Indústrias Químicas - Orgânicas
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- Guilherme de Escobar Alves
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1 Indústrias Químicas Orgânicas UTFPR Campus Toledo Tecnologia em Processos Químicos Processos Industriais Orgânicos INDÚSTRIA QUÍMICA As indústrias químicas envolvem o processamento ou alteração de matérias-primas obtidas por mineração e agricultura, entre outras fontes de abastecimento, formando materias e substâncias com utilidade imediata ou que são necessários para outras indústrias. As indústrias de processamento de alimentos não são, em geral, incluídas no termo "indústria química". 2 INDÚSTRIA QUÍMICA - Orgânica - Química Básica (pesada) Petróleo Petroquímica Adubos - Intermédia Fibras / Polímeros Detergentes Óleos - Fina Perfumes Corantes Cosmética Farmacêutica 3 INDÚSTRIA QUÍMICA Classificação da ONU A ONU, há alguns anos, aprovou nova classificação internacional para a indústria química, incluindo-a na Revisão n 3 da ISIC (International Standard Industry Classification) e recentemente na Revisão nº 4. 4 No Brasil, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE definiu, com base nos critérios aprovados pela ONU, uma nova Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) e promoveu o enquadramento de todos os produtos químicos nessa classificação. Durante o ano de 2006, o IBGE redefiniu toda a estrutura da CNAE, adaptando-a à revisão nº 4 da ISIC. Após a conclusão dessa revisão, os segmentos que compõem as atividades da indústria química passaram a ser contemplados, a partir de janeiro de 2007, nas divisões 20 e 21 da CNAE
2 7 20. FABRICAÇÃO DE PRODUTOS QUÍMICOS 20.1 FABRICAÇÃO DE PRODUTOS QUÍMICOS INORGÂNICOS Fabricação de cloro e álcalis Fabricação de intermediários para fertilizantes Fabricação de adubos e fertilizantes Fabricação de gases industriais Fabricação de produtos químicos inorgânicos não especificados anteriormente 20.2 FABRICAÇÃO DE PRODUTOS QUÍMICOS ORGÂNICOS Fabricação de produtos petroquímicos básicos Fabricação de intermediários para plastificantes, resinas e fibras Fabricação de produtos químicos orgânicos não especificados anteriormente FABRICAÇÃO DE RESINAS E ELASTÔMEROS Fabricação de resinas termoplásticas Fabricação de resinas termofixas Fabricação de elastômeros 20.4 FABRICAÇÃO DE FIBRAS ARTIFICIAIS E SINTÉTICAS Fabricação de fibras artificiais e sintéticas 20.5 FABRICAÇÃO DE DEFENSIVOS AGRÍCOLAS E DESINFESTANTES DOMISSANITÁRIOS Fabricação de defensivos agrícolas Fabricação de desinfestantes domissanitários FABRICAÇÃO DE SABÕES, DETERGENTES, PRODUTOS DE LIMPEZA, COSMÉTICOS, PRODUTOS DE PERFUMARIA E DE HIGIENE PESSOAL Fabricação de sabões e detergentes sintéticos Fabricação de produtos de limpeza e polimento Fabricação de cosméticos, produtos de perfumaria e de higiene pessoal 20.7 FABRICAÇÃO DE TINTAS, VERNIZES, ESMALTES, LACAS E PRODUTOS AFINS Fabricação de tintas, vernizes, esmaltes e lacas Fabricação de tintas de impressão Fabricação de impermeabilizantes, solventes e produtos afins 11 12
3 FABRICAÇÃO DE PRODUTOS E PREPARADOS QUÍMICOS DIVERSOS Fabricação de adesivos e selantes Fabricação de explosivos Fabricação de aditivos de uso industrial Fabricação de catalisadores Fabricação de produtos químicos não especificados anteriormente 21 FABRICAÇÃO DE PRODUTOS FARMOQUÍMICOS E FARMACÊUTICOS 21.1 FABRICAÇÃO DE PRODUTOS FARMOQUÍMICOS Fabricação de produtos farmoquímicos FABRICAÇÃO DE PRODUTOS FARMACÊUTICOS Fabricação de medicamentos para uso humano Fabricação de medicamentos para uso veterinário Fabricação de preparações farmacêuticas Indústria do Petróleo O refino de petróleo é parte da indústria do petróleo. A petroquímica é parte da indústria química Caracteriza-se por utilizar um derivado de petróleo (a nafta) ou o gás natural como matérias-primas básicas. No entanto, muitos produtos chamados petroquímicos, como, por exemplo, o polietileno, podem ser obtidos tanto a partir dessas matériasprimas como a partir de outras, como o carvão (caso da África do Sul) ou o álcool (como ocorreu no passado, aqui mesmo no Brasil). Em geral, entende-se que a atividade petroquímica tem início com a produção do eteno e seus coprodutos, bem como de outros derivados da nafta ou do gás natural, de fins industriais
4 19 A indústria petroquímica brasileira tem suas origens no governo militar, mais precisamente na década de 1970, quando foram construídos no país o Pólo Petroquímico de São Paulo em 1972, posteriormente o Pólo de Camaçari (BA) em 1978 e logo em seguida, já na década de 80, foi construído o Pólo de Triunfo (RS) em Atualmente as três centrais de matérias-primas petroquímicas brasileiras, juntas, têm capacidade de produção de 2,9 milhões de toneladas anuais de eteno (etileno), seu principal produto. É uma indústria que opera com elevadas economias de escala e as novas plantas possuem cada vez maiores capacidades de produção. 20 Indústria Agroquímica No Brasil a indústria petroquímica caracteriza-se como um oligopólio altamente concentrado e de baixa integração vertical em sua cadeia produtiva. Em contraste podemos citar os EUA, país cuja indústria petroquímica utiliza cerca de 82% do eteno produzido no interior das próprias unidades produtoras. É o setor dos defensivos agrícolas: agrotóxicos, herbicidas, fertilizantes, pesticidas, fungicidas, biocidas,... O Decreto 4.074, de 4 de janeiro de 2002, que regulamenta a Lei 7.802/1989, em seu artigo 1º, inciso IV, define os agroquímicos como: Indústria Agroquímica Indústria de Polímeros Produtos e agentes de processos físicos, químicos ou biológicos destinados ao uso nos setores de produção, armazenamento e beneficiamento de produtos agrícolas, nas pastagens, na proteção de florestas, nativas ou plantadas, e de outros ecossistemas e de ambientes urbanos, hídricos e industriais, cuja finalidade seja alterar a composição da flora ou da fauna, a fim de preservá-las da ação danosa de seres vivos considerados nocivos, bem como as substâncias de produtos empregados como desfolhantes, dessecantes, estimuladores e inibidores de crescimento. 23 plásticos, borrachas, fibras, adesivos, tintas e vernizes A indústria de polímeros é o segmento da indústria química que mais cresce no mundo. Entre 1980 e 1990, a produção mundial de plásticos aumentou 62%, uma vez que esse material foi progressivamente substituindo outros materiais. 24
5 25 Indústria de Polímeros Indústria de Papel/Celulose As empresas pertencentes à indústria de polímeros são dependentes de constantes inovações tecnológicas para se manterem no mercado, uma vez que novos padrões de competitividade se baseiam em intensas atividades de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O setor de papel e celulose envolve a fabricação de pastas celulósicas, com base em diversos tipos de matérias-primas fibrosas, principalmente a madeira, e em diversos tipos de papéis. Divide-se em segmentos conforme a sua finalidade, quais sejam: papel para embalagem, para imprimir e escrever, imprensa, cartão e cartolina, e para fins sanitários e especiais. 26 Indústria de Papel/Celulose Como a principal fonte de matéria-prima fibrosa é a madeira, a cadeia produtiva se estende desde as bases florestais até produtos convertidos envelopes, caixas de papelão, papéis gráficos, sacos multifilados, entre outros e gráficos. Os sabões e os detergentes possuem as mais diversas aplicações, que vão desde a limpeza doméstica até industrial. Sua tecnologia, pouco desenvolvida até 1934, evolui bastante a partir dessa época, tornando sua produção altamente industrializada Os produtos utilizados comumente para a fabricação do sabão são o hidróxido de sódio ou potássio (soda cáustica ou potássica) além de óleos ou gorduras animais ou vegetais. Após terminado o processo de fabricação do sabão pode-se colocar aditivos que irão melhorar algumas propriedades do produto final. Resolução Normativa nº 1, de 25 de outubro de DEFINIÇÕES Detergente: É um produto formulado para promover o fenômeno da detergência, compreendendo um composto básico ativo (agente tenso-ativo) e componentes complementares (coadjuvantes, sinergistas, aditivos e produtos auxiliares)
6 31 Detergente: Os produtos formulados à base de tensoativos aniônicos, catiônicos, anfóteros ou não-iônicos e com agentes complementares, conforme definição contida no item 3.22, devem ser categorizados como detergentes, cabendo exclusivamente em rótulo os termos detergente em pó, lava-roupas ou similares Sabão: Produto formado pela saponificação ou neutralização de óleos, gorduras, ceras, breus, ou seus ácidos com bases orgânicas ou inorgânicas. Os termos sabão granulado, sabão ralado, sabão em pó, ou assemelhados, são restritos aos produtos categorizados como sabão. 32 A glicerina separada do sabão no processo industrial é utilizada tanto por fabricantes de resina e explosivos como pela indústria de cosméticos. Devido a isso, seu preço, depois de purificada, pode superar o do sabão. 33
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