CURSO AVANÇADO DE DIREITO COMERCIAL
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- Maria Eduarda Stachinski Covalski
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1 MARCELO M. BERTOLDI MARCIA C \RL\ PEREIRA RIBEIRO CURSO AVANÇADO DE DIREITO COMERCIAL Teoria geral do Direito Comercial Direito Societário Títulos de crédito Falência e recuperação empresarial Contratos mercantis 4. a edição revista, atualizada e ampliada EDITORA f'iii REVISTA DOS TRIBUNAIS 'J1Iarda Cario <pq~/ra 'JtJheito OAB PR
2 arcelf ar e me pe a Pontifi' de São Pauli cursos de gr da Pontifícii Paraná - PU Marcia Pereir, Doutora e I Professora Paraná - U Direito Soc Universidal PU e-pr. Ex estágio de Direito de Getulio V 1 pesquisad1 de Montr Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do livro, SP, Brasil) ' '.:1-, ",..:,., #.".... Bertoldi, Marcelo M. Curso avançado de direito comercial ed. rev., atual. e ampl - São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, Bibliografia ISBN Direito comercial 2. Direito comercial - legislação - Brasil!. Ribeiro, Marc ia Carla Pereira. II. Título (ndices para catálogo sistemático: 1. Brasil (81) (094) leis CDU (811 (0941 Direito comercial =
3 SUMÁRIO APRESEXTAÇÃO À 3' EDIÇÃO PARTE I TEORIA GERAL DO DIREITO COMERCIAL 1. ORIGEM E EVOLUÇÃO HISTÓRICA DO DIREITO COMERCIAL Origem do direito comercial. Teoria dos atos de comércio - Sistema francês 1.3 O direito comercial no Brasil L 4 A teoria da empresa - Sistema italiano O atual Código Civil (Lei /2002) , 2. AUTONOMIA DO DIREITO COMERCIAL E SUA RELAÇÃO COM OS OUTROS RAMOS DO DIREITO A discussão a respeito da autonomia do direito comercial.. Várias espécies de autonomia Autonomia didática Autonomia formal Autonomia substancial ou jurídica.... Direito comercial e direito civil: a unificação do direito privado.. Principais características do direito comercial Cosmopoli tismo Onerosidade lnformalismo Fragmentarismo 2.5 Relações do direito comercial com os outros ramos do direito 3. FONTES DO DIREITO COMERCIAL. 3.1 o que são fomes do direito Código Comercial Leis, tratados internacionais e regulamentos Lei civil Usos e costumes Jurisprudência Analogia e princípios gerais do direito.. 4. EMPRESA, EMPRESÃRIO E ESTABELECIMENTO EMPRESARIAL
4 10 CURSO AVANÇADO DE DIREITO COMERCIAL Pa Di Un PUI est Dir G P. de Conceito de empresa... Distinção entre empresa e sociedade Espécies de empresários Empresário ou comerciante Qualificação do empresário Estabelecimento empresarial REQUISITOS PARA O EXERCíCIO DA ATlVlDADE EMPRESARIAL Capacidade para o exercício da empresa.... o menor empresário 5.3 Proibidos de exercer atividade empresarial Exercício da empresa por estrangeiros 5.5 Conseqüências da prática da empresa pelo proibido de exercer atividade empresarial REGISTRO PÚBLICO DO EMPRESÁRIO. 6.1 Organização do registro do empresário..._ 6.2 Juntas Comerciais 6.3 Matrícula Arqu ivamento Proibição de arquivamento 6.6 Autenticação Processo decisório Assentamento dos usos e práticas mercantis. 7. OBRIGAÇÕES COMUNS A TODOS OS EMPRESÁRIOS Obrigações básicas estabelecidas pelo Código Civil Livros empresariais Livros obrigatórios comuns Livros obrigatórios especiais Livros facultativos Livros fiscais 7.3 Eficácia probatória dos livros empresariais Exibição dos livros empresariais Extravio dos livros empresariais 8. AGENTES AUXILIARES DO EMPRESÁRIO 8. 1 Noções gerais Auxiliares dependentes internos... Auxiliares dependentes externos. Auxiliares independentes Corretores Leiloeiros
5 SLJ MÁRIO Representantes comerciais ESTABELECIMENTO EMPRESARIAl Noções gerais 9.2 Elementos do estabelecimento empresarial 9.3 Natureza jurídica Aviamento e clientela... locação empresarial - O ponto Alienação do estabelecimento empresarial- O trespasse 10. PROPRIEDADE INDUSTRIAl Noções gerais 10.2 Regime jurídico Bens integrantes da propriedade industrial Invenção Modelo de utilidade Desenho industrial Marca Direito industrial e direitos autorais 10.5 Patenteabilidade Segredo industrial 10.6 Registrabilidade Processo administrativo junto ao INPI Prioridade Extinção do direito industrial Nome empresarial e marca A ATIVlDADE ECONÔMICA E O REGIME JURÍDICO DA CO CORRÊNClA Disciplina constitucional da atividade econômica Regime jurídico da concorrência Concorrência desleal Inrração da ordem econômica... PARTE II DIREITO SOClETÁRlO 1. NOÇÕES GERAIS DO DIREITO SOClETÁRIO Formação histórica... Sociedade empresária - Conceito.. O direito societário segundo o Código Civil... Natureza jurídica do ato constitutivo da sociedade empresária Teorias amicontratualistas Teorias contratualistas ln
6 C URSO A VANÇADO DE DIREITO COMERCIAL 1.9 :-\ ~rsonalidade jurídica das sociedades.. Desconsideração da personalidade jurídica.... o capital social... Dissolução da sociedade ' ". L8.1 Dissolução da sociedade por vontade dos sócios Decurso do prazo de duração Falência da sociedade Unipessoalidade Exaurimento ou irrealização do objeto social Extinção da autorização para funcionar.. Liquidação da sociedade LI0 Resolução da sociedade em relação a parcela de seus sócios Exercício do direito de retirada Exclusão administrativa do sócio minoritário... l.10.3 MarLe de sócio Liquidação da quota a pedido do credor do sócio (CC, ar! ) Exclusão judicial do sócio REGIME JURÍDICO DOS SÓCIOS 2.1 Noções gerais Os direitos e deveres dos sócios Os deveres dos sócios Os direitos dos sócios O sócio menor Sociedade unipessoal CLASSIFICAÇÃO DAS SOCIEDADES Noções gerais Sociedades de pessoas e de capital Sociedades de responsabilidade limitada, ilimitada e mista.. Sociedades contratuais e institucionais ESPECIES DE SOCIEDADES EMPRESÃRIAS Noções gerais. 4.2 Sociedade em nome coletivo Sociedade em comandita simples Sociedade em comandila por ações Sociedade em conta de participação 5. SOCIEDADE LIMITADA (I) Noções gerais
7 SUMÁRIO Responsabilidade dos sócios _ Dever de integralização do capital social - O sócio rams:- Aumento e redução do capital social LegislaçãO aplicável.. Constituição da sociedade Administração da sociedade.... o 5.8 Conselho fiscal SOCIEDADE LIMITADA (II) A quota social. 6.2 Cessão de quotas Penhora, caução e liquidação da quota social a pedido do credor 6.4 Nome social, firma e denominação Deliberação dos sócios Convocação das assembléias ou reuniões Quórum de instalação e deliberação :!l Direito de recesso Exclusão de sócio.. ~ ll l I :! 7. SOCIEDADE ANÔNIMA - NOÇÔES GERAIS Histórico. A sociedade anônima no Brasil Características... Denominação da sociedade anônima Código Civil ESPÉCIES DE SOCIEDADES ANÔNIMAS Noções gerais Companhia fechada. 8.3 Companhia aberta Bolsa de valores e mercado de balcão. 8.5 Companhia fechada de pequeno porte Sociedade de economia mista CONSTITUIÇÃO DA SOCIEDADE ANÔNIMA Requisitos preliminares.. Subscrição pública... Subscrição particular.... Fonnalidades complementares O CAPITAL SOCIAL Noçôes gerais ~-.,
8 14 CURSO AVANÇADO DE DIREITO COMERCIAL 10.2 A formação do capilal social Aumento do capital social 10.4 Diminuição do capital social AÇOES (I) Noções gerais e natureza jurídica 11.2 Valor da ação Espécies de ações Ações ordinárias Ações preferenciais Ações de fruição Classes de ações Forma das ações Açôes nominativas registradas Açoes nominativas escriturais AÇÕES (II) Conversão das ações Certificado de ação Circulação das açôes Negociação com as próprias ações Constituição de õnus sobre ações Custódia de açôes fungíveis. 13. PARTES BENEFICIÁRIAS Noções gerais Emissão de partes beneficiárias Prazo de duração, resgate e conversão Certificado de partes beneficiárias DEBÊNTURES Noções gerais Espécies de debêntures 14.3 Os certificados das debêntures 14.4 Agente fiduciário dos debenturistas Assembléia de debenturistas.... IS. BONUS DE SUBSCRIÇÁO 16. COMMERCIAL PAPER LIVROS SOCIAIS Noções gerais
9 CJasq6cação...._......_._...._..... n n 1-3 lnformações e exibição dos livros sociais 1- _.;. Escrituração do agente emissor......_ _ Dúvidas e responsabilidades pelo registro dos livros sociais 18. O ACIONISTA Noções gerais 18.2 Obrigações dos acionistas 18.3 Direitos dos acionistas O direito de voto 18.4 Acordo de acionistas 18.5 Representação do acionista domiciliado no exterior 18.6 Suspensão de direitos... _ 1 29~ O PODER DE CONTROLE DA SOCIEDADE ANONIMA A teoria da separação entre a propriedade e o controle da sociedade anônima O controle externo Abuso do poder de controle Sanções administrativas Alienação do poder de controle Galden share ORGÃOS DA SOCIEDADE ANONIMA Noções gerais Assembléia geral Convocação da assembléia geral Quórum de instalação Quórum de deliberação Legitimação e representação Conselho de administração Processos de escolha dos conselheiros - O voto múltiplo Diretoria Conselho fiscal 320 -,, 21. A ADMINISTRAÇÃO DA SOCIEDADE ANONIMA Noções gerais Deveres dos administradores Dever de diligência Dever de lealdade Dever de informar 21.3 Responsabilidade dos administradores
10 16 CURSO AVANÇADO DE DIREITO COMERCIAL ~13 1 Solidariedade entre os administradores. :~ 3.2 Ação de responsabilidade.... _ DB. 'STRAÇOES FINANCEIRAS... LUCROS, RESERVAS E DIVIDENDOS 23.1 oções gerais As reservas Reserva legal Reservas estatutárias Reservas para contingências Reservas de incentivos fiscais Retenção de lucros Reservas de lucros a realizar Reservas de capital 23.3 Dividendos Dividendo obrigatório Dividendo prioritário TRANSFORMAÇÃO, INCORPORAÇÃO, FUSÃO E CISÃO DA SOCIEDADE. 345 Oireit Getu Pesq~ dem 24.1 Transformação Incorporação Fusão Cisão. 25. DISSOLUÇÃO, LIQUIDAÇÃO E EXTINÇÃO DA SOCIEDADE Noções gerais Dissolução Liquidação Extinção CONTROLE E GRUPO DE SOCIEDADES Noções gerais Sociedades controladoras, controladas e coligadas Participação recíproca Subsidiária integral 26.5 Grupo de sociedades 26.6 Consórcio... PARTE III TÍTULOS DE CRÉDITO I. TEORIA GERAL DOS TÍTULOS DE CRÉDITO 1.1 Introdução
11 SUMÁRJO Conceito de lítulo de crédito _. Características dos títulos de crédito Cartularidade Autonomia Literalidade Classificação. Espécies de titulo de crédilo.. Regime jurídico dos Lítulos de crédito LETRA DE CÂMBIO 2.1 Noções gerais.. o 2.2 Histórico e regime legal"..., ~ 2.3 Conceito Requisitos essenciais. 38-' 2.5 A cambial incompleta ou em branco ACEITE. 3.1 Noções gerais Conceito... Apresentação para aceite Limitação do aceite... Cancelamento do aceite... Recusa do aceite EN DOSSO Noções gerais 4.2 Conceito 4.3 Efeitos Requisitos 4.5 Modalidades Endosso em branco Endosso em preto Espécies de endosso Endosso-mandato Endosso-caução AVAL,I Noções gerais.. Conceito Aval e fiança. Momento em que o aval pode ser passado...
12 _ 18 CURSO AVANÇADO DE DIREITO COMERCIAL Dou pelê de ~ CU~ da I Pari M PE DOI Pro Par Dir Un PU est Dir Ge Pede 5.5 Avais simultãneos e sucessivos VENClMENTO E PAGAMENTO PROTESTO.. Vencimento Modalidades de vencimento Regras para a contagem do prazo Antecipação do vencimento Pagamento Espécies de pagamento Lugar de pagamento Pagamento parcial 7.1 Noções gerais 7.2 Funções do protesto lugar e prazo para o protesto 7.4 A cláusula sem protesto Sustação e cancelamento do protesto..._ AÇÃO CAMBIAL Noções gerais Limites da defesa do executado Legitimidade para a ação cambial Prazo para a ação cambial NOTA PROMISSÓRIA 9.1 Noções gerais. 9.2 Requisitos essenciais 9.3 Vencimento Nota promissória vinculada a contrato 10. CHEQUE Noções gerais Histórico e regime legal 10.3 Requisitos essenciais 10.4 Modalidades Visado Administrativo ou bancário Cruzado Para ser levado em conta 10.5 Prazo para apresentação e pagamento 10.6 Cheque sem provisão de fundos
13 SUMÁRIO 19 '< ' 6 -'1- -'. -'I -'19 -'19 - : Cheque pós-<!lu.a.do Sustação do cheque 10.9 Prescrição DUPLICATA Evolução histórica e regune leg2l A fatura A duplicala: concrii.o ~ leqmsttos rs.;;-,mcgzs Remessa, devolução e acrlu: da <!upiic.ar O protesto da duplicata...._ Triplicata l!.7 Duplicata de prestação de serviços l Execução e prescrição..._ A duplicata em meio magnético PARTE IV RECUPERAÇÃO E FALÊNCIA DE EMPRESAS 31 -'31 ~31.s32 -'33 U '-13 -'-13 +t4 4-T6 4-T i7 1. RECUPERAÇÃO JUDlClAL Noções gerais: recuperação judicial, extrajudicial e falência Incidência do regime de recuperação judicial CARACTERIZAÇÃO DA RECUPERAÇÃO JUDICIAL Natureza do processo Legitimidade ativa para O pedido de recuperação judicial... Requisitos para o pedido de recuperação judicial.. Juízo universal PROCESSAMENTO E PROCEDIMENTO DA RECUPERAÇÃO JUDIClAL Ainda sobre a natureza do processo e o deferimento do processamento Acordo e denegação do pedido Assembléia Geral de Credores Comitê de Credores PLANO DE RECUPERAÇÃO E EFEITOS QUANTO AOS DIREITOS DOS CREDORES Noção Plano de recuperação Plano especial de recuperação judicial para rnicroempresas e empresas de pequeno porte Fonnação da massa subjetiva Função
14 .0 20 CURSO AVANÇADO DE DIREITO COMERCIAL Distinção das categorias Conceito de credor Efeitos quanto ao direito dos credores Credores anteriores e posteriores ao pedido de recuperação Co-devedores "O'\"3.ção dos créditos anteriores EFEITOS DA RECUPERAÇÃO JUDICIAL QUANTO AOS BENS, À PESSOA DO EMPRESARIO E AOS CONTRATOS ~tanu(enção do empresário na posse e administração dos bens AdmjDlsrrador judicial J. tema para nomeação... EfeilOS quanto aos contratos Efeitos quanto à pessoa e aos bens dos sôcios e administradores PROCESSO DA RECUPERAÇÃO JUDICIAL E DA RECUPERAÇÃO EXTRAJUDICIAL AprO\-ação do plano de recuperação Debuos tributários Concessão do regime de recuperação judicial 6.~ Descumprimento do plano de recuperação e extinção da recuperação judicial Convolação da recuperação judicial em falência Recuperação extrajudicial 7. TEORIA GERAL DA FALÊN CIA 7.1 Conceito Crise falimentar... Falência e insolvência 7.4 Esboço histórico O instituto da falência no direito brasileiro Unificação concursal.. 8. CARACTERIZAÇÃO DA FALÊNCIA Natureza do processo Legitimidade passiva para o pedido de falência Legitimidade ativa para o pedido de falência Critérios para a caracterização da falência lmpontualidade Atos de falência 8.5 Juízo universal 9. PROCESSO DA FALÊNCIA (PROCEDIMENTO PRÉ-FALIMENTAR). 9.1 Natureza do processo AutofaIência (LRE, art. 105)
15 ,li >2 1 j! !'" ! 5r > Procedimento para apuração da impontualidade e da insoivtnci:a 9.4 ProcedimenlO para apuração de atas de falência. 9.5 Acordo DECLARAÇAO JUDICIAL DA FALÊNCIA 10.1 Naturezajurídica Sentença denegatória da fa lência Conteúdo... ~ Recurso Direito de indenização Análise da sentença Conteúdo Publicidade Recursos Participação do Ministério Público EFEITOS DA FALl:NCIA QUANTO AOS DIREITOS DOS CREDORES 11.1 Noção 11.2 Formação da massa falida subjeliva Função Distinção das categorias Conceito de credor o 11.3 Análise do an. 5.' e do art. 76 da LRE Efeitos quanto ao direito dos credores Vencimento antecipado Juros e conversão Correção monetária Dívidas solidárias Faculdades processuais EFEITOS DA FALl:NCIA QUANTO AOS BENS E À PESSOA DO FALIDO Restrição quanto à capacidade Perda da posse indireta dos bens Perda da faculdade de administração dos bens Perda da legitimação para agir Perda da capacidade para dispor dos bens e direitos Restrições à liberdade de locomoção Restrições ao sigilo de correspondência... EfeitOs quanto aos bens do falido Generalidades
16 CURSO AVANÇADO DE DIREITO COMERCIAL Massa falida objetiva 12.3 Conclusão quanto à capacidade Efeitos da falência quanto à pessoa e aos bens dos sócios e administradores Doutc :"'J CU~ dapo Paran Ma Per 13. EFEITOS DA FALÊNCIA QUANTO ÁS OBRIGAÇÕES Noção Efeitos quanto aos contratos unilaterais Efeitos quanto aos contratos bilaterais o 13.4 Hipótese do art. 1I9, I, da LRE Outros contratos 13.6 Efeitos quanto ao contrato de sociedade Efeitos quanto à pessoa jurídica Prescrição Compensação REVOGAÇÃO DOS ATOS PRATICADOS ANTES DA FALÊNCIA 14.1 Noção 14.2 Hipóteses dos arls. 129 e 130 da LRE Ação revocatória Noção Pressuposto básico Legitimação passiva Prazo decadencial Efeitos da revogação 15. ADMINISTRAÇÁO DA FALÊNCIA 15.1 No~o Autoridade O Ministério Público Administrador judicial Sistema para nomeação Comitê de Credores Assembléia Geral de Credores ARRECADAÇÃO E GUARDA DOS BENS, LIVROS E DOCUMENTOS DO FALIDO; VENDA ANTECIPADA E CONTINUAÇÃO DO NEG6CIO DO FALIDO Noção Venda antecipada Continuação do negócio do falido Adjudicação pelos credores Encerramento antecipado da falência II
17 1- PEDIDO DE RESTITUiÇÃO E EMBARGOS DE TERCEIRO 19,, 1i33 3-' ó M5 M Ó S)9 ) ' 665 1".1 Pressupostos do pedido de restituição e limites Procedimento de restituição 173 Indisponibilidade 17.4 Embargos de terceiro Procedimento dos embargos... 17_6 Situações que admitem pedido de restituição ou embargos. IR HABILITAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DOS CRÉDITOS 18.1 Verificação dos créditos 18.2 Natureza da declaração de crédito Declaração de crédito e impugnação lr4 Classificação 18.5 Decisão e coisa julgada 18.6 Forma de classificação 18.7 Quadro Geral de Credores Créditos com direitos reais de garantia Credores quirografários Credores subquirografários 19_ INQUÉRITO, AÇÃO PENAL E CRIMES TIPIFICADOS 19_1 Inquérito policial 19_2 Tipificação 193 Prescrição 20_ LIQUIDAÇÃO E PAGAMENTO DOS CREDORES 20.1 Formas e modalidades de liquidação Assembléia de credores Pagamento dos credores 20_ 4 Extinção da falência 2L EXTINÇÃO DAS OBRIGAÇOES _ 2Ll Noção 21.2 Prescrição 21.3 Formas especiais de extinção das obrigações PARTE V CONTRATOS MERCANTIS L TEORIA GERAL DOS CONTRATOS MERCANTIS._ LI 1.2 Noções gerais o" Contrato mercantil e conlralo civil...
18 24 CURSO AVANÇADO DE DIREITO COMERCIAL 1.3 Características particulares dos contratos mercantis.. L 4 Contrato-tipo e adesão contratual CONTRATOS MERCANTIS E DIREITO DO CONSUMO Noções gerais Conceitos de fornecedor e consumidor O empresário equiparado a consumidor A formação do contrato de consumo - Princípio da transparência... Práticas comerciais abusivas ,... Execução do contrato de consumo - Princípio do equilíbrio contratual. 3. COMPRA E VENDA MERCA TIL Noções gerais Classificação Elememos essenciais Consentimento Coisa Preço Obrigações do vendedor A entrega da coisa Responsabilidade por vícios Responsabilidade pela evicção 3.5 Obrigações do comprador 4. AUE. AçAo FIDt:CIARlA El\l GAR&"ITlA... i.1 :->oções gerais Classificação Alienação 6duciãria de bem móyel Alienação fiduciãria de bem imóvel.. 45 Alienação fiduciãria no âmbito do mercado de valores mobiliários. 5. CONTRATO ESTIMATÓRIO OU DE CONSIGNAÇAO Noções gerais.. Classiflcação..... Direitos e deveres dos contratantes AGÉ CIA (REPRESENTAÇAO COMERCIAL) E DISTRlBUIÇAO. 6.1 Noções gerais 6.2 ClaSSificação Características fundamentais 6.4. Forma do contrato de representação comercial
19 SUMÁRIO Obrigações do represenlado Obrigações do repr=nlaotr 6.7 Rescisão do romnlo de ~ 6.8 COnlnno de dismbuiçio,,5,5 7. COMISSAo MERC.s.:.-rn ' oções!!ttds 1.2 Classificação 7.3 Caraaensncas huvumrnulls 7.1 Obrigações do colllls5ário 7.5 Obrigações do comitente _ 7.6 Comissão de! credere..._ ~~ 7.7 Extinção do contrato de comissão -, 8. MANDATO MERCANTIL. 8.1 Noções gerais Classi ficação Características fundamentais Obrigações do mandatário Obrigações do mandante Substabelecimento do mandaro 8.7 Extinção do mandato.. 9. CONTRATO DE TRANSPORTE. 9.1 Noções gerais Classificação Transporte de pessoas. 9.4 Transporte de coisas 10. SEGURO Noções gerais Classificação Espécies de seguro Seguro de dano Seguro de pessoa Resseguro e retrocessão. 11. ARRENDAMENTO MERCANTIL (LEASING) Noções gerais O" 11.2 Classificação ~ 11.3 Modalidades de leasing....
20 CURSO AVANÇADO DE DIREITO COMERCIAL Leasingfinanceiro Leasing back Leasing operacional 12. FATURIZAÇÃO (FACTORING) 12.1 Noções gerais Classificação Modalidades de contrato de factoring Natureza jurídica da atividade de factolin g 13. FRANQUIA (FRANCHISING) 13.1 Noções gerais Classificação Modalidades de franquia Circular de oferta de franquia
21 466 RECUPERAÇÃO E FAU: 'CIA DE EMPRESAS - MARcIA CARLA P RIBEIRO LíDIA VALÉRIO J\lARZAGAO (A recuperação..., p ), acerca da natureza jurídica da recuperação judicial, explica: '\'\pós a edição do Decreto-lei 7.661, no ano de 1945, várias teorias procuraram explicar a natureza jurídica da concordata, na medida cm que, apesar de entenderem presente o caráter de contrato, os credores, em verdade, se encontravam numa posição de sujeição apenas, ou seja, ausentes de qualquer manifestação de vontade, já que o deferimento cabia única e exclusivamente ao comando judicial. (... ) \"crifica-se que, a partir da vigência desta nova lei, estaremos resgatando um sistema já adotado em nosso Pais no século passado e não haverá mais dúvida quanto à natureza contratualista da recuperação judicial, que a princípio obriga à participação efetiva de todos os credores representados em assembléia geral de credores, que terão o poder de aprovar ou não o plano de recuperação apresentado pelo devedor. Tem-se, portanto, que, nào obstante o pedido de recuperação judicial estar sujeito à direção e homologação da autoridade judiciária competente, a fundamental representatividade e participação dos credores na decisão de aprovação do plano de recuperação da empresa imprime-lhe uma natureza contratual".!v[anoeljustino BEZERRA FILHO (Nova lei..., p. 53), comentando o art. 3., que fixa a competência para apreciar o pedido de recuperação judicial, explica: "O artigo, aparentemente claro, determina que o pedido de homologação da recuperação extrajudicial, do deferimento da recuperação judicial ou do decreto de falência deve ser apresentado ao juiz da comarca no qual o empresário tem o seu principal estabelecimento. 'Estabelecimento' é o local onde o empresário exerce o seu mister, não havendo qualquer dúvida para a flxação da competência quando a empresa tem um único estabelecimento. (... ) No entanto, a determinação do foro competente passa a oferecer dificuldade no caso de a empresa possuir vários estabelecimentos e, em cada um deles, exercer grande número de atividades ou concentrar administradores, em cada um deles, com poder amplo de decisão". BIBLIOGRAFIA,( Citada ECIO PERlN JUNIOR. Curso de direito fazimentar. São Paulo: Método, FÁBIO ULHOA COELHO. Comentários à nova lei de falências e de recuperação de empresas. 2. ed. São Paulo: Saraiva, o Curso de direito comercial. 2. ed. São Paulo: Saraiva, v. 3. JORGE LOBO. Direito concurso!. Rio de Janeiro: Forense, J. X. CARVALHO DE MENDONÇA. Tratado de direito comercial brasileiro. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, v. 7. LíDIA V ALÉRIO MARZAGÃO. A recuperação judicial. Comentários à nova lei de falências e recuperação de empresas: doutrina e prá/icá. Coord. RUBENS ApPROBATO MACHADO. São Paulo: Quartier Latin. ~. MANOEL JUSTINO BEZERRA FILHO. Nom lei de recuperação e falências comentada. 3. ed. São Paulo: RT, RUBENS REQuIÃo. Curso de direitofalimentar. 13. ed. São Paulo: Saraiva, 1989.,( Recomendada ANCO MÁRCIO V AUE. Processo [alimentar- Fase pré-falencial. Rio de Janeiro: Idéia Jurídica, 1998.
22 PROCEDIMENTO PRÉ- FALIMENu\R BIBLIOGRATIA./ Citada ANDREA MARTLNS RAMOS SPINELLI. Comentários à nova lei de falências e recuperaçãv tk empresas: doutrina e prática. Coord. RUBENS APPROBATOMACHAOO. São Paulo: Quanier Latin, ANco M ÁRCIO V ALLE. Processo falimentar - Fase préjalencial. Rio de Janeiro: Idéia Jurídica, DARCY BESSONE. Instituições de direitofalimentar. São Paulo: Saraiva, J. C. SAMPAIO DE LACERDA. Manual de direito falimentar. 14. ed. Rio de Janeiro: FreilaS Bastos, LulZ TZIRULNIK. Direito falimentar. 5. ed. São Paulo: RT, MANOEL JUSTlNO BEZERRA FILHO. Nova lei de recuperação e falências comentada. 3. e<l São Paulo: RT, RUBENS REQUIAO. Curso de direito falimentar. 13. ed. São Paulo: Saraiva, TRAJANO DE MIRANDA VALVERDE. Comentários à lei defalências. 4. ed. rev. e atual. J. A. PENALVA SANTOS e PAULO PENALVA SANTOS. Rio de Janeiro: Forense, WILSON DE SOUZA CAMPOS BATALHA e SILVIA MARINA LABATE BATALHA. Falências e concordatas. 2. ed. São Paulo: LTr, / Recomendada FRANCISCO WILOO L ACERDA DANTAS. Jurisdição, ação (defesa) e processo. São Paulo: Dialética, JosÉ DA SILVA PACHECO. Processo defalência e concordata. Rio de Janeiro: Borsoi, J. X. CARVALHO DE MENDONÇA. Tratado de direito comercial brasileiro. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, v. 7. MARIA CELESTE MORAIS GUIMARÀES. Recuperação judicial de empresas; direito concursai contemporãneo. Belo Horizonte: DeI Rey, MAXlMlUANUS CLÁUDIO AMÉRICO FUHRER. Roteiro das falências e concordatas. 16. ed. São Paulo: RT, NELSON ABMo. Curso de direito falime/ltar. 5. ed. São Paulo: Leud, o O novo direito falimentar: nova disciplina jurídica da crise econômica da empresa. São Paulo: RT, PAULO PENALVA SANTOS. Falência requerida pela Fazenda Pública. Rio de Janeiro: instituto de Direito, v. 4. PONTES DE MIRANDA. Tratado de direito privado. 2. ed. Rio de Janeiro: BOlSoi !.. XXVIII. RUBENS ApPROBATO MACHADO (coord.). Comentários à /lava lei de falências e re~mpid de empresas. São Paulo: Quartier Latin, SEBASTIÃO JOSÉ ROQUE. Direitofalimentar. São Paulo: Ícone, 1994.
DIREITO EMPRESARIAL CONTEMPORÂNEO
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6.3 Competência específica à falência, 64 7 Remuneração, 74
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