Gerenciamento de rede. Alessandro C. Bianchini
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- Ana Sofia Carlos Desconhecida
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1 Gerenciamento de rede Alessandro C. Bianchini
2 Apresentação Alessandro Coneglian Bianchini exerce a função de engenheiro na NEC Brasil, atuando na elaboração de projetos e implantação de VoIP, Wireless, Redes e Segurança da informação; formado em engenharia elétrica com ênfase em telecomunicações pela Escola de Engenharia Mauá-SP, pós-graduado em segurança da informação pelo IBTA-SP e também pós-graduado em engenharia de rede e sistema de telecomunicações pelo INATEL-MG; Possui certificações de fabricantes como Cisco,Allied Telesyn, Fortinet e Vmware.
3 Certificações VCP 4 Vmware Certified Professional 4.0 VCP 3 Vmware Certified Professional 3.0 ITIL v3 Foundation CCNP - Cisco Certified Network Professional CCDP - Cisco Certified Design Professional CCVP - Cisco Certified Voice Professional CCSP - Cisco Certified Security Professional CCNA - Cisco Certified Network Associate CCDA - Cisco Certified Design Associate CAWDS Cisco Advanced Wireless Design Specialist CAWFS Cisco Advanced Wireless Field Specialist CISS - Cisco Information Security Specialist CIOSSS - Cisco IOS Security Specialist CFWS - Cisco Firewall Specialist CIPSS - Cisco IPS Specialist FCNSA- Fortinet Certified Network Security Administrator CAIR Certified Allied installation Router CAIS Certified Allied installation switch CASE Certified Allied system engineer 4011 Recognition - CNSS (Committee on National Security Systems) 4013 Recognition CNSS (Committee on National Security Systems)
4 Agenda Gerenciamento de rede Evolução da gerência de rede Tipos de gerência de rede Etapas de gerência de rede Elementos de gerência de rede FCAPS TMN Outros modelos de gerência de rede
5 Agenda - Continuação Protocolo SNMP MIB OID Protocolo SNMP Comandos SNMP Principais fabricantes Demonstração
6 Por que devemos gerenciar?
7 Gerenciamento de rede
8 Para complicar um pouco mais...
9 Gerenciamento de Rede Gerência de redes ou gerenciamento de redes é o controle de qualquer objeto passível de ser monitorado numa estrutura de recursos de rede físicos ou lógicos distribuídos em diversos ambientes geograficamente próximos ou não. O gerenciamento de uma rede de computadores torna-se uma atividade essencial para garantir o seu funcionamento contínuo assim como para assegurar um elevado grau de qualidade dos serviços oferecidos. Diversos modelos foram criados para possibilitar o gerenciamento de redes, dados e telecomunicações dos quais se destacam o FCAPS (Fault, Configuration, Accounting, Performance and Security) por servir de base para os demais modelos, assim como o SNMP e o modelo TMN por serem os modelos mais utilizados na prática.
10 Evolução da gerência de rede
11 Evolução da Gerência de Redes 1970: Os computadores eram centralizados, com terminais conectados a mainframes em baixa velocidade de transmissão. O gerenciamento era inexistente, ou quando muito fornecido pelos fabricantes de mainframe. 1980: Com o surgimento das redes locais de computadores aumentou-se a velocidade das conexões. Surgiram os primeiro sistemas de gerenciamento voltados para redes distribuídas. 1990: Com o advento da Internet o gerenciamento passa a ser feito através de Navegador Web, acompanhando o avanço da tecnologia de interconexão de redes como ATM e Frame Relay das redes de longa distância. Atualmente: O aumento do grau de complexidade das redes e do seu tamanho exige o emprego de sistema de gerenciamento que proporcionem qualidade de serviço, próatividade, integração com processo de serviços e negócios.
12 Tipos de Gerência de Redes Gerência Centralizada: Um único gerente controla o processo. Os problemas com os modelos centralizados de gerenciamentos de redes tornam-se mais críticos na proporção em que a rede cresce. Gerência Descentralizada: Na gerência descentralizada as atividades são distribuídas pois há vários nós responsáveis pelo gerenciamento. Permite que o trabalho seja feito de forma hierárquica, ou seja, cada nó é responsável por determinado tipo de atividade gerencial. Gerência Reativa: Neste modelo os administradores de rede eram alertados de problemas ocorridos na infraestrutura e passavam a atuar em sua solução. Gerência Pró-Ativa: O aumento exponencial das redes de computadores tem exigido uma gerência mais eficaz das mesmas, no sentido de tentar evitar a interrupção de seus serviços.
13 Etapas da Gerência da Rede
14 Etapas da Gerência da Rede Usualmente a gerência de redes é dividida em três etapas: Coleta de dados: É um processo, em geral automático, que consiste de monitoração sobre os recursos gerenciados e que também são armazenados em arquivos de logs. Diagnóstico: Esta etapa consiste no tratamento e análise realizados a partir dos dados coletados. Também é feito a detecção da causa do problema no recurso gerenciado. O computador de gerenciamento executa uma série de procedimentos manuais ou automáticos (por intermédio de um operador ou não) com o intuito de determinar a causa do problema representado no recurso gerenciado. Ação: Uma vez diagnosticado o problema cabe uma ação ou controle, sobre o recurso.
15 Elementos de um Sistema de Gerência de Redes
16 Elementos de um Sistema de Gerência de Redes Um sistema de gerência de redes genérico é constituído por quatro elementos básicos conforme descrito a seguir. Gerente: Um computador conectado a rede que executa o software de protocolo de gerenciamento que solicita informações dos agentes. O sistema de gerenciamento também é chamado de console de gerenciamento. Agente: Um processo (software) que roda em um recurso, elemento ou sistema gerenciado, que exporta uma base de dados de gerenciamento (MIB) para os que o gerente possa ter acesso aos mesmos. MIB: Management Information Base Base de dados de gerenciamento é uma tabela onde são armazenados os dados de gerenciamento coletados que serão enviados ao gerente. Protocolo de gerenciamento: Fornece os mecanismos de comunicação entre o gerente e o agente.
17 Modelo FCAPS Com o desenvolvimento do modelo OSI pela ISO, foram definidos os conceitos de áreas funcionais, modelos de informação para representar recursos de rede e protocolos para transferência de informações sobre gerências de rede. A partir do conceito de áreas funcionais foi criado o modelo FCAPS, formado a partir das iniciais de cada área de gerenciamento (em inglês). Este modelo serve de base para todos os demais por definir as áreas funcionais da gerência de redes, que são:
18 FCAPS
19 Áreas funcionais da gerência de redes - FACAPS Gerência de falhas: Gerência responsável pela detecção, isolamento, notificação e correção de falhas na rede. Gerência de configuração: Gerência responsável pelo registro e manutenção dos parâmetros de configuração dos serviços da rede. Tais como informações sobre versões de hardware e de software. Gerência de contabilidade: Gerência responsável pelo registro do uso da rede por parte de seus usuários com objetivo de cobrança ou regulamentação de uso. Gerência de desempenho: Gerência responsável pela medição e disponibilização das informações sobre aspectos de desempenho dos serviços de rede. Estes dados são usados para garantir que a rede opere em conformidade com a qualidade de serviço acordados com seus usuários. Também são usados para análise de tendência. Gerência de segurança: Gerência responsável por restringir o acesso à rede e impedir o uso incorreto por parte de seus usuários, de forma intencional ou não.
20 TMN (Telecommunications Management Network) É um modelo de gerenciamento de redes de telecomunicações padronizado pela ITU-T, que tem a finalidade de fornecer um conjunto de funções que permitem realizar a gerência e a administração de uma rede de telecomunicações, que compreende: planejamento, provisionamento, instalação, manutenção, operação e administração. O objetivo do modelo TMN é fornecer uma arquitetura organizada que permita interligar diversos tipos de sistema de operação de gerência de equipamentos e telecomunicação pelo uso de interfaces, protocolos e mensagens padronizadas. Com isso é possível interligar elementos e sistemas heterogêneos de diversos fabricantes, fazendo com que todos os elementos, tais como redes locais, redes de longa distância, redes metropolitanas, PABX,dispositivos de telefonia móvel, sendo todos gerenciados de forma integrada. O modelo TMN é empregado principalmente por operadores de serviços de telecomunicações.
21 Outros Modelos de Gerência de Redes OAM&P: Operation, Administration, Maintenance and Provisioning é um modelo de gerência para operações de rotina em um ambiente de rede que detecta, diagnostica e corrige falhas, mantendo o funcionamento do sistema. A administração envolve o planejamento da rede em longo prazo, dados estatísticos, estratégia e tendências. A manutenção envolve: atualizações, correções, backup, equipamentos, tarefas que provocam a paralisação da rede por um certo período, necessitando de um planejamento para não gerar um impacto maior. O provisionamento referese a remoção ou criação de estabelecimento de serviços e envolve instalações de equipamentos. TOM: Telecom Operations Map É um modelo de gerência de redes criado pelo Telemanagement Fórum, para substituir o modelo Telecommunication Network Management (TMN). O TOM define modelos de processos para criação de novos sistemas e softwares integrando padrões comerciais para criação de serviços. Sua estrutura é dividida em processos: operacionais, estratégicos, infra-estrutura, produto e gestão empresarial.
22 Outros Modelos de Gerência de Redes CMIP/CMIS: Common Management Information Protocol / Common Management Information Service. É um modelo de gerência de redes usado pelos principais operadores de telecomunicação, criando um mapa de projeto do sistema de gerência da rede. CMIP/CMIS é um modelo originário da arquitetura OSI. O CMIS define o gerenciamento dos serviços e o CMIP define a forma de transmissão e a sintaxe do gerenciamento dos serviços.
23 Comparativo dos Modelos de Gerência de Redes Modelo de gerência Órgão responsável Tipo de gerenciamento Utilização FCAPS ISO Falhas, configurações, desempenho, contabilidade, segurança. Estrutura conceitual popular para gerência de redes. TMN ITU-T Negócios, serviços, redes e elementos. Estrutura conceitual popular para gerência de redes, voltada para provedores de serviços de telecomunicações. OAM&P Provedores de Serviço Operação, manutenção, administração, provisionamento. Utilizado em redes de grandes provedores de serviços. TOM TeleManagement Forum Redes e sistemas, desenvolvimento de serviços e operações, atendimento ao usuário Ainda em estágio conceitual. CMIP/CMIS ISO Desempenho, falhas, configurações Desenvolvimento limitado, baseado em redes no modelo OSI. SNMP IETF Desempenho, falhas Amplamente utilizado em redes de dados, especialmente em redes baseada no TCP/IP.
24 Gerência de Redes na Prática Para a Gerência de Redes, é essencial utilizar ferramentas para analisar as atividades, procedimentos e outros dados essenciais para a continuidade dos serviços. As empresas que geralmente utilizam tais ferramentas, são as de médio e grande porte, devido ao alto custo, necessidade de monitoração e até mesmo de fazer com que o serviço volte a operar normalmente e de forma automática. Os elementos da rede a serem gerenciados variam de uma empresa para outra, pois o que é importante para uma, pode não ser algo significativo para outra. O mercado dispõe de várias ferramentas para gerenciamento de redes, porém, as ferramentas mais conhecidas e de maior utilização são HP Open View, WhatsUp, IBM Tivoli e a EITM da Computer Associates. Além dessas, existem também ferramentas de gerenciamento gratuitas como o Nagios, Cacti e outros. Os modelos de gerencia de redes mais empregados são o FCAPS, o SNMP - Simple Network Management Protocol (Protocolo de Gerência Simples de Rede) para redes Ethernet e a TMN - Telecommunications Management Network (Rede de Gerência de Telecomunicações) em redes de telecomunicações.
25 O que gerenciar?
26 O que é SNMP Simple Network Management Protocol Protocolo padrão utilizado para trocar informações de gerenciamento de redes. O gerenciamento da rede através do SNMP baseia-se no modelo cliente e servidor.
27 MIB - Management Information Base - OBJECT-TYPE - String que descreve o objeto da MIB. - Object IDentifier (OID). Ex SysDescr - SYNTAX - Define o tipo de informação que é armazenada no objeto da MIB. Ex.OctetString,Interger e etc - ACCESS - Tipo de acesso - READ-ONLY, READ-WRITE. - STATUS - Estado do objeto em relação a comunidade SNMP Ex. Mandatory,current - DESCRIPTION - Descrição do Objeto. MIB-Modelo
28 OID Object Identifier 1 iso(1) 3 org(3) 6 dod(6) internet(1) 1 private(4) directory(1) 4 Enterprise(1) 1 2 mgmt(2) 3 experimental(3) 1 mib-2(1) NEC(119) system(1) 1 interfaces(2) ip(4) 6 tcp(6) 2 4
29 MIB Padrão 1 iso(1) 3 org(3) 6 dod(6) 1 internet(1) directory(1) 1 2 mgmt(2) 3 experimental(3) mib-2(1) 1 system(1) 1 interfaces(2) ip(4) 6 tcp(6) 2 4
30 MIB Proprietária 1 iso(1) 3 org(3) 6 dod(6) 1 internet(1) 4 private(4) Enterprise(1) 1 NEC(119) 119
31 Protocolo SNMP MANAGER SNMP MESSAGES AGENT MIB UDP UDP IP IP LINK LINK
32 Protocolo SNMP
33 SNMP V1 e V2C Usa o UDP (User Datagram Protocol) como protocolo de transporte para passagem de dados, entre gerenciadores e agentes Porta 161 do UDP para enviar e solicitações e a porta 162 para receber traps de dispositivos gerenciados Usam o conceito de comunidades para definir uma confiabilidade entre gerenciadores e agentes, um agente é configurado com 3 nomes de comunidade: Read-only, read-write e trap
34 SNMP V3 Desde o início a segurança tem sido o ponto fraco. Segurança é a única questão que o SNMPv3 endereça. Autenticação MD5 ou SHA1 Criptografia DES ou AES Tem suporte para todas operações definidas nas versões 1 e 2. Abandona a idéia de gerenciadores e agentes e passam a ser chamados de entidades do SNMP.
35 Host Resources Define um conjunto de objetos para ajudar a gerenciar aspectos críticos dos sistemas UNIX e WINDOWS. Alguns objetos aceitos pela Host Resources MIB inclui capacidade de disco, números de usuários do sistema, número de processos em execução e softwares instalados.
36 RMON - Remote Monitoring RMONv1 (RFC 2819) e RMONv2 (RFC 2819). É uma definição de uma MIB. OID do RMON é RMONv1 oferece ao NMS dados estatísticos sobre toda LAN ou WAN inteira, no nível de pacotes. RMONv2 aprimora o RMONv1 ao fornecer dados estatísticos no nível de redes e aplicativos.
37 Pacote SNMP Ethernet Frame IP Packet UDP Datagram SNMP Message CRC UDP Port SNMP Messages UDP Port SNMP Trap Messages
38 Comandos SNMP SNMP tem basicamente seis comandos (1) GetRequest (GET) (2) GetNextRequest (GetNext) (3) GetResponse (Response) (4) SetRequest (Set) (5) Trap (6) SNMP Walk
39 Comandos SNMP manager agent manager agent get MIB getnext MIB response response manager agent manager agent set MIB trap response
40 Comando GET manager get agent MIB response Get Response ( NEAX 2400 IPX) Software utilizado Gerenciador SNMP -NMS Ireasoning MIB Browser
41 Comando GET
42 Comando SET manager set agent MIB response Software utilizado SET (Teste) Gerenciador SNMP -NMS Response ( OK) Ireasoning MIB Browser
43 Comando SET
44 Comando GetNext manager getnext agent MIB response Software utilizado Getnext Response ( NEC Paulista) Gerenciador SNMP -NMS Ireasoning MIB Browser
45 Comando GetNext
46 Notificação - TRAP manager agent trap Software utilizado Gerenciador SNMP -NMS Ireasoning MIB Browser
47 Notificação - TRAP
48 Principais Fabricantes ftp://ftp.cinco.com/users/cinco/demo/ Cisco works HP OpenView IBM NetView Novell ManageWise Sun MicroSystems Solstice Microsoft SMS Server Compaq Insight Manger SnmpQL - ODBC Compliant Empire Technologies Cinco Networks NetXray SNMP Collector (Win9X/NT) Observer Gordian s SNMP Agent Castle Rock Computing Advent Network Management SimpleAgent, SimpleTester
49 Demonstração MIB Browser
50 Bibliografia FARREL, Adrian. A Internet e seus Protocolos. São Paulo: Elsevier, TANENBAUM, Andrew S. Redes de Computadores. 4.ed..ed. Rio de Janeiro: Campus, LOPES, Raquel V. et al. Melhores Práticas para Gerência de Redes de Computadores. Rio de Janeiro: Campus, 2003
51 Duvidas?
52 Obrigado
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