COMO LER E ESCREVER PARTITURAS - II
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- Bruno Quintão Melgaço
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1 COMO LER E ESCREVER PARTITURAS - II DURAÇÕES Assista à videoaula em: Philippe Lobo
2 03 Introdução O tempo na música 03 Métrica Pulsação Compasso 04 Ritmo Figuras rítmicas Proporção das figuras rítmicas Simultaneidade e sucessividade Exemplo 1 Exemplo 2 10 Referências para a leitura Ponto de aumento Exemplo 5 Ligadura de duração Exemplo 6 12 Valores ímpares e fracionados Unidade de tempo e unidade de compasso Exemplo 3 Exemplo 4 14 Pré leitura 15 Exercícios 20 Considerações finais 21 Aulas Relacionadas Créditos
3 I Introdução Neste volume, damos continuidade ao nosso curso sobre partituras. No primeiro volume foram abordados os aspéctos relacionados à notação das alturas musicais, ou seja, como representar as notas musicais na pauta. E neste segundo volume trataremos da representação das durações musicais, que são o parâmetro mais importante no que se refere ao ritmo. Veremos como representar a duração de um som ou de uma pausa musical e como compreender o andamento, os compassos e o ritmo como um todo através das indicações de uma partitura. O tempo na música Para que possamos ler corretamente uma partitura musical, é preciso compreender antes, de uma forma mais aprofundada, os elementos relacionados ao tempo musical. Por isso, faremos uma revisão de conceitos como Pulso, Andamento, Compasso e Métrica. O Tempo na música não se limita à definição de um ritmo e um andamento. É possível ter uma melodia muito rápida dentro de um andamento muito lento ou, ao contrário, uma melodia muito lenta dentro de um andamento muito rápido. A sensasão de velocidade e de passagem do tempo quando ouvimos uma música é muito subjetiva. Certas músicas parecem ser longas com três minutos de duração e outras parecem curtas. Pouco a pouco vamos passar por cada conceito relacionado ao tempo. Desta forma vamos aprender a ler e escrever uma partitura e conseguir abstrair deste registro escrito, uma interpretação musical consistente, que não se limita a uma simples reprodução de notas, pois inclui aquelas questões que atribuem sentido e emoção a uma interpretação musical. Métrica Pulsação Como sabemos, a música é organizada no tempo sobre uma pulsação. O pulso musical é o elemento primordial para o domínio do universo rítmico. É a referência constante de um pulso implícito que nos permite sincronizar os vários elementos de um arranjo e é a sensação do pulso que faz nosso corpo reagir à música e se mover com ela quando tocamos, dançamos ou simplesmente batemos o pé junto com a pulsação musical sem perceber. Pra tocar no ritmo, é preciso sentir a pulsação musical. 3
4 4 Compasso Os pulsos musicais podem ser organizados em grupos que chamamos de compassos. Esta divisão dos compassos pode ser feita de várias formas e as mais comuns são os compassos de dois tempos ou binários (como no samba), três tempos ou ternários (como nas valsas e guarâneas) e quatro tempos ou quaternário (como no rock 'n roll). Na partitura, essa divisão dos compassos é sinalizada pelo uso de linhas verticais que dividem a pauta de acordo com o tipo específico de compasso. Essas linhas são chamadas de Barra de compasso. Barra de compasso Fórmula de compasso Entretanto temos uma outra indicação que nos ajuda a reconhecer o tipo do compasso logo no início da pauta, é a chamada fórmula de compasso. Ela consiste em dois algarismos em forma de fração, onde o primeiro algarismo, o numerador, nos mostra a quantidade de tempos que teremos em cada compasso, enquanto o segundo algarismo indica a figura rítmica assumirá o valor de um pulso. Pra entender melhor a formula de compasso, vamos primeiro aprender como funcionam as Figuras rítmicas! Ritmo O rítmo musical é o resultado da combinação das durações dos sons e pausas musicais com a variação de intensidades com a qual o músico toca estas durações. Figuras rítmicas Esta é a parte mais complicada da leitura de partituras, pois é a forma de determinar com precisão a duração de cada som. Porém devemos ter tranquilidade de assimilar aos poucos cada figura rítmica e treinar a leitura sempre partindo de coisas bem simples, melhorar o reflexo e ir complicando aos poucos. Vamos entender agora a lógica das figuras e como usar cada uma delas. Em seguida faremos exercícios para assimilar cada figura, uma por uma de forma bem gradativa. As figuras rítmicas são apresentadas em ordem decrescente de duração e podem conter até três partes distintas em sua forma: Cabeça, haste e colchete.
5 5 colcheia haste colchete cabeça Veremos agoras todas as figuras começando pela mais longa até chegar à de menor duração. 1 Semibreve A Semibreve é a figura de maior duração usada atualmente. Sua forma consiste em um pequeno círculo apenas contornado (sem preenchimento). Ou seja ela possui apenas a cabeça, não tem haste e nem colchete. A semibreve é identificada pelo algarismo 1. 1 Pausa: 2 Mínima A Mínima possui a cabeça branca unida a uma haste e também não possui colchete. Sua duração é a metade da duração da semibreve. Ou seja, onde cabe uma semibreve, podemos ter duas mínimas ocupando a mesma duração. A mínima é identificada pelo algarismo 2. Observe que a posição da haste poe variar de acordo com a posição da cabeça no pentagrama. Com a cabeça da figura abaixo da linha central, a haste fica à sua direita e voltada para cima, com a cabeça acima da linha central, a haste fica à sua esquerda e voltada para baixo. Esta é uma regra geral aplicada quando não temos a sobreposição de notas simultaneas. Isto deixa a partitura visualmente mais limpa e organizada. 2 Pausa: 4 Semínima A Semínima é formada com a cabeça preta (toda preenchida) mais a haste. Sua duração equivale à metade do valor da mínima e a ¼ do valor da semibreve. Ou seja, onde cabe uma semibreve ou duas mínimas, podemos por quatro semínimas ocupando a mesma duração. A semínima é identificada com o algarismo 4. 4 Pausa:
6 6 8 Colcheia A colcheia é formada pela cabeça preta, mais haste, mais um colchete. Ela vale a metade da semínima ou ¼ da mínima ou 1/8 da semibreve. O algarismo que identifica esta figura é o 8. Observe que o colchete fica sempre para o lado direito da figura, independente da posição da haste. 8 Pausa: Quando escrevemos mais de uma colcheia em sequência podemos unir seus colchetes criando grupos para cada pulso da música. Isto torna os grupos de notas mais fáceis de se contar e a divisão dos tempos mais simples de se compreender. 16 Semicolcheia A semicolcheia é semelhante à colcheia, porém com dois colchetes. Seu valor é a metade do valor da colcheia e ela é identificada com o número Pausa: A exemplo da colcheia, quando escrevemos mais de uma semicolcheia em sequência podemos unir seus colchetes criando grupos para cada pulso da música. Isto torna os grupos de notas mais fáceis de se contar e a divisão dos tempos mais simples de se compreender. 32 Fusa A fusa é uma figura ainda mais agil que possui a forma semelhante à da colcheia, porém com três colchetes. Sua duração equivale à metade do valor da semicolcheia. A fusa é identificadda pelo número Pausa:
7 7 Também para as fusas, podemos criar grupos unindo os colchetes a cada pulso da música, facilitando a compreensão do número de notas a ser tocado e como elas se posicionam no tempo. 64 Semifusa A semifusa é a figura mais rápida de todas. Com a forma semelhante à da colcheia ela se difere por conter quatro colchetes. Sua duração é a metade da Fusa e é identificada pelo número Pausa: A mesma regra de ligação dos colchetes se usa para as semifusas, unindo os colchetes a cada pulso da música. Proporção das figuras rítmicas No esquema da próxima página vemos as sete figuras rítmicas dispostas de tal modo que podemos perceber a relação da proporção de suas durações. Cada pentagrama deste esquema representa o mesmo período de tempo. Assim fica clara a duração de cada figura e a relação que mantém com as demais.
8 1 semibreve 2 mínimas 4 semínimas 8 colcheias 16 semicolcheias 32 fusas 64 semifusas 8
9 109 Simultaneidade e sucessividade Existe uma regra bem simples para compreender como posicionar as figuras na pauta musical: O plano horizontal representa a passagem do tempo O plano vertical representa as alturas das notas! alturas acorde melodia tempo Ou seja, as notas colocadas lado a lado na pauta são tocadas sucessivamente e as notas colocadas uma sobre a outra são tocadas simultaneamente. Quer dizer, o que estiver alinhado verticalmente acontece ao mesmo tempo, como um acorde que é tocado em plaqué, que é como se chama este tipo de ataque em que se puxam várias cordas simultaneamente com os dedos da mão direita. Exemplo 01 Sucessividade e simultaneidade Ligaduras de expressão: Indicam que a duração das notas pode ser prolongada, sobrepondo os sons. Notas tocadas sucessivamente Notas tocadas simultaneamente
10 Exemplo 02 Pausas Referências para a leitura Unidade de Tempo e Unidade de Compasso A relação de proporção entre as figuras, (1, 2, 4, 8, 16, 32 e 64) serve de referência para entendermos a sua duração, mas, as figuras em si não possuem uma duração específica definida. Quer dizer, a duração real das notas representadas por estas figuras está relacionada às indicações da fórmula de compasso e ao andamento da música. Vamos entender melhor as indicações da formula de compasso. Como vimos, o numerador, que é o primeiro algarismo da fração, indica o tamanho do compasso: quantos tempos teremos em cada compasso. Por isso esse número é chamado de Unidade de Compasso (U.C.). O denominador, que é o algarismo da parte de baixo da fração, representa a figura rítmica que terá o valor de um pulso ou um tempo. Por isso esse número é chamado de Unidade de Tempo (U.T.). Ou seja, se a U.T. é representada pelo número 4, quer dizer que a semínima valerá um tempo. Se for o número 2, então será a mínima a figura com valor de um tempo e assim por diante. Sem entender bem a indicação da formula de compasso fica bem difícil ler a partitura corretamente. Unidade de Compasso Unidade de Tempo
11 Vamos imaginar um exemplo: numa música em compasso 4/4 com o andamento em 60 B.P.M. A figura representada pelo número 4 será nossa Unidade de tempo, ou seja, aquela figura que assume o valor de um tempo ou um pulso na música será a semínima. Neste caso, cada semínima terá a duração de um segundo, pois, já que o andamento da música é de 60 B.P.M. cada pulso corresponde a um segundo, o que será precisamente a duração de uma semínima nesse compasso 4/4. Entretanto, a duração precisa em segundos não é importante. Para a leitura correta da partitura é preciso compreender a duração relativa de cada figura, ou seja, a proporção de cada figura em relação à unidade de tempo. Desta forma, podemos preferir um andamento mais rápido ou mais lento que o indicado, mas as durações relativas precisam ser respeitadas para não descaracterizar a música.. No nosso exemplo, podemos saber com segurança que, sendo o compasso 4/4, da pra escrever quatro semínimas a cada compasso, ou duas mínimas ou uma semi-breve. Podemos ainda subdividir cada tempo em várias partes. Em cada tempo caberão duas colcheias, que valem a metade da semínima, ou ainda quatro semi-colcheias, ou oito fusas e até dezesseis semifusas por tempo. Os exemplos a seguir ilustram estas questões. Acompanhe a leitura cokm a videoaula. Exemplo 03 Durações relativas Exemplo 04 Subdivisão 11
12 Valores ímpares ou fracionados Ponto de aumento Como vimos, a proporção da duração das figuras rítmicas varia em razão de dois. Quer dizer, temos uma figura que recebe o valor de um pulso, a próxima figura mais longa que esta valerá dois pulsos, e a próxima valerá quatro pulsos. Certo? E as figuras de valor menor que aquela primeira, valem respectivamente a metade, um quarto, um oitavo do pulso, etc. Mas, como escrever uma figura de valor ímpar ou fracionado? como fazer uma figura que dura três tempos ou um tempo e meio apenas? É pra isso que serve o ponto de aumento. É um pontinho que se coloca à direita da cabeça da figura indicando que se deve somar a metade do valor desta mesma figura à sua duração total. Portanto, se o valor normal da mínima é de 2 tempos, a mínima pontuada valerá 3 tempos: 2 tempos da mínima mais a metade deste valor (1 tempo), totalizando três tempos de duração. Outro exemplo: Se a gente acrescenta um pontinho a uma semínima que valia um pulso, ela passa a valer um pulso mais a metade deste valor. A metade de um é meio, logo a semínima pontuada valerá um pulso e meio. Desta forma é possível escrever notas com qualquer duração, seja valores longos que duram o compasso todo, seja par ou ímpar, seja valores fracionados. Na página seguinte, temos um exemplo de aplicação do ponto de aumento. Acompanhe a leitura da partitura... 12
13 13 Exemplo 05 Ponto de aumento Ligaduras de duração ou prolongamento Outra possibilidade para anotar sons de duração impar ou fracionada é ligar duas ou mais figuras de mesma altura somando assim os seus valores. A duração da nota será a soma das figuras. Isso é muito útil pois é a única forma de escrever uma nota cuja duração atravessa a divisão dos compassos. Ou seja, mesmo se nosso compasso for de três tempos, podemos escrever uma nota que vale quatro, cinco, seis tempos, ou mais. Para isso, basta desenhar uma linha curva ligando a cabeça de duas figuras. Mas, veja bem, para ligar duas notas somando assim as suas durações elas tem de ter a mesma altura. Ou seja, tem de ser a mesma nota: dois Sóis, dois Rés, Dois Fás, etc. Apenas a primeira nota é atacada e sua duração soma-se com as outras figuras ligadas. Podemos usar essa ligadura de duração para somar quaisquer figuras. Por isso, a ligadura é uma opção ao uso do ponto de aumento. Pois uma mínima pontuada tem o mesmo valor que uma mínima ligada a uma semínima. As duas possibilidades de escrita são corretas e fica a critério do músico escolher a forma que julgar mais simples ou mais fácil de ler. A seguir, temos uma partitura com exemplo do uso das ligaduras de duração...
14 14 Exemplo 06 Ligadira de duração Quando temos duas notas vizinhas e simultâneas em um mesmo acorde, devese inverter a posição da cabeça de uma delas em relação à haste para tornar a leitura mais clara. Como vemos neste exemplo é possível associar todos estes recursos. Podemos ligar notas pontuadas a notas não pontuadas, notas melódicas ou notas de um acorde. Não há restrições neste sentido. Desde que não acarretem em contradições lógicas, os símbolos devem ser empregados para que o compositor ou o músico que escreve a partitura seja capaz de registrar a sua ideia musical com a maior precisão possível. Pré leitura Quando são associados vários recursos diferentes em uma partitura, é natural que a leitura seja mais complexa. Por isso é extremamente importante a realização de uma leitura prévia antes de executar a partitura ao instrumento. Nesta pré-leitura, o músico identifica as principais características da música escrita, como Clave, Compasso e andamento. Além disso, a pré-leitura possibilita que percebamos padrões rítmicos e melódicos empregados na música. Assim, quando o músico parte para a execução da peça com o instrumento, ele já sabe as principais características da música e pode concentrar sua atenção prioritáriamente nos elementos mais sutis e imprevisíveis. A realização de uma boa pré-leitura melhora muito a fluidez da leitura propriamente dita e possibilita maior satisfação do músico, que acelera o processo de compreensão da partitura, alcançando assim em menos etapas, a decodificação completa da música representada na pauta.
15 Exercícios Agora começaremos um treinamento que tem por objetivo fornecer gradativamente as habilidades necessárias para conquistar uma leitura fluente de partituras. Para este fim, adotaremos uma metodologia em que partimos da leitura de trechos musicais elementares e, pouco a pouco, acrescentamos novos elementos. Desta forma, temos tempo de assimilar a decodificação de cada símbolo e a compreensão de cada possibilidade de combinação dos elementos musicais num nível básico. É muito importante que o aprendiz siga a sequência dos exercícios sem queimar etapas e procure aproveitar ao máximo cada um deles, só passando para o próximo após conseguir executar uma leitura correta e musicalmente equilibrada, com ritmos, alturas e andamentos corretos e, ao mesmo tempo, explorando as possibilidades expressivas que cada trecho pode oferecer. Entretanto, os exercícios visam um treinamento para a leitura musical, por isso, devemos evitar decorar a partitura. Assim, o aprendiz deve limitar o número de vezes que toca cada exercício afim de garantir que estará realmente lendo, e não tocando de cor. Esta série de exercícios foi pensada para ser executada ao violão ou guitarra. Ela explora tecnicamente estes instrumentos, avançando pouco a pouco em seus recursos. Os primeiros exercícios trabalham corda por corda usando as primeiras casas e, aos poucos, começaremos a mesclar estes elementos em exercícios mais abrangentes. Contudo, nada impede de treinar com outros instrumentos que possuam a extensão semelhante como a flauta ou teclado. Salvas as especificações da gradatividade instrumental, o treinamento será útil para outros instrumentos também. A clave usada aqui é a clave de Sol. Não adotamos a clave de Sol oitava abaixo por que a leitura oitavada ao violão e guitarra já é uma convenção reconhecida no mundo todo e pode-se dispensar a indicação de oitava na clave, ficando sub-entendido para os violonistas e guitarristas a região própria de seus instrumentos. Lembre-se de realizar a pré-leitura de cada exercício antes de começar a tocar. Ela é essencial para viabilizar uma leitura mais fluente e evitar a repetição excessiva de um mesmo exercício. Se um exercício se mostrar especialmente difícil. Volte a tocá-lo após tocar os outros. Boa leitura! 15
16 Exercício 01 Primeira corda semínimas Exercício 02 Primeira corda figuras longas Exercício 03 Primeira corda combinação com pausas Exercício 04 Segunda corda 16
17 Exercício 05 Segunda corda subdivisão Exercício 06 Terceira corda Exercício 07 terceira corda contratempos Exercício 08 quarta corda Exercício 09 quarta corda 17
18 Exercício 10 quinta corda Exercício 11 quinta corda cromatismos Exercício 12 sexta corda Exercício 13 sexta corda 18
19 19 Exercício 14 Cordas primas arpejos Exercício 15 Bordões Confira no site o vídeo com a explicação dos exercícios de leitura
20 20 Considerações finais Embora as regras gerais para a escrita de partituras musicais sejam praticamente as mesmas para todos os instrumentos, cada instrumento possui especificidades que implicam em recursos diferenciados de escrita. Os exercícios práticos deste volume são pensados especialmente para trabalhar aspéctos da música para violão e/ou guitarra, traçando um plano de desenvolvimento gradativo a partir das características físicas e técnicas próprias destes instrumentos. Ainda assim, os praticantes de outros instrumentos que compartilhem algumas características básicas da guitarra como a extensão e as possibilidades polifônicas, podem usufruir destes exercícios como parte de seus treinamentos para a leitura musical. Buscando oferecer recursos para que os adéptos de outros instrumentos possam desenvolver a capacidade de leitura e escrita musical através de nossos cursos, serão lançadas aulas e apostilas específicas para a leitura e escrita musical ao contrabaixo e bateria. Este material trabalhará com os recursos específicos destes instrumentos, mostrando como representá-los na pauta. A leitura musical fluente é uma habilidade que se desenvolve com o tempo, da mesma forma que a leitura da nossa linguagem verbal. Primeiro é preciso que tenhamos a experiência sonora da linguagem para, a partir dela, desenvolvermos os processos de representaçãço e leitura. Por isso é uma matéria que exige paciência e continuidade nos estudos. Quanto mais se lê, mais fácil fica a leitura. Quanto mais experiências musicas acumulamos, mais recursos temos para desenvolver a capacidade de leitura e escrita. Aqui também, a vivência musical é decisiva. Quando passamos muito tempo sem ler e escrever música, ficamos destreinados e a capacidade de leitura regride. Quando passamos a praticar constantemente, a leitura fica mais fluente e cada vez mais natural. Os dois primeiros volumes do curso apresentaram os recursos básicos desta linguagem, mas, ainda há muitos outros recursos a se explorar. O curso segue e nos próximos volumes veremos aspéctos mais avançados da escrita musical, como a identificação do tom através da análise da armadura de clave1 e a escrita polifônica2. Acompanhe as aulas e participe com suas dúvidas e sugestões nos comentários do vídeo para nos ajudar a melhorar cada vez mais o conteúdo deste e de outros cursos co CifraclubTV. Bom Som! Philippe Lobo 1 Armadura de clave é a indicação de acidentes permanentes (sustenidos ou bemois) em uma música ou trecho musical. É uma forma de indicar a escala específica usada na composição, possibilitando ao leitor a identificação do tom em que a música está escrita. 2 Escrita polifônica é a representação, em uma mesma pauta ou sistema de pautas, de eventos musicais distintos que acontecem simultaneaqmente.
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22 Esta obra está licenciada sob Creative Commons - atribuição Uso não-comercial - Vedada a criação de obras derivadas 2.5 Brasil. Você pode: Copiar, distribuir, exibir e executar a obra. Sob as seguintes condições: Atribuição. você deve dar crédito, indicando o nome do autor e endereço do site onde o livro está disponível para download. Vedada a Criação de obras derivadas. você não pode alterar, transformar ou criar outra obra com base nesta. Uso não-comercial. você não pode utilizar esta obra com finalidades comerciais. 22
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