UNIÃO POSTAL UNIVERSAL

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1 UPU UNIÃO POSTAL UNIVERSAL CEP C Doc 10.Rev 1 Comissão 1 (Integração da cadeia logística) Propostas de modificação dos Regulamentos apresentadas pelos grupos subordinados diretamente à Comissão 1 do Conselho de Operações Postais Nota da Secretaria Internacional (Item 10 da pauta) 1. Assunto Propostas de modificação dos Regulamentos apresentadas pelos grupos subordinados diretamente à Comissão 1 do Conselho de Operações Postais. Referências/parágrafos 1 e 2 2. Decisão esperada Aprovar as propostas de modificação dos Regulamentos. Anexos 1 a 41 I. Introdução 1. Durante a sessão atual do Conselho de Operações Postais, os Grupos «Análise das questões operacionais e contábeis», «Segurança postal», «Alfândegas» e «Transporte» aprovaram séries de 28, 9, 2 e 2 propostas respectivamente. / 2. Estas 41 propostas figuram como em anexos. Mais detalhes sobre cada uma das propostas encontram-se nos documentos dos grupos respectivos. As referências destes documentos estão indicadas nos anexos em questão Berna, 25 de Abril de 2015 DOT

2 UPU UNIÃO POSTAL UNIVERSAL CEP C Doc 10.Rev 1.Annexe 1 (CEP C 1 GEQOC Doc 5a.Annexe 1) Correspondências, Regulamento Proposta Artigo RL 188 Rotulagem das expedições Modificá-lo como a seguir: 1. (Sem mudanças.) 2. O acondicionamento e o texto das etiquetas colocadas em todos os tipos de recipientes devem estar em conformidade com a norma técnica S47 da UPU e/ou os modelos anexos e mencionados a seguir: 2.1 CN 34 quando se trata de recipientes de superfície; 2.2 CN 35 quando se trata de recipientes para os objetos-avião; 2.3 CN 36 quando se trata de recipientes de superfície transportados por via aérea (S.A.L.). 2bis. 2bis.1 2bis.2 2bis.3 2bis.3.1 2bis.3.2 2bis.3.3 2bis.3.4 2bis.3.5 2bis.3.6 2bis.3.7 2bis.4 2bis.5 2bis.6 2bis.7 As características a seguir se aplicam para as etiquetas dos objetos de correspondência: Quando é efetuada a separação por formato, as etiquetas trazem o código correspondente da lista de códigos 120 da UPU (formato do conteúdo. Os tabuleiros podem corresponder unicamente aos formatos «P» ou «G». Um código da lista de códigos 188 da UPU (códigos para os conteúdos especiais) é incluído nas etiquetas quando existe um código correspondente ao conteúdo do recipiente. Um descritor para os conteúdos especiais retirado da lista de códigos 176 da UPU é indicado na etiqueta se um dos valores a seguir se aplicam (um é indicado no máximo, segundo a ordem de aparecimento a seguir): «Acesso direto» quando o recipiente contém unicamente objetos desta categoria. «CCRI» quando o recipiente contém objetos desta categoria. «Exprès» (Por próprio) quando o recipiente contém objetos por próprio. «PRIOR» quando o recipiente contém correio prioritário transportado por via de superfície. «Jornais» quando o recipiente contém unicamente objetos desta categoria. «Publicações periódicas» quando o recipiente contém unicamente objetos desta categoria. «Pacotes postais» quando o recipiente contém unicamente objetos desta categoria A etiqueta do recipiente que contém a carta de aviso leva sempre a letra F, escrita de maneira visível no espaço definido para este fim. As etiquetas dos recipientes contendo apenas objetos isentos de encargos terminais trazem a menção «Isento» em caracteres bem visíveis. O peso bruto de cada recipiente é indicado na etiqueta, arredondado para o hectograma superior quando a fração do hectograma é igual ou superior a 50 gramas e arredondado para o hectograma inferior em caso contrário. A etiqueta comporta um identificador de recipiente munido de um código de barras em conformidade com a norma técnica S9 da UPU.

3 2 3. Os rótulos dos recipientes também devem comportar, no canto, as informações sobre o conteúdo do recipiente, como os códigos retirados das listas de códigos 120 (formato dos conteúdos) e 188 (códigos para os conteúdos especiais). Os tabuleiros devem trazer a menção «P» ou «G». 4 e 5. (Sem mudanças.) 6. Uma etiqueta branca é utilizada para os recipientes que contenham exclusivamente objetos simples das categorias abaixo: 6.1 objetos prioritários (mistos ou separados por formato); 6.2 cartas e bilhetes postais enviados por via de superfície e aérea; 6.3 objetos mistos (cartas, bilhetes postais, jornais e publicações periódicas e outros objetos);. 6.4 cartas de pequeno formato (P), cartas de grande formato (G) e cartas de formato volumoso (E) com serviço prioritário; as informações relativas ao «formato do conteúdo» devem ser incluídas nestes rótulos. 7. Uma etiqueta branca também é utilizada para os recipientes que contenham jornais depositados em quantidade pelos editores ou pelos seus agentes e expedidos unicamente por via de superfície, com exceção dos que são devolvidos ao remetente. A menção «Jornais» ou a indicação «Jx» deve ser colocada no rótulo branco, quando os recipientes só contiverem objetos desta categoria. 8. Uma etiqueta azul clara é utilizada para os recipientes que contenham exclusivamente objetos simples das categorias abaixo: 8.1 objetos não prioritários (mistos ou separados por formato); 8.2 impressos; 8.3 envios para os cegos; 8.4 pacotes postais;. 8.5 cartas de pequeno formato (P), cartas de grande formato (G) e cartas de formato volumoso (E) com serviço não prioritário; as informações relativas ao «formato do conteúdo» devem ser incluídas nestes rótulos. 9. Uma etiqueta azul clara é utilizada igualmente para os recipientes que contenham publicações periódicas diferentes das mencionadas no 7. A menção «Publicações periódicas» pode ser escrita no rótulo azul quando os recipientes só contiverem objetos desta categoria. 10. (Sem mudanças.) 11. Uma etiqueta branca é utilizada com uma moldura às riscas de cor violeta e a menção «Acesso Directo» para os recipientes contendo objectos da categoria considerada de acesso direto. 12. (Sem mudanças.) 13. Quando se tratar de uma mala prioritária encaminhada por via de superfície, a rótulo CN 34 deve conter em caracteres bem visíveis a menção «PRIOR». 14. O rótulo do recipiente ou do pacote que contém a carta de aviso leva sempre a letra F, escrita de maneira visível. Pode incluir a indicação da quantidade de recipientes que compõem a expedição. 15. O rótulo dos recipientes que contêm objetos por próprio deve ter uma ficha ou a menção «Expresso» (Por próprio). Quando a ficha ou a menção «Exprès» (Por próprio) se sobrepõe a um código de barras ou a um texto qualquer inscrito no rótulo CN 35, é permitido fixar no recipiente um outro rótulo de reforço, maior, com a menção «Exprès» (Por próprio». 16 e 17. (Sem mudanças.) 18. Quando se trata de recipientes contendo apenas objetos isentos de encargos terminais, o rótulo do recipiente deve conter em caracteres bem visíveis a indicação «Isento».

4 3 19. O peso bruto de cada recipiente, envelope ou pacote que fazem parte da mala deve ser indicado no rótulo do recipiente ou no endereço exterior. Em caso de utilização de um saco coletor, não se toma em consideração o peso deste saco no peso bruto do recipiente. O peso é arredondado para o hectograma superior quando a fracção do hectograma é igual ou superior a 50 g e arredondado para o hectograma inferior em caso contrário. A indicação do peso é substituída pelo algarismo 0 para as malas-avião os recipientes que pesem menos de 50 gramas ou menos. 20. (Sem mudanças.) 21. Todos os operadores designados utilizam um código de barras de acordo com a norma técnica S9 da UPU nas suas etiquetas de recipiente. Os operadores designados de origem que utilizam lacres numerados em recipientes fechados podem indicar o número do lacre nas etiquetas de recipiente. Motivos. Harmonização com a norma S47 da UPU e reorganização da informação para mais clareza. Uma modificação similar é efetuada para as encomendas postais. Data de entrada em vigor solicitada: 1º de Abril de 2016.

5 UPU UNIÃO POSTAL UNIVERSAL CEP C Doc 10.Rev 1.Annexe 2 (CEP C 1 GEQOC Doc 5a.Annexe 2) Correspondências, Formulários Proposta Formulário CN 34 Etiquetas de recipientes de superfície Modificar o título e o formulário como a seguir: Formulário CN 34 Etiquetas Etiqueta de recipientes recipiente para os objetos de correspondência de superfície Motivos. Harmonizar as etiquetas com a norma S47 da UPU e harmonizar os títulos das etiquetas para as correspondências e as encomendas. Data de entrada em vigor solicitada: 1º de Abril de 2016.

6 UPU UNIÃO POSTAL UNIVERSAL CEP C Doc 10.Rev 1.Annexe 3 (CEP C 1 GEQOC Doc 5a.Annexe 3) Original : anglais Correspondências, Formulários Proposta Formulário CN 35 Etiqueta de recipientes-avião Modificar o título e o formulário como a seguir. Formulário CN 35 Etiquetas Etiqueta de recipientes-avião recipiente para os objetos de correspondência-avião Motivos. Harmonizar as etiquetas com a norma S47 da UPU e harmonizar os títulos das etiquetas para as correspondências e as encomendas. Data de entrada em vigor solicitada: 1º de Abril de 2016.

7 CEP C Doc 10.Rev 1.Annexe 4 (CEP C 1 GEQOC Doc 5a.Annexe 4) Origibnal : anglais Correspondências, Formulários Proposta Formulário CN 36 Etiquetas de recipientes S.A.L. Modificar o título e o formulário como a seguir. Formulário CN 36 Etiquetas Etiqueta de recipientes recipiente para os objetos de correspondência. Motivos. Harmonizar as etiquetas com a norma S47 da UPU e harmonizar os títulos das etiquetas para as correspondências e as encomendas. Data de entrada em vigor solicitada: 1º de Abril de 2016.

8 CEP C Doc 10.Rev 1.Annexe 5.Rev 1 (CEP Doc 4.Annexe 1) Encomendas, Regulamento Proposta Artigo RC 173 Transmissão em expedições fechadas Modificá-lo como a seguir: 1. (Sem mudanças.) 2. Formação de sacos 2.1 (Sem mudanças.) 2.2 Os sacos são fechados, preferencialmente com selos de chumbo. Os lacres podem também ser de metal leve ou matéria plástica. O fecho deve ser de forma a que não possa ser aberto sem deixar indícios de manipulação ou violação. Os carimbos dos lacres devem reproduzir, em caracteres latinos bem legíveis, o nome da estação de origem ou uma indicação suficiente que permita determinar essa estação. Todavia, se o operador designado de origem o desejar os carimbos dos lacres podem reproduzir unicamente o nome do operador designado de origem. O operador designado de origem também pode utilizar lacres numerados. 2.2bis a 2.4 (Sem mudanças.) 3 Etiquetagem das expedições 3.1 As etiquetas dos sacos devem ser confeccionadas em tela suficientemente rígida, matéria plástica, cartão forte, pergaminho ou papel colado numa plaqueta. Devem ser munidas com um ilhó. Utilizam-se etiquetas CP 83, CP 84 e CP 85 de cor amarelo ocre. O seu acondicionamento e o seu texto devem estar em conformidade com a norma S47 da UPU e/ou aos modelos em anexo e mencionados a seguir: O peso bruto de cada saco ou recipiente que faz parte da expedição deve estar indicado em cada um desses rótulos. O peso é arredondado para o hectograma superior quando a fracção do hectograma for igual ou superior a 50 gramas e arredondado para o hectograma inferior em caso contrário CP 83 quando se trata de recipientes de superfície; CP 84 quando se trata de recipientes para os objetos-avião; CP 85 quando se trata de recipientes de superfície transportados por via aérea (S.A.L.). 3.2 As etiquetas ou endereços dos recipientes fechados contendo encomendas-avião devem ter a menção ou o rótulo «Par avion» (Por avião». 3.3 Além disso, para outros recipientes além dos sacos pode ser adoptado um fecho especial, com a condição de que o conteúdo esteja suficientemente protegido. 3bis. 3bis.1 3bis.2 As características a seguir, detalhadas na norma S47 se aplicam para as encomendas: Os recipientes que, todo ou em parte, contém encomendas com valor declarado devem trazer a menção «V» no espaço definido para os códigos para os conteúdos especiais. Um descritor para os conteúdos especiais retirado da lista de códigos 176 da UPU é incluído na etiqueta se um dos valores abaixo é aplicável (um é indicado no máximo, segundo a ordem de aparecimento a seguir):

9 2 3bis.2.1 3bis.2.2 3bis.2.3 3bis.3 3bis.4 3bis.5 3bis.6 «Exprès» (Por próprio) quando o recipiente contém objetos por próprio. «PRIOR» quando o recipiente contém correio prioritário transportado por via de superfície. «Reembolso» quando o recipiente contém apenas encomendas contra reembolso. A etiqueta do recipiente contendo a folha de aviso leva sempre a letra «F», escrita de maneira visível no espaço definido para este fim. O peso bruto de cada recipiente é indicado na etiqueta, arredondado para o hectograma superior quando a fração do hectograma for igual ou superior a 50 gramas e arredondado para o hectograma inferior em caso contrário. A etiqueta comporta um identificador de recipiente munido de um código de barras em conformidade com a norma técnica S9 da UPU. Os operadores designados de origem que utilizam lacres numerados em recipientes fechados podem indicar o número do lacre nas etiquetas de recipiente. 4. (Sem mudanças.) 5. As encomendas com valor declarado são expedidas em recipientes separados. Em caso de expedição num mesmo saco de encomendas sem valor declarado, as encomendas com valor declarado são colocadas num recipiente interno fechado com selos de lacre ou chumbo. O saco externo contendo encomendas com valor declarado deve estar em bom estado. Deve ter, se possível, na sua extremidade superior, uma cobertura impedindo a abertura ilícita sem que tal deixe indícios visíveis. Os recipientes que, no todo ou em parte, contenham encomendas com valor declarado devem ser munidos da letra V. 6. (Sem mudanças.) 7. As encomendas por próprio são expedidas em recipientes distintos, se a sua quantidade o justificar. Os recipientes que, no todo ou em parte, contenham tais encomendas devem trazer o rótulo ou a menção «Exprès». 8. As encomendas contra reembolso são expedidas em recipientes distintos, se a sua quantidade o justificar. Os recipientes que só contenham encomendas contra reembolso devem trazer o rótulo ou a menção «Remboursement» (Reembolso». 9. A etiqueta do recipiente que contém a guia de expedição deve ter sempre a letra F bem nítida Após acordo especial entre os operadores designados interessados, ela a etiqueta do recipiente que contém a guia de expedição pode também comportar a indicação da quantidade de sacos que compõem a expedição e, se for o caso, a quantidade das encomendas transmitidas a descoberto. 10 a 12. (Sem mudanças.) Motivos. Harmonização com a norma S47 da UPU e reorganização da informação para mais clareza. Uma modificação similar é efetuada para as correspondências. Data de entrada em vigor solicitada: 1º de Abril de 2016.

10 CEP C Doc 10.Rev 1.Annexe 6 (CEP C 1 GEQOC Doc 5a.Annexe 6) Encomendas, Formulários Proposta Formulário CP 83 Etiqueta de expedição de encomenda-superfície Modificar o título e o formulário como a seguir: Formulário CP 83 Etiqueta de expedição de encomenda-superfície recipiente para as encomendas de superfície Motivos. Harmonizar as etiquetas com a norma S47 da UPU e harmonizar os títulos das etiquetas para as correspondências e as encomendas. Data de entrada em vigor solicitada: 1º de Abril de 2016.

11 UPU UNIÃO POSTAL UNIVERSAL CEP C Doc 10.Rev 1.Annexe 7 (CEP C 1 GEQOC Doc 5a.Annexe 7) Encomendas, Formulários Proposta Formulário CP 84 Etiqueta de expedição de encomendas-avião Modificar o título e o formulário como a seguir: Formulário CP 84 Etiqueta de expedição de recipiente para as encomendas-avião. Motivos. Harmonizar as etiquetas com a norma S47 da UPU e harmonizar os títulos das etiquetas para as correspondências e as encomendas. Data de entrada em vigor solicitada: 1º de Abril de 2016.

12 CEP C Doc 10.Rev 1.Annexe 8 (CEP C 1 GEQOC Doc 5a.Annexe 8) Encomendas, Formulários Proposta Formulário CP 85 Etiqueta de expedição de encomendas S.A.L. Modificar o título e o formulário como a seguir: Formulário CP 85 Etiqueta de expedição de recipiente para as encomendas S.A.L. Motivos. Harmonizar as etiquetas com a norma S47 da UPU e harmonizar os títulos das etiquetas para as correspondências e as encomendas. Data de entrada em vigor solicitada: 1º de Abril de 2016.

13 UPU UNIÃO POSTAL UNIVERSAL CEP C Doc 10.Rev 1.Annexe 9 (CEP C 1 GEQOC Doc 5b.Annexe 1) Correspondências, Regulamento Proposta Artigo RL 178 Confecção das expedições Modificar o 2.2 como a seguir e suprimir o 2.3: 2.2 Os sacos são fechados, preferencialmente com selos de chumbo. Os lacres podem também ser de metal leve ou matéria plástica. O fecho deve ser de forma a que não possa ser aberto sem deixar indícios de manipulação ou violação. Os carimbos dos lacres devem reproduzir, em caracteres latinos bem legíveis, o nome da estação de origem ou uma indicação suficiente que permita determinar essa estação. Todavia, se o operador designado de origem o desejar os carimbos dos lacres podem reproduzir unicamente o nome do operador designado de origem. O operador designado de origem também pode utilizar lacres numerados. 2.3 No caso em que só o número e o país de expedição são indicados nos meios de fecho, e se os sacos têm rótulo vermelho, o referido número também pode ser inscrito nas cartas de aviso CN 31 ou CN 32 e, conforme o caso, na lista especial CN 33. Motivos. Harmonizar o uso dos lacres. Propostas conexas visam modificar os formulários CN 31, CN 32 e CP 87. Data de entrada em vigor solicitada: 1º de Abril de 2016.

14 UPU UNIÃO POSTAL UNIVERSAL CEP C Doc 10.Rev 1.Annexe 10 (CEP C 1 GEQOC Doc 5b.Annexe 2) Correspondências, Formulários Proposta Formulário CN 31 Carta de aviso Modificá-lo como indicado no modelo em anexo. Motivos. Harmonizar e simplificar o uso dos lacres. Propostas conexas visam modificar o artigo RL 178 e os formulários CN 32 e CP 87. Data de entrada em vigor solicitada: 1º de Abril de 2016.

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16 UPU UNIÃO POSTAL UNIVERSAL CEP C Doc 10.Rev 1.Annexe 11 (CEP C 1 GEQOC Doc 5b.Annexe 3) Correspondências, Formulários Proposta Formulário CN 32 Carta de aviso. Malas de correio em quantidade Modificá-lo como indicado no modelo em anexo. Motivos. Harmonizar e simplificar o uso dos lacres. Propostas conexas visam modificar o artigo RL 178 e os formulários CN 31 e CP 87. Data de entrada em vigor solicitada: 1º de Abril de 2016.

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18 UPU UNIÃO POSTAL UNIVERSAL CEP C Doc 10.Rev 1.Annexe 12 (CEP C 1 GEQOC Doc 5b.Annexe 4) Encomendas, Formulários Proposta Formulário CP 87 Guia de expedição Modificá-lo como indicado no modelo em anexo. Motivos. Harmonizar e simplificar o uso dos lacres. Propostas conexas visam modificar o artigo RL 178 e os formulários CN 31 e CN 32. Data de entrada em vigor solicitada: 1º de Abril de 2016.

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20 UPU UNIÃO POSTAL UNIVERSAL CEP C Doc 10.Rev 1.Annexe 13 (CEP C 1 GEQOC Doc 5c.Annexe 1) Correspondências, Regulamento Proposta Artigo RL 229 Estatística para as permutas de correio entre operadores designados dos países do sistema alvo Modificar os 2, 4 e 5 como a seguir: 2. O Conselho de Operações Postais fixa limites e a quantidade média de objetos por quilograma a aplicar no caso das expedições separadas em função de dois formatos (P/G S e E) e no caso das expedições separadas em função de três formatos (P, G e E). 4. A estatística é efetuada de acordo com os princípios enunciados no artigo RL 228. Os dias de observação são repartidos tão uniformemente quanto possível sobre o conjunto dos dias úteis da semana (são apenas considerados os dias úteis para a estação de permuta em questão) e devem refletir os modos de transporte utilizados para o conjunto do fluxo de correio. Se os operadores designados permutam cassetes e recipientes planos, as estimativas da quantidade de objetos por quilograma por modo de transporte e mês/trimestre devem refletir a composição do correio por tipo de recipiente e por formato. A estatística deve incluir no mínimo quarenta e oito dias de observação por ano de amostragem, com quatro dias por mês. Num dia de observação, os operadores designados podem efetuar uma amostragem parcial se não for possível proceder a uma estatística completa do correio recebido durante o dia em questão. 4.1 Em vez de efetuar uma amostragem sobre um número de dias específico, recomenda-se aos operadores designados praticar uma amostragem contínua selecionando sistematicamente ou aleatoriamente por computador uma amostragem de recipientes a testar durante todo o período de observação. Os operadores designados interessados acordam as fórmulas estatísticas a utilizar. 4.1bis Quando a amostragem contínua não foi realizada, os dias de observação são repartidos tão uniformemente quanto possível sobre os dias úteis da semana (são apenas considerados os dias úteis para a estação de permuta em questão) e devem refletir os modos de transporte utilizados para o fluxo de correio. A estatística deve incluir no mínimo quarenta e oito dias de observação por ano de amostragem, com quatro dias por mês. Num dia de observação, os operadores designados podem efetuar uma amostragem parcial se não for possível proceder a uma estatística completa do correio recebido durante o dia em questão. 5. Estimativa da quantidade anual de objetos 5.1 A quantidade anual de objetos por quilograma corresponde à média ponderada das quantidades médias de objetos calculados separadamente por cada modo de transporte e cada mês ou cada trimestre. É calculado do seguinte modo A quantidade média de objetos por quilograma obtida por amostragem, para um determinado modo de transporte, durante um mês ou um determinado trimestre, é multiplicada pelo peso total do correio transmitido por este modo de transporte durante o mês ou o trimestre em questão, sendo o objetivo calcular a quantidade total de objetos para o modo de transporte e o mês ou o trimestre considerados As estimativas da quantidade total de objetos para cada modo de transporte e cada mês, ou cada trimestre são somados para determinar a quantidade anual estimada de objetos.

21 Para fins de amostragem contínua, no âmbito do procedimento em 5.1 e 5.1.2, os operadores designados podem substituir o mês ou o trimestre por um dia. Motivos. Propõe-se substituir o formato P/G pelo formato S para fins de harmonização com outros artigos e formulários. Também esclarecer os procedimentos nos casos onde a amostragem contínua é realizada e nos casos onde não é realizada. Enfim, é necessário harmonizar este artigo com o artigo RL 231 e restringir o período de estimativa a um período trimestral. Data de entrada em vigor solicitada: 1º de Janeiro de 2016.

22 UPU UNIÃO POSTAL UNIVERSAL CEP C Doc 10.Rev 1.Annexe 14 (CEP C 1 GEQOC Doc 5c.Annexe 2) Correspondências, Regulamento Proposta Artigo RL 231 Outro método estatístico para as permutas de correio entre operadores designados dos países do sistema alvo Modificar o 1 como a seguir e acrescentar o 1.1bis a seguir: 1. Os operadores designados dos países do sistema alvo que permutam correio em cassetes e/ou recipientes planos podem tomar medidas para elaborar estimativas baseadas no tipo de recipiente. A estatística é feita em conformidade com os princípios enunciados no artigo RL 228. Os dias de observação são repartidos tão uniformemente quanto possível pela totalidade de dias úteis na semana (só são considerados os dias úteis para a estação de permuta em questão) e devem refletir os modos de transporte utilizados para a totalidade do fluxo do correio. A estatística deve incluir no mínimo quarenta e oito dias de observação por ano de amostragem com quatro dias por mês. Num dia de observação, os operadores designados podem efetuar uma amostragem parcial se não for possível proceder a uma estatística completa do correio recebido durante o dia em questão. 1.1 Em vez de efetuar uma amostragem sobre um número de dias específico, recomenda-se aos operadores designados praticar uma amostragem contínua selecionando sistematicamente ou aleatoriamente por computador uma amostragem de recipientes a testar durante todo o período de observação. Os operadores designados interessados acordam as fórmulas estatísticas a utilizar. 1.1bis Quando a amostragem contínua não foi realizada, os dias de observação são repartidos tão uniformemente quanto possível sobre os dias úteis da semana (são apenas considerados os dias úteis para a estação de permuta em questão) e devem refletir os modos de transporte utilizados para o fluxo de correio. A estatística deve incluir no mínimo quarenta e oito dias de observação por ano de amostragem, com quatro dias por mês. Num dia de observação, os operadores designados podem efetuar uma amostragem parcial se não for possível proceder a uma estatística completa do correio recebido durante o dia em questão. Motivos. Trata-se de esclarecer os procedimentos nos casos onde a amostragem contínua é realizada e nos casos onde não é realizada. Também é necessário harmonizar este artigo com o artigo RL 229. Data de entrada em vigor solicitada: 1º de Janeiro de 2016.

23 UPU UNIÃO POSTAL UNIVERSAL CEP C Doc 10.Rev 1.Annexe 15 (CEP C 1 GEQOC Doc 5c.Annexe 3) Correspondências, Regulamento Proposta Artigo RL 233 Elaboração, envio e aceitação dos extractos CN 53, CN 54, CN 54bis e CN 54ter para as permutas de correio entre operadores designados dos países do sistema alvo Modificar o 1.2 como a seguir: 1.2 Através dos extractos CN 53, o operador designado de recepção elabora um extracto recapitulativo CN 54 que consolida os extractos CN 53 por tipo de recipiente, por modo de transporte (avião, S.A.L., superfície), e por formato (se for o caso) e por mês para um trimestre do ano civil. Motivos. Restrição do período de avaliação a um período trimestral. Data de entrada em vigor solicitada: 1º de Janeiro de 2016.

24 UPU UNIÃO POSTAL UNIVERSAL CEP C Doc 10.Rev 1.Annexe 16 (CEP C 1 GEQOC Doc 5c.Annexe 4) Correspondências, Formulários Proposta Formulário CN 54 Extrato recapitulativo dos objetos Modificá-lo como indicado no modelo em anexo. Motivos. Restrição do período de avaliação a um período trimestral para a amostragem no sistema alvo. Data de entrada em vigor solicitada: 1º de Janeiro de 2016.

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26 UPU UNIÃO POSTAL UNIVERSAL CEP C Doc 10.Rev 1.Annexe 17 (CEP C 1 GEQOC Doc 5c.Annexe 5) Correspondências, Formulários Proposta Formulário CN 54bis Extrato recapitulativo anual Modificá-lo como indicado no modelo em anexo. Motivos. Restrição do período de avaliação a um período trimestral para a amostragem no sistema alvo. Data de entrada em vigor solicitada: 1º de Janeiro de 2016.

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29 UPU UNIÃO POSTAL UNIVERSAL CEP C Doc 10.Rev 1.Annexe 18 (CEP C 1 GEQOC Doc 6a.Annexe 1) Correspondências, Regulamento Proposta Artigo RL 206 Direitos de trânsito. Disposições gerais Modificar o 1.1 como a seguir: 1.1 O demonstrativo dos direitos de trânsito do correio de superfície e o demonstrativo das despesas de tratamento das malas-avião em trânsito são elaborados anualmente tais como detalhados no artigo RL pelo operador designado de trânsito por cada operador designado de origem. Baseiam-se no peso das malas recebidas em trânsito expedidas durante o ano período considerado. São aplicadas as taxas fixadas no artigo RL 208. Motivos. Referência ao artigo RL 239 para evitar qualquer risco de incoerência entre os artigo. Data de entrada em vigor solicitada: 1º de Janeiro de 2016.

30 UPU UNIÃO POSTAL UNIVERSAL CEP C Doc 10.Rev 1.Annexe 19 (CEP C 1 GEQOC Doc 6a.Annexe 2) Correspondências, Regulamento Proposta Artigo RL 239 Elaboração, envio e aprovação das contas de direitos de trânsito e de encargos terminais Modificar o 4 como a seguir: 4. As contas particulares CN 62 e CN 62bis devem ser estabelecidas a um ritmo mensal, trimestral, semestral ou anual pelo operador designado credor, segundo entendimento entre os operadores designados interessados sua escolha. Motivos. O operador designado que assegura o trânsito fechado deve poder recuperar rapidamente as despesas relativas ao transporte em curso. Todavia, é possível efetuar pagamentos mensais no âmbito de acordos bilaterais. Data de entrada em vigor solicitada: 1º de Janeiro de 2016.

31 UPU UNIÃO POSTAL UNIVERSAL CEP C Doc 10.Rev 1.Annexe 20 (CEP C 1 GEQOC Doc 6a.Annexe 3) Correspondências, Regulamento Proposta Artigo RL 240 Endereço especial para o envio dos formulários referentes aos direitos de trânsito e aos encargos terminais Modificar o 1 como a seguir: 1. Cada operador designado comunica aos outros operadores designados, por intermédio da Secretaria Internacional, o endereço especial, que poderá incluir um endereço electrónico, para o qual devem ser remetidos todos os formulários considerados para a liquidação dos direitos de trânsito e dos encargos terminais (CN 43, CN 54, CN 54bis, CN 54ter, CN 56, CN 56bis, CN 57, CN 58, CN 61, CN 62, CN 62bis, CN 63 e CN 64). Motivos. Período mais curto para a liquidação das contas e retirada do formulário CN 63 (não é mais possível efetuar pagamentos provisórios). Data de entrada em vigor solicitada: 1º de Janeiro de 2016.

32 UPU UNIÃO POSTAL UNIVERSAL CEP C Doc 10.Rev 1.Annexe 21 (CEP C 1 GEQOC Doc 6a.Annexe 4) Correspondências, Regulamento Proposta Artigo RL 241 Aceitação das contas de direitos de trânsito e de encargos terminais Modificá-lo como a seguir: 1. Quando nenhum pagamento provisório foi feito Salvo nos casos previstos em 2 e 2bis, os pagamentos dos direitos de trânsito e dos encargos terminais e dos direitos de trânsito podem ser efetuados exclusivamente com base nas contas particulares CN 61 e CN 62, nas quais deverá ser indicado o método de pagamento desejado. 2. Caso tenha havido pagamento provisório para os encargos terminais, logo que as contas particulares a conta particular CN 61 e CN 62 entre os operadores designados são aceites é aceita ou consideradas considerada admitida de pleno direito, o operador designado credor elabora, em duplicado, um extrato distinto para os direitos de trânsito e para os encargos terminais CN 63 e CN 64. 2bis. Um extrato CN 64 também deve ser preparado para os encargos terminais, quando os montantes são levados de um período precedente (v. em 8). 3. Os extratos CN 63 ou O extrato CN 64, quando for o caso se utilizado, são transmitidos é transmitido por via electrónica ou, em caso de impossibilidade, enviados enviado, em duplicado, de preferência por correio registado, ao operador designado interessado pela via mais rápida (aérea ou de superfície). Se, no prazo de um mês a contar do dia do envio desses extratos desse extrato, o operador designado que os o elaborou não tiver recebido nenhuma objeção do operador designado interessado, os extratos são considerados aceitos o extrato é considerado aceito de pleno direito. 4. Qualquer modificação efetuada nos extratos CN 63 ou no extrato CN 64 pelo operador designado devedor deve ser acompanhada das contas particulares da conta particular CN 61 ou CN e 6. (Sem mudanças.) 7. O operador designado devedor está isento do pagamento dos direitos de trânsito quando o saldo anual não exceder 163,35 DES. Este saldo anual inferior a 163,35 DES deve ser incluído no saldo do ano seguinte pelo operador designado credor. Se o saldo de uma conta CN 62 não exceder 163,35 DES, este saldo deve ser incluído na próxima conta CN 62, salvo se os operadores designados interessados participam do sistema de compensação da Secretaria Internacional. 8. O operador designado devedor está isento do pagamento dos encargos terminais quando o saldo anual não exceder 326,70 DES. Este saldo anual inferior a 326,70 DES deve ser incluído no saldo do ano seguinte pelo operador designado credor Se o saldo de uma conta CN 61 ou CN 64 não exceder 326,70 DES, este saldo deve ser incluído na próxima conta CN 64, salvo se os operadores designados interessados participam do sistema de compensação da Secretaria Internacional. Motivos. Os períodos de liquidação foram diminuídos para os direitos de trânsito fechado. Assim, os pagamentos provisórios e o formulário CN 63 relacionado não são mais necessários. Os 7 e 8 são harmonizados com o artigo RL Data de entrada em vigor solicitada: 1º de Janeiro de 2016.

33 UPU UNIÃO POSTAL UNIVERSAL CEP C Doc 10.Rev 1.Annexe 22 (CEP C 1 GEQOC Doc 6a.Annexe 5) Correspondências, Regulamento Proposta Artigo RL 242 Pagamentos provisórios dos direitos de trânsito e dos encargos terminais Modificar o título e o artigo como a seguir: Artigo RL 242 Pagamentos provisórios dos direitos de trânsito e dos encargos terminais 1. Os operadores designados credores podem reclamar pagamentos provisórios a título dos direitos de trânsito e dos encargos terminais. Os pagamentos provisórios relativos a um ano calculam-se segundo os pesos do correio e, em tal circunstância, os resultados estatísticos que serviram de base aos acertos definitivos do ano anterior. O operador designado devedor não é obrigado a aceitar as contas relativas aos pagamentos provisórios recebidas depois de 30 de Junho. Se o cálculo do ano anterior ainda não foi determinado, os pagamentos provisórios são calculados com base nos extractos recapitulativos das expedições CN 56 ou CN 56bis devidamente aceites para os quatro últimos trimestres e nos extractos recapitulativos dos objectos CN 54 correspondentes devidamente aceites (em tal circunstância). Os pagamentos provisórios de um ano têm lugar, o mais tardar, antes do fim do mês de Julho desse ano. De seguida procede-se a uma regularização dos pagamentos provisórios logo que as contas definitivas do ano sejam aceites ou admitidas de pleno direito. 2. Os extratos CN 63 ou O extrato CN 64 referentes aos pagamentos provisórios previstos no parágrafo 1, são enviados é enviado pelo operador designado credor ao operador designado devedor no segundo trimestre do ano civil correspondente. 3. (Sem mudanças.) Motivos. Os períodos de liquidação foram diminuídos para os direitos de trânsito fechado. Assim, os pagamentos provisórios para o correio de superfície em trânsito em expedições fechadas foram suspensos. Data de entrada em vigor solicitada: 1º de Janeiro de 2016.

34 UPU UNIÃO POSTAL UNIVERSAL CEP C Doc 10.Rev 1.Annexe 23 (CEP C 1 GEQOC Doc 6a.Annexe 6) Correspondências, Regulamento Proposta Artigo RL 247 Elaboração das contas particulares CN 51 e das contas gerais CN 52 Modificar 4 como a seguir e acrescentar o 4bis a seguir: 4. As contas CN 51 distintas das contas relativas às expedições fechadas em trânsito são estabelecidas a um ritmo mensal, trimestral, semestral ou anual pelo operador designado credor, segundo entendimento entre os operadores designados interessados. 4bis. As contas CN 51 relativas às expedições fechadas em trânsito são estabelecidas a um ritmo trimestral, semestral ou anual pelo operador designado credor, segundo sua escolha. Motivos. O operador designado que assegura o trânsito fechado deve poder recuperar rapidamente as despesas relativas ao transporte em curso. Todavia, é possível efetuar pagamentos mensais no âmbito de acordos bilaterais. Data de entrada em vigor solicitada: 1º de Janeiro de 2016.

35 UPU UNIÃO POSTAL UNIVERSAL CEP C Doc 10.Rev 1.Annexe 24 (CEP C 1 GEQOC Doc 6a.Annexe 7) Correspondências, Regulamento Proposta Articgo RL 253 Transferência electrónica dos extractos e contas Modificar 2 como a seguir: 2. Em caso de transferência electrónica, os seguintes prazos devem ser aplicados para a aceitação dos extractos e das contas, salvo acordo em contrário: Denominação ou tipo Formulário Prazo Indemnização Correio-avião Conta geral Extracto recapitulativo anual Mecanismo de revisão Conta particular. Despesas de trânsito Conta particular. Despesas de trânsito suplementares Extracto. Despesas de trânsito Extracto. Encargos terminais Encomendas CN 48 CN 51 CN 52 CN 54bis e CN 54ter CN 62 CN 62bis CN 63 CN 64 CP 75 2 meses 1 mês 1 mês 1 mês 2 meses 2 meses 1 mês 1 mês 1 mês Motivos. Os períodos de liquidação foram diminuídos para o trânsito fechado e o formulário CN 63 relacionado foi suprimido (não é mais possível efetuar pagamentos provisórios). Data de entrada em vigor solicitada: 1º de Janeiro de 2016.

36 UPU UNIÃO POSTAL UNIVERSAL CEP C Doc 10.Rev 1.Annexe 25 (CEP C 1 GEQOC Doc 6a.Annexe 8) Correspondências, Regulamento Proposta Article RL 254 Elaboração e liquidação das contas Modificar 3 como a seguir: 3. No montante de cada conta elaborada em DES nos formulários CN 02bis, CN 03, CN 03bis, CN 48, CN 51, CN 52, CN 57, CN 61, CN 62, CN 62bis, CN 63, CN 64 et CN 64bis, não se contam os decimais no total ou no saldo. As diferenças nas contas inscritas nos formulários enumerados acima, não são consideradas se não ultrapassarem, no total, 9,80 DES por conta. Motivos. Período de liquidação mais curto para o trânsito fechado e retirada do formulário CN 63 relacionado (não é mais possível efetuar pagamentos provisórios). Data de entrada em vigor solicitada: 1º de Janeiro de 2016.

37 UPU UNIÃO POSTAL UNIVERSAL CEP C Doc 10.Rev 1.Annexe 26 (CEP C 1 GEQOC Doc 6a.Annexe 9) Correspondências, Formulários Proposta Formulário CN 62 Conta particular. Direitos de trânsito Correio de superfície Modificá-lo como indicado no modelo em anexo. Motivos. Ajustes relativos aos períodos de liquidação mais curtos (v. art. RL 239). Data de entrada em vigor solicitada: 1º de Janeiro de 2016.

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39 UPU UNIÃO POSTAL UNIVERSAL CEP C Doc 10.Rev 1.Annexe 27 (CEP C 1 GEQOC Doc 6a.Annexe 10) Correspondências, Formulários Proposta Formulário CN 63 Direitos de trânsito Suprimi-lo. Motivos. Ajustes relativos aos períodos de liquidação mais curtos (v. art. RL 239) e suspensão dos pagamento provisórios (v. art. RL 242). Data de entrada em vigor solicitada: 1º de Janeiro 2016.

40 UPU UNIÃO POSTAL UNIVERSAL CEP C Doc 10.Rev 1.Annexe 28 (CEP C 1 GEQOC Doc 5e.Annexe 1) Correspondências, Regulamento Proposta Artigo RL 239 Elaboração, envio e aprovação das contas de direitos de trânsito e de encargos terminais Modificar o 3 como a seguir: 3. As contas particulares CN 61 são enviadas em duplicado ao operador designado devedor, logo que possível, após o fim do ano período a que se referem em uma base trimestral, semestral ou anual à escolha do operador designado credor. Motivos. A mudança facilitaria a otimização e aceleraria as liquidações entre operadores designados em uma base bilateral. Data de entrada em vigor solicitada: 1º de Janeiro de 2016.

41 CEP C Doc 10.Rev 1.Annexe 29 (CEP C 1 GSP Doc 5e.Annexe 1) Convenção Proposta Artigo 11 Infrações Modificar o como a seguir: 1.1 Os Países-membros comprometem-se a tomar todas as medidas necessárias para prevenir os atos abaixo e para perseguir e punir os seus autores: inserção nos objetos postais de estupefacientes, de substâncias psicotrópicas ou de matérias explosivas, inflamáveis ou outras matérias mercadorias perigosas, não expressamente autorizadas pela Convenção e os Regulamentos; Motivos. A proteção e a segurança das redes postais continuam altamente prioritárias para os operadores designados e os reguladores. Enquanto atores da cadeia logística mundial, temos a responsabilidade de continuar fortalecendo nossos esforços para garantir a proteção e a segurança das redes postais. Para isto, é importante assegurar a coerência entre nossa Convenção e nossos Regulamentos e zelar pela sua harmonização com as regras e regulamentos atuais em matéria de transporte. Apoios. Membros do Grupo «Segurança postal».

42 CEP C Doc 10.Annexe 30 (CEP C 1 GSP Doc 5e.Annexe 2) Convenção Proposta Artigo 18 Objetos não admitidos. Proibições Modificar o 3 como a seguir: 3. Matérias explosivas, inflamáveis ou radioativas e Mercadorias perigosas 3.1 A inserção de matérias explosivas, inflamáveis ou outras das mercadorias perigosas assim como matérias radioativas descritas na Convenção e nos Regulamentos, é proibida em todas as categorias de objetos. 3.2 A inserção de dispositivos explosivos e de material militar inertes, incluindo as granadas inertes, os obuses inertes e os outros artigos análogos, bem como de réplicas de tais dispositivos e artigos, é proibida em todas as categorias de objetos. 3.3 Excepcionalmente, as mercadorias perigosas especificamente mencionadas nos Regulamentos como sendo admissíveis são podem ser admitidas nas permutas entre Países-membros que se declararam de acordo para admiti-las, seja e uma base recíproca, seja em um único sentido, desde que as regras e regulamentações nacionais e internacionais em matéria de transporte sejam respeitadas. Motivos. A proteção e a segurança das redes postais continuam altamente prioritárias para os operadores designados e os reguladores. Enquanto atores da cadeia logística mundial, temos a responsabilidade de continuar fortalecendo nossos esforços para garantir a proteção e a segurança das redes postais. Para isto, é importante assegurar a coerência entre nossa Convenção e nossos Regulamentos e zelar pela sua harmonização com as regras e regulamentos atuais em matéria de transporte. Propostas correlativas/de consequência: harmonização com os artigos RC 119 (CEP C 1 GSP Doc 5e.Annexe 3) e RL 131 (CEP C 1 GSP Doc 5e.Annexe 4) Apoios. Membros do Grupo «Segurança postal».

43 CEP C Doc 10.Rev 1.Annexe 31 (CEP C 1 GSP Doc 5e.Annexe 3) Encomendas, Regulamento Proposta Artigo RC 119 Mercadorias perigosas admitidas excepcionalmente Acrescentar o 1bis a seguir: 1bis As Outras classes de mercadorias perigosas são podem ser admitidas nos objetos de correspondência e nas encomendas postais, nas permutas entre Países-membros que se declararam de acordo para admiti-las, seja em uma base recíproca, seja num único sentido, desde que as regras e regulamentações nacionais e internacionais em matéria de transporte sejam respeitadas e que as mercadorias em questão não sejam transportadas por via aérea. Motivos. O artigo RC 119 especifica as mercadorias perigosas que podem ser admitidas excepcionalmente em relação ao artigo 18 da Convenção da UPU. Em vários casos, as legislações nacionais e internacionais relativas ao transporte de mercadorias por outros meios que não o avião (ou seja, por caminhão, furgonete, trem ou navio) preveem a admissão de algumas mercadorias perigosas que seriam proibidas ou sujeita a mais restrições pela via aérea. Esta modificação permite aos operadores designados aceitar mercadorias perigosas, respeitando todas as condições que se aplicam ao meio de transporte utilizado para o transporte destas mercadorias na rede postal (particularmente as regras detalhadas relativas aos limites de volumes, ao condicionamento para o transporte, à formação do pessoal, etc.). Propostas relacionadas/de consequência: harmonização com o artigo 18 da Convenção (CEP C 1 GSP Doc 5e.Annexe 2) e RL 131 (CEP C 1 GSP Doc 5e.Annexe 4). Apoios. Membros do grupo de trabalho sobre as mercadorias perigosas.

44 CEP C Doc 10.Rev 1.Annexe 32 (CEP C 1 GSP Doc 5e.Annexe 4) Correspondências, Regulamento Proposta Artigo RL 131 Mercadorias perigosas admitidas excepcionalmente Acrescentar o 1bis a seguir: 1bis As Outras classes de mercadorias perigosas são podem ser admitidas nos objetos de correspondência e nas encomendas postais, nas permutas entre Países-membros que se declararam de acordo para admiti-las, seja em uma base recíproca, seja num único sentido, desde que as regras e regulamentações nacionais e internacionais em matéria de transporte sejam respeitadas e que as mercadorias em questão não sejam transportadas por via aérea. Motivos. O artigo RL 131 especifica as mercadorias perigosas que podem ser admitidas excepcionalmente em relação ao artigo 18 da Convenção da UPU. Em vários casos, as legislações nacionais e internacionais relativas ao transporte de mercadorias por outros meios que não o avião (ou seja, por caminhão, furgonete, trem ou navio) preveem a admissão de algumas mercadorias perigosas que seriam proibidas ou sujeita a mais restrições pela via aérea. Esta modificação permite aos operadores designados aceitar mercadorias perigosas, respeitando todas as condições que se aplicam ao meio de transporte utilizado para o transporte destas mercadorias na rede postal (particularmente as regras detalhadas relativas aos limites de volumes, ao condicionamento para o transporte, à formação do pessoal, etc.). Propostas relacionadas/de consequência: harmonização com os artigos 18 da Convenção (CEP C 1 GSP Doc 5e.Annexe 2) e RC 119 (CEP C 1 GSP Doc 5e.Annexe 3). Apoios. Membros do grupo de trabalho sobre as mercadorias perigosas.

45 CEP C Doc 10.Rev 1.Annexe 33 (CEP C 1 GSP Doc 5e.Annexe 5) Encomendas, Regulamento Proposta Artigo RC 122 Condições de aceitação e marcação dos objetos que contêm matérias infecciosas Modificá-lo da seguinte forma: 1. As matérias que são infecciosas, ou que podemos razoavelmente supor que sejam infecciosas para o homem ou para os animais, e que preenchem os critérios de definição das matérias infecciosas de categoria B (n o ONU 3373) devem ser declaradas. «Substâncias biológicas, categoria B». As substâncias infecciosas referidas nos números ONU 2814, ONU 2900 ou ONU 3291 são proibidas no correio internacional. 2. Os remetentes de substâncias infecciosas especificadas no nº ONU 3373 devem assegurar-se de que os objetos foram preparados de modo a chegarem ao destino em boas condições e que as substâncias em questão são embaladas de acordo com a Instrução de embalagem 650 reproduzida na edição em vigor das Instruções técnicas para a segurança do transporte aéreo das mercadorias perigosas (Instruções técnicas), publicadas pela Organização da Aviação Civil Internacional (OACI), ou a edição em vigor do Regulamento da Regulamentação sobre o transporte das mercadorias perigosas (TMD DGR), publicado publicada pela Associação Internacional do Transporte Aéreo (IATA). Como informação, o texto da Instrução de embalagem 650, tal como aparece na edição das Instruções técnicas da Organização da Aviação Civil Internacional está reproduzido abaixo. Os remetentes devem consultar a edição mais recente das Instruções técnicas da OACI e/ou da DGR da IATA, a fim de verificar a validade do texto da Instrução de embalagem 650 antes de usar. 3. A embalagem deve ser de boa qualidade e suficientemente sólida para resistir aos choques e às cargas que normalmente podem estar sujeitos durante o transporte, incluindo o transbordo entre unidades de transporte e unidades de transporte e entrepostos, bem como qualquer remoção de uma palete ou de uma embalagem adicional para uma manipulação manual ou mecânica. As embalagens devem ser construídas e fechadas de forma a evitar qualquer fuga do conteúdo nas condições normais de transporte, sob o efeito de vibrações ou de variações de temperatura, de humidade ou de pressão. 4. A embalagem deve compor-se dos três elementos a seguir: 4.1 um recipiente primário; 4.2 uma embalagem secundária; 4.3 uma embalagem exterior rígida. 5. Os recipientes primários devem ser acondicionados em embalagens secundárias de forma a evitar, em condições normais de transporte, que eles se quebrem, que possam ser perfurados ou que deixem escapar seu conteúdo dentro das embalagens secundárias. As embalagens secundárias, por sua vez, devem ser colocadas dentro de embalagens externas com interposição de materiais apropriados de acolchoamento. Uma eventual fuga do conteúdo não deverá ocasionar qualquer alteração considerável das propriedades protetoras do material de acolchoamento ou da embalagem externa. 6. Para o transporte, a marca representada a seguir deve ser afixada sobre a superfície externa da embalagem externa, em um fundo de uma cor que contraste com ela, e deve ser fácil de ver e ler. A marca deve ter o formato de um quadrado disposto segundo um ângulo de 45 (em losango), sendo que cada lado deve ter o comprimento de, no mínimo, 50 mm. A largura da linha deve ser de, pelo menos, 2 mm e a altura

46 2 das letras e dos algarismos deve ter, no mínimo, 6 mm. A designação oficial de transporte «Material Biológico, categoria B», «Amostras de Diagnóstico» ou «Amostras Clínicas», em letras de, pelo menos, 6 mm de altura, deve ser indicada sobre a embalagem externa, próxima à marca em forma de losango. UN Pelo menos uma superfície da embalagem externa deve ter dimensões mínimas de 100 x 100 mm. 8. A encomenda completa deve conseguir passar no teste de queda, conforme especificado nas Instruções Técnicas da OACI e na DGR da IATA; contudo, a altura da queda não deve ser inferior a 1,2 metro. Após a prova de queda adequada, nada deve ter escapado do ou dos recipientes primários, que devem continuar protegidos por um material absorvente, se necessário, na embalagem secundária. 9. Para as substâncias líquidas: 9.1 o ou os recipientes primários devem ser impermeáveis e não devem conter mais de um litro de material líquido; 9.2 a embalagem secundária deve ser impermeável; 9.3 se vários recipientes primários frágeis são introduzidos em uma embalagem secundária simples, eles devem ser embrulhados individualmente ou separados para impedir qualquer contato entre si; 9.4 um material absorvente deve ser colocado entre o ou os recipientes primários e a embalagem secundária. A quantidade de material absorvente deve ser suficiente para absorver a totalidade do conteúdo do ou dos recipientes primários de modo que uma eventual liberação do material líquido não prejudique a integridade do material de acolchoamento ou da embalagem externa; 9.5 o recipiente primário ou a embalagem secundária deve ser capaz de resistir, sem vazamento, a uma pressão interna 95 kpa (0,95 bar); 9.6 a embalagem externa não deve conter mais de quatro litros do material líquido. Esta quantidade exclui o gelo ou a neve carbônica utilizados para conservar as amostras no frio. 10. Para as substâncias sólidas: 10.1 o ou os recipientes primários devem ser impermeáveis à poeira e não devem exceder a densidade limite da embalagem externa; 10.2 a embalagem secundária deve ser impermeável à poeira; 10.3 se vários recipientes primários frágeis são introduzidos em uma embalagem secundária simples, eles devem ser embrulhados individualmente ou separados para impedir qualquer contato entre si; 10.4 salvo nos casos de encomendas que contêm partes de corpos, órgãos ou corpos inteiros, a embalagem externa não deve conter mais de 4 quilos de material sólido. Esta quantidade exclui o gelo ou a neve carbônica utilizados para conservar as amostras no frio se houver qualquer dúvida quanto à presença de um líquido residual dentro do recipiente principal durante o transporte, será preciso utilizar uma embalagem adequada para os líquidos, que compreenda materiais absorventes.

47 11. Para as amostras refrigeradas ou congeladas (gelo, e neve carbônica e nitrogênio líquido): Quando neve carbônica ou nitrogênio líquido são utilizados é utilizada para conservar as amostras no frio, todas as prescrições aplicáveis das Instruções Técnicas da OACI e da DGR da IATA, devem ser observadas. Quando gelo ou neve carbônica são utilizados, eles devem ser colocados no exterior da embalagem secundária ou dentro da ou das embalagens externas. Calços internos devem ser previstos para manter a embalagem secundária em sua posição original, caso o gelo derreta ou a neve carbônica evapore. Se utilizarmos gelo, a ou as embalagens externas devem ser impermeáveis. Se utilizarmos dióxido de carbono na forma sólida (neve carbônica), a embalagem deve ser criada e fabricada para permitir que o gás carbônico escape de modo a impedir uma eventual elevação da pressão, que poderia provocar a ruptura das embalagens; 11.2 O recipiente primário e a embalagem secundária devem poder conservar sua integridade à temperatura da refrigeração utilizada, bem como às temperaturas e pressões que poderiam ser atingidas em caso de desaparecimento do agente de resfriamento. 12. Quando as encomendas são colocadas em uma embalagem secundária, as marcas das encomendas prescritas pela presente orientação Instrução de embalagem 650 devem ser diretamente visíveis, como também reproduzidas no exterior da última embalagem externa, e a embalagem secundária deve trazer a marca «Embalagem secundária». 13. As matérias infecciosas referidas ao número ONU 3373 que são embaladas e marcadas conforme as presentes orientações à Instrução de embalagem 650 não estão sujeitas a nenhuma outra prescrição no âmbito deste artigo, exceto às seguintes: 13.1 a designação oficial de transporte, o número ONU e o nome, o endereço e o número de telefone de uma pessoa responsável do remetente e do destinatário devem ser indicados em um documento escrito (como o formulário CN 38) ou em cada encomenda; 13.1bis o nome e o número de telefone de uma pessoa responsável devem ser indicados em um documento escrito (como o formulário CN 38) ou na encomenda; 13.2 a classificação deve estar de acordo com o da 2 ª parte das as disposições das Instruções da OACI e da DGR da IATA; 13.3 as disposições relativas aos relatórios de incidentes descritos no 4.4 da 7 ª parte das Instruções técnicas da OACI e da DGR da IATA devem ser observadas; 13.4 as disposições de inspeção por dano ou fugas descritas em e da 7 ª parte das Instruções técnicas da OACI e da DGR da IATA devem ser observadas. 13bis. Não é exigida nenhuma declaração do remetente em relação às mercadorias perigosas. 14. Os fabricantes destas embalagens e os subsequentes distribuidores devem dar instruções claras sobre sua utilização ao remetente ou à pessoa que prepara as embalagens (o paciente, por exemplo), para que possam ser corretamente preparadas para o transporte. 15. Não deve haver outras mercadorias perigosas embaladas na mesma embalagem além das matérias infecciosas que constam no item 6.2, salvo se elas forem necessárias para manter a viabilidade dessas matérias infecciosas, para estabilizá-las ou para impedir sua degradação, ou para neutralizar os perigos que elas apresentam. Uma quantidade de 30 ml ou menos de mercadorias perigosas das classes 3, 8 ou 9 pode ser embalada em cada recipiente primário de matérias infecciosas desde que estas substâncias respondam às exigências das Instruções técnicas da OACI e da DGR da IATA. Quando essas pequenas quantidades de mercadorias perigosas são embaladas com matérias infecciosas em conformidade com a presente instrução a Instrução de embalagem 650, nenhuma outra prescrição deste artigo precisa ser observada.

48 16. Dióxido de carbono na forma sólida (neve carbônica) utilizado como refrigerante Se utilizarmos dióxido de carbono na forma sólida (neve carbônica) como fator de refrigeração, as prescrições de embalagem contidas na Instrução de embalagem tais como enunciadas na edição em vigor das Instruções técnicas da OACI ou e Regulamento sobre o Transporte de mercadorias perigosas da DGR da IATA devem ser observadas. Os remetentes também devem respeitar as prescrições relativas à marcagem e à etiquetagem aplicáveis às encomendas que contêm dióxido de carbono na forma sólida (neve carbônica), além das prescrições aplicáveis no âmbito das orientações de embalagem 650. Como informação, o texto pertinente da Instrução de embalagem 954 é reproduzido abaixo. Os remetentes devem consultar a edição mais recente das Instruções técnicas da OACI e da DGR da IATA a fim de verificar a validade do texto da Instrução de embalagem 954 antes de usar. 16.1bis 16.1bis.1 n o ONU 1845; 16.1bis bis bis ter 16.1quater 16.1quinquies Quando uma declaração do remetente não é necessária, as informações a seguir, exigidas no caso da neve carbônica, devem figurar no campo «Nature and quantity of goods» (natureza e quantidade da mercadoria) na carta de transporte aéreo, se for o caso, ou no espaço apropriado quando tratar-se de outro documento de transporte. Se ele concluiu um acordo com o operador, o remetente pode fornecer estas informações pelas técnicas de tratamento eletrônico de dados (TED) ou de troca de dados informatizada (EDI). A). As informações a seguir devem ser indicadas em um documento escrito (como guia de entrega CN 38) ou na encomenda. As informações devem ser apresentadas na seguinte ordem: designação oficial de transporte (neve carbônica e dióxido de carbono sólido); quantidade de pacotes; peso líquido da neve carbônica em cada pacote. O peso líquido da neve carbônica deve ser indicado no exterior de cada pacote. Quando os pacotes são colocados em uma embalagem adicional, a quantidade líquida total de neve carbônica contida no interior deve ser marcada no exterior da embalagem adicional. Quando neve carbônica é utilizada para conservar as amostras no frio, todas as prescrições aplicáveis das Instruções Técnicas da OACI e da DGR da IATA, devem ser observadas. Quando gelo ou neve carbônica são utilizados, eles devem ser colocados no exterior das embalagens secundárias ou na embalagem externa ou em uma embalagem secundária. Calços internos devem ser previstos para manter a embalagem secundária em sua posição original, caso o gelo derreta ou a neve carbônica evapore. Se utilizarmos gelo, a embalagem externa ou a embalagem secundária devem ser impermeáveis. Se utilizarmos neve carbônica, a embalagem deve ser criada e fabricada para permitir que o gás carbônico escape de modo a impedir uma eventual elevação da pressão, que poderia provocar a ruptura das embalagens. O recipiente primário e a embalagem secundária devem conservar sua integridade à temperatura da refrigeração utilizada, bem como às temperaturas e pressões que poderiam ser atingidas em caso de desaparecimento do agente de resfriamento 16.2 Para o transporte aéreo, um documento de transporte é fornecido de acordo com as Instruções Técnicas da OACI ou do Regulamento sobre o Transporte de Mercadorias Perigosas da IATA. Além disso, a fatura de entrega CN 38 estabelecida para as necessidades de expedição deve conter a menção seguinte: «Mercadorias perigosas em conformidade com a declaração do remetente anexada» Os sacos recipientes que contêm apenas matérias infecciosas, identificados por uma etiqueta especial «ONU 3373», devem ser entregues pelas autoridades postais às companhias aéreas em sacos recipientes de correio abertos. Motivos. São efetuadas modificações neste artigo para refletir as atualizações da recente regulamentação referente às mercadorias perigosas e harmonizá-lo com o artigo RL 134. Proposta relacionada/de consequência: harmonização com o artigo RL 134. Apoios. Membros do grupo de trabalho sobre as mercadorias perigosas.

49 CEP C Doc 10.Rev 1.Annexe 34 (CEP C 1 GSP Doc 5e.Annexe 6) Correspondências, Regulamento Proposta Artigo RL 134 Condições de aceitação e sinalização dos objetos que contêm substâncias infecciosas Modificá-lo da seguinte forma: 1. As substâncias infecciosas, ou das quais se possa razoavelmente suspeitar que o sejam para o homem ou para os animais, e que preencham os critérios de definição das substâncias infecciosas de categoria B (n o ONU 3373) devem ser declaradas. «Substâncias biológicas, categoria B». As substâncias infecciosas referidas nos números ONU 2814, ONU 2900 ou ONU 3291 são proibidas no correio internacional. 2. Os remetentes de substâncias infecciosas especificadas no nº ONU 3373 devem assegurar-se de que os objetos foram preparados de modo a chegarem ao destino em boas condições e que as substâncias em questão são embaladas de acordo com a Instrução de embalagem 650 reproduzida na edição em vigor das Instruções técnicas para a segurança do transporte aéreo das mercadorias perigosas (Instruções técnicas), publicadas pela Organização da Aviação Civil Internacional (OACI), ou a edição em vigor do Regulamento da Regulamentação sobre o transporte das mercadorias perigosas (DGR), publicado publicada pela Associação Internacional do Transporte Aéreo (IATA). Como informação, o texto da Instrução de embalagem 650, tal como aparece na edição das Instruções técnicas da Organização da Aviação Civil Internacional está reproduzido abaixo. Os remetentes devem consultar a edição mais recente das Instruções técnicas da OACI e/ou da DGR da IATA, a fim de verificar a validade do texto da Instrução de embalagem 650 antes de usar A embalagem deve ser de boa qualidade e suficientemente sólida para resistir aos choques e às cargas que normalmente podem estar sujeitos durante o transporte, incluindo o transbordo entre unidades de transporte ou entre unidades de transporte e entrepostos, bem como qualquer remoção de uma palete ou de uma embalagem adicional para uma manipulação manual ou mecânica. As embalagens devem ser construídas e fechadas de forma a evitar qualquer fuga do conteúdo nas condições normais de transporte, sob o efeito de vibrações ou de variações de temperatura, de humidade ou de pressão. 4. A embalagem deve compor-se dos três elementos a seguir: 4.1 um recipiente primário; 4.2 uma embalagem secundária; 4.3 uma embalagem exterior rígida. 5. Os recipientes primários devem ser embalados nas embalagens secundárias de forma a evitar, em condições normais de transporte, que se quebrem, sejam perfurados ou deixem escapar seu conteúdo nas embalagens secundárias. As embalagens secundárias devem ser colocadas em embalagens exteriores com interposição de materiais almofadados apropriados. Uma fuga do conteúdo não deve comprometer a integridade das propriedades de proteção dos materiais almofadados ou da embalagem exterior. 6. Para o transporte, a marca representada a seguir deve ser colocada na superfície externa da embalagem exterior em um fundo de uma cor contrastando com ela e deve ser claramente visível e legível. A marca deve ter o formato de um quadrado disposto em um ângulo de 45 (em losango) com cada lado

50 2 tendo um comprimento de pelo menos 50 mm, a largura da linha deve ser de pelo menos 2 mm e a altura das letras e dos números deve ser de pelo menos 6 mm. A designação oficial de transporte «Substância biológica, categoria B», «Amostras de diagnóstico» ou «Amostras clínicas», em letras de pelo menos 6 mm de altura, deve ser marcada na embalagem exterior, junto da marca em forma de losango. UN Pelo menos um lado da embalagem exterior deve ter as dimensões mínimas de 100 x 100 mm. 8. A embalagem inteira deverá resistir com sucesso à prova de queda referida no ponto 6.2 da 6 a parte das nas Instruções técnicas da Organização da Aviação Civil como especificado no ponto das mesmas Instruções técnicas, OACI e na DGR da IATA, exceto que a altura da queda não deve ser inferior a 1,2 metro. Após a prova de queda adequada, nada deve ter escapado do ou dos recipientes primários, que devem continuar protegidos por um material absorvente, se necessário, na embalagem secundária. 9. Para as substâncias líquidas: 9.1 o ou os recipientes primários devem ser herméticos e não devem conter mais de um litro; 9.2 a embalagem secundária deve ser hermética; 9.3 se vários recipientes primários frágeis forem colocados em uma embalagem secundária simples, estes devem ser envolvidos individualmente ou separados para impedir qualquer contato entre eles; 9.4 um material absorvente deve ser colocado entre o ou os recipientes primários e a embalagem secundária. A quantidade de material absorvente deve ser suficiente para absorver todo o conteúdo do ou dos recipientes primários de forma que uma liberação da substância líquida não prejudique a integridade do material de proteção ou da embalagem exterior; 9.5 o recipiente primário ou a embalagem secundária deve poder resistir, sem que resultem fugas, a uma pressão interna de 95 kpa (0,95 bar); 9.6 a embalagem exterior não deve conter mais de 4 litros. Esta quantidade exclui o gelo ou a neve carbônica utilizados para conservar as amostras refrigeradas. 10. Para as substâncias sólidas: 10.1 o ou os recipientes primários devem ser herméticos aos pós e não devem exceder a massa limite da embalagem exterior; 10.2 a ou as embalagens secundárias devem ser herméticas aos pós; 10.3 se vários recipientes primários frágeis forem colocados em uma embalagem secundária simples, estes devem ser envolvidos individualmente ou separados para impedir qualquer contato entre eles; 10.4 exceto no caso de pacotes contendo partes de corpo, órgãos ou corpos inteiros, a embalagem exterior não deve conter mais de 4 quilos. Esta quantidade exclui o gelo ou a neve carbônica utilizados para conservar as amostras refrigeradas; 10.5 se houver qualquer dúvida quanto à presença de um líquido residual no recipiente principal durante o transporte, deve-se utilizar uma embalagem adequada para os líquidos, incluindo materiais absorventes.

51 11. Amostras refrigeradas ou congeladas: gelo, e neve carbônica e nitrogênio líquido Quando a neve carbônica ou nitrogênio líquido são utilizados é utilizada para conservar refrigeradas as amostras, todas as exigências aplicáveis das Instruções técnicas da Organização da Aviação Civil Internacional OACI e da DGR da IATA devem ser observées. OACI devem ser observadas. Se for utilizado gelo ou neve carbônica, estes devem ser colocados no exterior da embalagem secundária ou na embalagem exterior ou em uma embalagem adicional. Proteções internas devem ser previstas para manter a embalagem secundária em sua posição original se o gelo derreter ou a neve carbônica evaporar. Se for utilizado gelo, a embalagem exterior ou a embalagem adicional deve ser hermética. Se for utilizado dióxido de carbono em forma sólida (neve carbônica) a embalagem deve ser concebida e fabricada para permitir a saída do gás carbônico, de forma e impedir uma elevação de pressão que poderá ocasionar uma ruptura das embalagens O recipiente primário e a embalagem secundária não devem alterar-se pela temperatura do refrigerante utilizado nem pelas temperaturas e pressões a que podem estar sujeitos em caso de desaparecimento do agente de refrigeração. 12. Quando os pacotes são colocados em uma embalagem adicional, as marcas dos pacotes, prescritas pela Instrução de embalagem 650 da Organização da Aviação Civil Internacional devem ser diretamente visíveis, ou reproduzidas no exterior da embalagem adicional, e a embalagem adicional deve trazer a marca «Embalagem adicional». 13. As substâncias infecciosas referidas no número ONU 3373 que são embaladas e marcadas de acordo com a Instrução de embalagem 650 da Organização da Aviação Civil Internacional não estão sujeitas a nenhuma outra prescrição das presentes Instruções, exceto os seguintes casos: 13.1 a designação oficial de transporte, o número ONU e o nome, o endereço e o número de telefone de uma pessoa responsável do remetente e do destinatário devem ser indicados em um documento escrito (como o formulário CN 38) ou em cada encomenda. 13.1bis o nome e o número de telefone de uma pessoa responsável devem ser indicados em um documento escrito (como o formulário CN 38) ou na encomenda; 13.2 a classificação deve estar de acordo com o da 2 ª parte das as disposições das Instruções técnicas da Organisação da aviação civile internationale OACI e da DGR da IATA; 13.3 as disposições relativas aos relatórios de incidentes descritos no 4.4 da 7 ª parte das Instruções técnicas da Organização da Aviação Civil Internacional OACI e da DGR da IATA devem ser observadas; 13.4 as disposições de inspeção por dano ou fugas descritas em e da 7 ª parte das Instruções técnicas da Organização da Aviação Civil Internacional OACI e da DGR da IATA devem ser observadas 13bis. Não é exigida nenhuma declaração do remetente em relação às mercadorias perigosas. 14. Os fabricantes destas embalagens e os subsequentes distribuidores devem dar instruções claras sobre sua utilização ao remetente ou à pessoa que prepara as embalagens (o paciente, por exemplo), para que possam ser corretamente preparadas para o transporte. 15. Não deve haver outras mercadorias perigosas embaladas na mesma embalagem das substâncias infecciosas da classe 6.2, salvo se são necessárias para manter a viabilidade das substâncias infecciosas, para estabilizá-las ou para impedir sua degradação, ou para neutralizar os perigos que apresentam. Uma quantidade de 30 ml ou menos de mercadorias perigosas das classes 3, 8 ou 9 pode ser embalada em cada recipiente primário de substâncias infecciosas desde que estas substâncias respondam às exigências das Instruções técnicas da OACI e da DGR da IATA. Quando estas pequenas quantidades de mercadorias perigosas são embaladas com substâncias infecciosas, de acordo com a instrução de embalagem 650 da Organização da Aviação Civil Internacional, nenhuma outra disposição destas Instruções deste artigo deve ser observada. 16. Dióxido de carbono na forma sólida (neve carbônica) utilizado como refrigerante.

52 Se utilizarmos dióxido de carbono na forma sólida (neve carbônica) como fator de refrigeração, as prescrições de embalagem contidas na Instrução de embalagem 954 tais como enunciadas na edição em vigor das Instruções técnicas da Organização da Aviação Civil Internacional ou dans o Règlement sur o transporte des mercadorias perigosas da Associação internationale du transporte aérien OACI e da DGR da IATA devem ser observadas. Os remetentes também devem respeitar as prescrições relativas à marcagem e à etiquetagem aplicáveis às encomendas que contêm dióxido de carbono na forma sólida (neve carbônica), além das prescrições aplicáveis no âmbito das orientações de embalagem 650. Como informação, o texto pertinente da Instrução de embalagem 954 é reproduzido abaixo. Os remetentes devem consultar a edição mais recente das Instruções técnicas da OACI e da DGR da IATA a fim de verificar a validade do texto da Instrução de embalagem 954 antes de usar. 16.1bis 16.1bis.1 n o ONU 1845; 16.1bis bis bis ter 16.1quater 16.1quinquies Quando uma declaração do remetente não é necessária, as informações a seguir, exigidas no caso da neve carbônica, devem figurar no campo «Nature and quantity of goods» (natureza e quantidade da mercadoria) na carta de transporte aéreo, se for o caso, ou no espaço apropriado quando tratar-se de outro documento de transporte. Se ele concluiu um acordo com o operador, o remetente pode fornecer estas informações pelas técnicas de tratamento eletrônico de dados (TED) ou de troca de dados informatizada (EDI). As informações a seguir devem ser indicadas em um documento escrito (como guia de entrega CN 38) ou na encomenda. As informações devem ser apresentadas na seguinte ordem: designação oficial de transporte (neve carbônica ou dióxido de carbono sólido); quantidade de pacotes; peso líquido da neve carbônica em cada pacote. O peso líquido da neve carbônica deve ser indicado no exterior de cada pacote. Quando os pacotes são colocados em uma embalagem adicional, a quantidade líquida total de neve carbônica contida no interior deve ser marcada no exterior da embalagem adicional. Quando neve carbônica é utilizada para conservar as amostras no frio, todas as prescrições aplicáveis das Instruções Técnicas da OACI e da DGR da IATA, devem ser observadas. Quando gelo ou neve carbônica são utilizados, eles devem ser colocados no exterior das embalagens secundárias ou na embalagem externa ou em uma embalagem secundária. Calços internos devem ser previstos para manter a embalagem secundária em sua posição original, caso o gelo derreta ou a neve carbônica evapore. Se utilizarmos gelo, a embalagem externa ou a embalagem secundária devem ser impermeáveis. Se utilizarmos neve carbônica, a embalagem deve ser criada e fabricada para permitir que o gás carbônico escape de modo a impedir uma eventual elevação da pressão, que poderia provocar a ruptura das embalagens. O recipiente primário e a embalagem secundária não devem alterar-se pela temperatura do refrigerante utilizado nem pelas temperaturas e pressões a que podem estar sujeitos em caso de desaparecimento do agente de refrigeração 16.2 Para o transporte aéreo, um documento de transporte deve ser fornecido, de acordo com as Instruções técnicas da OACI ou do Regulamento sobre o transporte das mercadorias perigosas da IATA. Além disso, a guia de entrega CN 38 correspondente e esta expedição deve trazer a seguinte indicação: «Mercadorias perigosas segundo a declaração anexa do remetente» Os recipientes contendo apenas substâncias infecciosas, identificados por um rótulo especial «ONU 3373», devem ser entregues pelas autoridades postais às companhias aéreas em recipientes de correio abertos. Motivos. São efetuadas modificações neste artigo para refletir as atualizações da recente regulamentação referente às mercadorias perigosas e harmonizá-lo com o artigo RC 122. Proposta relacionada/de consequência: harmonização com o artigo RC 122. Apoios. Membros do grupo de trabalho sobre as mercadorias perigosas.

53 CEP C Doc 10.Rev 1.Annexe 35.Rev 1 (CEP Doc 4.Annexe 2) Encomendas, Regulamento Proposta Artigo RC 138 Matérias perigosas que não podem ser inseridas nas encomendas postais Modificar o título e o 1 como a seguir: Artigo RC 138 Matérias Mercadorias perigosas que não podem ser inseridas nas encomendas postais 1. Os objetos visados pelas «Recomendações relativas ao transporte de mercadorias perigosas» estabelecidas pelas Nações Unidas, à excepção de algumas mercadorias perigosas e matérias radioactivas previstas no presente Regulamento, bem como pelas «Instruções técnicas» da Organização da Aviação Civil Internacional (OACI) e o «Regulamento para o Transporte de mercadorias perigosas» da Associação do Transporte Aéreo Internacional (IATA), são considerados matérias mercadorias perigosas segundo as disposições do artigo 18.3 da Convenção, e é proibida a sua inserção em encomendas postais quando são encaminhados no âmbito do transposte aéreo internacional. Motivos. O artigo RC 138 menciona a regulamentação relativa às mercadorias perigosas específica ao transporte por via aérea. O correio é transportado por diferentes meios, e as legislações nacionais ou internacionais aplicáveis ao transporte de mercadorias por caminhão, furgonete, trem ou navio deverão ser conformes à regulamentação relativa às mercadorias perigosas. Esta modificação permite aos operadores designados aceitar mercadorias perigosas, respeitando todas as condições que se aplicam ao meio de transporte utilizado para o transporte destas mercadorias na rede postal (particularmente as regras detalhadas relativas aos limites de volumes, ao condicionamento para o transporte, à formação do pessoal, etc.). Proposta relacionada/de consequência: harmonização com o artigo RL 148. Apoios. Membros do grupo de trabalho sobre as mercadorias perigosas.

54 CEP C Doc 10.Rev 1.Annexe 36.Rev 1 (CEP Doc 4.Annexe 3) Correspondências, Regulamento Proposta Artigo RL 148 Mercadorias perigosas que não podem ser inseridas nos objetos de correspondências Modificar o 1 como a seguir: 1. Os objetos visados pelas Recomendações relativas ao transporte das mercadorias perigosas, estabelecidas pelas Nações Unidas, com exceção de algumas mercadorias perigosas, previstas no presente Regulamento, bem como pelas Instruções técnicas da Organização da Aviação Civil Internacional (OACI) e o Regulamento para o transporte de mercadorias perigosas da Associação do Transporte Aéreo Internacional (IATA), são consideradas como mercadorias perigosas segundo as disposições do artigo da Convenção, e é proibida a sua inserção nos objetos de correspondência quando são encaminhados no âmbito do transposte aéreo internacional. Motivos. O artigo RL 148 menciona a regulamentação relativa às mercadorias perigosas específica ao transporte por via aérea. O correio é transportado por diferentes meios, e as legislações nacionais ou internacionais aplicáveis ao transporte de mercadorias por caminhão, furgonete, trem ou navio deverão ser conformes à regulamentação relativa às mercadorias perigosas. Esta modificação permite aos operadores designados aceitar mercadorias perigosas, respeitando todas as condições que se aplicam ao meio de transporte utilizado para o transporte destas mercadorias na rede postal (particularmente as regras detalhadas relativas aos limites de volumes, ao condicionamento para o transporte, à formação do pessoal, etc.). Proposta relacionada/de consequência: harmonização com o artigo RC 138. Apoios. Membros do grupo de trabalho sobre as mercadorias perigosas.

55 CEP C Doc 10.Rev 1.Annexe 37 (CEP C 1 GSP Doc 5e.Annexe 9) Encomendas, Regulamento Proposta Acrescentar o artigo RC 120bis a seguir: Artigo RC 120bis Condições de aceitação e sinalização dos objetos que contêm amostras isentas retiradas dos doentes (humanos ou animais) 1. As amostras isentas retiradas dos doentes (humanos ou animais), tais como definidas nas Recomendações das Nações Unidas sobre o transporte das mercadorias perigosas (Regulamento tipo ST/ SG/AC10/1) são aceitas mediante as condições seguintes. 2. As amostras isentas retiradas dos doentes são aquelas para as quais a probabilidade de presença de agentes patogènicos é mínima; devem ser embaladas em uma embalagem que impeça a fuga do conteúdo e trazendo a menção em inglês ou em francês «Exempt human specimen»/«amostra humana isenta» ou «Exempt animal specimen»/«amostra animal isenta», conforme o caso. 2.1 A embalagem deve cumprir as seguintes condições: a embalagem deve compreender três elementos: recipiente(s) primário(s) impermeáveis; embalagem secundária impermeável; embalagem externa que ofereça uma resistência suficiente pela sua capacidade, sua massa e a utilização projetada, e que pelo menos uma superfície tenha as dimenções mínimas de 100 x 100 mm. 2.2 Nos casos dos líquidos, material absorvente em quantidade suficiente para absorver a totalidade do conteúdo deve ser colocado entre o ou os recipientes primários e a embalagem secundária. de modo que, durante o transporte, qualquer liberação ou qualquer fuga de material líquido não possa atingir a embalagem externa e comprometer a integridade do material absorvente. 2.3 Quando vários recipientes primários frágeis são colocados em uma embalagem secundária simples, eles devem ser embrulhados individualmente ou separados para impedir qualquer contato entre si. Motivos. Este artigo foi acrescentado para harmonizar o Regulamento das Encomendas postais com o Regulamento das Correspondências. Atualmente, o artigo RL 133 especifica as condições de aceitação e a marcação dos objetos que contêm amostras isentas retiradas dos doentes (humanos ou animais). Todavia, nenhum artigo similar foi acrescentado no Regulamento das Encomendas postais. Proposta relacionada/de consequência: harmonização com o artigo RL 133. Apoios. Membros do grupo de trabalho sobre as mercadorias perigosas.

56 UPU UNIÃO POSTAL UNIVERSAL CEP C Doc 10.Rev 1.Annexe 38 (CEP C 1 GD Doc 7a.Annexe 1) Encomendas, Regulamento Proposta Acrescentar o artigo RC 105bis a seguir: Artigo RC 105bis Implementação das disposições relativas ao fornecimento antecipado de dados eletrônicos 1. As encomendas postais de saída que pesam 500 gramas ou mais, e para os quais é exigida uma declaração para alfândega da UPU, podem ser sujeitos a exigências especiais em termos de segurança à importação em relação ao fornecimento antecipado de dados eletrônicos de acordo com o artigo 9.1 da Convenção. 2. Cada encomenda postal para a qual são fornecidos dados eletrônicos antecipados é acompanhada do formulário de declaração para alfândega apropriado da UPU. 3. Os dados eletrônicos antecipados necessários ao cumprimento das exigências de segurança reproduzem, em todos os casos, os dados figurando no formulário de declaração para alfândega da UPU apropriado. 4. Cada encomenda postal para a qual são fornecidos dados eletrônicos antecipados deve trazer um identificador de objeto único, em uma forma legível a olho nu e em forma de código de barras, e deve ser conforme à norma técnica S10 da UPU. O identificador de objeto S10 e os dados eletrônicos associados contidos na mensagem normalizada da UPU (M33) correspondem ao conteúdo do formulário de declaração para alfândega da UPU. 5. Todas as trocas de dados eletrônicos antecipados respeitam as exigências de segurança, se baseiam na norma técnica aplicável da UPU relativa às trocas de mensagens e respeitam os princípios fundamentais relativos à rapidez das trocas. 6. O uso dos dados transmitidos antecipadamente por via eletrônica é feito, em todos os casos, de uma maneira conforme à legislação nacional aplicável em matéria de confidencialidade e é regido por acordos ou protocolos bilaterais ou multilaterais tratando da proteção dos dados pessoais e confidenciais e de todos os aspectos técnicos necessários da troca de dados. Motivos. Introdução geral: a proposta resulta das emendas ao artigo 9 da Convenção da UPU adotadas pelo Congresso de Doha Elas foram redigidas para responder às exigências crescentes de segurança no setor da aviação internacional, mais precisamente reconhecendo o conceito de dados eletrônicos antecipados (também chamados informações eletrônicas antecipados em alguns documentos) para alguns tipos de objetos postais. Na área da segurança da aviação, é preciso em todos os casos que os dados eletrônicos sejam fornecidos em um determinado tempo antes da partida. Este novo artigo destina-se a precisar as categorias de encomendas postais que os Países-membros podem escolher submeter às exigências relativas aos dados eletrônicos antecipados, e sob quais condições. É importante para os Países-membros ter em mente a necessidade de não perturbar os fluxos de correio internacionais, como expresso no artigo 9.2 da Convenção da UPU. Assim, os Países-membros que desejam introduzir a transmissão de dados eletrônicos antecipados devem fazê-lo de uma maneira coerente com a capacidade da rede postal mundial, cuidando para que as exigências no assunto possam ser respeitadas por todos os clientes

57 2 1: a troca eletrônica de dados antecipados é possível apenas quando a encomenda postal pode ser identificada ao longo de seu percurso na cadeia logística postal. Outro pré-requisito de base é que o objeto deve ser acompanhado de algumas informações, além dos dados do destinatário e do remetente necessários para todas as encomendas postais. Tendo em conta as restrições de capacidade que apareceriam se a exigência de dados eletrônicos antecipados fosse aplicada a todos os objetos postais acompanhados de um formulário de declaração para alfândega CN 23 ou CP 72 da UPU, um critério objetivo deve ser introduzido, ou seja, o limite de 500 gramas. Este critério poderia ser facilmente introduzido em todos os procedimentos postais e alfandegários, a começar pela integração de dados pelo cliente. Em muitos cados, o cliente não conhece as diferenças entre os serviços dos objetos de correspondência e das encomendas postais; por outro lado, os procedimentos alfandegários no geral não distinguem os dois serviços. Então, o uso de um mesmo critério para os objetos de correspondência e para as encomendas postais deve contribuir para a implementação da troca de dados eletrônicos antecipados. Nesta ótica, seria aceitável para os operadores designados transmitir via eletrônicas dados antecipados para as encomendas de um peso inferior a 500 gramas se escolhessem fazê-lo.. O texto de uma declaração para alfândega da UPU leva em conta que nenhum formulário de declaração para alfândega é necessário nos fluxos de correio entre países pertencente a uma união alfandegária (p. ex. a União Europeia). 2: este parágrafo serve para ressaltar o fato de que o uso do formulário de declaração para alfândega adaptado da UPU é obrigatório para as encomendas postais para as quais são necessários os dados eletrônicos antecipados. Também implica que, quando este formulário não é anexado a estes objetos, por qualquer motivo, estes objetos não deveriam ser admitidos na rede postal. 3: este parágrafo precisa que os dados eletrônicos antecipados não podem incluir elementos de dados distintos dos exigidos no formulário de declaração para alfândega apropriado da UPU. 4 e 5: estes parágrafos permitem processos de troca de dados internacionais harmonizados, em resposta às exigências de segurança em relação aos dados eletrônicos antecipados. A norma técnica S10 de l UPU já é amplamente utilizada, e vários processos postais são adaptados ao seu uso. O uso das normas técnicas da UPU para as mensagens também contribui para a troca fluida de dados eletrônicos. 6: a troca de dados eletrônicos antecipados introduz uma nova dimensão na troca de dados. Os dados trocados atualmente principalmente através de formulários em papel o serão por via eletrônica. Isto cria uma responsabilidade suplementar em relação à proteção de todos os dados dados pessoais e dados relativos às diferentes organizações que serão trocados entre os operadores designados e com as autoridades governamentais tendo acesso a estes dados. Assim como a confidencialidade dos objetos postais, a importância de uma utilização minuciosa e controlada dos dados e de uma estocagem e de um tratamento seguros destes dados também deve ser refletida em um parágrafo especificando que as trocas de dados devem ser regidas por acordos ou protocolos bilaterais ou multilaterais em relação à proteção dos dados pessoais e confidenciais e todos os aspectos técnicos necessários da troca de dados. Proposta relacionada: artigo RL 104bis.

58 UPU UNIÃO POSTAL UNIVERSAL CEP C Doc 10.Rev 1.Annexe 39 (CEP C 1 GD Doc 7a.Annexe 2) Correspondências, Regulamento Proposta Acrescentar o artigo RL 104bis a seguir: Artigo RL 104bis Implementação das disposições relativas ao fornecimento antecipado de dados eletrônicos 1. Os objetos de correspondência de saída que pesam 500 gramas ou mais, e para os quais é exigida uma declaração para alfândega da UPU, podem ser sujeitos a exigências especiais em termos de segurança à importação em relação ao fornecimento antecipado de dados eletrônicos de acordo com o artigo 9.1 da Convenção. 2. Cada objeto de correspondência para o qual são fornecidos dados eletrônicos antecipados é acompanhado do formulário de declaração para alfândega apropriado da UPU. 3. Os dados eletrônicos antecipados necessários ao cumprimento das exigências de segurança reproduzem, em todos os casos, os dados figurando no formulário de declaração para alfândega da UPU apropriado. 4. Cada objeto de correspondência para o qual são fornecidos dados eletrônicos antecipados deve trazer um identificador de objeto único, em uma forma legível a olho nu e em forma de código de barras, e deve ser conforme à norma técnica S10 da UPU. 5. Todas as trocas de dados eletrônicos antecipados respeitam as exigências de segurança, se baseiam na norma técnica aplicável da UPU relativa às trocas de mensagens e respeitam os princípios fundamentais relativos à rapidez das trocas. 6. O uso dos dados transmitidos antecipadamente por via eletrônica é feito, em todos os casos, de uma maneira conforme à legislação nacional aplicável em matéria de confidencialidade e é regido por acordos ou protocolos bilaterais ou multilaterais tratando da proteção dos dados pessoais e confidenciais e de todos os aspectos técnicos necessários da troca de dados. Motivos. Introdução geral: a proposta resulta das emendas ao artigo 9 da Convenção da UPU adotadas pelo Congresso de Doha Elas foram redigidas para responder às exigências crescentes de segurança no setor da aviação internacional, mais precisamente reconhecendo o conceito de dados eletrônicos antecipados (também chamados informações eletrônicas antecipados em alguns documentos) para alguns tipos de objetos postais. Este novo artigo destina-se a precisar as categorias de objetos de correspondência que os Países-membros podem escolher submeter às exigências relativas aos dados eletrônicos antecipados, e sob quais condições. É importante para os Países-membros ter em mente a necessidade de preservar fluxos de correio flexíveis no âmbito do serviço universal, como expresso no artigo 9.2 da Convenção da UPU, de um lado, e, por outro lado, facilitar a liberação alfandegária. Assim, os Paísesmembros que desejam introduzir a transmissão de dados eletrônicos antecipados devem fazê-lo de uma maneira coerente com a capacidade da rede postal mundial e com a infraestrutura necessária para o modelo de dados trocados entre os Correios e as alfândegas, cuidando para que as exigências no assunto possam ser respeitadas por todos os clientes. 1: a troca de dados eletrônicos antecipados é possível apenas quando o objeto de correspondência pode ser identificado ao longo de seu percurso na cadeia logística postal. Outro pré-requisito de base é que o objeto deve ser acompanhado de algumas informações, além dos dados do destinatário figurando em

59 2 qualquer objeto de correspondência e os do remetente necessários para a maioria destes objetos. Assim, a troca de dados eletrônicos antecipados a nível do objeto pode ser introduzido apenas para os objetos de correspondência acompanhados de um formulário de declaração para alfândega da UPU CN 22 ou CN 23, pois estes dados facilitarão não apenas a segurança da aviação, mas também a liberação alfandegária. Tendo em conta as restrições de capacidade que apareceriam se a exigência de dados eletrônicos antecipados fosse aplicada a todos os objetos postais acompanhados de um formulário de declaração para alfândega CN 22 ou CN 23, um critério objetivo deve ser introduzido, ou seja, o limite de 500 gramas. Este critério poderia ser facilmente introduzido em todos os procedimentos postais e alfandegários, a começar pela integração de dados pelo cliente. A solução, tal como enunciada no 1 da proposta implica por exemplo que, para um catálogo pesando mais de 500 gramas, não será necessário transmitir dados eletrônicos antecipados pois um formulário de declaração para alfândega CN 22 ou CN 23 normalmente não é necessário para um objeto com este conteúdo. Nesta ótica, seria aceitável para os operadores designados transmitir via eletrônicas dados antecipados para os pacotes de um peso inferior a 500 gramas se escolhessem fazê-lo. O critério de peso é uma escolha deliberada. Muitos operadores designados já estão familiarizados com este critério, pois é um dos critérios de separação dos objetos P (pequeno formato) e G (grande formato) com os objetos E (cartas volumosas), conforme aos artigos RL 121 e RL 124. O formato E é tipicamente associado à categoria dos pacotes postais, seja objetos postais contendo mercadorias ao invés de objetos de correspondência ou outros tipos de documentos. Este critério também é próximo do critério de pesos (16 onças, seja 453 g) introduzido pela América (Estados Unidos) em 2011 para garantir a conformidade com as exigências mais estritas de proteção e de segurança. Visto que o peso quase sempre é um fator determinante para as tarifas, isto não exigirá esforços suplementares de familiarizar os clientes com este critério. Comparado aos outros critérios como o conteúdo, o valor ou o tamanho, é o critério mais simples para o cliente. O texto de uma declaração para alfândega da UPU leva em conta que nenhum formulário de declaração para alfândega é necessário nos fluxos de correio entre países pertencente a uma união alfandegária (p. ex. a União Europeia). 2: este parágrafo serve para ressaltar o fato de que o uso do formulário de declaração para alfândega apropriado da UPU é obrigatório para os objetos de correspondência para os quais são necessários os dados eletrônicos antecipados. Também implica que, quando este formulário não é anexado a estes objetos, por qualquer motivo, estes objetos não deveriam ser admitidos na rede postal. 3: este parágrafo precisa que os dados eletrônicos antecipados não podem incluir elementos de dados distintos dos exigidos no formulário de declaração para alfândega apropriado da UPU. 4 e 5: estes parágrafos permitem processos de troca de dados internacionais harmonizados, em resposta às exigências de segurança em relação aos dados eletrônicos antecipados. A norma técnica S10 da UPU já é amplamente utilizada, e vários processos postais são adaptados ao seu uso. O uso das normas técnicas da UPU para as mensagens também contribui para a troca fluida de dados eletrônicos. 6: a troca de dados eletrônicos antecipados introduz uma nova dimensão na troca de dados. Os dados trocados atualmente principalmente através de formulários em papel o serão por via eletrônica. Isto cria uma responsabilidade suplementar em relação à proteção de todos os dados que serão trocados entre os operadores designados e com as autoridades governamentais tendo acesso a estes dados. Isto inclui tanto os dados pessoais e quanto os dados relativos às diferentes organizações. Os operadores designados devem ter em conta a exigência relativa à confidencialidade dos objetos postais, a importância de uma utilização minuciosa e controlada dos dados e a importância vital da estocagem e do tratamento seguros destes dados. Estes fatores devem ser refletidos em um parágrafo especificando que as trocas de dados devem ser regidas por acordos ou protocolos bilaterais ou multilaterais em relação à proteção dos dados pessoais e confidenciais e todos os aspectos técnicos necessários da troca de dados. Proposta relacionada: artigo RC 105bis.

60 UPU UNIÃO POSTAL UNIVERSAL CEP C Doc 10.Rev 1.Annexe 40 (CEP C 1 GT Doc 5c.Annexe 1) Correspondências, Regulamento Proposta Artigo RL 192 Transbordo direto das expedições-avião e das expedições-superfície transportadas por via aérea (S.A.L.) Modificar o artigo como a seguir: 1. Em princípio, o operador designado do país de origem, de acordo com as suas preferências, encaminha as expedições sujeitas ao transbordo direto ao aeroporto de trânsito em voos operados pela mesma companhia aérea ou, se isto for impossível, em voos operados por companhias aéreas diferentes, o O transbordo direto das expedições fechadas no aeroporto de trânsito é feito de preferência entre voos operados pela mesma companhia aérea ou, se isto for impossível, pode ser feito entre voos operados por companhias aéreas diferentes. O operador designado do país de origem deve se entender, previamente, com a ou as duas companhias aéreas envolvidas. O operador designado do país de origem pode solicitar a uma companhia aérea que se entenda com a outra companhia, mas ele deve ter confirmação de que os acordos feitos, incluindo o tratamento em terra e os procedimentos contábeis, são executados. O uso da etiqueta CN 42 suplementar também deve ser determinado. 1bis. Em caso de transbordo direto, o operador designado de origem inclui informações sobre o aeroporto de transbordo nas guias de entrega (CN 38, CN 41 ou CN 47) ou em seus equivalentes eletrônicos, e nas etiquetas de recipiente (CN 35 ou CN 36). 2. Se, no aeroporto de transbordo, as expedições assinaladas nos documentos para serem transbordadas diretamente não puderam ser reencaminhadas pelo voo previsto, o operador designado do país de origem deve cuidar para a companhia aérea respeite os acordos firmados com a outra companhia aérea para o transbordo direto mencionados no 1 ou entrar em contato com o operador designado do país de origem para obter instruções. Estes acordos firmados para o transbordo direto devem incluir disposições sobre os voos posteriores operados pela mesma companhia aérea. 3. Quando for impossível firmar acordos para o transbordo direto, o operador designado do país de origem pode prever um trânsito em expedições fechadas, de acordo com o artigo RL O transbordo direto no aeroporto de trânsito entre voos operados seja pela mesma companhia aérea, seja por duas companhias aéreas diferentes, a partir do país de origem, não está sujeito às despesas de tratamento para o trânsito entre o operador designado no aeroporto de transbordo e o operador designado de origem. 5. Nos casos mencionados no 1, e quando os operadores designados de origem e de destino, bem como a companhia aérea envolvida tiverem entrado previamente em acordo, as companhias aéreas que efectuam o transbordo têm a faculdade de elaborar, se necessário, uma guia de entrega especial que substituirá a guia CN 38 ou CN 41 original. As partes interessadas entram em acordo sobre os procedimentos a serem seguidos e sobre o formulário a ser utilizado, em conformidade com o artigo RL bis. Quando for impossível firmar acordos para o transbordo direto, o operador designado do país de origem pode prever um trânsito em expedições fechadas, de acordo com o artigo RL 191.

61 2 6. Quando as expedições de superfície de um operador designado são encaminhadas como expedições fechadas por avião, por outro operador designado, as condições desse trânsito em expedições fechadas são objecto de um acordo particular entre os operadores designados interessados. Motivos. Diferenciar claramente o transbordo direto e o trânsito em expedições fechadas. Data de entrada em vigor solicitada: 1º de Janeiro de 2016.

62 UPU UNIÃO POSTAL UNIVERSAL CEP C Doc 10.Rev 1.Annexe 41 (CEP C 1 GT Doc 5c.Annexe 2) Encomendas, Regulamento Proposta Artigo RC 179 Transbordo direto das encomendas-avião e das encomendas de superfície transportadas por via aérea (S.A.L.) Modificar o artigo como a seguir: 1. Em princípio, o operador designado do país de origem, de acordo com as suas preferências, encaminha as expedições sujeitas ao transbordo direto ao aeroporto de trânsito em voos operados pela mesma companhia aérea ou, se isto for impossível, em voos operados por companhias aéreas diferentes O transbordo direto das expedições fechadas no aeroporto de trânsito é feito de preferência entre voos operados pela mesma companhia aérea ou, se isto for impossível, pode ser feito entre voos operados por companhias aéreas diferentes. O operador designado do país de origem deve se entender, previamente, com a ou as duas companhias aéreas envolvidas. O operador designado do país de origem pode solicitar a uma companhia aérea que se entenda com a outra companhia, mas ele deve ter confirmação de que os acordos feitos, incluindo o tratamento em terra e os procedimentos contábeis, são executados. O uso da etiqueta CN 42 suplementar também deve ser determinado. 1bis. Em caso de transbordo direto, o operador designado de origem inclui informações sobre o aeroporto de transbordo nas guias de entrega (CN 38, CN 41 ou CN 47) ou em seus equivalentes eletrônicos, e nas etiquetas de recipiente (CP 84 ou CP 85). 2. Se, no aeroporto de transbordo, as expedições assinaladas nos documentos para serem transbordadas diretamente não puderam ser reencaminhadas pelo vôo previsto, o operador designado do país de origem deve cuidar para a companhia aérea respeite os acordos firmados com a outra companhia aérea para o transbordo direto mencionados no 1 ou entrar em contato com o operador designado do país de origem para obter instruções. Estes acordos firmados para o transbordo direto devem incluir disposições sobre os voos posteriores operados pela mesma companhia aérea. 3. Quando for impossível firmar acordos para o transbordo direto, o operador designado do país de origem pode prever um trânsito em expedições fechadas, de acordo com o artigo RC O transbordo direto no aeroporto de trânsito entre voos operados seja pela mesma companhia aérea, seja por duas companhias aéreas diferentes, a partir do país de origem, não está sujeito às despesas de tratamento para o trânsito entre o operador designado no aeroporto de transbordo e o operador designado de origem. 5. Nos casos mencionados no 1, e quando os operadores designados de origem, de destino e a companhia aérea envolvida tiverem entrado previamente em acordo, a companhia aérea que efetua o transbordo tem a faculdade de elaborar, se necessário, uma guia de entrega especial que substituirá a guia CN 38 ou CN 41 original. As partes interessadas entram em acordo sobre os procedimentos a serem seguidos e sobre o formulário a ser utilizado, em conformidade com o artigo RC bis. Quando for impossível firmar acordos para o transbordo direto, o operador designado do país de origem pode prever um trânsito em expedições fechadas, de acordo com o artigo RC 178.

63 2 6. Quando as expedições de superfície provenientes de um operador designado são encaminhadas como expedições fechadas por avião, por outro operador designado, as condições desse trânsito em expedições fechadas são objeto de um acordo particular entre os operadores designados interessados. Motivos. Diferenciar claramente o transbordo direto e o trânsito em expedições fechadas. Data de entrada em vigor solicitada: 1º de Janeiro de 2016.

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