50abril abril
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- Thiago Brezinski Sequeira
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1 n Editorial n elege novos Corpos Sociais para o biénio n e a certificação 50abril n mobile e Regras Técnicas on-line n UPP e UPAC Publicados os esquemas de ligação das unidades de produção distribuída +06 n Encontro 2015 debate as instalações fotovoltaicas n Formação modular certificada n Perguntas Técnicas + frequentes n Informação técnica e regulamentar disponível na newsletter 1º trimestre Associação Certificadora de Instalações Eléctricas
2 editorial Como poderão reparar, e como referimos noutro artigo, o Boletim + atinge agora a sua edição número 50. Com início da sua publicação em 2002, o Boletim +, na altura designado por Info, tem acompanhado a evolução da nossa atividade, sendo assim um repositório do que ao longo desses anos tem sido o progresso das instalações elétricas de baixa tensão, nomeadamente no que à qualidade e à segurança dos utilizadores diz respeito. Ao longo dos anos foram abordados os mais variados temas, merecendo contudo alguns deles, dada a sua relevância, uma atenção especial, pois de alguma forma registaram acontecimentos que impuseram mudanças significativas no setor. De entre esses temas realçamos, como mais significativos, os relativos à publicação das Regras Técnicas das Instalações Elétricas de Baixa Tensão (RTIEBT) em setembro de 2006 e às sessões públicas levadas a cabo em parceria com a DGEG Direção- -Geral de Energia e Geologia, concretizados com a realização de diversas ações de apresentação dessa nova legislação técnica, no Continente e nas Regiões Autónomas, que envolveram cerca de 1200 profissionais, as quais foram objeto de divulgação na edição do Boletim de dezembro do mesmo ano. Outro momento significativo, face à inovação que trazia para o setor, que mereceu cuidada divulgação no Boletim de março de 2008, foi a apresentação do programa Renováveis na Hora e todas as ações relativas à inspeção e certificação das instalações de microprodução, cuja gestão ficou a cargo da por protocolo estabelecido à data com a DGEG. Em junho de 2010, na edição número 32, a primeira certificação de um posto de carregamento de veículo elétrico foi alvo de uma referência, a par da apresentação do estudo técnico, realizado pela, sobre a importância de conceber as instalações de forma energeticamente eficiente. Na última edição, uma das notícias foi a recente publicação da Lei n.º 14/2015, com entrada em vigor em meados do próximo mês de agosto, lei que regula a atividade das diversas entidades do setor, assim como prevê a liberalização das entidades inspetoras e a criação de entidades formadoras, que é objeto de uma reflexão sobre o seu impacto no modelo de inspeção e certificação atualmente em vigor. Com esta Lei n.º 14/2015 e outra legislação que eventualmente venha a ser publicada sobre o licenciamento das instalações elétricas, novas alterações significativas poderão ocorrer neste nosso setor. Como sempre, e tal como acima referido, o Boletim + estará atento a essas evoluções e delas, bem como do papel que a continuará a ter na garantia da qualidade e da segurança das instalações, irá dando conta em futuras edições. Fernando Manuel Teixeira Mendes Presidente da
3 elege novos Corpos Sociais para o biénio No passado dia 17 de março teve lugar mais uma Assembleia-Geral da, tendo sido eleitos os novos Corpos Sociais para o biénio , que agora teve início. DIREÇÃO Como presidente da Direção da foi eleito Fernando Manuel Teixeira Mendes, em representação da ANIMEE Associação Portuguesa das Empresas do Setor Elétrico e Eletrónico, que ocupava anteriormente o cargo de diretor. Mantêm- -se na Direção da, com o cargo de diretores: José Joaquim Espiga Tomaz Gomes, João António Paraíso Bencatel, Manuel dos Santos Loureiro de Almeida e José Manuel Basílio Chorão, em representação, respetivamente, da AECOPS, AGEFE, APEPE e EDP. CONSELHO FISCAL Ao nível do Conselho Fiscal verificaram-se igualmente algumas mudanças, passando este órgão a ser presidido por Mário Jorge de Sousa Ferreira Chaves, em representação da AGEFE Associação Empresarial dos Setores Elétrico, Eletrodoméstico, Fotográfico e Eletrónico, tendo como seus vogais João Martins de Carvalho, da EDP Distribuição, e José António Fernandes de Sá Machado, em representação da AICCOPN. MESA DA ASSEMBLEIA Relativamente à Mesa da Assembleia-Geral, esta passou a ser presidida por António Manuel de Sousa Cortez, da APEPE Associação Profissional dos Empresários Portugueses de Eletricidade, tendo como vice-presidente Miguel Soares Franco, da AGEFE, e como secretário Artur Pinto Rodrigues Varum, da AICCOPN. e a certificação É com satisfação que informamos que o IPAC Instituto Português de Acreditação confirmou em abril a acreditação do sistema da qualidade da, de acordo com o referencial NP EN ISO/IEC 17065, que veio alterar o anterior referencial NP EN Apresenta-se o Certificado correspondente ao processo C006 relativo à acreditação da. Este é o resultado do trabalho de adequação da às exigências que a prestação de um serviço acreditado obriga.
4 mobile e Regras Técnicas on-line A tem tido, desde sempre, como um dos seus objetivos reforçar e facilitar a comunicação com os utilizadores dos seus serviços. Nesse sentido, disponibilizou recentemente a aplicação mobile para dispositivos Android e as Regras Técnicas das Instalações Elétricas de Baixa Tensão em versão on-line. MOBILE A possibilidade de, em qualquer lugar e a todo o momento, poder consultar os respetivos processos, quer relativos a projetos quer a certificados de exploração, que se encontram em trânsito na, é certamente uma mais-valia para os técnicos. Consciente disso, a desenvolveu uma aplicação que designou por mobile, que pode ser descarregada em, menu Profissionais > mobile, e que permite aos técnicos responsáveis registados no Balcão Digital, utilizando um telemóvel ou um tablet com sistema operativo Android, aceder a informação relativa aos processos nos quais têm intervenção, nomeadamente: n Pedidos: Localização da instalação, com ligação a mapa Estado do processo Dados pagamento Data e hora da inspeção n Certificados n Relatório da inspeção n Consulta de Projetos: Localização da instalação, com ligação a mapa Estado do processo Dados pagamento É possível ainda consultar: n Notícias n Fichas técnicas A pesquisa de pedidos, certificados, relatório da inspeção ou consulta de projetos pode ser efetuada por NIP, n.º de processo ou através da opção Últimos processos, em que são disponibilizados os cinco últimos processos associados ao utilizador, dispensando assim a necessidade de memorizar dados. REGRAS TÉCNICAS ON-LINE As RTIEBT Regras Técnicas das Instalações Elétricas de Baixa Tensão, na sua versão anotada, que resultaram duma coedição da DGEG Direção- -Geral de Energia e Geologia e da, são constituídas por três volumes cujo transporte e manuseamento, nomeadamente nos locais onde se desenvolvem as obras a cargo dos técnicos responsáveis, não é amigável, tornando difícil a consulta e o eventual esclarecimento de dúvidas. Assim, e dando resposta a muitas solicitações que nos foram apresentadas, a passou a disponibilizar as RTIEBT em versão on-line, na área da Documentação, em. Os utilizadores para aceder às RTIEBT necessitam apenas de possuir um dispositivo com ligação à internet e estar registados no portal da. A versão on-line das RTIEBT possibilita efetuar pesquisas por palavra ou conjunto de palavras, permitindo deste modo o acesso simples e rápido à regra ou regras relativas ao que se pretende pesquisar.
5 LR /08 DC QE LR /08 QE ACE AC ACE LRMini V01 06/2011 Cabo H05 (Ex: FVV) Cabo H05 (Ex: FVV) SF SF LR /08 DC AC LRMini V01 06/2011 x x x SF SF LRMini V01 06/2011 Ed. DGEG 03 3/2015 COMISSÃO TÉCNICA DE NORMALIZAÇ ÇÃO ELETROTÉ ÉCNICA CTE 64 Página 4/15 Ed. DGEG 03 3/2015 COMISSÃO TÉCNICA DE NORMALIZAÇ ÇÃO ELETROTÉ ÉCNICA CTE 64 Página 5/15 Ed. DGEG 03 3/2015 COMISSÃO TÉCNICA DE NORMALIZAÇ ÇÃO ELETROTÉ ÉCNICA CTE 64 Página 6/15 ES QUEMAS TIPO DE UNIDADES S DE PRO DUÇÃO PA ARA AUTO OCONSUM MO COM T ECNOLOG GIA SOLAR FOTOVO OLTAICA ES QUEMAS TIPO DE UNIDADES S DE PRO DUÇÃO PA ARA AUTO OCONSUM MO COM T ECNOLOG GIA SOLAR FOTOVO OLTAICA ES QUEMAS TIPO DE UNIDADES S DE PRO DUÇÃO PA ARA AUTO OCONSUM MO COM T ECNOLOG GIA SOLAR FOTOVO OLTAICA abril UPP e UPAC Publicados os esquemas de ligação das unidades de produção distribuída Uma vez publicado o regime jurídico de suporte à atividade de produção distribuída de pequena produção e em autoconsumo, através dos diplomas D.L. n.º 153/2014, Portaria n.º 14/2015 e Portaria n.º 15/2015, ficam criadas as figuras das UPP Unidades de Pequena Produção e das UPAC Unidades de Produção para Autoconsumo. De forma a suprir lacunas verificadas no domínio da conceção e execução deste tipo de instalações, foram divulgados no portal da DGEG, Direção-Geral de Energia e Geologia, propostas de regras e esquemas de ligação próprios* para este tipo de instalações. *Disponíveis em Soluções de ligação da unidade de Microprodução à Solução RESP A Clientes BTN Instalações Novas Instalações Existentes Solução preferencial Ligação a ramal aéreo ou ramal subterrâneo 1. Solução A Clientes BTN Instalações Novas/ Instalações Existentes Solução preferencial / Ligação a ramal aéreo ou ramal subterrâneo 2. Solução B Clientes BTN - Instalações existentes/solução Alternativa/Ligação a ramal subterrâneo 3. Solução C Clientes BTN Instalações existentes Solução alternativa/ Ligação à rede aérea em torçada com portinhola já existente na instalação de consumo 4. Solução D Clientes BTN Instalações existentes/solução alternativa/ Ligação a ramal aéreo ou ramal subterrâneo Ligação através dos terminais de entrada do Contador de Produção (Esta solução apenas deve ser utilizada quando a solução preferencial e as outras soluções alternativas, não forem convenientes, por razões de espaço ou arquitectónicas.) 5. Solução D Esquema de pormenor (multifilar) Ligação à rede através dos terminais de entrada do contador de consumo 6. Solução E Clientes BTE Instalações Novas Instalações Existentes Solução preferencial Ligação a ramal aéreo ou ramal subterrâneo Instalações sem Transformadores de Corrente 7. Solução F - Clientes BTE Instalações Existentes Ligação a ramal aéreo Solução Alternativa Ligação à rede aérea em torçada com ~ portinhola já existente na instalação de consumo 8. Solução G - Clientes BTE Instalações existentes Solução Alternativa Transformadores de intensidade instalados nos condutores do Ramal 9. Solução H - Clientes BTE Solução Alternativa Transformadores de intensidade instalados em quadro próprio Soluções de ligação à rede Miniprodução LEGENDA ACE - Aparelho de Corte de Entrada QE - Quadro de Entrada CC - Contador de Consumo CP - Contador da unidade de microprodução (acessível ao distribuidor) SF - Seccionador porta fusíveis unipolar+neutro PC/P - Portinhola de Consumo/Produção 1 - Instalação de consumo BT monofásica ou trifásica Solução 1 Instalação de miniprodução monofásica Instalação de consumo BT monofásica ou trifásica 1A - Esquema de pormenor (multifilar) - Ligação à rede através dos terminais de entrada do contador de miniprodução instalação de miniprodução monofásica 2 - Instalação de consumo BT monofásica ou trifásica Instalação de miniprodução monofásica 3 - Instalação de consumo BT trifásica Instalação de miniprodução trifásica 4 - Instalação de consumo BTE Instalação de miniprodução até 60A (contagem directa) 5 - Instalação de consumo BTE Instalação de miniprodução superior a 60A (contagem indirecta) 6 - Instalação de consumo BTE com CTI Instalação de miniprodução até 60A. (contagem directa) Inversor 7 - Instalação de consumo BTE com CTI Instalação de miniprodução superior a 60A (contagem indirecta) 8 - Instalação de consumo MT com contagem de consumo do lado do secundário. Instalação de miniprodução até 60A (contagem directa) LEGENDA QE Quadro de entrada 9 - Instalação de consumo MT com contagem de consumo do lado do secundário. ACE Aparelho de corte de entrada Instalação de miniprodução superior a 60A (contagem indirecta) CC Contador de consumo CP Contador da produção (acessível ao distribuidor) SF Seccionador porta fusíveis tripolar + neutro PC Portinhola de consumo (propriedade do ORD) Inversor ou quadro adequado à fonte primária Ramal CC Soluções de ligação à rede Miniprodução CC Portinhola de consumo Ramal Solução CP H Clientes BTE Solução Alternativa Transformadores de intensidade instalados em caixa própria PC/P ~ Sistema de contagem existente LEGENDA CG Corte Geral QE - Quadro de Entrada CC - Contador de Consumo CP - Contador da unidade de microprodução (acessível ao distribuidor) SF - Seccionador fusível unipolar+neutro CTI - Caixa de TI CP Solução 9 Instalação de consumo MT Contagem de consumo do lado do secundário Instalação de miniprodução superior a 60A (contagem de produção indirecta) LEGENDA QGBT Quadro geral de baixa tensão CG Corte geral (disjuntor omnipolar) CC Contadores de consumo CP Contador da unidade de miniprodução (acessível ao distribuidor) SF Seccionador fusível (tripolar + neutro) junto ao QGBT Inversor ou quadro adequado à fonte primária Nota A instalação de miniprodução pode ser monofásica CC CP CC kvarh Soluções de ligação à rede Miniprodução Contagem consumo CC CG CTI CC kvarh QGBT CG Instalação existente Inversor Transformador de potência ESQUEMAS DE LIGAÇÃO DE UPP Os esquemas de ligação das UPP, Unidades de Pequena Produção, coincidem com as figuras da microprodução e miniprodução que, muito embora estivessem definidas no regime jurídico da produção distribuída revogado pela legislação citada no primeiro parágrafo deste artigo, mantêm os critérios materializados nas já conhecidas Soluções de ligação à rede A a H e 1 a 9, até à data divulgadas através do portal Renováveis na hora. CP - - Ramal existente Canalização Principal março 2015 COMISSÃO TÉCNICA DE NORMALIZAÇÃO ELETROTÉCNICA CTE 64 Instalações Elétricas em Edifícios ESQUEMAS TIPO DE UNIDADES DE PRODUÇÃO PARA AUTOCONSUMO (UPAC) COM TECNOLOGIA SOLAR FOTOVOLTAICA ESQUEMAS DE LIGAÇÃO DE UPAC Os esquemas de ligação das UPAC, Unidades de Produção para Autoconsumo, resultam da adaptação ao contexto nacional por parte da CTE 64, Comissão Técnica Eletrotécnica 64, das regras aplicadas ao nível do CENELEC (Comité Europeu de Normalização Electrotécnica), nomeadamente das harmonizadas no HD Admite-se que estes elementos possam, oportunamente e após sujeição às correções que se verifiquem necessárias, alterar as RTIEBT, acrescentando à parte 7 uma nova secção 712 subordinada a esta temática.
6 Encontro 2015 debate as instalações fotovoltaicas No passado mês de março, em Lisboa, a juntou no seu Encontro anual mais de meia centena de técnicos e várias personalidades de referência no setor, onde se debateram aspetos relacionados com as instalações solares fotovoltaicas em contexto de autoconsumo e pequena produção. Como vem sendo habitual, a realizou o seu Encontro anual e nele juntou técnicos da e das ERIIE como entidades inspetoras, bem como diversas personalidades com relevo neste setor, entre as quais, da DGEG, a diretora dos Serviços Elétricos, Maria José Espírito Santo, e o chefe da Divisão de Normalização e Segurança, Filipe Pinto, além de representantes da Ordem dos Engenheiros e da Ordem dos Engenheiros Técnicos, respetivamente Cameira Ferreira e Jorge de Sousa, de Constantino Soares do ISEL e do presidente da CTE 64, Vicente Reis, entre outros convidados. No Encontro deste ano, os temas debatidos versaram a produção de energia elétrica de origem fotovoltaica, a pretexto da publicação e recente entrada em vigor da legislação relativa à produção distribuída, a qual, para além das instalações de autoconsumo, onde se privilegia a produção de energia para consumo próprio, engloba igualmente as instalações denominadas de pequena produção UPP, onde se aponta para a venda da energia produzida à rede. Assim, entendeu-se que teria interesse que os participantes abordassem um conjunto de temas associados a esta temática e que abrangessem as várias áreas técnicas integradas neste tipo de instalações. Com este objetivo, o encontro da proporcionou intervenções de peritos nas referidas áreas, maioritariamente externos à, e que abordaram os temas seguintes: n Ligações à rede de instalações de produção distribuída, intervenção a cargo de Renato Marçalo, da ; n Inversores enquanto equipamento central de uma instalação fotovoltaica, a cargo de Alexandre Cruz, da empresa SMA; n Normas IEC Qualidade em sistemas FV, por Hugo Silva, da Lógica da E.M.; n Características dos materiais específicos para DC, apresentadas por Francisco Pedroso, da General Cable; n Expetativas do mercado do setor dos clientes domésticos, intervenção de Pedro Geirinhas Rocha, da EDP Comercial; n Expetativas das entidades instaladoras quanto à nova legislação, intervenção realizada por José Miguel Weinberg, da Ikaros Hemera. SESSÕES DA MANHÃ Como enquadramento das respectivas intervenções, Renato Marçalo, técnico da, apresentou o contexto regulamentar e legislativo das UPAC e das unidades de pequena produção designadas por UPP. Complementarmente, apresentou o
7 trabalho desenvolvido no âmbito da CTE 64, do qual resultou a definição dos esquemas-tipo de unidades de produção de autoconsumo UPAC, com tecnologia solar fotovoltaica. Refira-se que este documento de trabalho se encontra em processo de aprovação, tendo sido divulgado no site da DGEG no passado dia 22 de abril, para informação das entidades com interesse nesta atividade e recolha de eventuais sugestões para a sua melhoria. Alexandre Cruz, da empresa SMA Solar Technology AG, abordou na sua intervenção algumas das características essenciais dos inversores, como equipamento fulcral para uma adequada gestão e aproveitamento da energia produzida, assinalando, designadamente e entre outras, algumas das soluções técnicas que ao longo dos últimos anos têm sofrido uma significativa evolução tecnológica, nomeadamente as soluções de inversores com integração de baterias, as quais, no seu entender, serão no futuro um elemento fundamental para um mais eficiente aproveitamento da energia produzida, embora nesta fase o seu elevado custo seja um fator limitador de uma utilização generalizada. No seguimento desta apresentação e ainda no período da manhã, Hugo Silva, da Lógica S.A., abordou as questões relativas à qualidade da construção dos painéis fotovoltaicos e respetivas normas de fabrico, assuntos aos quais nem sempre é dada a adequada relevância pelos diferentes intervenientes nesta atividade. No decorrer da sua apresentação chamou a atenção para diversos aspetos interessantes, nomeadamente a degradação que ocorre, com demasiada frequência, neste elemento, cuja qualidade é determinante numa instalação fotovoltaica, a qual é muitas vezes o resultado de um inadequado transporte e manuseamento dos módulos fotovoltaicos. Como exemplo extremo, mas mais frequente do que seria desejável, referiu o facto de os profissionais, durante o processo de limpeza e montagem dos módulos fotovoltaicos, se colocarem em cima dos mesmos, situação que provoca uma pressão sobre o módulo que é o triplo da que este, por norma e construção, deve suportar, uma vez que são dimensionados considerando unicamente a necessidade de resistirem à pressão exercida pelo peso da neve e vento. Como é evidente nestes casos a sua deterioração é inevitável. SESSÕES DA TARDE Da parte da tarde, a primeira intervenção coube a Francisco Pedroso, em representação da empresa General Cable. A sua exposição centrou-se na importância da normalização dos cabos utilizados neste tipo de instalações. Sendo este o elemento que interliga os diferentes elementos constituintes base destas instalações e como elemento condutor da energia elétrica produzida, é especialmente importante que respondam às exigências técnicas que estão associadas a esta utilização específica, nomeadamente às variações térmicas muito elevadas, intempéries, comportamento ao fogo e, neste caso específico das instalações fotovoltaicas, sendo
8 fonte de corrente DC, poderão estar sujeitos, em situações específicas, a valores de tensão muito significativos, devendo assim quer os cabos quer os diferentes elementos de interligação (caixas de derivação, ligadores) ser concebidos para corrente DC. As duas intervenções finais, a cargo de Pedro Geirinhas Rocha e José Miguel Weinberg, representantes respetivamente da EDP Comercial e da empresa Ikaros Hemera, instalador que atua neste setor de atividade, abordaram a temática do mercado, quer do ponto de vista do interesse dos consumidores em investirem na integração destas soluções nas suas instalações, quer do ponto de vista dos instaladores e da forma como estes vêem a evolução desta atividade tendo em consideração a atual envolvente económica. Pedro Rocha apresentou e enquadrou a aposta da sua empresa no autoconsumo, considerando-a como uma aposta de futuro, elencando um conjunto de informações que evidenciam, do ponto de vista do comercializador, que esta forma de produção de energia é já hoje muito competitiva quando comparada com a produção de energia a partir de fontes convencionais não renováveis. No desenvolvimento do produto apresentado foi enunciado igualmente um conjunto de serviços complementares integrados na solução proposta e que permitem adequá-la a cada tipo de consumidor. A visão do instalador como elemento fundamental deste setor foi apresentada por J. M. Weinberg, o qual realçou as dificuldades que uma legislação pouco estável cria ao mercado. Entre outros aspetos de índole mais administrativa em que considera deverem ser implementadas melhorias no novo processo de registo das UPAC e das UPP, José Miguel Weinberg apontou igualmente a importância dos instaladores do setor apostarem na divulgação de uma informação tecnicamente e financeiramente correta aos seus clientes, por forma a que esta seja uma atividade a todos os níveis credível. APRESENTADAS AS EVOLUÇÕES INFORMÁTICAS MAIS RECENTES DA Aproveitando o Encontro, foi feita pela a apresentação formal, no período que antecedeu a sessão da tarde, das suas mais recentes evoluções informáticas, como sejam, por um lado, a disponibilização aos técnicos de uma aplicação para telemóvel e tablet com sistema operativo Android, que lhes permite, entre outras funcionalidades, a consulta dos seus processos de certificação de instalações e projetos, e por outro lado a disponibilização on-line no portal da, em, das Regras Técnicas das Instalações Eléctricas de Baixa Tensão (RTIEBT), permitindo a consulta pelos técnicos dos seus requisitos por assunto, artigo ou palavra. Estas aplicações são descritas mais em pormenor noutro artigo do presente Boletim. No encerramento do Encontro, José Manuel Chorão e Fernando Teixeira Mendes, membros da Direção da, fizeram o balanço do dia, reforçando o papel desde sempre desempenhado pela e a convicção de que a sua intervenção é determinante na promoção da melhoria da segurança e qualidade das instalações elétricas em Portugal.
9 Formação modular certificada Desde o ano de 2014 que a tem vindo a consolidar a oferta formativa para os profissionais do setor elétrico, com base num modelo de formação modular, isto é, promovendo módulos temáticos que permitam a cada formando optar e frequentar o conteúdo do seu maior interesse, dando corpo a uma metodologia que substitui com sucesso o modelo anterior de formação em seminário. O modelo de formação modular tem vindo a cativar, cada vez mais, um grande número de profissionais, sendo já mais de 500 aqueles que frequentaram as cerca de 30 ações de formação ocorridas, tendo- -se mostrado muito agradados com a experiência. Para além do interesse pelos temas propostos, a frequência em cada módulo formativo resulta na emissão do respetivo certificado com o selo da DGERT, Direção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho. A oferta é atualmente composta por quatro temas, todos eles com sessões de um dia. A formação em Redes particulares de baixa tensão e iluminação de exteriores, aquela que se encontra disponível há mais tempo, é a resposta natural e necessária à publicação do guia técnico de instalações estabelecidas em condomínios fechados, por parte da DGEG Direção-Geral de Energia e Geologia. A entrada em vigor de um regime de produção distribuída, denominado por Microprodução e posteriormente também de Miniprodução, deu origem a que, face às dificuldades verificadas em termos de conceitos de segurança, se criasse um módulo em Instalações fotovoltaicas, módulo que foi alvo de melhorias com o objetivo de dar resposta ao agora novo regime, conhecido por autoconsumo, tema este que tem desenvolvimento noutro artigo deste boletim. Por ser cada vez mais relevante no setor, a aposta também na Eficiência energética nas instalações elétricas. Sendo este um tema que apesar de (ainda) não ser visto como uma obrigatoriedade legal quando comparado com outras especialidades é, cada vez mais, atribuída esta responsabilidade a todos os profissionais na conceção e execução de instalações de utilização de energia elétrica. A existência de vários diplomas legais já publicados e a publicação prevista, para breve, de um guia por parte da DGEG, exigia que a proporcionasse uma ação de formação em Instalações elétricas para carregamento de baterias de veículos elétricos, a qual tem tido uma grande procura por parte dos vários ramos profissionais. Ainda para este ano, estão previstas mais ações de formação, adivinhando-se que sejam de interesse generalizado, mantendo-se sobretudo o critério de qualidade e proximidade com as necessidades que vão surgindo ao longo da atividade profissional de cada um. A divulgação destas ações é efetuada recorrendo ao portal da, página de facebook e contacto privilegiado via correio eletrónico para o endereço disponibilizado.
10 Perguntas Técnicas + frequentes O QUADRO DE ENTRADA DE UM ESTABELECIMEN- TO RECEBENDO PÚBLICO, QUE ESTÁ LOCALIZADO NUMA ZONA ACESSÍVEL AO PÚBLICO, TERÁ QUE SER FECHADO À CHAVE (DOTADO DE FECHADU- RA)? Sim, em estabelecimentos recebendo público, os quadros e os dispositivos de seccionamento, comando e proteção dos circuitos devem ser inacessíveis ao público, só podendo ser manobrados por pessoas qualificadas (BA5) ou por pessoas instruídas (BA4), devidamente autorizadas (RTIEBT ). SE O QUADRO DE ENTRADA DE UM ESTABELECI- MENTO RECEBENDO PÚBLICO ESTIVER ESTABELECI- DO JUNTO À ENTRADA, PODEREI PRESCINDIR DOS DISPOSITIVOS DE CORTE DE EMERGÊNCIA? Não, devem ser previstos dispositivos que, em caso de necessidade, permitam colocar a instalação elétrica do edifício fora de tensão, devendo ser utilizados dispositivos distintos para a interrupção da instalação normal, para a interrupção da instalação de segurança e para a interrupção das eventuais instalações de socorro. Esses dispositivos devem ficar inacessíveis ao público e devem ser facilmente acessíveis a partir da via pública (RTIEBT ). NUM ESTABELECIMENTO RECEBENDO PÚBLICO PO- DEREI ALIMENTAR UM SISTEMA CENTRAL DE AQUE- CIMENTO, DE VENTILAÇÃO OU DE AR CONDICIO- NADO A PARTIR DE UM QUADRO PARCIAL? Quando houver sistema central de aquecimento, de ventilação ou de ar condicionado, a sua alimentação em energia elétrica deve ser feita diretamente a partir do quadro de entrada (RTIEBT ). A ILUMINAÇÃO DE CIRCULAÇÃO (EVACUAÇÃO) É OBRIGATÓRIA EM TODOS OS ESTABELECIMENTOS RECEBENDO PÚBLICO? A iluminação de circulação é obrigatória: a) nos locais onde possam permanecer mais do que 50 pessoas; b) nos corredores e nos caminhos de evacuação. Nos casos indicados na alínea b), a distância entre aparelhos de iluminação consecutivos não deve ser superior a 15 m (RTIEBT ). ONDE DEVO INSTALAR UM APARELHO DE ILUMINA- ÇÃO DE CIRCULAÇÃO? Os aparelhos de iluminação de circulação (que devem satisfazer as respetivas normas) devem iluminar os locais junto das saídas (com ou sem porta) e todos os locais onde seja necessário realçar a presença de um risco potencial ou a localização de um equipamento de segurança. Assim, deve existir iluminação de circulação, nomeadamente, nos corredores, nas escadas e noutros locais acessíveis ao público, por forma a que qualquer pessoa que se dirija para o exterior veja, pelo menos, uma parede iluminada (RTIEBT ). POSSO UTILIZAR BLOCOS AUTÓNOMOS CUJA ILU- MINAÇÃO É GARANTIDA POR LED? Sim, no entanto, quando na iluminação de segurança forem utilizados aparelhos de iluminação do tipo blocos autónomos, o seu fluxo luminoso estipulado não deve ser inferior a 60 lm (RTIEBT ).
11 Informação técnica e regulamentar disponível na Relembramos que a, no prosseguimento da sua política de formação, que visa contribuir para a qualidade das instalações elétricas garantindo a segurança dos seus utilizadores, tem desde sempre investido na formação dos profissionais do setor em que atua. Um dos meios utilizados para fazer chegar a informação junto de todos os profissionais interessados tem sido a publicação, com significativa regularidade, de Manuais de formação técnica. As publicações ainda disponíveis podem ser adquiridas através do portal, diretamente nas instalações da ou solicitadas por ou correio, sem custo adicional qualquer que seja o método de pagamento. Se estiver interessado na aquisição de qualquer das publicações a seguir enunciadas, contacte-nos para o tel ou por para [email protected]. Instalações Eléctricas de Baixa Tensão Projecto, Execução e Exploração Autor Constantino Soares /DGEG 30,00 Tabelas Técnicas das Instalações Eléctricas Autores Hilário Dias Nogueira Josué Lima Morais 12,00 RTIEBT Regras Técnicas das Instalações Eléctricas de Baixa Tensão, 1ª Anotada Volumes I, II e III Autor DGEG /DGEG 30,00 Guia Técnico das Instalações Eléctricas Concebido de acordo com as Regras Técnicas das Instalações Eléctricas de Baixa Tensão Autores Josué Lima Morais José Marinho Gomes Pereira /DGEG 25,00
12 Informação técnica e regulamentar disponível na Para mais informações sobre os conteúdos, consulte: certiel/publicacoes InstalExpress Autor L. M. Vilela Pinto 25,00 Compilação da Legislação Aplicável à Certificação de Instalações Eléctricas Autor 16,00 Regulamentação Técnica Aplicável ao Estabelecimento de Redes Particulares de Distribuição de Energia Eléctrica Autor Fichas Técnicas de Bolso + Fichas Técnicas de Bolso (série 1) Autor 25,00 8,00
13 atendimento AO PÚBLICO presencial: 9h00 às 16h30 telefónico: 9h00 às 17h30 TÉCNICO presencial: terça e quinta: 9h30 às 12h30 (com marcação prévia) telefónico: segunda e quarta: 9h30 às 12h00 Certiel: [email protected] Correio do Leitor: [email protected] PROPRIEDADE DIRETOR EDIÇÃO Associação Certificadora de Instalações Eléctricas Rua dos Anjos, LISBOA - PORTUGAL T F [email protected] Carlos Alberto Ferreira Botelho Direção da Qualidade, Recursos e Inovação PRODUÇÃO EDITORIAL Infofluxos PRODUÇÃO GRÁFICA Cempalavras PERIODICIDADE Trimestral
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