3 MATERIAIS, DISPOSITIVOS E EQUIPAMENTOS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "3 MATERIAIS, DISPOSITIVOS E EQUIPAMENTOS"

Transcrição

1 3 MATERIAIS, DISPOSITIVOS E EQUIPAMENTOS 3.1 OBJECTIVO O presente capítulo destina-se a estabelecer os requisitos técnicos dos materiais, dispositivos e equipamentos constituintes das infra-estruturas de telecomunicações, os quais deverão ser entendidos como requisitos mínimos, sem prejuízo da adopção de outras soluções tecnicamente mais evoluídas. 3.2 GENERALIDADES Os materiais, dispositivos e equipamentos a utilizar nas ITED, deverão ter e conservar de forma durável características eléctricas, mecânicas, físicas e químicas adequadas às condições a que podem estar submetidos em funcionamento. Não deverão provocar perturbações em outras instalações. Segundo o disposto no artigo 40º do DL 59/2000, deverão os projectistas, instaladores e entidades certificadoras, ter em linha de conta as listas de títulos e referências de normas harmonizadas publicadas no JOCE (Jornal Oficial das Comunidades Europeias) ao abrigo das seguintes directivas: 73/23/CEE de 19 de Fevereiro e sucessivas alterações, nos termos da alínea a) do nº1 do artigo 40º do DL 59/2000; 89/336/CEE de 3 de Maio e sucessivas alterações, nos termos da alínea b) do nº1 do artigo 40º do DL 59/2000. Para efeitos de fiscalização, por parte da ANACOM, do disposto nos parágrafos anteriores, ter-se-á em conta o artigo 43º, do DL59/2000. A simbologia a utilizar na representação dos materiais e dispositivos consta do Anexo 4 - SIMBOLOGIA. Alguns dos materiais e ferramentas a utilizar nas ITED constam do Anexo 5 MATERIAIS E FERRAMENTAS ESPECÍFICAS. 3.3 TIPO DE CABOS E CONDUTORES Os cabos a utilizar nas ITED, serão: Cabos de pares de cobre; Cabos coaxiais; Cabos de fibras ópticas; Cabo do tipo V (condutor de terra) CABOS DE PARES DE COBRE Os cabos a utilizar no interior dos edifícios deverão ser dos seguintes tipos: Cabos das classes A e B segundo a norma EN 50173, sendo exemplos os tipos TVV, TVHV, TEG1HE; MANUAL ITED - 1ª edição 14

2 Cabos das classes C e D segundo a norma EN 50173, sendo exemplos os tipos UTP, STP e FTP. Nas interligações no RG-PC é utilizado o fio distribuidor constituído por 2 condutores TV entrançados de 0,5mm de diâmetro, cujas cores variam consoante o serviço, como consta na seguinte tabela: SERVIÇO POTS FAX RDIS OUTROS SERVIÇOS COR DOS CONDUTORES Azul/Vermelho Laranja/Cinzento Laranja/Preto Castanho/Branco Tabela 4- Caracterização do fio distribuidor Em locais especiais como sejam os ambientes húmidos, corrosivos ou com risco de explosão, devem utilizar-se cabos do tipo TEG1HE, TVHV ou outros de características adequadas ao ambiente. No caso da existência de anexos exteriores deverão ser utilizados os seguintes cabos: Cabo aéreo, tipo TEES, TEVS ou TEE1HES; Cabo subterrâneo tipo TEG1HE (protegido por tubo). Podem ser utilizados outros tipos de cabos de telecomunicações, desde que a sua utilização seja devidamente justificada CABOS COAXIAIS Os cabos a utilizar no interior dos edifícios deverão ser flexíveis e ter as seguintes características: Impedância característica de 75 Ω; Cobertura da malha de blindagem não inferior a 70%; Largura de Banda: 5MHz a 1GHz. Adequado à distribuição dos sinais do NQ 2a; Largura de Banda: 5MHz a 2150MHz. Adequado à distribuição dos sinais do NQ 2b. São utilizados normalmente os cabos RG59, RG6, RG7 e RG11. A constituição e caracterização dos cabos referidos anteriormente é apresentada no Anexo 5, podendo ser utilizados outros cabos coaxiais cujas características se adaptem aos respectivos serviços e às presentes Prescrições e Instruções Técnicas CABOS DE FIBRAS ÓPTICAS Os cabos de fibra óptica a utilizar deverão ser consoante a tecnologia utilizada, monomodo ou multimodo, com o mínimo de um par de fibras. A sua constituição e caracterização é apresentada no Anexo 5. MANUAL ITED - 1ª edição 15

3 3.3.4 CABO DO TIPO V Os cabos a utilizar na ligação à terra de protecção são do tipo V, constituídos por um condutor de cobre recozido e isolado com uma composição de PVC (policloreto de vinilo) de cor verde/vermelho (especificação ICP-ANACOM , 2ª edição). A secção nominal mínima do condutor é de 1,5mm 2. Poderão ser usados outros condutores com secções de 2.5, 4, 6, 10, 16, 25, 35 e 50 mm 2. Os condutores de secção superior a 6 mm 2 serão multifilares. 3.4 DISPOSITIVOS DE LIGAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO CABOS DE PARES DE COBRE Os Dispositivos de Ligação e Distribuição (Anexo 5 - Figuras 15, 16, 17), são constituídos por unidades modulares e respectivos acessórios, instalados em estrutura própria (Anexo 5 - Figura 14). Permitem a interligação e distribuição de pares de cobre com individualização de condutores. Não devem ter dimensões superiores a 130 x 30 x 40 mm (comprimento x largura x altura) e, quando for necessária a incorporação de órgãos de protecção, a dimensão máxima será 130 x 30 x 70 mm. A estrutura que serve de suporte à unidade modular deve ter, pelo menos, um terminal que garanta a ligação de um condutor de terra de protecção. Cada unidade modular tem capacidade para a ligação de 10 pares, ou de 1 par no caso de ligadores simples (Anexo 5 - Figura 31), sendo esta completamente preenchida com geleia no seu interior, permitindo: A ligação de condutores de diâmetro variável de 0,4 a 0,9mm e com diâmetro exterior máximo de 2mm; A instalação de descarregadores de sobretensão e de sobrecorrente; O ensaio com corte; A ligação à terra. Para efeitos das presentes Prescrições e Instruções Técnicas existem dois tipos distintos de unidades modulares: Dispositivo Simples (DDS) (Anexo 5 - Figura 15) - elemento de ligação simples cuja função é possibilitar a individualização de condutores; Dispositivo com Corte e Ensaio (DDE) (Anexo 5 - Figura 16) - elemento de ligação, que para além de possibilitar a individualização dos condutores, permite o corte da ligação (entrada/saída), sem recurso à desconexão dos condutores, constituindo ponto de acesso para ensaios. O DDS tem duas variantes: Unidade modular que admite a incorporação de órgãos de protecção, nomeadamente descarregadores de sobretensão (Anexo 5 - Figura. 17); Unidade modular que não admite a incorporação de órgãos de protecção (Anexo 5 - Figura. 15). Em casos particulares podem ser realizadas juntas para efectuar ligações de cabos. Na sua realização a ligação dos condutores só poderá ser feita utilizando ligadores mecânicos compatíveis. Para o fecho da junta os materiais utilizados deverão garantir a estanquicidade da mesma, pelo que devem ser utilizadas fitas auto vulcanizantes, mangas termo-retrácteis, ou outro sistema de eficiência similar ou superior. MANUAL ITED - 1ª edição 16

4 3.4.2 CABOS COAXIAIS Nas redes de cabos coaxiais, são usados os seguintes equipamentos: Repartidores; Conectores; Misturadores; Derivadores (Splitter); TAP; Amplificadores; Atenuadores; Equalizadores; Separadores/Filtros. As características técnicas destes equipamentos devem obedecer à norma EN Salienta-se o seguinte: - O isolamento entre saídas dos equipamentos passivos deve ser maior ou igual a 16dB; - Para o último TAP DE CLIENTE o valor do isolamento entre saídas recomendado será maior ou igual a 24dB (isto porque, devido à bi-direccionalidade da rede coaxial, as saídas funcionarão como entradas no retorno, com níveis de sinal até 114 dbµv, de acordo com a norma EN , o que poderá provocar interferência nos canais de recepção) CABOS DE FIBRAS ÓPTICAS Nas redes de cabos de fibras ópticas são usados, entre outros, como dispositivos de ligação e distribuição os tipos de ligação e dispositivos de distribuição seguintes: Juntas por fusão; Conectores mecânicos: amovíveis e fixos; Repartidores ópticos. 3.5 CONSTITUIÇÃO DO ARMÁRIO DE TELECOMUNICAÇÕES DE EDIFÍCIO E REPARTIDORES GERAIS Armário de Telecomunicações de Edifício (ATE): é um dispositivo de acesso restrito, onde se encontram alojados os vários Repartidores Gerais (RG) que possam existir e que adiante se definem. Embora o ATE possa ser coincidente, no limite, com uma ETI ou ETS, ele é normalmente constituído por uma caixa metálica do tipo C (definido no ponto 3.9.1), um bastidor, um armário encastrado na parede, onde estão alojados os referidos RG, com os respectivos primários e secundários. MANUAL ITED - 1ª edição 17

5 O ATE contém obrigatoriamente um barramento de terra, onde se vão ligar as terras de protecção da ITED. O ATE disponibiliza espaço suficiente para alojar os vários repartidores gerais. Dada a eventual complexidade do ATE, é indispensável um correcto e cuidado dimensionamento para fazer face a todas as necessidades, nomeadamente de espaço disponível para os vários operadores (ver o ponto 4.3.2). Repartidor Geral de Par de Cobre (RG-PC): dispositivo que faz a interligação dos cabos de pares de cobre dos diversos operadores, à rede de cabos de pares de cobre do edifício. O RG-PC é basicamente constituído por dispositivos de ligação e distribuição, sendo o elemento base a unidade modular, do tipo DDS ou DDE, ou um BPC, no caso de moradias unifamiliares. O RG-PC está dividido em: - Um primário, onde se vão ligar os cabos de entrada dos vários operadores; - Um secundário, onde se liga a rede do edifício. Deverá existir espaço suficiente para a manobra e ligação dos cabos de entrada dos operadores. NOTA: O RG-PC coincide basicamente com a designação agora abandonada de RGE (Repartidor Geral de Edifício), à parte a caixa ou local de instalação e o dimensionamento. Repartidor Geral de Cabo Coaxial (RG-CC): equipamento que faz a interligação dos cabos coaxiais dos diversos operadores por cabo, à rede de distribuição em cabo coaxial do edifício. No RG-CC inicia-se a rede de cabos coaxiais do edifício, normalmente é um repartidor ou uma união para interligação. Deverá existir espaço suficiente para os operadores alojarem os seus equipamentos. O RG-CC poderá estar separado em duas partes distintas: uma no ETS com distribuição descendente (exemplo: MATV) e outra no ETI com distribuição ascendente (exemplo: CATV). Repartidor Geral de Fibra Óptica (RG-FO): equipamento que faz a interligação dos cabos de fibra óptica dos diversos operadores, à rede de cabos de fibra óptica do edifício. O RG-FO é constituído por um secundário onde se inicia a rede de fibra óptica do edifício. Deverá existir espaço suficiente para os operadores alojarem os seus equipamentos. 3.6 CONSTITUIÇÃO DO BPC e TAP DE CLIENTE Recomendam-se dois tipos de BPC (especificação , 2ª edição), no caso dos pares de cobre: - BPC simples (anexo 5, figura 24). Permite a entrada de 3 pares e é constituído apenas pela malha RC, destinando-se a uma fracção autónoma; - BPC com protecções (anexo 5, figura 25). Destina-se a uma instalação individual, com chegada aérea, e é protegido nos 2 pares por fusível de 250mA e disruptor tripolar, para tensões maiores ou iguais 230 V (recomenda-se 150V). Para o cabo coaxial: MANUAL ITED - 1ª edição 18

6 - TAP DE CLIENTE, tal como definido no Anexo 2 e ilustrado no Anexo 5, figuras 9 a 12. Nos casos de uma instalação individual com entrada aérea o TAP DE CLIENTE deve ser ligado à terra de protecção. NOTA: O BPC coincide com a designação agora abandonada de BPA (Bloco Privativo de Assinante). 3.7 DISPOSITIVOS TERMINAIS Os dispositivos terminais a utilizar nas ITED são os seguintes: - Tomada telefónica de 6 contactos (especificação técnica , edição 2) fig. 29, Anexo 5; - Tomada de 8 contactos (especificação técnica , edição 1) fig. 30, Anexo 5; - Tomada para TV e Rádio, segundo a EN 50083, parte 4 fig. 4, Anexo 5; - Tomada óptica segundo a EN As tomadas referidas são instaladas numa caixa do tipo I1 (fig.19, Anexo 5), caracterizada em e embebida na parede. Quando a tomada é de montagem exterior, ou em calha, já inclui caixa própria. Admite-se a possibilidade da existência de tomadas mistas, para cabo coaxial e par de cobre, ou outras, desde que cumpram as prescrições em vigor. 3.8 ÓRGÃOS DE PROTECÇÃO Os órgãos de protecção a utilizar nas ITED são o dispositivo de corte e o dispositivo de descarga. Para o caso do par de cobre o dispositivo de corte/fusível tem como objectivo o corte da ligação quando existam sobre-intensidades de corrente, provocadas por contacto directo entre linhas de transporte de energia eléctrica e linhas de telecomunicações, especialmente em condutores nus. A corrente nominal de corte é de 250 ma. Ainda no caso do par de cobre o dispositivo de descarga/descarregador de sobretensão é um dispositivo tripolar, que tem como objectivo escoar para a terra as sobretensões provocadas por descargas atmosféricas, por contacto directo com linhas de transporte de energia ou por indução electromagnética. A tensão nominal de escoamento estipulada é de 230V +/-15%, embora se recomende o valor de 150V. MANUAL ITED - 1ª edição 19

7 3.9 CAIXAS E CONDUTAS CAIXAS Os tipos de caixas a utilizar na rede colectiva de tubagens (caixas do tipo C) e respectivas dimensões interiores (em mm), são indicadas na tabela seguinte (especificações técnicas e 013): TIPO LARGURA ALTURA PROFUNDIDADE Capacidade nominal de ligação do terminal de terra (mm2) C C ,5 C ,5 C C C C C Tabela 5 - Caixas para utilização na rede colectiva As caixas da rede colectiva de tubagens deverão ter uma porta, em material que dificulte a sua violação, com um dispositivo de fecho com chave. Deverão ser identificadas pela indicação "Telecomunicações", marcada de forma indelével na face exterior da porta, como ilustra a figura 23 do anexo 5. O índice de protecção é o IP426, de acordo com NP EN e o fundo interior deve permitir a fixação de estrutura de suporte às unidades modulares (DDS e DDE). As caixas de distribuição para a colocação das unidades modulares, devem ter um terminal para a ligação dos condutores de terra de protecção, cravado ou soldado à chapa e devidamente sinalizado. Nos casos em que uma caixa do tipo C seja utilizada para o ATE, o terminal de terra deve ser um barramento de terra, cravado ou soldado. Os tipos de caixas a utilizar na rede individual de tubagens (caixas do tipo I) e respectivas dimensões mínimas internas, são indicados na tabela seguinte (dimensões em mm): TIPO LARGURA ALTURA PROFUNDIDADE I1 Especificação técnica I I IE Tabela 6 - Caixas para utilização na rede individual MANUAL ITED - 1ª edição 20

8 A caixa I1 é normalmente utilizada como caixa de aparelhagem. As caixas I2 e I3 (figs. 20 e 21 do Anexo 5) devem possuir tampa. A caixa IE (Anexo 5 figura 22) é uma caixa semelhante à do tipo C1, possuindo no entanto uma porta com ranhuras para ventilação por convecção. A caixa deve conter uma tomada de energia, com circuito autónomo com protecção de corte de corrente de (2 A), para alimentação de eventual amplificador de cliente. As caixas da rede individual de tubagens, deverão ter um índice de protecção IP315, de acordo com a NP EN Esta designação do índice de protecção deve estar marcado na face exterior da tampa. A evolução das redes de telecomunicações dentro dos edifícios, leva a que possam ter de se considerar outros tipos de caixas, para além daquelas que são normalmente utilizadas, como por exemplo caixa dupla com acessos individualizados na coluna montante TUBOS Nas entradas aéreas utilizam-se tubos de plástico, de acordo com a norma NP1071/3. A entrada subterrânea deve ser em tubo rígido, ou corrugado com interior liso, podendo o material a empregar ser o ferro galvanizado, fibrocimento ou plástico rígido (PVC ou PE). Os tubos a utilizar nas redes individuais e colectivas de tubagens, devem ter a parede interior lisa e obedecer às normas NP-1071/2 e NP-1071/3 (ISOGRIS e VD) CALHAS No caso de utilização de calhas, considera-se que um compartimento de calha equivale a um tubo. As calhas a utilizar devem obedecer à norma europeia EN As características mínimas serão: - Tampa desmontável só com utensílio; - IP40 de acordo com NP EN 60529; - IK 08 de acordo com EN 50102; - Não propagador da chama. Em casos específicos tal como referido no ponto 4.6.3, devem utilizar-se sempre calhas ANTENAS As antenas e os sistemas directamente associados (recepção, conversão, multiplexagem, amplificação e outros) são parte integrante dos sistemas de cablagem para a distribuição dos sinais sonoros e televisivos dos tipos A e B. Na instalação de qualquer tipo de antena, deve ter-se em conta o contemplado nas normas europeias harmonizadas, nomeadamente a EN , o disposto no decreto de lei 151-A/2000 de 20 Julho, bem como o disposto no ponto 5.6 do presente Manual. MANUAL ITED - 1ª edição 21

Definir e caracterizar os cabos, as tubagens, equipamentos e os materiais a utilizar, bem como o seu dimensionamento;

Definir e caracterizar os cabos, as tubagens, equipamentos e os materiais a utilizar, bem como o seu dimensionamento; 4 PROJECTO 4.1 OBJECTIVO O presente capítulo destina-se a estabelecer algumas regras de elaboração dos projectos ITED. Estas regras devem ser consideradas como mínimas, sem prejuízo da utilização de soluções

Leia mais

2 CARACTERIZACÃO DAS ITED

2 CARACTERIZACÃO DAS ITED 2 CARACTERIZACÃO DAS ITED As infra-estruturas de telecomunicações em edifícios (ITED) compõem-se de espaços, redes de tubagens, redes de cablagens e restante equipamento e material tais como conectores,

Leia mais

ÍNDICE GERAL. MANUAL ITED 1ª edição Julho

ÍNDICE GERAL. MANUAL ITED 1ª edição Julho MANUAL ITED (Prescrições e Especificações Técnicas) ANACOM, 1ª edição Julho de 2004 ÍNDICE GERAL ÍNDICE DE TABELAS, FIGURAS E FÓRMULAS... 4 INTRODUÇÃO... 5 PRESCRIÇÕES E ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS... 6 1

Leia mais

PRESCRIÇÕES E INSTRUÇÕES TÉCNICAS

PRESCRIÇÕES E INSTRUÇÕES TÉCNICAS PRESCRIÇÕES E INSTRUÇÕES TÉCNICAS 1 CONSIDERAÇÕES PRÉVIAS 1.1 CONTEXTO NORMATIVO Na elaboração do presente Manual ITED foram consideradas as Normas Internacionais aplicáveis, designadamente: EN 50083 -

Leia mais

ITED exemplo genérico. CIE (BT) - 5º Ano Energia

ITED exemplo genérico. CIE (BT) - 5º Ano Energia ITED exemplo genérico Infra-estrutura Telefónica - Rede de Distribuição Pública (RD) - Rede Intermédia (RInt) - Instalação da Rede de Cliente (IRC) Rede de Distribuição Pública (RD) DEFINIÇÃO: Conjunto

Leia mais

Esquemas de ligação à Terra em baixa tensão

Esquemas de ligação à Terra em baixa tensão Esquemas de ligação à Terra em baixa tensão A escolha correcta dos elementos de protecção de uma instalação eléctrica, minimiza ou elimina por completo o risco de incêndio, explosão ou choques eléctricos

Leia mais

MANUAL ITED - 1ª edição revista Dezembro

MANUAL ITED - 1ª edição revista Dezembro MANUAL ITED INFRA-ESTRUTURAS DE TELECOMUNICAÇÕES EM EDIFÍCIOS Prescrições Técnicas de Instalação Especificações Técnicas de Equipamentos e Materiais (Prescrições e Especificações Técnicas) Projecto 2ª

Leia mais

ÍNDICE GERAL. MANUAL ITED 1ª edição Julho

ÍNDICE GERAL. MANUAL ITED 1ª edição Julho MANUAL ITED (Prescrições e Especificações Técnicas) ANACOM, 1ª edição Julho de 2004 ÍNDICE GERAL ÍNDICE DE TABELAS, FIGURAS E FÓRMULAS... 4 INTRODUÇÃO... 5 PRESCRIÇÕES E ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS... 6 1

Leia mais

2 CARACTERIZACÃO DAS ITED

2 CARACTERIZACÃO DAS ITED 2 CARACTERIZACÃO DAS ITED As infra-estruturas de telecomunicações de edifício (ITED) compõem-se de espaços, redes de tubagens, redes de cablagens e restante equipamento e material tais como conectores,

Leia mais

Calhasxxxxxx. emxxxxxcor U23X cinzento RAL 7035. Cumprir o RTIEBT. Catálogo Geral 2015-2016. Indicado para intempérie

Calhasxxxxxx. emxxxxxcor U23X cinzento RAL 7035. Cumprir o RTIEBT. Catálogo Geral 2015-2016. Indicado para intempérie 73 Calhasxxxxxx UV Indicado para intempérie emxxxxxcor U23X cinzento RAL 7035 Cumprir o RTIEBT Catálogo Geral 2015-2016 47 CALHAS 73 EM U23X COR CINZENTO RAL 7035 Calhas 73 em U23X cor cinzento RAL 7035

Leia mais

Instalações Elétricas de BT I. Odailson Cavalcante de Oliveira

Instalações Elétricas de BT I. Odailson Cavalcante de Oliveira Instalações Elétricas de BT I Odailson Cavalcante de Oliveira Componentes das instalações Componente: podem ser materiais, acessórios, dispositivos, instrumentos, equipamentos, máquinas, conjuntos, partes

Leia mais

CABOS ELÉCTRICOS TABELA DE PREÇOS 27 ABRIL 2009 COMÉRCIO E INDÚSTRIAS ELECTRICAS, SA

CABOS ELÉCTRICOS TABELA DE PREÇOS 27 ABRIL 2009 COMÉRCIO E INDÚSTRIAS ELECTRICAS, SA CABOS ELÉCTRICOS TABELA DE PREÇOS 27 ABRIL 2009 Cruz da Pedra, Lt 12/13 - Frielas EC. APT. N.º 94-2670 - 901 LOURES Telefone ( 351 ) 21 98 98 500 Fax ( 351 ) 21 98 98 598 E-mail [email protected] ÍNDICE COMÉRCIO

Leia mais

PROTECÇÕES E LIGAÇÕES DE TERRA

PROTECÇÕES E LIGAÇÕES DE TERRA 15 PROTECÇÕES E LIGAÇÕES DE TERRA 189 15. PROTECÇÕES E LIGAÇÕES DE TERRA 15.1 INTRODUÇÃO O presente capítulo tem por objectivo apresentar uma solução para o sistema de terras das infra-estruturas de telecomunicações

Leia mais

Protecção das instalações eléctricas. http://www.prof2000.pt/users/lpa

Protecção das instalações eléctricas. http://www.prof2000.pt/users/lpa Protecção das instalações eléctricas http://www.prof2000.pt/users/lpa Aparelhos de protecção Os aparelhos de protecção têm como função proteger todos os elementos que constituem uma instalação eléctrica

Leia mais

ANEXO 5 EXEMPLOS DE MATERIAIS E FERRAMENTAS ESPECÍFICAS

ANEXO 5 EXEMPLOS DE MATERIAIS E FERRAMENTAS ESPECÍFICAS ANEXO 5 EXEMPLOS DE MATERIAIS E FERRAMENTAS ESPECÍFICAS MANUAL ITED 1ª edição Julho 2004 ANEXO 5 1 Figura 1 Descarnador para cabos (RG59, RG6, RG7 e RG11) Figura 2 Alicate de cravar fichas F (RG59, RG6,

Leia mais

Calhasxxxxxx. em alumínio. Catálogo Geral 2015-2016

Calhasxxxxxx. em alumínio. Catálogo Geral 2015-2016 93 Calhasxxxxxx em alumínio Catálogo Geral 2015-2016 113 CALHAS 93 EM ALUMÍNIO Calhas 93 em alumínio Para instalar mecanismos em ambientes onde se requer acabamentos em alumínio Liberdade de eleição de

Leia mais

OBJETIVO: APLICAÇÃO:

OBJETIVO: APLICAÇÃO: OBJETIVO: Este manual tem por objetivo sugerir os procedimentos, do ponto de vista técnico, para execução da infra-estrutura interna das unidades usuárias dos serviços em fibra óptica da Copel Telecomunicações.

Leia mais

Redes de Computadores e Aplicações. Aula 51 - Cabeamento Estruturado

Redes de Computadores e Aplicações. Aula 51 - Cabeamento Estruturado Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte Campus Currais Novos Redes de Computadores e Aplicações Aula 51 - Cabeamento Estruturado Prof. Diego Pereira

Leia mais

Tabela de preços Nº 203 Janeiro 2012. Esta tabela anula as anteriores. Investigação como norma. Fabricante especialista desde 1964

Tabela de preços Nº 203 Janeiro 2012. Esta tabela anula as anteriores. Investigação como norma. Fabricante especialista desde 1964 Investigação como norma Fabricante especialista desde 1964 Tabela de preços Nº 203 Janeiro 2012 Unex aparellaje eléctrico, S.L., segundo a norma UNE-EN ISO 14001: 2004 para o desenho e comercialização

Leia mais

ANEXO 2 - GLOSSÁRIO. CAIXA DE DERIVAÇÃO - Caixa que permite a distribuição dos cabos, fazendo parte da coluna montante.

ANEXO 2 - GLOSSÁRIO. CAIXA DE DERIVAÇÃO - Caixa que permite a distribuição dos cabos, fazendo parte da coluna montante. ANEXO 2 - GLOSSÁRIO AMPLIFICADOR - Dispositivo destinado a elevar o nível do sinal recebido na sua entrada. ANTENA Elemento de recepção/emissão de telecomunicações. ARMÁRIO DE TELECOMUNICAÇÕES DE EDIFÍCIO

Leia mais

Calhasxxxxxx. cor alumínio U23X. Catálogo Geral 2015-2016

Calhasxxxxxx. cor alumínio U23X. Catálogo Geral 2015-2016 em Calhasxxxxxx 93 cor alumínio Catálogo Geral 2015-2016 97 CALHAS 93 EM COR ALUMÍNIO Calhas 93 em cor alumínio Pensada para o desenho arquitetónico e de interiores mais exigentes Recomendadas Redes individuais

Leia mais

Dados técnicos. Polaridade de saída Intervalo seguro de comutação s a 0... 1,62 mm Factor de redução r Cu 0,2

Dados técnicos. Polaridade de saída Intervalo seguro de comutação s a 0... 1,62 mm Factor de redução r Cu 0,2 0102 Designação para encomenda Características 2 mm nivelado Pode ser aplicado até SIL 2 conforme IEC 61508 Dados técnicos Dados gerais Função do elemento de comutação Contacto de ruptura NAMUR Intervalo

Leia mais

S i s t e m a N o r m a t i vo Corporativo

S i s t e m a N o r m a t i vo Corporativo S i s t e m a N o r m a t i vo Corporativo PADRÃO TÉCNICO VERSÃO Nº DELIBERAÇÃO Nº APROVAÇÃO DATA DATA DE PUBLICAÇÃO 01-22/07/2014 05/08/2014 APROVADO POR RODNEY PEREIRA MENDERICO JÚNIOR DTES-BD SUMÁRIO

Leia mais

TRANSFORMADORES DE MEDIDA

TRANSFORMADORES DE MEDIDA TRANSFORMADORES DE MEDIDA Transformadores de corrente de baixa tensão Características e ensaios Elaboração: DTI Homologação: conforme despacho do CA de 2013-12-26 Edição: 3ª. Anula e substitui a edição

Leia mais

REGRAS GENÉRICAS DE PROJECTO

REGRAS GENÉRICAS DE PROJECTO 4 REGRAS GENÉRICAS DE PROJECTO 103 4. REGRAS GENÉRICAS DE PROJECTO Este ponto estabelece as regras de projecto aplicáveis a todos os edifícios, de uma forma geral. As regras de cada tipo de edifício estão

Leia mais

PRESCRIÇÕES E ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

PRESCRIÇÕES E ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS PRESCRIÇÕES E ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS 1 CONSIDERAÇÕES PRÉVIAS 1.1 CONTEXTO NORMATIVO Na elaboração do presente Manual ITED foram consideradas as Normas Europeias aplicáveis, nomeadamente: EN 50083 - Sistemas

Leia mais

APARELHOS DE ILUMINAÇÃO ELÉTRICA E ACESSÓRIOS

APARELHOS DE ILUMINAÇÃO ELÉTRICA E ACESSÓRIOS APARELHOS DE ILUMINAÇÃO ELÉTRICA E ACESSÓRIOS Reguladores de fluxo luminoso Especificação funcional Elaboração: DTI Homologação: conforme despacho de novembro de 2011 Edição: 1ª Emissão: EDP Distribuição

Leia mais

INSTALAÇÕES AT E MT. SUBESTAÇÕES DE DISTRIBUIÇÃO

INSTALAÇÕES AT E MT. SUBESTAÇÕES DE DISTRIBUIÇÃO INSTALAÇÕES AT E MT. SUBESTAÇÕES DE DISTRIBUIÇÃO Sistemas de protecção contra sobretensões BT Características Elaboração: GTRPT Homologação: conforme despacho do CA de 2007-02-13 Edição: 1ª Emissão: EDP

Leia mais

REGRAS GENÉRICAS DE INSTALAÇÃO

REGRAS GENÉRICAS DE INSTALAÇÃO 7 REGRAS GENÉRICAS DE INSTALAÇÃO 143 7. REGRAS GENÉRICAS DE INSTALAÇÃO As presentes regras aplicam-se a todos os tipos de edifícios, independentemente da sua caracterização ou tipologia. Os edifícios seguem

Leia mais

Escrito por LdeR Domingo, 28 Março :49 - Actualizado em Segunda, 24 Outubro :42

Escrito por LdeR Domingo, 28 Março :49 - Actualizado em Segunda, 24 Outubro :42 O objectivo deste artigo é efectuar um resumo das principais alterações ao Manual ITED (Prescrições e Especificações Técnicas das Infra-estruturas de Telecomunicações em Edifícios). Manual ITED - 2ª Edição

Leia mais

Canaletas PVC DLP & Acessórios

Canaletas PVC DLP & Acessórios Centro de Suporte Técnico T 0800-11 11-8008 [email protected] Canaletas PVC DLP & Acessórios CONTEÚDOS PÁGINAS 1.Linha 1 a 2 2.Acessórios de acabamento 3 a 5 3.Acessórios complementares 6

Leia mais

Curso de Formação de. Curso de Formação de. Actualização de Instalador ITED 2 (75h)

Curso de Formação de. Curso de Formação de. Actualização de Instalador ITED 2 (75h) Curso de Formação de O curso tem como objectivos específicos, dotar os participantes de conhecimentos que lhes permitam: Obter a RENOVAÇÃO da CERTIFICAÇÃO reconhecida pela ANACOM como técnico instalador

Leia mais

Barramentos e Blocos de Distribuição

Barramentos e Blocos de Distribuição Barramentos e Blocos de Distribuição www.siemens.com.br/barramentoseblocos Barramentos 5ST3 7 O sistema de barramento 5ST3 7 com ligação tipo pino pode ser usado com os disjuntores DIN 5SX, 5SY, 5SL6 e

Leia mais

Cruz da Pedra, Lt 12/13 - Frielas EC. APT. N.º 94-2670 - 901 LOURES Telefone ( 351 ) 21 98 98 500 Fax ( 351 ) 21 98 98 598

Cruz da Pedra, Lt 12/13 - Frielas EC. APT. N.º 94-2670 - 901 LOURES Telefone ( 351 ) 21 98 98 500 Fax ( 351 ) 21 98 98 598 Cruz da Pedra, Lt 12/13 - Frielas EC. APT. N.º 94-2670 - 901 LOURES Telefone ( 351 ) 21 98 98 500 Fax ( 351 ) 21 98 98 598 E-mail [email protected] Tabela de 3 de Janeiro de 2011 1 de 16 INDICE TABELA COBRE

Leia mais

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DOCUMENTAÇÃO LEGAL, REGULAMENTAR E NORMATIVA APLICÁVEL Manual ITED (1ª, 2ª e 3ª Edição) Prescrições e Especificações Técnicas das Infra-estruturas de Telecomunicações em Edifícios. DL 123/2009, de 21 Maio,

Leia mais

APARELHOS DE ILUMINAÇÃO ELÉTRICA E ACESSÓRIOS

APARELHOS DE ILUMINAÇÃO ELÉTRICA E ACESSÓRIOS APARELHOS DE ILUMINAÇÃO ELÉTRICA E ACESSÓRIOS Ignitores para lâmpadas de descarga Características e ensaios Elaboração: DTI Homologação: conforme despacho do Ca de 2012-10-10 Edição: 3ª. Anula e substitui

Leia mais

Paulo Mourato Mendes Direcção de Tecnologias e Equipamentos

Paulo Mourato Mendes Direcção de Tecnologias e Equipamentos Paulo Mourato Mendes Direcção de Tecnologias e Equipamentos PONTOS DE ANÁLISE Evolução das telecomunicações em edifícios Manual ITED e Procedimentos associados As instalações eléctricas em edifícios ITED:

Leia mais

Dispositivos comuns para insuflação de ar

Dispositivos comuns para insuflação de ar www.decflex.com Dispositivos comuns para insuflação de ar Condutas têxteis Prihoda Princípios básicos das condutas têxteis Permitem a distribuição de ar de equipamentos de ar condicionado, unidades de

Leia mais

ANEXO 6 FICHAS TÉCNICAS

ANEXO 6 FICHAS TÉCNICAS ANEXO 6 FICHAS TÉCNICAS MANUAL ITED 1ª edição - ANEXO 6 1 ITED INFRA-ESTRUTURAS DE TELECOMUNICAÇÕES EM EDIFÍCIOS FICHA TÉCNICA PROJECTO N.º: DATA: CONCELHO: FREGUESIA: LOCALIZAÇÃO DA OBRA MORADA: LOCALIDADE

Leia mais

Mini-Colunas 50 Catálogo Geral 2015-2016 155

Mini-Colunas 50 Catálogo Geral 2015-2016 155 Mini-Colunas 50 Catálogo Geral 2015-2016 155 MINI-COLUNAS 50 Mini-Colunas 50 Para a alimentação de postos de trabalho desde o chão, em salas amplas Sistema flexível para a alimentação de postos de trabalho

Leia mais

DISTRIBUIDOR INTERNO ÓPTICO A280 (DIO)

DISTRIBUIDOR INTERNO ÓPTICO A280 (DIO) DISTRIBUIDR INTERN ÓPTIC A280 (DI) Aplicações Sistemas de Cabeamento Estruturado para tráfego de voz, dados e imagens, segundo requisitos da norma ANSI/TIA/EIA-568A, uso interno e instalação em racks,

Leia mais

CEIRF Coordenação Executiva de Infraestrutura da Rede Física

CEIRF Coordenação Executiva de Infraestrutura da Rede Física MEMORIAL DESCRITIVO PARA INSTALAÇÃO DA REDE ELÉTRICA E LÓGICA - 2016 1. OBJETO Serviços de instalação de rede elétrica e lógica para os postos policiais do São João 2016. 2. DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS Os parâmetros

Leia mais

INSTALAÇÃO DE PONTOS ELÉTRICOS

INSTALAÇÃO DE PONTOS ELÉTRICOS SINAPI SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL CADERNOS TÉCNICOS DE COMPOSIÇÕES PARA INSTALAÇÃO DE PONTOS ELÉTRICOS LOTE 2 Versão: 001 Vigência: 01/2016 Última atualização:

Leia mais

Procedimento de Avaliação das ITED 2.ª edição

Procedimento de Avaliação das ITED 2.ª edição Procedimento de Avaliação das ITED 2.ª edição Objectivo Nos termos do artigo 105.º, do Decreto-Lei n.º 123/2009, de 21 de Maio (com a redacção dada pelo Decreto-Lei n.º 258/2009, de 25 de Setembro), compete,

Leia mais

Redes de Comunicações. Redes de Comunicações

Redes de Comunicações. Redes de Comunicações Capítulo 2 2 - Meios de transmissão 1 Meios de transmissão Asseguram a transmissão física entre o emissor e o receptor Meios guiados e não guiados (sem fios) Guiados: par entrançado, cabo coaxial, fibra

Leia mais

Padrão de entrada para baixa tensão 380/220v

Padrão de entrada para baixa tensão 380/220v Padrão de entrada para baixa tensão 380/220v DESENHO 1: padrão ligação monofásica - instalação na parede com ramal de entrada aéreo, edificação do mesmo lado da rede e na divisa com o passeio público.

Leia mais

Curso de Certificação de Projetista de Térmica- REH

Curso de Certificação de Projetista de Térmica- REH Nome: TODAS AS RESPOSTAS DEVERÃO SER JUSTIFICADAS Grupo 1 (7,5 valores) Considere as peças desenhadas anexas correspondentes ao projeto de uma moradia a construir no concelho de Alcochete, a uma altitude

Leia mais

QUADROS DE OBRA ( QO )

QUADROS DE OBRA ( QO ) INDÚSTRIA DE QUADROS ELÉCTRICOS QUADROS DE OBRA ( QO ) 1 CAMPO DE APLICAÇÃO Para instalações destinadas à construção de novos edifícios, trabalhos de reparação, modificação, ampliações ou demolições de

Leia mais

Soluções eléctricas para a residência. Novo quadro eléctrico Mini Pragma

Soluções eléctricas para a residência. Novo quadro eléctrico Mini Pragma Soluções eléctricas para a residência Novo quadro eléctrico Mini Pragma Escolha uma instalação eléctrica atraente que possa ser parte importante na decoração da sua casa Mini Pragma, um quadro eléctrico

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA CLIENTE: UNIFACS UNIVERSIDADE SALVADOR DISCIPLINA DE EXPRESSÃO GRÁFICA E PROJETOS ELÉTRICOS

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA CLIENTE: UNIFACS UNIVERSIDADE SALVADOR DISCIPLINA DE EXPRESSÃO GRÁFICA E PROJETOS ELÉTRICOS ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA CLIENTE: PROGRAMA: ÁREA: UNIFACS UNIVERSIDADE SALVADOR DISCIPLINA DE EXPRESSÃO GRÁFICA E PROJETOS ELÉTRICOS CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETROTÉCNCIA FOLHA 1 de 5 ÍNDICE DE REVISÕES

Leia mais

Curso de Formação. Habilitante de Instalador ITUR. Curso de Formação

Curso de Formação. Habilitante de Instalador ITUR. Curso de Formação Curso de Formação O curso tem como objectivos específicos, dotar os participantes de conhecimentos que lhes permitam: Obter a CERTIFICAÇÃO reconhecida pela ANACOM como técnico de instalação e conservação

Leia mais

INSTRUÇÕES GERAIS ATI_RACK+CATI

INSTRUÇÕES GERAIS ATI_RACK+CATI INSTRUÇÕES GERAIS ATI_RACK+CATI MANUAL ITED 2ª EDIÇÃO Para mais informações ou sugestões, contacte o seu distribuidor. Edição 1 Pag 1/8 Mod.100/2 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO...3 2. DOCUMENTOS NORMATIVOS APLICADOS...3

Leia mais

projecto de postos de transformação

projecto de postos de transformação RTIGO TÉCNICO 127 Henrique Ribeiro da Silva Dep. de Engenharia Electrotécnica (DEE) do Instituto Superior de Engenharia do Porto (ISEP) projecto de postos de transformação {1.ª Parte Postos éreos} Os postos

Leia mais

Projectista ITED 80 horas

Projectista ITED 80 horas Projectista ITED 80 horas Cablagem Fibra óptica Aspectos práticos, ITED 3 e GPON Formação de Actualização UFCD ITED A (80 horas) Ricardo Oliveira Tipos de conectores Diferença espectral entre o Led e o

Leia mais

CONECTORES PARA CABOS FLEXÍVEIS RAMAIS DE LIGAÇÃO E MEDIDORES

CONECTORES PARA CABOS FLEXÍVEIS RAMAIS DE LIGAÇÃO E MEDIDORES T Í T U L O ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DA DISTRIBUIÇÃO CONECTORES PARA CABOS FLEXÍVEIS RAMAIS DE LIGAÇÃO E MEDIDORES CÓDIGO ESP-I-GPC-01/13 VERSÃO APROVAÇÃO DATA DATA DA VIGÊNCIA R0 20/05/2013 CONTROLE DE REVISÃO

Leia mais

Principais alterações das regras técnicas ITUR. Duarte Alves Direção de Fiscalização

Principais alterações das regras técnicas ITUR. Duarte Alves Direção de Fiscalização Principais alterações das regras técnicas ITUR Duarte Alves Direção de Fiscalização Fevereiro de 2015 PROGRAMA ÍNDICE PONTOS FRONTEIRA CARRISTICAS DA TUBAGEM ATU PROJECTO ENSAIOS LIGAÇÕES À TERRA ASPECTOS

Leia mais

Memorial de Projeto: Instalações Hidráulicas

Memorial de Projeto: Instalações Hidráulicas Pág. 1 Memorial de Projeto: Instalações Hidráulicas Cliente: Unidade: Assunto: Banco de Brasília - BRB DITEC Reforma das instalações Código do Projeto: 1564-12 Pág. 2 Índice Sumário 1. Memorial Descritivo

Leia mais

Projectos de Instalações em Edifícios

Projectos de Instalações em Edifícios Instituto Politécnico de Coimbra Instituto Superior de Engenharia de Coimbra Projectos de Instalações em Edifícios Ângela Maria Pereira Veiga Relatório de Estágio para obtenção do Grau de Mestre em Instalações

Leia mais

INSTALAÇÕES DE TELECOMUNICAÇÕES

INSTALAÇÕES DE TELECOMUNICAÇÕES INSTALAÇÕES DE TELECOMUNICAÇÕES Armários, bastidores e painéis Fichas técnicas Elaboração: DTI Homologação: conforme despacho de Março 2010 Edição: a indicada na FT Emissão: EDP Distribuição Energia, S.A.

Leia mais

Principais Alterações. Jorge Martins Direção de Fiscalização

Principais Alterações. Jorge Martins Direção de Fiscalização Principais Alterações Jorge Martins Direção de Fiscalização Fevereiro de 2015 Manual ITED 3 - Reformulação dos capítulos e estrutura - Clarificação das regras de projeto - Redução dos custos de implementação

Leia mais

DEOP DIRETORIA DE ENGENHARIA E OPERAÇÕES EPE PLANEJAMENTO E ENGENHARIA MANUAL DE TUBULAÇÕES TELEFÔNICAS PREDIAIS

DEOP DIRETORIA DE ENGENHARIA E OPERAÇÕES EPE PLANEJAMENTO E ENGENHARIA MANUAL DE TUBULAÇÕES TELEFÔNICAS PREDIAIS CAPÍTULO 3: ATERRAMENTOS 1. FINALIDADE O sistema de equipotencialização principal da edificação consiste na interligação de elementos especificados visando obter a equipotencialidade necessária para os

Leia mais

Escola Municipal Caminho para o Futuro. Rua Goiânia 559-S, Lucas do Rio Verde - MT. Elaine Benetti Lovatel

Escola Municipal Caminho para o Futuro. Rua Goiânia 559-S, Lucas do Rio Verde - MT. Elaine Benetti Lovatel DADOS CADASTRAIS CLIENTE PROPRIETÁRIO Pref. Municipal de Lucas do Rio Verde OBRA Escola Municipal Caminho para o Futuro LOCAL DA OBRA Rua Goiânia 559-S, Lucas do Rio Verde - MT SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO MUNICIPAL

Leia mais

Notas explicativas: Proteção contra descargas atmosféricas e sobretensões para iluminação LED Versão 08/2015

Notas explicativas: Proteção contra descargas atmosféricas e sobretensões para iluminação LED Versão 08/2015 Notas explicativas: Proteção contra descargas atmosféricas e sobretensões para iluminação LED Versão 08/2015 Índice Capítulo 1. Proteção contra descargas atmosféricas e sobretensões para iluminação LED...3

Leia mais

FOLHA DE CAPA CONTROLE DE REVISÃO DAS FOLHAS

FOLHA DE CAPA CONTROLE DE REVISÃO DAS FOLHAS FOLHA DE CAPA TÍTULO ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA TUBOS DE COBRE RÍGIDOS E FLEXÍVEIS NÚMERO ORIGINAL NÚMERO COMPAGAS FOLHA CONTROLE DE REVISÃO DAS FOLHAS ET-65-200-CPG-039 1 / 7 ESTA FOLHA DE CONTROLE INDICA

Leia mais

ANEXO 8 ESQUEMAS: DDC, TC, ATI, RG-PC+, RG-FO

ANEXO 8 ESQUEMAS: DDC, TC, ATI, RG-PC+, RG-FO ANEXO ESQUEMAS: DDC, TC, ATI, RG-PC+, RG-FO MANUAL ITED ª edição - Dezembro 00 - ANEXO ESQUEMA DE UM DDC Apresentam-se de seguida os esquemas de constituição de um possível DDC, integrado num ATI. Na figura

Leia mais

PERFIL COLABORANTE. Dimensionamento

PERFIL COLABORANTE. Dimensionamento PERFIL COLABORANTE Dimensionamento O dimensionamento da laje mista, usando o perfil COLABORANTE, pode ser feito através da consulta, por parte do projectista, de tabelas de dimensionamento de uso directo,

Leia mais

Constituição das Máquinas Eléctricas

Constituição das Máquinas Eléctricas MÁQUINAS ELÉCTRICAS I 2003 / 2004 SE FEUP LEEC TLME1-1 Constituição das Máquinas Eléctricas 1. Introdução As máquinas eléctricas são constituídas por: circuitos eléctricos, circuito magnético e orgãos

Leia mais

Suno. a qualidade na ponta dos dedos SUNO / A NOVA GAMA DE APARELHAGEM

Suno. a qualidade na ponta dos dedos SUNO / A NOVA GAMA DE APARELHAGEM Suno a qualidade na ponta dos dedos SUNO / A NOVA GAMA DE APARELHAGEM www.legrand.pt Suno a arte de moldar o quotidiano PENSADA PARA A HARMONIA Sóbria e funcional, a gama Suno com as suas formas suaves

Leia mais

Instruções de montagem

Instruções de montagem 6303 0753 03/004 PT Para os técnicos especializados Instruções de montagem Conjunto de montagem para Cobertura de chapa ondulada Montagem sobre o telhado Leia atentamente antes da montagem Prefácio Acerca

Leia mais

Principais alterações das regras técnicas ITUR

Principais alterações das regras técnicas ITUR Principais alterações das regras técnicas ITUR Funchal Nelson Melim 11 de Março de 2015 ÍNDICE PONTOS FRONTEIRA CARRISTICAS DA TUBAGEM ATU PROJECTO ENSAIOS LIGAÇÕES À TERRA Reformulação dos pontos fronteira

Leia mais

Instruções complementares. Conector de encaixe M12 x 1. para sensores de medição contínua. Document ID: 30377

Instruções complementares. Conector de encaixe M12 x 1. para sensores de medição contínua. Document ID: 30377 Instruções complementares Conector de encaixe M2 x para sensores de medição contínua Document ID: 30377 Índice Índice Para sua segurança. Utilização conforme a finalidade... 3.2 Utilização não permitida...

Leia mais

Série 7E - Medidor de Energia. Características PTB 1

Série 7E - Medidor de Energia. Características PTB 1 Características Medidor de Energia - Monofásico Tipo 7E.13 5(32) - largura de 1 módulo Tipo 7E.16 10(65) - largura de 2 módulos Conforme as normas E 053-21 e pr E50470 Conforme as normas EU MID-directive

Leia mais

III ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS EM VIGOR

III ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS EM VIGOR III ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS EM VIGOR Listagem das Especificações Técnicas em Vigor RITA Especificação Caixas de Rede Colectiva de Tubagens 25.03.40.001 (Ed.2); RITA - Especificação Cabo Tipo V 25.03.40.002

Leia mais

PROPOSTA DE TEXTO-BASE MARMITA DE ALUMÍNIO

PROPOSTA DE TEXTO-BASE MARMITA DE ALUMÍNIO MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO DEPARTAMENTO LOGÍSTICO DIRETORIA DE SUPRIMENTO Seção de Suprimento Classe II 84/04 PROPOSTA DE TEXTO-BASE SUMÁRIO 1. OBJETIVO... 1 2. CARACTERÍSTICAS GERAIS...

Leia mais

2. Critério do limite da queda de tensão (qualquer carga):

2. Critério do limite da queda de tensão (qualquer carga): 4 Dimensionamento de Circuitos de Motores 2. Critério do limite da queda de tensão (qualquer carga): 23 4 Dimensionamento de Circuitos de Motores 24 Exemplo de aplicação 4.4(3.7): 4(3 Calcular a seção

Leia mais

ARMÁRIO DE TELECOMUNICAÇÕES INDIVIDUAL (ATI)

ARMÁRIO DE TELECOMUNICAÇÕES INDIVIDUAL (ATI) ARMÁRIO DE TELECOMUNICAÇÕES INDIVIDUAL (ATI) C Y1 Y A B X1 Z1 X Z REF. X (mm) Y (mm) Z (mm) X1 (mm) Y1 (mm) Z1 (mm) 60048 552 380 113 530 313 92 60060 480 505 113 458 438 92 REF. A (mm) B (mm) C (mm) 60048

Leia mais

M E M O R I A L D E S C R I T I V O

M E M O R I A L D E S C R I T I V O M E M O R A L D E S C R T V O N S T A L A Ç Õ E S E L É T R C A S CONSELHO REGONAL DE ENFERMAGEM DE SERGPE-COREN Endereço : Rua Duque de Caxias nº 389, Bairro São José, cidade de Aracaju/SE. Proprietário

Leia mais

Projectista ITED 80 horas. ITED3a. Formação de Actualização UFCD ITED A (80 horas) Ricardo Oliveira

Projectista ITED 80 horas. ITED3a. Formação de Actualização UFCD ITED A (80 horas) Ricardo Oliveira Projectista ITED 80 horas ITED3a Formação de Actualização UFCD ITED A (80 horas) Ricardo Oliveira ITED3a - Conceitos Adaptação das regras técnicas à nova realidade de reabilitação de edifícios existentes.

Leia mais

2016 Formação CERTIEL

2016 Formação CERTIEL 2016 Formação CERTIEL Formação CERTIEL Em 2016, a CERTIEL continua a aposta na sua oferta formativa, a qual continuará a incidir na atualização e reforço das competências dos técnicos responsáveis pela

Leia mais

CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADE FORMADORA ITED-ITUR

CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADE FORMADORA ITED-ITUR CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADE FORMADORA ITED-ITUR Atenção: Este formulário está sujeito ao pagamento de uma taxa. TIPO DE CANDIDATURA (Selecionar, pelo menos, uma opção) Certificação de Entidade Formadora ITED

Leia mais

Prof. Daniel Oliveira

Prof. Daniel Oliveira A camada física Prof. Daniel Oliveira Base teórica da comunicação de dados As informações podem ser transmitidas por fios, fazendo-se variar alguma propriedade física: voltagem (tensão elétrica) ou corrente

Leia mais

523 - ELECTRÓNICA E AUTOMAÇÃO TÉCNICO/A DE ELETRÓNICA E TELECOMUNICAÇÕES 175H

523 - ELECTRÓNICA E AUTOMAÇÃO TÉCNICO/A DE ELETRÓNICA E TELECOMUNICAÇÕES 175H 523 - ELECTRÓNICA E AUTOMAÇÃO 523077- TÉCNICO/A DE ELETRÓNICA E TELECOMUNICAÇÕES 175H 6085 - Instalações ITED generalidades 25h 6086 - Instalações ITED aplicações execução de instalação em moradia unifamiliar

Leia mais

APRENDIZAGEM INDUSTRIAL. UNIDADE 4 Práticas de Instalação

APRENDIZAGEM INDUSTRIAL. UNIDADE 4 Práticas de Instalação APRENDIZAGEM INDUSTRIAL UNIDADE 4 Práticas de Instalação Instalação de cabos e hardware metálicos Devem ser instalados de forma que se permita uma inspeção visual. Cabos com capa danificada; Cabos com

Leia mais

FONTE DE ALIMENTAÇÃO CHAVEADA LINHA CH

FONTE DE ALIMENTAÇÃO CHAVEADA LINHA CH FONTE DE ALIMENTAÇÃO CHAVEADA LINHA CH Rev.: 2.00-08 Manual do usuário Fonte de Alimentação Chaveada MAN-DE-LINHA-CH Rev.: 2.00-08 Introdução Obrigado por ter escolhido nosso Erro! Fonte de referência

Leia mais

SINAPI SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL CADERNOS TÉCNICOS DE COMPOSIÇÕES PARA COLETORES PREDIAIS LOTE 2

SINAPI SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL CADERNOS TÉCNICOS DE COMPOSIÇÕES PARA COLETORES PREDIAIS LOTE 2 SINAPI SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL CADERNOS TÉCNICOS DE COMPOSIÇÕES PARA COLETORES PREDIAIS LOTE 2 Versão: 002 Vigência: 03/2016 Última atualização: 05/2016 GRUPO

Leia mais

Manual de ITED (Instaladores ITED)

Manual de ITED (Instaladores ITED) Manual de ITED (Instaladores ITED) Setembro / 2010 Paulo Monteiro Fonte de dados: Manual ITED e Normas Formação e Consultadoria Slide. 1 Sua aplicação 1. Edifícios novos 2. Edifícios a reconstruir 3. Todos

Leia mais

Cabeamento Estruturado e Infraestrutura Profº Luiz Cláudio Buzeti. Práticas de Gerenciamento do Cabeamento Instalado

Cabeamento Estruturado e Infraestrutura Profº Luiz Cláudio Buzeti. Práticas de Gerenciamento do Cabeamento Instalado 1 Práticas de Gerenciamento do Cabeamento Instalado Devem ser baseados em normas da indústria Há quatro classes de gerenciamento Essas normas definem: procedimentos e classes de gerenciamento para a manutenção

Leia mais

ATI. 4 X Saídas 6 X Saídas 8 X Saídas. Modular

ATI. 4 X Saídas 6 X Saídas 8 X Saídas. Modular ATI Modular 4 X Saídas 6 X Saídas 8 X Saídas Rua Mario Castelhano Nº 3 - Zona Industrial Queluz de Baixo - Ap. 12 2746-953 Queluz - Portugal Tel. (351) 21 434 46 70 - (351) 91 997 50 67 - (351) 96 273

Leia mais

Aspetos a destacar na formação

Aspetos a destacar na formação Aspetos a destacar na formação Paulo Mourato Mendes Direção de Fiscalização Fevereiro de 2015 Sumário Adequação de materiais Soluções ITED Considerações sobre projeto Considerações sobre instalação Considerações

Leia mais