PATRIMÔNIO CULTURAL DO MERCOSUL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PATRIMÔNIO CULTURAL DO MERCOSUL"

Transcrição

1 MERCOSUL/CMC/DEC. N 55/12 PATRIMÔNIO CULTURAL DO MERCOSUL TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto, o Protocolo de Ushuaia sobre Compromisso Democrático no MERCOSUL, Bolívia e Chile, o Protocolo de Integração Cultural do MERCOSUL e as Decisões Nº 02/95 e 15/12 do Conselho do Mercado Comum. CONSIDERANDO: Que o patrimônio cultural contribui para o reconhecimento e valorização da identidade cultural regional. Que os bens culturais constituem elementos de compreensão de referências, princípios e valores presentes e compartilhados entre os países da região. Que o reconhecimento de um bem cultural para além das fronteiras de um país constitui importante fator para a integração regional. O CONSELHO DO MERCADO COMUM DECIDE: Art. 1º Criar a categoria de Patrimônio Cultural do MERCOSUL (PCM). Art. 2º Aprovar o Regulamento para o Reconhecimento do Patrimônio Cultural do MERCOSUL, que estabelece os critérios para o reconhecimento de bens culturais de interesse regional como Patrimônio Cultural do MERCOSUL, que consta como Anexo e faz parte da presente Decisão. Art. 3º A aplicação dos procedimentos previstos no Regulamento anexo será de competência da Comissão de Patrimônio Cultural (CPC) e estará sujeita à homologação da Reunião de Ministros da Cultura (RMC). Art. 4º Os bens culturais reconhecidos deverão ser inscritos na Lista do Patrimônio Cultural do MERCOSUL (LPCM). Art. 5º Esta Decisão não necessita ser incorporada ao ordenamento jurídico dos Estados Partes, por regulamentar aspectos da organização ou funcionamento do MERCOSUL. XLIV CMC Brasília, 06/XII/12.

2 ANEXO REGULAMENTO PARA RECONHECIMENTO DO PATRIMÔNIO CULTURAL DO MERCOSUL SEÇÃO I OBJETIVOS E PROPÓSITOS Art. 1º Do objetivo do reconhecimento do Patrimônio Cultural do MERCOSUL O reconhecimento do Patrimônio Cultural do MERCOSUL tem como objetivo fortalecer a identidade cultural e promover o diálogo, a integração e o desenvolvimento regional. Art. 2º Dos propósitos do Regulamento do PCM O presente Regulamento estabelece os aspectos relativos aos critérios de reconhecimento de bens culturais, aos procedimentos para apresentação, análise, avaliação, aprovação e homologação de candidaturas, bem como os aspectos relacionados à gestão dos bens reconhecidos e à assistência técnica e cooperação para a preservação e promoção desses bens. Art. 3º Da caracterização do PCM SEÇÃO II CRITÉRIOS DE RECONHECIMENTO Poderá ser reconhecido como Patrimônio Cultural do MERCOSUL (PCM) qualquer bem cultural, de natureza material e/ou imaterial, que: a) manifeste valores associados a processos históricos vinculados aos movimentos de autodeterminação ou expressão comum da região perante o mundo; b) expresse os esforços de união entre os países da região; c) esteja diretamente relacionado a referências culturais compartilhadas por mais de um país da região; d) constitua fator de promoção da integração dos países, com vistas a um destino comum. 2

3 SEÇÃO III PROCEDIMENTOS PARA CANDIDATURAS E INSCRIÇÃO DE BENS Art. 4º Da apresentação das candidaturas Um ou mais Estados Partes poderão apresentar a candidatura de bens para integrar a Lista do Patrimônio Cultural do MERCOSUL (LPCM). Além disso, um ou mais Estados Partes poderão apresentar de forma conjunta com um ou mais Estados Associados a candidatura de bens para integrar a LPCM, desde que tenham firmado acordo especifico. Art. 5º Do procedimento para apresentação e avaliação de candidaturas 1. O reconhecimento de bens como Patrimônio Cultural do MERCOSUL será realizado, conforme procedimento específico previsto neste Regulamento, no âmbito da Comissão de Patrimônio Cultural do MERCOSUL (CPC) e estará sujeito à homologação da Reunião de Ministros da Cultura (RMC). 2. As propostas serão fundamentadas por um Dossiê de Candidatura relativo ao bem cultural, explicitando os seus motivos para reconhecimento, na forma indicada no Apêndice I deste Regulamento. 3. As candidaturas deverão ser encaminhadas pelos organismos nacionais competentes dos países proponentes, diretamente à Coordenação Executiva da CPC. Serão considerados organismos competentes aqueles designados pelas autoridades máximas da área da Cultura dos Estados Partes e dos Estados Associados junto à CPC. 4. Os Dossiês recebidos deverão ser encaminhados para avaliação prévia por um Comitê Técnico ad hoc composto por um especialista de cada Estado Parte do MERCOSUL a ser indicado pela CPC. A convite da CPC, o Comitê Técnico poderá contar subsidiariamente com a contribuição de especialistas dos Estados Associados. 5. Uma vez recebido o Dossiê, esse Comitê deverá se reunir previamente à seguinte Reunião da CPC, para analisar a documentação encaminhada e a justificativa para reconhecimento do bem como Patrimônio Cultural do MERCOSUL e elaborar um Informe de Avaliação a ser apresentado à CPC. 3

4 6. Os representantes dos Estados Partes na CPC, embasados pela análise do Comitê Técnico ad hoc, deliberarão acerca do reconhecimento do bem. 7. O reconhecimento deverá efetuar-se por consenso. Art. 6º Da inscrição de bens na Lista do Patrimônio Cultural do MERCOSUL 1. A decisão da CPC deverá ser homologada pela RMC, a fim de que o bem seja efetivamente inscrito na LPCM. 2. A Coordenação Executiva da CPC deverá emitir um certificado, conforme modelo previamente aprovado pela CPC, para o(s) país(es) responsável(eis) pela candidatura, atestando sua inclusão na LPCM. SEÇÃO IV GESTÃO DOS BENS RECONHECIDOS Art. 7º Dos princípios para a gestão 1. O processo de candidatura dos bens deve se basear no reconhecimento mútuo dos atores e comunidades relacionadas ao bem, assegurando que qualquer atividade vinculada ao Patrimônio Cultural do MERCOSUL respeite e garanta os direitos e a dignidade humana, bem como a sua gestão propicie a melhoria das condições de vida de sua população e elimine as possíveis formas de discriminação. 2. Os países se comprometem a utilizar os bens incluídos na LCPM como elementos de integração e desenvolvimento regional, incentivando e promovendo ações, nas diversas esferas e áreas setoriais das políticas públicas e junto à iniciativa privada, que destaquem os valores a ele associados e que subsidiaram seu reconhecimento como Patrimônio Cultural do MERCOSUL. 3. Cada país é responsável por garantir a gestão eficaz dos bens incluídos na LPCM situados em seu território, tendo em vista sua preservação e/ou salvaguarda. 4. As diretrizes para gestão do bem visando garantir a permanência e continuidade dos valores a ele atribuídos e que embasaram a sua candidatura de reconhecimento deverão ser apresentadas como parte integrante do Dossiê de Candidatura, e terão prazo máximo de dois anos a partir da inclusão do bem na LPCM para serem efetivamente implementadas. Esse prazo poderá ser reduzido quando o(s) proponente(s) da candidatura manifeste(m) que o bem proposto corre riscos ou ameaças que comprometam seus valores culturais. 4

5 5. No caso de verificação do descumprimento do compromisso assumido pelo país e perda dos valores atribuídos ao bem inscrito na LPCM, a CPC poderá solicitar esclarecimentos ao país responsável e deliberar sobre a sua exclusão da Lista. SEÇÃO V ASSISTÊNCIA TÉCNICA E COOPERAÇÃO Art. 8º Dos princípios para a cooperação 1. Os países deverão apoiar e auxiliar na gestão dos bens incluídos na LPCM, quando solicitados, especialmente no caso de expertise reconhecida, mediante assistência técnica e cooperação. 2. Outras modalidades de cooperação, bilateral e multilateral, poderão ser utilizadas para a preservação/salvaguarda dos bens inscritos na LPCM. SEÇÃO VI DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 9º Da visibilidade do reconhecimento e outros aspectos 1. A fim de dar visibilidade aos bens reconhecidos, estes deverão ser identificados como Patrimônio Cultural do MERCOSUL no prazo de até um ano, conforme a sua natureza, mediante procedimento a ser definido pela CPC, em coordenação com os organismos nacionais competentes envolvidos. Para tanto, deverá ser utilizada a marca do Patrimônio Cultural do MERCOSUL que consta no Apêndice II deste Regulamento. 2. Outros aspectos não contemplados no presente Regulamento poderão ser esclarecidos pela CPC e, se necessário, dirimidos pela RMC. 5

6 APÊNDICE I Documentação mínima para apresentação de propostas de reconhecimento de bens como Patrimônio Cultural do MERCOSUL A documentação mínima exigida no Dossiê de Candidatura para análise das propostas dependerá da natureza do objeto e corresponderá: I. Para todas as categorias de bens culturais: Nome do bem: denominação atribuída e pela qual o bem será reconhecido. Localização: País(es), Região(ões)/Província(s)/Estado(s), Cidade(s) onde se localiza o bem. A localização deverá ser apresentada em mapa com escala compatível e preferencialmente acompanhado de coordenadas geográficas. Proprietário(s) ou responsável(is) pelo bem: indicação dos detentores e referência à sua natureza, se pública, privada ou ambos. Justificativa: valores atribuídos ao bem e que justificam sua proposição, demonstrando de que forma o bem em questão se relaciona com os parâmetros estabelecidos para reconhecimento, do ponto de vista da história ou da sua importância enquanto referência cultural para os países, e de que forma o bem contribuirá para a integração sociocultural e política no MERCOSUL. Proteção Legal: instrumentos de proteção disponíveis pelo(s) país(es) responsável(is) pelo bem e que garantirão sua preservação e/ou salvaguarda. Diretrizes para gestão: medidas a serem implementadas para garantir a preservação dos valores atribuídos ao bem e que embasam sua candidatura como Patrimônio Cultural do MERCOSUL, e estratégias de promoção previstas para que o bem se converta em elemento de integração sociocultural entre os países. II. Para bens culturais de natureza material, mais especificamente bens imóveis, conjuntos urbanos ou rurais, sítios naturais, paisagens culturais, itinerários culturais e sítios arqueológicos e paleontológicos: Limites: área proposta para reconhecimento e área de entorno/amortecimento, delineada com o objetivo de resguardar suas características diretamente relacionadas aos valores a ele atribuídos. Descrição: caracterização do bem proposto, contextualizando-o historicamente e relacionando aspectos físicos, territoriais, naturais, sociais, econômicos, os seus estados de preservação e conservação, os usos atuais e tendências futuras. 6

7 III. Para bens culturais de natureza material, mais especificamente bens móveis, coleções e objetos arqueológicos e paleontológicos: Descrição: caracterização do bem proposto. Localização do bem: se faz parte de acervos, museus ou está localizado em áreas naturais. Acesso e condições de apropriação: condições atuais e medidas previstas para garantir o acesso e a apropriação social do bem. As paisagens e itinerários culturais deverão enfatizar os diversos aspectos relacionados ao patrimônio natural e à diversidade cultural, em suas dimensões material e imaterial, fortalecendo as qualidades integradoras do bem em concordância com os requisitos que essas tipologias exigem. IV. Para os bens culturais de natureza imaterial, mais especificamente as celebrações, os saberes, as formas de expressão, os lugares e as línguas: Descrição: caracterização do bem proposto. Localização do bem: contextualização no território, da área cultural a que corresponde ou sobre o qual incide a manifestação referente ao bem. Acesso e condições de continuidade: condições atuais e medidas previstas para garantir o acesso e a continuidade do bem. 7

8 APÊNDICE II APLICAÇÃO DA MARCA DO PATRIMÔNIO CULTURAL DO MERCOSUL I. A marca de identificação de Patrimônio Cultural do MERCOSUL é definida abaixo: II. Sua aplicação dependerá da natureza do bem reconhecido e, nos casos em que couber, deverá atender aos aspectos de proporcionalidade do suporte onde venha a ser afixado. 8

ACORDO DE COMPLEMENTAÇÃO AO ACORDO DE RECIFE EM MATÉRIA MIGRATÓRIA

ACORDO DE COMPLEMENTAÇÃO AO ACORDO DE RECIFE EM MATÉRIA MIGRATÓRIA MERCOSUL/CMC/DEC. N 18/14 ACORDO DE COMPLEMENTAÇÃO AO ACORDO DE RECIFE EM MATÉRIA MIGRATÓRIA TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto, as Decisões N 07/96, 04/00, 05/00 e 64/10

Leia mais

CONVÊNIO DE FINANCIAMENTO PARA O PROJETO APOIO AO PROGRAMA DE MOBILIDADE MERCOSUL EM EDUCAÇÃO SUPERIOR DCI-ALA /2006/18-586

CONVÊNIO DE FINANCIAMENTO PARA O PROJETO APOIO AO PROGRAMA DE MOBILIDADE MERCOSUL EM EDUCAÇÃO SUPERIOR DCI-ALA /2006/18-586 MERCOSUL/GMC/RES. Nº 04/08 CONVÊNIO DE FINANCIAMENTO PARA O PROJETO APOIO AO PROGRAMA DE MOBILIDADE MERCOSUL EM EDUCAÇÃO SUPERIOR DCI-ALA /2006/18-586 TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo

Leia mais

MECANISMO DE ARTICULAÇÃO PARA A ATENÇÃO A MULHERES EM SITUAÇÃO DE TRÁFICO INTERNACIONAL

MECANISMO DE ARTICULAÇÃO PARA A ATENÇÃO A MULHERES EM SITUAÇÃO DE TRÁFICO INTERNACIONAL MERCOSUL/CMC/DEC. N 26/14 MECANISMO DE ARTICULAÇÃO PARA A ATENÇÃO A MULHERES EM SITUAÇÃO DE TRÁFICO INTERNACIONAL TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto, as Decisões N 05/91,

Leia mais

ACORDO SOBRE O BENEFÍCIO DA JUSTIÇA GRATUITA E ASSISTÊNCIA JURÍDICA GRATUITA ENTRE OS ESTADOS PARTES DO MERCOSUL

ACORDO SOBRE O BENEFÍCIO DA JUSTIÇA GRATUITA E ASSISTÊNCIA JURÍDICA GRATUITA ENTRE OS ESTADOS PARTES DO MERCOSUL MERCOSUL/CMC/DEC Nº 49/00 ACORDO SOBRE O BENEFÍCIO DA JUSTIÇA GRATUITA E ASSISTÊNCIA JURÍDICA GRATUITA ENTRE OS ESTADOS PARTES DO MERCOSUL TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto,

Leia mais

ACORDOS CELEBRADOS COM OS ESTADOS ASSOCIADOS DO MERCOSUL

ACORDOS CELEBRADOS COM OS ESTADOS ASSOCIADOS DO MERCOSUL MERCOSUL/CMC/DEC. N 28/04 ACORDOS CELEBRADOS COM OS ESTADOS ASSOCIADOS DO MERCOSUL TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto e as Decisões Nº 14/96, 12/97, 2/98, 18/98, 23/03, 38/03,

Leia mais

Que a experiência da Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA) como doadora de cooperação técnica é de interesse do MERCOSUL;

Que a experiência da Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA) como doadora de cooperação técnica é de interesse do MERCOSUL; MERCOSUL/CMC/DEC. Nº 08/04 RESUMO DE DISCUSSÕES ENTRE A AGÊNCIA DE COOPERAÇÃO INTERNACIONAL DO JAPÃO (JICA) E AS RESPECTIVAS AUTORIDADES DOS GOVERNOS DOS ESTADOS PARTES DO MERCOSUL SOBRE COOPERAÇÃO TÉCNICA

Leia mais

XXXVI Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul Cúpula Extraordinária da União de Nações Sul-Americanas (UNASUL) 16 Dezembro 2008 Itamaraty

XXXVI Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul Cúpula Extraordinária da União de Nações Sul-Americanas (UNASUL) 16 Dezembro 2008 Itamaraty XXXVI Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul Cúpula Extraordinária da União de Nações Sul-Americanas (UNASUL) 16 Dezembro 2008 Itamaraty Cúpula Extraordinária da União de Nações Sul-Americanas (UNASUL)-Costa

Leia mais

PROTOCOLO DE ASSUNÇÃO SOBRE COMPROMISSO COM A PROMOÇÃO E PROTEÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS DO MERCOSUL

PROTOCOLO DE ASSUNÇÃO SOBRE COMPROMISSO COM A PROMOÇÃO E PROTEÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS DO MERCOSUL MERCOSUL/CMC/DEC. N 17/05 PROTOCOLO DE ASSUNÇÃO SOBRE COMPROMISSO COM A PROMOÇÃO E PROTEÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS DO MERCOSUL TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto e as Decisões

Leia mais

PROTOCOLO DE MONTEVIDÉU SOBRE COMPROMISSO COM A DEMOCRACIA NO MERCOSUL (USHUAIA II)

PROTOCOLO DE MONTEVIDÉU SOBRE COMPROMISSO COM A DEMOCRACIA NO MERCOSUL (USHUAIA II) PROTOCOLO DE MONTEVIDÉU SOBRE COMPROMISSO COM A DEMOCRACIA NO MERCOSUL (USHUAIA II) A República Argentina, a República Federativa do Brasil, a República do Paraguai, a República Oriental do Uruguai, Estados

Leia mais

Gestão Turística do Patrimônio Mundial no Brasil

Gestão Turística do Patrimônio Mundial no Brasil Gestão Turística do Patrimônio Mundial no Brasil Histórico Acórdão nº 3.155/2016 - TCU Plenário Recomendou que a Casa Civil da Presidência da República elaborasse um Plano de Ação Para a Formulação de

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE APOIO ÀS FREGUESIAS. Preâmbulo. A Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro, aprovou o regime jurídico das

REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE APOIO ÀS FREGUESIAS. Preâmbulo. A Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro, aprovou o regime jurídico das REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE APOIO ÀS FREGUESIAS Preâmbulo A Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro, aprovou o regime jurídico das autarquias locais, o estatuto das entidades intermunicipais, o regime

Leia mais

Parque Arqueológico e Ambiental de São João Marcos

Parque Arqueológico e Ambiental de São João Marcos Parque Arqueológico e Ambiental de São João Marcos Localização: às margens da Estrada Rio Claro Mangaratiba; Natureza do acervo: ruínas arqueológicas da cidade antiga de São João Marcos; Conservação: em

Leia mais

O CONGRESSO NACIONAL decreta: CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

O CONGRESSO NACIONAL decreta: CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Institui o Estatuto da Metrópole, altera a Lei nº 10.257, de 10 de julho de 2001, e dá outras providências. O CONGRESSO NACIONAL decreta: CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º Esta Lei, denominada

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 1.196/2016 Publicada no D.O.E , p. 24

RESOLUÇÃO Nº 1.196/2016 Publicada no D.O.E , p. 24 UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA (UNEB) CONSELHO UNIVERSITÁRIO (CONSU) RESOLUÇÃO Nº 1.196/2016 Publicada no D.O.E. 22-06-2016, p. 24 Aprova as alterações no Regulamento do Programa de Bolsas de Extensão

Leia mais

CARTA DE BAGÉ ou CARTA DA PAISAGEM CULTURAL

CARTA DE BAGÉ ou CARTA DA PAISAGEM CULTURAL CARTA DE BAGÉ ou CARTA DA PAISAGEM CULTURAL Apresentação Nos dias 13 a 18 de agosto de 2007 realizou-se em Bagé, RS, o Seminário Semana do Patrimônio Cultura e Memória na Fronteira. O evento foi organizado

Leia mais

REFERENCIAL DE ANÁLISE DE MÉRITO DO PROJETO AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS

REFERENCIAL DE ANÁLISE DE MÉRITO DO PROJETO AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS REFERENCIAL DE ANÁLISE DE MÉRITO DO PROJETO AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS PRIORIDADE DE INVESTIMENTO: INVESTIMENTO NA CONSERVAÇÃO, PROTECÇÃO, PROMOÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO PATRIMÓNIO CULTURAL

Leia mais

TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto e as Resoluções N 38/95, 15/96 e 20/96 do Grupo Mercado Comum.

TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto e as Resoluções N 38/95, 15/96 e 20/96 do Grupo Mercado Comum. MERCOSUL/GMC/RES. N 61/01 PAUTAS NEGOCIADORAS DO SGT N 1 COMUNICAÇÕES TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto e as Resoluções N 38/95, 15/96 e 20/96 do Grupo Mercado Comum. CONSIDERANDO:

Leia mais

Apresentação para Sala de Aula para alunos de 1ª a 4ª série

Apresentação para Sala de Aula para alunos de 1ª a 4ª série Apresentação para Sala de Aula para alunos de 1ª a 4ª série O que é Patrimônio Cultural? Patrimônio é constituído pelos bens materiais e imateriais que se referem à nossa identidade, nossas ações, costumes,

Leia mais

REGULAÇÃO DAS ACTIVIDADES DE PRODUÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE CARTOGRAFIA

REGULAÇÃO DAS ACTIVIDADES DE PRODUÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE CARTOGRAFIA REGULAÇÃO DAS ACTIVIDADES DE PRODUÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE CARTOGRAFIA João Cordeiro Fernandes [email protected] Workshop Regulamentação da Cartografia a utilizar nos Instrumentos de Gestão Territorial Ordem

Leia mais

TABELA 1 Protocolos do Mercosul

TABELA 1 Protocolos do Mercosul Protocolo Protocolo para Solução de Controvérsias Protocolo de Brasília (promulgado no Brasil pelo Decreto n. 922, publicado em 13-09-1993) Protocolo de Cooperação Jurisdicional em Matéria Civil, Comercial,

Leia mais

Elementos Básicos para a Gestão Cultural nos Municípios CAPACITAÇÃO EM GESTÃO CULTURAL

Elementos Básicos para a Gestão Cultural nos Municípios CAPACITAÇÃO EM GESTÃO CULTURAL Elementos Básicos para a Gestão Cultural nos Municípios CAPACITAÇÃO EM GESTÃO CULTURAL Conceitos de Cultura - ANTROPOLOGIA: CULTURA É O HOMEM ALÉM DO BIOLÓGICO. - SOCIOLOGIA: CULTURA COMO COMPLEXO DE SÍMBOLOS.

Leia mais

CHAMADA PARA APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS

CHAMADA PARA APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS CHAMADA PARA APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS Seminário Internacional 10 anos de cooperação entre museus: Museologia ibero-americana e a Declaração de Salvador 29 e 30 novembro de 2017 Brasília - Brasil A Declaração

Leia mais

Lei Complementar n 140/11. Competências: Licenciamento e Fiscalização

Lei Complementar n 140/11. Competências: Licenciamento e Fiscalização Lei Complementar n 140/11 Competências: Licenciamento e Fiscalização Características Iniciais Fixou normas, nos termos dos incisos III, VI e VI do caput e do parágrafo único do artigo 23 da CF. Cooperação

Leia mais

permanente, da reserva legal e remanescentes de vegetação nativa localizadas no interior do imóvel, para fins de controle e monitoramento; e III - ins

permanente, da reserva legal e remanescentes de vegetação nativa localizadas no interior do imóvel, para fins de controle e monitoramento; e III - ins Decreto nº 7.029, de 10 de dezembro de 2009. Institui o Programa Federal de Apoio à Regularização Ambiental de Imóveis Rurais, denominado Programa Mais Ambiente, e dá outras providências. (Publicação Diário

Leia mais

Pacto de Constituição da Rede ODS Universidades Brasil

Pacto de Constituição da Rede ODS Universidades Brasil Pacto de Constituição da Rede ODS Universidades Brasil Artigo 1º: ODS Universidades Brasil é uma rede de Instituições de Educação Superior e Instituições Científicas, Tecnológicas e de Inovação (ICT) que

Leia mais

PATRIMÔNIO CULTURAL DO MERCOSUL: DOSSIÊ DE CANDIDATURA MISSÕES JESUÍTICAS GUARANÍS, MOXOS E CHIQUITOS

PATRIMÔNIO CULTURAL DO MERCOSUL: DOSSIÊ DE CANDIDATURA MISSÕES JESUÍTICAS GUARANÍS, MOXOS E CHIQUITOS PATRIMÔNIO CULTURAL DO MERCOSUL: DOSSIÊ DE CANDIDATURA MISSÕES JESUÍTICAS GUARANÍS, MOXOS E CHIQUITOS 2015 Estado Plurinacional da Bolívia República Argentina República do Paraguai República Federativa

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ CONSELHO SUPERIOR UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 180/2017 CONSU/UEAP

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ CONSELHO SUPERIOR UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 180/2017 CONSU/UEAP UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ CONSELHO SUPERIOR UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 180/2017 CONSU/UEAP Aprova o Regimento do Comitê de Pesquisa da Universidade do Estado do Amapá CPq/UEAP. O Reitor da Universidade

Leia mais

Património Cultural Imaterial

Património Cultural Imaterial Património Cultural Imaterial PROGRAMA DE ESTÁGIOS EM ANTROPOLOGIA REGULAMENTO O Instituto dos Museus e da Conservação, I.P. (IMC) é o organismo do Ministério da Cultura que tem por missão desenvolver

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA E EMPREENDEDORISMO EM SAÚDE NITE SAÚDE CAPÍTULO I DAS FINALIDADES

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA E EMPREENDEDORISMO EM SAÚDE NITE SAÚDE CAPÍTULO I DAS FINALIDADES REGULAMENTO DO NÚCLEO DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA E EMPREENDEDORISMO EM SAÚDE NITE SAÚDE CAPÍTULO I DAS FINALIDADES Art. 1º. O Núcleo de Inovação Tecnológica e Empreendedorismo em Saúde da Universidade Federal

Leia mais

Anteprojeto de decreto-lei sobre os consórcios entre. instituições de ensino superior públicas

Anteprojeto de decreto-lei sobre os consórcios entre. instituições de ensino superior públicas Anteprojeto de decreto-lei sobre os consórcios entre instituições de ensino superior públicas CAPÍTULO I Disposições gerais Artigo 1.º Artigo 2.º Objeto e âmbito Características gerais CAPÍTULO II SECÇÃO

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 085/2018-CEPE, DE 12 DE ABRIL DE 2018

RESOLUÇÃO Nº 085/2018-CEPE, DE 12 DE ABRIL DE 2018 RESOLUÇÃO Nº 085/2018-CEPE, DE 12 DE ABRIL DE 2018 Aprova o Regulamento do Programa de Extensão: Observatório de Direitos Humanos, Cidadania e Movimentos Sociais, da Universidade Estadual do Oeste do Paraná

Leia mais

REGULAMENTO DA REDE DE PARLAMENTARES PARA O AMBIENTE E LUTA CONTRA A DESERTIFIÇÃO E A POBREZA. Proposta

REGULAMENTO DA REDE DE PARLAMENTARES PARA O AMBIENTE E LUTA CONTRA A DESERTIFIÇÃO E A POBREZA. Proposta ASSEMBLEIA NACIONAL REGULAMENTO DA REDE DE PARLAMENTARES PARA O AMBIENTE E LUTA CONTRA A DESERTIFIÇÃO E A POBREZA Proposta ****** Art. 1 Denominação e natureza 1. É constituída A Rede de Parlamentares

Leia mais

Regulamento Cidade do Vinho 2017

Regulamento Cidade do Vinho 2017 Regulamento Cidade do Vinho 2017 CIDADE DO VINHO 2017 REGULAMENTO DE PARTICIPAÇÃO A designação de "Cidade do Vinho" tem o objectivo de contribuir para valorizar a riqueza, a diversidade e as características

Leia mais

RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 14, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2011

RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 14, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2011 RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 14, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2011 Dispõe sobre o Programa de Reassentamento Brasileiro. O COMITÊ NACIONAL PARA OS REFUGIADOS - CONARE, no uso de suas atribuições previstas no art. 12,

Leia mais

Política Territorial da Pesca e Aquicultura

Política Territorial da Pesca e Aquicultura Política Territorial da Pesca e Aquicultura Esplanada dos Ministérios, bloco D, CEP 70.043-900 - Brasília/DF Telefone: (61) 3218-3865 Fax (61)3218-3827 www.mpa.gov.br [email protected] APRESENTAÇÃO

Leia mais

AS CIDADES BRASILEIRAS E O PATRIMÔNIO CULTURAL DA HUMANIDADE

AS CIDADES BRASILEIRAS E O PATRIMÔNIO CULTURAL DA HUMANIDADE AS CIDADES BRASILEIRAS E O PATRIMÔNIO CULTURAL DA HUMANIDADE SILVA F. F. (Ed.). As cidades brasileiras e o patrimônio cultural da humanidade. São Paulo: Peirópolis; Edusp 2003. F 383 ernando Fernandes

Leia mais

Apresentação Grupo Ação Local Pesca Ericeira-Cascais Novembro, 2017

Apresentação Grupo Ação Local Pesca Ericeira-Cascais Novembro, 2017 Apresentação Grupo Ação Local Pesca Ericeira-Cascais Novembro, 2017 Quem é a A2S? Associação de Desenvolvimento Local Criada em 23 de janeiro de 2015 Parceria constituída por 22 organismos representativos

Leia mais

PLANO DE PORMENOR PARA A UOPG 13 (DO PLANO DE URBANIZAÇÃO DA MEIA PRAIA)

PLANO DE PORMENOR PARA A UOPG 13 (DO PLANO DE URBANIZAÇÃO DA MEIA PRAIA) PLANO DE PORMENOR PARA A UOPG 13 (DO PLANO DE URBANIZAÇÃO DA MEIA PRAIA) TERMOS DE REFERÊNCIA CÂMARA MUNICIPAL DE LAGOS DEPARTAMENTO DE PLANEAMENTO E GESTÃO URBANÍSTICA 2010 1. ENQUADRAMENTO LEGAL DO PLANO

Leia mais

Norma ERG BR Estabelece os Critérios de Pertinência para o Corpo de Examinadores de Certificação do OCEB

Norma ERG BR Estabelece os Critérios de Pertinência para o Corpo de Examinadores de Certificação do OCEB ABERGO ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ERGONOMIA Norma ERG BR 2001 Estabelece os Critérios de Pertinência para o Corpo de Examinadores de Certificação do OCEB Aprovada no 1º. Fórum de Certificação do Ergonomista

Leia mais

EDITAL DE MONITORIA Nº 01, de 17 de fevereiro de 2017 Processo Nº / INSCRIÇÕES PARA PROJETOS DE MONITORIA (2017 / 1º semestre)

EDITAL DE MONITORIA Nº 01, de 17 de fevereiro de 2017 Processo Nº / INSCRIÇÕES PARA PROJETOS DE MONITORIA (2017 / 1º semestre) EDITAL DE MONITORIA Nº 01, de 17 de fevereiro de 2017 Processo Nº 23232.000141/2017-51 INSCRIÇÕES PARA PROJETOS DE MONITORIA (2017 / 1º semestre) A Diretoria de Ensino do Campus Muriaé, do Instituto Federal

Leia mais

Regimento. Programa Petrobras Desenvolvimento & Cidadania Seleção Pública de Projetos Regimento

Regimento. Programa Petrobras Desenvolvimento & Cidadania Seleção Pública de Projetos Regimento Regimento Programa Petrobras Desenvolvimento & Cidadania Seleção Pública de Projetos 2010 Regimento 1 Regimento da Seleção Pública de Projetos Sociais de 2010 Serão aceitos projetos sob responsabilidade

Leia mais

Capítulo I - Da caracterização. Capítulo II - Do objetivo

Capítulo I - Da caracterização. Capítulo II - Do objetivo REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO SUPERVISIONADO Capítulo I - Da caracterização Art. 1º. O Estágio Curricular Obrigatório Supervisionado (ECOS) é atividade individual obrigatória do Currículo

Leia mais

Centro da Memória da Eletricidade no Brasil MEMÓRIA DA ELETRICIDADE ESTATUTO. CAPÍTULO I. Da Denominação, Objeto, Sede e Duração.

Centro da Memória da Eletricidade no Brasil MEMÓRIA DA ELETRICIDADE ESTATUTO. CAPÍTULO I. Da Denominação, Objeto, Sede e Duração. Centro da Memória da Eletricidade no Brasil MEMÓRIA DA ELETRICIDADE ESTATUTO CAPÍTULO I. Da Denominação, Objeto, Sede e Duração. Art. 1º - O Centro da Memória da Eletricidade no Brasil - MEMÓRIA DA ELETRICIDADE

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 580, DE 22 DE MARÇO DE 2018.

RESOLUÇÃO Nº 580, DE 22 DE MARÇO DE 2018. RESOLUÇÃO Nº 580, DE 22 DE MARÇO DE 2018. O Plenário do Conselho Nacional de Saúde (CNS), em sua Trecentésima Terceira Reunião Ordinária, realizada nos dias 21 e 22 de março de 2018, e no uso de suas competências

Leia mais

RESOLUÇÃO SMA Nº 157, de 07/12/2017

RESOLUÇÃO SMA Nº 157, de 07/12/2017 RESOLUÇÃO SMA Nº 157, de 07/12/2017 (Alterada) Define requisitos para a aprovação de projetos de restauração ecológica, e dá outras providências para a implementação do Programa Nascentes, objeto do Decreto

Leia mais

PREFEITURA DA CIDADE DE CABO FRIO

PREFEITURA DA CIDADE DE CABO FRIO PREFEITURA DA CIDADE DE CABO FRIO Região dos Lagos - Estado do Rio de Janeiro SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA PORTARIA SECULT Nº 4, 26 DE ABRIL DE 2018 Torna público o Regimento da IV Conferência Municipal

Leia mais

DELIBERAÇÃO CRF-RJ nº706 / 2010

DELIBERAÇÃO CRF-RJ nº706 / 2010 DELIBERAÇÃO CRF-RJ nº706 / 2010 Aprova o Regulamento das Câmaras Técnicas do CRF-RJ e dá outras providências. O ESTADO DO RIO DE JANEIRO / CRF-RJ, no uso de suas atribuições legais e em conformidade com

Leia mais