NOTA SOBRE A OCORRÊNCIA DO CANCRO DO TRONCO EM EUCALIPTO
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- Guilherme Freire Brezinski
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1 IPEF n.6, p.61-67, 1973 NOTA SOBRE A OCORRÊNCIA DO CANCRO DO TRONCO EM EUCALIPTO Tasso Leo Krügner * Ronaldo A. Caneva ** Caio O. N. Cardoso * Observou-se em plantações de Eucalyptus grandis e E. saligna de propriedade da Aracruz Florestal S. A" em Aracruz no Estado do Espírito Santo, a ocorrência de uma doença cuja incidência generalizava-se em populações de ambas as espécies, afetando plantas de todas as idades, a partir de 7 meses. A doença afeta de modo localizado os tecidos da casca na região basal dos troncos, formando lesões cujo aspecto sintomatológico varia com desenvolvimento da mesma, bem como com a idade das plantas, culminando com o aparecimento do cancro que é o sintoma típico. Em um estágio intermediário de desenvolvimento, a doença se caracteriza por um entumecimento da casca associado a fendilhamentos longitudinais da mesma (fig. 1.A) e escurecimento dos tecidos da casca afetados (fig. 1B). Em estágio avançado da doença, em árvores de 4-5 anos de idade, o principal sintoma observado é o cancro, o qual se caracteriza por uma área de lenho exposta, circundada por tecidos protuberantes formados pela casca. (fig. 1.C). Os cancros, apenas em raras ocasiões, circundam a área basimétrica do tronco determinando a morte da planta. A doença foi também constatada no Estado de São Paulo, em populações de diferentes espécies de eucaliptos e de diferentes idades, nas regiões de Piracicaba (Escola Superior de Agricultura «Luiz de Queiroz» ); Mogi Guaçu (Champion Papel e Celulose S. A,) e Itu (Duratex S. A. Indústria e Comércio). Nessas áreas a incidência da doença é relativamente baixa e, os sintomas limitam-se ao entumecimento e fendilhamento da casca dos troncos. A diagnose da doença pode ser completada pela observação dos sinais, que muitas vezes são visíveis macroscopicamente na superfície da casca sob a forma de pontuações e «pêlos» de coloração negra e, em condições de alta umidade, a presença de uma massa mucilaginosa de cor amarelada composta de esporos do fungo. Em fragmentos de casca colocados em câmara úmida após um curto período de 7 dias, o fungo frutifica abundantemente produzindo picnidios e peritécios que podem mais facilmente serem observados com o auxílio de uma lupa. (fig. 2). Os peritécios são dotados de um rostro alongado de coloração negra (fig. 2. C) os quais macroscopicamente podem lembrar «pelos». Em câmara úmida, na extremidade apical dos rostros, pode haver a exudação de uma mucelagem amarelada, composta de escosporos do fungo, os quais, quando observados ao microscópio, mostraram-se unicelulares, ao contrário dos escoporosos de Endothia parasitica descritos na literatura como sendo bicelulares. Esta diferença nos ascosporos de E. parasitica e do agente causal do cancro, estão sendo alvo de estudos para que se possa classificar este fungo corretamente. * Professores do Departamento de Fitopatologia da ESALQ ** Estagiário dos Departamentos de Fitopatologia e Silvicultura da ESALQ
2 Os picnídios do fungo são globosos, de coloração negra e dotados de um pescoço curto. Em condições de alta umidade, há a formação de um cirro de coloração creme, composto dos conidios do fungo (fig. 2.A e B). Em laboratório, o fungo foi isolado transferindo-se, asseticamente, ascosporos ou conídios do fungo obtido com câmara úmida, para placas de petri contendo meio de batatadextrose-agar. As culturas obtidas, após 8 dias de incubação, mostram um micélio rasteiro de coloração pardo-amarelada e de crescimento muito vigoroso; com um, período mais longo de incubação, há o aparecimento de picnídios típicos do fungo. Após a obtenção de culturas puras do fungo, determinou-se a patogenicidade do mesmo, inoculando-o em plantas enxertadas de E. saligna com 2 anos e meio de idade, localizadas no viveiro do Departamento de Silvicultura da ESALQ. Procedeu-se dois tipos de inocula;ões nas plantas: no enxerto e no porta enxerto, nas proximidades do conectivo em ambos os casos fez-se uma desinfecção superficial com álcool 70%. No primeiro procedimento, removeu-se uma porção quadrangular da casca, de aproximadamente 3x3cm expondo-se o lenho e aplicou-se sobre este uma porção de micélio do fungo em BDA, recolocando-se a porção removida da casca. No segundo procedimento feriu-se superficialmente a casca no sentido longitudinal, com uma agulha, e colocou-se igual tipo de inóculo. Em ambos os casos, após a inoculação, os troncos foram envolvidos com algodão úmido e protegidos com plásticos por 3 semanas. Nas plantas usadas como testemunhas fez-se os mesmos tipos de procedimentos, apenas substituindo-se o inóculo por BDA puro. Os resultados foram observados 4 semanas após a remoção do algodão e da proteção plástica. Os dois tipos de inoculação mostraram-se igualmente eficientes. Nas plantas de menor diâmetro, tanto no cavalo como no enxerto, observou-se uma seca da casca, que se estendeu ao lenho, atingindo certa profundidade, sendo sempre o diâmetro da área necrosada muito maior que o da área que se inoculou, tendo mesmo em alguns casos circundando toda a área do tronco. Nas plantas usadas como testemunhas não se observou o aparecimento de sintomas. As plantas de maior diâmetro estão sendo mantidas em observação, embora os sintomas de entumecimento e fendilhamento da casca ao redor da área inoculada já sejam patentes, havendo mesmo a tendência da casca se soltar expondo o lenho. Conseguiu-se reisolar o fungo de fragmentos de casca e lenho das plantas com sintomas, desinfectados com hipoclorito de sódio 3:1 (produto comercial Q boa), transferindo-os para BDA. As culturas assim obtidas mostraram ser do mesmo fungo que se inoculou, comprovando a sua patogenicidade. Finalmente, procurou-se determinar «in vitro» a capacidade dos fungicidas sistêmicos Benomil, Cicloheximida e Dodine em inibir o desenvolvimento micelial do fungo, tendo os dois primeiro produtos inibido o fungo em concentrações de até 1 ppm.
3 FIGURA 1 - A) Tronco de eucalipto mostrando sintomas de entumecimento e fendilhamento da casca; B) Escurecimento dos tecidos da casca e lenho de planta doente e C) Cancro típico da doença.
4 FIGURA 2 - Sinais da doença visto ao estereoscópio. A) Cirros de conidios; B) Picnidio com cirro e C) Rostros de peritécios.
5 IPEF n.6, p.1-102, 1973
6 IPEF n.6, p.1-102, 1973
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