COLETA DE ÁGUAS SUPERFICIAIS
|
|
|
- Liliana Esteves Paixão
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Página 1 de DESCRIÇÃO E CUIDADOS GERAIS: A técnica a ser adotada para a coleta de amostras depende da matriz a ser amostrada, do tipo de amostra a ser efetuada e da natureza do ensaio solicitado. Porém, independentemente dessas características os seguintes cuidados gerais devem ser tomados: Os pontos e períodos de coletas devem ser indicados pelo cliente; Cada amostra deve ser tratada e manuseada de forma que represente o todo e os procedimentos de coleta devem ser seguidos; As amostras não devem incluir partículas grandes, detritos, folhas ou outro tipo de material acidental; Coletar volume suficiente de amostra nos frascos adequados conforme PP.COL. POP1; Realizar as determinações de campo (ph e temperatura do ar e da amostra); Quando solicitado, verificar o oxigênio dissolvido, cloro residual livre e ou cloro total em campo; As determinações de campo devem ser realizadas de acordo com as instruções de trabalho dos respectivos equipamentos utilizados. Utilizar alíquotas separadas das que serão enviadas ao laboratório, evitando assim o risco de contaminação; A amostra não deverá entrar em contato com o coletador, sua roupa ou qualquer objeto por ele utilizado; Não ambientar os frascos de coleta, pois esta ação resulta em perda dos preservantes; O frasco preparado no laboratório para coleta de microbiologia tem validade de 30 dias (data indicada no adesivo aderido ao frasco). Não utilizar frascos vencidos; EPI s de uso obrigatório: Luvas de proteção (realizando a troca das mesmas entre um ponto de coleta e outro), uniforme, sapato de proteção. EPI s utilizados de acordo com a necessidade do local de coleta ou solicitação do cliente: Jaleco, óculos de proteção, protetor auricular, capacete, touca, máscara, propé; 1 Análise Crítica: Revisão: Aprovação / Data: JUL/2015 Silvia Marins Antunes Coordenadora de Coleta Karine Schütz Gerente Técnico Graciema Formolo Pellini Diretora
2 Página 2 de 7 Os equipamentos de coletas, bem como os materiais utilizados para amostragem devem ser transportados protegidos, evitando a possível contaminação cruzada. Utilizar materiais de coleta (canecas, Jarras, baldes), conforme PP.COL.POP1, sempre priorizando que os frascos para as análises de microbiologia, óleos e graxas e voláteis, sejam coletados diretamente no ponto de coleta de coleta sem o auxílio de equipamentos. Rotular os frascos com suas respectivas identificações (nome do cliente, data, local de coleta, tipo de amostra coletada); Anotar a data, hora, local de coleta da amostra, as determinações de campo e as condições climáticas no ato da amostragem (tempo bom quando presença de sol, tempo chuvoso quando presença de chuva, tempo nublado quando tempo fechado sem presença de chuva e sol ou tempo instável quando por hora chove e por hora faz sol), na Requisição de Análise ou na ficha de coleta conforme PP.COL. POP2. F12 (equivalente ao plano de amostragem) Após a coleta, acondicionar os frascos ou bolsas coletoras em caixa de isopor contendo gelo e enviá-las ao laboratório; O tempo entre coleta e análise deverá seguir as instruções apresentadas no PP.COL. POP Realização: Para amostragens em pontos seqüenciais de um rio, iniciar pelo ponto mais a montante; Montante é todo ponto referencial ou seção de rio que se situa antes de um outro ponto referencial de um curso de água, ou seja, rio acima em relação ao observador. Jusante é todo ponto referencial ou seção de rio que se situa depois de um outro ponto referencial de um curso de água, ou seja, rio abaixo em relação ao observador. Exemplo:
3 Página 3 de 7 Figura 1 Montante Ponto referencial: Saída do Efluente Jusante Ao amostrar águas superficiais evitar a coleta de amostras em águas estagnadas próximo à margem; Realizar uma pequena amostragem em jarra para realizar as determinações de campo necessárias; Mergulhar a jarra com a boca para baixo, em torno de 15cm da superfície da água para evitar a introdução de contaminantes superficiais e contra a corrente; Inclinar a jarra para cima a fim de permitir o enchimento da mesma; Coletar a amostra nos frascos de coleta adequados conforme PP.COL. POP1; Os frascos para as análises de microbiologia, óleos e graxas e voláteis deverão ser coletados diretamente no ponto de coleta sem o auxílio de equipamentos; Obs.: Caso seja necessária mais de uma jarra de amostra, distribuir o volume nos frascos, de modo que todos os frascos recebam amostras de todas as jarras retiradas, garantindo assim a homogeneidade das amostras, com exceção dos frascos para análises de microbiologia, óleos e graxas e voláteis que deverão ser coletados diretamente nos frascos adequados conforme PP. COL. POP1; Nos casos em que a coleta é feita em uma determinada profundidade, se faz necessário o auxílio de uma garrafa coletora de água para amostras estratificadas; Nas coletas de amostra estratificada, a profundidade coletada é medida com o auxílio da régua que acompanha a garrafa; Após a coleta deve ser feito o registro da profundidade coletada. As coletas deverão seguir a seqüência de amostragem conforme descrito abaixo:
4 Página 4 de Análises Microbiológicas: Coletar a amostra a ser analisada, em frasco adequado, esterilizado e preservado, conforme PP.COL. POP 1. Não utilizar meios de transferência de amostras, como canecas ou jarras, coletar diretamente nos frascos, conforme descrito a seguir: Coleta com frasco: Remover a tampa do frasco com todos os cuidados de assepsia, tomando precauções para evitar a contaminação da amostra; Segurar o frasco próximo da base; Inclinar o frasco de modo que o pescoço e parte da boca do frasco fiquem abaixo da superfície e contra a corrente. Cuidando para que o preservante não seja perdido durante a amostragem; OBS: Se o corpo d água for estático, deverá ser criada uma corrente artificial, através da movimentação do frasco na direção horizontal (sempre para frente). Efetuar o enchimento do frasco com a amostra, deixando um espaço vazio de aproximadamente 2,5 a 5,0 cm do topo, conforme figura abaixo: Figura 2 Espaço Vazio Amostra Fechar o frasco imediatamente após a coleta; Rotular o frasco com sua respectiva identificação. 1.4 Análises Cromatográficas: Gasosa Coletar a amostra nos frascos de coleta adequados conforme PP.COL. POP1; Cada frasco deve ser preenchido com a amostra, até a boca do frasco (Dica: deixar a amostra transbordar); OBS.: Realizar este procedimento com cuidado, para evitar volatilização das amostras.
5 Página 5 de 7 Após o total enchimento dos frascos, coloque delicadamente o septo de silicone, encaixe a tampa de rosca e pressionando o septo com o indicador feche a tampa de rosca. Inverte-los a 180 e verificar a presença de bolhas; Caso ocorram bolhas, desprezar a amostra e coletar novamente; Iônica Coletar a amostra nos frascos de coleta adequados conforme PP.COL. POP1; Cada frasco deve ser preenchido com a amostra, até o volume máximo do frasco Falcon; 1.5 Análises Físico-Químicas: Coletar a amostra nos frascos de coleta adequados conforme PP.COL. POP1; Cada frasco deve ser preenchido com a amostra, até o início do gargalo; 1.6 Análise de Oxigênio Dissolvido: Coleta com frasco de vidro (Winkler): Coletar a amostra em frasco adequado (frasco de Winkler), de acordo com PP.COL. POP1, tendo o cuidado de encher completamente o frasco, evitando a formação de bolhas; colocar suavemente a tampa e retirar suavemente a tampa para eliminar o excesso de água. Adicionar ao frasco de Winkler, duas medidas do gotejador do reagente 1 e duas medidas do gotejador do reagente 2, ambos do Kit de Oxigênio Dissolvido; Obs: Realizar a preservação nesta ordem: Reagente 1 + Reagente 2; - Reagente 1 Sulfato Manganoso; - Reagente 2 Iodeto de Azida; Não mergulhar o gotejador no frasco de coleta. Fechar cuidadosamente o frasco e invertê-lo lentamente, até que se forme um precipitado escuro; Rotular o frasco, com sua respectiva identificação; Análise de Oxigênio Dissolvido com Equipamento (Oxímetro):
6 Página 6 de 7 Realizar uma pequena amostragem em jarra para verificar oxigênio dissolvido em campo; As determinações de oxigênio dissolvido em campo devem ser realizadas com o oximetro, conforme procedimento do equipamento utilizado; 1.7 Análise de Fitoplâncton e Zooplâncton: Coletar a amostra nos frascos de coleta adequados conforme PP.COL. POP1; Coleta de Fitoplâncton: As amostras para a análise do fitoplâncton são obtidas através da passagem do frasco de 1L na sub-superfície (aproximadamente 15cm da superfície) da água e fixadas com 1mL (ou 20 gotas) de formol 4%; Coleta de Zooplâncton: A coleta do zooplâncton ocorre através da filtragem de cerca de 100 litros de água em rede de plâncton com abertura de malha de 60 m (ver figura abaixo). Figura 3 Rede de Plâncton Após a filtração, a água acumulada dentro da base da rede (em torno de 500mL) deve ser transferida para o frasco de 500ml e preservada com 2mL (ou 20 gotas) de formol 4%. 1.8 Controles: As coletas realizadas pelo Green Lab são controladas através do PP.TEC.IT61 Controle de coletas.
7 Página 7 de 7 2. DOCUMENTOS DE APOIO: *Standard Methods for the Examination of Water and Wastewater 22º ed. Itens 1060 e 9060 e 4500-O *ABNT/NBR 9898 Preservação e Técnicas de Amostragem de Efluentes Líquidos e Corpos Receptores. Junho, *EPA 5021 A e 8015 D PP.COL. POP1 ANA - Guia Nacional de Coletas e Preservação de amostras DISTRIBUIÇÃO: Coordenador de Coletas Coletadores
COLETA DE EFLUENTES E ÁGUAS GERAIS
Página 1 de 5 1 1. DESCRIÇÃO E CUIDADOS : A técnica a ser adotada para a coleta de amostras depende da matriz a ser amostrada, do tipo de amostra a ser analisada e da natureza do ensaio solicitado. Porém,
AMOSTRAGEM DE ÁGUAS SUPERFICIAIS
Página 1 de 8 1 1. DESCRIÇÃO E CUIDADOS GERAIS: A técnica a ser adotada para a retirada de amostras depende da matriz a ser amostrada, do tipo de amostra a ser efetuada e da natureza do ensaio solicitado.
AMOSTRAGEM DE EFLUENTES E ÁGUAS GERAIS
Página 1 de 6 1 1. DESCRIÇÃO E CUIDADOS GERAIS: A técnica a ser adotada para a retirada de amostras depende da matriz a ser amostrada, do tipo de amostra a ser analisada e da natureza do ensaio solicitado.
COLETA DE ÁGUA DE DIÁLISE
Página 1 de 5 1 1. DESCRIÇÃO E CUIDADOS GERAIS: A técnica a ser adotada para a coleta de amostras depende da matriz a ser amostrada, do tipo de amostra a ser efetuada e da natureza do ensaio solicitado.
AMOSTRAGEM DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS EM POÇOS DE MONITORAMENTO COM PURGA DE VOLUME DETERMINADO
Página 1 de 8 1 1. DESCRIÇÃO E CUIDADOS GERAIS: A técnica a ser adotada para a retirada de amostras depende da matriz a ser amostrada, do tipo de amostra a ser efetuada e da natureza do ensaio solicitado.
AMOSTRAGEM DE ÁGUA DE DIÁLISE
Página 1 de 5 1 1. DESCRIÇÃO E CUIDADOS GERAIS: A técnica a ser adotada para a retirada de amostras depende da matriz a ser amostrada, do tipo de amostra a ser efetuada e da natureza do ensaio solicitado.
COLETA DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS (Poços de Monitoramento e Piezômetros)
Página 1 de 7 1 1. DESCRIÇÃO E CUIDADOS GERAIS: A técnica a ser adotada para a coleta de amostras depende da matriz a ser amostrada, do tipo de amostra a ser efetuada e da natureza do ensaio solicitado.
AMOSTRAGEM DE ÁGUA SUBTERRÂNEA EM POÇOS DE MONITORAMENTO COM PURGA DE BAIXA VAZÃO
Página 1 de 10 1 1. DESCRIÇÃO E CUIDADOS GERAIS: A técnica a ser adotada para a retirada de amostras depende da matriz a ser amostrada e da natureza do ensaio solicitado. Porém, independentemente dessas
INSTRUÇAO DE AMOSTRAGEM POR MATRIZ
Página 1 de 7 Prezado Cliente, INSTRUÇAO DE AMOSTRAGEM POR MATRIZ O laboratório ASL Análises Ambientais fornece aos clientes os frascos para amostragem e uma descrição resumida da técnica de modo a obter
Técnicas de Amostragem Ambiental e Controles de Qualidade 31/12/2018 1
Técnicas de Amostragem Ambiental e Controles de Qualidade 31/12/2018 1 Eurofins Scientific A Eurofins Scientific é líder mundial em análises de alimentos, meio ambiente e fármacos, além de seu destaque
Protocolo coleta de solos
MATERIAL NECESSÁRIO - Sacos plásticos reforçados com capacidade para 2kg - Esparadrapo - Marcador permanente - Trado Holandês - Espátula - Terçado - Lima - Pano úmido ONDE COLETAR 1) A coleta deve ser
COLETA DE ASPIRADO TRAQUEAL FISIOTERAPIA
1- OBJETIVO Padronizar o procedimento de coleta de secreção brônquica através de aspirado traqueal. 2- ABRANGÊNCIA Centro de Tratamento Intensivo Adulto (CTI), Unidade de Cuidados Especiais (UCE), Emergência
Determinação do percentual de desglaciamento em pescados por gravimetria
Página 1 de 6 1 Escopo Este método tem por objetivo determinar o peso do produto glaciado, do produto desglaciado e o percentual de glaciamento em pescados congelados glaciados. São assim considerados
- água livre: água em excesso, em concentração superior à solubilidade no combustível à temperatura do ensaio
1 de 12 O presente procedimento destina-se a avaliar aspecto visual de amostra de Óleo Diesel Rodoviário ( B S500/ B S10 ) com vistas à detecção de: - água livre: água em excesso, em concentração superior
COLETA DE AMOSTRAS AMBIENTAIS
COLETA DE AMOSTRAS AMBIENTAIS ANÁLISE MICROBIOLÓGICA (Bactérias Heterotróficas, Coliformes Totais, Coliformes Termotolerantes ou Fecais, Escherichia coli). 1. Coleta de amostra de água tratada a) Esta
CENTRO UNIVERSITÁRIO - UNIVATES LABORATÓRIO UNIANÁLISES Sistema de Gestão da Qualidade INSTRUÇÕES PARA AMOSTRAGEM
Amostras de Efluentes, de Águas Superficiais e de Poços de Monitoramento Para coletar de água ou efluente, usa-se frasco de vidro âmbar ou polietileno com tampa, fornecidos pelo Laboratório UNIANÁLISES,
Nº 1.4.23 Revisão: Nome: Compactação Próctor Normal Sem Reuso. Objetivo/Resumo: Determinar o teor de umidade dos solos.
Objetivo/Resumo: Determinar o teor de umidade dos solos. ENSAIO DE COMPACTAÇÃO SEM REUSO 1. Objetivo Determinação da curva de compactação, do teor de umidade de compactação (h ótima ) e da densidade seca
PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE INFLUENZA A(H1N1)
PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE INFLUENZA A(H1N1) P1 QUAIS OS CUIDADOS DE BIOSSEGURANÇA NA RECEPÇÃO / ATENÇÃO AO PACIENTE COM QUEIXA E SINTOMATOLOGIA DE INFLUENZA A(H1N1), NO DOMICÍLIO, NA UNIDADE BÁSICA DE
Rolamentos II. Para evitar paradas longas na produção, devido. O que verificar durante o funcionamento
A UU L AL A Rolamentos II Para evitar paradas longas na produção, devido a problemas de rolamentos, é necessário ter certeza de que alguns desses rolamentos estejam disponíveis para troca. Para isso, é
Aula de Laboratório de Materiais de Construção Civil Professora: Larissa Camporez Araújo
Aula de Laboratório de Materiais de Construção Civil Professora: Larissa Camporez Araújo De acordo com a NBR 12655, o responsável pelo recebimento do concreto é o proprietário da obra ou o responsável
Agregados - análise granulométrica
MT - DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO - IPR DIVISÃO DE CAPACITAÇÃO TECNOLÓGICA Rodovia Presidente Dutra km 163 - Centro Rodoviário, Parada de Lucas
Ministério da Educação UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ Setor de Ciências Biológicas Curso de Fisioterapia
REGULAMENTO E MANUAL PARA USO DO LABORATÓRIO DO CURSO DE FISIOTERAPIA Aprovado pelo Colegiado do em 23/02/2016 CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º- O laboratório de ensino do destina-se prioritariamente
BT Boletim Técnico BANHO COBRE AUROCID. Rev. 001 Data: 27/07/11 Página 1
Rev. 001 Data: 27/07/11 Página 1 1 DESCRIÇÃO O PROCESSO COBRE AUROCID é um processo inovador, pois pode ser usado para banhos parado, tambores rotativos e carretéis, em ambos os casos produzindo depósitos
MANIPULAÇÃO DE QUIMIOTERÁPICOS
MANIPULAÇÃO DE QUIMIOTERÁPICOS ANTINEOPLÁSICOS SÃO POTENCIALMENTE: Mutagênicos Carcinogênicos Teratogênicos Fetotóxicos Esterilizantes RISCOS OCUPACIONAIS Exposição aguda: Retirada de solução do frasco-ampola
A.L. 1.3 IDENTIFICAÇÃO DE UMA SUBSTÂNCIA E AVALIAÇÃO DA SUA PUREZA
A.L. 1.3 IDENTIFICAÇÃO DE UMA SUBSTÂNCIA E AVALIAÇÃO DA SUA PUREZA QUÍMICA 10.ºANO QUESTÃO-PROBLEMA Como identificar materiais no laboratório? Como avaliar o grau de pureza de algumas substâncias? Através
PREVENÇÃO E CONTROLE DE INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO
Comissão de controle de infecção hospitalar PREVENÇÃO E CONTROLE DE INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO Eva Cláudia Venâncio de Senne Luciana Paiva Patrícia Borges Peixoto EPIDEMIOLOGIA Trato urinário representa
MANUAL DE INSTRUÇÕES DO MEDIDOR DE OXI-REDUÇÃO MODELO OR-2300
MANUAL DE INSTRUÇÕES DO MEDIDOR DE OXI-REDUÇÃO MODELO OR-2300 Leia cuidadosamente as instruções contidas neste manual antes de iniciar o uso do medidor ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 1 2. REGRAS DE SEGURANÇA...
1. DETERMINAÇÃO DO ÍNDICE DE FORMA PELO MÉTODO DO PAQUÍMETRO NORMA: NBR 7809:2006
1 1. DETERMINAÇÃO DO ÍNDICE DE FORMA PELO MÉTODO DO PAQUÍMETRO NORMA: NBR 7809:2006 Definições: Índice de forma do agregado: Média da relação entre o comprimento e a espessura dos grãos do agregado, ponderada
GUIA PARA A REALIZAÇÃO DE ESTUDOS DE ESTABILIDADE DE PRODUTOS SANEANTES
GUIA PARA A REALIZAÇÃO DE ESTUDOS DE ESTABILIDADE DE PRODUTOS SANEANTES A estabilidade de produtos saneantes depende de fatores ambientais como temperatura, umidade e luz, e de outros inerentes ao produto
MARCELO DE CARVALHO MIRANDA Governador do Estado do Tocantins. SAMUEL BRAGA BONILHA Secretário de Estado da Saúde
GOVERNO DO TOCANTINS SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE SUPERINTÊNDENCIA DE VIGILÂNCIA E PROTEÇÃO À SAÚDE COORDENADORIA LABORATÓRIO CENTRAL DE SAÚDE PÚBLICA MARCELO DE CARVALHO MIRANDA Governador do Estado
INSTRUÇÕES PARA INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO MODELO SPIRATRON / ROTO-FINISH
INSTRUÇÕES PARA INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO MODELO SPIRATRON / ROTO-FINISH COLOCAR O SPIRATRON EM CHÃO NIVELADO E RETIRAR OS CALÇOS QUE FIXAM A CAÇAMBA À BASE, DURANTE O TRANSPORTE. NÃO É NECESSÁRIO CHUMBAR
AMOSTRA MICROBIOLÓGICA Água Potável
QUANDO O KIT FOR ENTREGUE NO ESTABELECIMENTO, POR FAVOR, COLOCAR A BOLSA DE GELO NO CONGELADOR AMOSTRA MICROBIOLÓGICA Água Potável 1. Preparação Limpeza Lavar as mãos e antebraços com água e sabão neutro
1 Seleccionar material adequado à separação dos componentes de uma mistura heterogénea.
ACTIVIDADE LABORATORIAL Ciências Físico-Químicas 7ºANO VOU SEPARAR OS COMPONENTES DE UMA MISTURA O que se pretende 1 Seleccionar material adequado à separação dos componentes de uma mistura heterogénea.
MANUAL DE INSTRUÇÕES DO MEDIDOR DE ph DA ÁGUA MODELO PH-2100
MANUAL DE INSTRUÇÕES DO MEDIDOR DE ph DA ÁGUA MODELO PH-2100 Leia cuidadosamente as instruções contidas neste manual antes de iniciar o uso do medidor ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO...1 2. REGRAS DE SEGURANÇA...1
INTRODUÇÃO. 1 Por a piscina a funcionar
INTRODUÇÃO 1 Por a piscina a funcionar Instruções para o início da temporada 1 Se for necessário, deve reparar a superfície do vaso da piscina. Limpar com uma solução de 10 cc de Algidelsa por litro de
Área de Atividade/Produto Classe de Ensaio/Descrição do Ensaio Norma e/ou Procedimento
Folha: 1 de 5 Determinação da dureza pelo método titulométrico por EDTA 2340C Determinação da alcalinidade pelo método titulométrico Determinação de cloreto pelo método argentométrico LQ: 0,5 mg.l-1 Determinação
SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO - SGI (MEIO AMBIENTE, SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO) CONTROLE DE DOCUMENTOS e REGISTROS
(MEIO AMBIENTE, SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO) Procedimento CONTROLE DE DOCUMENTOS e REGISTROS PR.01 Página 1 de 3 14001: 4.4.5, 4.5.4 1. OBJETIVO Estabelecer sistemática para o processo de elaboração,
PROCEDIMENTO PARA COLHEITA, COLETA, ENVIO E PRESERVAÇÃO DE AMOSTRAS
1.OBJETIVO Estabelecer normas para a coleta de amostras destinadas às análises microbiológicas e físicoquímicas. Os procedimentos devem estar adequados para a manutenção da integridade da amostra. 2.DOCUMENTOS
Determinação de Lipídios em Leite Desidratado pelo Butirômetro de Leite
Página 1 de 6 1 Escopo Este método tem por objetivo determinar lipídios em leite desidratado integral ou semidesnatado, modificado ou não, usando o butirômetro de leite. 2 Fundamentos Baseia-se no ataque
Identificação UNIVERSIDADE DE CAXIAS DO SUL LCMEC - PA 025. Página COLETA DE AMOSTRA 01 de 07. Procedimento Para Coleta de Amostras
COLETA DE AMOSTRA 01 de 07 Procedimento Para Coleta de Amostras 1. PRINCÍPIO Para que os resultados dos métodos de análise expressem valores representativos da quantidade total de substância disponível,
A.L. 1.2 SÍNTESE DO SULFATO DE TETRAMINOCOBRE (II) MONO-HIDRATADO
A.L. 1.2 SÍNTESE DO SULFATO DE TETRAMINOCOBRE (II) MONO-HIDRATADO QUÍMICA 11.ºANO QUESTÃO-PROBLEMA O que se pode fazer com amoníaco? O amoníaco é uma substância utilizada mundialmente em larga escala para
Orientações Para o Preenchimento do Formulário de Inscrição Preliminar dos Projetos
Orientações Para o Preenchimento do Formulário de Inscrição Preliminar dos Projetos O presente documento tem como objetivo apresentar as diretrizes e orientar no preenchimento do formulário de inscrição
EME610 - Sistemas Hidropneumáticos Hidráulica 2
UNIFEI EME610 - Sistemas Hidropneumáticos Hidráulica 2 Elevador/Macaco hidráulico (Hydraulic Jack) Aula 02 Prof. José Hamilton Chaves Gorgulho Júnior Elevador/Macaco hidráulico (Hydraulic Jack) Elevador/Macaco
MANUAL DE INSTALAÇÃO ABRIGO MODELO. O novo abrigo de ligação facilitará a vida de todos.
MANUAL DE INSTALAÇÃO ABRIGO MODELO O novo abrigo de ligação facilitará a vida de todos. ÍNDICE O QUE É ABRIGO MODELO? VANTAGENS DO NOVO ABRIGO COMO INSTALAR POSIÇÕES POSSÍVEIS PARA INSTALAÇÃO MATERIAIS
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM IMPLANTODONTIA. Coordenador: Prof. Ms. Alex Casati Lopes
1 CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM IMPLANTODONTIA Coordenador: Prof. Ms. Alex Casati Lopes 2012 2 Nas páginas seguintes o aluno terá as informações necessárias para cursar as disciplinas do Curso de Especialização
Tutorial Suporte Técnico da DTI
Tutorial Suporte Técnico da DTI Sumário Como Fazer uma Requisição Como Acompanhar uma Requisição Como Avaliar uma Requisição Como Fazer uma Requisição Abra o navegador Chrome ou Firefox e acesse o seguinte
Atenção no tanque, tranquilidade na estrada.
Atenção no tanque, tranquilidade na estrada. Como evitar a contaminação do combustível e o desgaste prematuro de peças. Diesel contaminado é sinônimo de gastos adicionais Quem trabalha na estrada sabe:
A m a r c a d a c o n s tr u ç ã o
Passo-a-passo 1. Analisando o Contrapiso Verifique se o contrapiso apresenta irregularidades, com a utilização de uma régua. Faça a medição de parede a parede em tiras de 1,5 metro. Se apresentar saliências
Amostragem de água para análise de nitrato e metais pesados. Capítulo 8. Amostragem de água para análise de nitrato e metais pesados
Amostragem de água para análise de nitrato e metais pesados Capítulo 8 Amostragem de água para análise de nitrato e metais pesados Adriana M. Moreno Pires, Manoel Dornelas de Souza e Marco Antonio Vieira
PAC 08. Procedimento Padrão de Higiene Operacional - PPHO Derivados Cárneos
Página 1 de 7 Procedimento Padrão de Higiene Operacional - PPHO Derivados Cárneos Página 2 de 7 1. Objetivo-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------03
ANEXO 3 GERENCIAMENTO DE MODIFICAÇÕES
ANEXO 3 GERENCIAMENTO DE MODIFICAÇÕES 1 OBJETIVO O objetivo do Gerenciamento de Modificações consiste em prover um procedimento ordenado e sistemático de análise dos possíveis riscos introduzidos por modificações,
REGULAMENTAÇÃO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO. Estágio no exterior para alunos em intercâmbio
REGULAMENTAÇÃO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO Estágio no exterior para alunos em intercâmbio o Documentos comprobatórios o Relatório de Estágio Estágio realizado anteriormente o Documentos comprobatórios
TERMO DE REFERÊNCIA Readequação de espaços divisórias em drywall FÁBRICAS DE CULTURA
TERMO DE REFERÊNCIA Readequação de espaços divisórias em drywall FÁBRICAS DE CULTURA JAÇANÃ ÍNDICE DO TERMO DE REFERÊNCIA TÉCNICA 1. OBJETIVO GERAL 2. JUSTIFICATIVA 3. DA MODALIDADE DA CONTRATAÇÃO 4. DISPOSIÇÕES
PROCEDIMENTO OPERACIONAL NORMATIVO. Preparação dos dispositivos de dispensação semanal da medicação Venalink de selagem a frio
PON N O : 20-001-01 Página 1 de 5 Objetivo: Definir os procedimentos necessários para preparar a medicação semanal da medicação através dos dispositivos Venalink de selagem a frio. Substitui o Procedimento
EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPI)
EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPI) Débora Cristina Kranzfeld Diretoria de Segurança do Trabalho Instituto de Química Unicamp Telefone 3521-3015 Bloco B Sala 126 contato: [email protected] ou [email protected]
SEGURANÇA EM LABORATÓRIO
SEGURANÇA EM LABORATÓRIO Débora Cristina Kranzfeld Diretoria de Segurança do Trabalho Instituto de Química Unicamp Telefone 3521-3015 Bloco B Sala 126 contato: [email protected] ou [email protected]
Manual Técnico para Coleta de Amostras de Água
Manual Técnico para Coleta de Amostras de Água FLORIANÓPOLIS, SC 2009 1 1. INTRODUÇÃO A água de abastecimento refere-se à água fornecida para consumo humano, para fins industriais, agricultura e outras
MANUAL DE PROCEDIMENTOS DE COLETA
MANUAL DE PROCEDIMENTOS DE COLETA AMOSTRAS DE CABELOS OU PÊLOS PARA REALIZAÇÃO DE EXAME TOXICOLÓGICO DE LARGA JANELA DE DETECÇÃO. RIAH Brasil Líder mundial em detecção do consumo de entorpecentes MATERIAIS
INSTRUÇÃO DE TRABALHO LIMPEZA, PINTURA E QUEIMA DE LÂMINA SERIGRAFADA. Histórico de Revisões
Página: 1 de 7 Elaborado por: Josiane Soares Data: 03/03/25 Aprovado por: José Domingos Data: 04/03/25 Histórico de Revisões 0 Emissão do documento: 22//24 1 Revisão geral 1)Termos e Definições OP = Ordem
Manual de Instrucoes. Estufa Horizontal e Vertical. o futuro chegou a cozinha. refrigeracao coccao linha modular exposicao distribuicao apoio
Manual de Instrucoes Estufa Horizontal e Vertical o futuro chegou a cozinha refrigeracao coccao linha modular exposicao distribuicao apoio Obrigado por ter adquirido Equipamentos ELVI É com satisfação
PO PROCEDIMENTO OPERACIONAL PO_QSM_16
PO PROCEDIMENTO OPERACIONAL PO_QSM_16 Titulo do Procedimento: ABASTECIMENTO DE COMBUSTÍVEIS Data de Aprovação: Versão: Autor: Aprovação: 08/02/2010 01 Marcio Lovatti Gilmar Bertoloti Geovanna Timpani Alan
EURÍPIDES DE MARÍLIA
REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DE METROLOGIA E CONTROLE DE QUALIDADE CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO DAS INSTALAÇÕES Art. 1º - O Laboratório de Metrologia e Controle de Qualidade é constituído pelo espaço
AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS RESOLUÇÃO N XX, DE XX DE XXXXXXX DE XXXX
AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS RESOLUÇÃO N XX, DE XX DE XXXXXXX DE XXXX Estabelece o Regulamento Técnico ANP n XX/2006 que trata do controle da qualidade do combustível automotivo
Sdeck Composite - Perfil 140x24 mm
Sdeck Composite - Perfil 140x24 mm Ficha de Instalação e Manutenção INDICAÇÕES GENÉRICAS O armazenamento dos perfis Sdeck Composite deverá ser feito numa superfície plana, devendo os perfis ser protegidos
Determinação de Lipídios em Leite e Derivados Lácteos pelo Método de Roese-Gottlieb
Página 1 de 6 1 Escopo Este documento tem como objetivo descrever os procedimentos para o ensaio gravimétrico de determinação de lipídios em leite e derivados lácteos, pelo método de. O método de é utilizado
Sistema de Cadastro de Pessoa Jurídica
Manual do Usuário Sistema de Cadastro de Pessoa Jurídica SISTCADPJ Cadastro de Pessoa Jurídica Template Versão 1.1 SUMÁRIO 1. Introdução... 3 2. Acesso ao Sistema... 4 3. Cadastro da Pessoa Jurídica...
IT INSTRUÇÃO DE TRABALHO
TÍTULO: IT INSTRUÇÃO DE TRABALHO Instrução para calibração de Simulador e Medidor de Sinais IT N.º : 040 1 OBJETIVO Sinais. Esta instrução tem por finalidade estabelecer um critério para a calibração de
NE1.1. Dispositivo de neutralização. Para a utilização com caldeiras de condensação a gás
Instruções de instalação e de manutenção para técnicos especializados Dispositivo de neutralização NE1.1 Para a utilização com caldeiras de condensação a gás 6 720 801 637 (2010/01) PT Índice Índice 1
Título: Iodometria. Aula Experimental n 16
Aula Experimental n 16 Objetivos: - Padronização de solução de Na 2 S 2 O 3. - Determinação do teor de cobre (Cu 2 ) de uma amostra. - Determinação do teor de Cloro ativo em uma amostra de água sanitária.
Desumidificadores DESIDRAT. Manual de Instruções e Garantia. ATENÇÃO: Leia antes de ligar o aparelho
Desumidificadores DESIDRAT Manual de Instruções e Garantia ATENÇÃO: Leia antes de ligar o aparelho Prezado Cliente, Parabéns! Você acaba de adquirir um desumidificador DESIDRAT. Esse aparelho foi construído
XI-019 - AVALIAÇÃO DE DOIS MÉTODOS CONCORRENTES USADO NA DETERMINAÇÃO DO CLORO EM ÁGUA TRATADA
XI-019 - AVALIAÇÃO DE DOIS MÉTODOS CONCORRENTES USADO NA DETERMINAÇÃO DO CLORO EM ÁGUA TRATADA Ricardo Noll (1) Engenheiro Químico. Farmacêutico-Bioquímico. Especialista em Saneamento Básico. Chefe do
TH 030- Sistemas Prediais Hidráulico Sanitários
Universidade Federal do Paraná Engenharia Civil TH 030- Sistemas Prediais Hidráulico Sanitários Aula 17 Instalações de Esgoto Profª Heloise G. Knapik 1 Instalações prediais de esgotamento sanitário Objetivo
AUDIOVISUAL PROCESSOS ACADÊMICOS
Reserva de Estúdios e Ilhas I. Requisição: 1- Os estudantes responsáveis pelos grupos de trabalho deverá solicitar a reserva pessoalmente ou por e-mail ao Departamento de Audiovisual 2- As reservas só
Portaria 248 PORTARIA Nº 248, DE 31 DE OUTUBRO DE 2000
Portaria 248 PORTARIA Nº 248, DE 31 DE OUTUBRO DE 2000 Estabelece o Regulamento Técnico ANP nº 3/2000 que trata do controle da qualidade do combustível automotivo líquido adquirido pelo Revendedor Varejista
Memorial de Projeto: Instalações Hidráulicas
Pág. 1 Memorial de Projeto: Instalações Hidráulicas Cliente: Unidade: Assunto: Banco de Brasília - BRB DITEC Reforma das instalações Código do Projeto: 1564-12 Pág. 2 Índice Sumário 1. Memorial Descritivo
Volumetria de Neutralização Ácido-Base
Volumetria de Neutralização Ácido-Base 1 O que é um Processo de Titulação? A Titulação é uma operação analítica utilizada em análises volumétricas com o objetivo de determinar a Concentração de soluções.
Normas para Apresentação das Dissertações e Teses do Programa de Pós-Graduação em Produção Vegetal
Universidade Federal Rural de Pernambuco Programa de Pós-Graduação em Produção Vegetal Unidade Acadêmica de Serra Talhada Normas para Apresentação das Dissertações e Teses do Programa de Pós-Graduação
TERMO DE COMPROMISSO - PROCEDIMENTOS E REGRAS DO FIAT DE PONTA A PONTA PROGRAMA DE VISITAS À FIAT AUTOMÓVEIS S/A
TERMO DE COMPROMISSO - PROCEDIMENTOS E REGRAS DO FIAT DE PONTA A PONTA PROGRAMA DE VISITAS À FIAT AUTOMÓVEIS S/A A FIAT AUTOMÓVEIS S/A, doravante simplesmente FIAT para fins deste instrumento, oferece
PRÁTICA 03 - DETERMINAÇÃO DE CLORETO PELO MÉTODO DE MOHR E FAJANS
PRÁTICA 03 - DETERMINAÇÃO DE CLORETO PELO MÉTODO DE MOHR E FAJANS Aula 13 METAS Familiarizar com as técnicas de preparo e padronização de uma solução de AgNO3; determinar a concentração de cloreto em soro
Experiência 07: Preparo de Solução a partir de Substâncias sólidas, Liquidas e de Solução Concentrada
1 Experiência 07: Preparo de Solução a partir de Substâncias sólidas, Liquidas e de Solução Concentrada 1. Questões de estudo - Como preparar uma solução aquosa de NaOH 0,1 M? - Como preparar uma solução
Construção. Sika Baldrame. Membrana asfáltica para impermeabilização de fundações. Descrição do Produto. Usos. Características / Vantagens
Ficha do Produto Edição 24/03/2015 Sika Baldrame Membrana asfáltica para impermeabilização de fundações. Descrição do Produto Usos Características / Vantagens Dados do Produto Aspecto / Cor Espessura Embalagem
VEDAJÁ é um revestimento impermeável de alta aderência e de fácil aplicação.
Descrição VEDAJÁ é um revestimento impermeável de alta aderência e de fácil aplicação. Pode ser aplicado sobre concreto, alvenaria e argamassa. VEDAJÁ proporciona impermeabilidade, mesmo com a ocorrência
Estabelecer o procedimento para o manuseio de itens de ensaio (amostras e seus frascos) da EcoCerta Análises Ambientais Ltda.
1. Objetivo Estabelecer o procedimento para o manuseio de itens de ensaio (amostras e seus frascos) da Análises Ambientais Ltda. 2. Responsabilidade O Gerente Técnico é responsável pelo setor de Recebimento
INSTITUTO POLITÉCNICO DE TOMAR ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Química e do Ambiente. Trabalho Prático nº 1
INSTITUTO POLITÉCNICO DE TOMAR ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Química e do Ambiente QUÍMICA I (1º Ano 1º Semestre) 1. Introdução Trabalho Prático nº 1 Medição do volume e massa
A.L.2.3 NEUTRALIZAÇÃO: UMA REACÇÃO DE ÁCIDO-BASE
A.L.2.3 NEUTRALIZAÇÃO: UMA REACÇÃO DE ÁCIDO-BASE QUÍMICA 11.ºANO QUESTÃO-PROBLEMA Como neutralizar resíduos de ácidos/bases do laboratório de Química da escola? Como identificar se os resíduos são de uma
UNIVERSIDADE FEDERAL DA FRONTEIRA SUL Gabinete do Reitor PORTARIA Nº 473/GR/UFFS/2013
UNIVERSIDADE FEDERAL DA FRONTEIRA SUL Gabinete do Reitor O REITOR PRÓ TEMPORE DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA FRONTEIRA SUL - UFFS, no uso de suas atribuições legais, resolve: Art. 1º ESTABELECER os critérios
Nome do produto: MC Injekt 2300 PLUS (A) FISPQ nº: 1057 Data da última revisão: 02/04/2007
Página 1 de 5 1. Identificação do produto e da empresa - Nome do produto: MC Injekt 2300 PLUS (Parte A) - Código interno do produto: 1057/ 1118/ 1146 - Nome da empresa: MC-Bauchemie Brasil Indústria e
BOLETIM TÉCNICO FR413-00 (REV. 00)
BOLETIM TÉCNICO FR413-00 (REV. 00) Esmalte Imobiliário Premium Fluence Acetinado É um produto de excelente qualidade e brilho. Possui elevada resistência ao intemperismo, fácil aplicação e limpeza, ótimo
PB 202 P Contadora e Classificadora de Moedas
ProBank PB 202 P Contadora e Classificadora de Moedas ÍNDICE 1Identificação :...3 2Instalação:...3 2.1Conteúdo...3 2.2Desembalagem :...3 2.3Instruções de Instalação :...3 3Documentos :...3 3.1Especificações
DOSSIER DE ACREDITAÇÃO PARA FORMAÇÃO EM SIV
Instituto Nacional de Emergência Médica, I.P. DOSSIER DE ACREDITAÇÃO PARA FORMAÇÃO EM SIV Maio de 2012 Departamento de Formação em Emergência Médica Rua Almirante Barroso, n.º 36, 4º Piso 1000-013 Lisboa
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
UNIP UNIVERSIDADE PAULISTA ATIVIDADES COMPLEMENTARES TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS TECNOLOGIA EM AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL TECNOLOGIA EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO TECNOLOGIA EM
Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido- DMPL
Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido- DMPL Para efetuar a parametrização da DMPL, deverá clicar no menu Cadastro, e em seguida clicar na opção Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido
PROCEDIMENTO OPERACIONAL. Coleta de Amostras. 1. OBJETIVOS Descrever o procedimento para a coleta de amostras destinadas às análises microbiológicas.
1 de 7 1. OBJETIVOS Descrever o procedimento para a coleta de amostras destinadas às análises microbiológicas. 2. AREA DE APLICAÇÃO Coleta de amostras para análises microbiológicas. 3. DEFINIÇÕES Swab
GUIA DE COLETA E PRESERVAÇÃO DE AMOSTRAS
Página 1 10 1 1. OBJETIVO E ÁREA DE APLICAÇÃO: O objetivo ste procedimento é informar através do Guia s, quais são as preservações e os frascos utilizados para cada parâmetro analítico, bem como os prazos
Revisado em 18/11/2008
PROCEDIMENTOS PARA VERIFICAÇÃO INICIAL E SUBSEQUENTE DE TANQUES DE ARMAZENAMENTO E RESFRIAMENTO DE LEITE A GRANEL NORMA N o NIE-DIMEL- APROVADA EM N o Revisado em 18/11/2008 SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Campo
Regulamento dos Cursos Técnicos Superiores Profissionais do IPA. 2014Jul29. Documento. Data. Conselho Pedagógico. Científico.
Documento Data Regulamento dos Cursos Técnicos Superiores Profissionais do IPA 2014Jul29 Conselho Pedagógico Conselho Científico Conselho Direção Técnico- de REVISÃO DO DOCUMENTO Versão Alteração Por Data
A VALE. É uma empresa de mineração diversificada com foco global e negócios em logística e geração de energia.
Planejamento e Gestão da Dragagem de Manutenção: Porto de Tubarão A VALE É uma empresa de mineração diversificada com foco global e negócios em logística e geração de energia. É um dos maiores produtores
