POLÍTICA PÚBLICA AUDIOVISUAL
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- Baltazar Canela Gil
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1 POLÍTICA PÚBLICA AUDIOVISUAL OPORTUNIDADES E DESAFIOS PARA A PRODUÇÃO REGIONAL ROSANA ALCÂNTARA AGÊNCIA NACIONAL DO CINEMA MERCADO AUDIOVISUAL CEARENSE 2015
2 AGENDA Panorama do Audiovisual no Brasil Contribuição do Audiovisual na Economia Infraestrutura Demanda e Oferta de Conteúdo Brasileiro Política Pública de Financiamento para o Audiovisual Desafios e Perspectivas
3 R$ Bilhões (2011) CONTRIBUIÇÃO DO SETOR NA ECONOMIA O Audiovisual cresceu 9% por ano em média entre 2008 e Taxa de crescimento superior a do PIB do Brasil. O setor representa 0,46% do PIB total. R$ 64,3 1,82% R$ 55,5 1,57% R$ 42,7 1,21% PARTICIPAÇÃO DOS SETORES NA ECONOMIA R$ 16,2 0,46% R$ 15,2 0,43% R$ 14,1 0,40% R$ 3,8 0,11% Fabric. veículos automotores Telecomunicações Serviços de TI SETOR AUDIOVISUAL Fabric. equip. de informática, prod. eletrônicos e ópticos Fabric. de Produtos Farmoquímicos e Farmacêuticos Atividades culturais, recreativas e esportivas Fonte: IBGE/PAS. Elaboração: DIR-RA Metodologia: atividades representadas por CNAEs de 4 dígitos predominantemente ou totalmente relacionadas ao setor audiovisual. Atividades econômicas finalísticas de cada elo da cadeia de valor do setor audiovisual. Período: 2011.
4 PIB DO SETOR AUDIOVISUAL Setor Audiovisual engloba: Empresas de produção, distribuição e exibição dos segmentos de Cinema, TV Aberta, TV Paga, VOD e Vídeo Doméstico. Aluguel de fitas de vídeo, DVD e similares Distribuição cinematográfica, de vídeos e de programas de TV Produção e pós-produção cinematográfica, de vídeos e de Exibição Cinematográfica Programadoras e atividades relacionadas à TV por assinatura VALOR ADICIONADO (R$ Milhões 2011) TV por assinatura por cabo TV Aberta Fonte: IBGE/PAS. Fonte: SEC/ANCINE Elaboração: DIR-RA Metodologia: atividades representadas por CNAEs de 4 dígitos predominantemente ou totalmente relacionadas ao setor audiovisual. Atividades econômicas finalísticas de cada elo da cadeia de valor do setor audiovisual. Período: 2011.
5 INFRAESTRUTURA DE PRODUÇÃO CRESCIMENTO, DESCENTRALIZAÇÃO E MODERNIZAÇÃO DAS EMPRESAS PRODUTORAS NOS ÚLTIMOS 8 MESES PRODUTORAS REGISTRADAS BRASIL REGIÃO NORDESTE REPRESENTA CERCA DE 10 % DO TOTAL DE PRODUTORAS REGISTRADAS NA ANCINE. NORDESTE 658 CEARÁ 106 Fonte: SRE / ANCINE, Maio/2015.
6 DEMANDA E OFERTA NO CINEMA BRASIL EM 2014: 155,6 milhões de espectadores. 10º maior mercado em ingressos. 1º TRI 2015: RENDA CRESCEU 23% 1º TRIMESTRE 2015: Em março 2015, Brasil somou salas no mais moderno parque da história. Destaque para a expansão no Nordeste, que cresceu acima de 50% em 5 anos. TOP TEN MARKETS WORLDWIDE (Millions) 1 Índia EUA & Canadá China México Coréia do Sul França Rússia U.K Japão Brasil 156 Fonte: Focus 1º TRI 2015 CINEMAS SALAS PARTI- CIPAÇÃO CENTRO-OESTE % NORDESTE % NORTE % SUDESTE % SUL % BRASIL % Fonte: SAM / ANCINE. 74% DIGITALIZADO
7 DEMANDA E OFERTA NA TV PAGA Aumento da demanda reflete a regulamentação da Lei /2011. EVOLUÇÃO DO LICENCIAMENTO Obras Brasileiras Obras Estrangeiras Triplicou o licenciamento de obras brasileiras entre 2011 e Mais de 90 canais exibem filmes e séries nacionais, no horário nobre. A Lei gera demanda de horas anuais de produção independente (Abril) Fonte CRT: SRE / ANCINE.
8 DEMANDA E OFERTA NA TV ABERTA FORMA-SE um ciclo de maior participação do conteúdo nacional na TV Aberta, com destaque para produção independente. 21% mais LONGAMETRAGENS brasileiros exibidos em TEMPO PROGRAMAÇÃO* / ORIGEM CONTEÚDO Total Emissoras Brasileiro Estrangeiro N/D Em % 14% 3% Em % 16% 7% Evolução + 8% - 13% * Todas as categorias, incluindo entretenimento, jornalismo e publicidade. EXIBIÇÃO DE FILMES POR EMISSORA Total Emissoras Longametragens Brasileiros Títulos Exibições Em Em Evolução + 21% + 19% * Todas as categorias, incluindo entretenimento, jornalismo e publicidade. Fonte: SAM / ANCINE
9 DEMANDA E OFERTA EM VOD Outros mercados se afirmam como oportunidade para o conteúdo nacional. Total de Serviços VOD no Brasil = 25 Fonte: SAM / ANCINE. LICENCIAMENTO DE OBRAS BRASILEIRAS PARA OUTROS MERCADOS 2015 (Abril) Fonte: SRE / ANCINE.
10 DEMANDA E OFERTA EM VÍDEO DOMÉSTICO Impacto tecnológico se acentua. 54 obras brasileiras em vídeo lançadas em 2014 LANÇAMENTOS EM 2014 Distribuidora Obras Brasileiras Obras Estrangeiras Total Internacionais (Majors) Nacionais TOTAL (Blu Ray + DVD) Fonte: SAM / ANCINE Fonte: SAM / ANCINE.
11 AGENDA Panorama do Audiovisual no Brasil Política Pública de Financiamento para o Audiovisual Incentivos Fiscais Fundo Setorial do Audiovisual Regionalização Cinema Perto de Você Desafios e Perspectivas
12 POLÍTICA DE FINANCIAMENTO A Política Pública Audiovisual se caracteriza pela diversificação e amplitude do financiamento. PLANO DE DIRETRIZES E METAS DO AUDIOVISUAL * POLÍTICA DE FINANCIAMENTO INCENTIVOS FISCAIS FUNDO SETORIAL DO AUDIOVISUAL Crédito BNDES + FSA Investimento e Apoio Incentivo ao Investimento Privado DESENVOLVIMENTO DO SETOR AUDIOVISUAL * Consulte em
13 POLÍTICA DE FINANCIAMENTO FINANCIAMENTO PÚBLICO INCENTIVOS FISCAIS Forte potencial de investimento na Produção. Em 2014, CAPTAÇÃO POR TODOS OS MECANISMOS crescimento de 37% em relação a R$ R$ R$ R$ (Até Maio) Fonte: SFO / ANCINE, em 14/04/2015.
14 POLÍTICA DE FINANCIAMENTO FINANCIAMENTO PÚBLICO INCENTIVOS FISCAIS Maior parceria da produção com TVs e Distribuidoras. 70,0 35,0 CAPTAÇÃO: ART. 3º / ART. 3ºA / ART. 39 (R$ Milhões) 22,0 34,5 66,8 31,5 28,0 60, Art. 3º Art. 3ºA Art. 39, X Em 2014, recursos captados por esses mecanismos cresceram 100%. Fonte: SFO / ANCINE, em 14/04/2015.
15 POLÍTICA DE FINANCIAMENTO PROGRAMA BRASIL DE TODAS AS TELAS Desde 2014, o Programa está investindo mais de R$ 1,2 bilhão. Principais Objetivos: Expansão da produção independente. Desenvolvimento dos arranjos produtivos regionais. Descentralização e digitalização do parque exibidor. Crescimento da TV Paga, com base nas programadoras brasileiras. Parceria entre programadoras e produtoras independentes. Competitividade internacional das empresas brasileiras.
16 POLÍTICA DE FINANCIAMENTO PROGRAMA BRASIL DE TODAS AS TELAS Para alcançar esse objetivos, o PROGRAMA SE ARTICULA EM TORNO DE 4 EIXOS: EIXO 1: DESENVOLVIMENTO DE ROTEIROS. EIXO 2: PRODUÇÃO E DIFUSÃO DE CONTEÚDO Foram INCREMENTADOS os INDUTORES REGIONAIS nas NOVAS LINHAS de Roteiro, Produção e Difusão. EIXO 3: IMPLANTAÇÃO DE SALAS DE CINEMA EIXO 4: CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL
17 POLÍTICAS DE FINANCIAMENTO FUNDO SETORIAL DO AUDIOVISUAL 1º EIXO: PROJETOS E ROTEIROS EM LARGA ESCALA. Estes Editais das novas Linhas já demonstram resultados da Regionalização. CHAMADAS PRODAV DESENVOLVIMENTO 2013/2014 CHAMADA LINHA VALOR DISPONIBILIZADO CONTEMPLADOS Prodav 03** Núcleos Criativos R$ Prodav 04** Laboratório R$ Prodav 05** Desenvolvimento R$ TOTAL R$ **Modalidade Concurso Fonte: SEF / ANCINE. CRITÉRIOS DE REGIONALIZAÇÃO 30% de propostas das regiões N, NE e CO. 10% Sul ou para MG, ES RESULTADOS 19 PROJETOS contemplados da REGIÃO NE. SEIS projetos de ROTEIROS do CEARÁ.
18 POLÍTICA DE FINANCIAMENTO FUNDO SETORIAL DO AUDIOVISUAL 2º EIXO: INVESTIMENTO EM PRODUÇÃO E DIFUSÃO CHAMADA LINHA CRITÉRIO DE REGIONALIZAÇÃO Prodecine 01/2014** Produção Cinema - Reserva de 1/3 de vagas na fase de defesa oral. Prodecine 02/2013* Prodecine 03/2013* Prodecine 04/2013* Produção via Distribuidora Comercialização Complementação - Limite de investimento ampliado quando houver projetos do N, NE, CO, S e MG e ES. - 30% dos recursos para projetos do N, NE e CO. - 10% para projetos do Sul ou MG e ES. - Projeto regional comprova captação menor 30% do orçamento x 40% para o eixo RJ-SP. Prodecine 05/2014** Inovação Linguagem - Reserva de 1/3 de vagas na fase de defesa oral. Prodav 01/2013* Prodav 02/2013* *Seleção em fluxo contínuo **Modalidade Concurso Produção TV Programação Fonte: SEF / ANCINE. - 30% dos recursos para projetos do N, NE e CO. - 10% para projetos do Sul ou MG e ES. - Limite de investimento ampliado quando houver projetos do N, NE, CO, S e MG e ES. Fonte: SEF / ANCINE.
19 POLÍTICA DE FINANCIAMENTO FUNDO SETORIAL DO AUDIOVISUAL 2º EIXO: INVESTIMENTO EM PRODUÇÃO E DIFUSÃO INTERNACIONALIZAÇÃO CHAMADA Prodecine 06 Coprodução majoritária de países latino-americanos R$ 5 milhões disponibilizados Linha em fluxo contínuo Ficção e animação: até R$ 250 mil Documentários: até R$ 175 mil LINHA Coprodução América Latina EDITAL INÉDITO ABERTO desde 18 maio 2015 PRÉ-REQUISITO: Buscar projeto com produtora latino-americana. PAÍSES PARCEIROS Argentina, Bolívia, Costa Rica, Colômbia, Chile, Cuba, El Salvador, Equador, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Porto Rico, Peru, República Dominicana, Uruguai e Venezuela
20 POLÍTICA DE FINANCIAMENTO FUNDO SETORIAL DO AUDIOVISUAL 2º EIXO: INVESTIMENTO EM PRODUÇÃO E DIFUSÃO REGIONALIZAÇÃO É fortalecida a política para o DESENVOLVIMENTO REGIONAL com DUAS LINHAS específicas operadas por parceiras. 1. CAMPO TV PÚBLICA TVs Comunitárias, Universitárias e Educativas Operação em parceria com a EBC. 593 projetos habilitados no Brasil, divulgados no site em 16 de junho. Habilitadas 07 séries do Ceará: 06 de documentário e 01 de animação. CHAMADA LINHA DISPONIBILIZADO HABILITADOS Prodav 08 TV Pública Norte R$ Prodav 09 TV Pública Nordeste R$ Prodav 10 TV Pública Centro-Oeste R$ Prodav 11 TV Pública Sudeste R$ Prodav 12 TV Pública Sul R$ * Inscrições encerradas em 27 abril 2015.
21 POLÍTICA DE FINANCIAMENTO Nordeste terá 30,5% da Linha 2. ARRANJOS FINANCEIROS ESTADUAIS E REGIONAIS para produção: Valor total a ser aportado pelo FSA: R$ 95 milhões. Estados e Municípios aportarão mais R$83 milhões. Foram lançados 30 EDITAIS + 14 EDITAIS para TOTAL DE 25 UFs, com 19 governos de estados, 16 capitais e DF. Norte Nordeste Centro-Oeste Sudeste Sul TOTAL EDITAIS PREVISTOS: EDITAIS PREVISTOS Nº de Projetos Investimento Local Investimento FSA Investimento Total
22 POLÍTICA DE FINANCIAMENTO ARRANJOS FINANCEIROS NORDESTE: R$ 28,9 milhões do FSA + R$ 24,6 milhões de entes locais. 11 Editais lançados + 4 previstos para cerca de 150 projetos. ALAGOAS R$ R$ FSA + R$ Local BAHIA R$ R$ FSA + R$ Local CEARÁ R$ R$ FSA + R$ Local MARANHÃO R$ R$ FSA + R$ Local PARAÍBA R$ R$ FSA + R$ Local PERNAMBUCO R$ R$ FSA + R$ Local RIO GRANDE NORTE R$ R$ FSA + R$ Local SERGIPE R$ R$ FSA + R$ Local
23 POLÍTICA DE FINANCIAMENTO FUNDO SETORIAL DO AUDIOVISUAL 2º EIXO: INVESTIMENTO EM PRODUÇÃO E DIFUSÃO REGIONALIZAÇÃO CEARÁ 1. SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA DO CEARÁ: Edital lançado em 2014: R$ (FSA R$ Ceará R$ ) Resultado publicado em outubro de Projetos com aporte do FSA: 04 Longametragens + 10 Pilotos para TV. Mais: 10 curtas, 02 roteiros, 08 novas mídias, 20 cineclubes e 10 cursos. 2. SECRETARIA DE CULTURA DO MUNICÍPIO DE FORTALEZA: Edital a ser lançado em 2015: R$ FSA R$ 360 mil + SECULT R$ 180 mil Previsão de 09 curtas.
24 POLÍTICA PARA O MERCADO EXIBIDOR CINEMA PERTO DE VOCÊ 3º EIXO: IMPLANTAÇÃO E MODERNIZAÇÃO DE SALAS DE CINEMA LINHAS DE CRÉDITO E INVESTIMENTO Projetos Cinemas Salas FSA BNDES Total Investido Recursos Próprios TOTAL R$ R$ R$ R$ R$ DESONERAÇÃO TRIBUTÁRIA - RECINE TOTAL Salas Assentos Salas Assentos Salas Assentos Salas Assentos Salas Assentos Fonte: SDE ANCINE,
25 POLÍTICA PARA O MERCADO EXIBIDOR CINEMA PERTO DE VOCÊ 3º EIXO: IMPLANTAÇÃO E MODERNIZAÇÃO DE SALAS DE CINEMA PROJETO CINEMA DA CIDADE Convênio Valor Habilitação Escopo ESTADO DO RIO DE JANEIRO R$ 18 Milhões Cidades até 100 mil habitantes 8 complexos de 2 salas ESTADO DO CEARÁ R$ 25 Milhões Sem limite populacional 10 complexos de 2 salas R$ 20 milhões FSA + R$ 5 milhões do Estado do Ceará. Oito cidades já selecionadas: Aracati, Canindé, Cratéus, Crato, Uguatu, Itapipoca, São Benedito e Tauã. Fonte: SDE ANCINE,
26 AGENDA Panorama do Audiovisual no Brasil Política Pública de Financiamento para o Audiovisual Desafios e Perspectivas Financiamento Público Agenda Regulatória Plano de Diretrizes e Metas
27 DESAFIOS DO FINANCIAMENTO PÚBLICO ALARGAMENTO DA DIFUSÃO DO CONTEÚDO INDEPENDENTE: Descentralização na produção e no acesso. Fortalecimento das TVs Públicas. Aproximação das produtoras com programadoras e emissoras. Cumprimento das cotas pela TV Paga. 100% de digitalização do parque exibidor. Ordenação dos grandes lançamentos nos cinemas. Participação nos segmentos de Vídeo sob Demanda e Internet.
28 DESAFIOS DO FINANCIAMENTO PÚBLICO DESBUROCRATIZAÇÃO DO FINANCIAMENTO: Acompanhamento de projetos conforme desenho de produção. Simplificação da seleção e da contratação do FSA. Apresentação do orçamento em grandes itens. Prestação de contas amostral. Desmaterialização e automatização de processos. Previsibilidade dos editais. Sinergia de operações de Fomento.
29 DESAFIOS DA AGENDA REGULATÓRIA NOVOS MARCOS DA POLÍTICA REGULATÓRIA : Revisão da IN de Acompanhamento de Projetos. Revisão da IN de Prestação de Contas. Revisão e simplificação do Programa Geral do PRODAV. Nova regulamentação sobre Direitos Patrimoniais. IN sobre Incentivos Fiscais para TVs e Distribuidoras. Ampliação dos níveis de captação pela IN 54. IN 118 de Termos de Ajuste de Conduta. Ajustes na IN 100. Aprovada Aprovada
30 PERSPECTIVAS DE CONSOLIDAÇÃO PLANO DE DIRETRIZES E METAS DO AUDIOVISUAL Expandir o mercado interno. Universalizar o acesso da população. Transformar o Brasil num forte centro produtor e programador de conteúdos. Mais Produção Audiovisual Independente Desenvolvimento do Setor Audiovisual Brasil entre os 5 principais mercados mundiais em conteúdos audiovisuais para cinema, TV e novas mídias
31 Obrigada.
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