INTRODUÇÃO À ROBÓTICA. Professor HENRIQUE
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- Raphael da Costa Rios
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1 INTRODUÇÃO À ROBÓTICA Professor HENRIQUE
2 CONTEÚDO Introdução à Robótica Industrial Classificação Modelos e Tipos Aplicação Atividade de Pesquisa: Transmissão de Força Definição; Elementos Constituintes; Relação de Transmissão; Dificuldades Técnicas; Dimensionamento; Aplicação em Robótica.
3 Definição Manipulador multifuncional programável projetado para mover materiais, partes, ferramentas e outros dispositivos especiais através de movimentos variáveis programados para a realização de uma variedade de trabalhos (RIA). ROBÔ - Máquina universal programável que tem existência no mundo físico e nele atua através de movimentos mecânicos. ESPAÇO DE TRABALHO - Região do mundo que o robô pode alcançar através dos seus movimentos, onde pode levar a cabo as tarefas programadas.
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5 Classificação Quanto a Cronologia Primeira Geração; Segunda Geração; Terceira Geração. Quanto ao Mecanismo do Braço Cartesianos; Cilíndricos; Polares.
6 Primeira Geração São dotados apenas de sensores (percebem apenas estados internos do robô). Requerem um ambiente estruturado (objetos bem posicionados). Têm seqüência fixa (repetem a mesma tarefa). Precisam ser reprogramados para outras tarefas. Dotados de pequeno poder computacional. Braços para coleta de amostras submarinas.
7 Segunda Geração São dotados com sensores internos e externos (percebem os estados do ambiente). Podem atuar em um ambiente parcialmente estruturado. Seus atuadores são pneumáticos, hidráulicos ou elétricos. Reconhecer um objeto, a ser manipulado, fora da sua posição ideal e alterar, em tempo real, os parâmetros de controle, de modo a completar a tarefa.
8 Terceira Geração Fazem uso intensivo de sensores, algoritmos de percepção e algoritmos de controle inteligente, além de poderem se comunicar com outras máquinas. São capazes de tomar decisões autônomas. Podem atuar em um ambiente não estruturado. Uso incipiente na indústria.
9 Manipulador Conjunto de corpos rígidos (elos) interligados em uma cadeia cinemática aberta (através de juntas), acionado por atuadores de modo a posicionar a extremidade livre (garra) em relação a outra extremidade, que é fixa (base).
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11 Elos Estrutura sólida (rígida) do manipulador, que se interligam por intermédio das juntas. Juntas Elemento responsável pela interligação entre dois elos, permitindo o movimento relativo entre os mesmos numa única dimensão ou grau de liberdade.
12 Classificação das Juntas Rotacional Prismática (Lineares)
13 Mecanismo de Braço É o conjunto dos três primeiros elos e suas juntas correspondentes. Responsável pela determinação da posição da ferramenta. Requer atuadores mais potentes (têm maior carga).
14 Classificação dos Mecanismos Cartesiano Cilíndrico Polar
15 Mecanismo do Punho É o conjunto dos três últimos elos do manipulador e suas juntas correspondentes. Responsável pela determinação da orientação da ferramenta. Requer atuadores menos potentes (têm menor carga). São quase sempre rotacionais e seus eixos são perpendiculares entre si.
16 Configurações de Punho 3X 2X 1X
17 Órgão Terminal Elemento de ação do manipulador. Responsável pelo contato entre o manipulador e o objeto. Classificam-se em: Garras e Ferramentas.
18 Hardware
19 Estação de Trabalho Computador que implementa a interface amigável (supervisório) com o operador. Estação de Trabalho Computador dedicado que interpreta o programa, executando as tarefas programadas através de algoritmos de controle das juntas do manipulador.
20 Acionamento Qualquer manipulador possui pelo menos um dos seguintes tipos de acionamento: Pneumático; Hidráulico; Elétrico.
21 Pneumático Leves; Baratos; Movimentos Rápidos; Baixa Precisão (operação do tipo pega e coloca); Não são robustos.
22 Hidráulico Mais Fortes; Mais Caros; Perdem Precisão quando o fluido muda de temperatura; Grande Potência e Velocidade; Baixa Precisão.
23 Elétricos Mais Fortes; Mais Caros; Podem ser extremamente precisos e rápidos; Têm dependência do tipo do motor; Robôs de Médio Porte; Maior Precisão.
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