ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA
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- Carolina Gentil Prada
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1 30/07// de 77 1 FINALIDADE Esta Norma especifica e padroniza as características mínimas exigíveis de transformador de potência para utilização nas subestações de energia da CEMAR e da CELPA, doravante denominadas Concessionárias. 2 CAMPO DE APLICAÇÃO Aplica-se às Gerências de Normas e Padrões, de Manutenção, Expansão e Melhoria do Sistema Elétrico, Operação do Sistema Elétrico e à de Suprimentos e Logística, no âmbito das Concessionárias. Também se aplica a todas as empresas responsáveis pela fabricação/fornecimento. 3 RESPONSABILIDADES Gerência de Normas e Padrões: Especificar e padronizar as características do transformador de potência para utilização nas subestações das Concessionarias; Gerência de Suprimentos e Logística: Solicitar em sua rotina de aquisição material conforme especificado nesta Norma; Gerencias de Manutencão, de Expansão e Melhoria do Sistema Elétrico e de Operação do Sistema Elétrico: Solicitar os equipamentos de acordo com esta especificação e participar do processo de revisão da revisão. Fabricante/Fornecedor: Fabricar/Fornecer materiais conforme exigências desta Especificação Técnica. 4 DEFINIÇÕES 4.1 Bucha Peça ou estrutura de material isolante, que assegura a passagem isolada do condutor através de uma parede não isolante. 4.2 Conservador Reservatório auxiliar parcialmente cheio de líquido isolante, ligado ao tanque de um transformador de modo a mantê-lo completamente cheio, permitindo a expansão e contração do líquido isolante, como também minimizando a contaminação do mesmo. 4.3 Relé Buchholz Dispositivo de proteção para transformadores em líquido isolante, que detecta a presença de gases livres e o fluxo anormal de líquido isolante entre o tanque e o conservador.
2 30/07// de Tanque Recipiente que contém a parte ativa e o meio isolante. 4.5 Transformador de Potência Transformador que tem a finalidade de transformar energia elétrica entre partes de um sistema de potência. 5 REFERÊNCIAS 5.1 Normas Técnicas Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT O transformador deve ter projeto, fabricação, ensaios, transporte e recebimento de acordo com as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), relacionadas a seguir, em suas últimas revisões: [1] NBR 5034:1989 Buchas para tensões alternadas superiores a 1kV; [2] NBR :2010 Transformadores de Potência - Parte 1: Generalidades; [3] NBR :2007 Transformadores de potência - Parte 2: Aquecimento; [4] NBR :2010 Transformadores de potência - Parte 3: Níveis de isolamento, ensaios dielétricos e espaçamentos externos em ar; [5] NBR :2007 Transformadores de potência - Parte 4: Guia para ensaio de impulso atmosférico e de manobra para transformadores e reatores; [6] NBR :2010 Transformadores de potência - Parte 5: Capacidade de resistir a curtoscircuitos; [7] NBR 5416:1997 Aplicação de cargas em transformadores de potência - Procedimento; [8] NBR 5458:2010 Transformador de potência - Terminologia; [9] NBR 5595:1982 Tubo de aço-carbono soldado por resistência elétrica para caldeiras; [10] NBR 5915:2008 Bobinas e chapas finas a frio de aço-carbono para estampagem - Especificação; [11] NBR 6234:1965 Método de ensaio para a determinação de tensão interfacial de óleo-água; [12] NBR 6323:2007 Galvanização de produtos de aço ou ferro fundido - Especificação; [13] NBR 6648:1984 Chapas grossas de aço-carbono para uso estrutural; [14] NBR 6650:1986 Chapas finas a quente de aço-carbono para uso estrutural;
3 30/07// de 77 [15] NBR 6869:1989 Líquidos isolantes elétricos - Determinação da rigidez dielétrica (eletrodos de disco); [16] NBR 6936:1992 Técnicas de ensaios elétricos de alta-tensão; [17] NBR 6940:1981 Técnicas de ensaio de alta tensão - Medição de descargas parciais; [18] NBR 7037:1993 Recebimento, instalação e manutenção de transformadores de potência em óleo isolante mineral; [19] NBR 7070:2006 Amostragem de gases e óleo mineral isolantes de equipamentos elétricos e análise dos gases livres e dissolvidos; [20] NBR 7277:1988 Transformadores e reatores - Determinação do nível de ruído; [21] NBR 8153:1983 Guia de aplicação de transformadores de potência - Procedimento; [22] NBR 8667:1984 Comutador de derivações em carga - Especificação; [23] NBR 9368:2011 Transformadores de potência de tensões máximas até 145 kv - Características elétricas e mecânicas; [24] NBR 10202:2010 Buchas de tensões nominais de 72,5kV - 145kV e 242kV para transformadores e reatores de potência - Características elétricas, construtivas dimensionais e gerais; [25] NBR 10443:2008 Tintas e vernizes - Determinação da espessura da película seca sobre superfícies rugosas - Método de ensaio; [26] NBR 11003:2010 Tintas - Determinação da Aderência; [27] NBR 11388:1993 Sistemas de pintura para equipamentos e instalações de subestações elétricas - Especificação; [28] NBR 12458:1990 Válvulas para transformadores de potência acima de 500 kva - Características mecânicas - Padronização; [29] NBR IEC 60156:2004 Líquidos isolantes - Determinação da rigidez dielétrica à freqüência industrial - Método de ensaio; [30] NBR IEC 60450:2009 Medição do grau de polimerização viscosimétrico médio de materiais celulósicos novos e envelhecidos para isolação elétrica; [31] NBR IEC 60529:2011 Graus de proteção para invólucros de equipamentos elétricos (código IP); [32] NBR IEC/TR 60815: Guia para seleção de isoladores sob condições de poluição..
4 30/07// de American Society for Testing and Materials - ASTM Todos os materiais a serem utilizados na fabricação devem estar de acordo com as normas aplicáveis da ABNT e, quando omisso por estas, com as da American Society for Testing and Materials (ASTM). A seguinte norma da ASTM também deverá ser atendida: [1] ASTM D a: Standard test method for dissipation factor (or power factor) and relative permittivity (dielectric constant) of electrical insulating liquids International Electrotechnical Commission - IEC / American National Standards Institute - ANSI Os acessórios devem ter projeto, fabricação e ensaios de acordo com as normas da ABNT e, quando omisso por estas, com as da International Electrotechnical Commission (IEC) ou da American National Standards Institute (ANSI). A seguinte norma da IEC também deverá ser atendida: [1] IEC 60247:2004 Insulating liquids - Measurement of relative permittivity, dielectric dissipation factor( tang ), and dc resistivity; Comitê International Spécial dês Perturbations Radioelectriques - CISPR Com relação ao nível de rádio interferência, deverá ser também atendida à norma do Comitê International Spécial dês Perturbations Radioelectriques: [1] CISPR-16-SER-2004: Specification for radio disturbance and immunity measuring apparatus and methods - All parts. 5.2 Legislação Brasileira Agência Nacional do Petróleo - ANP O óleo mineral isolante deve atender às exigências contempladas na seguinte resolução da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis: [1] RESOLUÇÃO ANP Nº 36/2008 Dispõe sobre o Regulamento Técnico ANP nº 4/2008, que estabelece as especificações dos óleos minerais isolantes tipo A e tipo B, de origem nacional ou importado.
5 30/07// de 77 6 DISPOSIÇÕES GERAIS 6.1 Generalidades Esta norma compreende o fornecimento de Transformadores de Potência, conforme características e exigências detalhadas a seguir, inclusive a realização dos ensaios de aceitação e de tipo, a critério da CONCESSIONÁRIA, e os relatórios dos ensaios. 6.2 Códigos Padronizados e descrição dos transformadores Serão definidos na solicitação de propostas. 7 CONDIÇÕES DE SERVIÇO 7.1 Ambiente O transformador deve ser projetado para instalação nos seguintes ambientes, sem sofrer alterações de suas características nominais conforme a seguir: a) Área com grande densidade de indústrias e subúrbios de grandes cidades; b) Áreas próximas ao mar, portanto sujeita a ventos fortes e névoa salina; c) Clima propício à formação de fungos, portanto o fabricante deverá providenciar a tropicalização do equipamento. O transformador irá operar em ambiente com as seguintes características: Altitude em relação ao nível do mar Temperatura máxima anual - instalação ao tempo - instalação abrigada Até 1000 metros 40 C 45 C Temperatura mínima anual 10 C Temperatura média em 24 horas máxima- instalação ao tempo - instalação abrigada 30 C 35 C Umidade relativa média anual 80 A 100% Velocidade máxima do vento (h = 20m, tempo de integração 2s) 130 km/h 7.2 Grau de poluição O transformador e todas as suas características técnicas devem ser garantidos para um grau de poluição não inferior ao nível III (Nível Pesado) de poluição da ABNT NBR IEC 60815/2005, com uma distância mínima de escoamento de 25 mm/kv.
6 30/07// de Tensões disponíveis no local de instalação As seguintes tensões estão disponíveis no local para a realização da montagem, tratamento de óleo e ensaios dos acessórios: a) 380 V ± 10 %, 60 Hz, alternada trifásica, 4 (quatro) fios para as Subestações da CEMAR b) 220 V ± 10 %, 60 Hz, alternada trifásica, 4 (quatro) fios para as subestações da CELPA c) Tensão auxiliar de corrente contínua: 125 Vcc. 7.4 Características Principais Características Nominais Tensões Nominais (kv) Potência (MVA) Primária Secundária ONAN ONAF1 ONAF2 Impedância de CC ,6 8% , ,6 8% 69 34, ,6 13% 69 13, ,6 13% 69 13, % 69 13, % 69 13, % 69 34, ,5 13% 69 13, ,5 13% 34,5 13,8 2,5 3,25 8% 13,8 34,5 2,5 3,25 8% , ,5 15 8% , % ,5 7,5 9,375 7% 138 x 69 34,5 x 13, % 69 13, % ONAN - Circulação natural do óleo isolante; ONAF1-1º estágio de ventilação forçada; ONAF2-2º estágio de ventilação forçada. Nota:
7 30/07// de Os valores de impedância (%) constantes na tabela acima devem ser confirmados pelo órgão de planejamento da Concessionária na ocasião do início do Processo de Aquisição, para equipamentos recuperados e repotencializados e para transformadores a serem instalados em paralelo com equipamentos existentes Diagramas fasoriais e de ligações O tipo de ligação para os transformadores deve ser indicado no Processo de Aquisição. Em caso de não indicado, devem ser consideradas as seguintes ligações: a) Para os autotransformadores de três enrolamentos com tensão nominal primária até 138kV: Ligação: Y Y (com neutro acessível na ligação estrela); Grupo ABNT: YNa0d1. b) Para os transformadores de dois enrolamentos com tensão nominal primária até 138kV: Ligação: Y(com neutro acessível); Deslocamento angular: 30º atrasado em relação às correspondentes da tensão superior; Grupo ABNT: Dyn Frequência Nominal A freqüência nominal é de 60 Hz Derivações Caso seja solicitada comutação em carga, esta deve ser instalada no enrolamento de tensão superior. O número de derivações deverá ocorrer conforme a tabela abaixo: Tensões Nominais Primárias (kv) Nº de Derivações Transformadores de 138/69/34,5 16 de 1,25% Disposição Un + 4 x 1,25% - 12 x 1,25% (CEMAR) ou Un + 8 x 1,25% - 8 x 1,25% (CELPA) Autotransformador de 138/69/13,8 15 de 1,25% Un + 10 x 1,25% - 4 x 1,25% Caso seja solicitada comutação sem tensão, esta deve ser no enrolamento de tensão superior. O comutador deve possuir uma posição de 2,5% acima da tensão nominal e quatro posições de 2,5% abaixo da tensão nominal.
8 30/07// de Níveis de Isolamento Os níveis de isolamento dos enrolamentos e terminais são os indicados na tabela abaixo: Tensão Nominal do Enrolamento (kv eficaz) Tensão Máxima (kv eficaz) Tensão suportável de Impulso Atmosférico (kv crista) Pleno Cortado Tensão suportável a 60 Hz, 1 minuto e Tensão induzida (kv eficaz) , ,5 36, , O nível de isolamento do terminal neutro de BT, ligação Dyn1, quando não indicado no processo de aquisição, deve ser, no mínimo, igual ao valor correspondente aos terminais de maior tensão da BT, e não inferior aos valores abaixo: a. Para enrolamentos de tensão máxima de até 15kV: Tensão suportável nominal à frequência industrial (kv, eficaz) 34KV Tensão suportável nominal de impulso atmosférico, pleno (kv, crista) 110KV b. Para enrolamentos de tensão máxima de até 36,2kV: Tensão suportável nominal à frequência industrial (kv, eficaz) 70kV Tensão suportável nominal de impulso atmosférico, pleno (kv, crista) 200kV Os valores padronizados de níveis de isolamento, para tensões de até 145kV, estão de acordo com a norma NBR c. Para transformadores com ligação em estrela-aterrada na alta tensão, o terminal de neutro AT deve ser definido no processo de aquisição, e ser no mínimo com as características abaixo: Tensão suportável nominal à frequência industrial (kv, eficaz) 70kV Tensão suportável nominal de impulso atmosférico, pleno (kv, crista) 170kV 7.5 Características de Produção Projeto e Construção O transformador deve ser projetado fabricado de acordo com práticas aprovadas e com materiais novos da melhor qualidade, incorporando os melhoramentos que a técnica moderna sugerir, mesmo quando não referidos explicitamente nesta Norma.
9 30/07// de 77 A construção do transformador deve permitir o transporte bem sucedido, de maneira que, na chegada do transformador ao seu destino, ele se encontre em condições de ser colocado em operação permanente, sem necessitar de inspeção interna. Todos os dispositivos eletrônicos inteligentes que fazem parte dos transformadores, e que enviam e recebem algum tipo de informação de controle, medição ou comando, devem ser aprovados pela CONCESSIONÁRIA no processo de aquisição do equipamento Meio Isolante O equipamento deverá ser fornecido com óleo necessário para o enchimento inicial, acrescido de dez por cento (10%). O óleo deverá ser acondicionado em barris de aço, não retornáveis, lacrados na refinaria, contendo cada tambor uma descrição para identificar o equipamento no qual será utilizado. O custo do óleo deverá ser incluído no preço cotado. A nova carga de óleo mineral isolante a ser fornecida deverá ser isenta de DBDS, apresentar resultado de não corrosivo no ensaio de enxofre corrosivo (NBR 10505), conter inibidor de oxidação (0,3 % de DBPC), base naftênico, tipo A, em que o mesmo será utilizado para o primeiro enchimento (impregnação / ensaios) e para o segundo enchimento (operação) acrescido de dez por cento (10%). Os valores limites das características do óleo isolante a ser utilizado no transformador para ensaios, devem ser aqueles indicados na Resolução ANP Nº 25/2005, satisfazendo seus requisitos, exceto quanto ao teor de água que deve ser a 15 ppm, conforme NBR 10710, e rigidez dielétrica que deve ser 40 kv, conforme NBR Nota: 2. Como medida preventiva é uma obrigatoriedade por parte do fornecedor, o fornecimento do laudo de execução do ensaio de enxofre corrosivo (ABNT NBR 10505:2006) e ausência de DBDS, do óleo isolante a ser fornecido, bem como a informação da marca do óleo utilizado Tanque O tanque e acessórios deverão ser capazes de suportar vácuo pleno ao nível do mar e também as sobrepressões geradas por eventuais curtos-circuitos internos, sem apresentar vazamentos ou deformações permanentes. O equipamento deverá ser projetado e ensaiado quanto às solicitações de vácuo pleno, pela norma ASME Seção VIII. O equipamento deverá ser provido de dois conectores de aterramento (bronze fosforoso) inclusos no fornecimento, em lados opostos do tanque, para cabos de cobre nú de 35 a 150mm². Os parafusos/estojos a serem selecionados para a fabricação do transformador, não poderão receber solda de fixação, devendo ser passantes ou fixados no próprio corpo do flange. O método
10 30/07// de 77 escolhido deverá ser indicado no desenho de fabricação em conjunto com o projeto das juntas de estanqueidade. O interior do tanque deve ser provido de guias para dirigir a remoção ou a entrada da parte ativa. A tampa principal deve ser projetada de forma a evitar depósitos de água sobre sua superfície externa e de modo que as bolhas de ar e gases formados no interior do tanque principal dirijam-se ao relé de gás de Buchholz. A retirada da tampa do tanque principal deve ser de forma independente do conjunto núcleo e bobina, ou seja, pode ser retirada sem que seja necessária a retirada da parte ativa. Juntas e costuras devem ser sempre soldadas. Todas as partes que utilizam juntas devem ser projetadas de maneira a permitir que na remontagem se tornem facilmente à prova de vazamento. As superfícies acopladas (flanges, tampas, etc) devem ser usinadas em ambos os lados Abertura para Inspeção O transformador deve possuir duas aberturas de visita, com livre acesso, nos lados de alta e baixa tensão, retangular, com as dimensões mínimas de 400x600mm, ou circular, com diâmetro mínimo de 400mm. Caso a chave comutadora seja do tipo inserida (interna), as janelas de inspeção devem ser localizadas em frente à chave, uma de cada lado do tanque principal. O transformador deve possuir aberturas de visita para acesso aos cabos de ligação de todas as buchas de baixa e alta tensão. O comutador deve operar sem carga e sem tensão, ter comutação simultânea nas fases e contatos eficientes em todas as posições e o mecanismo de operação deve prever dispositivo para evitar operação não autorizada do comutador e travar em qualquer posição indicada na placa de identificação. A rigidez dielétrica mínima do material do sistema de comutação deve ser de 10 kv/mm, conforme método de ensaio previsto na NBR Válvulas, Juntas e Flanges Válvulas O arranjo físico deverá permitir um fácil acesso a todas as válvulas. Serão aceitas soldas em tubos no tanque. As válvulas deverão atender aos requisitos da NBR Todas as válvulas deverão ser esféricas, com a esfera apoiada, com internos em aço inoxidável AISI 304 e anéis de vedação em teflon, exceto onde indicado. Todas as válvulas deverão roscadas. As válvulas de coleta de amostra de óleo deverão ser duplas.
11 30/07// de 77 Não serão aceitas válvulas de dreno fabricadas em bronze, nem flanges de acoplamento quadrado. Estes flanges deverão ser redondos, com furações radiais para uniformização dos esforços devidos aos torques de aperto indicados, quando se utilizar válvulas flangeadas. O equipamento deverá ser fornecido com as seguintes válvulas, sem prejuízo de outras que o fornecedor julgue necessário acrescentarem: Válvulas (tipo esfera) para drenar o tanque principal completamente: Diâmetro de 50mm, com redução para 40mm para conexão de filtro-prensa; Válvulas ou bujões para drenar os radiadores (uma válvula ou bujão de dreno e uma de respiro para cada radiador): Diâmetro a critério do fornecedor; Válvula (tipo esfera) para enchimento através do conservador de óleo: Diâmetro de 50mm, com redução para 40mm; Válvula (tipo esfera) para drenar o compartimento do conservador de óleo: Diâmetro de 40mm; Válvulas (tipo esfera) para separação do relé detector de gás tipo Buchholz e do dispositivo de proteção de variação súbita de pressão do comutador (uma antes e outra depois de cada dispositivo): Diâmetro a critério do fornecedor; Válvula (tipo esfera) de retirada de amostra de óleo, na parte inferior do tanque: Diâmetro 15mm (pode ser conjugada com a válvula de drenagem); Válvulas superiores e inferiores, de fechamento para cada radiador, (tipo borboleta, com indicação "aberta-fechada"): Diâmetro a critério do fornecedor. Nota: 3. Utilizar válvulas com proteção contra vazamento no eixo (tampa com o-ring). Estas válvulas não necessitam, obrigatoriamente, suportar as condições de pressão especificadas no item anterior. Válvula (tipo esfera) para retirada do gás acumulado no relé Buchholz através de derivação acessível do solo; Válvula (tipo esfera) de drenagem do comutador de derivações em carga: Diâmetro de 50mm, com redução para 40mm;
12 30/07// de 77 Válvula (tipo esfera) de enchimento e drenagem do conservador do comutador de derivações em carga: Diâmetro 50mm, com redução para 40mm; Válvula superior (tipo esfera) de filtragem de óleo do transformador de 40mm, provida de um bujão de 40mm para fechamento; Juntas e gaxetas Especificação das juntas e gaxetas: Todas as juntas deverão ser de PTFE (ref. Tealon TF 1574, da Teadit ou similar). Os o-rings poderão ser fornecido em borracha nitrílica. As juntas das aberturas de visita e de inspeção das buchas e outras ligações aparafusadas, devem ser projetadas de modo a evitar que as gaxetas sejam expostas ao tempo e devem ser providas de calços a fim de evitar o seu esmagamento por aperto excessivo; A água da chuva sobre a tampa não deve chegar a atingir as gaxetas, pelo empoçamento ou por eventual lamina d água que se forme na tampa; Núcleo O núcleo magnético deverá ser construído com chapas de aço-silício de cristais orientados, laminadas a frio, de baixas perdas específicas e elevada permeabilidade. As chapas deverão ser perfeitamente planas, livres de impurezas e de rebarbas após o corte nas dimensões definitivas. O núcleo deverá ser aterrado ao tanque, conforme NBR Devem ser previstos meios mecânicos que impeçam o afrouxamento das lâminas provocado pelas vibrações. O núcleo deve ser dotado de olhais e outros dispositivos adequados ao içamento do conjunto núcleo-bobinas, independentemente da tampa principal. Para fins de aterramento, o núcleo deve ser ligado eletricamente ao tanque do transformador, em um único ponto de fácil acesso pela janela de inspeção superior, independente da tensão e potência do transformador. As peças e/ou dispositivos de fixação do núcleo/enrolamentos devem ser realizados através de cintagem com material isolante (Fibra termo-contrátil), visando diminuir eventuais pontos de descargas internas. Todos os calços isolantes devem ser de fibra de vidro, visando o aumento da vida útil e, melhoria do sistema de prensagem e suportabilidade de esforços mecânico provenientes de eventuais curtos-circuitos.
13 30/07// de Enrolamentos Os enrolamentos devem ser de cobre eletrolítico, projetados e construídos de forma a resistir, sem sofrer danos, aos efeitos mecânicos e térmicos causados por curto-circuitos e sobrecargas de acordo com o mencionado nesta Norma. Todas as ligações internas permanentes devem ser soldadas, com método e soldadores devidamente qualificados. Alternativamente, podem ser aceitos outros métodos de conexão, desde que os operadores e métodos sejam qualificados, ficando a critério da CONCESSIONÁRIA a exigência de nova bateria de qualificação. Qualquer conexão aparafusada, quando não houver acesso a ambos os lados, deve ser provida de dispositivos que impeçam o afrouxamento pelo lado não acessível. Se especificado transformador com religação de tensão, todos os blocos terminais devem ter as partes vivas submersas no óleo e localizadas de maneira a permitir que qualquer religação possa ser feita através da vigia de inspeção com a remoção de uma quantidade mínima de óleo. Os terminais devem ser construídos de modo que não possam girar com a porca. A secagem da parte ativa de transformadores de classe de tensão igual ou superior a 36,2kV deve ser efetuada, obrigatoriamente, através do processo vapor-fase, sem comprometer o valor mínimo de Grau de Polimerização do papel. O papel isolante deve ser termo estabilizado, classe E 120ºC, elevação de temperatura máxima de 55ºC para o cobre, perdas e impedância referidos a 65ºC. A fim de permitir a monitoração, pela Contratante, do envelhecimento do papel através do ensaio de grau de polimerização ao longo da vida útil, todos os transformadores devem ser fornecidos com, no mínimo, 10 amostras (corpos-de-prova) do papel isolante utilizado. Essas amostras devem ser colocadas internamente na parte superior, próximas às aberturas de inspeção ou visita, imersas no óleo isolante e possuir dimensões mínimas de (10 x 2) cm. Após a conclusão de todos os ensaios do equipamento, e antes do seu embarque, o fabricante deve realizar a medição do grau de polimerização do papel isolante devendo os resultados ser fornecidos juntamente com o relatório de ensaios do transformador Radiadores O resfriamento do óleo deve ser feito por radiadores do tipo removível, montados lateralmente no transformador. A fixação dos radiadores no tanque deve ser feita por meio de flanges adequados e
14 30/07// de 77 cada radiador deve ser provido de bujões inferiores e superiores para enchimento e esvaziamento do óleo. Os radiadores devem ser construídos de tal forma que possam suportar vácuo pleno ao nível do mar. Entre as tomadas de óleo do tanque e os flanges de montagem dos radiadores devem ter válvulas apropriadas à vedação do óleo, permitindo a remoção dos radiadores sem necessidade de esvaziamento do tanque e ter indicação de posição ( ABERTA e FECHADA ) bem visível Buchas Generalidades Os terminais dos enrolamentos, inclusive o neutro, devem ser levados para fora do tanque por meio de buchas estanques ao óleo, impermeáveis à umidade e inalteráveis pelas condições normais de funcionamento do transformador. Os níveis de isolamento das buchas devem ser iguais ou superiores aos níveis de isolamento dos enrolamentos correspondentes. A corrente nominal de cada bucha deve ser adequada às potências nominais do transformador, bem como às sobrecargas e potências adicionais especificadas, dentro dos limites de elevação de temperatura permissíveis. As buchas devem estar de acordo com as normas aplicáveis e projetadas para suportarem arco ou descarga momentânea, e vácuo pleno sem dano às juntas de vedação ou quaisquer outras partes. Para transformadores de potência com tensão nominal primária 69kV, o espaçamento das buchas deverá ser conforme o item 16 da NBR Já para transformadores de potência com tensão nominal primária 34,5kV, as distâncias mínimas entre os eixos das partes vivas das mesmas devem ser, de no mínimo de 600mm. Os terminais das buchas devem ser tipo barra chata em cobre estanhado, padrão 4 (quatro) furos NEMA, fixados pelas bases em pinos conforme normas ABNT Buchas Padronizadas As buchas de AT e BT dos transformadores de potência devem ser fornecidas com as seguintes características: Tensão Nominal (kv) Potência (MVA) Características (tipo, fabricação) 138 (AT) Até 40 Condensiva, tipo GOB kv A L6 480 mm,
15 30/07// de (AT e BT) Até 40 Condensiva, tipo GOB kv A L6 240 mm, 34,5 (AT) Até 12,5 Condensiva, tipo GOB kv A L6 260 mm, As buchas capacitivas deverão ser fornecidas com dispositivo adaptador do tap capacitivo para teste de capacitância e tangente delta off-line em campo e para instalação de monitor de buchas capacitivas, possibilitando a monitoração e diagnóstico da isolação das buchas Protetores de buchas As buchas isolantes nas classes de tensão de 15 e 36,2kV devem vir providas de protetores do tipo removíveis, adequados às suas respectivas classes de tensão, para isolar a conexão da terminação da bucha com os cabos de entrada ou saída do equipamento, com o objetivo de evitar contato de animais. O protetor deve ser não descartável, deve possuir uma passagem para o cabo e abertura lateral para evitar a desconexão do cabo na sua instalação ou desinstalação. Deve possuir distanciadores (do protetor à bucha) de forma a facilitar o escoamento de água e não permitir o acúmulo de água em seu interior. O material deste protetor deve ser resistente aos raios ultravioleta e suportar pelo menos 10 graus centígrados. O protetor, depois de instalado, não deve permitir contato de animal capaz de provocar curtocircuito entre fase e terra. O fornecedor deve apresentar na sua proposta as características mecânicas, físicas e elétricas, tipo e fabricante do protetor a ser fornecido com o equipamento, sujeito a aprovação prévia da CONCESSIONÁRIA Conservador de Óleo Tanque Deve suportar vácuo pleno. O sistema deverá incluir o conservador de óleo do tanque do equipamento contendo um selo óleo-ar, consistindo de bolsa e dotado de um secador de ar a sílica-gel, o qual manterá comunicação entre a atmosfera e o espaço no interior da bolsa destinada a compensar a variação de volume do óleo isolante. O conservador deve ter dois compartimentos separados, sendo um principal e outro para o comutador de derivações sob carga. Deve existir um tubo de interligação entre os dois compartimentos, na ocasião do enchimento. O conservador deve possuir tampa para inspeção e limpeza, olhais para içamento e, na sua parte inferior, um rebaixo com válvula de drenagem.
16 30/07// de 77 O tubo de ligação entre o tanque e o conservador deve possuir dois registros de fechamento rápido com válvulas esféricas e flanges. O arranjo deve permitir a fácil remoção do conservador Bolsa A bolsa deverá ser construída de tela com camadas externas de borracha nitrílica intercalada com elastômero. A face interna, com função de impermeabilizante, deverá ter uma barreira de material resistente ao nitrogênio, ozônio e demais agentes atmosféricos. Os materiais empregados não deverão sofrer deterioração pelo contato com o óleo quente. A tela deverá ser reforçada internamente nos pontos de contato com o indicador de nível de óleo para evitar a perfuração da bolsa. A bolsa deverá ser fornecida com detector de rompimento ótico-capacitivo. A vida útil da bolsa deverá ser igual ou maior do que a vida útil do equipamento (40 anos). O tipo da bolsa, fabricante e detalhes de especificação deverão ser identificados no projeto para facilitar a reposição. As características mínimas a seguir deverão ser atendidas: Espessura total Resistência á perfuração Resistência torção 2 mm 65daN 300 dan/5 cm Ruptura a elongação por torção 20% Sensor Ótico Fornecimento e instalação de sensor que detecta a ruptura da bolsa ou membrana, instalado no conservador de óleo, visando evitar a contaminação do transformador com umidade e oxigênio. Deverá atender as seguintes características mínimas: Princípio de funcionamento ótico por reflexão/refração;
17 30/07// de 77 Conjunto composto de no máximo dois componentes, sendo um sensor que deve ser montado sobre a membrana ou dentro da bolsa de borracha (lado do ar) e uma unidade de controle que deve ser montada no painel do transformador em trilho tipo DIN; A unidade de controle deverá possuir um relé para alarmes com contato NA ou NF, reversível pelo usuário através de jumper; A unidade de controle deverá possuir indicação visual para as condições da bolsa/membrana e condições de funcionamento do dispositivo; Tensão de alimentação 38 a 265 Vcc/Vca; 50/60Hz; Temperatura de Operação da Unidade de controle -40 a +85ºC; Temperatura de Operação do Sensor -40 a + 100ºC Comutador de derivações em carga Generalidades O comutador deverá ser projetado de acordo com a norma NBR 8667 e deverá suportar esforços impostos por curto-circuito externo, sob as condições mais desfavoráveis. Além disso, o mecanismo deverá ser projetado para completar com sucesso uma mudança de derivação durante o curto-circuito máximo a que estiver sujeito, caso esta mudança já tenha sido iniciada. A chave comutadora deve ser montada no meio do enrolamento, não se admitindo a sua montagem na extremidade. A chave seletora e a chave comutadora devem ser providas de reator ou resistor para redução da tensão do arco devido ao fechamento e a abertura dos contatos a sobrecargas e curtocircuito. Assim, a chave seletora de derivações e a chave comutadora, ou a chave seletora comutadora, devem se localizadas em um compartimento imerso em óleo, a vácuo ou SF6, devendo possuir meios para impedir que o óleo do compartimento que encerra os contatos se comunique com o óleo do tanque principal do transformador. O compartimento do comutador deve ser provido de relé de fluxo e deve ser ligado a um setor separado do conservador de óleo. O fornecedor deve apresentar, obrigatoriamente, sua proposta técnico/comercial com o comutador a vácuo, a óleo e a SF6, ficando a escolha a critério da CONCESSIONÁRIA. O
18 30/07// de 77 fornecedor deve explicitar o número de operações mínimas garantidas para cada um deles, além das demais características técnicas. Deverá ser garantida uma vida útil dos contatos para um mínimo de operações a plena carga. Deverá ser também garantido um mínimo de operações a plena carga, sem que haja necessidade de reparo ou substituição de peças. No caso da chave comutadora ser montada externamente, deve existir uma válvula localizada no fundo ou na lateral do tanque para possibilitar a drenagem e coleta de óleo isolante. Quando se tratar de chave comutadora montada internamente, a drenagem e coleta de óleo isolante devem ser feitas com a tomada do óleo no fundo do tanque da chave, através de tubulação adequada, localizada em uma das laterais do transformador, de preferência ao lado do recipiente de sílica-gel. Estas tubulações devem ser providas de válvulas nas extremidades. Todas as tubulações externas ao transformador devem ser projetadas de modo a não dificultarem a retirada da chave comutadora. O mecanismo de operação a motor deve ser alojado em caixa metálica, a prova de intempéries, provida de porta com guarnições de borracha, com trinco e fechadura tipo Yale. O grau de proteção do invólucro é no mínimo IP-54 (NBR 6146). O comutador deverá ser operado por sinal de curta duração. A operação deverá ser completada, seja o sinal mantido ou não. O controle do comutador deverá ser passo a passo, ou seja, a manutenção do sinal durante o tempo requerido para uma operação não deverá comandar uma segunda operação. Uma operação, após iniciada, deverá ser completada mesmo quando houver uma interrupção no suprimento dos serviços auxiliares. As características do comutador sob carga não poderão limitar a potência do transformador, inclusive em relação aos requisitos de sobrecarga, desta especificação e item da NBR Principais componentes do comutador O comutador de derivações em carga deve incluir os seguintes elementos: Chave comutadora, equipada com corta-arcos, imersa em óleo; Mecanismo de operação motorizado com dispositivo de controle automático e proteção; Indicador de posição do comutador, visível externamente;
19 30/07// de 77 Contador de operações com totalizador; Manivela ou volante para operação manual do mecanismo, com bloqueio elétrico e/ou mecânico, com dispositivo que impeça a operação do mecanismo pelo motor, quando a manivela estiver engatada; Disjuntor geral com proteção termomagnética, para o circuito de alimentação; Contatores de partida e reversão do motor; Acionamento por motor, alimentado por fonte externa, trifásica religável para 380V e 220V entre fases, 60Hz, trifásico; Conjunto de contatos secos para controle de paralelismo entre equipamentos; Conjunto de contatos secos, para indicação remota de posição do comutador, a ser ligado à matriz de diodos; Chaves-limite, mecanicamente operadas, e travas mecânicas para impedir o percurso do mecanismo além das posições extremas; Chave seletora de três posições "LOCAL-DESLIGADO-REMOTO"; Botões para as operações locais de "ELEVAR", "DIMINUIR" e de "PARADA DE EMERGÊNCIA", com lâmpada de indicação; Relés auxiliares, chaves magnéticas, blocos terminais, aquecedor com termostato, iluminação, etc; Proteções dos circuitos feitas por disjuntores termomagnéticos com contatos para sinalização e alarme; Poço para instalação de uma unidade de sensor de temperatura PT 100, na caixa ou tampa da chave magnética do comutador; Válvula de 1/2 (meia polegada) a 15cm do fundo tanque, caso o comutador seja de uso externo ou adaptar a mesma na tampa da chave magnética, possibilitando a instalação de um sensor on-line de umidade dissolvida no óleo isolante; Filtro de óleo automático, caso a chave comutadora tenha interrupção a óleo;
20 30/07// de Comando do Comutador O comando do comutador de derivações em carga deverá ser manual e automático, com comando individual-remoto, conforme itens e da NBR Para permitir o comando automático deverá ser fornecido o relé regulador de tensão (função 90) e demais dispositivos necessários à operação individual e em paralelo com outro transformador, com protocolo de comunicação DNP 3.0 e ISO. Este relé deve ser da SEL, modelo 2414, com monitoramento de temperatura, referencia SEL 2414 (MOT) A1A9X743A1840, com do dispositivo de expansão de Entradas e Saídas Digitais SEL 2505 (MOT) XX Estes equipamentos deverão ser fornecidos de forma avulsa para instalação em painel remoto. O sistema de controle e indicação remota da posição taps do comutador de derivações em carga adotado pela CONCESSIONÁRIA prevê a utilização de indicador digital. Desta forma deverá fazer parte deste fornecimento, matriz de diodos com conversores BCD e/ou transdutores que deverão ser instalados no armário do comutador e de forma a se obter simultaneamente a seguinte configuração: Entradas para medições de posição de tap, tensão de linha e corrente de carga; Função multimedidor com indicações de potências ativa reativa e aparente, frequência, ator de potência e outras; Indicação local de tap e controle automático/manual do comutador pelo painel frontal; Assistente de Manutenção do Comutador, com cálculos e indicações de: - Número total de operações do comutador desde o início da operação; - Número de operações do comutador desde a última manutenção; - Média de operações diárias do comutador; - Somatória total da corrente comutada ao quadrado desde o início da operação; - Somatória da corrente comutada ao quadrado desde a última manutenção; - Média de incremento diário da somatória de corrente comutada ao quadrado; - Número de dias restantes para manutenção do comutador por número de operações; - Número de dias restantes para manutenção por somatória da corrente comutada;
21 30/07// de 77 Programação de número de dias de antecedência para avisos de manutenção por número de operações ou por somatória da corrente comutada; Função de regulação automática de tensão (relé 90), com 6 conjuntos de parâmetros de regulação programáveis individualmente; Programação de faixa horária e dia da semana para seleção automática dos 6 conjuntos de parâmetros de regulação; Proteções para o comutador e para a carga por sobrecorrente, subtensão e sobretensão; No mínimo 5 relés programáveis para indicações de avisos de manutenção e alarmes. Dois relés para comando subir/baixar tensão; Uma saída em loop de corrente ma programável Sistema de filtragem do óleo do comutador em carga a. Finalidade Realizar a filtragem do óleo do comutador, com o objetivo de retirar componentes sólidos (carbono) e líquido (H2O-umidade). b. Tempo de cada ciclo de operação Cada ciclo de operação deverá ser suficiente para deixar o óleo completamente limpo e livre de impurezas sólidas e liquida, deixando o mesmo com as características dielétricas seguras para operação do comutador. c. Componentes principais do sistema de filtragem - Conjunto moto-bomba com filtro apropriado para filtrar componentes sólidos (carbonooriginado da comutação sob-carga) e também a retirada de umidade (H2O) do óleo isolante do cilindro do comutador sob-carga; - Filtro do tipo cartucho combinado para retirada de sólidos e líquidos; - Manômetro indicador de pressão: indicar pressão que o filtro deverá ser substituído (adequado para indicação local e remota); - Pressostato com um contato para sinalização e alarme (adequado para indicação local e remota); - Duas válvulas tipo esfera, sendo uma antes e a outra depois do conjunto moto-bomba, filtro e acessórios;
22 30/07// de 77 - Válvula tipo esfera para drenagem do óleo do sistema de filtragem (localizada na tubulação de alimentação do conjunto); - Válvula para retirar amostra de óleo, localizada na moto-bomba; - Terminal de aterramento do conjunto moto-bomba; - Caixa de terminais para alimentação da moto-bomba; - Placa de identificação do conjunto moto-bomba. d. Interligação do conjunto moto-bomba ao transformador - Tubulação e componentes de alimentação; - Tubulação e componentes de retorno. e. Painel (cabine) de comando, controle e proteção independente contendo: - Componentes de comando, controle e proteção, identificados; - Placa de identificação; - Deverá ser provido de fechadura metálica tipo YALE, com chave; - Resistor de aquecimento, com proteção (cobertura) para evitar contatos acidentais; - Iluminação interna; - O curso de abertura da porta deverá ser de 180 graus, e, com trave para evitar fechamentos involuntários; - As chapas deverão ter espessura mínima de 2,65mm. As aberturas para ventilação deverão ser protegidas por fina tela metálica. Tais aberturas deverão ser posicionadas de forma a impedir a entrada de água da chuva; o grau de proteção deverá ser no mínimo IP- 54, conforme NBR 9368 e NBR 6146; - Barra de aterramento interna à caixa; - Outros acessórios necessários para perfeito funcionamento, operação e manutenção do sistema. Fornecer esclarecimentos e detalhes de manutenção. f. Sinalizações locais e remotas: - Subtensão no circuito de comando e controle; - Subtensão de falta de fase ou falta de tensão nos circuitos; - Atuação dos circuitos de proteção;
23 30/07// de 77 - Sistema em funcionamento; - Falha no sistema; - Indicação do número de operações; - Indicação da pressão registrada no manômetro; - Sinalização proveniente do termostato. g. Outras considerações - Os circuitos de iluminação e resistência deverão ser protegidos por disjuntor termomagnético com contatos para sinalização e alarme; - Os circuitos de alimentação da moto-bomba, comando e controle deverão ser protegidos por disjuntores termomagnéticos com contatos para sinalização e alarme; - O sistema moto-bomba e filtro deverão entrar em operação todas as vezes que houver uma comutação em carga; - O conjunto moto-bomba deverá ser localizado em um lugar apropriado e de fácil manuseio. Deverá ter alças próprias para levantamento; - Pintura: conforme transformador; - O tipo do conjunto de filtragem adotado deverá estar de acordo com as características e projeto do transformador e do comutador sob carga Comutador sem tensão Quando solicitado no processo de aquisição, o transformador deve ser provido de um comutador de derivações para operação manual com o transformador desenergizado. O comutador deve ser de construção sólida e provido de mecanismo externo, localizado fora do tanque, para operação manual com manivela acessível ao chão (aproximadamente 1,5m). Quando não houver indicação no processo de aquisição, o comutador sem tensão deve ser instalado no enrolamento de tensão superior. O comutador deve ser provido de indicador de posição bem visível localizado de modo a permitir operação e inspeção, sem que o operador tenha que se aproximar perigosamente das partes energizadas. Deve ser previsto um cadeado no comutador para evitar a mudança de derivação por pessoa não habilitada.
24 30/07// de 77 Todo o conjunto do mecanismo e chave comutadora sem tensão deve ser montado na parte superior do tanque principal de modo que se possa inspecionar e fazer manutenção no mesmo através da janela de inspeção exclusiva para este fim, sem que seja necessária a retirada do núcleo/bobina Sistema de Resfriamento Radiadores Os radiadores deverão ser galvanizados a fogo. Os radiadores deverão receber numeração sequencial a qual deverá constar ao lado dos flanges no radiador e tanque conforme desenho de arranjo físico. O sistema de resfriamento deverá ser projetado de modo a assegurar que a retirada de serviço de um radiador, o transformador funcionará sem que sejam excedidos os limites de elevação de temperatura, durante a operação à tensão nominal em qualquer estágio. Os radiadores deverão ser removíveis, com válvulas para conexão com o tanque dotadas de flanges soldados, providos de olhais para içamento, e projetados de modo a resistirem às mesmas condições da pressão e vácuo especificados para o tanque. Deverão ser localizados preferencialmente em partes externas para facilitar o acesso e eventual remoção Equipamento de Ventilação Forçada O transformador deve ser fornecido com 1 ou 2 estágios de ventilação forçada, conforme estabelecido no processo de aquisição. Cada moto-ventilador deverá possuir indicação do sentido de rotação, fluxo e estágio de ventilação, além de rolamentos blindados e grau de proteção IPW55. Os moto-ventiladores deverão ser removíveis, independentes e protegidos por grades em aço inoxidável (com grau de proteção conforme NBR 6146), para evitar contatos acidentais. Devem ser fixados aos radiadores por meio de tirantes de aço zincado por imersão a quente. Os motores trifásicos devem ser à prova de tempo, religáveis para tensões 380V e 220V entre fases, 60Hz e deverão ser protegidos por disjuntores termomagnéticos com contatos auxiliares para sinalização de posição e alarme. Deverão ser previstas facilidades para as seguintes sinalizações remotas: Posição das chaves seletoras; Subtensão no circuito de comando; Atuação dos dispositivos de proteção de motores;
25 30/07// de 77 Falta de tensão no circuito de força; Equipamentos de refrigeração ligados, por estágio; Falha nos equipamentos de refrigeração, por estágio. Os moto-ventiladores devem ser montados na posição lateral dos radiadores e nunca na sua parte inferior, para não reter água. Devem ser previstos meios de evitar vibrações decorrentes do funcionamento dos motoventiladores. A entrada em operação automática dos moto-ventiladores deve ser comandada pela temperatura do óleo ou corrente dos enrolamentos de baixa tensão, através dos contatos do indicador de temperatura dos enrolamentos. Deve ser disponibilizado sistema de comutação para o acionamento manual do grupo de refrigeração ONAF2. Deve ser prevista proteção contra sobrecorrentes e falta de fase para os motores dos ventiladores. Os condutores de alimentação dos motores devem ser de cobre flexível, isolados para 750V do tipo chama não propagante, corretamente dimensionados Transformadores de Corrente de Bucha O transformador de potência deve ser fornecido com transformadores de corrente para proteção, instalados na bucha de neutro e nas buchas de fases. Os mesmos deverão atender ao estabelecido na norma NBR 6856 e fabricados e ensaiados de acordo com as últimas revisões das normas ABNT. Deverão ser previstos dois transformadores de corrente para proteção por cada bucha de alta e de baixa e um de medição para as buchas de baixa, de múltiplas correntes, com corrente nominal primária dimensionada pela maior corrente circulante no enrolamento (com potência máxima, último estágio de ventilação forçada, e o comutador do tap nominal) e a mínima em aproximadamente 30% da corrente em potência ONAN. O transformador da bucha de neutro deve ter de 600/300/150-5AOs transformadores de corrente de proteção tem as seguintes características adicionais:
26 30/07// de 77 Fator Térmico Nominal 1,5 Classe de Exatidão (proteção) 10B200 Corrente Suportável de Curta Duração 138kV e 69kV 31,5kA 34,5 e 13,8kV 7,5 x In Os transformadores de corrente de medição, destinados à indicação de temperatura dos enrolamentos e ao controle automático do comutador sob carga devem ter fator térmico 1,5 e classe de exatidão 0,3C Características Operacionais Elevação de Temperatura As elevações de temperatura dos enrolamentos, do óleo, das partes metálicas e de outras partes, não devem exceder aos limites especificados na Tabela 1 do item 4.2 da NBR O transformador deverá satisfazer aos limites de elevação de temperatura correspondentes a material isolante classe A (temperatura limite atribuída 105 C), com limite de elevação de temperatura do ponto mais quente de 65 C. Os limites de elevação de temperatura devem se aplicar para cada derivação à potência, tensão e corrente da derivação, conforme item 6.6 da ABNT NBR Sobrecarga e Curto-Circuito O transformador deverá atender as condições de sobrecarga estabelecidas nas normas NBR e NBR Características de suportabilidade a curtos-circuitos externos O transformador, junto com todos os equipamentos e acessórios devem ser projetados e construídos para resistir, sem danos, aos efeitos térmicos e dinâmicos das correntes de curtocircuito externas. As sobrecorrentes nos enrolamentos devem ser determinadas pelas impedâncias do sistema e do transformador. A duração da corrente a ser usada para o cálculo da capacidade térmica de suportar curtos-circuitos é de 2 segundos. O maior valor admissível para a temperatura média de cada enrolamento após o curto-circuito deve ser conforme a Tabela 3 da seção 4 da NBR
27 30/07// de 77 O procedimento para ensaio de curto-circuito deve seguir a seção 4 da ABNT NBR Os requisitos com relação à capacidade para resistir a curto- circuitos devem ser determinados conforme a seção da NBR , Sobrecarga e Curto-Circuito. O transformador deve ser projetado para suportar sobrecargas de pequena duração bem como suportar os esforços provocados por curto-circuitos, em conformidade com as normas NBR 5356 e NBR Os equipamentos auxiliares, tais como: buchas, comutador, TC s de bucha, TC de controle do comutador, entre outros, devem suportar sobrecargas correspondentes a até uma vez e meia a potência nominal do transformador Corrente de Excitação A corrente de excitação sem carga, à frequência e tensão nominais, não deve ser superior a 1,2% da corrente nominal. A corrente de excitação com 110% da tensão nominal não deve ser superior a 2,5% da corrente nominal. A corrente nominal deve ser aquela medida na frequência e tensão nominais, com o comutador na posição correspondente a tensão nominal Resfriamento O transformador deve ser fornecido com sistema de ventilação necessário para atender as potências especificadas, inclusive painel de alimentação e proteção nas seguintes condições: a. Quando em ONAN, com ambas as válvulas de um radiador fechadas; b. Quando em ONAF1 e ONAF2, com todas as válvulas dos radiadores abertas, porém com os 2 (dois) ventiladores desligados Operação em Paralelo Todos os transformadores de um mesmo item da encomenda devem ser projetados para operarem em paralelo, um com o outro. Quando o transformador for projetado para operar em paralelo com outro transformador já existente, a CONCESSIONÁRIA fornecerá as características deste último transformador. A impedância do transformador deve concordar com a do transformador com o qual operará em paralelo com uma diferença máxima de 7,5%, tendo como base a potência ONAN na tensão nominal / comutador no tap principal, a 75ºC Circuitos Auxiliares A alimentação disponível na subestação, para os circuitos auxiliares do transformador é a seguinte:
28 30/07// de 77 a. Circuito de Força: 380/220 Vca, trifásico, 60Hz, 4 fios b. Circuito de Comando: 125Vcc e/ou 220 Vca, monofásico, 60Hz, 2 fios Avaliação das Perdas Para fins de julgamento das propostas, será calculado, para cada item da compra, o custo final do equipamento, capitalizando-se para isto as perdas, mediante fórmula a seguir: CF = CTR + FVA(N,i) T CE(P0 g + K P Cg ) C F Custo final capitalizado do transformador (R$); C TR Preço unitário de aquisição do transformador (R$); FVA (N,i ) Fator de valor atual de uma série de pagamentos uniformes, durante N anos, com taxa de desconto i, calculado por: FVA( N,i ) N ( 1+ i ) 1 = N i( 1+ i ) N Número de anos considerados na capitalização (20 anos); i Taxa de juros anual (12%); T C E Número de horas por ano (8760 horas); Preço das perdas de energia no mês do início do processo de aquisição; P 0 g Perdas em vazio do transformador garantidas pelo PROPONENTE(kW); K Constante determinada em função dos valores médios do fator de utilização, do fator de carga e do fator de perdas dos transformadores instalados no sistema elétrico da Concessionária; P Cg Perdas em carga do transformador, na base ONAF II, garantidas pelo PROPONENTE (kw). Para todos os efeitos, as perdas em carga poderão ser consideradas como sendo a diferença entre as perdas totais e as perdas em vazio declaradas pelo PROPONENTE. Caso os valores das perdas verificadas nos ensaios de recebimento forem superiores aos valores garantidos na proposta, a CONCESSIONÁRIA poderá aceitar ou não o equipamento, de acordo com suas conveniências. Caso o equipamento seja aceito, a CONCESSIONÁRIA deduzirá do preço contratual a quantia correspondente às perdas excedentes, calculada pelo emprego da fórmula a seguir: R P = (R P0 + R PC ) C F R P Redução do preço contratual correspondente às perdas excedentes (R$);
29 30/07// de 77 R P 0 Relação entre o valor das perdas em vazio obtida nos ensaios de recebimento e o valor das perdas em vazio garantidas na proposta. Caso o valor calculado de menor ou igual a zero, o valor a ser considerado para esta parcela será zero. RP 0 seja R P0 P = P 0med 0g 1 P 0 med Perdas em vazio do transformador verificadas nos ensaios de recebimento (kw); R P C Relação entre o valor das perdas em carga obtida nos ensaios de recebimento e o valor das perdas em carga garantidas na proposta. Caso o valor calculado de menor ou igual a zero, o valor a ser considerado para esta parcela será zero; RP C seja RP C P = P Cmed Cg 1 P Cmed Perdas em carga do transformador verificadas nos ensaios de recebimento (kw). 7.7 Acessórios Diversos Indicador Magnético do Nível de Óleo São fornecidos 2 (dois) indicadores, sendo um para o óleo do conservador do transformador e outro para o óleo do comutador de derivações. Os indicadores tem mostradores com indicação dos níveis máximo, mínimo e o relativo a 25 C. Tem 2 (dois) contatos não aterrados para nível máximo e nível mínimo. A capacidade dos contatos é conforme norma NBR Relé tipo Buchholz Os transformadores de tensão nominal 69kV devem ser fornecidos com relé de detecção de gases diluídos. Para as demais tensões, os transformadores devem ser fornecidos com ponto para instalação deste dispositivo. Deve ser instalado entre o tanque principal e o conservador, e ser equipado com três jogos de contatos, sendo o primeiro operado pela acumulação de gás, o segundo para desligamento e o terceiro para alarme do desligamento. A capacidade dos contatos deve ser conforme norma NBR Deve possuir sensor para monitoramento da umidade no detector de gases dissolvidos, com dispositivo de alarme para as condições de falha, viabilizando a antecipação de ações corretivas.
30 30/07// de 77 O relé de gás, tipo Buchholz, para o tanque principal, anti-sísmico, deve possuir válvula de sangria e dispositivo para operação manual dos contatos, conforme norma NBR 9368 e com as características técnicas mínimas indicadas a seguir: Contato que atua por volume de gás acumulado (cm3); Janela graduada para indicação do volume de gás acumulado; Contato que atua por velocidade mínima de óleo (m/s); Dispositivos adequados na parte superior, para a retirada de amostra de gases, aplicação de analisador e ensaio de relé; Bujão de drenagem na parte inferior; Válvulas para reter o óleo antes e depois do relé Buchholz; Ser constituído de duas bóias de nylon e sólidas à prova de penetração de líquido isolante; Contatos ser do tipo redd s magnéticos, anti-sísmico e com capacidade de condução de 0,5A em 125 Vcc e de 6A em 220 Vca e capacidade de interrupção de 0,5A em 125Vcc e 0,5A em 220Vca; Nível de isolamento de 1,5kV/1min; Diâmetro de passagem do líquido isolante e escala de atuação ser definida conforme tabela abaixo: Potência do Transformador (MVA) Diâmetro Nominal (mm) Até 5 25 De 5 a De 20 a Acima de Válvula de Alívio de Pressão Deve ser do tipo mola, instalada no tanque principal, em posição tal que impeça a queda do óleo sobre o transformador ou sobre acessórios que possam exigir a ação do operador. Deve incluir dispositivo de canalização do óleo até o nível da base do trafo. Deverá atender as seguintes características mínimas: Deve ser constituída por dois contatos, com capacidade de condução dos contatos de 10 A em 250 Vca cos = 0,4 ± 25% e de 3 A em 250 Vcc t = < / r 40 ms ± 15%;
31 30/07// de 77 Nível de isolamento de V / 1 min; Pressão normal de operação: 0,70 +/-0,07 Kgf/cm2 ao nível do mar; Diâmetro de passagem de acordo com projeto do transformador ( 50 mm). O dispositivo de alívio de pressão deve operar de maneira que o valor da sobrepressão não ultrapasse o valor máximo admissível, com a eventual descarga do óleo, e ser provido de dispositivo direcionador do óleo para fora do tanque do transformador e no sentido contrário à disposição dos acessórios que possam exigir ação do operador. Nota: 4. Enviar desenhos/documentos e memória de cálculo para aprovação, que comprovem o funcionamento e proteção da estrutura metálica (tanque) do transformador durante um curtocircuito interno Dispositivo de proteção contra sobrepressão e fluxo do comutador O comutador de derivações deve possuir um relé de fluxo e/ou um de sobrepressão. Ambos devem ter dois contatos, um para alarme e outro para desligamento, conforme norma NBR Deve ser permitida a retirada destes relés sem provocar o vazamento do óleo Secador de Ar a Sílica-gel São fornecidos 2 (dois) secadores, sendo um para o tanque principal e outro para o tanque do comutador de derivações, além do fornecido com o tanque-pulmão. Devem existir duas válvulas na tubulação de saída do respirador do conservador de óleo do transformador, uma para ligação do sistema de selagem e outra para instalação do secador de ar do transformador, que também deve ser fornecido. São de preferência de material metálico, com capacidade adequada, e instalados em posição que permita fácil substituição da carga. A sílica gel deve ser na cor laranja, granulação média 6mm ± 2. Acondicionamento em caixa ou barrica, sacos plástico de 1kg Sensor de Temperatura do Óleo e Enrolamentos Aplicável a reatores ou transformadores, para monitorar a temperatura do óleo e de enrolamentos, para proteção térmica, funções 26 e 49 (Relé SEL2414 ou similar) e controle do resfriamento forçado, evitando envelhecimento acelerado do equipamento. Utilizar um monitor de temperatura com as características mínimas a seguir: Duas entradas auto-calibradas para sensores Pt100, para temperatura do topo do óleo;
32 30/07// de 77 Preparado para medição redundante de temperatura do topo do óleo, com 2 sensores Pt100; Uma entrada de medição de corrente de carga com TC externo clip-on, faixa universal 0-10A; Cálculo de temperatura do ponto mais quente do enrolamento (hot-spot); Controle de resfriamento forçado preparado para expansão a até 4 grupos, com alternância por tempo de operação dos grupos; Acionamento automático da ventilação por percentual de carga, com histerese ajustável; Função de exercício periódico automático dos ventiladores; Acionamento temporizado dos grupos de ventilação em caso de falta de alimentação; Relés de trip por temp. do óleo e enrolamento com dupla segurança no acionamento controle simultâneo por 2 microcontroladores e acionamento por sinal alternado; Preparado para monitoração do diferencial de temperatura instantâneo do comutador sob carga, de forma a manter intercambiabilidade com outro sensor caso haja necessidade; Preparado para monitoração do diferencial de temperatura filtrado do OLTC, com filtro ajustável, de forma a manter intercambiabilidade com outros sensores caso haja necessidade; Ajuste automático de alarmes por diferencial instantâneo e filtrado, com tempo programável; Mínimo de oito relés para alarmes e trips por temperaturas do óleo e enrolamento, controle de resfriamento, alarme do comutador e autodiagnóstico; No mínimo duas saídas em loop de corrente ma programáveis, para temperatura do óleo e enrolamento. Deve ser instalado no painel de equipamentos auxiliares do transformador. A entrada de corrente é através de um TC, próprio para esse fim, que deve ser instalado na bucha X Válvulas para Enchimento e Retirada do Óleo Devem ser previstas válvulas conforme abaixo: a. Uma de 1 ½ (uma e meia polegadas) de diâmetro, sendo na lateral do tanque principal, próximo ao topo, provida de um defletor para evitar fluxo de óleo sobre os enrolamentos; b. Uma de 1 ½ (uma e meia polegadas) de diâmetro, na face oposta, posicionada a 15cm do fundo do tanque, provida de bujão para retirada de amostra de óleo, com redução para ½ (meia polegada) de diâmetro; c. O conservador deve ser provido de válvula de 1 ½ (uma e meia polegada) de diâmetro.
33 30/07// de 77 Todas as válvulas devem ser do tipo esférica, corpo em bronze e esfera de aço inox, com exceção das válvulas dos radiadores que devem ser do tipo borboleta Meios de Locomoção A base do transformador deve ser provida de 4 (quatro) rodas de flanges largos para movimento em duas direções ortogonais, conforme detalhe no Anexo E, em via de trilhos com bitola de 1435 mm para transformadores até 138 kv, e com bitola de 2870 mm para transformadores de 230 kv. Devem ser de aço fundido com dureza entre 255 e 350 Brinell e serem adequadas para trilhos TR45 e TR57. A base deve ainda ser provida de 4 (quatro) sapatas para possibilitar o levantamento do transformador por meio de macacos hidráulicos, com altura mínima de 300mm da base de apoio. Devem ser previstos ganchos para a suspensão do transformador completo, e olhal para tração nas quatro faces Meios de Aterramento Para fins de aterramento, devem ser soldadas à base do transformador, duas placas de aço inoxidável, de faces planas e lisas. Cada placa deve ter dois furos rosqueados para parafuso de 12,7 mm de diâmetro, rosca 13 NC, espaçados horizontalmente de 44,5 mm de centro a centro. A profundidade mínima de furo deve ser de 12,7 mm. As duas placas devem ser acompanhadas de conectores de aterramento tipo prensa chapa-cabo para cabos de cobre de 70mm² até 120mm² Suporte para Pára-raios Devem ser fornecidos suportes para pára-raios no lado de alta tensão e baixa tensão. Furação: 3 furos de 14mm de diâmetro dispostos sobre circunferência de 180mm de diâmetro, defasados de 120 um do outro, e mais 3 furos idênticos sobre a circunferência de 220mm de diâmetro. Os suportes dos pára-raios não devem ser fixados nos radiadores Painel Local de Controle e Proteção Generalidades Todas as conexões dos terminais secundários dos transformadores de corrente tipo bucha, monitor de temperatura, indicadores de nível de óleo do comutador e do transformador, relés Buchholz, etc., deverão ser instalados em um único armário a prova de tempo e poeira, com o fundo no mínimo 300 mm do plano de apoio do transformador sem rodas e com grau de
34 30/07// de 77 proteção IP-54, conforme NBR 6146, instalado em suportes no tanque do transformador e em posição acessível. Esse armário deverá ser instalado em posição acessível e sempre que possível, no lado de baixa tensão, e ser à prova de intempéries, ter grau de proteção IP-54, conforme NBR IEC Deverá ser provido de portas com fechaduras, tomadas, iluminação interna com comando através de chaves fim de curso, acionadas pela porta e de resistências de aquecimento comandadas por termostato instalado no próprio armário. Uma placa metálica contendo o diagrama de fiação correspondente deverá ser fixada na parte interna da tampa. Não deverão ser utilizados eletrodutos para abrigar os cabos de interligação dos dispositivos instalados no transformador até os seus respectivos armários. Os cabos deverão ser próprios para uso ao tempo, conforme detalhes constantes no item desta ET. As réguas terminais dos armários deverão estar localizadas na parte inferior dos mesmos para facilitar a execução das conexões. O armário dos circuitos auxiliares deverá ser provido de dispositivo anti-vibração para a conexão do mesmo ao corpo do transformador. O fabricante deverá projetar as dimensões do armário dos circuitos auxiliares de forma a existir espaço suficiente para a realização dos serviços de manutenção, assim como também a identificação dos equipamentos e de toda a fiação deverá ser de fácil visualização. A CONCESSIONÁRIA durante a fase de aprovação dos desenhos de fabricação poderá solicitar a substituição do armário dos circuitos auxiliares para um armário com dimensões maiores Bornes de Conexão Deverão ser instalados os seguintes bornes de conexão: Bornes duplos tipo seccionáveis, conexão a mola, para cabos de 1,5 mm2 a 2,5 mm2 (referência: borne seccionável, conexão a mola, cor bege, ref. ZTR 2,5 2 da Conexel); Bornes tipo OTTA 6 mm para cabos dos circuitos de corrente (referência: borne de passagem, tipo olhal, ref. D-OTTA-6 da Phoenix); Bornes duplos fusíveis para cabos dos circuitos de tensão (referência: borne fusível, ref. ASK 1, bege Conexel, fusível tubular, 2A/250V, ação rápida C Conexel);
35 30/07// de 77 Bornes com cores diferenciadas para as linhas de trip dos equipamentos (referência: borne seccionável, conexão a mola, cor azul, ref. ZTR-2,5-2BL da Conexel); Resistência de isolamento entre terminais > MOhms; Capacidade de 100 A (0,5s) nos terminais de corrente; Máxima tensão de trabalho de 1000 Vrms (em todos os terminais); Capacidade de suportar tensão aplicada de 2000 Vrms por 1 minuto; Contatos resistentes à corrosão; Toda régua borne deverá ser identificada pelos postes de fixação da mesma e o sistema de identificação da fiação deve ser por meio de anilhas plásticas individuais, tipo: origem / destino. Não será admitido o uso de mais de um condutor por terminal e devem ser considerados bornes reservas (10%) Cablagem e fiação Fornecimento este em forma de cabos flexíveis de cobre, com dois ou mais condutores de bitola em mm que não podem ultrapassar qualquer limitação de emprego estabelecida pelo fabricante; devem ser antichamas com isolação e cobertura de neoprene para 1kV, previstos para temperatura de operação em regime normal de 90 à 130ºC, de acordo com a norma NBR 9114, levadas a bornes terminais numerados de acordo com o correspondente esquema elétrico. As bitolas dos fios e cabos condutores devem ter as seguintes características: a. SECUNDÁRIOS DE TC S - Cabo flexível 4,0 mm, na cor vermelha. b. COMANDO CA - Fase: cabo flexível 2,5 mm2, na cor preta; - Terra: cabo flexível 2,5 mm2, na cor verde; - Iluminação/Aquecimento: cabo flexível 2,5 mm2, na cor branca; - Alarme: cabo flexível 1,5 mm2, na cor preta. c. CIRCUITO DE TENSÃO CC, UTILIZAÇÃO INTERNA: - Tensão 125 Vcc positiva: cabo flexível 2,5 mm2, na cor amarela; - Tensão 125 Vcc negativa: cabo flexível 2,5 mm2, na cor verde.
36 30/07// de 77 d. ACESSÓRIOS PARA UTILIZAÇÃO INTERNA (sinais de entradas digitais e saídas digitais): - Cabo flexível 1,0 mm2, na cor cinza. e. CIRCUITO DE CORRENTE E TENSÃO, UTILIZAÇÃO EXTERNA: - Cabo de 4 fios (tento) de 4 mm2. Nota: 5. Os cabos especificados acima deverão ter as características exigidas por normas e comprovadas suas características através de laudos. 6. Nas extremidades de todos os cabos de controle e dos TC s de buchas, tanto em seu corpo como no painel dos circuitos auxiliares as suas pontas deverão estar estanhadas e deverão ser utilizados terminais do tipo olhal isolado, de acordo com a bitola dos condutores e suas pontas deverá estar acabadas com terminações contráteis. 7. A identificação da fiação deverá ter endereçamento cruzado ponto a ponto e não será aceito para a identificação de componentes ou fiações o sistema de crachás, pois toda identificação de componentes deverá ser feita através de placas de acrílico. 8. A instalação desta nova fiação deverá ser realizada através de prensa cabos na entrada dos cabos nos respectivos equipamentos com o armário. Todos os cabos deverão ser alocados em eletro-calhas, ou seja, em bandejas metálicas fabricadas em chapas de aço SAE 1008/1010, conforme a NBR e NBR Dobradas em forma de U, todas com virola (abas voltadas para parte interna), proporcionando maior resistência a flexo-torção. Elas devem ser totalmente perfuradas, oferecendo ventilação nos cabos, devem acompanhar todos os acessórios necessários, visando um excelente acabamento quando do lançamento de todos os cabos Sistema de Selagem para a Atmosfera Os transformadores devem ser selados para a atmosfera, utilizando-se para isto o gás Nitrogênio super seco. O sistema de selagem é composto de tanque cilíndrico metálico, equipado com pulmão de película coextrudada de polietileno de alta densidade e poliamida resistente ao óleo mineral isolante e a atmosfera rica em ozônio, um desumidificador de ar com sílica gel, duas válvulas de bloqueio da interligação, duas válvulas de bloqueio para troca de carga e outros acessórios de instalação/montagem. Deve ser interligado ao conservador de óleo, através de derivação, com válvulas, da tubulação do reservatório de sílica gel do transformador.
37 30/07// de 77 O sistema de selagem para a atmosfera deve ser fornecido juntamente com o transformador. O Fornecedor deve cotar este sistema em separado, cabendo exclusivamente a CONCESSIONÁRIA a opção de inclusão ou não no processo de compra Pintura e Acabamento Deve ser feito arredondamento em todas as bordas do tanque e de todos os componentes a serem pintados ou galvanizados como: - Tampa principal e tampas de inspeção; - Conservador de óleo; - Radiadores; - Suportes; - Armários. A pintura deve ser aplicada após preparação da superfície. A medida de espessura da película seca não deve contemplar a rugosidade da chapa, isto é, a espessura deve ser medida acima dos picos. O Fabricante deve observar as recomendações contidas no Anexo C desta Norma em relação às etapas precedentes a pintura. O processo de pintura do equipamento, bem como dos seus componentes e acessórios, inclusive conservadores de óleo, deve ser conforme abaixo: d. Tratamentos de Superfícies Interna e Externa - Desengraxe com uso de solventes, segundo norma SSPC-SP1-63; - Jateamento com granalha de aço ao metal branco padrão grau SA-2 1/2 segundo norma SIS ou norma SSPL-PS-63. Opcionalmente, para as superfícies internas nos pontos onde não é possível o jateamento, é permitido o sistema de decapagem química segundo norma SSPL-SP8-63; - Procedimentos de pré-tratamento da superfície para pintura: I) Limpar a superfície com ar comprimido isenta de água e de óleo; II) III) Inspeção da superfície a ser pintada, antes da aplicação da tinta de fundo, quanto à presença de corrosão, graxa, umidade e outros materiais estranhos. Se for constatada a presença de óleo ou graxa, limpar a superfície com xilol; Pintura de toda a superfície preparada, com a tinta de fundo, na mesma jornada;
38 30/07// de 77 IV) Aplicação de uma camada de tinta, antes de cada demão normal, em regiões de solda, frestas e outras de difícil acesso; V) Espera do tempo de repintura recomendado pelo fabricante da tinta ou, na ausência desta informação, espera de um tempo mínimo de 12 horas e máximo de 24 horas. No caso do tempo máximo de repintura ser ultrapassado, lixar a camada de tinta existente antes da aplicação da demão seguinte; VI) VII) Vedação das eventuais frestas existentes com massa flexível a base de poliuretano; Não aplicação de tinta se a temperatura ambiente for inferior a 50ºC ou superior a 500ºC; VIII) Não aplicação de tinta em tempo de chuva, nevoeiro ou quando a umidade do ar for superior a 85%. e. Pintura Interna - Aplicar uma demão de Shop Primer Epóxi, espessura de 20 µm (médio); - Aplicar uma demão de epóxi poliamina na cor branca, isenta de ácidos graxos espessura de 80 µm (médio); - A espessura final da película seca deve estar na faixa de 90 a 110 µm. f. Pintura Externa - Aplicar uma demão de tinta epóxi pigmentada com zinco e com alumínio (mínimo de 65 ± 2% na película seca) com espessura de película seca de 80 µm (médio); - Aguardar o tempo de repintura recomendado pelo fabricante da tinta. Na ausência desta informação, aguardar no mínimo 12 horas e no máximo 24 horas; - Se o tempo de repintura for ultrapassado, lixar levemente a camada de tinta antes da aplicação da demão seguinte; - Vedar as eventuais frestas existentes com massa flexível a base de poliuretano; - Aplicar duas demãos de tinta epóxi curada com poliamida com espessura de película seca de 100 µm por demão; - Aguardar o tempo de repintura recomendado pelo fabricante da tinta. Na ausência desta informação, aguardar no mínimo 12 horas e no máximo 24 horas; - Aplicar uma demão de tinta de acabamento a base de poliuretano acrílico alifático com espessura de película seca de 60 mi µm na cor cinza claro notação Munsell N6.5;
39 30/07// de 77 - A espessura final da película seca deve ser de 340 µm; - Deve ser fornecida uma quantidade suficiente de tinta para retocar superfícies danificadas durante o transporte. g. Ventiladores e Radiadores - Os ventiladores e radiadores devem ser galvanizados por imersão a quente, conforme as normas NBR 6323 e NBR 8158, devendo ter espessura mínima de 100 µm. A grade do motor do ventilador também deve ser galvanizada, utilizando o mesmo processo. h. Demais Componentes - Todos os componentes e acessórios, inclusive os motores dos ventiladores, devem receber tratamento e pintura conforme o tratamento dado à superfície externa do transformador. 7.8 Identificação O transformador deve ser provido de placas de identificação, sendo uma ou mais placas de fiação e uma ou mais placas diagramáticas, em aço inoxidável, com espessura mínima de 1,5mm. A placa diagramática deve conter todas as informações previstas na norma NBR 5356/9368, além do número e item da Ordem de Compra, o fator térmico dos TCs, os valores das impedâncias de curtocircuito na potência base ONAN, obtidos nos ensaios de recebimento, nas posições extremas e na principal do comutador, o tipo e o número de série da chave comutadora, do acionamento motorizado bem como o número do código de equipamento (que é fornecido na aprovação dos desenhos). A placa deve ser instalada no tanque principal ou na porta do painel de controle, em local bem visível. A placa de fiação do comando e proteção deve ser conforme norma NBR A sua instalação deve ser na face interior da porta do painel de controle do transformador. 7.9 Embalagem O transformador deve ser preparado para o embarque de modo a proteger o tanque, radiadores, núcleos e bobinas, buchas e todos os acessórios auxiliares contra a corrosão e umidade, ou danos que possam ser causados por vibrações no preparo e durante o transporte. As válvulas e outras peças salientes susceptíveis de danos durante o transporte devem ser protegidas por anteparos aparafusados. O transformador deve ser transportado sem óleo e sem buchas. Após os ensaios de aceitação, o transformador deve ser desmontado e pressurizado com nitrogênio super-seco, com pressão positiva. Os enrolamentos devem estar perfeitamente secos. O Fabricante deve, por ocasião do embarque, medir a pressão do nitrogênio e a sua temperatura.
40 30/07// de 77 A pressão do Nitrogênio, durante o transporte, deve ficar entre 2x104 N/m² e 4x104 N/m². As peças e acessórios removidas do transformador para embarque devem ser bem identificados a fim facilitar o controle do Almoxarifado, a montagem e a manutenção. O óleo deve ser embarcado em tambores de aço apropriados, sem retorno, com aberturas rosqueadas, devidamente protegidas contra entrada de água e devem possuir revestimento interno em epóxi resistente ao óleo isolante. As peças sobressalentes devem ser embaladas em caixas separadas com indicação "Peças sobressalentes", número de série do trafo, o número do Processo de Aquisição e o item correspondente, realizados de modo indelével. O transformador deve ser projetado de modo que sua maior peça possa ser transportada, sem impedimentos ou restrições, da fábrica até seu destino. Os transformadores devem ser embarcados com registradores de impactos nas três direções (eixos X,Y e Z), fixados na lateral de maior dimensão e próximo ao centro de gravidade do equipamento. Devem ser providos de tampas com lacres e com perfeito sistema de vedação contra umidade, a fim de se evitar a oxidação dos mecanismos dos registradores. Caso o fornecedor não acompanhe o descarregamento, deve fornecer instrução detalhada para que a CONCESSIONÁRIA proceda as verificações registradas pelo instrumento. O registrador de impactos deve ser instalado antes do carregamento na fábrica. Após o descarregamento, a fita deve ser enviada ao Fabricante, o qual deve fazer a análise, emitir o laudo e enviar cópia a CONCESSIONÁRIA, sendo de sua responsabilidade a liberação do transformador para montagem. O registrador é devolvido ao Fabricante após a liberação Laboratórios de ensaios (rotina, tipo e especiais). Todos os ensaios acima solicitados deverão ser realizados dentro das instalações da empresa contratada para o fornecimento, bem como o local da realização de todos os ensaios não deve apresentar nível de ruído superior a 50 db. Não será aceita pela CONCESSIONÁRIA a subcontratação. Enviar desenhos/documentos contendo no mínimo: Diagrama Unifilar básico dos circuitos de cada ensaio a ser realizado (identificar todos os componentes); Enviar dados técnicos dos aparelhos, instrumentação e demais acessórios utilizados nos ensaios; Descrição resumida de cada ensaio.
41 30/07// de Ensaios de Tipo no Transformador Os requisitos gerais para os ensaios de tipo são os indicados nas normas NBR , NBR e NBR 5380, e devem ser executados na presença de inspetor credenciado pela CONCESSIONÁRIA. Os ensaios de tipo são de acordo com o ANEXO V - PLANO DE INSPEÇÃO E TESTES. Os valores das tensões suportáveis nos ensaios estão indicados no item desta especificação técnica Ensaios de Elevação de Temperatura O ensaio de elevação de temperatura deverá ser realizado de acordo com o item da NBR O ensaio de elevação de temperatura deve demonstrar que o sistema de resfriamento permite dissipar as perdas totais máximas em qualquer derivação, e que a elevação de temperatura acima do ambiente de qualquer enrolamento, em qualquer derivação não exceda o valor máximo especificado. Dessa forma deve ser selecionada a derivação de máxima corrente, contudo as perdas totais a serem injetadas para determinar a máxima elevação de temperatura do óleo devem corresponder ao valor máximo entre todas as derivações, mesmo se alguma outra derivação for escolhida. Para a realização do ensaio de elevação de temperatura o transformador deverá estar equipado com os seus dispositivos de proteção (Relé Buchholz). O ensaio de elevação de temperatura tem dois objetivos: a. Deverá estabelecer a elevação de temperatura do topo do óleo em regime permanente com dissipação das perdas totais, b. Estabelecer a elevação de temperatura média dos enrolamentos à corrente nominal com a elevação de temperatura do topo do óleo determinada no item acima. Deverão ser determinadas as elevações de temperatura para resfriamento ONAN, ONAF1 e ONAF2, com um radiador fora de serviço (atendendo ao prescrito em desta especificação técnica). Temperatura do ar ambiente: É necessário tomar as precauções para que sejam reduzidas ao máximo as variações de temperatura do ar de resfriamento, em particular durante a última parte do ensaio quando se aproxima a estabilização. As variações rápidas das leituras devido às turbulências devem ser evitadas por meios adequados como utilização de poços térmicos de adequada constante de tempo para os sensores de temperatura. Ao menos 3 sensores devem
42 30/07// de 77 ser utilizados. A média dessas leituras deve ser utilizada como o valor de ensaio. As leituras devem ser feitas em intervalos regulares ou um registrador automático poderá ser utilizado. Sensores: Os mesmos deverão ser dispostos ao redor do tanque, afastados entre 1 metro e 2 metros do tanque ou da superfície de resfriamento e devem ser protegidos de radiação térmica direta. O método a ser utilizado para a determinação da elevação de temperatura em regime permantente, na fábrica é o método de curto-circuito de acordo com o item da NBR O objetivo do ensaio é: a. Estabelecer a elevação de temperatura do topo do óleo em regime permanente com dissipação das perdas totais; b. Estabelecer a elevação de temperatura média dos enrolamentos à corrente nominal com a elevação de temperatura do topo do óleo determinada acima. Nota: 9. O caso que corresponde às perdas totais mais elevadas determina a potência de ensaio para a determinação da elevação de temperatura do óleo. Deverão ser determinadas as elevações de temperatura para resfriamento ONAF, com um radiador fora de serviço (atendendo ao prescrito no item desta ET). Determinação das temperaturas do óleo: Topo do óleo: A temperatura do óleo na parte superior é determinada por sensores imersos no óleo na tampa do tanque, dentro dos poços para instalação dos termossensores. A média da leitura dos sensores deve ser o valor representativo da temperatura. Óleo no fundo do tanque: A temperatura do óleo no fundo do tanque é determinada pelos sensores montados na tubulação de retorno dos trocadores de calor ou radiadores. Se existirem vários baterias de ventiladores deverão ser utilizados vários sensores Ensaios Dielétricos Os ensaios dielétricos deverão ser realizados com o transformador na temperatura ambiente e devem seguir os requisitos informados na Tabela 1 da ABNT NBR5356-3/2007. O transformador deverá estar completamente montado como em funcionamento, incluindo equipamentos de supervisão, e todos os demais que influenciam na suportabilidade dielétrica do isolamento. Os ensaios dielétricos deverão ser executados na sequência apresentada a seguir:
43 30/07// de 77 a. Impulso atmosférico (IA) para os terminais de linha; b. Impulso atmosférico no terminal de neutro (IA); c. Ensaio de tensão suportável à frequência industrial; d. Tensão induzida de curta duração (CACD); e. Tensão induzida de longa duração (CALD). Ensaio de impulso atmosférico (IA) para os terminais de linha; O ensaio de tensão suportável a impulso atmosférico para os terminais de linha deverão ser realizado de acordo com a Seção 13 da norma ABNT NBR /2007. Observações: 1) O ensaio de impulso atmosférico, deverá ser executado tanto na derivação principal como nas derivações extremas. 2) Os procedimentos e orientações para a realização dos ensaios de impulso atmosférico estão descritos na NBR /2007,seção 13 e NBR : 2007 e deverão ser seguidos. 3) As formas de impulso utilizadas nos ensaios de tensão suportável a impulso atmosférico estão especificadas na ABNT- NBR 6936/2000 e deverão ser seguidas. 4) O ensaio de tensão suportável à impulso atmosférico com onda cortada ( IAC) deverá ser feito de acordo com o item 14 da NBR /2007. Os valores das tensões suportáveis nos ensaios são os indicados no item desta Especificação Técnica. Ensaio de impulso atmosférico para o terminal de neutro O ensaio de tensão suportável nominal de impulso atmosférico para o terminal de neutro dever ser realizado conforme o item da norma ABNT NBR /2007. Para os ensaios dos terminais de linha e neutro da baixa tensão, o comutador de derivações em carga, deve estar na posição extrema superior. Observações: 1) O ensaio de impulso atmosférico deverá ser executado tanto na derivação principal como nas derivações extremas. 2) Os procedimentos e orientações para a realização dos ensaios de impulso atmosférico estão descritos na NBR /2007, seção 13 e NBR : 2007 e deverão ser seguidos.
44 30/07// de 77 3) As formas de impulso utilizadas nos ensaios de tensão suportável a impulso atmosférico estão especificadas na ABNT NBR 6936/2000 e deverão ser seguidas. 4) O ensaio de tensão suportável à impulso atmosférico com onda cortada (IAC) deverá ser feito de acordo com o item 14 da NBR /2007. As aplicações de tensões de impulso não devem causar descargas, defeitos ou danos ao transformador. Caso o transformador falhe no ensaio de impulso, o Fabricante deve fazer as modificações necessárias no mesmo e executar por sua conta e na presença do inspetor, novo ensaio de impulso completo neste transformador, para provar que o mesmo atende as exigências desta norma. Caso o transformador possua mais de um valor de tensão no lado de AT ou BT, o ensaio deve ser realizado nos dois níveis de tensão, considerando os níveis de isolamento correspondentes. Após a aplicação nos terminais de linha dos enrolamentos, dos impulsos previstos na NBR /2007, deve ser aplicado um impulso com valor reduzido. Para os ensaios dos terminais de alta tensão, o comutador de derivações em carga deve estar na posição extrema superior, extrema inferior e central, para respectivamente, os ensaios nas fases H1, H2 e H3. Para os ensaios dos terminais de linha e neutro da baixa tensão, o comutador de derivações em carga deve estar na posição extrema superior Nível de Ruído Os níveis de ruído produzidos pelo transformador não devem exceder aos limites estabelecidos conforme prescrito na seção da NBR /2007 e NBR 7277/ Medição da Impedância de Sequência Zero Deve ser executado em uma unidade por família de lote, conforme norma NBR , item Medição do Fator de Potência do Isolamento do Transformador e suas Buchas Deve ser executado em todas as unidades do lote, conforme norma NBR , item 11.20, antes e após os ensaios dielétricos Nível de Tensão de Rádio-Interferência Deve ser executado em uma unidade do lote, de acordo com as normas conforme norma NBR , item e deve também ser realizado, conforme prescrito nas normas NBR 7875/83 e CISPR-16. Para transformadores até 26,6 MVA, o valor máximo é de 500 microvolt (sem
45 30/07// de 77 proteção dos conectores).para os demais os limites devem ser acordados previamente entre fabricante e a CONCESSIONÁRIA Grau de Polimerização O ensaio de grau de polimerização do papel isolante deve ser realizado dois ensaios em amostras do papel isolante: um antes e outro após a secagem da parte ativa; o valor mínimo admitido nos ensaios é de Ensaios de Rotina Os ensaios de rotina devem seguir as prescrições das normas NBR /2007. Estes ensaios deverão ser realizados em todas as unidades de fornecimento, e na presença de inspetor credenciado pela CONCESSIONÁRIA. Os ensaios de rotina conforme item da norma ABNT NBR /2007 são os de acordo com o ANEXO V - PLANO DE INSPEÇÃO E TESTES Medição da resistência elétrica dos enrolamentos A medição da resistência dos enrolamentos deverá ser executada conforme o tem da ABNT NBR :2007. Nessa medição a resistência de cada enrolamento, os terminais entre os quais ela será medida e a temperatura dos enrolamentos deverão ser registrados. A resistência elétrica do enrolamento deverá ser medida na derivação corresponde à tensão mais elevada. O fabricante também deverá medir a resistência de isolamento em todas as demais derivações. Para a medição da resistência, deixa-se o transformador desenergizado por pelo menos 3 horas, depois se determina a temperatura média do óleo e considera-se que a temperatura do enrolamento é igual à temperatura média do óleo. A temperatura média do óleo é adotada como a média das temperaturas do óleo na parte superior e inferior do tanque( topo e fundo do tanque) Medição da relação de transformação, polaridade e deslocamento angular Os ensaios devem ser realizados de acordo com o item 11.3 da norma ABNT- NBR /2007 e seus anexos E.3, E.5 e E.6. O ensaio de relação de tensões deve ser feito em todas as derivações Medição da impedância de curto-circuito e das perdas em carga A impedância de curto-circuito e das perdas em carga deverá ser medida de acordo com o item 11.4 da ABNT NBR :2007.
46 30/07// de 77 A impedância de curto-circuito e as perdas em carga para um par de enrolamentos devem ser medidas à frequência nominal, aplicando-se uma tensão praticamente senoidal aos terminais de um enrolamento e mantendo-se os terminais do outro enrolamento curto-circuitados. Os demais enrolamentos deverão estar em circuito aberto. A corrente de alimentação deve ser de pelo menos igual a 50% da corrente nominal. As medidas devem ser feitas rapidamente para que as elevações de temperatura não introduzam erros significativos. A diferença de temperatura do óleo entre as partes superior e inferior do tanque deve ser suficientemente pequena para permitir a determinação da temperatura média, com a precisão requerida Perdas em vazio e corrente de excitação O ensaio das perdas em vazio e corrente de excitação deve ser realizado conforme o item 11.5 e anexo E.8 da norma da ABNT NBR /2007. Devem ser realizadas medições das perdas em vazio e da corrente de excitação com 90, 95, 100, 105 e 110% da tensão nominal na derivação principal. As perdas em vazio devem e a corrente de excitação devem ser medidas em um dos enrolamentos à frequência nominal e com tensão igual à tensão nominal. As perdas em vazio devem ser referidas á tensão senoidal pura, com fator de forma 1,1. As perdas em vazio devem ser medidas com tensão nominal na derivação principal Ensaio de tensão suportável à frequência industrial, ou tensão aplicada Esse ensaio deve ser realizado de acordo com a Seção 11 da ABNT NBR /2007. O ensaio de tensão aplicada deve ser feito com a tensão monofásica mais próxima da senoidal possível, com uma frequência não menor que 80% da frequência nominal. O valor da tensão de pico deve ser medido. Esse valor dividido por Ö2 deve ser igual ao valor de ensaio. Para enrolamentos com isolamento progressivo, o ensaio deve ser executado com a tensão de ensaio correspondente ao terminal de neutro e os terminais de linha são então submetidos ao ensaio de tensão induzida modificado de acordo com os itens: a. Item 12.3 da ABNT NBR /2007- Ensaio de tensão induzida de curta duração fase terra (CACD) para transformadores com enrolamento de alta tensão com isolamento progressivo;
47 30/07// de 77 b. Item 12.4 da ABNT NBR /2007- Ensaio de tensão induzida de longa duração (CALD) para transformadores com enrolamento de alta tensão com isolamento progressivo ou uniforme. A tensão de ensaio deve ser aplicada por 60 segundos entre todos os terminais do enrolamento sob ensaio interligados e todos os terminais dos demais enrolamentos, núcleo, tanque e demais partes metálicas ligadas e aterradas Ensaio de tensão induzida (CACD E CALD) Esse ensaio deve ser realizado de acordo com a Seção 12 da ABNT NBR /2007. O ensaio de tensão induzida de curta duração deverá ser realizado com medições das descargas parciais. Ensaio de tensão induzida de curta duração fase-terra (CACD) para transformadores com enrolamento da alta tensão com isolamento uniforme. Esse ensaio deve ser realizado de acordo com o item 12.2 da ABNT NBR /2007. Todo transformador trifásico deve ser ensaiado com uma tensão trifásica sendo induzida nas três fases. Para transformadores isolados uniformemente apenas ensaios fase-fase são realizados. O transformador deverá ser ensaiado com medições de descargas parciais. A tensão fase-fase não deve exceder os valores da tensão suportável nominal à frequência industrial da Tabela 2 da norma NBR /2007. O ensaio deve ser realizado de acordo com o item da norma NBR / Tensão suportável à freqüência industrial nos circuito auxiliares Os circuitos auxiliares devem ser submetidos a um ensaio de tensão suportável à frequência industrial, de valor igual a 2,0 kv (ef) para terra, durante 1 minuto. Os motores e outros acessórios auxiliares devem atender aos requisitos de isolamento de acordo com as respectivas normas da ABNT Ensaios no comutador em carga Os ensaios do comutador de derivação em carga deverá ser executado de acordo com o item 11.8 da ABNT NBR : Resistência do isolamento Esse ensaio deve ser realizado conforme anexo E.4 da norma ABNT NBR /2007. A resistência de isolamento deve ser medida antes dos ensaios dielétricos.
48 30/07// de Estanqueidade e resistência à pressão Este ensaio deve ser realizado de acordo com o item norma ABNT NBR /2007. Esse ensaio deve ser realizado antes do início ou após os ensaios dielétricos. O transformador deve suportar as pressões manométricas e o tempo de ensaio especificadas na tabela 4 da NBR /2007. Este ensaio deverá ser realizado imediatamente após os ensaios de elevação de temperatura, devendo ser iniciado com a temperatura remanescente de óleo após as operações necessárias no transformador, inclusive eventuais deslocamentos. Durante a execução deste ensaio, devem ser verificadas as deformações permanentes surgidas nas várias superfícies do tanque. Essas verificações devem ser efetuadas em 10 (dez) pontos das superfícies laterais do tanque e da tampa onde, presumivelmente, possam manifestar-se as maiores deformações. As deformações permanentes devem ser determinadas a partir de medições, a serem efetuadas antes, durante e após a aplicação de pressão, das distâncias desses pontos preestabelecidos a um ponto de referência externo ao transformador ou não sujeito a deformações, fixado arbitrariamente. Podem ser empregados, caso disponíveis, medidores de deformações em substituição ao método acima proposto. As deformações encontradas devem estar dentro dos limites de elasticidade do material empregado Verificação dos acessórios A verificação dos acessórios deverá ser feita de acordo com o Anexo E16 da ABNT-NBR /2007. a. O relé de gás tipo Buchholz e o indicador de nível de óleo devem ser submetidos aos ensaios prescritos na NBR-12456/90 (PB-1517). b. O dispositivo de alívio de pressão deve ser submetido aos ensaios prescritos na NBR /90(PB-1518); c. Os motores devem ser submetidos ao ensaio de tensão suportável nominal prescrito na NBR -7094/81 e demais ensaios funcionais do sistema de resfriamento; d. O sistema de monitoramento de temperatura do óleo/enrolamento deve ser submetido a ensaios funcionais.
49 30/07// de Ensaio do óleo mineral isolante O óleo utilizado no transformador para realização dos ensaios, deve ser submetidos aos testes indicados na tabela a seguir: ENSAIOS ANTES DOS ENSAIOS DIELÉTRICOS APÓS OS ENSAIOS DIELÉTRICOS Rigidez dielétrica X X Fator de perdas dielétricas ou fator dissipação Tensão interfacial X X Teor de agua X - Analise gascromatográfica X X (X) - a executar (-) - não executar de Os critérios de aceitação do óleo mineral isolante, após contato com o equipamento estão indicados na tabela 5 do item da ABNT NBR : Verificação da espessura e aderência da pintura das partes externas e internas As superfícies galvanizadas a fogo deverão ser submetidas aos seguintes ensaios: Inspeção visual quanto a defeitos no revestimento de zinco, conforme a norma NBR- 6323/90; Aderência do revestimento, conforme a norma NBR-7398/90; Uniformidade do revestimento (ensaio de Preece) em parafusos, porcas, arruelas e corpos de prova, conforme a norma NBR-7400/90, para 6 (seis) imersões de 1 (um) minuto nas superfícies e 4 (quatro) nas arestas. A pintura do tanque e acessórios deverá ser submetida aos seguintes ensaios: a. Espessura de película seca conforme a norma NBR-10443/87 ou norma ASTM-E-376. b. Aderência conforme a norma NBR-11003/87, sendo que deve ser obtido, em qualquer Ensaios Especiais avaliação, código do corte em grade máximo Gr1. Os ensaios especiais serão realizados de acordo com o item da NBR /2007 e como segue no ANEXO V - PLANO DE INSPEÇÃO E TESTES. X X
50 30/07// de 77 a. Ensaios dielétricos especiais; b. Medição das capacitâncias entre o enrolamento e a terra, e entre os enrolamentos; c. Medição das características da tensão transitória transferida; d. Medição das impedâncias de sequência zero; e. Ensaio de suportabilidade a curto-circuito; f. Determinação do nível de ruído audível; g. Medição de harmônicas da corrente de excitação; h. Medição da potência absorvida pelos motores dos ventiladores; i. Medição do fator de dissipação da isolação; j. Análise cromatográfica dos gases dissolvidos no óleo; k. Vácuo interno; l. Verificação do esquema de pintura das partes interna e externa do transformador; m. Nível de tensão de radiointerferência; n. Medição da resposta em frequência e impedância terminal; o. Ensaio do grau de polimerização do papel; p. Medição do ponto de orvalho; q. Levantamento da curva de saturação e medição da reatância em núcleo em ar do enrolamento. Para cada fornecimento a CONCESSIONÁRIA estará indicando quais ensaios especiais serão realizados. Para os fabricantes que não são homologados pela CONCESSIONÁRIA todos os ensaios especiais deverão ser realizados na presença da CONCESSIONÁRIA ou de inspetores credenciados Ensaios Dielétricos Especiais (Tensão Induzida de Longa Duração - CALD) Esses ensaios devem ser realizados de acordo com a norma ABNT NBR /2007. Esse ensaio corresponde ao ensaio de tensão induzida de longa duração ( CALD) e deve ser executado conforme o 12.4 da ABNT NBR / Medição das capacitâncias entre o enrolamento e a terra, e entre os enrolamentos O fabricante deverá enviar um descritivo de como irá realizar as medições das capacitâncias, assim como também dos valores esperados.
51 30/07// de Medição das características da tensão transitória transferida Esse ensaio deve ser realizado de acordo com o anexo B da norma ABNT NBR / Medição das impedâncias de sequência zero Esse ensaio deve ser realizado de acordo com o item 11.7 da norma ANBR NBR /2007. A impedância de seqüência zero deve ser medida à freqüência nominal entre os terminais de linha reunidos conjuntamente e o neutro de um enrolamento conectado em estrela. Ela é expressa em ohms por fase e é dada por 3 U/I onde U é a tensão de ensaio e I a corrente de ensaio. A corrente de ensaio I/3 em cada fase deve ser indicada no relatório de ensaio Ensaio de suportabilidade a curto Esse ensaio deve ser realizado de acordo com a Seção 4 da norma ABNT NBR5356-5/ Nível de ruído Este ensaio deve ser realizado conforme prescrito na seção da NBR /2007 e NBR 7277/ Medição de harmônicas da corrente de excitação Os Harmônicos da corrente de excitação devem ser medidos por meio de um analisador de Harmônicos e a Magnitude dos Harmônicos, deve ser expressa como uma porcentagem da fundamental, conforme seção 11.6 da NBR / Medição da potência absorvida pelos motores Deve ser medida a potência absorvida pelos motores, durante a realização do ensaio de elevação de temperatura Medição do fator de dissipação da isolação( tagd)- fator de potência do isolamento Esse ensaio deverá ser realizado antes e após os ensaios dielétricos para efeito de comparação dos valores obtidos. Esse ensaio deverá ser realizado de acordo com o anexo E.12 da norma ABNT NBR / Análise cromatográfica dos gases dissolvidos no óleo A retirada de amostras de óleo para esse ensaio deve ser feita conforme os itens e desta especificação técnica e conforme item da norma ABNT NBR5356-1/2007.
52 30/07// de Vácuo interno Esse ensaio deve ser realizado de acordo com o item da norma ABNT NBR5356-1/ Verificação da pintura das partes interna e externa do transformador Esse ensaio deve ser realizado de acordo com a norma ABNT NBR 11388/ Nível de tensão de radiointerferência Esse ensaio deve ser realizado de acordo com a norma ABNT NBR 7876/1983. Este ensaio deve também ser realizado, conforme prescrito nas normas NBR-7875/83 e CISPR Medição da resposta em frequência e impedância terminal Esse ensaio deve ser realizado de acordo com o item da norma ABNT NBR /2007. Esta medição deve ser realizada no transformador com vista a se obter uma radiografia do transformador ao sair da fábrica. A comparação deve ser feita com as medições realizadas no campo antes da sua energização pela própria contratada, visando detectar pode indicar possíveis danos internos ocorridos durante o transporte ou operação. Recomenda-se que este ensaio seja realizado em todas as unidades. Medição da resposta em freqüência Mede-se a relação de transformação do transformador de potência na faixa de freqüência, de pelo menos entre 20 Hz a 1 MHz, aplicando-se uma tensão senoidal de 5 V a 10 V a um dos enrolamentos do transformador e medindo-se a transferência desta tensão para o outro enrolamento. O método de medição deve ser objeto de acordo entre o fabricante e o comprador. Medição da impedância terminal Mede-se a impedância nos terminais do transformador de potência na faixa de freqüência, de pelo menos entre 20 Hz a 1 MHz, com aproximadamente 200 pontos de medição. O método de medição deve ser objeto de acordo entre o fabricante e o comprador Ensaio de polimerização do papel Esse ensaio deverá ser realizado de acordo com a norma ASTM D Medição do ponto de orvalho O fabricante deverá informar como esse ensaio será realizado Levantamento da curva de saturação e medição da reatância em núcleo ar O fabricante deverá informar como esse ensaio será realizado.
53 30/07// de Ensaios do comutador de Derivações Os ensaios de aceitação devem ser aplicados ao transformador e ao comutador em conjunto. Os ensaios de precisão do equipamento de controle do comutador devem ser feitos em todos os transformadores da encomenda. O transformador deve ser ensaiado na presença do inspetor. Caso os controles falhem em qualquer ensaio, o fabricante deve fazer, às suas expensas, as modificações necessárias. Nota: 1. Os relatórios de ensaios devem ser assinados pelos inspetores. Para tal, o inspetor responsável deverá receber cópias preliminares para aprovação e assinatura, após o termino de cada ensaio Relatórios de Ensaios O fabricante deve fornecer, após execução dos ensaios, 5 (cinco) cópias dos relatórios, com as seguintes informações: Data e local dos ensaios; Nome CONCESSIONÁRIA, número e item do processo de aquisição; Nome do fabricante e número de série do equipamento; Obra de destino; Número do código do equipamento (fornecido pela CONCESSIONÁRIA na ocasião da análise dos desenhos) Relatório do Ensaio de Elevação de Temperatura Deve ser fornecido completo em regime ONAN/ONAF1/ONAF2, incluindo: Aumento de temperatura de cada enrolamento, medido pelo aumento de resistência, com os cálculos completos para as condições ONAN/ONAF1/ONAF2; A temperatura dos diversos pontos do transformador, medida por termômetros, bem como temperatura do óleo e temperatura do ambiente; Duração do ensaio; Ligações do ensaio, corrente, potência absorvida e freqüência; Dados para calibração e aferição dos detectores de temperatura.
54 30/07// de Relatório dos Ensaios de Impulso Atmosférico Deve ser incluído: Detalhes de cada impulso aplicado ao transformador; Cópias fotográficas ou impressas dos oscilogramas de todas as ondas de tensão e correntes dos ensaios realizados; Declaração de pessoa responsável do fabricante, indicando que o transformador suportou os ensaios sem danos Acompanhamento da Fabricação O fabricante deve fornecer o cronograma detalhado das diversas etapas de fabricação, para permitir a inspeção durante o processo. Cabe a CONCESSIONÁRIA decidir pela realização ou não de visitas de inspeção em quaisquer das fases do processo de fabricação. Para isto, o fabricante deve comunicar por escrito, com antecedência de 15 (quinze), dias quaisquer alterações do cronograma de fabricação. A inspeção da CONCESSIONÁRIA deve assistir a saída do transformador da estufa, os reapertos na parte ativa e inspeção final incluindo o tanque principal e de expansão. Para isto, o fabricante deve confirmar à CONCESSIONÁRIA, com antecedência de 15 dias, a data da etapa acima descrita. Cabe à CONCESSIONÁRIA decidir pela necessidade ou não da visita de inspeção na aprovação dos desenhos. Este procedimento deve ser aplicado nos seguintes casos: a. Para fornecedores novos e incluídos recentemente no cadastro das empresas; b. Para fornecedores que tiveram modificações no seu processo de fabricação, ou no layout da fábrica; mudança física de endereço; primeiros fornecimentos; etc; c. Para equipamentos fora do padrão normal, aplicados na rede da CONCESSIONÁRIA Exigências Adicionais São consideradas como complementares as exigências apresentadas nos itens a seguir Desenhos Independentemente dos desenhos apresentados com a proposta, o fornecedor deve submeter à aprovação, no prazo de 30 (trinta) dias da aceitação, 1 (uma) cópia em meio magnético, e 3 (três) cópias em papel, formato A3 e/ou A4 de cada um dos desenhos a seguir relacionados:
55 30/07// de 77 a. Lista de desenhos; b. Conjunto do transformador com aspecto externo, arranjo e posições dos equipamentos e acessórios principais, bem como dimensões, massa total, massa do óleo, massa e altura de suspensão da parte ativa; c. Desenhos das buchas com indicação do fabricante, tipo, corrente nominal, distância de escoamento e características dielétricas; d. Desenho do mecanismo de operação do comutador de derivações; e. Diagrama de ligações do enrolamento principal e do comutador de derivações; f. Desenhos de painel de controle e dos circuitos, proteção e controle, incluindo esquemas funcionais e desenhos topográficos da fiação; g. Diagrama de ligações dos transformadores de corrente, contendo fator térmico dos TCs; h. Diagrama de controle do sistema de ventilação forçada, incluindo o projeto de todos os estágios; i. Esquemas e diagramas para paralelismo, se houver; j. Desenhos das placas de identificação e diagramática; k. Croqui das dimensões máximas de embarque do transformador; l. Catálogos, desenhos e indicação dos fabricantes de todos os acessórios, incluindo o dispositivo de borracha do conservador, inclusive de todos os materiais que podem ser substituídos durante as manutenções, como, por exemplo as juntas de vedação. Os desenhos devem ser elaborados em "CAD" (.dwg), devendo ser fornecido original em papel e cópias em CDs. Todos os catálogos e desenhos dos acessórios do transformador, inclusive os TCs de bucha com as dimensões e características, devem indicar aqueles que equipam o mesmo Manual de Instruções No embarque do transformador, o fabricante deve fornecer cinco cópias do manual de instruções em papel e em CD, para instalação, operação e manutenção do transformador e seus acessórios. Este manual deve ser específico do material e dos acessórios instalados no transformador, e constar de: a. Instruções para o transformador; b. Instruções para as buchas; c. Instruções para os indicadores de temperatura e nível de óleo;
56 30/07// de 77 d. Instruções para o secador de ar "Sílica-gel"; e. Instruções completas do comutador de derivações e relé regulador de tensão; f. Instruções para o relé "Buchholz"; g. Instruções para utilização e montagem da bolsa de borracha do conservador; h. Instruções para os transformadores de correntes de bucha; i. Instruções para o equipamento de ventilação forçada; j. Demais instruções necessárias, para todos os acessórios colocados no transformador; k. Cópia dos desenhos finais aprovados pela CONCESSIONÁRIA, com valores de ensaios já anotados nos desenhos de placa; l. Cópia do relatório de ensaios; m. Cópia das Medições para Embarque e Informações Técnicas Garantidas pelo Proponente ; n. Cópia dos desenhos de fixação dos pára-raios. Uma cópia adicional em papel completa do manual de instruções deve acompanhar o transformador, dentro do painel de comando, até o seu destino Fotografias Até 15 (quinze) dias após o término dos ensaios, o FABRICANTE/CONTRATADO deverá fornecer 4 (quatro) cópias a cores, tamanho 18 X 24 centímetros, das seguintes fotografias: Núcleo Parte ativa Transformador completo Tanque do transformador Flange do tanque do transformador para acoplamento do tanque do comutador Membrana do conservador de óleo Tampa do transformador Fixação dos transformadores de corrente de bucha 1 vista de frente 1 vista lateral 3 vistas laterais 1 vista superior 2 vistas laterais 1 vista superior 1 vista interna 1 vista interna 1 vista externa 1 vista 3 vistas no mínimo, mostrando as furações para as conexões dos acessórios. 1 vista para os TCs dos enrolamentos de AT 1 vista para os TCs dos enrolamentos de BT
57 30/07// de 77 Aterramento do núcleo Canecos das buchas de AT Canecos das buchas de MT Canecos das buchas de BT Tanque/Radiadores 1 vista mostrando o detalhe de conexão do aterramento do núcleo. 3 fotos mostrando os canecos e as flanges de acoplamento das buchas de alta tensão. 3 fotos mostrando os canecos e as flanges de acoplamento das buchas de média tensão. 3 fotos mostrando os canecos e as flanges de acoplamento das buchas de baixa tensão. 3 fotos mostrando no mínimo as flanges de acoplamento com os radiadores As fotos deverão ter as seguintes informações: a. Indicação dos enrolamentos de alta tensão e seus terminais ( H1,H2e H3); b. Indicação dos enrolamentos de baixa tensão e seus terminais ( x1,x2,x3 e x0); c. Indicação do fechamento do neutro do enrolamento de baixa tensão Informações Técnicas Requeridas com a Proposta Na parte técnica da Proposta devem, obrigatoriamente, ser apresentadas no mínimo, as informações a seguir relacionadas, sob pena de desclassificação: a. Características técnicas garantidas do equipamento ofertado, conforme modelo anexo a esta norma. Salienta-se que os dados da referida lista são indispensáveis ao julgamento técnico da oferta e devem ser apresentados independentemente dos mesmos constarem nos catálogos e/ou folhetos técnicos anexados a proposta; b. Declaração de Exceção às Especificações; c. Informações sobre as condições para a realização dos ensaios de tipo referidos nesta norma, discriminando os ensaios que podem ser realizados em laboratórios do próprio fabricante, relação dos laboratórios onde devem ser realizados os demais ensaios, bem como preços unitários para cada um dos ensaios; d. Prazos de garantia ofertados; e. Lista de sobressalentes; f. Outras informações, tais como catálogos, folhetos técnicos, relatórios de ensaios de tipo, lista de fornecimentos similares, entre outras, consideradas relevantes pelo Proponente para o julgamento técnico de sua oferta.
58 30/07// de Garantia O transformador e seus acessórios devem ser garantidos por um período mínimo de 24 (vinte e quatro) meses da entrega no local de destino. O período de garantia para acabamento e pintura, contra corrosão, é de 5 (cinco anos) da entrega no local de destino. O rele de regulação de marca SEL deve ter garantia de 10 anos dada pela SEL 7.16 Montagem O fabricante deve cotar em separado os serviços de supervisão de montagem do transformador no local de instalação, conforme norma NBR Deverão ser previsto no mínimo 7 dias de acompanhamento da montagem de cada unidade de transformador, cabendo à CONCESSIONÁRIA a opção de aquisição deste serviço. 8. Anexos Esta especificação técnica apresenta 4 anexos: ANEXO I - CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS GARANTIDAS PELO PROPONENTE ANEXO II LISTA DE SOBRESSALENTES ANEXO III - CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS GARANTIDAS PELO PROPONENTE PARA OS EQUIPAMENTOS DE MONITORAMENTO. ANEXO IV - PLANO DE INSPEÇÃO E TESTES A SER REALIZADOS
59 30/07// de 77 ANEXO I CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS GARANTIDAS PELO PROPONENTE COTAÇÃO ITEM PROPOSTA PROPONENTE DATA 1 TIPO Transformador de força de... enrolamentos, potencia nominal de.../.../... MVA em regime de resfriamento.../.../... Tensão nominal superior de... kv, com comutação sob ( ) sem ( ) carga, com derivações de... x...% e... X...% Tensão inferior de... kv Freqüência nominal de 60 Hz Fabricante... 2 TENSÕES DE ISOLAMENTO DOS ENROLAMENTOS E TERMINAIS DE NEUTRO CARACTERÍSTICAS TENSÃO SUPERIOR NEUTRO TENSÃO INFERIOR Tensão máxima (kv) eficaz) Tensão suportável de impulso atmosférico com onda plena (kv eficaz) Tensão suportável de impulso atmosférico com onda cortada (kv eficaz)
60 30/07// de 77 Tensão suportável a 60 Hz, 1 min. (kv eficaz) Tensão aplicada induzida, 120 Hz (kv eficaz) 3 PERDAS EM VAZIO E CORRENTE DE EXCITAÇÃO 3.1 A 90% da tensão nominal kw % 3.2 A tensão nominal kw % 3.3 A 110% da tensão nominal kw % 3.4 Tolerância para cada unidade % % 3.5 Tolerância para a média dos valores em todas as unidades da encomenda % % 4 PERDAS EM CURTO-CIRCUITO, A 75 C POTENCIA BASE (MVA) LIGAÇÃO AT x BT (kv) PERDAS EM CURTO- CIRCUITO (kw) ONAN ONAF1 ONAF2
61 30/07// de 77 5 IMPEDANCIA DE CURTO-CIRDUITO, A 75 C POTENCIA BASE (MVA) LIGAÇÃO AT x BT (kv) IMPEDÂNCIA (%) ONAN ONAF1 ONAF2 5.1 Tolerância para cada unidade da encomenda... % 5.2 Tolerância para a diferença entre os valores de duas unidades quaisquer da encomenda... % 6 PERDAS TOTAIS, A 75 C PERDAS EM kw, PARA CARGA 100% 75% 50% ONAN ONAF1 ONAF2 6.1 Tolerância para cada unidade da encomenda... % 6.2 Tolerância para média dos valores em todas as unidades da encomenda... % 7 PERDAS TOTAIS, A 75 C 7.1 Valores mínimos garantidos para as derivações de perdas máximas, à potência nominal ONAN de.. e enrolamento carregados de. para..kv.valores
62 30/07// de % 100% 75% 50% CARGA PERCENTUAL RENDIMENTO 8 REGULAÇÃO PERCENTUAL, A 75 C POTENCIA NOMINAL (MVA) LIGAÇÃO AT x BT (kv) REGULAÇÃO PARA FATOR DE 100% 80% ONAN ONAF1 ONAF2 9 CARACTERISTICAS DAS BUCHAS CARACTERÍSTICAS TENSÃO SUPERIOR NEUTRO T. SUP. TENSÃO INFERIOR Tensão Nominal (kv) Nivel de Impulso (kv crista) Corrente Nominal (A) Distancia Mínima de Escoamento (mm) Tipo Construtivo
63 30/07// de 77 Referencia Catalogo Fabricante 10 CARACTERÍSTICAS DOS TRANSFORMADORES DE CORRENTE CARACTERÍSTICAS TENSÃO SUPERIOR NEUTRO TENSÃO INFERIOR Quantidade por fase ou neutro (un) Corrente primária nominal (A) Corrente secundária nominal (A) Classe de exatidão Fator térmico Buchas 11 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS DO PROJETO 11.1 Núcleo: Massa (kg) Fluxo Magnético (Tesla) 11.2 Enrolamentos: Enrolamentos AT: Densidade de corrente (A/mm²) Massa do Cobre (kg) Seção do fio de cobre (mm²) Enrolamentos BT:
64 30/07// de Densidade de corrente (A/mm²) Massa do Cobre (kg) Seção do fio de cobre (mm²) 11.3 Parte Ativa: Massa (kg) 11.4 Tanque: Massa (kg) Dimensões: Comprimento (mm) Largura (mm) Altura (mm) 11.5 Radiadores: Quantidade (un) Massa individual (kg) Processo de galvanização: Espessura da camada de zinco (µm) 11.6 Distância: Alta Tensão: Entre os terminais das fases do transformador Entre os terminais das fases e a parte aterrada Baixa tensão: Entre os terminais das fases do transformador Entre os terminais das fases e a parte aterrada
65 30/07// de ÓLEO ISOLANTE 12.1 Tipo 12.2 Fabricante 12.3 Quantidade Total (l) 12.4 Massa (kg) 13 COMUTADOR DE DERIVAÇÕES SOB CARGA 13.1 Tipo 13.2 Fabricante 13.3 Números de posições: posições de % acima da tensão nominal e posições de % abaixo da tensão nominal de kv Número de operações garantidas entre manutenção Catálogo anexo nº 13.4 Relé Regulador de Tensão: Tipo Fabricante Faixa de Regulação Catálogo anexo nº 14 EQUIPAMENTO DE VENTILAÇÃO FORÇADA 14.1 Número de ventiladores: Estágio Estágio 2
66 30/07// de Potência nominal de cada motor (W) 14.3 Potência total absorvida (W) 14.4 Velocidade (rpm) 14.5 Vazão: Estágio 1 (m³/h) Estágio 2 (m³/h) 15 DETETORES DE TEMPERATURA DOS ENROLAMENTOS 15.1 Tipo 15.2 Fabricante 15.3 Quantidade 15.4 Resistência (Ω ohm) 15.5 Valor da temperatura 15.6 Detetor de temperatura do óleo para indicação remota 16 DETETORES DA TANGENTE DELTA E CAPACITANCIA DAS BUCHAS CAPACITIVAS 16.1 Tipo 16.2 Fabricante 16.3 Quantidade 16.4 Tensão de Alimentação 16.5 Consumo Máximo 16.6 Temperatura de Operação 16.7 Entradas para medição de corrente AC (ma) 16.8 Grandezas Monitoradas: Capacitância
67 30/07// de Tangente Delta 16.9 Valor da temperatura 17 DETETORES DE GÁS E UMIDADE CONTIDA NO ÓLEO ISOLANTE 15.1 Tipo 15.2 Fabricante 15.3 Quantidade 15.4 Resistência (Ω ohm) 15.5 Valor da temperatura 15.6 Detetor de temperatura do óleo para indicação remota 18 DETETORES DE GÁS E UMIDADE NO ÓLEO ISOLANTE 18.1 Tipo 18.2 Fabricante 18.3 Medição de hidrogênio (ppm): Faixa de medição Erro máximo 18.4 Medição de percentual de saturação de água (%) Faixa de medição Erro máximo 18.5 Medição de temperatura ( C) Faixa de medição Erro máximo a 20 C 19 INDICADOR DE NIVEL DE ÓLEO TRANSFORMADOR 19.1 Tipo
68 30/07// de Fabricante 19.3 Nº de Contatos 19.4 Capacidade dos Contatos: CA A V CC A V 20 INDICADOR DE NIVEL DE ÓLEO COMUTADOR 20.1 Tipo 20.2 Fabricante 20.3 Nº de Contatos 20.4 Capacidade dos Contatos: CA A V CC A V 21 SECADOR DE AR 21.1 Tipo 20.2 Fabricante 20.3 Quantidade de Silicagel 22 RELE DE FLUXO DO COMUTADOR 22.1 Tipo 22.2 Fabricante 22.3 Nº de Contatos 22.4 Capacidade dos Contatos: CA A V CC A V
69 30/07// de RELE BUCHHOLZ 23.1 Tipo 23.2 Fabricante 23.3 Nº de Contatos para alarmes 23.4 Nº de contatos para desligamento 23.5 Capacidade dos Contatos, em regime permanente: CA A V CC A V 24 BOLSA DO CONSERVADOR 24.1 Tipo 24.2 Fabricante 24.3 Espessura total (mm) 24.4 Resistência a perfuração (dan) 24.5 Resistência a torção (dan/5cm 24.6 Ruptura a elongação por torção (%) 25 DIMENSÕES APROXIMADAS DO TRANSFORMADOR 25.1 Altura total (mm) 25.2 Altura da tampa (mm) 25.3 Altura para levantamento do núcleo (mm) 26 MAIOR PEÇA PARA EMBARQUE 26.1 Altura total (mm) 26.2 Largura (mm)
70 30/07// de Comprimento (mm) 27 CONJUNTO PRONTO PARA EMBARQUE 27.1 Quantidade de volumes 27.2 Massa total (kg) 27.3 Volume total 27.4 Massa do transformador embarcado com óleo (kg) 27.5 Massa do transformador embarcado com gás (kg) 27.6 Massa dos acessórios a serem embarcados separadamente (kg) 27.7 Nº de tambores de óleo (un)
71 30/07// de 77 ANEXO II LISTA DE SOBRESSALENTES COTAÇÃO ITEM PROPOSTA PROPONENTE DATA PARA O TRANSFORMADOR ITEM MATERIAL PREÇO (R$) 1 Bucha de Alta Tensão 2 Bucha de Média Tensão 3 Bucha de Baixa Tensão 4 Monitor de temperatura dos enrolamentos 5 Monitor de temperatura do óleo isolante 6 Indicador magnético de nível de óleo isolante 7 Relé Buchholz 8 Reservatório para sílica-gel 9 Controle eletrônico (reguladores de tensão) 10 Conectores terminais (um para cada terminal) 11 Todas as gaxetas PARA O TRANSFORMADOR ITEM MATERIAL PREÇO (R$) 1 Relé para controle de tensão
72 30/07// de 77 2 Resistor de transição 3 Acumulador de energia 4 Contatos fixos e móveis (contato de arco e principal) 5 Cordoalhas de ligação 6 Contador de operações 7 Motor de acionamento do comando motorizado
73 30/07// de 77 ANEXO III CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS GARANTIDAS PELO PROPONENTE PARA OS EQUIPAMENTOS DE MONITORAMENTO. Os equipamentos ofertados para o monitoramento do transformador deverão apresentar todos os relatórios de ensaios de tipo realizados em laboratórios independentes e reconhecidos pela CONCESSIONÁRIA que comprovem a aprovação nos seguintes ensaios: Imunidade a Surtos (IEC ): Surtos fase-neutro: Surtos fase-terra e neutro-terra: Imunidade a Transitórios Elétricos (IEC ): Valor de pico 1º ciclo Freqüência: Tempo e taxa de repetição: Decaimento a 50%: 1 kv, 5 por polaridade (+/-) 2 kv, 5 por polaridade (+/-) 2,5 kv 1,1 MHz 2 segundos, 400 surtos/seg. 5 ciclos Tensão Aplicada (IEC ): Tensão suportável à freqüência industrial 2 kv 60 Hz 1 min. contra terra Imunidade a Campos Eletromagnéticos Irradiados (IEC ): Freqüência: Intensidade de campo: Imunidade a Perturbações Eletromagnéticas Conduzidas (IEC ): Freqüência: Intensidade de campo: Descargas Eletrostáticas (IEC ): Modo ar: Modo contato: Ensaio Climático: (IEC ): Faixa de temperatura: Tempo total do teste: 26 a 1000 MHz 10 V/m 0,15 a 80 MHz 10 V/m 8 kv, dez descargas por polaridade 6 kv, dez descargas por polaridade -40 a +85ºC 96 horas
74 30/07// de 77 Imunidade a Transitórios Elétricos Rápidos (IEC ): Teste na alimentação, entradas e saídas: Teste na comunicação serial: Resposta à vibração: (IEC ): Modo de Aplicação: Amplitude: Duração: Resistência a vibração: (IEC ): Modo de Aplicação: Freqüência: Intensidade: Duração: 4 kv 2 kv 3 eixos (X, Y e Z), senoidal 0,075 mm de 10 a 58 Hz 1 G de 58 a 150 Hz 8 min/eixo 3 eixos (X, Y e Z), senoidal 10 a 150 Hz 2 G 160 n/eixo
75 30/07// de 77 ANEXO IV - PLANO DE INSPEÇÃO E TESTES A SER REALIZADOS CRONOGRAMA DE PROGRAMAÇÃO ACOMPANHAMENTO DE INSPEÇÕES Data: Cliente: Nº de Série: Equipamento: Tensão (kv): Potencia (MVA): Item Descrição dos Ensaios Fabricante: Período: 01/01 a 10/01/ URSI (Vácuo 24 horas / Quebra de vácuo com N2 e manter pressurizado por no mínimo 20 horas / Efetuar medição da URSI Amostra de óleo (físico-químico e cromatografia) - antes dos Ensaios Fator de potência do transformador - antes de todos os ensaios. Fator de potência das buchas - antes de todos os ensaios. 5 Resistência de isolamento. 6 Relação de transformação. 7 Resistência ôhmica. Item 8 Descrição dos Ensaios Perdas em carga ONAN / ONAF1 / ONAF2 e Impedância. 01/01 a 10/01/ Impedância de seqüência Zero 10 Perdas a vazio / corrente de excitação - antes do impulso
76 30/07// de Elevação de temperatura ONAN / ONAF 1 / ONAF Amostra de óleo - após o Aquecimento 13 Impulso AT/BT e Neutro. 14 Tensão aplicada / Induzida. 15 Descargas Parciais. 16 Nível de Ruído Amostra do óleo - após todos os ensaios dielétricos (cromatografia) Estanqueidade e resistência à pressão - Rotina Relação/Saturação/Polaridade dos TCs - Rotina 20 Resistência ôhmica dos TCs - Rotina 21 Tensão Aplicada nos TCs - 3 kv 22 Ensaio em acessórios. 23 Tensão Aplicada na fiação - 2 kv 24 Fator de potência do transformador - após ensaios. 25 Fator de potência das buchas - após ensaios. Item Descrição dos Ensaios Ensaio para Medição de resposta em frequência e impedância terminal. Verificação da espessura e aderência da pintura das partes externas 01/01 a 10/01/ Dimensional 29 Ensaio em óleo isolante / DOCUMENTAÇÃO CONCLUSIVA
77 30/07// de 77 9 CONTROLE DE REVISÕES REV DATA ITEM DESCRIÇÃO DA MODIFICAÇÃO RESPONSÁVEL 00 30/07/ Emissão Inicial Jorge A O Tavares 10 APROVAÇÃO ELABORADOR (ES) / REVISOR (ES) Celiomar de Carvalho Alencar Junior - Gerência de Expansão e Melhoria do Sistema Elétrico Emanuel Antonio Moutinho - Gerência de Manutenção Francisco Carlos Martins Ferreira - Gerência de Expansão e Melhoria do Sistema Elétrico Larissa Cathariny Ramos de Souza - Gerência de Expansão e Melhoria do Sistema Elétrico Orlando Maramaldo Cruz - Gerência de Expansão e Melhoria do Sistema Elétrico Roger Toledo Gissoni - Gerência de Manutenção Nierbeth Costa Brito - Gerência de Expansão e Melhoria do Sistema Elétrico Jorge Eduardo Silva Alexandre - Gerência de Manutenção APROVADOR (ES) Jorge Alberto Oliveira Tavares Gerência de Normas e Padrões
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