CIRCULAR TÉCNICA N o 137. Setembro/1981
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- Maria Clara Alencar Rosa
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1 IPEF: FILOSOFIA DE TRABALHO DE UMA ELITE DE EMPRESAS FLORESTAIS BRASILEIRAS PBP/ CIRCULAR TÉCNICA N o 137 Setembro/1981 ISSN ESTUDO PRELIMINAR SOBRE A TOXIDEZ DO ALCATRÃO E DO CREOSOTO DA MADEIRA EM RELAÇÃO AO FUNGO Polyporus fumosus (PERS EX FRIES) 1. INTRODUÇÃO Ivaldo P. Jankowsky * Tasso Leo Krugner ** Antonio O. L. Freire Neto *** Durante a destilação da madeira para a obtenção de carvão é possível condensar os gases liberados e obter um subproduto denominado líquido pirolenhoso. De acordo com LACORTE (1938), esse líquido consiste numa solução aquosa de ácidos, alcoois, aldeídos, cetonas e outros compostos orgânicos contendo, em suspensão, substâncias de composição complexa que compõem o alcatrão. O alcatrão pode ser recuperado por decantação e destilação, sendo que os seus principais componentes são hidrocarbonetos e fenóis (BRITO, 1981). A posterior destilação do alcatrão resultará em óleos leves, creosoto leve, creosoto pesado e piche. Dentre os usos do alcatrão destaca-se a utilização como combustível (6.500 kcal/kg), betume para vedação, e na forma de creosoto, como preservador de madeira. Embora o termo creosoto atualmente seja utilizado para designar um destilado da hulha amplamente utilizado na preservação de madeiras, RICHARDSON (1978) relata que inicialmente o termo era aplicado estritamente a um produto da destilação seca da madeira. WEISS (1916) registra o uso do creosoto derivado da madeira como preservador da própria * Departamento de Silvicultura - ESALQ/USP. ** Departamento de Fitopatologia - ESALQ/USP. *** Acadêmico do Curso de Engenharia Florestal, estagiário do Instituto Florestal do Estado de São Paulo.
2 madeira, embora apresentando toxidez e resistência inferiores ao creosoto derivado da hulha. Considerando-se que a crise energética promoveu um incentivo à produção de carvão vegetal, surge também a possibilidade de se recuperar e utilizar o alcatrão e o creosoto da madeira como produtos preservativos. Assim, foi instalado um ensaio preliminar cujo objetivo é verificar a toxidez desses produtos através de testes em meio de cultura. Escolheu-se o fungo Polyporus fumosus (Pers ex Fries) para o ensaio por este apresentar boa resistência à fungicidas e rápido desenvolvimento em condições de laboratório, além de ser um dos fungos tradicionalmente utilizados em testes de toxidez in vitro. O gênero Polyporus ocorre praticamente em todo o mundo, com espécies cosmopoitas e espécies restritas à pequenas áreas. Quando atacam madeira serrada, tanto coníferas como folhosas, causam a podridão branca, alterando as características e as propriedades da peça atacada. 2. PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL O ensaio de toxidez em meio de cultura é o passo inicial quando se deseja avaliar a potencialidade de um determinado produto, sendo que a metodologia é descrita em pormenores por HUNT & GARRAT (1967). O meio de cultura utilizado no experimento continha 10 g de destrosol, 9 g de Agar e 100 ml de caldo de batata dissolvidos em 500 ml de água. O creosoto foi obtido destilando-se o alcatrão à temperatura de 300 o C, proveniente da carbonização da madeira de Eucalyptus spp. Para o alcatrão, foram testadas as concentrações (peso/peso) de 0,05%; 0,10%, 0,15%, 0,20% e 0,30%. Para o creosoto, as concentrações foram de 0,01%; 0,02%, 0,04%, 0,06%, 0,08%, 0,10% e 0,15%. Como termo de comparação foi ensaiado o sulfato de cobre com concentrações de 0,03% e 0,06%; e o meio de cultura puro. Isso resultou em um total de 15 tratamentos. O meio de cultura contendo o produto na concentração desejada foi esterelizado em autoclave e posteriormente vertido em placas de Petri, utilizando-se 5 placas por tratamento. Após a inoculação do fungo, as placas permaneceram 12 dias no ambiente (temperatura média de 18 o C) seguidos de 3 dias em estufa (temperatura de 26 o C). Durante esse período, acompanhou-se o desenvolvimento do fungo através de medições periódicas do diâmetro de colônia. 3. RESULTADOS E DISCUSSÃO O crescimento do fungo em função na concentração do sulfato de cobre, do alcatrão e do creosoto pode ser visualizado nas Figuras 1, 2 e 3, respectivamente; tanto em condições ambientais como em estufa. A Figura 4 apresenta a velocidade média do crescimento do fungo para os diferentes produtos e concentrações.
3 FIGURA 1. Crescimento do fungo Polyporus fumosus em meio de cultura contendo diferentes concentrações de sulfato de cobre. FIGURA 2. Crescimento do fungo Polyporus fumosus em meio de cultura contendo diferentes concentrações de alcatrão de madeira.
4 FIGURA 3. Crescimento do fungo Polyporus fumosus em meio de cultura contendo diferentes concentrações de creosoto de madeira. FIGURA 4. Velocidade média de crescimento do fungo Polyporus fumosus em meio de cultura contendo diferentes concentrações de alcatrão e creosoto de madeira e sulfato de cobre.
5 Como era esperado, o aumento na concentração do produto causa uma retração no crescimento do fungo. A observação mais importante é que o creosoto na concentração de 0,15% foi capaz de inibir totalmente o crescimento do fungo, sem, contudo, matá-lo. O alcatrão comportou-se de maneira semelhante ao sulfato de cobre, sendo que a toxidez dos dois foi inferior à do creosoto. HUNT & GARRAT (1967) reportam para o creosoto da hulha concentrações de 0,05% a 1,0% como letais para o fungo Madison 517, em função do tipo de creosoto utilizado. Dessa forma, é possível concluir que o creosoto de madeira tem potencial para ser utilizado como preservador no que diz respeito à sua toxidez. Um fato interessante é que o fungo se desenvolveu melhor nas concentrações mais baixas do que no meio de cultura puro. Provavelmente os produtos testados, quando em concentrações muito baixas, tenham servido de micronutrientes, auxiliando o crescimento do fungo. 5. AGRADECIMENTOS Os autores agradecem ao Instituto Florestal pela participação do acadêmico Antonio O. L. Freire Neto neste trablaho. 6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BRITO, J.O. Considerações acerca da destilação seca de Pinus. In: SIMPÓSIO SOBRE PINUS: FONTE DE RESINA E CARVÃO VEGETAL, Campinas, Campinas, Fundação Tropical de Pesquisas e Tecnologia, p HUNT, G.M. & GARRAT, G.A. Wood preservation. New York, McGraw-Hill, p. LACORTE,C.G. Química industrial. Buenos Aires, El Ateneu, p. RICHARDSON, B.A. Wood preservation. London, The Construction Press, WEISS, H.F. The preservation of structural timber. New York, McGraw-Hill, p.
6 Esta publicação é editada pelo Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais, convênio Departamento de Silvicultura da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo. É proibida a reprodução total ou parcial dos artigos publicados nesta circular, sem autorização da comissão editorial. Periodicidade irregular Permuta com publicações florestais Endereço: IPEF Biblioteca ESALQ-USP Caixa Postal, 9 Fone: Piracicaba SP Brasil Comissão Editorial da publicação do IPEF: Marialice Metzker Poggiani Bibliotecária José Elidney Pinto Jr. Comissão de Pesquisa do Departamento de Silvicultura ESALQ-USP Prof. Luiz Ernesto George Barrichelo Prof. Fábio Poggiani Prof. Mário Ferreira Diretoria do IPEF: Diretor Científico Prof. João Walter Simões Responsável por Divulgação e Integração IPEF José Elidney Pinto Junior
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