Computabilidade em sistemas dinâmicos
|
|
|
- Sandra Antas Lemos
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 1 Computabilidade em sistemas dinâmicos Daniel da Silva Graça 1,2 1 DM/FCT, Universidade do Algarve, Portugal 2 SQIG, Instituto de Telecomunicações, Portugal 30 de Julho de 2009
2 2 Introdução Informalmente um sistema dinâmico é um modelo matemático em que o estado presente determina os estados futuros Exemplos: A órbita dos planetas segundo a física newtoniana A vasta maioria dos modelos para circuitos electrónicos Modelos de previsão do tempo... Na realidade os sistemas dinâmicos aplicam-se a tantas situações que o seu comportamento tende a ser muito complexo e extremamente difícil de analisar
3 3 Computadores & Sistemas Dinâmicos Desde a sua aparição que os computadores têm sido utilizados para estudar sistemas dinâmicos: Os primeiros computadores analógicos foram usados em aplicações práticas modeladas por sistemas dinâmicos como artilharia, desenvolvimento de aviões, etc. A simulação de sistemas dinâmicos tornou-se cada vez mais frequente com o aparecimento de computadores digitais rápidos e baratos Foram fundamentais na introdução de conceitos teóricos revolucionários como a teoria do caos
4 4 Teoria da computação A máquina de Turing é o modelo teórico de um computador digital (tese de Church-Turing) Há problemas que não podem ser resolvidos por meio de máquinas de Turing (problema da paragem, 10 o problema de Hilbert, etc.) teoria da computabilidade Dos problemas que podem ser resolvidos por máquinas de Turing, há os que se resolvem rapidamente e outros que na prática demoram demasiado tempo a serem resolvidos teoria da complexidade computacional
5 Objectivo Compreender modelos de computação sobre os reais, com ênfase na sua relação com sistemas dinâmicos contínuos Motivações Modelos de computação Computadores analógicos computadores digitais do ponto de vista da computabilidade/complexidade? Verificação e teoria do controlo Pode-se simular fielmente um sistema dinâmico contínuo com computadores? Electrónica analógica: um misturador áudio Determinar atractores: o modelo meteorológico de Lorenz 5
6 6 Dificuldades Várias abordagens: Modelos de computação sobre os reais Tempo contínuo: GPAC de Shannon, sistemas híbridos, máquinas de sinais,... Tempo discreto: BSS, redes neuronais,... Outros: Análise computável, funções recursivas sobre os reais,... Novos modelos de computação: computação quântica, autómatos celulares,... Não existe uma relação clara entre os vários modelos Não existe uma teoria que abranja todos estes modelos
7 7 Metodologia: Modelos de computação sobre os reais Estudar o poder computacional Computabilidade, complexidade Comparar modelos uns com os outros (tese de Church-Turing?) Introduzir noções de robustez (queremos ser o mais reaĺıstico possível...) Modelos de computação alternativos à máquina de Turing Verificação & teoria do controlo Decidir propriedades sobre sistemas dinâmicos contínuos Calcular domínios de atracção, conjuntos invariantes, etc.
8 8 Modelos analógicos são equivalentes a equações diferenciais polinomiais Melhoramos o modelo GPAC de C. Shannon e sua caracterização; propôs-se correcções com um modelo mais robusto (J. Complexity 2003) (Math. Log. Quat. 2004) funções GPAC-computáveis Soluções de y = p (t, y ) As funções GPAC-computáveis são fechadas para a adição, composição, derivação, operadores de integração, etc. (Adv. Appl. Math. 2008)
9 9 Modelos analógicos e digitais são equivalentes Equações diferenciais anaĺıticas podem simular de forma robusta máquinas de Turing (Adv. Appl. Math. 2008) Em domínios compactos: (J. complexity 2007) GPAC-computável Análise computável
10 10 Em sistemas dinâmicos: complexidade computabilidade No plano R 2 (Unconventional Computation 2009): Os atractores hiperbólicos (pontos fixos, ciclos limite) são computáveis Para sistemas estruturalmente estáveis, o operador que calcula o domínio de atracção de um atractor é semi-computável Em geral, o operador que calcula o domínio de atracção de um atractor não é semi-computável
11 11 Equações diferenciais: unicidade = computabilidade Para equações diferenciais, as mesmas condições mínimas garantem: (J. Univ. Comp. Sci. 2009) Unicidade de soluções Computabilidade das soluções O intervalo maximal de existência para a solução é semi-computável... (Trans. Amer. Math. Soc. 2009)... Mas não computável, mesmo que a equação diferencial seja anaĺıtica (App. Math. Comp. 2009)
12 12 Perspectivas: Equações diferenciais polinomiais y = p (t, y ) onde p é um vector de polinómios Porquê começar com este modelo? Bem definido Reaĺıstico (electrónica analógica) Existência de relações com vários modelos computacionais Que tarefas? Relaciona-lo com outros modelos (tese de Church-Turing analógica?) Introduzir medidas de complexidade (vários problemas a resolver) Propriedades de fecho descrição sintáctica?
13 13 Perspectivas: Verificação & teoria do controlo Sistemas dinâmicos Decidir propriedades (atingibilidade, existência de ciclos limite, etc.) Computar objectos (domínios de atracção, atractores, etc.) Estudar a complexidade computacional em simulações de sistemas dinâmicos contínuos Bacia de atracção de um pêndulo oscilante sobre três magnetos
14 14 Perspectivas: Robustez dos modelos Abordagens Estudar o efeito do ruído sobre o processo de computação Utilizar modelos probabiĺısticos de ruído
15 Obrigado! 15
DGES DIRECÇÃO GERAL DO ENSINO SUPERIOR MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E ENSINO SUPERIOR
11. Plano de estudos: «1º Ano / 1º semestre» QUADRO N.º 2 Arquitecturas e Sistemas de Computadores CE Semestral 160 TP: 40 PL: 40 6 Algoritmos e Estruturas de Dados CE Semestral 186 TP: 46 PL: 46 7 Análise
Avaliação de Desempenho de Sistemas. Conceitos Básicos de Sistemas e Modelos
Avaliação de Desempenho de Sistemas Conceitos Básicos de Sistemas e Modelos O que é Desempenho? Webster s? The manner in which a mechanism performs. Aurélio: Conjunto de características ou de possibilidades
Universidade Federal de Ouro Preto Escola de Minas Departamento de Engenharia de Controle e Automação. Ronilson Rocha
Universidade Federal de Ouro Preto Escola de Minas Departamento de Engenharia de Controle e Automação PROJETO E CARACTERIZAÇÃO DE CIRCUITOS ELETRÔNICOS CAÓTICOS: O LADO NEGATIVO DO CIRCUITO DE CHUA Ronilson
2 - Modelos em Controlo por Computador
Modelação, Identificação e Controlo Digital 2-Modelos em Controlo por Computador 1 2 - Modelos em Controlo por Computador Objectivo: Introduzir a classe de modelos digitais que são empregues nesta disciplina
Universidade Federal de São Paulo Campus São José dos Campos LISTA DE DISCIPLINAS DA GRADUAÇÃO
A B C Álgebra Linear Álgebra Linear Computacional Álgebra Linear II Algoritmos e Estrutura de Dados I Algoritmos e Estrutura de Dados II Algoritmos em Bioinformática Alteridade e Diversidade no Brasil
ECO039 Linguagens Formais
Prof a.dra.thatyana de Faria Piola Seraphim Universidade Federal de Itajubá [email protected] Introdução ˆ As três principais áreas da teoria da computação (Autômatos, Computabilidade e Complexidade)
A MATEMÁTICA NO ENSINO SUPERIOR POLICIAL 1
A MATEMÁTICA NO ENSINO SUPERIOR POLICIAL 1 A IMPORTÂNCIA DA MATEMÁTICA O desenvolvimento das sociedades tem sido também materializado por um progresso acentuado no plano científico e nos diversos domínios
Curso Técnico Superior Profissional em Desenvolvimento Web
Curso Técnico Superior Profissional em Desenvolvimento Web PROVA DE AVALIAÇÃO DE CAPACIDADE REFERENCIAL DE CONHECIMENTOS E APTIDÕES Áreas relevantes para o curso de acordo com o n.º 4 do art.º 11.º do
As fases na resolução de um problema real podem, de modo geral, ser colocadas na seguinte ordem:
1 As notas de aula que se seguem são uma compilação dos textos relacionados na bibliografia e não têm a intenção de substituir o livro-texto, nem qualquer outra bibliografia. Introdução O Cálculo Numérico
Universidade Gama Filho Campus Piedade Departamento de Engenharia de Controle e Automação
Universidade Gama Filho Campus Piedade Departamento de Engenharia de Controle e Automação Laboratório da Disciplina CTA-147 Controle I Análise da Resposta Transitória (Este laboratório foi uma adaptação
BC-0005 Bases Computacionais da Ciência. Modelagem e simulação
BC-0005 Bases Computacionais da Ciência Aula 8 Modelagem e simulação Santo André, julho de 2010 Roteiro da Aula Modelagem O que é um modelo? Tipos de modelos Simulação O que é? Como pode ser feita? Exercício:
Listagem de UC por curso. Escola Superior de Tecnologia e Gestão
Listagem de UC por curso Semestre * 2013-14 Escola Superior de Tecnologia e Gestão Administração Pública Direito Administrativo Contabilidade Financeira Introdução aos Estudos das Organizações Fundamentos
DESENVOLVIMENTO DE PROGRAMA MULTIMIDIA PARA O ENSINO DEDINÂMICA DE MÚLTIPLOS CORPOS
DESENVOLVIMENTO DE PROGRAMA MULTIMIDIA PARA O ENSINO DEDINÂMICA DE MÚLTIPLOS CORPOS Ilmar Ferreira Santos Rodrigo Fernandes de Carvalho UNICAMP - Faculdade de Engenharia Mecânica Departamento de Projeto
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA - DCT. CURSO: BCT (Disciplinas Obrigatórias)
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA - DCT CURSO: BCT (Disciplinas Obrigatórias) Cálculo em Várias Variáveis FUV ou Calculo I Algoritmos e Estrutura de Dados Lógica de
Limitações dos Computadores
Limitações dos Computadores Baseado em Computers Ltd. What they really can t do, David Harel. Oxford University Press, 2000. Computadores e Redes de Comunicação Mestrado em Gestão de Informação, FEUP 2004/07
DELIBERAÇÃO CONSEP Nº 149/2012
DELIBERAÇÃO CONSEP Nº 149/2012 Altera o Currículo do Curso de Engenharia de Controle e Automação para regime seriado semestral. O CONSELHO DE ENSINO E PESQUISA, na conformidade do Processo nº MEC-481/2012,
PERFIL PROFISSIONAL OPERADOR(A) DE ELECTRÓNICA. PERFIL PROFISSIONAL Operador/a de Electrónica Nível 2 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/16
PERFIL PROFISSIONAL OPERADOR(A) DE ELECTRÓNICA PERFIL PROFISSIONAL Operador/a de Electrónica Nível 2 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/16 ÁREA DE ACTIVIDADE - ELECTRÓNICA E AUTOMAÇÃO OBJECTIVO GLOBAL
Grade Curricular - Engenharia de Computação
Grade Curricular - Engenharia de Computação SEMESTRE 1 - Obrigatórias FCM0101 Física I 6 0 6 FFI0180 Laboratório de Física Geral I 2 0 2 SAP0678 Desenho 2 0 2 SAP0679 Humanidades e Ciências Sociais 2 0
UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO CAMPUS DE SOBRAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO CAMPUS DE SOBRAL INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR (Currículo 2006.2) Agosto de 2010 Hodiernamente não mais se concebe que a formação do futuro profissional
1. Introdução 2. Representação de números 2.1. Conversão Numérica 2.2. Aritmética de ponto flutuante 3. Erros 3.1 Erros Absolutos e Relativos
1. Introdução 2. Representação de números 2.1. Conversão Numérica 2.2. Aritmética de ponto flutuante 3. Erros 3.1 Erros Absolutos e Relativos 1. Introdução O que é cálculo numérico? Corresponde a um conjunto
1 O que é um computador? Definição uma máquina que lê dados, efectua cálculos e fornece resultados.
1 O que é um computador? Definição uma máquina que lê dados, efectua cálculos e fornece resultados. 1.1 - Processos básicos do computador Entrada de dados ler ou receber os valores iniciais ou constantes
SAD orientado a MODELO
Universidade do Contestado Campus Concórdia Curso de Sistemas de Informação Prof.: Maico Petry SAD orientado a MODELO DISCIPLINA: Sistemas de Apoio a Decisão SAD Orientado a Modelo De acordo com ALTER
INFORMÁTICA E TEORIA DA COMPUTAÇÃO
CAPA INFORMÁTICA E TEORIA DA COMPUTAÇÃO 2014 SUMARÉ Índice Informática... 02 Etimologia... 02 Origem e Concepção... 03 Teoria da Computação... 03 Conclusão... 04 Informática A informática é um termo usado
Técnico em Informática
Técnico em Informática Desenvolvimento de Software, I e II Administração de Administrativos em Processamento de Análise de Científica Design Digital Engenharia da Engenharia de Física - Opção Informática
CAP. I ERROS EM CÁLCULO NUMÉRICO
CAP. I ERROS EM CÁLCULO NUMÉRICO 0. Introdução Por método numérico entende-se um método para calcular a solução de um problema realizando apenas uma sequência finita de operações aritméticas. A obtenção
Estrutura Curricular do 2º Ciclo do Mestrado integrado em Engenharia Eletrotécnica e Computadores (MIEEC)
Estrutura Curricular do 2º Ciclo do Mestrado integrado em Engenharia Eletrotécnica e Computadores (MIEEC) No segundo Ciclo do Mestrado em Engenharia Eletrotécnica e Computadores (MIEEC), i.e, 7º a 10º
DELIBERAÇÃO CONSEP Nº 095/2015
DELIBERAÇÃO CONSEP Nº 095/2015 Altera a Deliberação CONSEP Nº 147/2012, que altera o Currículo do Curso de Engenharia de Produção Mecânica para regime seriado semestral. O CONSELHO DE ENSINO E PESQUISA,
Plano Curricular de Matemática 9º ano - 2014 /2015-3º Ciclo
Plano Curricular de Matemática 9º ano - 2014 /2015-3º Ciclo Tema/Subtema Conteúdos Metas Nº de Aulas Previstas Org.Trat.Dados / Planeamento Estatístico Especificação do problema Recolha de dados População
Equações diferencias são equações que contém derivadas.
Equações diferencias são equações que contém derivadas. Os seguintes problemas são exemplos de fenômenos físicos que envolvem taxas de variação de alguma quantidade: Escoamento de fluidos Deslocamento
Conceitos Básicos de Automação. Exemplo Motivador
Conceitos Básicos de Automação Prof. Jeferson L. Curzel 2011/02 Exemplo Motivador Para uma furação manual o operador usava os olhos, o tato e a contração de seus braços para avaliar a evolução do furo
Alguns apontamentos da história da Análise Numérica
Análise Numérica 1 Âmbito da Análise Numérica Determinar boas soluções aproximadas num tempo computacional razoável? Slide 1 Porquê? Porque em muitos problemas matemáticos e respectivas aplicações práticas
Projeto Pedagógico do Bacharelado em Ciência da Computação. Comissão de Curso e NDE do BCC
Projeto Pedagógico do Bacharelado em Ciência da Computação Comissão de Curso e NDE do BCC Fevereiro de 2015 Situação Legal do Curso Criação: Resolução CONSU no. 43, de 04/07/2007. Autorização: Portaria
CI165 Introdução. André Vignatti. 31 de julho de 2014
Introdução 31 de julho de 2014 Antes de mais nada... Os slides de 6 aulas (introdução, insertion sort, mergesort, quicksort, recorrências e limitantes de ordenação) foram originalmente feitos pelos Profs.
computador-cálculo numérico perfeita. As fases na resolução de um problema real podem, de modo geral, ser colocadas na seguinte ordem:
1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA Departamento de Matemática - CCE Cálculo Numérico - MAT 271 Prof.: Valéria Mattos da Rosa As notas de aula que se seguem são uma compilação dos textos relacionados na bibliografia
Introdução ao Método de Galerkin Estocástico
Introdução ao Método de Galerkin Estocástico Americo Barbosa da Cunha Junior Departamento de Engenharia Mecânica Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro 1 Introdução A dinâmica de um sistema
COERÊNCIA DO CURRÍCULO DO CURSO DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO EM FACE DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS
COERÊNCIA DO CURRÍCULO DO CURSO DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO EM FACE DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS O documento que serviu de base para a análise a seguir é o denominado "Diretrizes Curriculares
1ª ETAPA - TURMA E e F
Atualizado em: 20/05/2013 1/7 CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I PF 3 CIÊNCIAS DO AMBIENTE PF 3 ÉTICA E CIDADANIA I PF 3 FÍSICA GERAL I PF 3 GEOMETRIA ANALITICA E VETORES PF 3 COMPUTAÇÃO, ALGORITMOS E PROGRAMAÇÃO
Instrumentação na Indústria Química. Prof. Gerônimo
Instrumentação na Indústria Química Prof. Gerônimo Ementa 1. Introdução. 2. Histórico. 3. Automação, controle de processo. 4. Instrumentos para controle de processos: - Classificação dos instrumentos -
RESOLVE: Art. 1 o Aprovar o Projeto Político Pedagógico do Curso de Engenharia Elétrica, modalidade Bacharelado, do Centro de Tecnologia, no Campus I.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N 23/2008 Aprova o Projeto Político-Pedagógico do Curso de Engenharia Elétrica, do Centro
Introdução à Engenharia de Controle e Automação
Introdução à Engenharia de Controle e Automação O CURSO DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO DA FACIT Renato Dourado Maia Faculdade de Ciência e Tecnologia de Montes Claros Fundação Educacional Montes
Apresentação da Disciplina
Apresentação da Disciplina Edmar José do Nascimento (Análise de Sinais e Sistemas) http://www.univasf.edu.br/ edmar.nascimento Universidade Federal do Vale do São Francisco Colegiado de Engenharia Elétrica
maior probabilidade de ser repetido em circunstâncias semelhantes
Controlo Motor e Aprendizagem Aula teórica 10/1 Controlo Motor e Aprendizagem Aula teórica 10/2 Conhecer o modelo e as estruturas da teoria do circuito fechado, explicativos da capacidade de detecção e
Resposta Transitória de Circuitos com Elementos Armazenadores de Energia
ENG 1403 Circuitos Elétricos e Eletrônicos Resposta Transitória de Circuitos com Elementos Armazenadores de Energia Guilherme P. Temporão 1. Introdução Nas últimas duas aulas, vimos como circuitos com
Cálculo Numérico Aula 1: Computação numérica. Tipos de Erros. Aritmética de ponto flutuante
Cálculo Numérico Aula : Computação numérica. Tipos de Erros. Aritmética de ponto flutuante Computação Numérica - O que é Cálculo Numérico? Cálculo numérico é uma metodologia para resolver problemas matemáticos
Ementário do Curso de Administração Grade 2008-1 1 Administração da Produção I Fase: Carga Horária: Créditos: Ementa:
1 da Produção I Ementário do Curso de Introdução à administração da produção; estratégias para definição do sistema de produção; estratégias para o planejamento do arranjo físico; técnicas de organização,
Educação Física Educação Física (LP) História Estudos Sociais com Habilitação em História (LP) Filosofia (LP) História (LP)
Educação Física Educação Física (LP) História Estudos Sociais com Habilitação em História (LP) Filosofia (LP) História (LP) Língua Portuguesa e Literatura Letras com Habilitação em Lingua Portuguesa (LP)
Ementas Disciplinas Obrigatórias
Ementas Disciplinas Obrigatórias INFORMÁTICA Algoritmos I Resolução de problemas e desenvolvimento de algoritmos: análise do problema, estratégias de solução e representação. Estruturação e modularização.
ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA - UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE
ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA - UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE Ciências Sociais Graduação em Ciência Política, Sociologia, Filosofia ou Antropologia. Seminários Graduação em Administração Pública, Administração
Sistemas Lineares no CAp UFRJ: Resolvendo Equações Matriciais no Excel
Sistemas Lineares no CAp UFRJ: Resolvendo Equações Matriciais no Excel O que o aluno poderá aprender com esta aula Escrever um sistema linear que corresponda a uma situação-problema. Interpretar um sistema
Glossário de Dinâmica Não-Linear
Glossário de Dinâmica Não-Linear Dr. Fernando Portela Câmara, MD, PhD Coordenador do Depto. Informática da ABP (2004-2007) Atrator O estado no qual um sistema dinâmico eventualmente se estabiliza. Um atrator
TRATAMENTO E ANÁLISE DE SINAIS DE BAIXA FREQUÊNCIA PARA EMULAÇÃO DE CANAL RÁDIO
TRATAMENTO E ANÁLISE DE SINAIS DE BAIXA FREQUÊNCIA PARA EMULAÇÃO DE CANAL RÁDIO Davi Schmutzler Valim Faculdade de Engenharia Elétrica CEATEC [email protected] Resumo: O trabalho trata de fazer
DELIBERAÇÃO CONSEP Nº 092/2015
DELIBERAÇÃO CONSEP Nº 092/2015 Altera a Deliberação CONSEP Nº 275/2014, que altera o Currículo do Curso de Engenharia Civil para regime seriado semestral. O CONSELHO DE ENSINO E PESQUISA, na conformidade
Circuitos Elétricos Circuitos de Segunda Ordem Parte 1
Circuitos Elétricos Circuitos de Segunda Ordem Parte 1 Alessandro L. Koerich Engenharia de Computação Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) Introdução Circuitos que contem dois elementos armazenadores
UNOESTE - Universidade do Oeste Paulista F I P P - Faculdade de Informática de Presidente Prudente
1º TERMO NOTURNO - 2009 31/03/09 3ª feira 20:50 h A ADMINISTRAÇÃO 01/04/09 4ª feira 19:00 h A1/A2 INTRODUÇÃO A COMPUTAÇÃO 02/04/09 5ª feira 19:00 h A1 LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA I 02/04/09 5ª feira 20:50
Pré-Requisitos do Curso
Ministério da Educação Universidade Federal de Santa Maria Centro de Tecnologia Curso de Engenharia de Controle e Automação Pré-Requisitos do Curso 2º Semestre DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS MTM 1020 - Cálculo
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N 64/2011 Altera a Resolução nº. 57/2007 do CONSEPE, que aprova o Projeto Político-Pedagógico
3 Método de Monte Carlo
25 3 Método de Monte Carlo 3.1 Definição Em 1946 o matemático Stanislaw Ulam durante um jogo de paciência tentou calcular as probabilidades de sucesso de uma determinada jogada utilizando a tradicional
Resumo. Leonel Fonseca Ivo. 17 de novembro de 2009
Resumo Leonel Fonseca Ivo 17 de novembro de 2009 1 Teoria de Sistemas A Teoria de Sistemas (TS) é um ramo específico da Teoria Geral de Sistemas (TGS), cujo objetivo é produzir teorias e formulações conceituais
² Servomecanismo: Sistema de controle realimentado para controle automático de posição, velocidade ou aceleração. Muito empregado na indústria.
1. Introdução 1.1. De nições Básicas ² Sistema: Interconexão de dispositivos e elementos para cumprir um objetivo desejado. ² Processo: Um sistema ou dispositivo a ser controlado. ² Sistema de controle:
O que são satélites? Existem 2 tipos de satélite, são os satélites naturais e satélites artificiais.
O que são satélites? Existem 2 tipos de satélite, são os satélites naturais e satélites artificiais. Satélites naturais são: a Lua que gravita em torno da Terra. Satélites artificiais são: dispositivos,
Departamento: Matemática Curso: Eng a Madeiras Ano: 1 o Semestre: 2 o Ano Lectivo: 2006/2007. Aula prática n o 1 - Introdução ao MATLAB
Instituto Politécnico de Viseu Escola Superior de Tecnologia Departamento: Matemática Métodos Numéricos Curso: Eng a Madeiras Ano: 1 o Semestre: 2 o Ano Lectivo: 2006/2007 Aula prática n o 1 - Introdução
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
ENG JR ELETRON 2005 29 O gráfico mostrado na figura acima ilustra o diagrama do Lugar das Raízes de um sistema de 3ª ordem, com três pólos, nenhum zero finito e com realimentação de saída. Com base nas
Introdução à Simulação
Introdução à Simulação O que é simulação? Wikipedia: Simulação é a imitação de alguma coisa real ou processo. O ato de simular algo geralmente consiste em representar certas características e/ou comportamentos
Conversores D/A e A/D
Conversores D/A e A/D Introdução Um sinal analógico varia continuamente no tempo. Som Temperatura Pressão Um sinal digital varia discretamente no tempo. Processamento de sinais digitais Tecnologia amplamente
CALENDÁRIO PROVAS DE RECUPERAÇÃO CURSOS PROFISSIONAIS - SET 2015 DIA HORA - PROVA. SETEMBRO 2015 Dia Hora Duração das provas
Página 1 de 6 SETEMBRO 2015 Dia Hora Duração das provas 08 3.ª feira 09:30 14:30 Data e hora das provas de 09 4.ª feira 09:30 14:30 50 ou 100 min recuperação 10 5.ª feira 09:30 -------- Alguns Apontamentos
11/07/2012. Professor Leonardo Gonsioroski FUNDAÇÃO EDSON QUEIROZ UNIVERSIDADE DE FORTALEZA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA.
FUNDAÇÃO EDSON QUEIROZ UNIVERSIDADE DE FORTALEZA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA Aulas anteriores Tipos de Sinais (degrau, rampa, exponencial, contínuos, discretos) Transformadas de Fourier e suas
Ementário do Curso de Administração Grade 2010-2 1 Administração da Produção I Fase: Carga Horária: Créditos: Ementa:
1 da Produção I Ementário do Curso de Introdução à administração da produção; estratégias para definição do sistema de produção; estratégias para o planejamento do arranjo físico; técnicas de organização,
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS
Turno: MANHÃ Período: 1 Unidade: NÚCLEO UNV SÃO GABRE 3401.1.00-0-Geometria Analítica 3401.1.00-0-Geometria Analítica 8711.1.01-4-LAB. AED 8711.1.03-4-LAB. AED 8711.1.01-4-LAB. AED 8711.1.03-4-LAB. AED
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS CCT CURSO DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS CCT CURSO DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO COMPUTER AIDED ENGINEERING - CAE FABIANO RAMOS DOS SANTOS SERGIO DA COSTA FERREIRA
MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO 1.ª SÉRIE 2.ª SÉRIE CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE (ÁREA: INFORMÁTICA)
MATRIZ CURRICULAR CURSO: GRADUAÇÃO: REGIME: DURAÇÃO: INTEGRALIZAÇÃO: CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE (ÁREA: ) TECNÓLOGO SERIADO ANUAL - NOTURNO 03 (TRÊS) ANOS LETIVOS MÍNIMO:
CURSO: CONTABILIDADE E AUDITORIA
REGIME ESPECIAL DE ACESSO AO ENSINO SUPERIOR PARA MAIORES DE 23 ANOS Ano 2012 ATENÇÃO: PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS A PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS SERÁ CONSTITUÍDA POR DOIS MÓDULOS. UM MÓDULO
A MODELAÇÃO DE LEIS E TEORIAS CIENTÍFICAS
A MODELAÇÃO DE LEIS E TEORIAS CIENTÍFICAS O ESPÍRITO HUMANO PROCURA LEIS E TEORIAS CIENTÍFICAS AO MENOS POR DOIS MOTIVOS Porque lhe dão um certo tipo de compreensão do real Porque lhe oferecem esquemas
Capítulo 3. Avaliação de Desempenho. 3.1 Definição de Desempenho
20 Capítulo 3 Avaliação de Desempenho Este capítulo aborda como medir, informar e documentar aspectos relativos ao desempenho de um computador. Além disso, descreve os principais fatores que influenciam
Industrial SOLUÇÕES EM AUTOMAÇÃO
Industrial SOLUÇÕES EM AUTOMAÇÃO Soluções em Automação INDUSTRIAL TRAINING. STEP 5 Standard ( Básico). Duração: 40 horas. Público Alvo. Este curso se destina a profissionais das áreas de planejamento,
5 Transformadas de Laplace
5 Transformadas de Laplace 5.1 Introdução às Transformadas de Laplace 4 5.2 Transformadas de Laplace definição 5 5.2 Transformadas de Laplace de sinais conhecidos 6 Sinal exponencial 6 Exemplo 5.1 7 Sinal
Disciplina: Introdução à Informática Profª Érica Barcelos
Disciplina: Introdução à Informática Profª Érica Barcelos CAPÍTULO 4 1. ARQUITETURA DO COMPUTADOR- HARDWARE Todos os componentes físicos constituídos de circuitos eletrônicos interligados são chamados
DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS
DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS Planificação Anual da Disciplina de TIC Módulos 1,2,3-10.ºD CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE APOIO À GESTÃO DESPORTIVA Ano Letivo 2015-2016 Manual adotado:
UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA SÉRIE DE EXERCÍCIO #A22 (1) O circuito a seguir amplifica a diferença de
Simulação Computacional de Sistemas, ou simplesmente Simulação
Simulação Computacional de Sistemas, ou simplesmente Simulação Utilização de métodos matemáticos & estatísticos em programas computacionais visando imitar o comportamento de algum processo do mundo real.
Características do texto Académico-Científico
Características do texto Académico-Científico Algumas noções breves Ana Leitão Mestre em Língua e Cultura Portuguesa Essencial para uma adequada indexação posterior em bases de dados; Nem muito abrangentes
Ajuste dos Parâmetros de um Controlador PI em uma Coluna de Destilação Binária
Ajuste dos Parâmetros de um Controlador PI em uma Coluna de Destilação Binária Marina Roberto Martins 1*, Fernando Palú 1 (1) Universidade Estadual do Oeste do Paraná, Curso de Engenharia Química. e-mail:
ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO
ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO 2009 1 Resumo do Curso Disciplinas N. de Créditos Carga horária Disciplinas Obrigatórias Disciplinas do CB/CTC 74 1.200 Obrigatórias da Engenharia 35 765 Obrigatórias do Curso
Aula 08. Modelos e Simulação
Modelos e Simulação 8.1 Aula 08 Modelos e Simulação Walter Antônio Bazzo e Luiz Teixeira do Vale Pereira, Introdução a Engenharia Conceitos, Ferramentas e Comportamentos, Capítulo 7: Modelos e Simulação
Modelagem no Domínio do Tempo. Carlos Alexandre Mello. Carlos Alexandre Mello [email protected] 1
Carlos Alexandre Mello 1 Modelagem no Domínio da Frequência A equação diferencial de um sistema é convertida em função de transferência, gerando um modelo matemático de um sistema que algebricamente relaciona
FACULDADE DO SUL DA BAHIA 1º SEMESTRE DE 2014. PROVA FINAL PERÍODO DE APLICAÇÃO 07/07 segunda-feira 09/07 quarta-feira 10/07 quinta-feira
FACULDADE DO SUL DA BAHIA SEMESTRE DE 2014 PROVA FINAL PERÍODO DE APLICAÇÃO segunda-feira quarta-feira quinta-feira Horário 1ª AULA 18:50 às 20:30 2ª AULA 20:50 às 22:30 OBS.: NÃO HÁ SEGUNDA CHAMADA DE
PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO(A) DE ELECTRÓNICA. PERFIL PROFISSIONAL Técnico/a de Electrónica Nível 3 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/6
PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO(A) DE ELECTRÓNICA PERFIL PROFISSIONAL Técnico/a de Electrónica Nível 3 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/6 ÁREA DE ACTIVIDADE - ELECTRÓNICA E AUTOMAÇÃO OBJECTIVO GLOBAL -
CATÁLOGO DE REQUISITOS
1 Habilitação Componente Titulação CATÁLOGO DE REQUISITOS em (EII) - Habilitação em de Empresas - Habilitação em Agronegócios - Habilitação em Gestão de Negócios Agroindustriais - Habilitação em Gestão
OBJETIVOS: CARGA HORÁRIA MÍNIMA CRONOGRAMA:
ESTUDO DIRIGIDO COMPONENTE CURRICULAR: Controle de Processos e Instrumentação PROFESSOR: Dorival Rosa Brito ESTUDO DIRIGIDO: Métodos de Determinação de Parâmetros de Processos APRESENTAÇÃO: O rápido desenvolvimento
1ºANO 2ºANO 3ºANO 3000/3100 3000/3100 3000/3100
CONTABILIDADE ( C) 3ºANO 3000/3100 3000/3100 3000/3100 Contabilidade Geral (18h30m) Estatística Aplicada (14h) Contabilidade de Custos (18h30m) Noções Fundamentais de Direito (9h) Empreendedorismo (14h)
