JULGAMENTO DE IMPUGNAÇÃO DE EDITAL
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- Guilherme Sales da Costa
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1 JULGAMENTO DE IMPUGNAÇÃO DE EDITAL Referência: Pregão Eletrônico n.º 117/2015 Processo Administrativo: O presente documento analisa o pedido de Impugnação de Edital proposto pela empresa MERCOSERVICE PRESTADORA DE SERVIÇO, pessoa jurídica de pessoa de direito privado, inscrita no CNPJ sob o n / , doravante denominada Impugnante, referente ao Pregão Eletrônico n.º 117/2015, cujo o objeto é a Contratação de Empresa Terceirizada para Prestação de Serviços de Limpeza, Higiene e Conservação com fornecimento de materiais e equipamentos, visando a atender as necessidades do IFRS. 2. DA ADMISSIBILIDADE DA IMPUGNAÇÃO Nos termos do disposto no artigo 18, do Decreto n. 5450/2005, é cabível impugnação, por qualquer pessoa, do ato convocatório do pregão na forma eletrônica até 2 dois - dias úteis antes da data fixada para a abertura da sessão pública. Desse modo, observa-se que a Impugnante encaminhou sua petição, via [email protected], no dia 13 de janeiro de 2016, às 0h e 58min, e, considerando que a abertura da sessão pública do Pregão está agendada para o dia 18 de janeiro de 2016, às 13h, a presente impugnação apresenta-se tempestiva. 3. DOS PONTOS QUESTIONADOS A Impugnante questiona os seguintes pontos do edital: 3.1. Da exclusão do Simples Nacional
2 Não há vedação expressa em nenhuma norma legal de participação de empresas optantes pelo Simples Nacional em licitações públicas A empresa optante pelo Simples Nacional não poderá gozar, nesta licitação, de nenhum beneficio tributário na condição de optante, em prestigio ao princípio da igualdade, devendo preencher sua Planilha de Custos e Formação de Preços conforme o Regime Tributário que irá optar, caso seja contratada (Lucro Presumido ou Lucro Real) A empresa optante pelo Simples Nacional que venha a ser contratada estará sujeita à exclusão obrigatória do Simples Nacional a contar do mês seguinte ao da contratação, em consequência do que dispõem o art. 17, inciso XII, o art.30, inciso II e o art.31, inciso II, da Lei Complementar n 123, de A empresa optante pelo Simples Nacional deverá apresentar cópia do ofício, com comprovante de entrega e recebimento, comunicando a assinatura do contrato de prestação de serviços, mediante disponibilização de mão de obra com dedicação exclusiva (situação que gera vedação à opção pelo Simples Nacional, com as exceções previstas de limpeza, conservação e vigilância), ao IFRS, no prazo previsto no art.30, 1, inciso II, da Lei Complementar n 123, de 2006 (até o último dia útil do mês subsequente àquele em que ocorrida a vedação) No caso de não apresentação da cópia do ofício, no prazo estabelecido acima, o órgão licitante devera representar ao IFRS do domicílio tributário da empresa contratada, juntando a documentação pertinente, para fins de sua exclusão de ofício e aplicação da multa prevista no art.3, 3 da Resolução do Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN) n 15, de 2007, se entender cabível O pagamento pelos serviços efetivamente prestados, somente no mês da contratação, será efetivado considerando o benefício tributário do Simples Nacional, devendo a Planilha de Custos ser adaptada para tal A partir do segundo mês da contratação, a contratada deverá, para fins do contrato, ser considerada excluída do Simples estando sujeita às retenções de todos os tributos devidos, conforme Acórdão TCU nº 797/2011 do Plenário Da exigência de comprovação mínima de 20 postos para qualificação técnica Qualificação Técnica Da Capacitação Técnico-Operacional Comprovação de que tenha executado serviços de terceirização compatíveis em quantidade com o objeto licitado por período não inferior a 3 (três) anos, em cumprimento ao disposto no inciso I do 5º do art. 19 da IN SLTI nº 2/2008 e item do Acórdão TCU nº 1.214/2013 do Plenário, conforme modelo do anexo V deste Edital Para a comprovação da experiência mínima de 3 (três) anos será aceito o somatório de atestados, nas seguintes condições: I- O(s) atestado(s) não necessita(m) ser obrigatoriamente referente(s) aos últimos 3 (três) anos anteriores à data da licitação. II- O prazo de 3 (três) anos não necessita ser obrigatoriamente contado de forma ininterrupta (contínua).
3 III- Será aceita, para comprovação do período de 3 (três) anos, a prestação de serviços com qualquer quantitativo de postos, desde que maior ou igual a 1(um) Considerar-se-á o objeto da licitação, para a comprovação da experiência no mercado mínima de 3 (três) anos, com qualquer quantitativo de metragem, a execução de serviços de limpeza e conservação predial Não se aplica a esta licitação a apresentação de atestados diversos ao objeto, conforme Acórdão TCU nº 1.214/2013 do Plenário (itens III.b.2 e III.e do Relatório e 75 do Voto do Relator) A finalidade dessa exigência é a comprovação de experiência no mercado, por no mínimo 3 (três) anos, com qualquer quantitativo de postos de trabalho, pertinente e compatível com o objeto da licitação Comprovação de que tenha executado prestação de serviços de Limpeza, conservação predial, com, no mínimo, 20 (vinte) Postos de Trabalho, em cumprimento ao disposto no 8º do art. 19 da IN SLTI nº 2/2008 e item do Acórdão TCU nº 1.214/2013 do Plenário, conforme modelo no Anexo V Atestado de Capacidade Técnico-Operacional deste Edital Para a comprovação do quantitativo mínimo de 20 (vinte) postos/serventes/encarregados de trabalho será aceito o somatório de atestados, nas seguintes condições: I- O somatório de atestados para comprovação do quantitativo mínimo de 20 (vinte) postos/serventes/encarregados deverá contemplar contratos executados concomitantemente (ao mesmo tempo) em um período mínimo de 1 (um) ano, exceto se algum dos contratos foi firmado para ser executado em prazo inferior. II- Os atestados apresentados deverão comprovar a prestação de serviços no quantitativo mínimo de 20 (vinte) postos de trabalho/serventes/ encarregados, permitido o somatório de atestados, e terem sido expedidos após a conclusão dos contratos ou pelo menos 1 (um) ano após o início de sua execução, se decorrido esse prazo, exceto se firmados para serem executados em prazo inferior A finalidade dessa exigência é a comprovação de capacidade em recrutar e gerir um quantitativo mínimo de mão de obra, no caso 20 (vinte) postos de trabalho/servente/encarregado, pertinente e compatível com o objeto da licitação Os atestados de capacidade técnico-operacional deverão referir-se a serviços prestados no âmbito da atividade econômica principal ou secundária especificadas no contrato social vigente da licitante Somente serão aceitos atestados expedidos após a conclusão do contrato ou se decorrido, pelo menos, 1 (um) ano do início de sua execução, exceto se firmado para ser executado em prazo inferior, conforme disposto no 9º do art. 19 da IN SLTI nº 2/ A licitante deverá disponibilizar se e quando solicitado pelo Pregoeiro todas as informações necessárias à comprovação da legitimidade dos atestados solicitados, apresentando, dentre outros documentos, cópia do contrato que deu suporte à contratação, endereço atual da contratante e local em que foram prestados os serviços.
4 Fica esclarecido que a ausência de registro no(s) Atestado(s) de Capacidade Técnico-Operacional, de que os serviços se referem: a) limpeza, e conservação predial; b) a ausência da quantidade de Postos de Trabalho/ serventes/encarregados e c) ao período da prestação dos serviços, implicará a não aceitação do Atestado e, se for o caso, inabilitação da licitante A exigência de comprovação de experiência anterior da licitante é imprescindível e pertinente para a segurança da contratação, em razão de que não é plausível, lógico e razoável a permissão no edital de licitação de participação de empresas que não apresentem o mínimo de experiência na execução dos serviços objeto da licitação, ou seja, Limpeza e conservação predial As exigências de capacidade técnico-operacional estão em conformidade com o disposto no art. 19 da IN SLTI nº 2/ Quanto à exigência de comprovação de capacitação técnicooperacional, percebe-se claramente a convergência dos entendimentos da doutrina e jurisprudência pátria no sentido de se considerar perfeitamente legítima a inserção de exigência, nos editais de licitações públicas, como requisito prévio à habilitação, de comprovação de capacidade técnica das interessadas em contratar com a Administração, sendo amplamente majoritária a concepção, segundo Marçal Justen Filho, de que a comprovação dessa qualificação técnica deve abranger tanto o aspecto operacional como o profissional, consoante inteligência do art. 37, inciso XXI, da Constituição Federal do Brasil e do art. 30, inciso II, da Lei nº 8.666/ Do percentual de insalubridade: Alega a Impugnante que o percentual correto para cotação seria corresponde a 40% e não 20% como preenchido na planilha pela Administração anexo II do Edital. 4. DA ANÁLISE e JULGAMENTO DOS PONTOS QUESTIONADOS 4.1. Quanto ao item 3.1 Exclusão do Regime Simples Nacional. De acordo com a IN SLTI/MPOG 02/2008, em seu artigo 19, inciso XXIII, a Microempresa ou Empresa de Pequeno Porte, que venha a ser contratada para prestação de serviços de mão de obra não poderá beneficiar-se da condição de optante do Simples Nacional. Contudo, o artigo 18-, 5ºC da Lei Complementar 123/2006 prevê a exceção de que serviços de vigilância, limpeza e conservação possam se utilizar de tal benefício, desde que a atividade de limpeza e conservação
5 não seja exercida cumulativamente com as atividades que sejam vedadas legalmente, consoante o artigo 17, 1º da Lei Complementar 123/2006. Diante de tal cenário, entende-se que assiste parcial razão à impugnação 4.2. Quanto ao item 3.2 Qualificação Técnica. A exigência de comprovação mínima de 20 postos de trabalho, alega a Impugnante, que tal exigência é irrazoável, uma vez que o edital prevê, preliminarmente, um quantitativo de 9 postos. A cláusula do edital que prevê está condição está nos precisos termos da IN 02/2008, e suas alterações, conforme transcrito abaixo: Art. 19. Os instrumentos convocatórios devem o conter o disposto no art. 40 da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993, indicando ainda, quando couber: 8º Quando o número de postos de trabalho a ser contratado for igual ou inferior a 40 (quarenta), o licitante deverá comprovar que tenha executado contrato com um mínimo de 20 (vinte) postos. (Incluído pela Instrução Normativa nº 6, de 23 de dezembro de 2013) Ainda, salienta-se que os atestados de capacidade técnica a serem apresentados deverão ser compatíveis com o objeto da licitação e que o serviço prestado é atividade econômica principal ou secundária da empresa, conforme se depreende do texto extraído da IN 02/2008: Art. 19. Os instrumentos convocatórios devem o conter o disposto no art. 40 da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993, indicando ainda, quando couber: XXV - disposição prevendo condições de habilitação técnica nos seguintes termos: (Incluído pela Instrução Normativa nº 6, de 23 de dezembro de 2013) a) os atestados ou declarações de capacidade técnica apresentados pelo licitante devem comprovar aptidão para desempenho de atividade pertinente e compatível em características, quantidades e prazos com o objeto de que trata o processo licitatório; e (Incluído pela Instrução Normativa nº 6, de 23 de dezembro de 2013) b) os atestados de capacidade técnico-operacional deverão referir-se a serviços prestados no âmbito de sua atividade econômica principal ou
6 secundária especificadas no contrato social vigente; (Incluído pela Instrução Normativa nº 6, de 23 de dezembro de 2013) A título de exemplificação: o objeto da licitação é de serviços de limpeza, higiene e conservação com fornecimento de equipamentos e materiais, nesse caso, a empresa deverá apresentar atestados de capacidade técnica que demonstrem que prestou serviços de higiene, limpeza e conservação e essa atividade - prestação de serviços terceirizados está no âmbito de sua atividade econômica principal ou secundária. Nesse sentido, não há que se falar em irrazoabilidade da cláusula, uma vez que ela se encontra amparada em Instrução Normativa, devendo ser observada pela Administração Pública. Portanto, conclui-se que este tópico não assiste razão à Impugnante Quanto ao item 3.3. Percentual de Adicional de Insalubridade O percentual utilizado pela Administração foi estabelecido em conformidade com Laudo Pericial elaborado por Engenheiro de Segurança do Trabalho do IFRS. No laudo, foi constatado que o grau de insalubridade nas instalações do IFRS é correspondente ao nível médio, fazendo jus ao percentual de adicional de 20%. Salienta-se que o Laudo Pericial foi elaborado com observância a toda a legislação vigente sobre a matéria. Sendo assim, tendo em vista a existência do Laudo Pericial, a empresa deverá utilizar o percentual de 20% para elaboração de sua proposta. Menciona ainda, a Impugnante, a respeito da Súmula 448 do TST, no entanto, de acordo com o Parecer nº08/2014/cplp/cepconsu/pgf/agu de
7 29/09/2014, especificamente no item 30, salienta-se que a edição de uma súmula por um Tribunal não poder ser considerada como um ato dotado de força jurídica própria a ponto de ser uma imposição. Nesse sentido, ainda que haja a existência da referida súmula, ela não se impõe perante a Administração Pública, portanto, não assiste razão à Impugnante. 5. DA DECISÃO Diante de todo o exposto, entende-se pela PROCEDÊNCIA PARCIAL, devendo ser republicado o instrumento convocatório com a correção das inconsistências constatadas, assim como a data e horário de abertura da sessão pública. Dê-se ciência à Impugnante, após divulgue-se esta decisão junto aos sites e bem como se procedam às demais formalidades de publicidade determinadas em lei. Canoas/RS, 18 de janeiro de Mariana Grziwotz Scienza Pregoeira Oficial IFRS
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