APELAÇÃO CÍVEL nº /PE ( )

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "APELAÇÃO CÍVEL nº /PE ( )"

Transcrição

1 APTE : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL APDO : SIULLE DE SÁ ROSA DE CASTRO CUNHA ORIGEM : 17ª VARA FEDERAL DE PERNAMBUCO (COMPETENTE P/ EXECUçõES PENAIS) RELATOR : DESEMBARGADOR FEDERAL PAULO GADELHA - Segunda Turma E M E N T A DIREITO ADMINISTRATIVO. IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA. DEFENSOR DATIVO. COBRANÇA DE HONORÁRIOS. USO DE DOCUMENTO FALSO. EXERCÍCIO DE MUNUS PÚBLICO. INAPLICABILIDADE DA LEI 8.429/1992. INDEFERIMENTO DA INICIAL. - Cuida-se de apelação do Ministério Público Federal contra sentença que lhe indeferiu petição inicial em ação civil pública, a qual visava a imputar a prática de atos de improbidade administrativa (Lei 8.429/1992) à defensora dativa. O apelante sustenta que a cobrança e recebimento de vantagem indevida bem como o uso de documento particular falso no exercício irregular da função de advogada dativa do Núcleo de Assistência Judiciária da Justiça Federal de Petrolina implicam improbidade administrativa praticada por agente público. - O defensor dativo, ao contrário do integrante da Defensoria Pública (art. 5º, inciso LXXXIV c/c art. 134 da CF), não exerce função pública, mas somente munus publicum, razão pela qual a sua conduta, referente à cobrança indevida de honorários, não pode ser enquadrada como ato de funcionário público (STJ, RHC 8856, rel. Min. Fernando Gonçalves Sexta Turma, pub. DJ de 21/02/2000). Outros precedentes do STJ: RHC 8706, rel. Min. Felix Fischer, Quinta Turma, pub. DJ de 18/10/1999 e RHC 3900, Rel. Min. Luiz Vicente Cernicchiaro, Sexta Turma, DJ de 03/04/ Dos fatos narrados na inicial não decorrem o efeito jurídico nela deduzido, qual seja, o enquadramento da conduta de defensor dativo como ato de agente público previsto na Lei 8.429/1992, o que justifica o indeferimento da inicial. - Apelação não provida. A C Ó R D Ã O 1

2 Vistos, etc. Decide a Segunda Turma do Tribunal Regional Federal da 5ª Região, por unanimidade, NEGAR PROVIMENTO À APELAÇÃO, nos termos do voto do Relator, na forma do relatório e notas taquigráficas que passam a integrar o presente julgado. Recife, 05 de junho de 2012 (data do julgamento). Desembargador federal Paulo Gadelha Relator 2

3 R E L A T Ó R I O Exmo. desembargador federal Paulo Gadelha - relator: Cuida-se de apelação do Ministério Público Federal contra sentença que lhe indeferiu petição inicial em ação civil pública, a qual visava a imputar a prática de atos de improbidade administrativa à defensora dativa. O apelante sustenta que a cobrança e recebimento de vantagem indevida bem como o uso de documento particular falso no exercício irregular da função de advogada dativa do Núcleo de Assistência Judiciária da Justiça Federal de Petrolina implicam improbidade administrativa praticada por agente público. É o relatório. 3

4 V O T O Exmo. desembargador federal Paulo Gadelha - relator: O fundamento da sentença é de que não restou demonstrada a prática - sequer em tese de ato consubstanciador de improbidade administrativa (art. 17, 8º, da Lei 8.429/1992), haja vista a ré não se enquadrar no conceito de agente público (fl. 101v). O entendimento da sentença é corroborado pela Jurisprudência do STJ, como se segue: RECURSO DE HABEAS CORPUS. DEFENSOR DATIVO. POSTERIORIDADE. COBRANÇA. HONORÁRIOS. CONDUTA ATÍPICA. FUNCIONÁRIO PÚBLICO. 1. O defensor dativo, ao contrário do integrante da Defensoria Pública (art. 5º, inciso LXXXIV c/c art. 134 da CF), não exerce função pública, mas somente munus publicum, razão pela qual a sua conduta, referente à cobrança indevida de honorários, não pode ser enquadrada como ato de funcionário público, refugindo ao âmbito do Direito Penal. 2. Recurso provido. (STJ, RHC 8856, rel. Min. Fernando Gonçalves Sexta Turma, pub. DJ de 21/02/2000) PENAL E PROCESSUAL PENAL. RECURSO ORDINÁRIO DE HABEAS CORPUS. CONCUSSÃO. DEFENSOR DATIVO. POSTERIOR COBRANÇA DE HONORÁRIOS. ATIPIA. I - A advocacia, mesmo em se tratando de designação para a defesa de alguém, pode ser munus publicum (Lei nº 8.906/94, art. 2, 2º), mas não é, ao contrário da Defensoria Pública (art. 5º, inciso LXXXIV c/c o art. 134 da Carta Magna), função pública (Precedente). II - Configura matéria extrapenal, a posterior e indevida cobrança de honorários acerca de serviços prestados como defensor dativo. Recurso provido. 4

5 (STJ, RHC 8706, rel. Min. Felix Fischer, Quinta Turma, pub. DJ de 18/10/1999) RHC - PENAL - FUNCIONÁRIO PUBLICO ADVOGADO. - O código Penal reelaborou o conceito de funcionário público (art. 327). Compreende quem, embora transitoriamente ou sem remuneração, exerce cargo, emprego ou função pública. Cargo e lugar e conjunto de atribuições confiadas pela administração a uma pessoa física, que atua em nome do estado. Emprego e vínculo de alguém com o estado, regido pelas leis trabalhistas. Função pública, por seu turno, atividade de órgão público que realiza fim de interesse do Estado. A advocacia não é atividade do Estado. Ao contrário, privada. Livre e o seu exercício, nos termos do Estatuto do Advogado. A advocacia não se confunde com a Defensoria Pública. Esta é instituição essencial à função jurisdicional do Estado, incumbindo a orientação jurídica e a defesa, em todos os graus, dos necessitados, na forma do art. 5., LXXXIV (Const. art. 134). O Defensor Público, ao contrário do advogado, exerce função pública. O advogado, designado para exercer a defesa de alguém, exerce "munus publicum" (Lei n , , art. 2., paragrafo 2.). Assim, não exercendo função publica, não é funcionário público para os efeitos penais. (STJ, RHC 3900, Rel. Min. Luiz Vicente Cernicchiaro, Sexta Turma, DJ de 03/04/1995) Dessarte, dos fatos narrados na inicial não decorrem o efeito jurídico nela deduzido, qual seja, o enquadramento da conduta de defensor dativo como ato de agente público previsto na Lei 8.429/1992. Ante o exposto, NEGO PROVIMENTO À APELAÇÃO. É como voto. 5

Tribunal de Justiça de Minas Gerais

Tribunal de Justiça de Minas Gerais Número do 1.0024.13.024213-4/001 Númeração 0242134- Relator: Relator do Acordão: Data do Julgamento: Data da Publicação: Des.(a) Jair Varão Des.(a) Jair Varão 20/02/2014 14/03/2014 EMENTA: PROCESSUAL CIVIL

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RELATOR : MINISTRO MAURO CAMPBELL MARQUES EMENTA ADMINISTRATIVO. PODER DE POLÍCIA. LOJA DE DEPARTAMENTO. VIGILÂNCIA NÃO OSTENSIVA. ART. 10, 4º, DA LEI N. 7.102/83. INAPLICABILIDADE. 1. Pacífico o entendimento

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO MATO GROSSO DO SUL TERCEIRA TURMA CÍVEL APELAÇÃO CÍVEL - EXECUÇÃO - N /

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO MATO GROSSO DO SUL TERCEIRA TURMA CÍVEL APELAÇÃO CÍVEL - EXECUÇÃO - N / TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO MATO GROSSO DO SUL TERCEIRA TURMA CÍVEL APELAÇÃO CÍVEL - EXECUÇÃO - N. 2010.004444-3/0000-00 RELATOR - EXMO. SR. DES. MARCO ANDRÉ NOGUEIRA HANSON. APELANTE - FAZENDA PÚBLICA

Leia mais

EMENTA ACÓRDÃO. Decide a Sexta Turma, por unanimidade, negar provimento à apelação. Sexta Turma do TRF da 1ª Região

EMENTA ACÓRDÃO. Decide a Sexta Turma, por unanimidade, negar provimento à apelação. Sexta Turma do TRF da 1ª Região Numeração Única: 0009574-23.2007.4.01.3400 APELAÇÃO CÍVEL N. 2007.34.00.009641-7/DF RELATOR : DESEMBARGADOR FEDERAL JIRAIR ARAM MEGUERIAN APELANTE : JOSE DOMINGUES SANTOS RODRIGUES ADVOGADO : PEDRO PEREIRA

Leia mais

IV - APELACAO CIVEL

IV - APELACAO CIVEL RELATOR APELANTE ADVOGADO APELANTE ADVOGADO APELADO ORIGEM : JUIZ FEDERAL CONVOCADO JOSÉ ANTONIO LISBOA NEIVA : COOK ELECTRIC TELECOMUNICACOES S/A : MARIA DE LOURDES JORGE ESTEVES : CAIXA ECONOMICA FEDERAL

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça HABEAS CORPUS Nº 293.979 - MG (2014/0104367-7) RELATOR IMPETRANTE ADVOGADO IMPETRADO PACIENTE : MINISTRO GURGEL DE FARIA : MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE MINAS GERAIS : ANDRÉ LUÍS ALVES DE MELO : TRIBUNAL

Leia mais

APELAÇÃO CÍVEL Nº ( ) COMARCA DE APARECIDA DE GOIÂNIA

APELAÇÃO CÍVEL Nº ( ) COMARCA DE APARECIDA DE GOIÂNIA APELAÇÃO CÍVEL Nº 176810-82.2011.8.09.0011(201191768104) COMARCA DE APARECIDA DE GOIÂNIA APELANTE: APELADO: SEGURO DPVAT S/A ANASTACIO GERMANO DE OLIVEIRA E OUTROS SEGURADORA LÍDER DOS CONSÓRCIOS DO RELATOR:

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO. 2 9a Câmara APELAÇÃO S/ REVISÃO N /4. Comarca de SÃO JOSÉ DO RIO PRETO 4. V.

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO. 2 9a Câmara APELAÇÃO S/ REVISÃO N /4. Comarca de SÃO JOSÉ DO RIO PRETO 4. V. TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO 2 9a Câmara APELAÇÃO S/ REVISÃO N 1 2 4 1 4 9 0-0/4 Comarca de SÃO JOSÉ DO RIO PRETO 4. V. CÍVEL P r o c e s s o 38380/08 APTE RAIMUNDA AUGUSTA LIMA ALVES APDO MARÍTIMA

Leia mais

RELATÓRIO. TRF/fls. E:\acordaos\ _ doc

RELATÓRIO. TRF/fls. E:\acordaos\ _ doc *AC 305947-AL (20028000001001-9) APTE: INSS - INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL ADV: MARIA DE FATIMA FALCÃO ALBUQUERQUE E OUTROS APDO: OTACILIA RAMOS DUARTE ADV: RAIMUNDA MOREIRA AZEVEDO E OUTROS REMTE:

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 5.ª REGIãO Gabinete da Desembargadora Federal Margarida Cantarelli

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 5.ª REGIãO Gabinete da Desembargadora Federal Margarida Cantarelli RELATORA : DESEMBARGADORA FEDERAL MARGARIDA CANTARELLI RELATÓRIO A EXMA. DESEMBARGADORA FEDERAL MARGARIDA CANTARELLI (RELATORA): Trata-se de mandado de segurança impetrado contra o Juiz de Direito da 2ª

Leia mais

R EP Ú BLI C A F E DE R AT I V A D O BRAS I L TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 5ª REGIÃO GABINETE DO DESEMBARGADOR FEDERAL RIDALVO COSTA

R EP Ú BLI C A F E DE R AT I V A D O BRAS I L TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 5ª REGIÃO GABINETE DO DESEMBARGADOR FEDERAL RIDALVO COSTA AGRAVO DE INSTRUMENTO (TURMA) Nº 71731 - CE AGRTE: MARPEX - INDUSTRIA DE PESCA S/A ADV/PROC: NELSON WILIANS FRATONI RODRIGUES E OUTROS AGRDO: INSS - INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL REPTE: PROCURADORIA

Leia mais

Reis Friede Relator. TRF2 Fls 356

Reis Friede Relator. TRF2 Fls 356 Nº CNJ : 00433-3.205.4.02.50 (205.5.0.0433-8) ADVOGADO : RJ24996 - ANDERSON DA SILVA MOREIRA ORIGEM : 2ª Vara Federal do Rio de Janeiro (00433320540250) EMENTA RESPONSABILIDADE CIVIL. DESVALORIZAÇÃO DO

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça EMENTA ACÓRDÃO PROCESSO PENAL. AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. EXECUÇÃO PROVISÓRIA DA PENA RESTRITIVA DE DIREITOS. IMPOSSIBILIDADE. ART. 147 DA LEP EM VIGÊNCIA. AGRAVO NÃO PROVIDO. 1.

Leia mais

: : BIANCA PINTO FERREIRA

: : BIANCA PINTO FERREIRA 7ª CÂMARA CRIMINAL Habeas Corpus nº 2009.059.07443 Impte : Dr. Sergio H. Martins Clemente Pactes : BIANCA PINTO FERREIRA e OUTRO Autoridade Coatora: 3ª VARA CRIMINAL DE DUQUE DE CAXIAS Relator : Des. SIRO

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DÉCIMA PRIMEIRA CÂMARA CÍVEL. Agravo Interno Agravo de Instrumento nº

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DÉCIMA PRIMEIRA CÂMARA CÍVEL. Agravo Interno Agravo de Instrumento nº TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DÉCIMA PRIMEIRA CÂMARA CÍVEL Agravo Interno Agravo de Instrumento nº 0031072-49.2013.8.19.0000 Relator: Desembargador FERNANDO CERQUEIRA CHAGAS AGRAVO INTERNO

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça EDcl no AgRg no AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 874.287 - DF (2007/0060270-9) RELATOR : MINISTRO LUIS FELIPE SALOMÃO EMBARGANTE : BANCO DO BRASIL S/A EMBARGADO : CID VIEIRA DE CASTRO E OUTROS EMENTA EMBARGOS

Leia mais

A C Ó R D Ã O. Agravo de Instrumento nº

A C Ó R D Ã O. Agravo de Instrumento nº SEXTA CÂMARA CÍVEL AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 2008.002.22085 AGRAVANTE: CARTÓRIO DO 5º OFÍCIO DE JUSTIÇA DA COMARCA DE SÃO GONÇALO AGRAVADO: CONSERV PEÇAS E SERVIÇOS LTDA ME RELATOR: DES. BENEDICTO ABICAIR

Leia mais

Poder Judiciário TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO APELAÇÃO CÍVEL Nº /PR

Poder Judiciário TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO APELAÇÃO CÍVEL Nº /PR 10/09/2018 ACOR Poder Judiciário TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO APELAÇÃO CÍVEL Nº 5000508-25.2018.4.04.7001/PR RELATOR: DESEMBARGADOR FEDERAL LUÍS ALBERTO D AZEVEDO AURVALLE APELANTE: xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

Leia mais

ACÓRDÃO. O julgamento teve a participação dos Exmos. Desembargadores EUTÁLIO PORTO (Presidente), VERA ANGRISANI E ROBERTO MARTINS DE SOUZA.

ACÓRDÃO. O julgamento teve a participação dos Exmos. Desembargadores EUTÁLIO PORTO (Presidente), VERA ANGRISANI E ROBERTO MARTINS DE SOUZA. Registro: 2016.0000537423 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação nº 0014422-69.2010.8.26.0053, da Comarca de São Paulo, em que é apelante MR AVALIAÇÕES E PERÍCIAS DE ENGENHARIA

Leia mais

RELATÓRIO. 2. Duplo grau de jurisdição obrigatório. 3. É o relatório. VOTO

RELATÓRIO. 2. Duplo grau de jurisdição obrigatório. 3. É o relatório. VOTO 1 de 5 04/10/2016 08:32 PROCESSO Nº: 0800188-82.2015.4.05.8204 - REMESSA NECESSÁRIA PARTE AUTORA: CONSELHO REGIONAL DE FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUP 1 REG ADVOGADO: CARLOS ALBERTO LOPES DOS SANTOS PARTE

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 693.728 - RS (2004/0154067-1) RELATÓRIO EXMA. SRA. MINISTRA LAURITA VAZ: Trata-se de recurso especial interposto por SIRLEI TEREZINHA DE SOUZA FEIJÓ, fundamentado na alínea a do permissivo

Leia mais

GERALDINE PINTO VITAL DE CASTRO Juíza Federal Convocada

GERALDINE PINTO VITAL DE CASTRO Juíza Federal Convocada Nº CNJ : 0509232 39.2002.4.02.5101 RELATOR : JUÍZA FEDERAL CONVOCADA GERALDINE PINTO VITAL DE CASTRO APELANTE : MARIA CLARA LAGO FERRER ADVOGADO : ALEXANDRE WANDERLEY DA SILVA COSTA APELADO : INSTITUTO

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça AGRAVADO ADVOGADO INTERES. : JOSÉ MEIRELLES FILHO E OUTRO(S) - SP086246 : MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO EMENTA PROCESSO PENAL. AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. EXECUÇÃO PROVISÓRIA

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br Súmula 122 do Superior Tribunal de Justiça e competência para o julgamento de contravenções penais: uma análise à luz da jurisprudência dos Tribunais Superiores Alexandre Piccoli

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO ACÓRDÃO

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO ACÓRDÃO ACÓRDÃO Registro: 2015.0000699565 Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação nº 0008772-23.2006.8.26.0072, da Comarca de Bebedouro, em que é apelante/apelado PAULO HENRIQUE FRANÇA DE BRITO,

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça HABEAS CORPUS Nº 152.806 - RS (2009/0218681-9) RELATORA IMPETRANTE IMPETRADO PACIENTE : MINISTRA LAURITA VAZ : ADRIANA HERVÉ CHAVES BARCELLOS - DEFENSORA PÚBLICA : TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RELATOR RECORRENTE ADVOGADO RECORRIDO : MINISTRO RIBEIRO DANTAS : EMERSON SILVA RODRIGUES (PRESO) : DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DE SÃO PAULO : MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO EMENTA PROCESSUAL

Leia mais

Poder Judiciário TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO

Poder Judiciário TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO RELATÓRIO UNIÃO FEDERAL (Fazenda Nacional) apela da r. sentença (fls.12/13) que (a) rejeitando a alegação de excesso de execução, (b) julgou improcedentes os embargos opostos à execução que lhe move NELSON

Leia mais

ACÓRDÃO. O julgamento teve a participação dos Exmos. Desembargadores EDSON FERREIRA (Presidente), OSVALDO DE OLIVEIRA E VENICIO SALLES.

ACÓRDÃO. O julgamento teve a participação dos Exmos. Desembargadores EDSON FERREIRA (Presidente), OSVALDO DE OLIVEIRA E VENICIO SALLES. fls. 1 ACÓRDÃO Registro: 2013.0000671824 Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação nº 0010990-20.2012.8.26.0361, da Comarca de Mogi das Cruzes, em que é apelante JOSE EDUARDO SANTANA LEITE,

Leia mais

R E L A T Ó R I O O EXMO. SR. DESEMBARGADOR FEDERAL LÁZARO

R E L A T Ó R I O O EXMO. SR. DESEMBARGADOR FEDERAL LÁZARO R E L A T Ó R I O GUIMARÃES (RELATOR): O EXMO. SR. DESEMBARGADOR FEDERAL LÁZARO Trata-se de agravo inominado interposto ante decisão que negou seguimento ao recurso, impugnando decisum proferido pelo MM.

Leia mais