ANIMAIS SINANTRÓPICOS
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- Bianca Garrau de Carvalho
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1 ANIMAIS SINANTRÓPICOS Profª Esp. Cíntia Moreira Marciliano da Costa
2 São aqueles que ao longo do tempo se adaptaram a viver junto ao homem a despeito da vontade deste. Todos eles constituem um papel muito importante e particular na cadeia alimentar da natureza.
3 PERNILONGO
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5 BIOLOGIA São insetos com ciclo de vida com 2 fases distintas: 1 - Aquática: ovo larva pupa As fêmeas depositam os ovos agrupados em forma de jangadas, que são vistas na superfície da água flutuando. Possui em média de 150 a 280 ovos. A larva alimenta-se de matéria orgânica existente na água e a pupa não se alimenta
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7 FASE AQUÁTICA Ovos ( jangadas) Larvas Pupa
8 CRIADOUROS Os criadouros são locais com água suja, parada e com presença de vegetação aquática como: - córregos; - lagos; - piscinas sujas; - recipientes que acumulem água suja
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10 BIOLOGIA 2 - Aérea: adulto alado Abriga-se na vegetação próxima ao criadouro; Os machos e as fêmeas alimentam-se de seiva vegetal; As fêmeas fecundadas alimentam-se de sangue para desenvolver seus ovos e picam preferencialmente humanos; São de hábitos noturnos
11 FASE ADULTA Fêmea de Culex sp Macho de Culex sp
12 CICLO DE VIDA O ciclo de vida varia de 07 a 13 dias para se completar e os fatores que interferem no seu desenvolvimento a umidade, temperatura e disponibilidade de alimento Ovos de Culex - jangadas Ciclo de vida do Culex sp.
13 IMPORTÂNCIA PARA A SAÚDE O pernilongo Culex sp não é até o momento vetor de doenças na cidade de São Paulo, entretanto suas picadas: incomodam; irritam; provocam noites mal dormidas, interferindo na qualidade de vida das pessoas; causam alergias
14 Em algumas regiões do país os mosquitos deste gênero podem inocular agentes de importantes doenças infectoparasitárias como Wuchereria bancrofi, que causa a filaríase linfática, também conhecida como elefantíase.
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16 CONTROLE DO Culex sp AÇÕES Mapeamento dos córregos e outros criadouros; Investigação de focos Controle larvário Manejo do ambiente como Controlar a população de Culex sp.
17 CONTROLE DO Culex sp Investigação de foco Manejo do ambiente Controle de adultos através de UBV
18 Aedes aegypti
19 O Aedes aegypti é o mosquito transmissor da dengue e da febre amarela urbana. O ruído que produzem é praticamente inaudível ao ser humano.
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21 -Aedes aegypti TRANSMISSÃO - Hábitos diurnos - Predominantemente urbano - Oviposição em água limpa - Preferencialmente em recipientes artificiais
22 Alimento: Somente a fêmea se alimenta de sangue, o macho se alimenta de seiva das plantas. Vôo: Em media 100 a 300 metros. A fêmea distribui cada postura em vários recipientes. Tempo de vida: Em media 45 dias.
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27 DENGUE - Principal arbovirose humana -Um dos principais problemas de Saúde Pública em países tropicais e subtropicais bilhões de pessoas vivem em áreas de risco - 50 a 100 milhões de infecções por ano mil internações (DH e DHF) - 20 mil óbitos
28 - Vírus RNA, com envelope, Flaviviridae. -Transmitido primariamente por mosquitos - Possui 4 sorotipos (tipos antigênicos) - DEN 1 - DEN 2 Prevalência e distribuição - DEN 3 geográfica diferentes - DEN 4 -Sem diferenças marcantes de virulência -Baixa reatividade sorológica cruzada 20 mil óbitos
29 - Distribuição geográfica
30 Distribuição do Aedes
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32 RE-EMERGÊNCIA DA DENGUE Fatores demográficos e ambientais - Crescimento populacional - Urbanização acelerada e desorganizada - Inchaço das grandes cidades - População marginalizada - Facilidade de movimentação de pessoas - Falência de políticas públicas de SP
33 Fatores biológicos RE-EMERGÊNCIA DA DENGUE - Capacidade de reprodução do Aedes - Transmissão transovariana - Ritmo de reprodução acelerado - Período de transmissão longo (vários dias) - Calor úmido > oviposição acelerada > maior voracidade
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35 Febre amarela Apresenta-se sob duas formas epidemiologicamente distintas: febre amarela silvestre e febre amarela urbana A febre amarela silvestre ocorre acidentalmente pela penetração do homem Uma séria ameaça às populações rurais e um risco permanente para a introdução do vírus nas grandes cidades e pequenas localidades infestadas pelo Aedes aegypti.
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39 ABELHAS E VESPAS
40 BIOLOGIA E COMPORTAMENTO São insetos que em algumas espécies vivem em sociedade formando colmeias e vespeiros; Alimentação: - pólen, néctar; - substâncias açucaradas trazidas de lanchonetes, padarias, doceiras e residências; A temperatura, luminosidade e umidade são fatores que influenciam na atividade e comportamento desses insetos; Em dias quentes a colmeia e o vespeiro estão mais Ativos e nos dias chuvosos e/ ou frios menos ativos.
41 ABELHAS E VESPAS Abelhas ABELHAS: pelos, estruturas para coleta de alimento para larvas. VESPAS: sem estrutura de coleta. Vespas DIFERENÇA ENTRE ABELHAS E VESPAS (VESPAS: larvas se alimentam de insetos, adultos de néctar. ABELHAS: larvas e adultos se alimentam de pólen, néctar e geléia real) Fonte: Laboratório de Abelhas Depto. de Ecologia Instituto de Biociências - USP
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44 BIOLOGIA E COMPORTAMENTO Hierarquia Rainha - membro principal responsável por colocar os ovos; Operárias - desempenham varias funções como limpeza, alimentação, organização, construção da colméia e proteção; Zangão - são os machos da colônia. Nascem de ovos não fecundados, sua única função na colônia é fecundar a rainha
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46 Colmeia instalada em bueiro
47 Vespeiro em árvore
48 ABRIGOS Abelhas e vespas instalam suas casas em : Interiores de telhados; Beirais; Frestas; Paredes; Objetos abandonados em terrenos e quintais como:sofás, pneus, armários, latões, ocos e galhos de árvores Vespeiro em beiral SCH/SGCAS/GCCZ/COVISA/SMS/PMSP
49 IMPORTÂNCIA DO CONTROLE DE ABELHAS E VESPAS Abelhas e vespas são insetos que necessitam de controle no meio urbano por causarem agravos a saúde com sua picada, que inocula veneno e dependendo da sensibilidade de cada individuo pode ocorrer desde sintomas leves como dor e inchaço até a morte.
50 ESCORPIÕES Tityus bahiensis (escorpião marrom) Tityus serrulatus (escorpião amarelo)
51 Ciclo de vida O desenvolvimento do filhote ocorre dentro da mãe e esta gestação pode durar até 2 meses dependendo da espécie; Cada ninhada pode chegar à 20 filhotes que se tornarão adultos após algumas trocas de pele (~ 6 esse período pode levar algumas semanas). Expectativa de vida é 4 anos.
52 BIOLOGIA E COMPORTAMENTO Escorpião são aracnídeos que possuem e inoculam veneno causando desde acidentes leves até a morte; Crianças e idosos são mais sensíveis a picada; São animais de hábito noturno saindo de seus abrigos durante à noite; Alimentam-se de insetos, sendo a barata sua principal fonte de alimento na zona urbana;
53 BIOLOGIA E COMPORTAMENTO Abrigam-se em locais sombreados e úmidos como: - buracos rasos no solo; - terreno baldio; - madeira, pedras; - entulho, materiais de construção; - frestas na parede, caixas de luz; - roupas e calçados; - trilhos de trem A temperatura e umidade são fatores que influenciam na atividade desses animais no período de reprodução, aumentando os riscos de acidentes
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55 CONTROLE DE ESCORPIÃO Manutenção de jardins e quintais; Acúmulo de lixo doméstico,material de construção, entulho, folhas secas nas proximidades da casa; Manter a grama aparada; Vedar frestas e buracos em paredes e assoalhos, consertar rodapés despregados;
56 CARRAPATO Amblyoma sp carrapato estrela Hospedeiros bois, cavalos, capivaras
57 CARRAPATO Riphicephalus sp carrapato vermelho Hospedeiro cão
58 BIOLOGIA Os carrapatos são aracnídeos, sendo da Família Ixodidae a maioria das espécies que ocorrem no Brasil. São os mais comuns e de maior interesse veterinário; O carrapato estrela (Amblyoma sp.) é parasita de bovinos e cavalos, mas pode também parasitar o homem e transmitir doenças como a febre maculosa; O carrapato vermelho ou carrapato do cão (Rhipicephalus sp.) é o parasita do cachorro.
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64 CONTROLE DE CARRAPATOS Manter a grama ou o mato aparado em terrenos e quintais; Vistoriar cães, gatos, cavalos e bovinos para verificar a presença de carrapatos e procurar atendimento veterinário para o tratamento dos animais
65 Vistoria em animal para verificação da presença de carrapato Vistoria em terreno para verificação da presença de carrapato
66 POMBOS
67 POMBOS Chegaram ao Brasil trazidos por imigrantes europeus no século XVI como ave doméstica; Adaptaram-se muito bem aos centros urbanos, devido a facilidade de encontrar alimento e abrigo
68 BIOLOGIA Formam casais por toda a vida, tendo de 5 a 6 ninhadas por ano, cada uma com 1 a 2 ovos. O tempo de incubação dos ovos é de 17 a 19 dias; Nos centros urbanos vivem de 3 a 5 anos e na natureza podem viver mais de 15 anos
69 COMPORTAMENTO Fazem seus ninhos em locais altos como: forros de casas; torres de igrejas; beirais e parapeitos.
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71 IMPORTÂNCIA PARA A SAÚDE Suas fezes secas podem se tornar um ambiente favorável ao desenvolvimento de fungos causadores das doenças: Criptococose, Histoplasmose, e Ornitose; Suas fezes podem contaminar alimentos e transmitir a Salmonelose, uma infecção intestinal causada pela ingestação de alimentos contendo a bactéria Samonella sp;
72 O ambiente com acúmulo de ninhos e fezes de pombos, pode ocasionar alergias em pessoas sensíveis ou provocar a parasitose acidental pelo ácaro conhecido como piolho de pombo causando erupções e coceiras na pele
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76 PROBLEMAS AMBIENTAIS O acúmulo de ninhos e fezes pode ocasionar o entupimento de calhas e apodrecimento de forros; Danos a monumentos históricos, antenas de TV e pintura de carros devido a acidez de suas fezes; Contaminação de alimentos, grãos e sementes;
77 Locais com acúmulo de fezes de pombos
78 MÉTODOS DE CONTROLE O Controle do abrigo que baseia-se na utilização de barreiras físicas como: Uso de telas ou o fechamento das aberturas por onde os pombos adentram; Uso de fios de nylon ou objetos pontiagudos em beirais ou parapeitos para evitar que as aves pousem ou façam ninhos;
79 BARREIRAS FÍSICAS
80 CUIDADOS NA REMOÇÃO DE FEZES E NINHOS DE POMBOS Utilizar máscara ou pano úmido sobre o nariz e boca e luvas durante o procedimento de limpeza nos locais com acúmulo de fezes e ninhos; Molhar as fezes com água sanitária diluída em água em partes iguais ; Acondicionar as fezes e restos de ninhos em saco de lixo bem fechado; Impedir o acesso das aves nas construções fechando os locais após a limpeza.
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82 BARATAS
83 BARATAS Em áreas urbanas, as espécies de baratas mais comuns são Barata de esgoto (Periplaneta americana) Vivem de 2 a 3 anos e Barata alemãzinha ou francesinha ( Blatella germânica) Vivem cerca de 9 meses Fotos Blatella germânica ( alemãzinha) Periplaneta americana (barata de esgoto)
84 BIOLOGIA E COMPORTAMENTO As baratas colocam seus ovos em uma cápsula chamada ooteca. Cada ovo dará origem a uma ninfa, que após várias mudas dará origem ao inseto adulto. Ooteca
85 NINFAS E INSETO ADULTO
86 REPRODUÇÃO Periplaneta americana ( barata de esgoto) : Coloca em média de 10 a 20 ootecas ao longo de sua vida - com 12 a 20 ovos em cada ooteca. Blatella germânica ( alemãzinha) : Coloca em média 5 ootecas ao longo de sua vida - com 30 a 50 ovos dentro de cada uma.
87 ALIMENTAÇÃO Preferem alimentos ricos em amido, açúcar ou gordurosos. Podem alimentar-se de celulose como papéis ou ainda de sangue, insetos mortos, resíduos de lixo ou esgoto
88 ABRIGOS Preferem locais quentes e úmidos Barata de esgoto: Habita locais com muita gordura e matéria orgânica como galerias de esgoto, bueiros e caixas de gordura; Alemãzinha: Habita principalmente cozinhas em locais como armários, gavetas, interruptores de luz, rodapés, dutos de fiação elétrica e locais como garagens e sótãos
89 Rodapés Bueiros Lata de lixo
90 IMPORTÂNCIA PARA A SAÚDE São consideradas vetores mecânicos de várias doenças, principalmente gastroenterites, pois carregam agentes patógenos através de suas patas e fezes pelos locais por onde passam
91 CONTROLE MEDIDAS PREVENTIVAS Limpar os locais onde possam acumular gordura ou restos alimentares: fornos, armários, dispensas, coifas, sob pias e etc; Vedar frestas, rachaduras e vãos que possam servir de abrigo;
92 MORCEGOS
93 BIOLOGIA São os únicos mamíferos que possuem a capacidade de voar ; Os filhotes são gerados dentro do útero de suas mães; Apresentam uma gestação de 2 a 7 meses, dependendo da espécie, com um filhote por gestação; A expectativa é de 10 a 30 anos, dependendo da espécie.
94 BIOLOGIA São de hábitos noturnos; Voam e comunicam-se orientados por radar, através de sons de alta frequência.
95 ALIMENTAÇÃO Podem ser separados por seus hábitos alimentares: Insetívoros: alimentam-se de insetos; Frugívoros: alimentam-se de frutas; Nectarívoros: alimentam-se de insetos e frutas; Carnívoros: alimentam-se de pequenos répteis, aracnídeos, ratos e outros morcegos Hematófagos: alimentam-se somente de sangue
96 MORCEGOS INSETÍVOROS Diclidurus scutatus Nyctinomops macrotis
97 MORCEGOS NECTARÍVOROS Glossophaga soricina
98 MORCEGOS FRUGÍVOROS Artibeus lituratus Artibeus fimbriatus S
99 MORCEGOS CARNÍVOROS Chrotopterus sp. (comumente encontrado em área de mata)
100 MORCEGOS HEMATÓFAGOS Desmodus rotundus Diaemus youngi
101 MORCEGOS HEMATÓFAGOS Compreendem somente 3 espécies das 1100 espécies existentes; Desmodus rotundus (vampiro comum) transmite a raiva e prefere se alimentar de sangue de mamíferos Utiliza os dentes incisivos p/ tirar um pedaço da pele; Retorna na mesma ferida, em noites subsequentes;
102 ABRIGOS ARTIFICIAIS Porões Caixas de persiana Vãos de prédios
103 ABRIGOS ARTIFICIAIS Sob rufo Vão entre telhas e parede
104 ABRIGOS NATURAIS Sob folhagens Árvores de copas fechadas Ocos de árvores
105 CONTROLE E MANEJO O serviço de atendimento a população referente a coleta de morcegos ainda não foi descentralizado ficando todas as atividades desenvolvidas pelo Setor de Quirópteros e Plantão de Emergência do CCZ;
106 MANEJO E CAPTURA COLETA EM EDIFICAÇÃO COM PUÇÁ REALIZADO PELO CCZ
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108 MEDIDAS PREVENTIVAS Não manipular morcegos pois todas as espécies mordem e podem estar infectados como vírus da raiva; Em caso de mordedura, arranhadura ou lambedura procurar orientação médica; Todo morcego com comportamento anormal: agressivo, caído no chão, voando durante o dia é considerado suspeito;
109 MEDIDAS PREVENTIVAS O animal capturado vivo ou morto deve ser encaminhado ao laboratório para diagnóstico e identificação da espécie; Não eliminar os morcegos, pois são protegidos e de grande importância para a natureza; Vedar frestas e juntas de dilatações nas edificações e nos espaços existentes entre telhas e paredes; colocar vidros e portas em porões, enfim dar a manutenção adequada para evitar que estes sirvam de abrigo para morcego
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112 RATOS
113 BIOLOGIA São animais de hábitos noturnos À partir do 3º mês de vida já podem procriar, sendo que o Tempo de gestação é de 19 à 22 dias e o número de filhotes por cria é de 5 à 12. Vida média - 1 ano.
114 Rattus norvegicus, conhecido como ratazana ou rato de esgoto. Abrigam-se em tocas que cavam na terra, em terrenos baldios, nas margens dos córregos, em lixões, sistemas de esgotos e bueiros.
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117 Rattus rattus, conhecido como rato de telhado, rato de forro ou rato preto, caracteriza-se por possuir grandes orelhas e cauda longa. Costuma habitar locais altos e raramente escavam tocas.
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120 Mus musculus, popularmente chamado de camundongo. Hábito preferencialmente intradomiciliar.
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123 Saúde Pública Doença endêmica de caráter mundial; Alta incidência de casos; Alto custo hospitalar dos pacientes internados e causa de perda de vários dias de trabalho; Alta letalidade dos casos graves.
124 Saúde Pública Afeta homens e animais, causa prejuízos sanitários e econômicos; Ocorrência relacionada às precárias condições de infraestrutura sanitária e elevado número de roedores infectados.
125 Características Epidemiológicas Surtos de caráter sazonal em regiões de clima tropical e subtropical Elevada temperatura e períodos do ano com altos índices pluviométricos; Inundações propiciam a disseminação e a persistência do agente causal no ambiente.
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127 No Brasil Doença endêmica que torna-se epidêmica em períodos chuvosos, principalmente em centros urbanos maiores, devido à aglomeração populacional de baixa renda em condições inadequadas de saneamento e à alta infestação de roedores infectados.
128 Modo de transmissão Exposição direta ou indireta à urina de animais infectados Penetração do microrganismo: Pele com presença de lesões; Pele íntegra imersa por longos períodos em água contaminada; Através das mucosas. Outras modalidades com rara frequência: contato com sangue, tecidos e órgãos de animais infectados, transmissão acidental em laboratórios e ingestão de água ou alimentos contaminados. A transmissão entre humanos é muito rara.
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