico Potencial de depleção para os recursos abióticos não fósseis (ADP elementos) e fósseis (ADP combustíveis fósseis) Anexos
3 1. Âmbito No âmbito do projeto Carbon Footprint Label promovido pela Associação para a Competitividade da Indústria da Fileira Florestal (AIFF) foi realizada a análise ciclo de vida (ACV) para o produto corksorb, produzido para a Amorim Isolamentos. Esta análise teve como o objetivo de fornecer à indústria de base florestal e aos principais mercados consumidores informação relevante e quantificada sobre a pegada de carbono dos produtos de base florestal. O presente relatório foi elaborado com base na norma 15804:2012 e nas regras da categoria de produto do IBU Institute Construction and Environment e.v, e descreve a metodologia, pressupostos e resultados da ACV. 2. Informação sobre o produto Barreiras marítimas absorventes com cortiça para controlo e absorção de derrames. Absorvem óleos, hidrocarbonetos e NÃO absorvem água 3. Análise ciclo de vida Uma Análise de Ciclo de Vida (ACV) corresponde à compilação e avaliação de inputs, outputs e impactes potenciais ao nível ambiental de um determinado produto ao longo do seu ciclo de vida: 3
4 A prática de ACV segue atualmente um conjunto de orientações processuais internacionais estabelecidas em normas ISO e outros standards, que descrevem as opções para o desenvolvimento de uma análise de ciclo de vida, sendo a sua utilização a garantia de credibilidade deste tipo de estudos. O presente modelo de ACV foi construído de acordo com normas da série ISO 14040: 2006 Environmental management Life Cycle assessment Principles and Framework, ISO 14044:2006 Environmental management Life Cycle assessment Requirements and guidelines, utilizando o TEAM. Foram ainda consideradas as seguintes normas durante a realização da ACV: ISO 14025: Environmental labels and declarations - Type III environmental declarations - Principles and procedures EN 15804:2011 Sustainability of construction works Environmental product declarations - Core rules for the product category of construction products Modelo de EPD Portuguesa, versão draft A ACV foi conduzida com a utilização de ferramentas informáticas específicas de Análise de Ciclo de Vida, complementadas com o uso de excel para cálculos adicionais. De entre as soluções utilizadas, destaca-se o software TEAM 4.0, com a base de dados Ecoinvent versão 2, 2002, da Swiss Centre for Life Cycle Inventories. Foi ainda utilizado o software Wisard para recolher a informação sobre o fim de vida dos produtos Artcomfort e Fastconnect (destino final: incineração na Alemanha). Ambos os softwares foram desenvolvidos pela Ecobilan PwC França Abordagem Das abordagens possíveis a considerar numa ACV, foi considerada a abordagem Berço ao portão com opções, que no caso do corksorb, inclui as etapas de extração das matérias-primas e a produção 3.2. Unidade funcional A unidade escolhida para a ACV do corksorb foi m devido as características do produto. 1 m corresponde a 2,05 kg de matéria-prima (cortiça) por m. Composição Espessura 98,7% cortiça 1,3% (rede poliamida, tecido polipropileno, anéis/mosquetões em aço inoxidável Diâmetro: 20 cm Comprimento: 6m 4
5 3.3. Qualidade dos dados A informação sobre os inputs e outputs do processo de produção do corksorb foi recolhida através de um questionário, aplicado a um responsável da Amorim Isolamentos. A informação recolhida no ficheiro é referente ao ano de produção de Os dados genéricos, existentes na base de dados Ecoinvent 2.0 e DEAM datam menos de 8 anos Fronteiras do sistema Na abordagem Berço ao portão com opções foram consideradas as seguintes fases: Fase A1-A3 Etapa de produção: Inclui a fase de produção de todos os produtos e químicos utilizados no produto, o sequestro de carbono da matéria-prima (cortiça); a fase de transporte desde dos locais de produção dos produtos e químicos até à unidade da Amorim; a fase de produção do corksorb. Fase A1-A3 A figura 1 representa a etapa de produção do corksorb. 5
6 O processo produtivo do corksorb inicia-se com a produção do granulado de cortiça, pela trituração (granulação) de cortiça falca. O granulado de cortiça obtido é armazenado em silos, sendo posteriormente doseado na alimentação aos autoclaves, onde simultaneamente é injetado vapor de água sobreaquecido a 370ºC. Durante cerca de 20 minutos dá-se a expansão da cortiça no interior dos autoclaves, dando origem à aglomeração e produção de blocos de cortiça expandida. Os blocos são de seguida arrefecidos, ficando em repouso/estabilização durante um período igual ou superior a 1 semana. Posteriormente, os blocos são retificados/esquadriados, e serrados em placas de várias espessuras (acabamentos). Nesta fase são produzidas as aparas e pó de cortiça, que segue para a produção do corksorb. Apenas o regranulado de 0,5-3 mm apresenta as características necessárias para produzir o corksorb, sendo que a seleção é feita através da peneiração. - Na produção do corksorb existe consumo de energia elétrica, comprada externamente. Nota: Foi atualizado o módulo correspondente à energia elétrica existente no software TEAM, da base dados da Ecoinvent, com os dados de 2011 disponibilizados no site da ERSE, referente à EDP Serviço Universal - É ainda consumido vapor de água produzido no gerador de vapor, que utiliza a energia térmica produzida na própria unidade através da queima de pó de cortiça do processo. Nota: Foi necessário recorrer ao fator de conversão poder calorifico inferior, fornecido pela Amorim Isolamentos, para determinar a energia produzida. Foram ainda contabilizadas as emissões de CO2 resultantes da queima da cortiça. - No processo produtivo existe também consumo de água na produção de vapor e no arrefecimento do bloco. A produção de águas residuais no processo não é significativa uma vez que grande parte da água consumida é transformada em vapor. - A produção de resíduos foi também tida em conta em cada fase de produção, tendo sido considerado apenas o transporte até ao destinatário final. No final o produto é embalado através de um processo manual, recorrendo ao embalamento do regranulado num pano de polipropileno, rede poliamida e argola/mosquetões em aço inoxidável Critério de exclusão de inputs e outputs O critério de exclusão de entradas e saídas da ACV aceita a exclusão de 1% do total de energia consumida e de 1% de massa total de entradas, para cada processo unitário. Neste modelo não foi efetuada nenhuma exclusão, tendo sido, sempre que possível, realizada uma aproximação ao produto utilizado Outras considerações gerais Atividades de manutenção e industriais Não foram consideradas na ACV os consumos de materiais utilizados nas atividades de manutenção das máquinas utilizadas no processo, nem os consumos de energia elétrica e consumo de água resultantes das atividades administrativas. Os dados recolhidos focam apenas o consumo associado à produção direta do corksorb. Transporte rodoviário O transporte rodoviário considera o módulo existente no TEAM, existente na base de dados Ecoinvent, sendo as variáveis utilizadas a carga transportada, a carga máxima do veículo pesado, a carga real transportada, o consumo do veículo utilizado, a distância percorrida e se o veículo realiza uma viagem de volta vazio ou cheio. Na ausência de informação sobre a carga máxima do veículo pesado, foi assumido que as duas variáveis se igualam, pressupondo a máxima eficiência do processo. Sumidouro de carbono Foi considerado na ACV a utilização de produtos provenientes da floresta, neste caso, a cortiça e madeira. Considera-se que durante a vida útil da árvore, existe a capacidade de capturar o CO2 existente na atmosfera através da fotossíntese. A quantidade de CO2 absorvida apenas é libertada durante a sua queima. O sumidouro do produto natural cortiça e da madeira foi calculado segundo o draft da Norma EN 16449: Carbon Dioxide sequestration of wood products da European Committee for Standardization. A determinação da captura de carbono é baseada nos pesos atómicos do carbono (12) e do oxigénio (16). 6
7 Sumidouro de madeira e cortiça (kg/m 3 ) = (50% (12+2 x 16)/12 densidade 0%) (quantidade consumida / densidade 0% ) A densidade da cortiça a 0% e 14% foi solicitada à unidade da Amorim Isolamentos. O valor utilizado foi de 172kg/m 3 e 200 kg/m 3, respetivamente. Produtos Todos os produtos que são utilizados no processo produtivo foram considerados na ACV. No caso de ausência de informação no software TEAM de produtos consumidos no processo de produção, foram efetuadas aproximações, simulando a composição do composto (utilizando como referência a informação constante das fichas que acompanham os produtos) Informação sobre o processo produtivo Nesta secção, estão listadas as quantidades de inputs e ouputs do modelo e respetivos prossupostos considerados. São ainda descritas as condições referentes ao transporte aplicadas durante a ACV. Fase A1-A3 Entradas do processo As entradas do processo incidem sobre a compra de cortiça falca e dos produtos de embalagem. Processo I Trituração Quantidade consumida Consideração Transporte Cortiça Falca t A cortiça falca utilizada apresenta uma densidade de 200 kg/m 3 com uma humidade de 14%. A cortiça seca (0% de humidade) apresenta uma densidade de 172kg/m 3 Veículo: camião a gasóleo Distancia: 30 km Consumo: 30 l/100km Carga máxima: 24 t Carga real: 12 t Volta vazio: sim II Aglomeração Granulado 6807 t - - III Arrefecimento Blocos em bruto 3410 t - IV - Peneiração Aparas: 750 t - Pó de cortiça 388 t Segue para a queima de cortiça V Embalagem e acabamento Regranulado 22 t - - Pano de polipropileno Rede poliamida Argolas/mosquetões de aço inoxidável i Caldeira Consumo de pó de cortiça 37 kg 7 kg 12 kg No modelo foi considerado a produção de polipropileno No modelo foi considerado a produção de poliamida PA 66 Fiber (nylon 66) No modelo foi considerado argolas/ mosquetões de 100% ferro (o aço inoxidável é constituído por 89% ferro e 11% crómio) 5296 t - - 7
8 Consumo de pó de cortiça transportado de outras unidades 776 t - Veículo: camião a gasóleo Distancia: 30 km Consumo: 30 l/100km Carga máxima: 24 t Carga real: 20 t Volta vazio: sim Consumo de energia e água O processo produtivo apresenta dois tipos de consumos de energia: energia elétrica e energia térmica (para produção de vapor de água). A energia térmica é produzida internamente através da queima de pó de cortiça. Segundo a Amorim Isolamentos, o poder calorífico do pó de cortiça é 11,6 MJ/kg. O consumo de água ocorre em duas etapas do processo: no gerador de vapor de água e no arrefecimento. A água provém de uma captação subterrânea que abastece a Amorim Isolamentos. Consumos globais Transporte Eletricidade (GJ) 5.037,253 - Térmica (GJ) Gasóleo (GJ) 655,388 Veículo: camião a gasóleo Distancia: 100 km Consumo: 30 l/100km Carga máxima: 24 t Carga real: 7 t Volta vazio: sim Água (m 3 ) Saídas do processo As saídas do processo são, no geral, produção de resíduos que são encaminhados para o destinatário final, pó de cortiça que é enviada para a caldeira e alguma cortiça que volta a reentrar no processo de produção. Processo I Base Quantidade rejeitada Consideração Transporte Pó de cortiça II Aglomeração 4930 t Resina - resíduo 119 t - III Acabamento Aparas Resíduos diversos 750 t 388 t Foi considerado no consumo de pó de cortiça na caldeira É um subproduto que será utilizado no consumo interno da unidade É um subproduto que será utilizado no consumo interno da unidade - Veículo: camião a gasóleo Distancia: 60 km Consumo: 30 l/100km Carga máxima: 24 t Carga real: 18 t Volta vazio: sim - - IV Peneiração Pó preto 366 t É um subproduto que será utilizado no consumo interno da unidade, mais concretamente na queima de cortiça da caldeira - Pó de cortiça - Corksorb Regranulado i Caldeira 22 t É o subproduto que irá originar o corksorb t É um subproduto que será utilizado no consumo interno da unidade - 8
9 Cinzas 51,4 t - Veículo: camião a gasóleo Distancia: 40 km Consumo: 30 l/100km Carga máxima: 24 t Carga real: 24 t Volta vazio: sim Produção de efluentes Não existe produção de efluentes uma vez que grande parte da água consumida transforma-se em vapor de água devido à temperatura do bloco e por ser utilizado na produção de vapor de água. Emissões atmosféricas As emissões atmosféricas consideradas referem-se à queima de cortiça para produção de energia térmica. No caso da produção de energia térmica é também libertado o CO2 existente na cortiça e que foi capturado durante a fotossíntese. Para tal, foram calculadas as emissões de CO2 utilizando um fator sde emissão empírico e a quantidade de cortiça queimada Emissões CO2 (g) = Quantidade de cortiça queimada (kg) x 1,8 kg CO2/kg cortiça Processo i Caldeira CO 2 Partículas/poeiras COV s Quantidade emitida 9532,8 kg kg kg 9
10 Extração e processamento de matérias-primas Transporte Produção Transporte Processo de construção e instalação Utilização Manutenção Reparação Substituição Reabilitação Uso de energia (operacional) Uso de água (operacional) Desconstrução e demolição Transporte Processamento de resíduos Eliminação final Potencial de reutilização, reciclagem e valorização Corksorb 4. Resultados da análise ciclo de vida Neste capítulo estão apresentados os resultados da ACV tendo em consideração a norma 15804:2012. ETAPA DE PRODUÇÃO ETAPA DE CONSTRUÇÃO ETAPA DE UTILIZAÇÃO ETAPA DE FIM DE VIDA BENEFÍCIOS E CARGAS AMBIENTAIS A1 A2 A3 A4 A5 B1 B2 B3 B4 B5 B6 B7 C1 C2 C3 C4 D x x x x ND ND ND ND ND ND ND ND ND ND ND ND ND ND Não declarado Resultados da ACV, relativamente aos parâmetros que descrevem a utilização de recursos, considerando 1 m de Corksorb. Etapa de produção Parâmetro Unidade Produção A1-A3 Utilização de energia primária renovável (exceto recursos de energia primária renováveis utilizados como matérias-primas) [MJ] 42,34 Utilização dos recursos de energia primária renováveis utilizados como matérias-primas [MJ] 23,47 Utilização total dos recursos de energia primária renováveis (energia primária e recursos de energia primária utilizados como matérias-primas) Utilização de energia primária não renovável (exceto recursos de energia primária não renováveis utilizados como matérias-primas) Utilização dos recursos de energia primária não renováveis utilizados como matériasprimas Utilização total dos recursos de energia primária não renováveis (energia primária e recursos de energia primária utilizados como matérias-primas) [MJ] 65,81 [MJ] 126,94 [MJ] -102,59 [MJ] 24,35 Resultados da ACV, relativamente aos parâmetros referentes à produção de resíduos, considerando 1 m de Corksorb. Etapa de produção Parâmetro Unidade Produção A1-A3 Resíduos perigosos kg 2,3E-4 10
11 Etapa de produção Parametro Unidade Produção A1-A3 Resíduo (municipal e industrial) [kg] -2,4E-4 Resíduo (rejeitados) [kg] 2,4E-5 Resíduo (não especificado) [kg] 1,3E-1 Resíduo (não especificado, para incineração) [kg] 1,4E-4 Resíduo: Mineral (inerte) [kg] 5,1E-2 Resíduo: Não Mineral (inerte) [kg] 2,5E-6 Resíduo: Químicos não tóxicos (não especificado) [kg] 3,7E-4 Resíduo: Cinzas e escórias (não especificado) [kg] 8,7E-3 TOTAL resíduos não perigosos [kg] 1,89E-01 Etapa de produção Parametro Unidade Produção A1-A3 Resíduo: Altamente radioatividade (classe C) [kg] 3,7E-7 Resíduo: Baixa radioatividade (classe A) [kg] 3,1E-5 Resíduo: Radioative (não especificado) [kg] 3,E-6 TOTAL Resíduos radioativos [kg] 3,49E-05 A tabela seguinte apresenta o resumo dos resíduos das categorias apresentadas anteriormente Etapa de produção Parâmetro Unidade Produção A1-A3 Resíduos perigosos eliminados [kg] 2,28E-04 Resíduos não perigosos eliminados [kg] 1,89E-01 Resíduos radioativos eliminados [kg] 3,49E-05 11
12 Resultados da ACV, relativamente aos parâmetros referentes ao uso de água fresca, considerando 1 m de corksorb. Parâmetro Unidade Etapa de produção Produção A1-A3 Consumo de água Rede pública litros 4,2E-1 Consumo de água Rio litros 8,9E-2 Consumo de água Mar litros 1,3E-2 Consumo de água não especificado litros 3,7E+1 Cosnumo de água captação subterânea litros 1,2E+0 TOTAL Consumo de água litros 3,9E+1 Resultados da ACV, relativamente aos parâmetros referentes aos potenciais impactes ambientais, considerando 1 m de corksorb. Parâmetro Parâmetro Unidade GWP ODP AP EP POCP ADPE ADPF Aquecimento Global Potencial de depleção da camada do ozono estratosférica Potencial de acidificação do solo e da água Potencial de eutrofização Potencial de formação do ozono troposférico Potencial de depleção para os recursos abióticos não fósseis (ADP elementos) Potencial de depleção para os recursos abióticos fósseis (ADP combustíveis fósseis) [kg CO2 Eq.] [kg CFC11 Eq.] [kg SO2 Eq.] [kg PO43- Eq.] [kg Eteno Eq.] [kg Sb Eq] Etapa de produção Produção A1-A3-20,99 7,90E-08 1,6E-5 3,0E-4 2,9E-4 8,94E-03 [MJ] 18,62 12
13 100% 80% 60% i - Caldeira 40% 20% VI - Embalamento e acabamento V - Peneiração 0% -20% -40% -60% Potencial de Potencial de depleção para depleção para os recursos os recursos abióticos não abióticos fósseis (ADP fósseis (ADP elementos) [kg Antimónio] combustíveis fósseis) [MJ] Potencial de acidificação do solo e da água [kg SO2e] Potencial de depleção da camada do ozono estratosférica [kg CFC11 Eq.] Potencial de eutrofização [kg PO43- Eq.] Aquecimento Global ((100 anos) [kg CO2 Eq.] Potencial de formação do ozono troposférico [kg Eteno Eq.] IV -Acabamento III - Arrefecimento II - Aglomeração I - Trituração -80% -100% 13
14 5. Interpretação Aquecimento global O valor obtido relativamente ao aquecimento global indica que o sequestro de carbono compensa às emissões de gases de efeito de estufa produzidos durante o processo produtivo. Este produto não tem adição de produtos químicos e é maioritariamente constituído pelo pó de cortiça, contribuindo para este resultado. Potencial de depleção da camada do ozono estratosférica A análise deste indicador permite avaliar a decomposição do ozono no estado de equilíbrio devido a emissões anuais, principalmente dos CFC s e NOx. Observa-se que as fases que contribuem para este impacto são as fases da trituração e embalamento e acabamento. Na primeira fase o impacte está associado ao consumo de eletricidade e de gasóleo, e na fase de embalamento e acabamento está associada aos uso dos materiais de embalagem. Potencial de acidificação do solo e da água Este indicador permite avaliar a contribuição do processo produtivo para a acidificação do solo e da água pela introdução de poluentes acidificantes como, por exemplo, o SO2. Verifica-se que é na fase do embalamento e acabamento que existe maior impacto, cerca de 40%, que está associado à utilização do polipropileno no revestimento do corksorb. Existe ainda um impacto significativo na fase da trituração associado ao consumo de gasóleo no processo produtivo. Em ambas as etapas, o consumo de eletricidade também tem um impacto significativo. Potencial de eutrofização Permite avaliar a quantidade de nutrientes sob a forma de compostos fosfatados que podem contribuir para o processo de eutrofização do meio aquoso. É na etapa da trituração e do embalamento e acabamento onde se verifica o maior impacto. Este impacto, como aconteceu no potencial de acidificação do solo e da água, é causado maioritariamente pela utilização de eletricidade e gasóleo na fase da trituração. Potencial de formação do ozono troposférico Permite avaliar as emissões atmosféricas que contribuem para o smog fotoquímico. Uma sucessão de reações envolvendo compostos orgânicos voláteis e NOx conduz à formação de ozono, um composto super oxidante. Observa-se que é na fase de embalamento e acabamento que existe um maior impacto, mais uma vez relacionado com a utilização do polipropileno no revestimento do corksorb. Potencial de depleção para os recursos abióticos não fósseis (ADP elementos) e fósseis (ADP combustíveis fósseis) Permite avaliar a extracção de minerais e de combustíveis fósseis que entram no sistema. O factor de depleção abiótico é determinado para cada extracção de minerais e de combustíveis fósseis baseado nas suas reservas e taxa de desacumulação. Obseva-se pelo gráfico dos impacte ambientais da fase de produção que as fases que contribuem mais para este indicador são as fases do processo produtivo associado ao consumo de materias primas e de combustíveis associado a sua produção. 14
15 6. Anexos 15
16 PricewaterhouseCoopers. Todos os direitos reservados. PricewaterhouseCoopers refere-se à rede de entidades que são membros da PricewaterhouseCoopers Internacional Limited, cada uma das quais entidade legal autónoma e independente
Análise Ciclo de Vida Relatório Innovus
www.pwc.com/pt Análise Ciclo de Vida Relatório Innovus Setembro 2013 Índice 1. Âmbito... 3 2. Informação sobre o produto... 3 2.1. Descrição do produto... 3 2.2. Aplicações... 3 3. Análise ciclo de vida...
Declarações Ambientais de Produto DAP Habitat
Declarações Ambientais de Produto DAP Habitat Baio Dias Plataforma para a Construção Sustentável 16-12-2011 Tecnologias e Sistemas de Construção Sustentável ITeCons, Coimbra 14 Dezembro 2011 1 Sumário
Regra da Categoria do Produto (PCR)
Regra da Categoria do Produto (PCR) Para a elaboração de declaração ambiental de produto (EPD) de acordo com a ISO 21930 para Rodapés Versão 1 Fevereiro 2016 Sumário 1. Termos e definições... 4 2. Introdução...
Análise Ciclo de Vida Relatório Poliface
Análise Ciclo de Vida Relatório Poliface Setembro 2013 Índice 1. Âmbito... 4 2. Informação sobre o produto... 4 2.1. Descrição do produto... 4 2.2. Aplicações... 4 3. Análise ciclo de vida...5 3.1. Abordagem...
Ambiente e Sustentabilidade CTCV 8 /9 FEV centro tecnológico da cerâmica e do vidro coimbra portugal
Reforço do posicionamento do produto em Pedra através de Declarações Ambientais de Produto (DAP) como instrumentos competitivos / ferramentas voluntárias de comunicação Marisa Almeida Ambiente e Sustentabilidade
AVALIAÇÃO DE CICLO DE VIDA COMPARATIVA ENTRE COPOS DESCARTÁVEIS E REUTILIZÁVEIS
AVALIAÇÃO DE CICLO DE VIDA COMPARATIVA ENTRE COPOS DESCARTÁVEIS E REUTILIZÁVEIS COPO CERÂMICA REUTILIZÁVEL Capacidade: 200ml Massa: 190g Escopo do Estudo COPO PP REUTILIZÁVEL Capacidade: 200ml Massa: 20g
SISTEMA DE REGISTO NACIONAL DE DECLARAÇÕES AMBIENTAIS DE PRODUTO PARA O HABITAT. Marisa Almeida Plataforma Construção Sustentável
SISTEMA DE REGISTO NACIONAL DE DECLARAÇÕES AMBIENTAIS DE PRODUTO PARA O HABITAT POFC SIAC 01/2011 - nº 18653 CTCV, COIMBRA 19/04/2012 Marisa Almeida Plataforma Construção Sustentável Sumário 1. Introdução
Declaração Ambiental de Produto (DAP) Setor da Pedra
Declaração Ambiental de Produto (DAP) Setor da Pedra Qualificação 2020 Ecoeficiência e competitividade Entidade promotora: ANIET Objetivo: Reforçar capacidades de inovação organizativa das PME e aumentar
Avaliação do ciclo de vida de painéis compósitos à base de madeira: estudo de caso em painéis OSB
Avaliação do ciclo de vida de painéis compósitos à base de madeira: estudo de caso em painéis OSB Fabiane S. Ferro; Rosilene R. Brugnera; Diogo A. L. Silva; Francisco A. Rocco Lahr E-mail: [email protected]
A importância da floresta num clima em mudança. Francisco Ferreira /
A importância da floresta num clima em mudança Francisco Ferreira [email protected] / [email protected] Aquecimento global A atual temperatura média do planeta é 1,0º C superior à era pré-industrial.
A Normalização de Métodos de Avaliação da Sustentabilidade da Construção
A Normalização de Métodos de Avaliação da Sustentabilidade da Construção A. Baio Dias 12.05.2011 Avaliação do Ciclo de Vida na Construção Universidade 1 do Minho, Guimarães Sumário 1. Introdução 2. Organização
Avaliação do Ciclo de Vida do PE Verde I m green
Avaliação do Ciclo de Vida do PE Verde I m green Introdução Um dos grandes desafios que a nossa sociedade enfrenta refere-se à redução das emissões de gases de efeito estufa, de modo que não haja mudanças
Sistema DAPHabitat DECLARAÇÃO AMBIENTAL DE PRODUTO. WEBER.REV NATURKAL Data de emissão: Data de validade: SAINT-GOBAIN WEBER
Sistema DAPHabitat www.daphabitat.pt DECLARAÇÃO AMBIENTAL DE PRODUTO [de acordo com a ISO 14025, EN 15804:2012+A1:2013 e EN 15942] Número de Registo : DAP 003:2015 ECO EPD número de registo: 00000338 WEBER.REV
Avaliação do Ciclo de Vida
Avaliação do Ciclo de Vida dos produtos de base florestal Paulo Bessa As florestas e o ciclo da madeira na captura do Carbono Lisboa 2011.11.25 Visão 2050 Pegada ecológica até que ponto a nossa forma de
CONCEITO DE CICLO DE VIDA. AVALIAÇÃO DO CICLO DE VIDA GENERALIDADES. AVALIAÇÃO DO CICLO DE VIDA - METODOLOGIA.
CONCEITO DE CICLO DE VIDA. AVALIAÇÃO DO CICLO DE VIDA GENERALIDADES. AVALIAÇÃO DO CICLO DE VIDA - METODOLOGIA. CONCEITO DE CICLO DE VIDA LIFE CYCLE THINKING LIFE CYCLE THINKING Life Cycle Thinking é intuitivo.
Sistema DAPHabitat. Declaração Ambiental de Produto MONOPOROSA PAVIGRÉS CERÂMICAS, S.A.
Sistema DAPHabitat www.daphabitat.pt Declaração Ambiental de Produto [de acordo com a ISO 14025, EN 15804:2012+A1:2013 e EN 15942] Número de registo: DAP 004:2019 ECO EPD número de registo: 00000880 MONOPOROSA
Avaliação de ciclo de vida. Profa. Dra. Dione Mari Morita Departamento de Engenharia Hidráulica e Ambiental
Avaliação de ciclo de vida Profa. Dra. Dione Mari Morita Departamento de Engenharia Hidráulica e Ambiental BERÇO AO TÚMULO Transporte Embalagem Reuso Uso Fabricação Extração de Matérias primas Reciclagem
Case study. Análise do ciclo de vida das rolhas de cortiça MENOS CO2 PARA A ATMOSFERA EMPRESA ENVOLVIMENTO
Case study 2009 Análise do ciclo de vida das rolhas de cortiça MENOS CO2 PARA A ATMOSFERA EMPRESA A CORTICEIRA AMORIM, S.G.P.S., S.A. é a maior empresa mundial de produtos de cortiça e uma das mais internacionais
Teramb, Empresa Municipal de Gestão e Valorização Ambiental, EEM
Governo dos Açores Direção Regional do Ambiente Operador de Gestão de Resíduos Teramb, Empresa Municipal de Gestão e Valorização Ambiental, EEM NIF 509620515 E-Mail [email protected] Instalação Aterro Intermunicipal
ANEXOS REGULAMENTO DELEGADO (UE) / DA COMISSÃO
COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 4.3.2019 C(2019) 1616 final ANNEXES 1 to 2 ANEXOS do REGULAMENTO DELEGADO (UE) / DA COMISSÃO que altera os anexos VIII e IX da Diretiva 2012/27/UE no que diz respeito ao conteúdo
ACV como Suporte à P+L na Indústria de Iluminação. Oswaldo Sanchez Junior Instituto de Pesquisas Tecnológicas de SP Universidade de São Paulo - PPGE
ACV como Suporte à P+L na Indústria de Iluminação Oswaldo Sanchez Junior Instituto de Pesquisas Tecnológicas de SP Universidade de São Paulo - PPGE Contexto (1) Iluminação consome cerca de 20% da energia
Unidade 4 Perturbações no equilíbrio dos ecossistemas. Planeta Terra 8.º ano
Unidade 4 Perturbações no equilíbrio dos ecossistemas Quais são as causas das perturbações dos ecossistemas? Causas naturais Causas humanas Quais são as fontes de alteração da atmosfera? A atmosfera é
Grandes Problemas ambientais
Grandes Problemas ambientais O aumento do efeito de estufa; O aquecimento global; A desflorestação; A destruição da camada de ozono; As chuvas ácidas; O clima urbano; Os resíduos perigosos; A escassez
SOLUÇÕES BIOMASSA. Recuperadores de calor ventilados a lenha. Recuperadores de calor ventilados a pellets. Recuperadores de calor a água a lenha
SOLUÇÕES BIOMASSA Recuperadores de calor ventilados a lenha Pág. 4-8 Recuperadores de calor ventilados a pellets Pág. 9 Recuperadores de calor a água a lenha Pág. 10-15 Recuperadores de calor a água a
Empresas de diversos setores necessitam de produzir águas quentes no âmbito das suas atividades, como por exemplo:
Empresas de diversos setores necessitam de produzir águas quentes no âmbito das suas atividades, como por exemplo: no Alojamento, para banhos, cozinha e limpezas nos Serviços, para limpezas, lavagem de
GUIA BÁSICO DE ANÁLISE DO CICLO DE VIDA (ACV)
GUIA BÁSICO DE ANÁLISE DO CICLO DE VIDA (ACV) Sumário 1. Introdução a) Conceito do ciclo de vida b) Estrutura da ACV (norma) 2. Elementos estruturais da ACV a) Definição de objetivo e escopo b) Inventário
FICHA TÉCNICA Nº5. AGLOMERADO NEGRO ( ou AGLOMERADO PURO EXPANDIDO) AN STANDARD
FICHA TÉCNICA Nº5 AGLOMERADO NEGRO ( ou AGLOMERADO PURO EXPANDIDO) Referências: AN STANDARD Para Isolamento Térmico Regranulados Calibre 2 / 9 e 4,5 / 15 mm Nota: Por encomenda, fabricam-se ainda outros
Briquetagem e Peletização de Resíduos Agrícolas e Florestais
Briquetagem e Peletização de Resíduos Agrícolas e Florestais Daniela Collares Briquetagem e Peletização As tecnologias de briquetagem e de peletização são capazes de transformar a biomassa na sua forma
PEA 2200 Energia, Meio Ambiente e Sustentabilidade
PEA 2200 Energia, Meio Ambiente e Sustentabilidade Aula 14 e 15 Energia e Meio Ambiente: As Causas Profa. Eliane Fadigas Prof. Alberto Bianchi slide 1 / 30 Recordar é viver Fontes convencionais Termoeletricidade
Fontes de Energias Renováveis e Não Renováveis. Aluna : Ana Cardoso
Fontes de Energias Renováveis e Não Renováveis Aluna : Ana Cardoso Fontes de Energias Renováveis As fontes de energia renováveis são aquelas que vem de recursos naturais e que se renovam continuamente
ENTENDENDO A SACARIA DE RÁFIA
INTRODUÇÃO 1 A Associação Brasileira dos Produtores de Fibras Poliolefínicas (AFIPOL) e a Braskem apresentam a cartilha ENTENDENDO A SACARIA DE RÁFIA ao mercado brasileiro de farinha de trigo. O objetivo
AVALIAÇÃO DO CICLO DE VIDA DE PRODUTOS TÊXTEIS
AVALIAÇÃO DO CICLO DE VIDA DE PRODUTOS TÊXTEIS Marco Introdutório Neste trabalho a técnica de Avaliação do Ciclo de Vida (ACV) foi empregada para avaliação do desempenho ambiental do processo de confecção
Funções da Atmosfera. pág Q
A Atmosfera A atmosfera é a mistura de gases que envolve a Terra; O seu limite situa-se a cerca de 1000 Km acima do nível do mar, mas 99% da massa que constitui a atmosfera localiza-se a menos de 40 km
AVALIAÇÃO DE IMPACTO DO CICLO DE VIDA DE PAINÉIS OBTIDOS A PARTIR DA CASCA DE COCO VERDE
AVALIAÇÃO DE IMPACTO DO CICLO DE VIDA DE PAINÉIS OBTIDOS A PARTIR DA CASCA DE COCO VERDE FREIRE, A. L. F. a,c*, FIGUEIRÊDO, M. C. B b, ROSA, M. F. b. ARAÚJO JÚNIOR, C. P. c 1. INTRODUÇÃO A produção de
QUEM SOMOS PRODUÇÃO ARMAZENAGEM LOGÍSTICA AMBIENTE E SUSTENTABILIDADE CERTIFICAÇÃO E LABORATÓRIO PLACAS MASSAS, COLAS E PLACAS ESPECIAIS
04 06 08 09 10 11 12 14 15 QUEM SOMOS PRODUÇÃO ARMAZENAGEM LOGÍSTICA AMBIENTE E SUSTENTABILIDADE CERTIFICAÇÃO E LABORATÓRIO PLACAS MASSAS, COLAS E PLACAS ESPECIAIS SISTEMAS DRYWALL QUEM SOMOS QUAL O NOSSO
DL 242/2001, de 31 de Agosto Conceitos técnicos e legais. Francisco Póvoas Técnico superior - CCDRC
DL 242/2001, de 31 de Agosto Conceitos técnicos e legais Francisco Póvoas Técnico superior - CCDRC 1 Tópicos da apresentação Definições de: Solvente; Composto orgânico = Compostos de carbono Compostos
Previsão e avaliação de impactes no Ar
Previsão e avaliação de impactes no Ar Poluição atmosférica É a presença um ou mais poluentes no ar ambiente atmosfera em quantidades e duração que possam ser nocivos para humanos, plantas ou vida animal,
Avaliação de Ciclo de Vida
Avaliação de Ciclo de Vida Comitê de Meio Ambiente e Sustentabiliade SWISSCAM 3 de abril 2009 André Camargo Futuro para o meio ambiente Images: Araquém Alcântara Organização do Grupo ECOGEO Áreas de Atuação
Workshop Produção Ecoeficiênte na Fileira da Carne Castelo Branco 24 Julho 2014
Workshop Produção Ecoeficiênte na Fileira da Carne Castelo Branco 24 Julho 2014 ACV da Carne de Frango Introdução Objetivos Gerais Identificar e quantificar os principais potenciais impactes ambientais
Introdução. Definição
Introdução Definição O carvão vegetal é um subproduto florestal resultante da pirólise da madeira, também conhecida como carbonização ou destilação seca da madeira. É um método destrutivo. No processo
DE ONDE VEM A ENERGIA? Energia eletromagnética, Energia Mecânica e Energia térmica
DE ONDE VEM A ENERGIA? Energia eletromagnética, Energia Mecânica e Energia térmica Energia, o que é? Não há uma definição exata para o conceito de energia, mas podemos dizer que ela está associada à capacidade
FONTE DE ENERGIA RENOVÁVEL. Prof.º: Carlos D Boa - geofísica
FONTE DE ENERGIA RENOVÁVEL Prof.º: Carlos D Boa - geofísica Introdução Biocombustíveis (Biodiesel, Etanol e Hidrogênio) Biogás Biomassa Energia Eólica Energia das Marés Energia Hidrelétrica Energia Solar
Escola: Nome: Turma: N.º: Data: / / FICHA DE TRABALHO 1. troposfera a radiação termosfera. gasosa estratosfera os fenómenos. mesosfera o ar O ozono
Conteúdo: Camadas da Atmosfera FICHA DE TRABALHO 1 troposfera a radiação termosfera gasosa estratosfera os fenómenos mesosfera o ar O ozono A atmosfera terrestre, camada que envolve a Terra, com cerca
AVALIAÇÃO DO CICLO DE VIDA DO PRODUTO
AVALIAÇÃO DO CICLO DE VIDA DO PRODUTO PROF. DRA. ÉRICA L. ROMÃO. DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS BÁSICAS E AMBIENTAIS ESCOLA DE ENGENHARIA DE LORENA, UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO, EEL-USP 2016_2 ANÁLISE DO CICLO
Inovação e Tecnologia. Polietileno Verde
Inovação e Tecnologia Polietileno Verde 1 Braskem a maior petroquímica da América Latina Sólido modelo de negócio baseado na integração competitiva da cadeia de valor Integração Competitiva Extração 1ª
MATRIZ DE IDENTIFICAÇÃO DE ASPECTOS E AVALIAÇÃO DE IMPACTES AMBIENTAIS (Rev_ )
Grau de (S) Recolha de Amostra Trasfega de slops e águas contaminadas do Navio Emissões de COV`s () Emissões de COV`s () Produção de Efluentes Contaminação de recursos E D N 5 3 1 9 Não Significativo PQAS
AMBIENTE E SOCIEDADE
AMBIENTE E SOCIEDADE Problemas associados à poluição atmosférica Aumento do efeito de estufa devido às actividades humanas (transportes, indústria e produção de energia) que diariamente libertam para a
CORTICEIRA AMORIM Análise de Ciclo de Vida dos vedantes de Cortiça, Alumínio e Plástico Novembro 2008. PwC ECOBILAN
CORTICEIRA AMORIM Análise de Ciclo de Vida dos vedantes de Cortiça, Alumínio e Plástico PwC ECOBILAN Agenda Introdução Descrição geral do estudo ACV Resultados Conclusões Agenda Introdução Descrição geral
COLÉGIO NOVO ANGLO DE JABOTICABAL (QUÍMICA) PROFESSOR: JOÃO MEDEIROS
COLÉGIO NOVO ANGLO DE JABOTICABAL (QUÍMICA) ATMOSFERA TERRESTRE: TROPOSFERA PROFESSOR: JOÃO MEDEIROS 2012 Atmosfera terrestre Dividida em 5 camadas: Exosfera Ionosfera Mesosfera Estratosfera Troposfera
USINA TERMOELÉTRICA...
USINA TERMOELÉTRICA... Usina Termoelétrica: A usina termoelétrica é uma alternativa para a produção de energia elétrica para uso em geral, é principalmente utilizada no setor industrial. O QUE É UMA TERMOELÉTRICA?
IVRY-PARIS XIII Paris/França
IVRY-PARIS XIII Paris/França Definições do Artigo 3º Resíduos Sólidos Material descartado proveniente de atividade humana. Destinação Final Ambientalmente Adequada A reutilização, a reciclagem, a compostagem,
DESEQUILÍBRIOS EM ECOSSISTEMAS
2º EM Biologia Professor João DESEQUILÍBRIOS EM ECOSSISTEMAS POLUIÇÃO Qualquer alteração nas propriedades físicas, químicas ou biológicas de um ecossistema, ocasionada ou não pela ação humana; Pode ser:
Lei de Avogadro, volume molar e massa volúmica. Volume molar
2.2.1 Lei de Avogadro, volume molar e massa volúmica Volume molar O estudo do estado gasoso é particularmente interessante porque nele as moléculas podem ser consideradas como entidades que não interagem
O Sistema de Gestão encontra-se certificado pela Norma NP EN ISO 9001:2008 (Certificado ISO 9001:2008 VENTIL)
FUNDADA EM 1971, CONTA COM UMA ELEVADA EXPERIÊNCIA DOS SEUS RECURSOS HUMANOS, DESENVOLVENDO SOLUÇÕES TÉCNICAS PRINCIPALMENTE PARA OS SECTORES DE: - MADEIRA E MOBILIÁRIO - CORTIÇA - CERÂMICA - METALOMECÂNICA
Recursos minerais explorados para a obtenção de um determinado elemento metálico que faz parte da sua constituição.
Recursos minerais explorados para a obtenção de um determinado elemento metálico que faz parte da sua constituição. Ouro Prata Ferro Magnésio Manganês Cobre Exemplos: ouro, prata, cobre, alumínio, ferro,
Fontes renováveis e não-renováveis de energia. Amanda Vieira dos Santos Giovanni Souza
Fontes renováveis e não-renováveis de energia Amanda Vieira dos Santos 8941710 Giovanni Souza - 9021003 Fontes renováveis e não-renováveis de energia Usos para a energia: Com o avanço tecnológico passamos
