INJEÇÃO INTRAVITREA E ENDOFTALMITE INTRODUÇÃO
|
|
|
- Neusa Desconhecida de Paiva
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1
2 INTRODUÇÃO Com a revolução no final dos anos 90 no tratamento farmacológico das mais comuns doenças retinianas, as injeções intra-vitreas tornaram-se numa das ferramentas terapêuticas mais usadas pelos especialistas de retina e restantes oftalmologistas
3 INTRODUÇÃO Embora desde muito cedo se tenha utilizado a via intra-vitrea para a administração de fármacos por ex. antivirais,foi apenas a partir de 2005 com o BOOM dos medicamentos anti-angiogénicos que esta via de administração se tornou cada vez mais comum. Anti-angiogénicos Triamcinolona Pegaptanib Bevacizumab Ranibizumab Aflibercept
4 Aproximadamente 1,75 milhões de americanos tem DMI avançada dobro até 2020 Aumento considerável da probabilidade de aparecimento de Efeitos Adversos Oculares Graves Catarata Hemorragia de Vitreo Descolamento de retina Endoftalmite Infecciosa
5 INCIDÊNCIA Incidência de endoftalmite pós injeção intra-vitrea é muito baixa, podendo ir de 0,1% a 1,6% (1 em cada ) Serviço de Oftalmologia HFF - cerca de injeções /semana desde endoftalmite (Ranibizumab)
6 VISION (VEGF Inhibition Study in Ocular Neovascularization) 1º ano 1,3% 2º ano 0,6% (após normalização do protocolo) PIER - (Phase IIIb,Multicenter, Randomized, Double-Masked, Sham Injection-Controlled Study of the Efficacy and Safety of Ranibizumabin Subjects with Subfoveal Choroidal Neovascularization[CNV] with or without Classic CNV Secondary to AMD) - 0% MARINA - 1,0% DRCDnet e SCORE - 1 em ,05%
7 Ranibizumab and Bevacizumab for Treatment of Neovascular Age-Related Macular Degeneration Two-Year Results Comparison of Age-related Macular Degeneration Treatments Trials (CATT) Research Group* Ophthalmology 2012 Jul;119(7): Patients (n )
8 AGENTES MAIS FREQUENTES Agentes etiológicos mais frequentes são os presentes nos anexos perioculares, cílios e fundos de saco conjuntivais: Staphylococcus coagulase negativos Staphylococcus epidermidis. Staphylococcus aureus Streptococcus spp. Propionibacterium acnes
9 AGENTES MAIS RAROS An Outbreak of Streptococcus Endophthalmitis after Intravitreal Injection of Bevacizumab Roger A. Goldberg1, Harry W. Flynn Jr.1, Ryan F. Isom1, Darlene Miller1, and Serafin Gonzalez1 1Department of Ophthalmology, Bascom Palmer Eye Institute, University of Miami Miller School of Medicine, Miami, Florida, USA Am. J. Ophthalmol Feb;153(2): Em 12 casos de endoftalmite pos injeção intravitrea de bevacizumab proveniente da mesma origem, foi detectado, Streptococcus mitis/oralis na cultura vitrea e nas seringas usadas fonte de contaminação externa na altura da preparação
10 PREVENÇÃO DA ENDOFTALMITE BEVACIZUMAB / CASO ESPECIAL Medicamento off-label Preparação e separação das doses : Meio hospitalar, em camara de fluxo laminar vertical Técnico próprio separado de outras preparações
11 Seleção dos doentes: Não efectuar em situações de processos infecciosos /inflamatórios do globo ocular ou anexos: Conjuntivite ; blefarite, meibomite
12 Local da injeção: Bloco operatório ou Sala Dedicada Cirurgião com máscara cirúrgica, touca e luvas Utilização de anestésico tópico em unidose
13 Desinfeção: INJEÇÃO INTRAVITREA E ENDOFTALMITE Povidona Iodada a 5%-10% na pele e fundos de saco conjuntivais Utilização de pano esterilizado com óculo e blefaróstato cirúrgico IMP isolar os cílios e margens palpebrais
14 Injeção: Local da injeção a 3,5-4 mm do limbo Injeção dirigida ao centro do globo ocular não tocando a pele da margem palpebral e cílios IMP variar o local da injeção Após injeção, tamponar com bastonete e colocar novamente povidona iodada Penso oclusivo
15 Aconselhamento do doente Retirar o penso ao chegar a casa Evição de locais poluidos Evitar esforços físicos Cuidados pós operatórios básicos Reconhecimento de sinais de alarme infecciosos
16 Instituição de antibioterapia tópica? Qual Antibiótico? Faz sentido??
17 IMP povidona iodada - microbicida de amplo espectro, disrupção das paredes celulares bacterianas e virais após um curto espaço de tempo (de 15 a 120 seg pos contacto) Não desenvolve resistência Tem poucas reações adversas (efeito irritativo ou dermatite de contacto) Baixo custo
18 Adiccionar antibioterapia Tópica? Faz sentido? INJEÇÃO INTRAVITREA E ENDOFTALMITE 1º ponto: Medicina baseada na evidência/ Estudos efectuados / incidência de endoftalmite The Role of Topical Antibiotic Prophylaxis to Prevent Endophthalmitis after Intravitreal Injection. Storey P, Dollin M, Pitcher J, Reddy S, Vojtko J, Vander J, Hsu J, Garg SJ; Post-Injection Endophthalmitis Study Team Ophthalmology Oct 18 CONCLUSÃO: A incidência de endoftalmite é baixa pos injeção intravitrea. O uso de colirio tópico de antibiotico não reduz o risco de endoftalmite, estando inclusive associado ao seu aumento.
19 Adiccionar antibioterapia Tópica? Faz sentido? INJEÇÃO INTRAVITREA E ENDOFTALMITE The Risk of Endophthalmitis Following Intravitreal Injection in the DRCR.net Laser-Ranibizumab-Triamcinolone Clinical Trials Abdhish R. Bhavsar, M.D.1,Joseph M. Googe Jr, M.D.2,Cynthia R. Stockdale, M.S.P.H.3,Neil M. Bressler, M.D.4, Alexander J. Brucker, M.D.5, Michael J. Elman, M.D.6, and Adam R. Glassman, M.S.3 for the Diabetic Retinopathy Clinical Research Network Arch.Ophthalmol Dec;127(12): Conclusão- Usando protocolo com povidona iodada e blefarostato cirúrgico esterilizado, os resultados revelam baixa incidência, de endoftalmite e sem diferença usando ou não antibiotico pré e/ou pós injeção.
20 Adiccionar antibioterapia Tópica? Faz sentido? INJEÇÃO INTRAVITREA E ENDOFTALMITE 2º ponto: Aparecimento de resistências A exposição da flora ocular aos Abs oftálmicos tópicos leva á emergência de cepas resistentes sobretudo em inj iv com os mesmos colirios repetidos, quase mensalmente (Kim and Toma,2011). As resistências bacterianas ás quinolonas passaram de 32 % a 63% nos ultimos anos
21 Adiccionar antibioterapia Tópica? Faz sentido? INJEÇÃO INTRAVITREA E ENDOFTALMITE 3º ponto: Custo Económico Antibioterapia tópica tem carga económica pesada para os doentes e sistemas de saúde, com gastos de cerca de 100 dólares/ano por doente (USA) Pode ser superior nas quinolonas de ultima geração.
22 Adiccionar antibioterapia Tópica? Faz sentido? Consensual Antibioterapia tópica pós injeção, com colírio de ofloxacina : 1 gt 5 xdia durante 5-7dias
23 ENDOFTALMITE: Apresentação clínica Aparecimento às horas, mais precoce do que a endoftalmite pós cirurgia de catarata Olho vermelho, baixa da acuidade visual e dor moderada Reação de camara anterior pouco exuberante, raramente com hipopion Vitrite marcada com obscurecimento do fundo ocular Prognóstico visual é mais reservado
24 ENDOFTALMITE: Apresentação clínica Endoftalmite pós injeção intravitrea / pós cirurgia de catarata Mais precoce e com menos reação de câmara anterior na pós intravitrea Diferença na porta de entrada dos agentes patogénicos: Incisões corneanas na cirurgia de catarata Inoculação directa na injeção intra-vitrea
25 ENDOFTALMITE: Terapêutica Consensual Terapêutica imediata, o mais precoce possível logo após o diagnóstico com: Internamento se possível Injeção intra-vítrea de antibiótico, Vancomicina e Ceftazidima preparada em farmácia hospitalar Colirios reforçados de antibióticos (discutivel)
26 ENDOFTALMITE: Controvérsia Terapêutica Controverso +/- Antibioterapia sistémica empírica? Controverso Sem resposta? Repetição de Injeção intra-vítrea? / Vitrectomia? Precoce? / Tardia Consensual Decisão deve ser deixada ao cirurgião e de acordo com a evolução e gravidade do quadro clínico HFF- Injeção intravitrea de Abs ás 24 horas / Vitrectomia aos 5 dias Manutenção do seu esquema de anti-angiogénicos
27 Pars plana vitrectomy in the management of patients diagnosed with endophthalmitis following intravitreal anti-vascular endothelial growth factor injection. Chaudhary KM, Romero JM, Ezon I, Fastenberg DM, Deramo VA. Retina Jul-Aug;33(7): Estudo retrospectivo de 2007/ doentes CONCLUSÃO: Doentes com endoftalmite pos inj IV de anti -VEGF e que fizeram TAP (aspiração vitrea e inj iv de antibiotico) recuperaram mais a visão base-line do que os que também fizeram vitrectomia. Este estudo não suporta o benefício da vitrectomia em todos os doentes apenas nos casos de agravamento do quadro clínico
28 PSEUDO-ENDOFTALMITE INJEÇÃO INTRAVITREA E ENDOFTALMITE Injeção intra-vítrea de Triamcinolona Material esbranquiçado na câmara anterior que simula material inflamatório/hipopion Baixa da acuidade visual, olho branco e sem dor Mais frequente nos pseudofáquicos, injeção muito anterior Cristais de triamc/excipiente Sem necessidade de actuação terapêutica
29 ENDOFTALMITE é a complicação mais temida e grave das inj intrav pela possibilidade de perda devastadora de visão - Embora a incidência de endoftalmite pós injeção intra-vítrea seja ainda baixa está a aumentar devido ao aumento do nº de doentes a injectar e o aumento exponencial do nº de inj por doente -Necessidade de se seguirem protocolos rígidos no local e na técnica de assepsia da injeção - Critério do médico a utilização de antibioterapia tópica -Diagnóstico precoce da endoftalmite, com instituição atempada de terapêutica: injeção iv de antibiótico e/ou vitrectomia
Guia para a gestão dos riscos associados às injeções intravítreas durante o tratamento com Lucentis
Guia para a gestão dos riscos associados às injeções intravítreas durante o tratamento com Lucentis Informação para o médico oftalmologista Introdução O guia de informação do médico é um dos materiais
TEMA: USO DO RANIBIZUMABE NA OCLUSÃO DE DE VEIA RETINIANA CENTRAL
NOTA TÉCNICA 141/2014 Solicitante Emerson Chaves Motta Juíza de Direito - Comarca de Teófilo Otoni - MG. Processo número: 0686 14 010142-5 Data: 18/07/2014 Medicamento X Material Procedimento Cobertura
Complicação severa das feridas oculares abertas % de todos os casos de endoftalmites infecciosas
Complicação severa das feridas oculares abertas 25-30% de todos os casos de endoftalmites infecciosas 3,4% de incidência em feridas oculares abertas [0% - 60%] Diagnóstico A endoftalmite não é um diagnóstico
Infecções Associadas aos Cuidados de Saúde (IACS) O contributo dos Diagnósticos In Vitro
Infecções Associadas aos Cuidados de Saúde (IACS) O contributo dos Diagnósticos In Vitro IACS - Um problema de Saúde Pública Taxa de IACS em Portugal (2012) Mortes em Portugal ICAS (2012) Custos associados
Glaucoma. Juarez Sabino da Silva Junior Técnico de Segurança do Trabalho
Glaucoma Juarez Sabino da Silva Junior Técnico de Segurança do Trabalho GLAUCOMA O Glaucoma é uma doença causada pela lesão do nervo óptico relacionada a pressão ocular alta. Glaucoma Crônico e agudo Crônico:
Acesso às Consultas Externas do Serviço de Estomatologia do Hospital de Santa Maria do Centro Hospitalar Lisboa Norte
Acesso às Consultas Externas do Serviço de Estomatologia do Hospital de Santa Maria do Centro Hospitalar Lisboa Norte O Serviço de Estomatologia do Hospital de Santa Maria (SE do HSM) do Centro Hospitalar
Tecnologia de computadores. Alexandre Pontes nº27340 Wilson Roque nº27636
Tecnologia de computadores Alexandre Pontes nº27340 Wilson Roque nº27636 Objectivos A implementação de sistemas de informação na saúde tem os seguintes objectivos: Administrativos e financeiros dados de
Procedimento Descrição Custo
Nome do procedimento de acordo com a terminologia da CBHPM/TUSS (se possível, informar também o nome em inglês). Descrição do que consiste o procedimento, qual sua finalidade, qual a importância da inclusão
Milton Ruiz Alves. Medida da Acuidade Visual em Ambulatório de Saúde Ocupacional
Medida da Acuidade Visual em Ambulatório de Saúde Ocupacional Milton Ruiz Alves O apresentador declara não apresentar conflitos de interesse que possam ser relacionados à sua apresentação As funções visuais
Comparação da Eficácia entre Bevacizumab e Ranibizumab no Edema Macular Associado à Oclusão Venosa da Retina
Oftalmologia - Vol. 38: pp.1-6 Artigo de Revisão Comparação da Eficácia entre Bevacizumab e Ranibizumab no Edema Macular Associado à Oclusão Venosa da Retina Renata Rothwell 1, Sofia Fonseca 2, Lígia Ribeiro
436/2014. Ranibizumabe (Lucentis ) para tratamento da DMRI
28/07/2014 436/2014 Ranibizumabe (Lucentis ) para tratamento da DMRI SOLICITANTE : Dra Renata Abranches Perdigão. Juiza de Direito da Comarca de Campo Belo/MG NÚMERO DO PROCESSO: 112.14.005843-2 SOLICITAÇÃO/
TEMA: Anti-angiogênico (Eylia - aflibercepte) no tratamento de edema macular na obstrução da veia central da retina
Data: 03/03/2016 NT 07/2016 Solicitante: Juiz de Direito Sérgio Castro da Cunha Peixoto 1ª Unidade Jurisdicional Cível Juizado de Consumo da Comarca de Belo Horizonte Número do processo: 9014825.22.2016.813.0024
Prevenção e Critério Diagnóstico de Infecção de Sítio Cirúrgico
Prevenção e Critério Diagnóstico de Infecção de Sítio Cirúrgico Prevenção e Critério Diagnóstico de Infecção de Sítio Cirúrgico Liene Câmara Belém Pa 2015 INFECÇÃO DE SÍTIO CIRÚRGICO ANVISA Grupos de trabalho
Tabela 1 Resultados no mês 12 e mês 24 no estudo FVF2598g (MARINA) Medida do resultado
LUCENTIS ranibizumabe APRESENTAÇÕES Solução para injeção a 10 mg/ml. Embalagem com 1 frasco-ampola contendo 2,3 mg de ranibizumabe em 0,23 ml de solução, uma agulha com filtro para retirada do conteúdo
FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR
FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR Gentocil, 3 mg/g, pomada oftálmica Gentocil, 3 mg/ml, colírio, solução Gentamicina APROVADO EM Leia atentamente este folheto antes de utilizar este medicamento.
CONSENTIMENTO ESCLARECIDO DO USO DE CONTRASTE
CONSENTIMENTO ESCLARECIDO DO USO DE CONTRASTE FORMULÁRIO PADRÃO FP CENF 523 Versão: 02 Nome: Quarto: Registro: Exame: TIPO DE SERVIÇO: ( ) ANGIOGRAFIA ( ) UROGRAFIA EXCRETORA ( ) HEMODINÂMICA ( ) COLANGIOGRAFIA
GUIDELINES DA DEGENERESCÊNCIA MACULAR DA IDADE (DMI)
2012 GUIDELINES DA 2012 GUIDELINES DA Índice Nota Introdutória 03 Guidelines da DMI 2012 05 I. Recomendações para o diagnóstico e tratamento 05 DMI precoce ou maculopatia precoce relacionada com a idade
ALLERGAN PRODUTOS FARMACÊUTICOS LTDA
FILMCEL ALLERGAN PRODUTOS FARMACÊUTICOS LTDA Solução Oftálmica Estéril hipromelose 0,5% BULA PARA O PACIENTE APRESENTAÇÕES Solução Oftálmica Estéril Frasco plástico conta-gotas contendo 10 ml de solução
ASSOCIAÇÃO MÉDICA BRASILEIRA
r e v a s s o c m e d b r a s. 2 0 1 3;5 9(2):106 111 Revista da ASSOCIAÇÃO MÉDICA BRASILEIRA www.ramb.org.br Diretrizes em foco Degeneração macular relacionada à idade Age-related macular degeneration
FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR
FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR Floxedol, 3 mg/ml, colírio, solução Ofloxacina APROVADO EM Leia atentamente este folheto antes de utilizar este medicamento. - Conserve este folheto. Pode
Câmara Técnica de Medicina Baseada em Evidências. Avaliação de Tecnologias em Saúde
Câmara Técnica de Medicina Baseada em Evidências Avaliação de Tecnologias em Saúde Implante intravítreo de polímero farmacológico de liberação controlada no tratamento de edema macular nas oclusões venosas
O QUE É? O RETINOBLASTOMA
O QUE É? O RETINOBLASTOMA Retina O RETINOBLASTOMA O QUE SIGNIFICA ESTADIO? O QUE É O RETINOBLASTOMA? O Retinoblastoma é um tumor que se desenvolve numa zona do olho chamada retina. A retina é uma fina
IMPROVEMENT OF VISUAL ACUITY IN PATIENTS WITH RELATED MACULAR DEGENERATION AGE AFTER TREATMENT WITH ANTI-VEGF INTRAVITREAL - A CROSS STUDY
MELHORA DA ACUIDADE VISUAL EM PACIENTES PORTADORES DE DEGENERAÇÃO MACULAR RELACIONADA À IDADE APÓS TRATAMENTO COM ANTI-VEGF INTRAVÍTREO UM ESTUDO TRANSVERSAL 1 RESUMO BITENCOURT, Bruna 2 MACHADO, Roberto
O QUE SÃO AS VACINAS?
VAMOS FALAR VACINAS SOBRE O QUE SÃO AS VACINAS? As vacinas são substâncias que estimulam o corpo a se defender contra os organismos (vírus e bactérias) que provocam doenças. Protegem milhões de crianças
DR. EVANDRO LUÍS ROSA CRM-SC Graduado em Medicina pela Universidade Federal de Santa Catarina 1992.
DR. EVANDRO LUÍS ROSA CRM-SC 5957 FORMAÇÃO Graduado em Medicina pela Universidade Federal de Santa Catarina 1992. Especializado em Oftalmologia no Hospital de Olhos Sadalla Amin Ghanem. Oftalmologista
Utilização off label do bevacizumabe (Avastin ) intraocular: viabilidade do fracionamento
Utilização off label do bevacizumabe (Avastin ) intraocular: viabilidade do fracionamento STC - Setor de Suporte Técnico-científico Farmoterápica Autora: Janaina Rezende Em 2011, a Câmara Técnica de Oftalmologia
RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO PRÉVIA DO MEDICAMENTO PARA USO HUMANO EM MEIO HOSPITALAR
RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO PRÉVIA DO MEDICAMENTO PARA USO HUMANO EM MEIO HOSPITALAR DCI ranibizumab N.º Registo Nome Comercial Apresentação/Forma Farmacêutica/Dosagem PVH PVH com IVA Titular de AIM 5588744
Briefing hepatites. Números gerais da Hepatite casos confirmados
Briefing hepatites Números gerais da Hepatite casos confirmados Casos acumulados 1999 a 2009 Taxa de incidência/detecção 2009 (nº de casos a cada 100 mil hab.) Óbitos acumulados 1999 a 2009 Coeficiente
FOLHETO INFORMATIVO FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR. edolfene 0,3 mg/ml Colírio, solução. Flurbiprofeno sódico
FOLHETO INFORMATIVO FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR edolfene 0,3 mg/ml Colírio, solução Flurbiprofeno sódico Leia atentamente este folheto antes de utilizar este medicamento. - Conserve
S.R. DA PRESIDÊNCIA PARA AS FINANÇAS E PLANEAMENTO, S.R. DA EDUCAÇÃO E ASSUNTOS SOCIAIS. Portaria Nº 62/1997 de 7 de Agosto
S.R. DA PRESIDÊNCIA PARA AS FINANÇAS E PLANEAMENTO, S.R. DA EDUCAÇÃO E ASSUNTOS SOCIAIS Portaria Nº 62/1997 de 7 de Agosto A escassez de profissionais de saúde, designadamente nalgumas especialidades da
Hipertensão Arterial. Promoção para a saúde Prevenção da doença. Trabalho elabora do por: Dr.ª Rosa Marques Enf. Lucinda Salvador
Hipertensão Arterial Promoção para a saúde Prevenção da doença Trabalho elabora do por: Dr.ª Rosa Marques Enf. Lucinda Salvador O que é a Pressão Arterial? É a pressão que o sangue exerce nas paredes das
Departamento de Oftalmologia da A
Departamento de Oftalmologia da A CBHPM: 3.03.12.12-4 Página 51 Porte 10C, 1 aux, Porte anestésico 5 50 mil crianças cegas no mundo Se não ttar doença limiar: 50% evolui anatomica e funcionalmente mal
MANIPULAÇÃO DE QUIMIOTERÁPICOS
MANIPULAÇÃO DE QUIMIOTERÁPICOS ANTINEOPLÁSICOS SÃO POTENCIALMENTE: Mutagênicos Carcinogênicos Teratogênicos Fetotóxicos Esterilizantes RISCOS OCUPACIONAIS Exposição aguda: Retirada de solução do frasco-ampola
ACREDITAÇÃO HOSPITALAR: METODOLOGIA QUE GARANTE A MELHORIA DA GESTÃO DE PROCESSOS DA INSTITUIÇÃO
ACREDITAÇÃO HOSPITALAR: METODOLOGIA QUE GARANTE A MELHORIA DA GESTÃO DE PROCESSOS DA INSTITUIÇÃO Setembro 2008 Hoje Visão sistêmica Foco: Atuação das Pessoas Hospitalidade Gestão de risco Anos 90 Foco:
CENTRO HOSPITALAR COVA DA BEIRA. Isabel Flores Assistente Graduada Anestesiologia CHCB
CENTRO HOSPITALAR COVA DA BEIRA Isabel Flores Assistente Graduada Anestesiologia CHCB Consentimento INFORMADO Faz tudo ocultando ao doente a maioria das coisas (...) distrai a sua atenção. Anima-o sem
Câmara Técnica de Medicina Baseada em Evidências. Avaliação de Tecnologias em Saúde
Câmara Técnica de Medicina Baseada em Evidências Avaliação de Tecnologias em Saúde Aflibercepte (Eylia) vs Ranibizumabe (Lucentis) na Doença Macular Relacionada a Idade Canoas, Março de 2014. Câmara Técnica
RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO. O TERRICIL é usado igualmente na profilaxia pré e pós-operatória, e em geral, nas feridas do globo ocular.
RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO 1 DENOMINAÇÃO DO MEDICAMENTO TERRICIL, pomada oftálmica.5 mg/g 2 COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA Cloridrato de oxitetraciclina a 0,5 mg/g Excipientes ver
RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO
RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO 1. nome do medicamento Tedol 20 mg/ml Champô 2. Composição qualitativa e quantitativa Cetoconazol a 20 mg/ml. Lista completa de excipientes, ver secção 6.1. 3.
Organização dos Serviços Farmacêuticos
Organização dos Serviços Farmacêuticos Uma vez planificados os S.F. deve partir-se para a organização do serviço que compreende Estruturar as diferentes secções Definir as funções de cada secção e estabelecer
TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO
TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO O(A) paciente, ou seu responsável, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização ao
URGÊNCIAS EM OFTALMOLOGIA
URGÊNCIAS EM OFTALMOLOGIA SEGMENTO POSTERIOR Ana Vergamota, José Pedro Silva SEGMENTO POSTERIOR ESCLERA Íris Córnea PUPILA CRISTALINO CONJUNTIVA Vítreo Coróide Nervo óptico Mácula RE T IN A SINTOMAS Diminuição
Modelo de Atenção às Condições Crônicas. Seminário II. Laboratório de Atenção às Condições Crônicas. Estratificação da Depressão. Gustavo Pradi Adam
Modelo de Atenção às Condições Crônicas Seminário II Laboratório de Atenção às Condições Crônicas Estratificação da Depressão Gustavo Pradi Adam Estratificação Alguns episódios depressivos podem ser acompanhados
Protocolo Clínico DEGENERAÇÃO MACULAR RELACIONADA À IDADE
Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal Subsecretaria de Atenção à Saúde Diretoria de Assistência Especializada Comissão Permanente de Protocolos de Atenção à Saúde Protocolo Clínico DEGENERAÇÃO
ZYMAR GATIFLOXACINO 0.3%
ZYMAR SOLUÇÃO OFTÁLMICA GATIFLOXACINO 0.3% 0 APRESENTAÇÃO Solução Oftálmica Estéril Frasco plástico conta-gotas contendo 5 ml de solução oftálmica estéril de gatifloxacino (3 mg/ml). VIA DE ADMINISTRAÇÃO
Eylea. aflibercept. O que é o Eylea? Para que é utilizado o Eylea? Resumo do EPAR destinado ao público
EMA/677928/2015 EMEA/H/C/002392 Resumo do EPAR destinado ao público aflibercept Este é um resumo do Relatório Público Europeu de Avaliação (EPAR) relativo ao. O seu objetivo é explicar o modo como o Comité
enfarte agudo do miocárdio
enfarte agudo do miocárdio O que é o enfarte agudo do miocárdio (EAM)? Qual é o tratamento no Enfarte Agudo do Miocárdio? O Enfarte Agudo do Miocárdio é a morte de parte do músculo O tratamento depende
DOENÇAS AUTO-IMUNES SISTÉMICAS NA MEDICINA IV
DOENÇAS AUTO-IMUNES SISTÉMICAS NA MEDICINA IV Objectivos: Conhecer a realidade das Doenças Auto- Imunes Sistémicas (A-IS) da Medicina IV Apresentar a Casuística das A.IS Elucidar sobre as actividades desenvolvidas
ALERGIA INTOLERÂNCIA ALIMENTAR. Laíse Souza. Mestranda Programa de Pós Graduação em Alimentos e Nutrição PPGAN / UNIRIO
ALERGIA X INTOLERÂNCIA ALIMENTAR Laíse Souza Mestranda Programa de Pós Graduação em Alimentos e Nutrição PPGAN / UNIRIO COMO DIFERENCIAR A ALERGIA ALIMENTAR DA INTOLERÂNCIA ALIMENTAR?! ALERGIA ALIMENTAR
TÍTULO: PSORÍASE: PERSPECTIVAS TERAPÊUTICAS CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: FARMÁCIA
TÍTULO: PSORÍASE: PERSPECTIVAS TERAPÊUTICAS CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: FARMÁCIA INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE DE RIBEIRÃO PRETO AUTOR(ES): JULIANA CICELINI ORIENTADOR(ES):
Telefone laboratório Fax Email. Telefone (Chefe laboratório) Pessoal? Trabalho? Contacto Coordenador Regional o Distrital
- Checklist Pré-Instalação Xpert Parte 1:Perfil laboratório Data da Avaliação/Auditoria Nome(s) e Afiliação do Assessor (es) Nome (s) contacto laboratório Telefone/email Nome laboratório Distrito Região
TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO
TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO O (A) paciente _, ou seu responsável, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização
CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO. PARECER COREN-SP 002/2013 CT PRCI n 100.526 e Ticket n 258.403
PARECER COREN-SP 002/2013 CT PRCI n 100.526 e Ticket n 258.403 1. Do fato Assunto: Administração de metotrexato fora do ambiente hospitalar.. Enfermeira questiona se a administração intramuscular do medicamento
PARECER CREMEC N o 32/2008 06/10/2008
PARECER CREMEC N o 32/2008 06/10/2008 PROCESSO-CONSULTA: Protocolo CREMEC Nº 5.564 de 07 de agosto de 2008 INTERESSADO: Erisvaldo Moura Cavalcanti ASSUNTO: Utilização de penicilinas na APS e a obrigatoriedade
Estado atual da quimioterapia de indução seguida de radioquimioterapianos tumores de cabeça e pescoço
Estado atual da quimioterapia de indução seguida de radioquimioterapianos tumores de cabeça e pescoço Juliana Karassawa R3 Radioterapia Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo Divisão de Oncologia
INFLUENZA A (H1N1) Protocolo de Manejo Clínico e Vigilância Epidemiológica da
INFLUENZA A (H1N1) Protocolo de Manejo Clínico e Vigilância Epidemiológica da Situação atual No Brasil e no mundo, caracteriza-se como um cenário de uma pandemia predominantemente com casos clinicamente
Injeção simulada Lucentis 0,5 mg (n = 240) Perda de < 15 letras na acuidade visual (%) a. Mês 12 62% 95% (Manutenção da visão)
LUCENTIS ranibizumabe APRESENTAÇÕES Solução para injeção a 10 mg/ml. Embalagem com 1 frasco-ampola contendo 2,3 mg de ranibizumabe em 0,23 ml de solução, uma agulha com filtro para retirada do conteúdo
RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO. Zineryt, 40 mg/ml + 12 mg/ml, pó e solvente para solução cutânea
RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO 1. NOME DO MEDICAMENTO Zineryt, 40 mg/ml + 12 mg/ml, pó e solvente para solução cutânea 2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA Após reconstituição, um mililitro
DR. MÁRIO JUNQUEIRA NÓBREGA CRM Graduação em Medicina: Escola Paulista de Medicina ( )
DR. MÁRIO JUNQUEIRA NÓBREGA CRM 4294 FORMAÇÃO Graduação em Medicina: Escola Paulista de Medicina (1976-81) Residência Médica em Oftalmologia: Escola Paulista de Medicina (1982-83) Título de Especialista:
a) Episclerite b) Uveíte anterior aguda c) Esclerite d) Glaucoma agudo e) Hemorragia subconjuntival
1) Criança de um ano de idade é levada ao oftalmologista para avaliação de estrabismo percebido pelos pais desde o nascimento. Marque a alternativa correta. a) Provavelmente trata-se de um exodesvio já
POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO ONCOLÓGICA
NOTA TÉCNICA 26 a 2005 POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO ONCOLÓGICA 1 26 a: NT revisada após CT de Atenção á Saúde em 26/10/2005. Brasília, 11 de novembro de 2005. I. Introdução: NOTA TÉCNICA 26a 2005 O Ministério
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO MÓDULO 1 - VISÃO GERAL DA ATIVIDADE NO BRASIL E NO MUNDO HISTÓRICO, CONCEITOS, ETC. Apresentação geral do curso Histórico da medicina hiperbárica Situação atual da medicina hiperbárica
Equipamentos de Proteção Individual Quais as evidências para o uso? Maria Clara Padoveze Escola de Enfermagem Universidade de São Paulo
Equipamentos de Proteção Individual Quais as evidências para o uso? Maria Clara Padoveze Escola de Enfermagem Universidade de São Paulo Declaração Sem conflite de interesse para o tema da apresentação
Estrutura e Montagem dos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas
Estrutura e Montagem dos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas Equipe Técnica Os protocolos foram estruturados em seis módulos interrelacionados abordando aspectos médicos, farmacêuticos e de gerenciamento.
RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO PRÉVIA DO MEDICAMENTO PARA USO HUMANO EM MEIO HOSPITALAR
RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO PRÉVIA DO MEDICAMENTO PARA USO HUMANO EM MEIO HOSPITALAR DCI aflibercept N.º Registo Nome Comercial Apresentação/Forma Farmacêutica/Dosagem PVH PVH com IVA Titular de AIM 5487368
Uso off label do bevacizumabe no tratamento da degeneração macular relacionada à idade
Uso off label do bevacizumabe no tratamento da degeneração macular relacionada à idade Use off label of bevacizumab in the treatment of age-related macular degeneration (amd) Evelyn Roxana Pérez Umaña
Curso de Atendimento em MNSRM: sistema digestivo no adulto (Parte I Pirose e Dispepsia) Referencial Pedagógico
Curso de Atendimento em MNSRM: sistema digestivo no adulto (Parte I Pirose e Dispepsia) Referencial Pedagógico 1. Objectivos/Competências Globais e Específicas Esta acção de formação visa desenvolver competências
PROCEDIMENTO OPERACIONAL NORMATIVO. Preparação dos dispositivos de dispensação semanal da medicação Venalink de selagem a frio
PON N O : 20-001-01 Página 1 de 5 Objetivo: Definir os procedimentos necessários para preparar a medicação semanal da medicação através dos dispositivos Venalink de selagem a frio. Substitui o Procedimento
Silvia Alice Ferreira Enfermeira - DVHOSP
Silvia Alice Ferreira Enfermeira - DVHOSP De onde vem os micro- organismos Fonte: Infecção Hospitalar e suas Interfaces na Área da Saúde Flora normal: proveniente do ambiente e alimentos inofensiva em
Técnica de crushing na remoção de material cortico-nuclear com vitréctomo 23 G. A nossa experiência
Oftalmologia - Vol. 37: pp.237-244 Artigo Original Técnica de crushing na remoção de material cortico-nuclear com vitréctomo 23 G. A nossa experiência Maria Picoto 1, Filipe Isidro 1, Sofia Donato 2, António
FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR
FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR APROVADO EM Zotinar Capilar 1 mg/ml Solução cutânea Desonida Leia atentamente este folheto antes de tomar este medicamento. - Conserve este folheto. Pode
Retinopatia Diabética (RD); rastreio, diagnóstico precoce, referenciação
NORMA NÚMERO: 016/2018 DATA: 13/09/2018 ASSUNTO: Rastreio da Retinopatia Diabética PALAVRAS-CHAVE: PARA: CONTACTOS: Retinopatia Diabética (RD); rastreio, diagnóstico precoce, referenciação Médicos do Serviço
1. O QUE É RONIC E PARA QUE É UTILIZADO
FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR Ronic 1 mg/ml colírio, solução Fosfato de dexametasona Leia atentamente este folheto antes de utilizar este medicamento. -Conserve este folheto. Pode ter
, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização ao (à) médico (a)
TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO O (A) paciente, ou seu responsável, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização
AcuPulse. Com Tecnologia MultiMode. Recomendação Médica Parâmetros de Tratamento
AcuPulse Com Tecnologia MultiMode Recomendação Médica Parâmetros de Tratamento AcuPulse com tecnologia MultiMode TM Tecnologia Multimode única que permite ambas aplicações superficial e profunda com um
CYLOCORT (cloridrato de ciprofloxacino + dexametasona)
CYLOCORT (cloridrato de ciprofloxacino + dexametasona) União Química Farmacêutica Nacional S/A Solução oftálmica estéril 3,0 mg/ml + 1,0 mg/ml CYLOCORT cloridrato de ciprofloxacino + dexametasona Solução
SOLUÇÃO SALINA BALANCEADA
BULA PACIENTE SOLUÇÃO SALINA BALANCEADA HALEX ISTAR Solução Oftálmica (6,371 + 0,746 + 0,515 + 0,305 + 3,950 + 1,670) mg/ml Solução Salina Balanceada IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Solução salina balanceada
Monitorização da Segurança dos Medicamentos: Do Ensaio Clínico à Utilização em Contexto de Vida Real
Monitorização da Segurança dos Medicamentos: Do Ensaio Clínico à Utilização em Contexto de Vida Real Helena Gama, MD, MSc Lagoas Park Hotel, 25 de maio de 2016 INDICE Monitorização de Segurança dos Medicamentos:
PROJETO REVIVENDO O IASERJ
PROJETO REVIVENDO O IASERJ Proposta alternativa à cessão do IASERJ CENTRAL ao INCa Considerando que o servidor público estadual e seus dependentes ( aproximadamente 1.200.000 pessoas ) precisam ter suas
MÓDULO IV SEGURANÇA NA UTILIZAÇÃO DE PRODUTOS FITOFARMACÊUTICOS
Programa de formação sobre a aplicação de MÓDULO IV SEGURANÇA NA UTILIZAÇÃO DE PRODUTOS FITOFARMACÊUTICOS TEMA 2 CARACTERIZAÇÃO DO EQUIPAMENTO DE PROTECÇÃO INDIVIDUAL EPI S Segurança na Utilização de Ler
Assunto: Posicionamento do Ministério da Saúde acerca da integralidade da saúde dos homens no contexto do Novembro Azul.
MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO Á SAÚDE DEPARTAMENTO DE AÇÕES PROGRAMÁTICAS ESTRATÉGICAS COORDENAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE DOS HOMENS COORDENAÇÃO DE SAÚDE DA PESSOA IDOSA DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO
Higienização das mãos. Professora: Fernanda Pereira e Talita Silva Pereira
Higienização das mãos Professora: Fernanda Pereira e Talita Silva Pereira O que é higienização das mãos? É a medida individual mais simples e menos trabalhosa para prevenir a propagação das infecções relacionadas
4.1 Indicações terapêuticas Tratamento preventivo e sintomático da conjuntivite alérgica crónica e sazonal.
RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO 1. NOME DO MEDICAMENTO Lidina 0,125 mg/0,5 ml, colírio, solução 2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA Lidina é um colírio, solução em recipiente unidose, sem
Cateterismo Cardíaco Diagnóstico Angioplastia Coronária
Após Preenchimento entregar: Cateterismo Cardíaco Diagnóstico Angioplastia Coronária ORIGINAL NA ULP; 01 CÓPIA P/ MÉDICO; 01 CÓPIA P/ PACIENTE. CONSENTIMENTO INFORMADO Nome: Registro: Procedimento: ( )
ZYPRED ALLERGAN PRODUTOS FARMACÊUTICOS LTDA
ZYPRED ALLERGAN PRODUTOS FARMACÊUTICOS LTDA Suspensão Oftálmica Estéril gatifloxacino (0,3%) acetato de prednisolona (1%) BULA PARA O PACIENTE Bula para o Paciente Pág. 1 de 7 APRESENTAÇÕES Suspensão Oftálmica
TEMA: USO DO RANIBIZUMABE (LUCENTIS ) NA DEGENERAÇÃO MACULAR RELACIONADA À MIOPIA.
NOTA TÉCNICA Solicitante Juiz Rodrigo da Fonseca Caríssimo - 1ª Vara Cível de Araxá Refere-se ao Processo nº. 0140492-65.2012.8.13.0040 Data: 05/12/2012 Medicamento X Material Procedimento Cobertura TEMA:
TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO
TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO O (A) paciente, ou seu responsável, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização
Probabilidade pré-teste de doença arterial coronariana pela idade, sexo e sintomas
Pergunta: Quais são as principais indicações do teste ergométrico? Resposta: Há décadas o ECG de esforço vem sendo o principal instrumento no diagnóstico da doença cardíaca isquêmica estável e sua indicação
