ANIMAIS SINANTRÓPICOS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ANIMAIS SINANTRÓPICOS"

Transcrição

1 ANIMAIS SINANTRÓPICOS Profª Esp. Cíntia Moreira Marciliano da Costa

2 São aqueles que ao longo do tempo se adaptaram a viver junto ao homem a despeito da vontade deste. Todos eles constituem um papel muito importante e particular na cadeia alimentar da natureza.

3 PERNILONGO

4

5 BIOLOGIA São insetos com ciclo de vida com 2 fases distintas: 1 - Aquática: ovo larva pupa As fêmeas depositam os ovos agrupados em forma de jangadas, que são vistas na superfície da água flutuando. Possui em média de 150 a 280 ovos. A larva alimenta-se de matéria orgânica existente na água e a pupa não se alimenta

6

7 FASE AQUÁTICA Ovos ( jangadas) Larvas Pupa

8 CRIADOUROS Os criadouros são locais com água suja, parada e com presença de vegetação aquática como: - córregos; - lagos; - piscinas sujas; - recipientes que acumulem água suja

9

10 BIOLOGIA 2 - Aérea: adulto alado Abriga-se na vegetação próxima ao criadouro; Os machos e as fêmeas alimentam-se de seiva vegetal; As fêmeas fecundadas alimentam-se de sangue para desenvolver seus ovos e picam preferencialmente humanos; São de hábitos noturnos

11 FASE ADULTA Fêmea de Culex sp Macho de Culex sp

12 CICLO DE VIDA O ciclo de vida varia de 07 a 13 dias para se completar e os fatores que interferem no seu desenvolvimento a umidade, temperatura e disponibilidade de alimento Ovos de Culex - jangadas Ciclo de vida do Culex sp.

13 IMPORTÂNCIA PARA A SAÚDE O pernilongo Culex sp não é até o momento vetor de doenças na cidade de São Paulo, entretanto suas picadas: incomodam; irritam; provocam noites mal dormidas, interferindo na qualidade de vida das pessoas; causam alergias

14 Em algumas regiões do país os mosquitos deste gênero podem inocular agentes de importantes doenças infectoparasitárias como Wuchereria bancrofi, que causa a filaríase linfática, também conhecida como elefantíase.

15

16 CONTROLE DO Culex sp AÇÕES Mapeamento dos córregos e outros criadouros; Investigação de focos Controle larvário Manejo do ambiente como Controlar a população de Culex sp.

17 CONTROLE DO Culex sp Investigação de foco Manejo do ambiente Controle de adultos através de UBV

18 Aedes aegypti

19 O Aedes aegypti é o mosquito transmissor da dengue e da febre amarela urbana. O ruído que produzem é praticamente inaudível ao ser humano.

20

21 -Aedes aegypti TRANSMISSÃO - Hábitos diurnos - Predominantemente urbano - Oviposição em água limpa - Preferencialmente em recipientes artificiais

22 Alimento: Somente a fêmea se alimenta de sangue, o macho se alimenta de seiva das plantas. Vôo: Em media 100 a 300 metros. A fêmea distribui cada postura em vários recipientes. Tempo de vida: Em media 45 dias.

23

24

25

26

27 DENGUE - Principal arbovirose humana -Um dos principais problemas de Saúde Pública em países tropicais e subtropicais bilhões de pessoas vivem em áreas de risco - 50 a 100 milhões de infecções por ano mil internações (DH e DHF) - 20 mil óbitos

28 - Vírus RNA, com envelope, Flaviviridae. -Transmitido primariamente por mosquitos - Possui 4 sorotipos (tipos antigênicos) - DEN 1 - DEN 2 Prevalência e distribuição - DEN 3 geográfica diferentes - DEN 4 -Sem diferenças marcantes de virulência -Baixa reatividade sorológica cruzada 20 mil óbitos

29 - Distribuição geográfica

30 Distribuição do Aedes

31

32 RE-EMERGÊNCIA DA DENGUE Fatores demográficos e ambientais - Crescimento populacional - Urbanização acelerada e desorganizada - Inchaço das grandes cidades - População marginalizada - Facilidade de movimentação de pessoas - Falência de políticas públicas de SP

33 Fatores biológicos RE-EMERGÊNCIA DA DENGUE - Capacidade de reprodução do Aedes - Transmissão transovariana - Ritmo de reprodução acelerado - Período de transmissão longo (vários dias) - Calor úmido > oviposição acelerada > maior voracidade

34

35 Febre amarela Apresenta-se sob duas formas epidemiologicamente distintas: febre amarela silvestre e febre amarela urbana A febre amarela silvestre ocorre acidentalmente pela penetração do homem Uma séria ameaça às populações rurais e um risco permanente para a introdução do vírus nas grandes cidades e pequenas localidades infestadas pelo Aedes aegypti.

36

37

38

39 ABELHAS E VESPAS

40 BIOLOGIA E COMPORTAMENTO São insetos que em algumas espécies vivem em sociedade formando colmeias e vespeiros; Alimentação: - pólen, néctar; - substâncias açucaradas trazidas de lanchonetes, padarias, doceiras e residências; A temperatura, luminosidade e umidade são fatores que influenciam na atividade e comportamento desses insetos; Em dias quentes a colmeia e o vespeiro estão mais Ativos e nos dias chuvosos e/ ou frios menos ativos.

41 ABELHAS E VESPAS Abelhas ABELHAS: pelos, estruturas para coleta de alimento para larvas. VESPAS: sem estrutura de coleta. Vespas DIFERENÇA ENTRE ABELHAS E VESPAS (VESPAS: larvas se alimentam de insetos, adultos de néctar. ABELHAS: larvas e adultos se alimentam de pólen, néctar e geléia real) Fonte: Laboratório de Abelhas Depto. de Ecologia Instituto de Biociências - USP

42

43

44 BIOLOGIA E COMPORTAMENTO Hierarquia Rainha - membro principal responsável por colocar os ovos; Operárias - desempenham varias funções como limpeza, alimentação, organização, construção da colméia e proteção; Zangão - são os machos da colônia. Nascem de ovos não fecundados, sua única função na colônia é fecundar a rainha

45

46 Colmeia instalada em bueiro

47 Vespeiro em árvore

48 ABRIGOS Abelhas e vespas instalam suas casas em : Interiores de telhados; Beirais; Frestas; Paredes; Objetos abandonados em terrenos e quintais como:sofás, pneus, armários, latões, ocos e galhos de árvores Vespeiro em beiral SCH/SGCAS/GCCZ/COVISA/SMS/PMSP

49 IMPORTÂNCIA DO CONTROLE DE ABELHAS E VESPAS Abelhas e vespas são insetos que necessitam de controle no meio urbano por causarem agravos a saúde com sua picada, que inocula veneno e dependendo da sensibilidade de cada individuo pode ocorrer desde sintomas leves como dor e inchaço até a morte.

50 ESCORPIÕES Tityus bahiensis (escorpião marrom) Tityus serrulatus (escorpião amarelo)

51 Ciclo de vida O desenvolvimento do filhote ocorre dentro da mãe e esta gestação pode durar até 2 meses dependendo da espécie; Cada ninhada pode chegar à 20 filhotes que se tornarão adultos após algumas trocas de pele (~ 6 esse período pode levar algumas semanas). Expectativa de vida é 4 anos.

52 BIOLOGIA E COMPORTAMENTO Escorpião são aracnídeos que possuem e inoculam veneno causando desde acidentes leves até a morte; Crianças e idosos são mais sensíveis a picada; São animais de hábito noturno saindo de seus abrigos durante à noite; Alimentam-se de insetos, sendo a barata sua principal fonte de alimento na zona urbana;

53 BIOLOGIA E COMPORTAMENTO Abrigam-se em locais sombreados e úmidos como: - buracos rasos no solo; - terreno baldio; - madeira, pedras; - entulho, materiais de construção; - frestas na parede, caixas de luz; - roupas e calçados; - trilhos de trem A temperatura e umidade são fatores que influenciam na atividade desses animais no período de reprodução, aumentando os riscos de acidentes

54

55 CONTROLE DE ESCORPIÃO Manutenção de jardins e quintais; Acúmulo de lixo doméstico,material de construção, entulho, folhas secas nas proximidades da casa; Manter a grama aparada; Vedar frestas e buracos em paredes e assoalhos, consertar rodapés despregados;

56 CARRAPATO Amblyoma sp carrapato estrela Hospedeiros bois, cavalos, capivaras

57 CARRAPATO Riphicephalus sp carrapato vermelho Hospedeiro cão

58 BIOLOGIA Os carrapatos são aracnídeos, sendo da Família Ixodidae a maioria das espécies que ocorrem no Brasil. São os mais comuns e de maior interesse veterinário; O carrapato estrela (Amblyoma sp.) é parasita de bovinos e cavalos, mas pode também parasitar o homem e transmitir doenças como a febre maculosa; O carrapato vermelho ou carrapato do cão (Rhipicephalus sp.) é o parasita do cachorro.

59

60

61

62

63

64 CONTROLE DE CARRAPATOS Manter a grama ou o mato aparado em terrenos e quintais; Vistoriar cães, gatos, cavalos e bovinos para verificar a presença de carrapatos e procurar atendimento veterinário para o tratamento dos animais

65 Vistoria em animal para verificação da presença de carrapato Vistoria em terreno para verificação da presença de carrapato

66 POMBOS

67 POMBOS Chegaram ao Brasil trazidos por imigrantes europeus no século XVI como ave doméstica; Adaptaram-se muito bem aos centros urbanos, devido a facilidade de encontrar alimento e abrigo

68 BIOLOGIA Formam casais por toda a vida, tendo de 5 a 6 ninhadas por ano, cada uma com 1 a 2 ovos. O tempo de incubação dos ovos é de 17 a 19 dias; Nos centros urbanos vivem de 3 a 5 anos e na natureza podem viver mais de 15 anos

69 COMPORTAMENTO Fazem seus ninhos em locais altos como: forros de casas; torres de igrejas; beirais e parapeitos.

70

71 IMPORTÂNCIA PARA A SAÚDE Suas fezes secas podem se tornar um ambiente favorável ao desenvolvimento de fungos causadores das doenças: Criptococose, Histoplasmose, e Ornitose; Suas fezes podem contaminar alimentos e transmitir a Salmonelose, uma infecção intestinal causada pela ingestação de alimentos contendo a bactéria Samonella sp;

72 O ambiente com acúmulo de ninhos e fezes de pombos, pode ocasionar alergias em pessoas sensíveis ou provocar a parasitose acidental pelo ácaro conhecido como piolho de pombo causando erupções e coceiras na pele

73

74

75

76 PROBLEMAS AMBIENTAIS O acúmulo de ninhos e fezes pode ocasionar o entupimento de calhas e apodrecimento de forros; Danos a monumentos históricos, antenas de TV e pintura de carros devido a acidez de suas fezes; Contaminação de alimentos, grãos e sementes;

77 Locais com acúmulo de fezes de pombos

78 MÉTODOS DE CONTROLE O Controle do abrigo que baseia-se na utilização de barreiras físicas como: Uso de telas ou o fechamento das aberturas por onde os pombos adentram; Uso de fios de nylon ou objetos pontiagudos em beirais ou parapeitos para evitar que as aves pousem ou façam ninhos;

79 BARREIRAS FÍSICAS

80 CUIDADOS NA REMOÇÃO DE FEZES E NINHOS DE POMBOS Utilizar máscara ou pano úmido sobre o nariz e boca e luvas durante o procedimento de limpeza nos locais com acúmulo de fezes e ninhos; Molhar as fezes com água sanitária diluída em água em partes iguais ; Acondicionar as fezes e restos de ninhos em saco de lixo bem fechado; Impedir o acesso das aves nas construções fechando os locais após a limpeza.

81

82 BARATAS

83 BARATAS Em áreas urbanas, as espécies de baratas mais comuns são Barata de esgoto (Periplaneta americana) Vivem de 2 a 3 anos e Barata alemãzinha ou francesinha ( Blatella germânica) Vivem cerca de 9 meses Fotos Blatella germânica ( alemãzinha) Periplaneta americana (barata de esgoto)

84 BIOLOGIA E COMPORTAMENTO As baratas colocam seus ovos em uma cápsula chamada ooteca. Cada ovo dará origem a uma ninfa, que após várias mudas dará origem ao inseto adulto. Ooteca

85 NINFAS E INSETO ADULTO

86 REPRODUÇÃO Periplaneta americana ( barata de esgoto) : Coloca em média de 10 a 20 ootecas ao longo de sua vida - com 12 a 20 ovos em cada ooteca. Blatella germânica ( alemãzinha) : Coloca em média 5 ootecas ao longo de sua vida - com 30 a 50 ovos dentro de cada uma.

87 ALIMENTAÇÃO Preferem alimentos ricos em amido, açúcar ou gordurosos. Podem alimentar-se de celulose como papéis ou ainda de sangue, insetos mortos, resíduos de lixo ou esgoto

88 ABRIGOS Preferem locais quentes e úmidos Barata de esgoto: Habita locais com muita gordura e matéria orgânica como galerias de esgoto, bueiros e caixas de gordura; Alemãzinha: Habita principalmente cozinhas em locais como armários, gavetas, interruptores de luz, rodapés, dutos de fiação elétrica e locais como garagens e sótãos

89 Rodapés Bueiros Lata de lixo

90 IMPORTÂNCIA PARA A SAÚDE São consideradas vetores mecânicos de várias doenças, principalmente gastroenterites, pois carregam agentes patógenos através de suas patas e fezes pelos locais por onde passam

91 CONTROLE MEDIDAS PREVENTIVAS Limpar os locais onde possam acumular gordura ou restos alimentares: fornos, armários, dispensas, coifas, sob pias e etc; Vedar frestas, rachaduras e vãos que possam servir de abrigo;

92 MORCEGOS

93 BIOLOGIA São os únicos mamíferos que possuem a capacidade de voar ; Os filhotes são gerados dentro do útero de suas mães; Apresentam uma gestação de 2 a 7 meses, dependendo da espécie, com um filhote por gestação; A expectativa é de 10 a 30 anos, dependendo da espécie.

94 BIOLOGIA São de hábitos noturnos; Voam e comunicam-se orientados por radar, através de sons de alta frequência.

95 ALIMENTAÇÃO Podem ser separados por seus hábitos alimentares: Insetívoros: alimentam-se de insetos; Frugívoros: alimentam-se de frutas; Nectarívoros: alimentam-se de insetos e frutas; Carnívoros: alimentam-se de pequenos répteis, aracnídeos, ratos e outros morcegos Hematófagos: alimentam-se somente de sangue

96 MORCEGOS INSETÍVOROS Diclidurus scutatus Nyctinomops macrotis

97 MORCEGOS NECTARÍVOROS Glossophaga soricina

98 MORCEGOS FRUGÍVOROS Artibeus lituratus Artibeus fimbriatus S

99 MORCEGOS CARNÍVOROS Chrotopterus sp. (comumente encontrado em área de mata)

100 MORCEGOS HEMATÓFAGOS Desmodus rotundus Diaemus youngi

101 MORCEGOS HEMATÓFAGOS Compreendem somente 3 espécies das 1100 espécies existentes; Desmodus rotundus (vampiro comum) transmite a raiva e prefere se alimentar de sangue de mamíferos Utiliza os dentes incisivos p/ tirar um pedaço da pele; Retorna na mesma ferida, em noites subsequentes;

102 ABRIGOS ARTIFICIAIS Porões Caixas de persiana Vãos de prédios

103 ABRIGOS ARTIFICIAIS Sob rufo Vão entre telhas e parede

104 ABRIGOS NATURAIS Sob folhagens Árvores de copas fechadas Ocos de árvores

105 CONTROLE E MANEJO O serviço de atendimento a população referente a coleta de morcegos ainda não foi descentralizado ficando todas as atividades desenvolvidas pelo Setor de Quirópteros e Plantão de Emergência do CCZ;

106 MANEJO E CAPTURA COLETA EM EDIFICAÇÃO COM PUÇÁ REALIZADO PELO CCZ

107

108 MEDIDAS PREVENTIVAS Não manipular morcegos pois todas as espécies mordem e podem estar infectados como vírus da raiva; Em caso de mordedura, arranhadura ou lambedura procurar orientação médica; Todo morcego com comportamento anormal: agressivo, caído no chão, voando durante o dia é considerado suspeito;

109 MEDIDAS PREVENTIVAS O animal capturado vivo ou morto deve ser encaminhado ao laboratório para diagnóstico e identificação da espécie; Não eliminar os morcegos, pois são protegidos e de grande importância para a natureza; Vedar frestas e juntas de dilatações nas edificações e nos espaços existentes entre telhas e paredes; colocar vidros e portas em porões, enfim dar a manutenção adequada para evitar que estes sirvam de abrigo para morcego

110

111

112 RATOS

113 BIOLOGIA São animais de hábitos noturnos À partir do 3º mês de vida já podem procriar, sendo que o Tempo de gestação é de 19 à 22 dias e o número de filhotes por cria é de 5 à 12. Vida média - 1 ano.

114 Rattus norvegicus, conhecido como ratazana ou rato de esgoto. Abrigam-se em tocas que cavam na terra, em terrenos baldios, nas margens dos córregos, em lixões, sistemas de esgotos e bueiros.

115

116

117 Rattus rattus, conhecido como rato de telhado, rato de forro ou rato preto, caracteriza-se por possuir grandes orelhas e cauda longa. Costuma habitar locais altos e raramente escavam tocas.

118

119

120 Mus musculus, popularmente chamado de camundongo. Hábito preferencialmente intradomiciliar.

121

122

123 Saúde Pública Doença endêmica de caráter mundial; Alta incidência de casos; Alto custo hospitalar dos pacientes internados e causa de perda de vários dias de trabalho; Alta letalidade dos casos graves.

124 Saúde Pública Afeta homens e animais, causa prejuízos sanitários e econômicos; Ocorrência relacionada às precárias condições de infraestrutura sanitária e elevado número de roedores infectados.

125 Características Epidemiológicas Surtos de caráter sazonal em regiões de clima tropical e subtropical Elevada temperatura e períodos do ano com altos índices pluviométricos; Inundações propiciam a disseminação e a persistência do agente causal no ambiente.

126

127 No Brasil Doença endêmica que torna-se epidêmica em períodos chuvosos, principalmente em centros urbanos maiores, devido à aglomeração populacional de baixa renda em condições inadequadas de saneamento e à alta infestação de roedores infectados.

128 Modo de transmissão Exposição direta ou indireta à urina de animais infectados Penetração do microrganismo: Pele com presença de lesões; Pele íntegra imersa por longos períodos em água contaminada; Através das mucosas. Outras modalidades com rara frequência: contato com sangue, tecidos e órgãos de animais infectados, transmissão acidental em laboratórios e ingestão de água ou alimentos contaminados. A transmissão entre humanos é muito rara.

DIVISÃO DE VIGILÂNCIA AMBIENTAL EM SAÚDE PROGRAMA ESTADUAL DE CONTROLE DA DENGUE

DIVISÃO DE VIGILÂNCIA AMBIENTAL EM SAÚDE PROGRAMA ESTADUAL DE CONTROLE DA DENGUE DIVISÃO DE VIGILÂNCIA AMBIENTAL EM SAÚDE PROGRAMA ESTADUAL DE CONTROLE DA DENGUE Área de dispersão do vetor Aedes aegypti Originário da África tropical e introduzido nas Américas durante a colonização

Leia mais

TODOS CONTRA O A PREVENÇÃO É A MELHOR SOLUÇÃO

TODOS CONTRA O A PREVENÇÃO É A MELHOR SOLUÇÃO TODOS CONTRA O MOSQUITO A PREVENÇÃO É A MELHOR SOLUÇÃO Sobre o Aedes aegypti O mosquito Aedes aegypti é o transmissor da Dengue, Chikungunya e e a infecção acontece após a pessoa receber uma picada do

Leia mais

Vigilância em Saúde Ambiental

Vigilância em Saúde Ambiental Vigilância em Saúde Ambiental Informações em Saúde ROEDORES (Rodentia): - Gestão inadequada dos resíduos; - Maus hábitos de higiene; - Descuidos com o armazenamento de alimentos; - Facilidade de acesso

Leia mais

DENGUE e DENGUE HEMORRÁGICO

DENGUE e DENGUE HEMORRÁGICO DENGUE e DENGUE HEMORRÁGICO Prof. Dr. Rivaldo Venâncio da Cunha Dourados, 08 de fevereiro de 2007 O que é o dengue? O dengue é uma doença infecciosa causada por um vírus; Este vírus pode ser de quatro

Leia mais

É MUITO GRAVE! COMBATER O MOSQUITO É DEVER DE TODOS!

É MUITO GRAVE! COMBATER O MOSQUITO É DEVER DE TODOS! Filiado a: Dengue, Chikungunya e Zika Vírus É MUITO GRAVE! COMBATER O MOSQUITO É DEVER DE TODOS! AEDES AEGYPTI Aedes Aegypti e Aedes Albopictus são as duas espécies de mosquito que podem transmitir Dengue,

Leia mais

Porto Alegre, 19 de agosto de 2015

Porto Alegre, 19 de agosto de 2015 Biologia e ecologia do mosquito vetor da dengue Porto Alegre, 19 de agosto de 2015 Biologia do vetor Aedes aegypti macho Aedes aegypti Aedes albopictus Mosquitos do gênero Aedes. Característica Aedes aegypti

Leia mais

MANUAL BÁSICO DE CONTROLE DE ESCORPIÕES

MANUAL BÁSICO DE CONTROLE DE ESCORPIÕES MANUAL BÁSICO DE CONTROLE DE ESCORPIÕES DIVAL/GEVAC/NUNOR Brasília, agosto de 2015 ESCORPIÕES 1 - O que é um escorpião? O escorpião, assim como as aranhas, carrapatos, entre outros, são animais que fazem

Leia mais

MITOS X VERDADES SOBRE A DENGUE

MITOS X VERDADES SOBRE A DENGUE Uma boa alimentação garante imunidade à doença? Mito. Não há algum alimento específico contra a dengue. Porém, uma alimentação incluindo frutas e vegetais, torna o organismo da pessoa mais saudável e o

Leia mais

Secretaria de Estado da Saúde

Secretaria de Estado da Saúde Aedes aegypti ovos larvas pupas Inseto adulto Aedes aegypti É o mosquito que transmite Dengue Leva em média 7 dias de ovo a adulto; Tem hábitos diurnos; Vive dentro ou próximo de habitações humanas; A

Leia mais

Dengue uma grande ameaça. Mudanças climáticas, chuvas e lixo fazem doença avançar.

Dengue uma grande ameaça. Mudanças climáticas, chuvas e lixo fazem doença avançar. Dengue uma grande ameaça. Mudanças climáticas, chuvas e lixo fazem doença avançar. O verão chega para agravar o pesadelo da dengue. As mortes pela doença aumentaram na estação passada e vem preocupando

Leia mais

ENCICLOPÉDIA DE PRAGAS

ENCICLOPÉDIA DE PRAGAS - Folha 1 Barbeiro - Triatoma infestans O nome cientifico do inseto barbeiro é Triatoma infestans, mas no Brasil sao conhecidas mais de 30 especies que transmitem a doença de Chagas. O genero como o proprio

Leia mais

sumário Introdução... 2 Ratos... 3 Pombos... 5 Baratas... 6 Moscas... 8 Pulgas... 9 Escorpiões... 11 Aranhas... 12 Formigas... 13

sumário Introdução... 2 Ratos... 3 Pombos... 5 Baratas... 6 Moscas... 8 Pulgas... 9 Escorpiões... 11 Aranhas... 12 Formigas... 13 sumário Introdução... 2 Ratos... 3 Pombos... 5 Baratas... 6 Moscas... 8 Pulgas... 9 Escorpiões... 11 Aranhas... 12 Formigas... 13 Lacraias ou Centopéias... 14 1 Taturanas... 15 Mosquitos... 16 Abelhas...

Leia mais

SUMÁRIO. Informação: a maior aliada na prevenção...4. Cuidados para grávidas e mulheres em idade fértil...5

SUMÁRIO. Informação: a maior aliada na prevenção...4. Cuidados para grávidas e mulheres em idade fértil...5 2 SUMÁRIO Informação: a maior aliada na prevenção...4 Cuidados para grávidas e mulheres em idade fértil...5 Uso de repelentes como medida preventiva e cuidados para toda a população...9 Tipos de repelente...13

Leia mais

Para impedir a propagação da dengue, você deve primeiramente impedir a reprodução de seu transmissor, o mosquito Aedes aegypti.

Para impedir a propagação da dengue, você deve primeiramente impedir a reprodução de seu transmissor, o mosquito Aedes aegypti. Cartilha de Dengue Para impedir a propagação da dengue, você deve primeiramente impedir a reprodução de seu transmissor, o mosquito Aedes aegypti. Conhecendo o ciclo biológico do mosquito O Aedes aegypti

Leia mais

LEPTOSPIROSE X ENCHENTES

LEPTOSPIROSE X ENCHENTES LEPTOSPIROSE X ENCHENTES Durante os temporais e inundações, a bactéria leptospira, presente na urina do rato, se espalha nas águas, invade as casas e pode contaminar, através da pele, os que entram em

Leia mais

Prevenção e controlo do mosquito. Aedes aegypti

Prevenção e controlo do mosquito. Aedes aegypti Prevenção e controlo do mosquito Aedes aegypti Aedes aegypti É um mosquito fácil de reconhecer por ser riscado de branco e preto. 2 Distribuição geográfica O mosquito terá tido origem no continente africano.

Leia mais

CONFIRA DICAS PARA ENFRENTAR O ALTO ÍNDICE ULTRAVIOLETA

CONFIRA DICAS PARA ENFRENTAR O ALTO ÍNDICE ULTRAVIOLETA PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE Edifício Durval Silva, QD. 103 Sul, Rua SO-07, LT. 03, Centro CEP 77.016-010 Telefone: (63) 3218-5210 / E-mail: [email protected] VIGILÂNCIA

Leia mais

Combate ao mosquito Aedes aegypti no ambiente de trabalho

Combate ao mosquito Aedes aegypti no ambiente de trabalho Combate ao mosquito Aedes aegypti no ambiente de trabalho Coordenação Geral Programa Nacional de Controle da Dengue, Chikungunya e Zika - CGPNCD Secretaria de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde [email protected]

Leia mais

Inimigo N 1 AGORA E TODO MUNDO CONTRA O MOSQUITO

Inimigo N 1 AGORA E TODO MUNDO CONTRA O MOSQUITO Inimigo N 1 o AGORA E TODO MUNDO CONTRA O MOSQUITO O mosquito esta muito mais perigoso A Bahia está em alerta com a epidemia de três doenças: Dengue, Chikungunya e Zika. Elas são transmitidas pela picada

Leia mais

Período de incubação nos seres humanos, varia de 3 a 15 dias, mais comum de 5 a 6 dias, isto significa que o paciente vai sentir os sintomas depois

Período de incubação nos seres humanos, varia de 3 a 15 dias, mais comum de 5 a 6 dias, isto significa que o paciente vai sentir os sintomas depois DENGUE DENGUE : DOENÇA QUE MATA DENGUE FORMAS CLÍNICAS DA DENGUE Assintomática Oligossintomática Dengue clássica Dengue grave Febre hemorrágica Dengue com Complicações transmissão Dengue é transmitida

Leia mais

CIÊNCIAS PROVA 3º BIMESTRE 7º ANO

CIÊNCIAS PROVA 3º BIMESTRE 7º ANO PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO SUBSECRETARIA DE ENSINO COORDENADORIA DE EDUCAÇÃO CIÊNCIAS PROVA 3º BIMESTRE 7º ANO 2010 Questão 1 O reino Animalia, ou reino dos

Leia mais

Se o mosquito da dengue pode matar, ele não pode nascer.

Se o mosquito da dengue pode matar, ele não pode nascer. Dezembro/2015 Se o mosquito da dengue pode matar, ele não pode nascer. Você sabia que o mosquito da dengue demora, em média, 7 dias para nascer? Além disso, ele está mais forte e também transmite duas

Leia mais

Manual Básico para os Manipuladores de Alimentos

Manual Básico para os Manipuladores de Alimentos Secretaria Municipal de Saúde VISA Ponte Nova Manual Básico para os Manipuladores de Alimentos Elaborado pela Equipe da Vigilância Sanitária de Ponte Nova Índice: 1. Manipulador de Alimentos e Segurança

Leia mais

INFORME SEMANAL DE DENGUE, ZIKA E CHIKUNGUNYA

INFORME SEMANAL DE DENGUE, ZIKA E CHIKUNGUNYA INFORME SEMANAL DE DENGUE, ZIKA E CHIKUNGUNYA Perguntas e respostas sobre a FEBRE CHIKUNGUNYA O que é Chikungunya? É uma doença infecciosa febril, causada pelo vírus Chikungunya (CHIKV), que pode ser transmitida

Leia mais

Características dos Nematoides

Características dos Nematoides Nematoides Características dos Nematoides Possuem o corpo cilíndrico e alongado, com pontas afiladas e musculatura desenvolvida. Apresentam tamanhos variados. Tubo digestório completo (boca e ânus). Podem

Leia mais

Material Complementar. Tema: Discutindo a Dengue

Material Complementar. Tema: Discutindo a Dengue Material Complementar Tema: Discutindo a Dengue Setor de Educação de Jovens e Adultos Objetivos: o Compreender o ciclo evolutivo da Dengue. o Reconhecer diferentes formas de desenvolvimento dos organismos.

Leia mais

Plano de Ação do Agente Comunitário de Saúde para combate ao Aedes aegypti

Plano de Ação do Agente Comunitário de Saúde para combate ao Aedes aegypti SECRETÁRIA ESTADUAL DE SAÚDE DO RIO GRANDE DO SUL UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL Plano de Ação do Agente Comunitário de Saúde para combate ao Aedes aegypti Porto Alegre - RS 2016 SECRETÁRIA

Leia mais

LEVANTAMENTO DOS ANIMAIS SINANTRÓPICOS DA SUB- BACIA HIDROGRÁFICA URBANA PILÃO DE PEDRA, EM PONTA GROSSA PR

LEVANTAMENTO DOS ANIMAIS SINANTRÓPICOS DA SUB- BACIA HIDROGRÁFICA URBANA PILÃO DE PEDRA, EM PONTA GROSSA PR LEVANTAMENTO DOS ANIMAIS SINANTRÓPICOS DA SUB- BACIA HIDROGRÁFICA URBANA PILÃO DE PEDRA, EM PONTA GROSSA PR Leticia Polesel Weiss ([email protected]) Rosana Pinheiro Maria Aparecida Oliveira Hinsching

Leia mais

O curativo do umbigo

O curativo do umbigo Higiene do bebê O curativo do umbigo Organizo meu futuro porque o presente já passou. A presença de pus ou de vermelhidão ao redor do umbigo sugere infecção e deve ser avaliada pelo profissional de saúde.

Leia mais

DENGUE. PROIBIDO RETORNAR. XXXXXX

DENGUE. PROIBIDO RETORNAR. XXXXXX DENGUE. PROIBIDO RETORNAR. XXXXXX Elimine água empoçada nos pratos de plantas e pneus velhos. Não deixe latas vazias, garrafas, potes plásticos, tampinhas, lixo e entulho expostos à chuva. Com o esforço

Leia mais

Nomes: Melissa nº 12 Naraiane nº 13 Priscila nº 16 Vanessa nº 20 Turma 202

Nomes: Melissa nº 12 Naraiane nº 13 Priscila nº 16 Vanessa nº 20 Turma 202 Nomes: Melissa nº 12 Naraiane nº 13 Priscila nº 16 Vanessa nº 20 Turma 202 A doença de chagas é assim denominada em homenagem ao seu descobridor, o médico brasileiro Dr. Carlos Justiniano Ribeiro das Chagas.

Leia mais

Rato morto a mais de uma semana já em estado avançado de decomposição próximo ao bloco E.

Rato morto a mais de uma semana já em estado avançado de decomposição próximo ao bloco E. Campinas, 04 de Agosto de 2009. Universidade Estadual de Campinas Pró-Reitoria de Graduação Programa de Moradia Estudantil Att.: Professor Dr. Luis Antonio Viotto coordenador do PME Manutenção e limpeza

Leia mais

MicroBingo TABELA GERAL

MicroBingo TABELA GERAL MicroBingo TABELA GERAL DOENÇAS CAUSADAS POR VÍRUS Poliomielite (paralisia infantil) pelo Poliovírus. que causa esta doença é oral (boca) ou fecal (fezes) e pode contaminar quem não tomou as Gotinhas do

Leia mais

Diante da atual situação de desabastecimento de água na cidade. Orientações à população para uso da Água. prefeitura.sp.gov.

Diante da atual situação de desabastecimento de água na cidade. Orientações à população para uso da Água. prefeitura.sp.gov. Prefeitura do Município de São Paulo Secretaria Municipal da Saúde Coordenação de Vigilância em Saúde - COVISA 08 de abril de 05 Orientações à população para uso da Água Diante da atual situação de desabastecimento

Leia mais

[175] a. CONSIDERAÇÕES GERAIS DE AVALIAÇÃO. Parte III P R O T O C O L O S D E D O E N Ç A S I N F E C C I O S A S

[175] a. CONSIDERAÇÕES GERAIS DE AVALIAÇÃO. Parte III P R O T O C O L O S D E D O E N Ç A S I N F E C C I O S A S [175] Geralmente ocorre leucocitose com neutrofilia. A urina contém bile, proteína hemácias e cilindros. Ocorre elevação de CK que não é comum em pacientes com hepatite. Oligúria é comum e pode ocorrer

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE DEPARTAMENTO NACIONAL DE ENDEMIAS RURAIS

MINISTÉRIO DA SAÚDE DEPARTAMENTO NACIONAL DE ENDEMIAS RURAIS MINISTÉRIO DA SAÚDE DEPARTAMENTO NACIONAL DE ENDEMIAS RURAIS Publicado sob os auspícios do Ministério da Saúde sendo ministro o prof. MAURÍCIO DE MEDEIROS e Diretor-Geral do D.N.E.Ru. o Dr. MÁRIO PINOTTI.

Leia mais

Paulo Skaf Presidente

Paulo Skaf Presidente Dengue, Chikungunya e Zika Vírus são doenças graves, que podem atingir qualquer pessoa. Mas, com cuidados simples, podemos evitá-las, preservando a saúde dos trabalhadores da indústria e seus familiares.

Leia mais

PREVENÇÃO DE ACIDENTES COM ANIMAIS ESCORPIÃO ESCORPIÕES. William Henrique Stutz

PREVENÇÃO DE ACIDENTES COM ANIMAIS ESCORPIÃO ESCORPIÕES. William Henrique Stutz PREVENÇÃO DE ACIDENTES COM ANIMAIS ESCORPIÃO ESCORPIÕES William Henrique Stutz Os escorpiões são aracnídeos, muitas pessoas os chamam de insetos, mas basta observar que este animal tem 4 (quatro) pares

Leia mais

RAIVA. A raiva é um doença viral prevenível de mamíferos, que geralmente é transmitida através da mordida de uma animal infectado.

RAIVA. A raiva é um doença viral prevenível de mamíferos, que geralmente é transmitida através da mordida de uma animal infectado. RAIVA A raiva é um doença viral prevenível de mamíferos, que geralmente é transmitida através da mordida de uma animal infectado. RAIVA PRINCIPAIS VETORES - Furão (ferrets) - Raposas - Coiotes - Guaxinins

Leia mais

O que é o lixo? Pastilha elástica

O que é o lixo? Pastilha elástica O que é a INOVA-EM? A INOVA-EM é a empresa responsável pela qualidade da água que chega às nossas torneiras, pelo tratamento das águas que vão para o saneamento, pela recolha do lixo, limpeza urbana, manutenção

Leia mais

Ser humano e saúde / vida e ambiente. Voltadas para procedimentos e atitudes. Voltadas para os conteúdos

Ser humano e saúde / vida e ambiente. Voltadas para procedimentos e atitudes. Voltadas para os conteúdos Atividade de Aprendizagem 10 Dengue: aqui não! Eixo(s) temático(s) Ser humano e saúde / vida e ambiente Tema Água e vida / reprodução e ocupação de novos ambientes / saúde individual e coletiva Conteúdos

Leia mais

Gripe H1N1 ou Influenza A

Gripe H1N1 ou Influenza A Gripe H1N1 ou Influenza A A gripe H1N1 é uma doença causada por vírus, que é uma combinação dos vírus da gripe normal, da aviária e da suína. Essa gripe é diferente da gripe normal por ser altamente contagiosa

Leia mais

2º Simpósio Brasileiro de Saúde & Ambiente (2ºSIBSA) 19 a 22 de outubro de 2014 MINASCENTRO Belo Horizonte - MG

2º Simpósio Brasileiro de Saúde & Ambiente (2ºSIBSA) 19 a 22 de outubro de 2014 MINASCENTRO Belo Horizonte - MG 2º Simpósio Brasileiro de Saúde & Ambiente (2ºSIBSA) 19 a 22 de outubro de 2014 MINASCENTRO Belo Horizonte - MG Nome do Painel: Manejo Ambiental no Combate à Dengue Eixo 3. Direitos justiça ambiental e

Leia mais

Vigilância epidemiológica da Dengue no município de Natal

Vigilância epidemiológica da Dengue no município de Natal Prefeitura do Natal Secretaria Municipal de Saúde Departamento de Vigilância em Saúde Centro de Controle de Zoonoses Data de produção: 17/2/215 Ano 8 Número 6 - Dados referente as Semanas Epidemiológica

Leia mais

Carlos Massaru Watanabe/ Marcos Gennaro Engenheiros Agrônomos

Carlos Massaru Watanabe/ Marcos Gennaro Engenheiros Agrônomos DEDETIZAÇÃO Carlos Massaru Watanabe/ Marcos Gennaro Engenheiros Agrônomos TRATAMENTO DOMISSANITARIO: MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS Carlos Massaru Watanabe Engenheiro Agrônomo Pragas Interesse Agrícola Interesse

Leia mais

CIÊNCIAS E PROGRAMA DE SAÚDE

CIÊNCIAS E PROGRAMA DE SAÚDE GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO CIÊNCIAS E PROGRAMA DE SAÚDE 07 CEEJA MAX DADÁ GALLIZZI PRAIA GRANDE - SP 0 A alma da gente durante a vida, produz uma quantidade imensa

Leia mais

MEMÓRIA DA REUNIÃO 1. PAUTA

MEMÓRIA DA REUNIÃO 1. PAUTA Assunto: Reunião/Palestra saúde para orientar e esclarecer as dúvidas da população sobre as ações preventivas na área da saúde pública em virtude da construção da UHE Belo Monte. Redator: Lucimara Rios

Leia mais

Até quando uma população pode crescer?

Até quando uma população pode crescer? A U A UL LA Até quando uma população pode crescer? Seu José é dono de um sítio. Cultiva milho em suas terras, além de frutas e legumes que servem para a subsistência da família. Certa vez, a colheita do

Leia mais

O QUE É AIDS?... 2 TESTAGEM... 3 PRINCIPAIS SINTOMAS DA AIDS... 4 SAIBA COMO SE PEGA AIDS... 5 Assim Pega... 5 Assim não pega... 5 Outras formas de

O QUE É AIDS?... 2 TESTAGEM... 3 PRINCIPAIS SINTOMAS DA AIDS... 4 SAIBA COMO SE PEGA AIDS... 5 Assim Pega... 5 Assim não pega... 5 Outras formas de O QUE É AIDS?... 2 TESTAGEM... 3 PRINCIPAIS SINTOMAS DA AIDS... 4 SAIBA COMO SE PEGA AIDS... 5 Assim Pega... 5 Assim não pega... 5 Outras formas de transmissão... 6 Acidentes ocupacionais com materiais

Leia mais

MATERIAL DE APOIO PARA INSÍGINIA MUNDIAL DE CONSERVACIONISMO

MATERIAL DE APOIO PARA INSÍGINIA MUNDIAL DE CONSERVACIONISMO MATERIAL DE APOIO PARA INSÍGINIA MUNDIAL DE CONSERVACIONISMO 03 DE JULHO DE 2009 ÍTENS DA ETAPA MARROM 1. TOMAR PARTE, DE PREFERÊNCIA EM UM GRUPO, EM DOIS PROJETOS, TAIS COMO: Limpar um arroio, valo ou

Leia mais

Manejo Ecológico de Pragas

Manejo Ecológico de Pragas Manejo Ecológico de Pragas Eng. Agro. Dr. Marcel Ricardo Tanzini Diretor da Biomax Manejo Ecológico de Pragas Para assegurar que todos os processos de produção estejam de acordo com os rigorosos padrões

Leia mais

APRENDER A APRENDER CONTEÚDO E HABILIDADES APRENDER A APRENDER DINÂMICA LOCAL INTERATIVA CIÊNCIAS. Aula: 17.2 Conteúdo: Doenças relacionadas à água II

APRENDER A APRENDER CONTEÚDO E HABILIDADES APRENDER A APRENDER DINÂMICA LOCAL INTERATIVA CIÊNCIAS. Aula: 17.2 Conteúdo: Doenças relacionadas à água II A A Aula: 17.2 Conteúdo: Doenças relacionadas à água II 2 A A Habilidades: Conhecer algumas medidas para prevenir as doenças veiculadas pela água. 3 A A Dengue A dengue é uma doença febril aguda causada

Leia mais

Produtos - Saúde Pública / Raticidas / Klerat

Produtos - Saúde Pública / Raticidas / Klerat Produtos - Saúde Pública / Raticidas / Klerat KLERAT O Melhor raticida dose única KLERAT mata todos os roedores, incluindo aqueles resistentes a outros raticidas anticoagulantes, com a MENOR DOSE DO MERCADO.

Leia mais

Apresentação. O que é Dengue Clássica?

Apresentação. O que é Dengue Clássica? Apresentação É no verão que acontecem as maiores epidemias de dengue devido ao alto volume de chuva. O Santa Casa Saúde, por meio do Programa Saúde Segura, está de olho no mosquito aedes aegypti e na sua

Leia mais

SECRETARIA MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE Prefeitura Municipal de Afonso Cláudio Estado do Espírito Santo

SECRETARIA MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE Prefeitura Municipal de Afonso Cláudio Estado do Espírito Santo ATA DE REUNIÃO DE ORIENTAÇÃO SOBRE A IMPLANTAÇÃO DA COLETA SELETIVA NO MUNICÍPIO DE AFONSO CLÁUDIO E DIVULGAÇÃO DO MUTIRÃO DE LIMPEZA DE QUINTAIS E TERRENOS, REALIZADA COM OS MORADORES DOS BAIRROS BOA

Leia mais

SMSA divulga resultado do LIRAa de Outubro de 2015

SMSA divulga resultado do LIRAa de Outubro de 2015 SMSA divulga resultado do LIRAa de Outubro de 2015 O Levantamento do Índice Rápido do Aedes aegypti LIRAa, de outubro de 2015, demonstra que 0,6% dos imóveis pesquisados em Belo Horizonte conta com a presença

Leia mais

Moradores denunciam demora no combate à dengue no ABC

Moradores denunciam demora no combate à dengue no ABC 1 de 5 Moradores denunciam demora no combate à dengue no ABC Maria Teresa Orlandi Apesar do risco iminente de uma epidemia de dengue chegar à região, as prefeituras têm demorado para detectar e extirpar

Leia mais

Boletim Epidemiológico da Dengue

Boletim Epidemiológico da Dengue Boletim Epidemiológico da Dengue Dados Referentes às Semanas Epidemiológicas: 01 a 03 - Períodos de 03/01/2016 a 23/01/2016 Ano: 09 Número: 03 Data de Produção: 22/01/2016 Esse boletim está na web: www.natal.rn.gov.br/sms

Leia mais

Diante da atual situação de desabastecimento de água na cidade. Orientações à população para uso da Água. prefeitura.sp.gov.

Diante da atual situação de desabastecimento de água na cidade. Orientações à população para uso da Água. prefeitura.sp.gov. Prefeitura do Município de São Paulo Secretaria Municipal da Saúde Coordenação de Vigilância em Saúde - COVISA 08 de abril de 05 Orientações à população para uso da Água Diante da atual situação de desabastecimento

Leia mais

Cód. 01 Agente de Controle de Zoonoses

Cód. 01 Agente de Controle de Zoonoses PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO CAETANO DO SUL CONCURSO PÚBLICO Nº 001/2007 Cód. 01 Agente de Controle de Zoonoses 1. O Sistema Único de Saúde (SUS): ( ) oferece consultas e internações em hospitais públicos

Leia mais

NÚCLEO DE TECNOLOGIA MUNICIPAL DE MARECHAL CANDIDO RONDON. Curso: Introdução à Educação Digital. Cursista: Kátia Janaína Frichs cotica

NÚCLEO DE TECNOLOGIA MUNICIPAL DE MARECHAL CANDIDO RONDON. Curso: Introdução à Educação Digital. Cursista: Kátia Janaína Frichs cotica NÚCLEO DE TECNOLOGIA MUNICIPAL DE MARECHAL CANDIDO RONDON Curso: Introdução à Educação Digital Cursista: Kátia Janaína Frichs cotica Fique de na Dengue! ATENÇÃO: A dengue é uma doença muito dolorosa, deixa

Leia mais

NOTA TECNICA SAÚDE-N. 26-2015. Título: CNM alerta municípios em áreas de risco do mosquito Aedes aegypti

NOTA TECNICA SAÚDE-N. 26-2015. Título: CNM alerta municípios em áreas de risco do mosquito Aedes aegypti NOTA TECNICA SAÚDE-N. 26-2015 Brasília, 01 de dezembro de 2015. Área: Área Técnica em Saúde Título: CNM alerta municípios em áreas de risco do mosquito Aedes aegypti Fonte: Dab/MS/SAS/CNS 1. Em comunicado

Leia mais

PROVA FORMAÇÃO DE AGENTE DE COMBATE A ENDEMIAS Prefeitura Municipal de Ouro Preto 1- Assinale a alternativa que define o que é epidemiologia.

PROVA FORMAÇÃO DE AGENTE DE COMBATE A ENDEMIAS Prefeitura Municipal de Ouro Preto 1- Assinale a alternativa que define o que é epidemiologia. 1- Assinale a alternativa que define o que é epidemiologia. a) Estudo de saúde da população humana e o inter relacionamento com a saúde animal; b) Estudo de saúde em grupos de pacientes hospitalizados;

Leia mais

PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO 003/2014. Prefeitura Municipal de Bom Despacho AGENTE DE CONTROLE DE ENDEMIAS

PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO 003/2014. Prefeitura Municipal de Bom Despacho AGENTE DE CONTROLE DE ENDEMIAS 1 - Acerca das doenças de interesse em saúde pública, estão corretas as afirmativas, EXCETO: (A) Dengue é transmitida, geralmente, pela picada do mosquito Aedes Aegypti que inocula na pessoa o vírus da

Leia mais

02. Assinale a alternativa que contém, respectivamente, uma palavra trissílaba, dissílaba e polissílaba:

02. Assinale a alternativa que contém, respectivamente, uma palavra trissílaba, dissílaba e polissílaba: QUESTÕES OBJETIVAS AGENTE DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA 01. Nos vocábulos máquina e parede temos, respectivamente: a) Paroxítona e proparoxítona b) Paroxítona e paroxítona c) Proparoxítona e proparoxítona d)

Leia mais

Prova do Processo Seletivo para Agente Comunitário de Saúde e Agente de Combate de Endemias. SEMSA - Ponte Nova MG

Prova do Processo Seletivo para Agente Comunitário de Saúde e Agente de Combate de Endemias. SEMSA - Ponte Nova MG Prova do Processo Seletivo para Agente Comunitário de Saúde e Agente de Combate de Endemias. SEMSA - Ponte Nova MG Nome: Nota: INSTRUÇÕES PARA REALIZAÇÃO DA PROVA (LEIA ATENTAMENTE!) 1. A prova é individual

Leia mais

FORTALECENDO SABERES DINÂMICA LOCAL INTERATIVA CONTEÚDO E HABILIDADES CIÊNCIAS DESAFIO DO DIA. Aula: 17.1 Conteúdo: Doenças relacionadas à água I

FORTALECENDO SABERES DINÂMICA LOCAL INTERATIVA CONTEÚDO E HABILIDADES CIÊNCIAS DESAFIO DO DIA. Aula: 17.1 Conteúdo: Doenças relacionadas à água I CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Aula: 17.1 Conteúdo: Doenças relacionadas à água I 2 CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Habilidades: Identificar algumas

Leia mais

O curativo do umbigo

O curativo do umbigo Higiene do bebê O curativo do umbigo Organizo meu futuro porque o presente já passou. O curativo do umbigo deve ser feito todos os dias, depois do banho, até que o cordão do umbigo seque e caia. Isso leva

Leia mais

COLÉGIO JOÃO PAULO I LABORATÓRIO DE BIOLOGIA - 2º ANO PROF. ANDRÉ FRANCO FRANCESCHINI MALÁRIA

COLÉGIO JOÃO PAULO I LABORATÓRIO DE BIOLOGIA - 2º ANO PROF. ANDRÉ FRANCO FRANCESCHINI MALÁRIA COLÉGIO JOÃO PAULO I LABORATÓRIO DE BIOLOGIA - 2º ANO PROF. ANDRÉ FRANCO FRANCESCHINI MALÁRIA AGENTE CAUSADOR: Plasmodium falciparum, P. vivax e P. malariae. protozoário esporozoário parasita da hemáceas.

Leia mais

Caso tenha dúvidas entre em contato conosco através do e-mail [email protected] ou

Caso tenha dúvidas entre em contato conosco através do e-mail Biologia.sem.duvidas@gmail.com ou Professor Fernanda & Suellen Disciplina Biologia Lista nº 2 Assuntos Biomédicas Lista ENEM complemento do projeto UERJ Caso tenha dúvidas entre em contato conosco através do e-mail [email protected]

Leia mais

Unipampa Campus Dom Pedrito Curso de Zootecnia Disciplina de Apicultura Profa. Lilian Kratz Semestre 2015/2

Unipampa Campus Dom Pedrito Curso de Zootecnia Disciplina de Apicultura Profa. Lilian Kratz Semestre 2015/2 Unipampa Campus Dom Pedrito Curso de Zootecnia Disciplina de Apicultura Profa. Lilian Kratz Semestre 2015/2 Limpeza e desinfecção das colméias Importante para: - qualidade de vida das abelhas - boa produção

Leia mais

BOAS PRÁTICAS NO PREPARO DE ALIMENTOS

BOAS PRÁTICAS NO PREPARO DE ALIMENTOS BOAS PRÁTICAS NO PREPARO DE ALIMENTOS SÉRIE: SEGURANÇA ALIMENTAR e NUTRICIONAL Autora: Faustina Maria de Oliveira - Economista Doméstica DETEC Revisão: Dóris Florêncio Ferreira Alvarenga Pedagoga Departamento

Leia mais

Apresentação Mobilização no combate à dengue

Apresentação Mobilização no combate à dengue Apresentação Mobilização no combate à dengue Atualmente, a dengue é considerada um dos principais problemas de saúde pública do mundo. Com a temporada de chuvas, os riscos de surtos da doença ficam ainda

Leia mais

Projeto de Lei N.º 041/2.014

Projeto de Lei N.º 041/2.014 Projeto de Lei N.º 041/2.014 Dispõe sobre a proibição de criação, manutenção e alimentação de pombos domésticos em vias, praças, prédios e locais de acesso público na zona urbana do Município de Jacutinga

Leia mais

O Mosquito Aedes aegypti

O Mosquito Aedes aegypti O Mosquito Aedes aegypti MOSQUITO A origem do Aedes aegypti, inseto transmissor da doença ao homem, é africana. Na verdade, quem contamina é a fêmea, pois o macho apenas se alimenta de carboidratos extraídos

Leia mais

Índice 3. Introdução 4. O que é Aedes aegypti? 5. Como o mosquito chegou até nós 6. Casos de dengue em Campinas 7. O que é o Chikungunya? 8.

Índice 3. Introdução 4. O que é Aedes aegypti? 5. Como o mosquito chegou até nós 6. Casos de dengue em Campinas 7. O que é o Chikungunya? 8. Índice 3. Introdução 4. O que é Aedes aegypti? 5. Como o mosquito chegou até nós 6. Casos de dengue em Campinas 7. O que é o Chikungunya? 8. O que é e como surgiu o zika vírus 9. Sintomas 10. Diferença

Leia mais

Etapa 1: A Diarreia: Identificar e reconhecer a doença

Etapa 1: A Diarreia: Identificar e reconhecer a doença GUIA DO/DA FACILITADOR(A) DE SAUDE Luta contra doenças diarreicas e a Malária Inter Aide Projecto Agua e Saneamento Luta contra Malaria CP 6 Nacala a Velha 82 78 29 956 MENSAGENS CHAVES Etapa 1: A Diarreia:

Leia mais

Campanha contra Aedes aegypti

Campanha contra Aedes aegypti Campanha contra Aedes aegypti CONTRIBUIÇÕES DA DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO E INFRAESTRUTURA OBSERVAR locais ou objetos que podem ser criadouros do mosquito Aedes aegypti REALIZAR ações para evitar criadouros

Leia mais

LEPTOSPIROSE. Deise Galan. Consultora - Departamento de Doenças Transmissíveis e Análise de Saúde Organização Pan-Americana da Saúde

LEPTOSPIROSE. Deise Galan. Consultora - Departamento de Doenças Transmissíveis e Análise de Saúde Organização Pan-Americana da Saúde LEPTOSPIROSE Deise Galan Consultora - Departamento de Doenças Transmissíveis e Análise de Saúde Organização Pan-Americana da Saúde Falso Apenas os ratos transmitem a leptospirose Os ratos são os principais

Leia mais

Levantamento sobre a incidência de dengue e seu controle no município de. Centro de Ciências Biológicas e da Saúde CCBS

Levantamento sobre a incidência de dengue e seu controle no município de. Centro de Ciências Biológicas e da Saúde CCBS TÍTULO: LEVANTAMENTO SOBRE A INCIDÊNCIA DE DENGUE E SEU CONTROLE NO MUNICÍPIO DE CAMPINA GRANDE PB.AUTORES: Orientador: Prof. Dr. Teobaldo Gonzaga R. Pereira, Annelise Mota de Alencar Mat. 20112043 Tel.

Leia mais

Guia Ourofino de limpeza dos ouvidos de cães e gatos. Seguindo estas dicas, você protege e ainda dá carinho ao seu amigo.

Guia Ourofino de limpeza dos ouvidos de cães e gatos. Seguindo estas dicas, você protege e ainda dá carinho ao seu amigo. Guia Ourofino de limpeza dos ouvidos de cães e gatos. Seguindo estas dicas, você protege e ainda dá carinho ao seu amigo. Manter limpos os ouvidos de cães e gatos, além de contribuir para sua saúde e bem-estar,

Leia mais

Somos a Patrulha da dengue. Recebemos a missão de combater e eliminar o mosquito transmissor dessa doença. Junte-se a nossa equipe de operações

Somos a Patrulha da dengue. Recebemos a missão de combater e eliminar o mosquito transmissor dessa doença. Junte-se a nossa equipe de operações Educação, para ter excelência e qualidade, não pode ficar limitada ao ensino em sala de aula. Precisamos sair, olhar, captar, sentir e absorver o que acontece no mundo, buscando e expressando necessidades

Leia mais

Manual do Carrapatograma

Manual do Carrapatograma Manual do Carrapatograma Amigo Produtor de Leite, Existem no mundo quase 900 espécies de carrapatos, só no Brasil existem mais de cinqüenta. Sendo que, o mais preocupante para a pecuária é o carrapato

Leia mais

PARASITOLOGIA ZOOTÉCNICA ORDEM HEMIPTERA

PARASITOLOGIA ZOOTÉCNICA ORDEM HEMIPTERA Aula 04 A PARASITOLOGIA ZOOTÉCNICA Aula de hoje: Hemiptera de importância em Parasitologia Zootécnica ORDEM HEMIPTERA Insetos da ordem Hemiptera são divididos em três subordens, os Heteroptera (conhecidos

Leia mais

Adelmo LeãoPT. Deputado Estadual. Mandato. Participativo DENGUE. Cartilha DIAGNÓSTICO TRATAMENTO & PREVENÇÃO

Adelmo LeãoPT. Deputado Estadual. Mandato. Participativo DENGUE. Cartilha DIAGNÓSTICO TRATAMENTO & PREVENÇÃO Adelmo LeãoPT Mandato Deputado Estadual Participativo Cartilha DIAGNÓSTICO TRATAMENTO & PREVENÇÃO Ficha Técnica Elaboração, distribuição e informação: MANDATO PARTICIPATIVO DEPUTADO ESTADUAL ADELMO CARNEIRO

Leia mais

Aula IV Protozoários Zoopatogênicos

Aula IV Protozoários Zoopatogênicos ZOOLOGIA E PARASITOLOGIA Aula IV Protozoários Zoopatogênicos Professora: Luciana Alves de Sousa Doenças causadas por Protozoários Doença de Chagas Leishmaniose Malária Giardíase Amebíase Toxoplasmose Doença

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA PREFEITURA E DOS VIZINHOS NO COMBATE À DENGUE!

A IMPORTÂNCIA DA PREFEITURA E DOS VIZINHOS NO COMBATE À DENGUE! A IMPORTÂNCIA DA PREFEITURA E DOS VIZINHOS NO COMBATE À DENGUE! O mosquito da Dengue se prolifera em "em silêncio". Gosta de "sombra e água limpa". O melhor jeito de combatê-lo é eliminando os criadouros

Leia mais

PAC 07. Controle Integrado de Pragas CIP

PAC 07. Controle Integrado de Pragas CIP Página 1 de 10 Controle Integrado de Pragas CIP Página 2 de 10 1. Objetivo----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------03

Leia mais

Malária. esporozoita

Malária. esporozoita Malária esporozoita Francisco Bergson Pinheiro Moura Médico Veterinário e-mails: [email protected] bergson.moura.live.com Definição Doença infecciosa febril aguda, cujos agentes etiológicos

Leia mais

Saneamento- - ResíduosSólidos_FCS,2000 11

Saneamento- - ResíduosSólidos_FCS,2000 11 SANEAMENTO SANEAMENTO SANEAMENTO BÁSICO Resíduos Resíduos Sólidos Sólidos - ResíduosSólidos_FCS,2000 11 SANEAMENTO BÁSICO Resíduos Sólidos Módulo de Saneamento Disciplina de Enfermagem em Saúde Comunitária

Leia mais

COMPOSIÇÃO DE MAPA DE ENDEMIAS COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO EM POLÍTICA PÚBLICA EM SAÚDE E VIGILÂNCIA EM MEIO AMBIENTE: O CASO MUNICÍPIO DE PARACAMBI/RJ

COMPOSIÇÃO DE MAPA DE ENDEMIAS COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO EM POLÍTICA PÚBLICA EM SAÚDE E VIGILÂNCIA EM MEIO AMBIENTE: O CASO MUNICÍPIO DE PARACAMBI/RJ COMPOSIÇÃO DE MAPA DE ENDEMIAS COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO EM POLÍTICA PÚBLICA EM SAÚDE E VIGILÂNCIA EM MEIO AMBIENTE: O CASO MUNICÍPIO DE PARACAMBI/RJ Duarte, Maria Aparecidade (*), Domiciano, Giselli

Leia mais

AEDES AEGYPTI - O IMPACTO DE UMA ESPÉCIE EXÓTICA INVASORA NA SAÚDE PÚBLICA

AEDES AEGYPTI - O IMPACTO DE UMA ESPÉCIE EXÓTICA INVASORA NA SAÚDE PÚBLICA AEDES AEGYPTI - O IMPACTO DE UMA ESPÉCIE EXÓTICA INVASORA NA SAÚDE PÚBLICA Porto Alegre, junho de 2016 1. O vetor Originário da África, o mosquito Aedes aegypti tem duas subespécies, Aedes aegypti formosus

Leia mais

é o processo biológico de decomposição e de reciclagem da matéria orgânica contida em

é o processo biológico de decomposição e de reciclagem da matéria orgânica contida em Módulo: Responsabilidade Socioambiental Educador: Flavio Furtado. O que é compostagem? é o processo biológico de decomposição e de reciclagem da matéria orgânica contida em restos de origem animal ou vegetal

Leia mais

BIOLOGIA - 3 o ANO MÓDULO 28 REINO PROTISTA

BIOLOGIA - 3 o ANO MÓDULO 28 REINO PROTISTA BIOLOGIA - 3 o ANO MÓDULO 28 REINO PROTISTA Corpúsculo basal Membrana ondulante Citoplasma núcleo flagelo Reprodução assexuada em flagelados Parasita Leishmania brasiliensis Transmissor homem Phlebotomus

Leia mais

Esta doença afeta mais de 100 milhões de pessoas por ano no mundo, e no Brasil é uma das que têm maior impacto na saúde pública.

Esta doença afeta mais de 100 milhões de pessoas por ano no mundo, e no Brasil é uma das que têm maior impacto na saúde pública. Introdução O Mosquito (Aedes aegypti) Ciclo Biológico do Mosquito Hábitos do vetor Formas de eliminação física e química do vetor Ações realizadas pela Prefeitura através da FMSRC (CCZ) e de outras Notificações

Leia mais

Cartilha de Mobilização Social nas Organizações

Cartilha de Mobilização Social nas Organizações Cartilha de Mobilização Social nas Organizações Contatos: GT FAD/SESAB: Elisabeth França (71) 3115-4217 Akemi Chastinet (71) 3116-0029 João Emanuel Araujo (71) 3116-0024 Agnaldo Orrico (71) 3116-0024 Zilda

Leia mais

ALERGIA A INSETOS SUGADORES (ESTRÓFULO)

ALERGIA A INSETOS SUGADORES (ESTRÓFULO) ALERGIA A INSETOS SUGADORES (ESTRÓFULO) A maioria das pessoas não-alérgicas a picadas de insetos geralmente apresentam uma reação papulosa no local da picada do inseto. A pápula surge em 5 a 20 minutos

Leia mais

RELATO DAS ATIVIDADES DA VIGILÂNCIA EM SAÚDE NO COMBATE A DENGUE EM SANTA MARIA

RELATO DAS ATIVIDADES DA VIGILÂNCIA EM SAÚDE NO COMBATE A DENGUE EM SANTA MARIA RELATO DAS ATIVIDADES DA VIGILÂNCIA EM SAÚDE NO COMBATE A DENGUE EM SANTA MARIA A dengue é um dos principais problemas de saúde pública no mundo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que entre 50

Leia mais