PROJETO DE LEI N o, DE 2009
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1 PROJETO DE LEI N o, DE 2009 (Da Sra. VANESSA GRAZZIOTIN) Cria o Selo Verde Preservação da Amazônia para produtos oriundos da Zona Franca de Manaus (ZFM), e dá outras providências. O Congresso Nacional decreta: Art. 1º Esta Lei cria o Selo Verde Preservação da Amazônia para produtos oriundos da Zona Franca de Manaus com o objetivo de atestar a adequação ambiental de produtos. Art. 2º O Selo Verde Preservação da Amazônia será concedido voluntariamente pelos órgãos e entidades integrantes do Sistema Nacional do Meio Ambiente (Sisnama), segundo critérios estabelecidos nesta Lei, às pessoas jurídicas que ofereçam produtos ambientalmente adequados, segundo os princípios do desenvolvimento sustentável. 1º Órgãos e entidades integrantes do Sisnama são aqueles previstos no art. 6º da Lei nº 6.938, de 31 de agosto de 1981 (Lei da Política Nacional do Meio Ambiente). 2º Para os fins desta Lei, consideram-se produtos ambientalmente adequados aqueles que cumprem, nas etapas de produção, transporte e comercialização, os preceitos éticos e normativos da proteção ambiental. 3º Desenvolvimento sustentável é o economicamente viável, ecologicamente equilibrado e socialmente justo, que satisfaz as
2 2/5 necessidades do presente sem comprometer a capacidade das futuras gerações de atenderem às suas próprias necessidades. Art. 3º Na análise da adequação ambiental para a concessão do Selo Verde Preservação da Amazônia a produtos devem ser considerados os seguintes critérios: I quanto o produto fabricado gera de emprego e recursos evitando a pressão sobre a floresta e o desmatamento; II - conformidade do produto com as normas e padrões exigidos pela legislação ambiental; III reduzido impacto ambiental do produto durante o seu ciclo de vida, principalmente quanto ao baixo consumo de energia, água e outros insumos, reduzida quantidade e periculosidade das emissões gasosas e líquidas e dos resíduos sólidos gerados, contribuição para a conservação da biodiversidade e dos recursos hídricos, baixa ou nula emissão de gases de efeito estufa ou que afetem a camada de ozônio etc.; IV utilização de meio de transporte pouco impactante e que ofereça menores riscos ao meio ambiente e à saúde humana; V boa durabilidade do produto, descartando-se a obsolescência programada; sua embalagem; VI possibilidade de reuso ou reciclagem do produto e VII destinação adequada dos resíduos gerados, com a previsão de recolhimento pós-consumo, se for o caso. Parágrafo único. Outros critérios podem ser adicionados pelo órgão ou entidade integrante do Sisnama responsável pela concessão do Selo Verde Preservação da Amazônia. Art. 4º Para a concessão do Selo Verde Preservação da Amazônia, o órgão ou entidade integrante do Sisnama deve resguardar o sigilo industrial do produto e pode cobrar uma taxa de serviço e firmar convênio ou contrato com órgãos técnicos públicos e privados, a partir da definição das classes de produtos passíveis de obtenção do Selo Verde, dos critérios adicionais para cada classe, da metodologia de avaliação, dos prazos de
3 3/5 concessão e dos casos de cancelamento, que devem ser amplamente divulgados. Art. 5º Enquanto não vencida ou cancelada a concessão, as pessoas jurídicas detentoras do Selo Verde Preservação da Amazônia podem dele fazer uso em suas peças publicitárias ou como melhor lhes aprouver. Art. 6º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. JUSTIFICAÇÃO Ao longo dos últimos 28 anos de atuação da Política Nacional do Meio Ambiente, introduzida pela Lei nº 6.938, de 1981, tem-se observado que o vigente sistema de comando e controle ambiental, apesar de fundamental para a implantação e gestão do Sistema Nacional do Meio Ambiente (Sisnama), vem sendo insuficiente para a resolução de muitos dos problemas ambientais brasileiros. A demanda elevada por recursos humanos e financeiros para as atividades de avaliação de projetos e fiscalização de empreendimentos, que não consegue ser suprida em nenhuma das três esferas da Federação, é a principal responsável pelo êxito apenas parcial da política ambiental pátria. Além dos mecanismos oficiais e compulsórios de controle ambiental, entre os quais a avaliação de impacto ambiental (AIA) e o licenciamento de atividades potencialmente poluidoras ou utilizadoras de recursos naturais, ressente-se da existência de instrumentos econômicos, de caráter voluntário que, ao invés de reprimirem a má conduta ambiental, atuem em campo oposto, incentivando o setor produtivo no rumo do desenvolvimento sustentável. O ICMS Ecológico, introduzido por alguns estados brasileiros, é um exemplo estimulante da adoção de instrumentos econômicos de incentivo à prática de atividades ambientalmente equilibradas e socialmente justas. Na nossa modesta opinião, mais eficaz do que medidas de caráter meramente punitivo de ordem administrativa, penal ou civil e mais efetiva do que ações destinadas apenas a coibir as más práticas
4 4/5 ambientais, por meio de uma atuação estatal a posteriori, é a adoção de providências que previnam a ocorrência dos danos, por meio da educação, da informação e do convencimento, buscando a adesão voluntária de todos no esforço preservacionista. Isso ocorre porque cada vez mais a sociedade toma consciência do valor dos recursos ambientais e da necessidade de maior justiça social, para a sua própria sobrevivência e a das gerações futuras. No âmbito do setor produtivo, a situação não é diferente. Além disso, no mundo globalizado, em que a imagem das empresas por vezes vale tanto ou mais que seu patrimônio físico, é natural que elas busquem formas de expressar sua compatibilidade ambiental. Daí as iniciativas do setor produtivo, de alguns estados ou municípios brasileiros ou mesmo da própria sociedade civil, mediante suas entidades organizadas, de instituírem prêmios do tipo Selo Ambiental, em caráter de incentivo a projetos ambientais que visem tal preservação. No caso presente, pretende-se que a adequação ambiental de um produto possa ser atestada mediante a criação, por lei federal, do Selo Preservação da Amazônia, envolvendo todos os órgãos e entidades do Sisnama que, voluntariamente, queiram aderir a essa iniciativa. Para tal, eles poderão cobrar uma taxa de serviço e firmar convênios ou contratos com órgãos técnicos públicos e privados, a partir da definição das classes de produtos passíveis de obtenção do Selo Verde Preservação da Amazônia, dos critérios adicionais para cada classe, da metodologia de avaliação, dos prazos de concessão e dos casos de cancelamento, que deverão ser amplamente divulgados. Com o intuito de esclarecer o que se considera um produto ambientalmente adequado, estatuem-se, desde já, com base no princípio do desenvolvimento sustentável, alguns critérios demonstrativos de que tal produto contribui para a proteção ambiental. Entre eles, citam-se a segurança ambiental e a produção de impactos ambientais reduzidos, além de alguns critérios previstos para as etapas de transporte e comercialização do produto. Nada impede, contudo, que novos critérios sejam acrescidos pelo órgão ou entidade do Sisnama responsável pela concessão do Selo Verde Preservação da Amazônia. A existência de mais esse instrumento econômico por certo contribuirá para um melhor êxito da política ambiental brasileira, razão
5 5/5 pela qual contamos com a inestimável colaboração dos nobres Pares para a rápida análise e aprovação desta proposição. Sala das Sessões, em 1º de setembro de Deputada VANESSA GRAZZIOTIN
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