Incentivos Fiscais para captação de recursos
|
|
|
- Maria de Belem Assunção Brandt
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Incentivos Fiscais para captação de recursos a) Dedutibilidade das doações A partir de 1º de janeiro de 1996, a Lei 9.249, de 26 de dezembro de 1996, limitou a dedutibilidade de algumas despesas operacionais, dentre as quais as doações efetuadas pelas Pessoas Jurídicas. Dessa maneira, a dedutibilidade das doações a instituições de ensino e pesquisa ficou restrita a 1,5% (um e meio por cento) do lucro operacional, tanto para fins de Imposto de Renda como para a Contribuição Social sobre o Lucro (CSL). Ressalte-se que a Lei conceitua como lucro operacional o resultado das atividades principais ou acessórias, que constituam objeto da pessoa jurídica donatária, nos termos do artigo 277 do Regulamento do Imposto de Renda - RIR/99, aprovado pelo Decreto nº de 26 de março de Além disso, para que uma instituição de ensino e pesquisa possa usufruir do que dispõe o parágrafo 2º, do artigo 13, da Lei 9.249/95, há necessidade do preenchimento dos requisitos do artigo 213 da Constituição Federal. Ou seja, a instituição de ensino e pesquisa não pode ter finalidade lucrativa e deve aplicar seus recursos exclusivamente em educação. Portanto, os valores doados pelas Pessoas Jurídicas a entidades de educação devem ser considerados despesas operacionais, o que significa que os mesmos reduzem a base de cálculo do imposto de renda e da CSL. A Secretária da Receita Federal - SRF, posteriormente editou a Instrução Normativa nº 11, que ampliou o rol de exigências para que determinada doação fosse considerada dedutível. Desta maneira, para que a doação efetuada pela pessoa jurídica possa ser considerada dedutível é necessário que a instituição de ensino que recebeu a doação: i) aplique os excedentes em educação; ii) comprove não possuir fins lucrativos; e,
2 iii) assegure a destinação de seu patrimônio a outra escola comunitária, filantrópica, ou confessional, ou ao poder público no caso do encerramento de suas atividades. Assim, veja o exemplo de uma pessoa jurídica que tenha apurado lucro operacional de R$ ,00 (um milhão de reais). Portanto, dos R$ ,00 doados pela pessoa jurídica a uma instituição de ensino, o custo efetivo da doação pela empresa é de R$ 9.900,00, pois a diferença (R$ 5.100,00) retornará na forma de economia fiscal. Além de limitar as doações efetuadas a instituições de ensino e pesquisa, a citada Lei nº 9.249/95 também restringiu a dedutibilidade das doações a entidades civis, legalmente constituídas no Brasil, sem fins lucrativos, que prestem serviços gratuitos em benefícios de empregados da pessoas jurídica doadora, e respectivos dependentes, ou em benefício da comunidade onde atuem, a 2,0% (dois por cento) do lucro operacional, tanto para fins de Imposto de Renda como para a Contribuição Social sobre o Lucro (CSL). Para que a pessoa jurídica doadora possa se beneficiar da dedutibilidade da doação, devem ser observados os seguintes requisitos: a. as doações, quando em dinheiro, serão feitas mediante crédito em conta corrente bancária diretamente em nome da entidade beneficiária; b. a pessoa jurídica doadora manterá em arquivo, a disposição da fiscalização, declaração, segundo modelo aprovado pela Secretaria da Receita Federal, fornecida pela entidade beneficiária, em que esta se compromete a aplicar integralmente os recursos recebidos na realização de seus objetivos sociais, com identificação da pessoa física responsável pelo seu cumprimento, e a não distribuir lucros, bonificações ou vantagens a dirigentes, mantenedores ou associados, sob nenhuma forma ou pretexto; c. a entidade civil beneficiária deverá ser reconhecida de utilidade pública por ato formal de órgão competente da União ou OSCIP.
3 Mais uma vez, observe o exemplo da pessoa jurídica que apurou lucro operacional de R$ ,00 (um milhão de reais): Descrição Sem Doação Com Doação Econ. Trib. Lucro Operacional , ,00 - Valor Máximo dedutível ,00 - da Doação Lucro antes da Contribuição Social e IRPJ , ,00 - (-) Contribuição Social , , ,00 (-) Imposto de Renda , , ,00 (-) Adicional , , ,00 Tributária , ,00 - Total de Retorno ,00 Lucro Líquido , ,00 - Porcentagem de retorno financeiro 34% Portanto, dos R$ ,00 doados pela pessoa jurídica a uma entidade civil sem fins lucrativos, o custo efetivo da doação pela empresa é de R$ ,00, pois a diferença (R$ 6.800,00) retornará na forma de economia fiscal. b) Incentivo fiscal à cultura b.1) Lei nº 8.313/91 - Lei Rouanet A Lei nº 8.313, de 23 de dezembro de Lei Rouanet - que dispõe sobre o Programa Nacional de Apoio à Cultura - PRONAC, foi editada para incentivar os seguintes seguimentos artísticos-culturais: a) teatro, dança, circo, ópera, mímica e congêneres; b) produção cinematográfica, videográfica, fotográfica, discográfica e congêneres; c) literatura, inclusive obras de referência; d) música; e) artes plásticas, artes gráficas, gravuras, cartazes, filatelia e outras congêneres; f) folclore e artesanato; g) patrimônio cultural, inclusive histórico, arquitetônico, arqueológico,
4 bibliotecas, museus, arquivos e demais acervos; h) humanidades; e i) rádio e televisão, educativas e culturais, de caráter não-comercial, etc. Nos termos da mencionada Lei, a pessoa jurídica poderá considerar como despesa operacional (dedutível para fins de determinação do lucro real e da base de cálculo da CSLL), os valores destinados, a título de doação ou patrocínio, a projetos devidamente aprovados pelo Ministério da Cultura. Ademais, parte desse valor também poderá ser deduzido do imposto de renda devido pela pessoa jurídica (30% no caso de patrocínio e 40% no caso de doação), dedução esta que estava limitada a 5% (cinco por cento) do imposto de renda devido (excluído o adicional, nos termos do artigo 543 do Regulamento do Imposto de Renda, aprovado pelo Decreto nº 3.000/99 ). A partir de 1º de janeiro de 1998, esse limite passou a ser de 4% (quatro por cento). Convém definir o que sejam "doações" ou "patrocínios", nos termos da Lei Rouanet: DOAÇãO - transferência gratuita, em caráter definitivo, à pessoa física ou jurídica de natureza cultural, sem fins lucrativos, de numerário, bens ou serviços, para a realização de projetos culturais, vedado o uso de publicidade paga para divulgação deste ato. PATROCÍNIO - transferência gratuita, em caráter definitivo, à pessoa física ou jurídica de natureza cultural, com ou sem fins lucrativos, de numerário, para a realização de projetos culturais, com a finalidade promocional e institucional de publicidade. Considera-se também patrocínio, a cobertura de gastos ou a utilização de bens móveis e imóveis do patrimônio do patrocinador sem a transferência de domínio, para a realização de projetos culturais sem fins lucrativos. Assim, diante do até aqui exposto, deve-se verificar os efeitos financeiros desse incentivo. Verifique o exemplo de uma pessoa jurídica que tenha auferido um resultado (lucro) de R$ ,00, e decida doar R$ ,00 para algum projeto cultural. Comparando as cargas tributárias, com e sem doação, tem-se:
5 Incentivo Fiscal a Cultura - Lei Rouanet Doação Com Doação Sem Doação Diferença Resultado , ,00 - Doação (20.000,00) - (20.000,00) Lucro Antes IRPJ e CSLL , ,00 (20.000,00) CSLL ( ,00) ( ,00) 1.800,00 IRPJ 15% ( ,00) ( ,00) 3.000,00 Adicional IRPJ Dedução 40% (a) ( ,00) ( ,00) 2.000, , ,00 Tributária Porcentagem de retorno financeiro ( ,00) ( ,00) ,00 74% (a) 40% do valor doado, limitado ao montante equivalente a 4% do IRPJ (15%) devido Pode-se observar que dos R$ ,00 doados, a pessoa jurídica recupera o equivalente a 74% (setenta e quatro por cento) - R$ ,00 - a título de incentivo fiscal a cultura.
6 Veja agora a hipótese do patrocínio: Incentivo Fiscal a Cultura - Lei Rouanet Patrocínio Com Patrocínio Sem Patrocínio Diferença Resultado , ,00 - Patrocínio (20.000,00) - (20.000,00) Lucro Antes IRPJ e CSLL , ,00 (20.000,00) CSLL ( ,00) ( ,00) 1.800,00 IRPJ 15% ( ,00) ( ,00) 3.000,00 Adicional IRPJ Dedução 30% (a) ( ,00) ( ,00) 2.000, , ,00 Tributária ( ,00) ( ,00) ,00 Porcentagem de retorno financeiro 64% (a) 30% do valor patrocinado, limitado ao montante equivalente a 4% do IRPJ (15%) devido Na hipótese de patrocínio, a pessoa jurídica teria retorno equivalente a 63% (sessenta e três por cento) do valor doado - R$ ,00 - com a vantagem de poder utilizar-se de marketing promocional ou publicitário. Ressalte-se que a Lei nº 9.532, de 10 de dezembro de 1997, que introduziu algumas mudanças na legislação fiscal federal para o exercício de 1998, não alterou os dispositivos relacionados ao Programa Nacional de Apoio à Cultura - PRONAC.
7 b.2) Pessoas Físicas As pessoas físicas poderão deduzir do Imposto de Renda devido na Declaração de Ajuste Anual relativa ao ano-calendário em que foram realizadas as doações e os patrocínios, devidamente aprovados pelo Ministério da Cultura, o valor do incentivo fiscal efetivamente pago, assim considerado 80 % (oitenta por cento) do valor das doações e 60% (sessenta por cento) do valor dos patrocínios. Da mesma forma que as pessoas jurídicas, a dedução permitida às pessoas físicas também está limitada, não podendo ser superior a 6% (seis por cento) do imposto devido. Assim, no caso de uma pessoa física, que tenha auferido um rendimento de R$ ,00 (cem mil reais) e decida doar R$ 1.000,00 (mil reais) para algum projeto cultural, a situação será a seguinte: Com Incentivo Sem Incentivo Diferença Lucro Anual , ,00 - Doação (1.000,00) - (1.000,00) IRPF 27,5% (27.140,00) (27.140,00) - Dedução 80% (a) 800,00-800,00 Tributária (26.340,00) (27.140,00) 800,00 Porcentagem de retorno financeiro 80 % (a) Valor limitado a 6% do IRPF devido Pode-se observar que dos R$ 1.000,00 (mil reais) doados, a pessoa física recupera 80% (oitenta por cento) a título de incentivo fiscal a cultura.
8 Na hipótese de patrocínio, tem-se que: Com Incentivo Sem Incentivo Diferença Lucro Anual , ,00 - Doação (1.000,00) - (1.000,00) IRPF 27,5% (27.140,00) (27.140,00) - Dedução 60% (a) 600,00-600,00 Tributária (26.540,00) (27.140,00) 600,00 Porcentagem de retorno financeiro 60 % (a) Valor limitado a 6% do IRPF devido Nesta hipótese, a pessoa física tem o retorno de 60% (sessenta e por cento) do valor patrocinado, com a vantagem de poder utilizar-se de marketing promocional ou publicitário. As pessoas físicas ou jurídicas deverão comprovar a realização das doações e dos patrocínios mediante comprovantes emitidos pelo responsável do projeto, conforme modelo definido pela Secretaria de Apoio à Cultura - SAC, devidamente firmados em três vias, que terão a seguinte destinação: a primeira via deverá ser entregue ao doador ou patrocinador para efeito do benefício fiscal; a segunda via deverá ser encaminhada à SAC, no prazo de 05 dias após a efetivação da operação a terceira via deveráficar em poder do responsável pelo projeto cultural por um prazo não inferior a 5 anos, para fins de fiscalização. Também é importante ressaltar que não poderão ser beneficiárias de doações ou patrocínios as pessoas físicas ou jurídicas vinculadas aos doadores ou patrocinadores, assim consideradas: a) a pessoa jurídica da qual o doador ou o patrocinador seja titular, administrador, gerente, acionista ou sócio, na data da operação, ou nos doze meses anteriores;
9 b) o cônjuge, os parentes até o terceiro grau, inclusive os afins, e os dependentes do doador ou patrocinador ou dos titulares, pessoa jurídica vinculada ao doador ou patrocinador, nos termos da letra "a", acima; c) outra pessoa jurídica da qual o doador ou patrocinador seja sócio. Não se consideram vinculadas as instituições culturais sem fins lucrativos, criadas pelo doador ou patrocinador, devidamente constituídas, em funcionamento e portadoras de registro no Conselho Nacional de Assistência Social do Ministério da Previdência e Assistência Social ou de declaração de utilidade pública, conforme o âmbito de atuação da entidade e reconhecidas pelo Ministério da Cultura. As transferências de valores para a realização de doações ou patrocínios, de acordo com as regras estabelecidas pela Lei nº 8.313/91 não estão sujeitas à incidência do Imposto de Renda na Fonte. b.3) Lei nº 9.874/99 A principal inovação que trouxe a Medida Provisória nº , de 24 de setembro de 1997, convertida na Lei nº 9.874/99, foi o estabelecimento de regras especiais de incentivo para doações ou patrocínios na produção cultural que atenderem, exclusivamente, aos seguintes segmentos: a) artes cênicas; b) livros de valor artístico, literário ou humanístico; c) música erudita ou instrumental; d) circulação de exposição de artes plásticas; e, e) doações de acervos para bibliotecas públicas e museus. O valor das doações e patrocínios em favor de projetos culturais dos segmentos acima referidos, previamente aprovados pelo Ministério da Cultura, poderá ser integralmente deduzido do imposto de renda devido pelo contribuinte. Isto significa que as pessoas jurídicas, quando contribuírem nesses projetos, não estão sujeitas ao limite de 30% (trinta por cento) no caso do patrocínio, ou dos 40% (quarenta por cento) no caso das doações. Deve-se ressaltar, porém, que o valor da dedução a ser efetuada continua sujeita ao limite de 4% (quatro por cento) do imposto de renda (sem adicional) devido, nos casos das pessoas jurídicas, e 6% (seis por cento), para pessoas físicas. Comente-se, também, que para as pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real, as doações e patrocínios em favor dos projetos culturais acima referidos não poderão
10 ser considerados como despesas dedutíveis, para fins de determinação do lucro real, podendo, no entanto, serem deduzidas, para determinação da base de cálculo da CSL. Assim, trabalhando com os mesmos valores dos exemplos anteriores, verifica-se como ficaria a tributação de uma pessoa jurídica que efetuasse a doação ou patrocínio de R$ ,00, diante das modificações introduzidas pela atual Lei nº 9.874/99: Incentivo Fiscal a Cultura Lei nº 9.874/99 Doação/Patrocínio Com Incentivo Sem Incentivo Diferença Resultado , ,00 - Doação/Patrocínio (a) (20.000,00) - (20.000,00) Lucro Antes IRPJ e CSLL , ,00 (20.000,00) CSLL ( ,00) ( ,00) 1.800,00 IRPJ 15% ( ,00) ( ,00) 0,00 Adicional IRPJ ( ,00) ( ,00) 0,00 Dedução (b) Tributária ( ,00) ( ,00) ,00 Porcentagem de retorno financeiro 109 % (a) O valor da despesa correspondente deverá ser adicionado ao lucro líquido para fins de determinação do lucro real (b) Valor da doação/patrocínio efetuado, limitado ao montante equivalente a 4% do IRPJ (15%) devido Pode-se observar que, diante das inovações trazidas pela citada Lei, a pessoa jurídica poderá recuperar mais de 100% do valor doado/patrocinado, quando da destinação de recursos para doação/patrocínio das atividades artístico-culturais elencadas na MP.
11 Tomando-se como base os mesmos valores adotados no item I, a tributação da pessoa física, com as alterações trazidas pela referida Lei, se dará da seguinte forma: Com Incentivo Sem Incentivo Diferença Lucro Anual , ,00 - Doação (1.000,00) - (1.000,00) IRPF 27,5% (27.140,00) (27.140,00) - Dedução 100% (a) 1.000, ,00 Tributária (26.140,00) (27.140,00) 1.000,00 Porcentagem de retorno financeiro 100 % (a) Valor limitado a 6% do IRPF devido Ressalte-se que os projetos culturais não referidos especificamente na Lei nº 9.874/99, deverão continuar obedecendo as regras e limitações descritas no item a.1, supra. c) Incentivo fiscal ao audiovisual A Lei nº 8.685/93, também denominada Lei do Audiovisual, introduziu os mecanismos para fomentar a atividade audiovisual. Nos termos do artigo 1º da lei ora em referência, até o exercício fiscal de 2003, inclusive, os contribuintes do imposto de renda poderão deduzir do imposto devido as quantias referentes aos investimentos feitos na produção de obras audiovisuais cinematográficas brasileiras de produção independente, mediante a aquisição de quotas representativas de direitos de comercialização sobre as referidas obras, que são caracterizados por Certificados de Investimento. Para maior clareza, é necessário esclarecer, inicialmente, o que são obras audiovisuais cinematográficas brasileiras de produção independente. Segundo a definição contida na Lei 8.401/92: "obra audiovisual de produção independente é aquela cujo produtor majoritário não é vinculado, direta ou indiretamente, a empresas
12 concessionárias de serviços de radiodifusão e cabodifusão de sons ou imagens em qualquer tipo de transmissão; obra audiovisual cinematográfica ou obra cinematográfica é aquela cuja a matriz original é uma película com emulsão fotossensível ou com emulsão magnética com definição equivalente ou superior a linhas; obra audiovisual brasileira é aquela que atende a um dos seguintes requisitos (i) ser produzida por empresa brasileira de capital nacional, conforme definida no artigo 171, inciso II da Constituição Federal, (ii) ser realizada em regime de coprodução, com empresas de outros países." Postas esses considerações iniciais, para que o contribuinte do imposto se beneficie da dedutibilidade é necessário que: a. os investimentos sejam realizados no mercado de capitais, em ativos previstos em lei e autorizados pela Comissão de Valores Mobiliários, e b. os projetos de produção tenham sido previamente aprovados pelo Ministério da Cultura. O valor da dedução está sujeito ao limite de 6% (seis por cento) do imposto, no caso de pessoas físicas e de 3% (três por cento) do imposto devido, para as pessoas jurídicas. Para as pessoas jurídicas que apuram o lucro real mensal, os valores aplicados serão deduzidos do imposto devido no mês a que se referem os investimentos. Os investimentos serão deduzidos do imposto devido na declaração anual de ajustes tanto para as pessoas jurídicas que apuram lucro real anual ou para as pessoas físicas. Os investimentos efetuados pelas pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real também poderão ser abatidos na sua totalidade como despesa operacional. Assim, veja o exemplo de uma pessoa jurídica que tenha auferido um resultado (lucro) de R$ ,00, e tenha investido R$ ,00 para alguma obra audiovisual. Comparando as cargas tributárias, com e sem o investimento, tem-se:
13 Incentivo Fiscal ao Audiovisual Com Investimento Sem Investimento Diferença Resultado , ,00 - Investimento (a) (20.000,00) - (20.000,00) Lucro Antes IRPJ , ,00 (20.000,00) IRPJ 15% ( ,00) ( ,00) 3.000,00 Adicional IRPJ ( ,00) ( ,00) 2.000,00 Dedução (b) , Tributária ( ,00) ( ,00) ,00 Porcentagem de retorno financeiro 125,00% (a) pessoa jurídica tributada com base no lucro real (b) limitado ao montante equivalente a 3% do IRPJ (15%) devido d) Fundo da Criança e do Adolescente O Fundo é um recurso especial que visa a viabilização do Estatuto da Criança e do Adolescente, bem como é o suporte para o cumprimento e execução das políticas para o atendimento infanto-juvenil. Lei nº 8.096/90, que criou o Estatuto da Criança e do Adolescente, permitiu, em seu artigo 260, aos contribuintes do Imposto de Renda, declarar o valor das doações efetuadas aos Fundos. O recurso dos Fundos são geridos pelos Conselhos da Criança e do Adolescente - CONDECA, órgãos subordinados à administração pública e que têm a função de fiscalizar a aplicação das doações subsidiadas e demais receitas.
14 No Estado de SÃo Paulo, é o Decreto nº /94 que determina a aplicação dos recursos ao fundo estadual da criança e do adolescente. Assim, para empresa tributada pelo lucro real, que destinar recursos aos fundos, será concedido o benefício fiscal de dedução do Imposto de Renda, limitada a 1% (um por cento) do valor do imposto devido, sendo vedada a dedução como despesa operacional. Novamente, veja o exemplo de uma pessoa jurídica que tenha auferido um resultado (lucro) de R$ ,00, tendo, neste caso destinado R$ 6.000,00 ao Fundo da Criança e do Adolescente. Comparando as cargas tributárias, com e sem a doação, temse: Fundo da Criança e do Adolescente Com Doação Sem Doação Diferença Resultado , ,00 - Lucro Antes IRPJ , ,00 - IRPJ 15% ( ,00) ( ,00) - Adicional IRPJ ( ,00) ( ,00) - Dedução (b) 6.000, Tributária ( ,00) ( ,00) ,00 Porcentagem de retorno financeiro 125,00%
O que é associação sem fins lucrativos? Como constituir e como é tributada?
O que é associação sem fins lucrativos? Como constituir e como é tributada? Parecer: I - Conceitos e objetivos: Associação Sem Fins Lucrativos: Associação é uma entidade de direito privado, dotada de personalidade
RENÚNCIA FISCAL DO IMPOSTO DE RENDA
DICAS PARA UTILIZAÇÃO DE RENÚNCIA FISCAL DO IMPOSTO DE RENDA Oportunidades e Legislação Parceria ÍNDICE EDITORIAL Uma oportunidade de contribuir com a transformação social 1. O QUE É RENÚNCIA FISCAL 1.1
CARTILHA DE DOAÇÃO PARA O FUMCAD
CARTILHA DE DOAÇÃO PARA O FUMCAD ÍNDICE O que é o FUMCAD 2 Conceito e Natureza Jurídica 2 Doações 3 Dedução das Doações Realizadas no Próprio Exercício Financeiro 4 Passo a Passo para a Doação 5 Principais
CARTILHA DE INCENTIVOS FISCAIS* Nesta Cartilha, preparada a pedido da AMARRIBO, abordamos os seguintes incentivos fiscais:
CARTILHA DE INCENTIVOS FISCAIS* Nesta Cartilha, preparada a pedido da AMARRIBO, abordamos os seguintes incentivos fiscais: A. Doação à AMARRIBO, que possui o título de OSCIP; B. Doação/Patrocínio de Projeto
a questão das leis de incentivo à cultura
a questão das leis de incentivo à cultura 25/10/2004 Dia 25/10 - das 8h30 às 11h Tema: A questão das leis de incentivo à cultura Palestrante: Gilberto Gil Ministro da Cultura a questão das leis de incentivo
CARTILHA DE INCENTIVOS FISCAIS* Nesta Cartilha, preparada a pedido da AMARRIBO, abordamos os seguintes incentivos fiscais:
CARTILHA DE INCENTIVOS FISCAIS* Nesta Cartilha, preparada a pedido da AMARRIBO, abordamos os seguintes incentivos fiscais: A. Doação à AMARRIBO, que possui o título de OSCIP; B. Doação/Patrocínio de Projeto
DECRETO N 974, DE 8 DE NOVEMBRO DE 1993
DECRETO N 974, DE 8 DE NOVEMBRO DE 1993 Regulamenta a Lei n 8.685, de 20 de julho de 1993, que cria mecanismos de fomento à atividade audiovisual, e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no
Da gestão, da aplicação, do controle e da fiscalização dos Fundos... 5
Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Participação Social e Cidadania Sedpac 2015 Apresentação Criado pela Lei nº 21.144, de 14 de janeiro de 2014, o Fundo Estadual dos Direitos do Idoso tem o objetivo
OPERACIONALIZAÇÃO FISCAL DAS DOAÇÕES HENRIQUE RICARDO BATISTA
OPERACIONALIZAÇÃO FISCAL DAS DOAÇÕES HENRIQUE RICARDO BATISTA Programa de Voluntariado da Classe Contábil Com o objetivo de incentivar o Contabilista a promover trabalhos sociais e, dessa forma, auxiliar
COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA. PROJETO DE LEI No 451, DE 2011
COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA PROJETO DE LEI No 451, DE 2011 Institui o Programa Nacional de Apoio à Assistência Social PRONAS e dá outras providências. Autor: Deputado THIAGO PEIXOTO Relator:
VEJA AQUI, DE QUE FORMA: DEDUTIBILIDADE DE IMPOSTO DE RENDA DAS SOCIEDADES DOADORAS PARA OSCIPS:
FAÇA UMA DOAÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA (IRPJ) DE SUA EMPRESA AO ESPORTE CLUBE 2014 ( OSCIP- ORGANIZAÇÃO SOCIAL DE INTERESSE PÚBLICO) CNPJ 09.146.936/0001-08 QUALIFICAÇÃO COMO OSCIP- MINISTÉRIO DA JUSTIÇA
http://www.receita.fazenda.gov.br/legislacao/ins/2011/in11312011.htm
Page 1 of 12 Instrução Normativa RFB nº 1.131, de 21 de fevereiro de 2011 DOU de 22.2.2011 Dispõe sobre os procedimentos a serem adotados para fruição dos benefícios fiscais relativos ao Imposto sobre
PASSO A PASSO PATROCÍNIO CULTURAL LEI ROUANET. produções
PASSO A PASSO PATROCÍNIO CULTURAL LEI ROUANET produções A CULTURA NO BRASIL Os últimos dados do MINISTÉRIO DA CULTURA destacam que: - Apenas 14% dos brasileiros frequentam as salas de CINEMA; - 92% da
PROGRAMA DE APOIO AO INCENTIVO: P.A.I ( Lei Rouanet) Informações importantes para o Contador da Empresa
Informações importantes para o Contador da Empresa É a lei que institui o Programa Nacional de Apoio à Cultura PRONAC, visando à captação de recursos para investimentos em projetos culturais. As pessoas
LEI 11.438, DE 29 DE DEZEMBRO DE
LEI 11.438, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2006 Dispõe sobre incentivos e benefícios para fomentar as atividades de caráter desportivo e dá outras providências. * V. Dec. 6.180/2007 (Regulamenta a Lei 11.438/2006).
Doações aos Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente
Doações aos Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente Apesar de ter sido sancionada em 13 de junho de 1990, a Lei nº 8.069, que permite às empresas e às pessoas físicas destinar parte do que pagam
Cartilha de Informações: Doações e Patrocínios.
Cartilha de Informações: Doações e Patrocínios. O Instituto Abramundo é uma OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) e com isso pode receber doações e incentivos para a execução de seus
Instrução Normativa RFB nº 1.311, de 31 de dezembro de 2012
Instrução Normativa RFB nº 1.311, de 31 de dezembro de 2012 DOU de 31.12.2012 Altera a Instrução Normativa RFB nº 1.131, de 21 de fevereiro de 2011, que dispõe sobre os procedimentos a serem adotados para
Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos
Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 11.438, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2006. Dispõe sobre incentivos e benefícios para fomentar as atividades de caráter desportivo e
PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2013
PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2013 Institui o Programa Nacional de Apoio ao Tratamento da Dependência Química. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art. 1º Fica instituído o Programa Nacional de Apoio ao Tratamento
São Paulo, 15 de fevereiro de 2012. www.prattein.com.br
As mudanças no funcionamento do Fundo da Criança e do Adolescente trazidas pela lei nº 12.594 de 18 de janeiro de 2012, que institui o SINASE, e as implicações para diferentes atores do Sistema de Garantia
SECRETARIA MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE. Deliberação n.º 919/2012 AS/CMDCA
SECRETARIA MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE Deliberação n.º 919/2012 AS/CMDCA Dispõe sobre o Certificado de Autorização para Captação de Recursos
O PREFEITO DE GOIÂNIA, no uso de suas atribuições legais, e CAPÍTULO I DO FUNDO MUNICIPAL DE ESPORTE E LAZER
1 Gabinete do Prefeito DECRETO Nº 4139, DE 11 DE SETEMBRO DE 2013. Regulamenta o Fundo Municipal de Esporte e Lazer e o Incentivo ao Esporte e Lazer e dá outras providências. O PREFEITO DE GOIÂNIA, no
Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos
Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 11.438, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2006. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte
Alterações relativas ao livro Estatuto da Criança e do Adolescente LEI Nº 12.594, DE 18 DE JANEIRO DE 2012
Alterações relativas ao livro Estatuto da Criança e do Adolescente LEI Nº 12.594, DE 18 DE JANEIRO DE 2012 Institui o Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (Sinase), regulamenta a execução das
Como incentivar? Incentivos fiscais para doações livres. Incentivos fiscais para doações/patrocínio a projetos chancelados
Incentivos Fiscais Como incentivar? Incentivos fiscais para doações livres Incentivos fiscais para doações/patrocínio a projetos chancelados Incentivos fiscais para doações a fundos públicos Incentivos
Cartilha de Incentivo Fiscal via Lei da Oscip
INCENTIVO FISCAL VIA LEI DA OSCIP O idestra Instituto para o Desenvolvimento dos Sistemas de Transportes é uma organização civil de direito privado, sem fins lucrativos, fundada em maio de 2012, com efetivo
PROJETO DE LEI Nº, DE 2011
PROJETO DE LEI Nº, DE 2011 (Do Sr. Thiago Peixoto) Institui o Programa Nacional de Apoio à Assistência Social PRONAS e dá outras providências O Congresso Nacional decreta: CAPITULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Soluções Culturais INCENTIVO FISCAL POR DENTRO DAS LEIS
Soluções Culturais INCENTIVO FISCAL POR DENTRO DAS LEIS LEI ROUANET LEI FEDERAL DE INCENTIVO À CULTURA LEI Nº 8131/91; LEI 9.874/99 E A MEDIDA PROVISÓRIA Nº 2228-1/2001 Soluções Culturais O que é? Neste
RESOLUÇÃO Nº 2.689. I - constituir um ou mais representantes no País; II - preencher formulário, cujo modelo constitui o Anexo a esta Resolução;
RESOLUÇÃO Nº 2.689 Documento normativo revogado, a partir de 30/3/2015, pela Resolução nº 4.373, de 29/9/2014. Dispõe sobre aplicações de investidor não residente nos mercados financeiro e de capitais.
LEI Nº 1047/2012. O Prefeito do Município de Pinhalão, Estado do Paraná. Faço saber que a Câmara Municipal decreta, e eu, sanciono a seguinte Lei:
LEI Nº 1047/2012 O Prefeito do Município de Pinhalão,. SÚMULA: Dispõe sobre as Diretrizes Orçamentárias para o exercício de 2013 e dá outras providências. Faço saber que a Câmara Municipal decreta, e eu,
Decreto Nº 13.840 de 21/09/2009
Decreto Nº 13.840 de 21/09/2009 Dispõe sobre estágios no âmbito da Administração Pública Direta e Indireta do Estado do Piauí para estudantes regularmente matriculados e com frequência efetiva, vinculados
Inovação Tecnológica
Inovação Tecnológica Cliente AAA Ltda. Mensagem: O empresário que necessita de uma tecnologia tem duas opções: ele pode ou desenvolvê-la, ou adquiri-la. Agenda Introdução Arcabouço Legal Conceitos Incentivos
ESTADO DO PIAUÍ PREFEITURA MUNICIPAL DE TERESINA
DECRETO Nº 4.425, DE 30 DE JUNHO DE 2000 Regulamenta a lei nº 2.778, de 13 de maio de 1999, que institui incentivo fiscal para empresas, estabelecimentos comerciais, indústrias e prestadoras de serviços
PROJETO DE LEI Nº 4.643, DE 2012 (Da Sra. Bruna Furlan)
PROJETO DE LEI Nº 4.643, DE 2012 (Da Sra. Bruna Furlan) Autoriza a criação de Fundo Patrimonial (endowment fund) nas instituições federais de ensino superior. O Congresso Nacional decreta: Art. 1º Esta
Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente
Uma iniciativa que visa contribuir com o Pacto Global SISTEMA CFA/CRAs CONSELHO FEDERAL DE ADMINISTRAÇÃO CONSELHOS REGIONAIS DE ADMINISTRAÇÃO Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente COMO INVESTIR
PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO CHOÇA ESTADO DA BAHIA
LEI Nº 272, DE 06 DE JUNHO DE 2014. Dispõe sobre a criação do Conselho Comunitário de Segurança Pública e Entidades Afins do Município de Barra do Choça e dá outras Providências. O PREFEITO MUNICIPAL DE
SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 100, DE 2013
SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 100, DE 2013 Institui o Programa Nacional de Apoio ao Tratamento da Dependência Química. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art. 1º Fica instituído o Programa Nacional
DICAS DE ECONOMIA TRIBUTÁRIA - PJ Por Júlio César Zanluca Verifique se as dicas se aplicam ou não a sua empresa, pois pode haver restrições quanto a
DICAS DE ECONOMIA TRIBUTÁRIA - PJ Por Júlio César Zanluca Verifique se as dicas se aplicam ou não a sua empresa, pois pode haver restrições quanto a aplicabilidade, de acordo com a forma de tributação
INSTRUÇÃO CVM Nº 549, DE 24 DE JUNHO DE 2014
Altera a Instrução CVM nº 409, de 18 de agosto de 2004, que dispõe sobre a constituição, a administração, o funcionamento e a divulgação de informações dos fundos de investimento. O PRESIDENTE DA COMISSÃO
2. IOF na determinação do custo do bem importado.
PARECER DE ORIENTAÇÃO CVM Nº 7, DE 5 DE MARÇO DE 1981. EMENTA: O IOF integra o custo de aquisição juntamente com o valor resultante da conversão da moeda estrangeira correspondente ao preço de aquisição
O Prefeito do Município de João Pessoa, Estado da Paraíba, faço saber que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a seguinte lei:
www.leismunicipais.com.br LEI Nº 12.211, DE 27 DE SETEMBRO DE 2011. DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO FUNDO MUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO DA ECONOMIA POPULAR EMPREENDEDORA E SOLIDÁRIA DO MUNICÍPIO DE JOÃO PESSOA
IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE
IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE LÚCIA HELENA BRISKI YOUNG Estão sujeitos à incidência do imposto na fonte, calculado de acordo com a tabela progressiva mensal, os rendimentos do trabalho assalariado pagos
a base de cálculo do PIS/Pasep, visto não existir expressa previsão legal de exclusão ou isenção. LÍCIA MARIA ALENCAR SOBRINHO Chefe da Divisão
5ª REGIÃO FISCAL DIVISÃO DE TRIBUTAÇÃO SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 1, DE 6 DE JANEIRO DE 2009 EMENTA: O incentivo relativo ao abatimento do valor do ICMS devido concedido pelo governo do Estado da Bahia a título
Perguntas freqüentes FAQ
Perguntas freqüentes FAQ CHAMADA PÚBLICA MCT/FINEP/FSA PRODAV 01/2008 PRODUÇÃO PARA TELEVISÃO 1) Como faço para enviar meu projeto? O primeiro passo para inscrever um projeto em qualquer uma das seleções
MUNICÍPIO DE DOURADOS ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL. REVOGADA PELA LEI Nº 3.548, DE 13.04.2012
REVOGADA PELA LEI Nº 3.548, DE 13.04.2012 LEI N 2.295 DE 19 DE OUTUBRO DE 1999. Dispõe sobre o Incentivo Fiscal para a cultura, cria o Fundo Municipal da Cultura - FMC no Município de Dourados - MS e dá
MINUTA DE RESOLUÇÃO. Capítulo I DO OBJETO
MINUTA DE RESOLUÇÃO Dispõe sobre a atividade de corretagem de resseguros, e dá outras providências. A SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS - SUSEP, no uso da atribuição que lhe confere o art. 34, inciso
Coordenação-Geral de Tributação
Fls. 1 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta nº 52 - Data 27 de fevereiro de 2015 Processo Interessado CNPJ/CPF Assunto: Imposto sobre a Renda de Pessoa Jurídica - IRPJ Ementa: As pessoas
LEI Nº 12.973, DE 13 DE MAIO DE 2014 - LEI DE CONVERSÃO DA MEDIDA PROVISÓRIA Nº 627, DE 11 DE NOVEMBRO DE 2013 - ALTERAÇÕES NA LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA
LEI Nº 12.973, DE 13 DE MAIO DE 2014 - LEI DE CONVERSÃO DA MEDIDA PROVISÓRIA Nº 627, DE 11 DE NOVEMBRO DE 2013 - ALTERAÇÕES NA LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA A Medida Provisória (MP) nº 627/13, que promoveu diversas
Proposta elaborada pela Comissão Cultura em Movimento. F M A C Fundo Municipal para Arte e Cultura
Proposta elaborada pela Comissão Cultura em Movimento F M A C Fundo Municipal para Arte e Cultura F M A C - Dispõe sobre a criação do Fundo Municipal para Arte e Cultura e dá outras providências. Considerando
O Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente
CURSO DE CAPACITAÇÃO PARA OS PROMOTORES DE JUSTIÇA PROGRAMA INFÂNCIA EM 1º LUGAR 2ª ETAPA O Fundo dos Direitos da Criança e do Gestão e Captação de Recursos Fernando Carlos Almeida Fernando Carlos Almeida
SEGURIDADE SOCIAL DIREITO PREVIDENCIÁRIO SEGURIDADE SOCIAL SEGURIDADE SOCIAL SEGURIDADE SOCIAL PREVIDÊNCIA SOCIAL. Prof. Eduardo Tanaka CONCEITUAÇÃO
DIREITO PREVIDENCIÁRIO Prof. Eduardo Tanaka CONCEITUAÇÃO 1 2 Conceituação: A seguridade social compreende um conjunto integrado de ações de iniciativa dos Poderes Públicos e da sociedade, destinadas a
INCENTIVOS FISCAIS DOAÇÕES A FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS
INCENTIVOS FISCAIS DOAÇÕES A FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS INTRODUÇÃO Este estudo tem por objetivo principal analisar os incentivos fiscais aplicáveis às doações para a Fundação Getulio Vargas São Paulo. Esses
Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/90): Artigos 260 a 260-L
Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/90): Artigos 260 a 260-L Art. 260. Os contribuintes poderão efetuar doações aos Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente nacional, distrital, estaduais
INCENTIVOS FISCAIS. Cultura Esporte - Saúde - Social. Legislação, Benefícios e Oportunidades. Luiz Fernando Rodrigues 22/10/2015 1
INCENTIVOS FISCAIS Cultura Esporte - Saúde - Social Legislação, Benefícios e Oportunidades Luiz Fernando Rodrigues 22/10/2015 1 CENÁRIO ATUAL Os mecanismos de incentivo fiscal federal, estaduais e municipais
Parecer Consultoria Tributária de Segmentos ICMS na Base de Cálculo do PIS e da COFINS nos Registros F500 e 1900 da EFD Contribuições
ICMS na Base de Cálculo do PIS e da COFINS nos Registros F500 e 1900 da EFD Contribuições 08/08/2014 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Consultoria...
Instrução Normativa Conjunta MINC/MF n 1, de 13.06.95
Instrução Normativa Conjunta MINC/MF n 1, de 13.06.95 Dispõe sobre os procedimentos de acompanhamento, controle e avaliação a serem adotados na utilização dos benefícios fiscais instituídos pela Lei n
SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 149, DE 2011
SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 149, DE 2011 Altera o art. 47 da Lei nº 4.506, de 30 de novembro de 1964, para considerar como operacionais as despesas de capacitação de empregados, para fins
MUNICÍPIO DE CAUCAIA
LEI Nº 1799, 29 DE DEZEMBRO DE 2006. Concede incentivos fiscais com redução da Alíquota de IPTU e ISSQN às empresas que venham a se instalar no Município de Caucaia e dá outras providências A PREFEITA
PREFEITO MUNICIPAL DE ARACATI
LEI N.º 064/2013. Dispõe sobre a Reorganização do Fundo Municipal para os Direitos da Criança e do Adolescente-FMDCA de Aracati, e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL DE ARACATI, no uso de suas
CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE ANÁPOLIS-CMDCA
CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE ANÁPOLIS-CMDCA RESOLUÇÃO Nº. 007/11, de 29 DE NOVEMBRO DE 2011. Dispõe sobre a Captação de Recursos através do Fundo da Infância e Adolescência
LEI DE INCENTIVO AO ESPORTE ESTADUAL
LEI DE INCENTIVO AO ESPORTE ESTADUAL LEI Nº 13.918, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2009 Dispõe sobre a comunicação eletrônica entre a Secretaria da Fazenda e o sujeito passivo dos tributos estaduais, altera a Lei
Edital VII de Seleção da Lei de Incentivo à Cultura João Bananeira
Edital VII de Seleção da Lei de Incentivo à Cultura João Bananeira A Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer da Prefeitura Municipal de Cariacica - SEMCEL/PMC, de acordo com o que estabelece a
RESOLUÇÃO N.º 001, de 07 de dezembro de 2001.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA EXECUTIVA RESOLUÇÃO N.º 001, de 07 de dezembro de 2001. Dispõe sobre o atendimento pelo estabelecimento particular de ensino
Material Explicativo. ABBprev Sociedade de Previdência Privada
Material Explicativo ABBprev Sociedade de Previdência Privada Este material explicativo tem como objetivo fornecer informações sobre um dos benefícios que as patrocinadoras ABB Ltda e Cooperativa de Crédito
ATIVO Explicativa 2012 2011 PASSIVO Explicativa 2012 2011
SUR - REDE UNIVERSITÁRIA DE DIREITOS HUMANOS QUADRO I - BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO Nota Nota ATIVO Explicativa 2012 2011 PASSIVO Explicativa 2012 2011 CIRCULANTE CIRCULANTE Caixa e equivalentes
Projetos Culturais, Esportivos e Sociais: como aproveitar melhor os incentivos fiscais
A B B C Projetos Culturais, Esportivos e Sociais: como aproveitar melhor os incentivos fiscais MARCELO DE AGUIAR COIMBRA Graduado e Mestre em Direito pela USP/Doutorando pela Universidade de Colônia, Alemanha.
PARECER DE ORIENTAÇÃO CVM Nº 17, DE 15 DE FEVEREIRO DE 1989.
1. INTRODUÇÃO EMENTA: Procedimentos a serem observados pelas companhias abertas e auditores independentes na elaboração e publicação das demonstrações financeiras, do relatório da administração e do parecer
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 002/2014
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 002/2014 DISPÕE SOBRE A CONCESSÃO DE SUBVENÇÃO SOCIAL, AUXÍLIO FINANCEIRO, CONTRIBUIÇÃO E OUTRAS FONTES DE RECURSO NO ÂMBITO DO PODER EXECUTIVO. A Controladoria Geral do Município
RESOLUÇÃO NORMATIVA N.º 17/CUn DE 10 DE ABRIL DE 2012. Regulamenta o Programa de Monitoria da Universidade Federal de Santa Catarina
RESOLUÇÃO NORMATIVA N.º 17/CUn DE 10 DE ABRIL DE 2012 Regulamenta o Programa de Monitoria da Universidade Federal de Santa Catarina O PRESIDENTE DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO da Universidade Federal de Santa
LEI Nº 9.548, DE 22 DE ABRIL DE 2015. A CÂMARA MUNICIPAL DE GOIÂNIA, Estado de Goiás, aprova e eu, PREFEITO MUNICIPAL, sanciono a seguinte Lei:
1 Gabinete do Prefeito LEI Nº 9.548, DE 22 DE ABRIL DE 2015 Institui o Programa Municipal de Parcerias Público-Privadas, cria a Comissão Gestora de Parcerias Público-Privadas de Goiânia e dá outras providências.
DECRETO Nº 1.565, DE 26 DE MARÇO DE 2009
DECRETO Nº 1.565, DE 26 DE MARÇO DE 2009 Publicado no DOE(Pa) de 27.03.09. Alterado pelos Decretos 1.677/09, 323/12. Regulamenta a Lei nº 5.674, de 21 de outubro de 1991, que dispõe sobre o Fundo de Desenvolvimento
O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE
LEI N. 1.112, DE 31 DE DEZEMBRO DE 1993 "Cria a Fundação de Apoio ao Desenvolvimento Econômico e Social do Estado do Acre - FADES, por transformação do Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Estado
CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE. Deliberação nº 1.100/2014 DS/CMDCA
CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE Deliberação nº 1.100/2014 DS/CMDCA Dispõe sobre a Autorização para Captação de Recursos Financeiros para o Fundo Municipal para Atendimento dos
RESOLUCAO N. 003211/2004
RESOLUCAO N. 003211/2004 RESOLUCAO 3.211 --------------- Altera e consolida as normas que dispõem sobre a abertura, manutenção e movimentação de contas especiais de depósitos à vista e de depósitos de
Apresenta-se como importante ferramenta para fortalecer a gestão do SUS, promover a adequação, a expansão e a potencialização dos serviços de saúde ¹
Importância do CEBAS Apresenta-se como importante ferramenta para fortalecer a gestão do SUS, promover a adequação, a expansão e a potencialização dos serviços de saúde ¹ - Isenção das Contribuições Sociais;
PARECER DA COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA RELATÓRIO
PARECER DA COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA Projeto de Lei nº 069 de 08 de maio de 2013 AUTOR: Poder Executivo PARECER: Favorável, sem apresentação de emendas EMENTA: Cria o Programa de Incentivo Municipal
PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS GABINETE CIVIL
PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL Nº 1925, DE 23 DE MAIO DE 2005, Págs 54 e 56 LEI Nº 1367, DE 17 DE MAIO DE 2005. Regulamentada pelo Decreto nº 198/06 Cria o Fundo Municipal de Desenvolvimento da Economia Popular
Como utilizar Leis de Incentivo
Como utilizar Leis de Incentivo Por que doar o seu imposto? É de extrema importância que a sociedade brasileira se posicione, escolhendo e apoiando projetos que julga importantes, por meio da renúncia
RESOLUÇÃO Nº 2.099. I - a autorização para funcionamento, transferência de controle societário e reorganização - Anexo I;
RESOLUÇÃO Nº 2.099 Aprova regulamentos que dispõem sobre as condições relativamente ao acesso ao Sistema Financeiro Nacional, aos valores mínimos de capital e patrimônio líquido ajustado, à instalação
Prefeitura Municipal de Vitória Estado do Espírito Santo DECRETO Nº 13.270
DECRETO Nº 13.270 Regulamenta o parcelamento e pagamento de créditos do município de Vitória e dá outras providências. O Prefeito Municipal de Vitória, Capital do, no uso de suas atribuições legais, e
RESOLUÇÃO Nº 3.922. Da Alocação dos Recursos e da Política de Investimentos. I - as disponibilidades oriundas das receitas correntes e de capital;
RESOLUÇÃO Nº 3.922 Dispõe sobre as aplicações dos recursos dos regimes próprios de previdência social instituídos pela União, Estados, Distrito Federal e Municípios. O Banco Central do Brasil, na forma
Coordenação-Geral de Tributação
Fls. 1 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta nº 162 - Data 24 de junho de 2014 Processo Interessado CNPJ/CPF ASSUNTO: IMPOSTO SOBRE A RENDA DE PESSOA JURÍDICA - IRPJ SERVIÇOS HOSPITALARES.
Transforme seu imposto em música
LEI FEDERAL DE INCETIVO À CULTURA LEI ROUANET Transforme seu imposto em música Associação Cultural Casa de Música de Ouro Branco O QUE É A LEI ROUANET A Lei Rouanet (Lei 8.313/1991), instituiu o Programa
PORTARIA Nº1006/2009. O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO CEARA, no exercício de suas atribuições legais, e
PORTARIA Nº1006/2009 Estabelece procedimentos administrativos para gestão das receitas obtidas com a venda de Selos de Autenticidade Extrajudicial e para concessão de subsídios aos cartórios de Registro
