Ações de Combate à Dengue

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1 Ações de Combate à Dengue

2 Dengue no Brasil

3 Dengue no Brasil

4 Evolução da Dengue em Sorocaba/SP Nº de Casos Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez total Fonte: DENON/DVE/AVS/SES

5 Evolução da Dengue em Sorocaba/SP Nº de casos Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez total * Fonte: DENON/DVE/AVS/SES * Dados da SE 1 à SE 26, já inseridos no sistema. Valor sujeito a alteração

6 Consolidado do 1º semestre 2015 Total Total Casos de Dengue Internações Clínico Epidemiológico Confirmados Descartados Laboratorial Leitos de UTI 36 Óbitos 37 Sinais Hemorrágicos 90

7

8

9 Ações Realizadas Boletins epidemiológicos, notas informativas, coletivas de imprensa, campanha de mídia Incremento na digitação das fichas de notificação no Sistema Online Contratação de 3 caminhões e 12 ajudantes para arrastões Decreto de estado de emergência por conta do elevado número de casos de Dengue Incremento de profissionais no Controle de Vetor e na Atenção Básica Abertura das UBS Lopes de Oliveira e Fiore aos sábados, domingos e feriados Abertura de Centros de Monitoramento da Dengue Capacitação de voluntários para atuação em sala de espera e digitação das fichas de notificação Ingresso forçado em imóveis, por meio de medida judicial Contratação de agentes de controle de endemias, totalizando 54 funcionários Contratação de profissionais para aplicação de veneno, totalizando 50 funcionários Contrato com carros de som para divulgação das ações e orientações gerais para população

10 Total: ,08

11 Programação Ano Dengue

12

13 Forma de Transmissão 7 dias de viremia 8 a 12 dias para tornar-se transmissora 3 a 15 dias de incubação Aedes aegypti

14 PUPA 02 dias Adulto 30 a 45 dias 4-5 ciclos de postura Em vários criadouros OVO 03 dias LARVA 07 dias 100 a 300 ovos por ciclo 1 ANO!!

15 Avaliação de Densidade Larvária Índice de P. Predial* Julho de 2014 Outubro de 2014 Julho de ,8 0,9 0,5 0,6 0,5 0,4 *imóveis positivos/imóveis trabalhados

16 Avaliação de Densidade Larvária Índice de Breteau*, Julho de ,8 1,0 0,6 0,5 0,4 0,5 *criadouros positivos/imóveis trabalhados

17 Avaliação de Densidade Larvária - Criadouros, Julho de 2015 Quantidade e tipos de criadouros Quantidade º 1º 2º 2º A B C D E F G Tipo de Criadouro 3º 3º Recipientes Existentes Recipientes com Larvas - Grupo A: Depósitos para armazenamento de água elevados - Grupo B: Depósitos para armazenamento de água não elevados - Grupo C: Recipientes móveis com utilidade para o morador (vaso de planta, prato/pingadeira, comedouro/bebedouro de animais, piscina desmontável, lata/frasco/garrafas, balde/regador, bandeja de geladeira/ar condicionado, material de construção, outros). - Grupo D: Recipientes Fixos (ralos, laje, calha, vaso sanitário/caixa de descarga, piscina, outros) - Grupo E: Pneus - Grupo F: Recipientes passíveis de remoção e/ou sem utilidade (lata/frasco/plástico, garrafas, lona, entulho, peças/sucata, masseira, barco, outros) - Grupo G: Criadouros naturais (bromélias, oco de árvore/bambu, outros)

18 Educação, comunicação, mobilização social Articulação de parcerias com a sociedade organizada Feiras Educativas Conscientização - Escoteiros Digitação de fichas - Mórmons Alexandre Lombardi Arrastão no Habiteto Igreja Mundial Arrastões Tiro de Guerra Arquivo Divisão de Zoonoses/SES

19 Educação, comunicação, mobilização social Palestras e Capacitações Organizar dias de mobilização social contra a dengue Dia D Capacitação de Funcionários Sergio Ratto/ Ipanema Online Mobilização UBS Wanel Ville Capacitação da Assistência Empresas e Escolas Mobilização UBS Lopes de Oliveira Pastoral do Menor Arquivo Divisão de Zoonoses/SES

20 Educação, comunicação, mobilização social Veiculação de campanha publicitária Distribuição de material informativo

21 Educação, comunicação, mobilização social Site da Dengue no Município

22 Arrastões Boa aceitação da população Agilidade do serviço Remoção imediata de criadouros Eliminação de ovos existentes e potenciais criadouros Adival B. Pinto/Jornal Cruzeiro do Sul Novo contrato para início em Setembro/Outubro de 2015

23 Visitas de Casa em Casa Bloqueio de Casos Positivos Busca de novos casos Orientações à população Remoção/eliminação de criadouros Tratamento de criadouros (larvicida/produtos alternativos) Alexandre Lombardi/SECOM Aumento da equipe

24 Nebulizações Divisão de Zoooses / PMS Eliminação das formas adultas Duas técnicas: Costal Pesada Emerson Ferraz / PMS Aumento das equipes de nebulização costal Iniciar a pesada em momento oportuno necessidade de 3 caminhonetes

25 Mitos e Verdade Mosquito não pica só de dia... Mato alto não dá Dengue... E não pica só pé e tornozelo!!! Mosquito coloca os ovos em água parada sookie/flickr, CC BY-SA

26 Nebulizações Sem Critério Técnico Veneno não tem efeito residual mata apenas mosquitos adultos na hora Mantendo-se os criadouros......novos mosquitos nascerão

27 Nebulizações Sem Critério Técnico Não adianta nebulizar apenas um imóvel, os mosquitos dos imóveis ao lado irão infestar o local.

28 Nebulizações Sem Critério Técnico Uso indiscriminado do veneno leva à resistência.

29

30 Denúncias: 156 Dúvidas: Zoonoses Vigilância em Saúde

31 SEDU SEDES SEHAB SEG Fundo Social SAAE SEJ SES SECULT SEMA SEDET SEMES SPG SUCEN DEFESA CIVIL SERP SEF SEMOB SEAD OBRIGADO!!!!!! Lions Club Escolas Polícia Militar Imobiliárias Rotary Club Conselho Sindical Diretoria de Ensino CIESP Bombeiros Representações Religiosas Associação Comercial Vereadores Tiro de Guerra Guarda Mirim Escoteiros Conselho Municipal de Saúde Associações Amigos de Bairro

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