Manual de Tratamento Documental
|
|
|
- Domingos Barata Estrela
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 ÍNDICE INTRODUÇÃO POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DA COLECÇÃO SELECÇÃO DE DOCUMENTOS AQUISIÇÃO DE DOCUMENTOS PROCEDIMENTOS PARA AQUISIÇÃO DE MONOGRAFIAS PROCEDIMENTOS P/ AQUISIÇÃO DE PUBLICAÇÕES PERIÓDICAS TRATAMENTO DOCUMENTAL REGISTO OU INVENTÁRIO CARIMBAGEM DE DOCUMENTOS CARIMBAGEM DE MONOGRAFIAS CARIMBAGEM DE PUBLICAÇÕES PERIÓDICAS ANÁLISE DOCUMENTAL CLASSIFICAÇÃO DE DOCUMENTOS CLASSIFICAÇÃO DE MATERIAL IMPRESSO CLASSIFICAÇÃO DE CD S CLASSIFICAÇÃO DE DVD S CLASSIFICAÇÃO DE DOCUMENTOS ELECTRÓNICOS INDEXAÇÃO DE DOCUMENTOS INDEXAÇÃO DE MONOGRAFIAS ADULTO INDEXAÇÃO DE MONOGRAFIAS INFANTO-JUVENIL LIVROS INFANTIS LIVROS JUVENIS DESCRITORES DO GÉNERO LITERÁRIO INDEXAÇÃO DE PUBLICAÇÕES PERIÓDICAS INDEXAÇÃO DE CD S INDEXAÇÃO DE DVD S INDEXAÇÃO DE DOCUMENTOS ELECTRÓNICOS INDEXAÇÃO DE BANDA DESENHADA INDEXAÇÃO DO FUNDO REGIONAL COTAÇÃO DOS DOCUMENTOS COTAÇÃO DE MONOGRAFIAS ADULTOS COTAÇÃO DE MONOGRAFIAS INFANTO-JUVENIL COTAÇÃO DE PUBLICAÇÕES PERIÓDICAS COTAÇÃO DE CD S COTAÇÃO DE CD S DE ADULTOS
2 COTAÇÃO DE CD S INFANTO-JUVENIL COTAÇÃO DE DVD S COTAÇÃO DE DVD S ADULTOS COTAÇÃO DE DVDS INFANTO-JUVENIL COTAÇÃO DE DOCUMENTOS ELECTRÓNICOS COTAÇÃO DO FUNDO REGIONAL COTAÇÃO DE BANDA DESENHADA CATALOGAÇÃO CATALOGAÇÃO DE MONOGRAFIAS ADULTOS CATALOGAÇÃO DE MONOGRAFIAS INFANTO-JUVENIS CATALOGAÇÃO DE PUBLICAÇÕES PERIÓDICAS CATALOGAÇÃO DE CD S CATALOGAÇÃO DE DVD S CATALOGAÇÃO DE DOCUMENTOS ELECTRÓNICOS CRIAÇÃO DE EXEMPLARES
3 INTRODUÇÃO A constituição do Catálogo Colectivo do concelho de Silves impôs a elaboração de um Manual de Procedimentos comum a todas as instituições que dele venham a fazer parte. Este catálogo será coordenado e gerido pela Biblioteca Municipal de Silves, tendo em vista a partilha de bases de dados bibliográficos. Este manual é um documento em aberto e em constante reestruturação cujo objectivo é a uniformização dos procedimentos e a continuidade das decisões técnicas assumidas pela Biblioteca Municipal. Tendo em conta a prossecução dos seus objectivos, o documento retém um conjunto de medidas técnicas relativas ao circuito documental, desde a aquisição de documentos até à sua disponibilização ao público: Selecção; Aquisição; Registo; Carimbagem; Catalogação; Classificação; Indexação; Cotação; Arrumação nas estantes. Pretende-se com este documento garantir a qualidade do catálogo e assegurar a coerência e a qualidade dos dados que a pesquisa e o acesso à informação aos leitores exigem. O texto pretende ainda fornecer, a todas as bibliotecas do concelho de Silves, conceitos sobre as fases do tratamento técnico documental, as quais deverão ser complementadas com encontros personalizados, sempre que os profissionais das bibliotecas assim o entendam. 3
4 1. POLÍTICA DE DESENVOL VIMENTO DA COLECÇÃO Formar uma colecção é organizá-la de forma adequada e colocá-la ao serviço dos seus utilizadores. A colecção da biblioteca deve ser oferecida com base na igualdade de acesso para todos, sem distinção de idade, raça, sexo, religião, nacionalidade, língua ou condição social. As colecções devem incluir todo o tipo de suportes e tecnologias modernas, assim como fundos tradicionais, porque o importante nas obras é o seu conteúdo e não o suporte em que estas estão registadas. As grandes colecções não são necessariamente sinónimo de boas colecções, a relevância que a colecção tem para as necessidades da comunidade é muito mais importante do que o seu tamanho. Gerir a colecção implica um processo de selecção e aquisição de fundos, incorporação dos documentos na colecção, catalogação, restauro, conservação e expurgo. Para que a biblioteca possa desempenhar cabalmente o seu papel social, deve dispor de uma gama variada de documentos, dos quais devem fazer parte: 1) Materiais primários Permitem ao utilizador e ao profissional o acesso à informação original. A sua quantidade e variedade dependem do tipo de biblioteca e do seu maior ou menor nível de especialização. No entanto cada biblioteca está incumbida de ter uma colecção de monografias e uma de periódicos. 2) Obras de referência - São as obras mais utilizadas pelos profissionais para satisfazer e resolver os problemas colocados pelos utilizadores e que se dividem em: Obras de referência de informação directa - Dicionários e enciclopédias; Obras de referência de informação indirecta - Catálogos e repertórios bibliográficos. 4
5 1.1. SELECÇÃO DE DOCUMENTOS O responsável pela biblioteca deve reunir material de apoio à selecção, devendo estar atento às novidades editoriais e sobretudo aos interesses dos seus leitores. A ele cabe-lhe consultar catálogos de editores, as páginas literárias dos principais jornais e as bibliografias nacionais e estrangeiras, visitar feiras de livros e livrarias e estabelecer contactos com as outras bibliotecas do agrupamento. Numa biblioteca, a selecção dos documentos deve-se ajustar à comunidade que serve, como tal é fundamental que os profissionais conheçam essa mesma comunidade. Se a questionarem podem estabelecer grupos de leitores, segundo os seus interesses, adquirindo deste modo uma ferramenta essencial de ajuda à selecção de documentos. No caso particular das Bibliotecas escolares e de forma a rentabilizar recursos, a selecção do fundo documental, deve contemplar os seguintes critérios: Cerca de 60% dos fundos deverão contemplar os temas do currículo escolar (áreas disciplinares); Número de alunos e as respectivas faixas etárias; Contemplar obras de autores de referência, quer ao nível doa conteúdos, quer da qualidade literária das suas obras; Meio cultural e sócio-económico envolvente; Origens multiculturais dos alunos. Para que as bibliotecas escolares possuam verbas que lhes permitam fazer aquisições documentais, deverão os seus responsáveis estar atentos aos meios que estão à sua disposição: Protocolo Autarquia/PNL; Atribuição de verbas para a BE/CRE; Candidaturas à RBE no concelho; Actividades de iniciativa da escola, cujo lucro, ou parte dele, reverte para a biblioteca escolar; Mecenato 5
6 1.2. AQUISIÇÃO DE DOCUMENTOS A aquisição de obras para as bibliotecas pode ocorrer de três maneiras diferentes, desde que respeite os procedimentos administrativos do agrupamento. Compra - Deve ser efectuada de preferência após a sua consulta, de modo a poder-se ajuizar o seu interesse real. Oferta - Atendendo às dificuldades orçamentais, as bibliotecas devem procurar, tanto quanto possível, receber doações de diferentes entidades e até de particulares. Porém receber ofertas, não significa receber obras sem interesse, seja selectivo e guarde apenas os títulos que vão ao encontro dos objectivos da biblioteca e consequentemente, dos interesses dos leitores. Permuta - Entre bibliotecas é uma prática pouco frequente que deveria ser incentivada. Para que tal ocorra basta que cada biblioteca possua uma lista de referências que indique os títulos que está interessada em trocar e divulgá-la por outras bibliotecas PROCEDIMENTOS PARA AQUISIÇÃO DE MONOGRAFIAS 1) Verificar se a obra não existe na biblioteca, nem se já foi encomendada; 2) Preencher uma ficha de encomenda, com os dados bibliográficos (título, autor, editor, fornecedor e data de encomenda), sugere-se a utilização de uma folha Excel; 3) Guardar uma cópia da ficha de encomenda num ficheiro, por ordem alfabética do título; 4) Enviar a nota de encomenda ao fornecedor com os elementos identificativos da obra; 6
7 5) Quando ocorrer a recepção da obra retirar a ficha de encomenda do ficheiro e conferir os elementos identificadores, para verificar se a encomenda está correcta; 6) Verificar se a obra traz algum defeito; 7) Eliminar a ficha de encomenda PROCEDIMENTOS P/ AQUISIÇÃO DE PUBLICAÇÕES PERIÓDICAS 1) Realizar assinaturas semestrais ou anuais dos títulos com interesse para a biblioteca; 2) Efectuar assinaturas que garantam o recebimento de todos os números referentes ao período coberto, por um custo inferior ao de compra de números avulsos; 3) Controlar o recebimento dos vários números. 7
8 2. TRATAMENTO DOCUMENTAL O tratamento documental consiste num conjunto de operações administrativas e técnicas, apoiadas em regras pré-estabelecidas e normalizadas com o objectivo de permitir a: Recuperação rápida da informação; Localização da obra; Criação de catálogos; Intercâmbio de informação. 8
9 2.1. REGISTO OU INVENTÁRIO Antes de se proceder à integração do documento no catálogo bibliográfico, verifica-se se este é pertinente ou se pelo contrário se se trata de uma publicação efémera, e sem interesse. Caso não apresente interesse para o público que serve, deve-se proceder ao seu expurgo ou colocá-lo numa lista de permutas. O registo tem o objectivo de incorporar os documentos na colecção e garantir o controlo do inventário. Os dados contidos no registo identificam bibliograficamente os documentos: Número de registo (diferente e sequencial); Data de entrada; autor(es); Título; Editor, Local e data de edição; Aquisição (forma e preço); Observações (dados relacionados com a história do exemplar). Todos os documentos considerados pertinentes serão registados sequencial e automaticamente no software de gestão bibliográfica GIB, após gravação no registo. Cada documento, cada exemplar e cada volume de uma obra terão números de registo diferentes, sob a forma de código de barras. Quando uma obra contém material acompanhante, este terá também um número de registo diferente. O número de inventário dos documentos é no concelho de Silves constituído por 8 dígitos, distribuídos da seguinte maneira: 00 Prefixo Números disponíveis para atribuir (de a ) 9
10 Código de barras do exemplar Tipo de escola Prefixo das escolas EB 2/3 Algoz 20 EB 1 Algoz 21 EB 1 Tunes 22 JI Algoz 23 JI Tunes 24 EB 2/3 Armação de Pêra 30 EB 1 Armação de Pêra 31 EB 1 Pêra 32 EB 1 Alcantarilha 33 EB 2/3 S. Bartolomeu de Messines 40 EB 1 S. Marcos da serra 41 EB 2/3 Silves 50 EB 1 Silves n.º 2 (Enxerim) 51 EB 1 Silves n.1 52 Escola Secundária 53 10
11 2.2. CARIMBAGEM DE DOCUMENTOS Após a recepção do documento procede-se à tarefa técnica de carimbagem do documento. A carimbagem traduz-se na estampagem de um carimbo nos documentos. Nas bibliotecas existem dois tipos de carimbo: Carimbagem de posse - Designa a biblioteca e a instituição a que os documentos pertencem e tem a função de indicar a posse do documento. Carimbagem de registo Tem a função de indicar o número de registo. As regras de carimbagem enumeradas de imediato só serão alteradas, caso interfiram com a informação textual ou visual das obras. Nunca se carimbam ilustrações, mapas ou gravuras, sendo nestes casos, a marca colocada no verso da página CARIMBAGEM DE MONOGRAFIAS As monografias devem ser carimbadas nas páginas convencionadas pela BMSilves, conforme se expõe de seguida: Carimbagem de posse Carimbar o canto inferior direito da página de rosto, o canto inferior direito da página número 15 e o centro da última página. Carimbagem de registo Carimbar o canto inferior direito da folha de rosto, por baixo do carimbo de posse CARIMBAGEM DE PUBLICAÇÕES PERIÓDICAS As publicações periódicas devem ser carimbadas segundo o convencionado pela BMSilves: Carimbagem de posse Carimbar os jornais, no canto superior direito da 1ª página. As revistas deverão ser carimbada no canto superior direito da página do sumário. 11
12 3. ANÁLISE DOCUMENTAL Análise documental é o conjunto de operações que consistem em reduzir um documento aos seus elementos essenciais, tendo em vista a sua recuperação no momento da pesquisa. A análise deve obedecer às seguintes características: Pertinência da análise - Difere de organismo para organismo; Consistência - Num mesmo serviço, documentos com o mesmo grau de interesse, serão analisados, com a mesma profundidade; Precisão - Retrata fielmente o conteúdo do documento analisado; Acessibilidade/concisão/clareza Compreensível pela maioria dos seus utilizadores, a indexação deve ser condensada e não monótona. 12
13 3.1. -CLASSIFICAÇÃO DE DOCUMENTOS Classificação é uma linguagem documental baseada na representação estruturada de uma ou mais áreas do conhecimento em classes e subclasses, e na qual as noções e as relações entre estas, se encontram representadas pelos índices de uma notação. A notação é um código que representa o assunto de que trata o documento e, consoante o conteúdo, pode ser designada como: alfabética, alfanumérica, decimal, estruturada, hierárquica, numérica, sistemática, etc. A classificação tem como objectivos: A recuperação da obra pelos diferentes temas (conteúdos) e géneros literários; A organização por assunto, de documentos em estantes e em catálogos; A troca de informação entre agências bibliográficas, nacionais e estrangeiras. Se existem documentos que não levantam problemas a esta tarefa intelectual, outros há, que tratam simultaneamente dois ou três assuntos ou versam matérias dificilmente delimitáveis. Nestes casos deve-se fazer uma análise mais rigorosa da obra, recorrendo-se a: Título; Subtítulo; Prefácio; Primeiros e últimos capítulos do documento, etc. 13
14 CLASSIFICAÇÃO DE MATERIAL IMPRESSO Existem diferentes sistemas de classificação, no entanto tendo em consideração que o sistema mais aplicado, nacional e internacionalmente na troca de informação entre agências bibliográficas, é um esquema de notações, optouse na BMSilves, por utilizarmos a CDU (Classificação Decimal Universal), na classificação de documentos impressos. A CDU foi criada em 1905 por Paul Otlet e Henri Lafontaine e é uma classificação hierárquica que divide o conhecimento humano em 10 classes principais, podendo cada classe ser subdividida. As suas características são: Taxonómica (classifica); Epistemológica (classifica o conhecimento); Enciclopédica (abarca todo o horizonte do conhecimento); Decimal (divide o conhecimento em dez classes); Hierárquica (cada classe é subdivisível em outras dez); Universal (tem um âmbito e uma aplicação universal); Sistema multidisciplinar de saberes. Na BMSilves convencionou que todos os documentos do Sector Infanto- Juvenil têm preenchidos dois campos 675: Em 1º lugar com a notação (pré-definida na folha de recolha) Em 2º lugar com a notação correspondente ao conteúdo da obra Âmbito de utilização Tabela de classificação CDU Monografias Sector de adultos: Monografias; Analíticos de monografias e de publicações periódicas (PP) Sector infanto-juvenil: Monografias; Analíticos de monografias e de PP Classificação Decimal Universal 3ª Edição Conteúdo da obra: CDU 14
15 As publicações periódicas são classificados segundo a tabela CDU e seguindo os seguintes critérios: Tabela de classificação Âmbito de utilização Publicações Periódicas 050: Classificação abreviada CDU. Código de língua entre parêntesis Ex: uma revista sobre Caça, portuguesa: 050:799(469) 070 (notação de jornais. Jornalismo. Imprensa) Código de língua / região entre parêntesis (jornais do Algarve e Silves) Ex: um jornal de Silves: 070(469.6) 050: Classificação abreviada CDU (pré-definida na folha de recolha) Ex: uma revista de música para jovens: 050: PP Adultos / Revistas PP Adultos / Jornais PP Infanto-juvenil 050: 31 (Classificação abreviada da CDU para estatística). Código de língua entre parêntesis) PP Estatística Ex: uma publicação estatística do INE: 050:31(469) Notação (CDU) de literatura do país do autor + (084.11) (Auxiliar comum de forma: imagens, documentos ilustrados e gráficos) PP em Banda desenhada 15
16 CLASSIFICAÇÃO DE CD S O fundo documental de música é classificado de acordo com uma adaptação para Portugal do Plano de Classificação dos Documentos Musicais das Bibliotecas / Discotecas de Paris 1. Os CD S para público infanto-juvenil têm ainda mais um campo 675, com a seguinte notação CDU: (pré-definida na respectiva folha de recolha). Género Classificação Biblioteca/discoteca de Paris Músicas do mundo Antologias mundiais 000 África Magrebe e Médio Oriente Extremo Oriente e Ásia América do Sul e Central América do Norte Europa Ocidental Europa Mediterrânica e Oriental Outros géneros Jazz 100 Blues / Gospels / Soul music Pop / Rock 200 Clássica 300 Ópera 335 Novas linguagens musicais 400 Músicas funcionais 500 Fonogramas não musicais 600 Música brasileira (não distinguir 049 géneros) 1 In Classificação e Cotação de Documentos Audiovisuais em Bibliotecas de Leitura Pública, da autoria de Joaquim Portilheiro Rodrigues. 16
17 Género Classificação Música portuguesa Música portuguesa Música portuguesa tradicional Música algarvia tradicional 097 Fado 090 Jazz Pop / Rock Clássica Novas linguagens musicais Áudio-literatura Poesia portuguesa Poesia estrangeira 82-1 Literatura portuguesa Literatura estrangeira 82-3 A tabela de classificação recomenda que a ex-urss não islâmica seja classificada entre Apesar de aí classificados, para efeitos de arrumação, estes documentos serão cotados em Europa Ocidental (CD-WM E) A tabela de classificação recomenda também que a Soul music seja classificada na notação 180. Apesar de aí classificada, para efeitos de arrumação, estes documentos serão cotados em CD-BLU. 17
18 CLASSIFICAÇÃO DE DVD S Os DVD S de ficção são classificados segundo a tabela da FIAF (Federação Internacional de Arquivo de Filmes), criada a 17 de Junho de 1938 na cidade de Paris. Os DVD S de não-ficção são classificados segundo a tabela da CDU. Os DVD para público infanto-juvenil têm ainda mais um campo 675, com a seguinte notação CDU: (pré-definida na respectiva folha de recolha). DVD ficção - adultos Género Classificação Cinema de animação 772 Aventura / Acção 759 Biográfico 742 Comédia 732 Música ao vivo 751 Drama. Romance 733 Fantasia. Ficção científica. Terror 735 Guerra 737 Histórico. Épico. 741 Filme de época Ideológicos. Políticos 745 Musicais 751 Policial. Suspense. Espionagem 734 Séries televisivas De acordo com o género Western 736 Cinema português De acordo com o género + (469) DVD ficção - infanto-juvenil Cinema de animação 772 Aventura / Acção 759 Comédia 732 Drama 733 Séries televisivas De acordo com o género 18
19 DVD não ficção - Adultos e Infanto-juvenil Conteúdo Classificação CDU Generalidades 0 Filosofia. Psicologia 1 Religião 2 Ciências Sociais. Educação. 3 Estado Matemática. Ciências Naturais 5 Ciências Aplicadas. Medicina. 6 Tecnologia Arte. Desporto 7 Línguas. Literatura 8 Geografia. Biografia. História 9 19
20 CLASSIFICAÇÃO DE DOCUMENTOS ELECTRÓNICOS Os CD-ROM são classificados segundo a tabela CDU, com notações completas. Os CD-ROM para público infanto-juvenil têm ainda mais um campo 675, com a seguinte notação CDU: (pré-definida na respectiva folha de recolha). Conteúdo Classificação Generalidades 0 Generalidades - Enciclopédias 0 Filosofia. Psicologia 1 Religião 2 Ciências Sociais. Educação. 3 Estado Matemática. Ciências Naturais 5 Ciências Aplicadas. Medicina. 6 Tecnologia Arte. Desporto 7 Línguas. Literatura 8 Geografia. Biografia. História 9 20
21 3.2. INDEXAÇÃO DE DOCUMENTOS Indexação é a acção que consiste em caracterizar o conteúdo de um documento, retendo as ideias mais representativas desse conteúdo numa linguagem natural ou documental. A indexação pode efectuar-se a partir do título, do resumo ou do documento original e os conceitos exprimem-se nos termos da linguagem escolhida: palavras-chave, descritores ou índices de uma classificação. Ao nível da profundidade devemos utilizar no fundo geral e no material audiovisual uma Indexação genérica ou superficial (destaca só os temas principais) enquanto no fundo local devemos utilizar uma Indexação profunda (abarca todos os temas, usando normalmente mais de 10 termos de indexação). 21
22 INDEXAÇÃO DE MONOGRAFIAS ADULTO A linguagem documental foi definida à priori pela BMSilves, fixando um vocabulário artificial e controlado, composto por uma lista de termos normalizados e as suas respectivas relações. Para realizar o processo de indexação optou-se pela utilização de dois documentos: Lista de cabeçalho por assuntos 2 Linguagem pré-coordenada, de estrutura associativa e combinatória, que consiste numa lista alfabética de palavras ou expressões de linguagem natural, que representam os assuntos de um documento. Thesaurus EUROVOC 3 - Vocabulário estruturado e compreensível de termos inter-relacionados. 2 BLANC-MONTMAYEUR, Martine; DANSET, Françoise Lista de cabeçalhos de assunto para bibliotecas. Lisboa. Caminho, Thesaurus Eurovoc. Luxemburgo. Serviço das Publicações Oficiais das Comunidades Europeias,
23 INDEXAÇÃO DE MONOGRAFIAS INFANTO-JUVENIL LIVROS INFANTIS Estamos a falar de livros em que a ilustração tem, quase sempre, um peso significativo na mancha gráfica da obra e os seus destinatários são, em regra, crianças até final do 4º ano / 6º ano. 1º Descritor Constituído por um Termo Composto (ver quadro na página seguinte) que identifica o destinatário a quem se recomenda a obra, face às suas competências leitoras e cognitivas. Para determinar o leitor a quem as obras se recomendam, usar como referência o site da Casa da Leitura: Descritores seguintes - Os restantes descritores correspondem a Termos Simples, retirados da Lista de Cabeçalhos por Assunto. Campo Descritor comum Campo 2º Descritor 606 ^a Livros infantis 606 ^x Pré-leitores 606 ^a Livros infantis 606 ^x Leitores iniciais 606 ^a Livros infantis 606 ^x Leitores medianos 606 ^a Livros infantis 606 ^x Leitores autónomos 23
24 Existem actualmente 2 sites de referência que recomendam obras, em regra destinadas a crianças até ao 6º ano: Campo Sites 601 ^a Plano Nacional de Leitura 856 ^u ^a Casa da Leitura - Gulbenkian 856 ^u LIVROS JUVENIS 1º Descritor Livros Juvenis. Descritores seguintes - Os restantes descritores correspondem a termos simples, retirados da Lista de Cabeçalhos por Assunto. Quando existam dúvidas sobre se um livro se destina a público juvenil ou a leitores infantis autónomos, tentar evitar a ambiguidade decidindo-se pelo nível mais básico: leitores autónomos. 24
25 DESCRITORES DO GÉNERO LITERÁRIO Quando estejamos perante livros infantis ou juvenis de literatura é obrigatório colocar sempre os seguintes descritores: Campos Descritores 606 ^a Literatura (nome da literatura face ao país de origem) 606 ^a Termo correspondente ao género literário Na literatura infantil e juvenil é muito importante estar atento aos seguintes géneros, que também terão de ser indexados: Descritores de género Conto Contos de fadas Contos policiais Contos populares Diários Fábulas Ficção científica Humor (para obras humorísticas) Lendas Literatura fantástica Mitologia colocar também Mitos Narrativas de viagens Poesia Romance Romances de aventuras Romances históricos Romances policiais Teatro 25
26 INDEXAÇÃO DE PUBLICAÇÕES PERIÓDICAS Usar os descritores em uso no catálogo da BMSilves tendo por referência, a Lista de Cabeçalhos de Assunto (campo 606). Nos magazines de quiosque ou revistas técnicas utilizar os descritores específicos. O uso do descritor geral não invalida o uso de descritores mais específicos, dependendo do conteúdo da revista. Tipo de revistas Campo Descritor Actualidade informativa 606 ^a Actualidades Informação desportiva 606 ^a Desportos Economia / Mundo do trabalho / Empresas / Trabalhadores 606 ^a Economia / Trabalho / Empresas / Recursos Humanos Arte / Design 606 Arte / Artes plásticas / Design Literatura 606 ^a Literatura Viagens / Turismo / Hotéis 606 ^a Viagens / Turismo / Hotelaria Arquitectura / Engenharia 606 ^a Arquitectura / Engenharia Decoração / Bricolage / Artesanato 606 ^a Decoração / Decoração de interiores / Bricolage / Trabalhos manuais / Artesanato Lavores 606 ^a Artesanato artístico Trabalhos manuais Bordados Rendas Culinária / Vinhos 606 ^a Gastronomia / Culinária / Vinho Fotografia / Cinema / Artes do espectáculo 606 ^a Fotografia / Cinema/ Artes do espectáculo / Teatro Informática / Tecnologias da Informação 606 ^a Informática / Tecnologias da Informação 26
27 Tipo de revistas Campo Descritor Natureza / Ciências 606 ^a Natureza / Ciências Educação / Formação 606 ^a Educação / Formação profissional 606 ^a Puericultura / Crianças Puericultura / Crianças / Bebés 610 ^a Bebés Vida em sociedade / Celebridades 606 ^a Sociedade História / Arqueologia / Sociologia / Psicologia 606 ^a História / Arqueologia / Sociologia / Psicologia 606 ^a Informação regional Algarve 607 ^a Algarve 610 ^a Fundo regional Silves 606 ^a Informação regional ^a Silves 607 ^x Publicações em série 610 ^a Fundo regional Publicações para público feminino 606 ^a Revistas femininas Publicações para público masculino 606 ^a Revistas masculinas Publicações para público infantil 606 ^a Revistas infantis Publicações para público juvenil 606 ^a Revistas juvenis Publicações para público da terceira 606 ^a Revistas seniores idade Descritores especiais INE Jornais escolares ^a Instituto Nacional de 601 Estatística 606 ^a Estatística ^a Outros descritores 606 adequados ao conteúdo ^a Publicações em série 608 ^x Jornais escolares 27
28 INDEXAÇÃO DE CD S Alguns descritores de música são termos compostos. Para além dos descritores que aqui se indicam, poderão ser usados termos mais específicos, desde que recomendados pela tabela de classificação em uso, ou de outros documentos de referência. Campos Termos de indexação Músicas tradicionais nacionais ^a Música tradicional ^x Antologias mundiais ^y os restantes termos geográficos: o África 606 o Magrebe e Médio Oriente o Extremo Oriente e Ásia o América do Sul e Central o América do Norte o Europa Ocidental o Europa Mediterrânica Oriental 606 ^a Nacionalidade da música Ex: Música angolana Jazz ^a Jazz 606 ^y New Orleans ^y Dixieland ^a Jazz 606 ^x Swing ^x Jazz Clássico ^a Jazz 606 ^x Cool ^x West Coast ^a Jazz 606 ^x Be-bop ^x Hard-bop 28
29 Campos Termos de indexação ^x Usar os restantes termos de sub-género: o Free Jazz 606 o Fusão o Contemporâneo o Vocal Blues / Gospel / Soul music 606 ^a Blues 606 ^a Soul music 606 ^a Gospel Pop / Rock 606 ^a Pop Rock 606 ^a Hip hop 606 ^a Reggae 606 ^a Disco 606 ^a Chillout Clássica 606 ^a Música clássica 606 ^a Canto gregoriano 606 ^a Música medieval 606 ^a Música de câmara 606 ^a Música vocal 606 ^a Música sacra 606 ^a Sonatas 606 ^a Cravo 606 ^a Alaúde 606 ^a Piano 606 ^a Órgão 606 ^a Música mediterrânica 606 ^a Libretistas 610 ^a Música clássica contemporânea 29
30 Campos Termos de indexação Ópera 606 ^a Ópera Novas linguagens musicais 610 ^a Novas linguagens musicais Músicas funcionais 606 ^a Músicas funcionais ^a Os restantes termos: o Bandas sonoras 606 o Hinos nacionais o Meditação, etc. Fonogramas não musicais 610 ^a Fonogramas não musicais ^a Áudio-livros 610 Usar também o descritor de género literário, por ex: 606 ^a Poesia 606 ^a Auto-aprendizagem. Música brasileira 606 ^a Música brasileira 606 ^a Forró 606 ^a Samba 606 ^a Bossa Nova 30
31 Campos Termos de indexação Música portuguesa 606 ^a Música portuguesa ^a Música portuguesa 606 ^x Música tradicional ^a Música portuguesa 606 ^x Música tradicional algarvia ^a Música portuguesa 606 ^x Fado ^a Música portuguesa 606 ^x Jazz ^a Música portuguesa 606 ^x Pop Rock ^a Música portuguesa 606 ^x Canto 606 ^a Canto alentejano ^a Música portuguesa 606 ^x Música clássica ^a Música portuguesa 606 ^x Ópera ^a Música portuguesa 606 ^x Música medieval ^a Música portuguesa 606 ^x Novas linguagens musicais 31
32 INDEXAÇÃO DE DVD S Os descritores do cinema de ficção são termos simples. Indexar também com os descritores definidos para música, caso se justifique. No cinema existem alguns descritores compostos. Campos Termos de indexação Cinema de animação 606 ^a Cinema de animação Aventura / Acção 606 ^a Filmes de aventuras Biográfico 606 ^a Filmes biográficos 606 ^a Biografias 600 ^a Apelido do biografado ^b Nome do biografado ^f Datas Comédia 606 ^a Filmes cómicos Drama. Romance 606 ^a Filmes dramáticos 606 ^a Amor (nos filmes de romance) Fantasia. Ficção científica. Terror 606 ^a Filmes fantásticos 606 ^a Filmes de terror 606 ^a Filmes de ficção-científica Guerra 606 ^a Filmes de guerra Histórico. Épico. Filme de época 606 ^a Filmes históricos 32
33 Campos Termos de indexação Ideológicos. Políticos 606 ^a Filmes ideológicos Musicais 606 ^a Filmes musicais Policial. Suspense. Espionagem 606 ^a Filmes policiais 606 ^a Filmes de suspense 606 ^a Filmes de espionagem 610 ^a Film-noir Séries televisivas 610 ^a Séries televisivas 606 ^a descritor adequado ao género do filme Western 606 ^a Westerns Cinema Português 606 ^a Cinema português 606 ^a Curtas-metragens 606 ^a descritor adequado ao género do filme Música ao vivo 606 ^a Concertos 606 ^a Música ao vivo 606 ^a descritor adequado ao género musical Casos especiais 606 ^a Cinema mudo 606 ^a descritor adequado ao género do filme Os filmes baseados em obras literárias 610 ^a Obras homónimas Não-ficção são termos simples 606 ^a Filmes educativos 606 ^a descritor adequado ao conteúdo do filme 33
34 Campos Descritores Prémios cinematográficos 606 Prémios cinematográficos - prémios portugueses 606 Prémios cinematográficos - Festivais de cinema (usar quando o filme é premiado em vários festivais de cinema) 606 Prémios cinematográficos - Festivais de cinema (usar quando o filme é premiado em vários festivais de cinema) 34
35 INDEXAÇÃO DE DOCUMENTOS ELECTRÓNICOS Como descritores gerais usar os que se encontram em uso no catálogo da BMSilves, tendo por referência a Lista de Cabeçalhos de Assunto. Como descritores específicos usar: Campos Descritores 606 ^a Documentos mistos Documentos do INE 601 ^a Instituto Nacional de Estatística 606 ^a Estatística^z ^a Outros descritores adequados ao conteúdo 35
36 INDEXAÇÃO DE BANDA DESENHADA Os termos de indexação da Banda Desenhada resultam de adaptações feitas a partir das terminologias usadas pelas BEDETECAS de Lisboa e Beja. A indexação é feita recorrendo a um descritor composto que, para além de identificar o género literário Banda desenhada identifica simultaneamente a categoria a que o livro pertence, determinada a partir do conteúdo da obra. Descritor comum 2º Descritor Usar para: Banda desenhada Banda desenhada Banda desenhada Banda desenhada Banda desenhada Banda desenhada Banda desenhada Banda desenhada Adaptações Aventuras Biografias Erotismo Fantástico História Humor Manga Adaptação de um texto literário / uma personagem Cavaleiros, mosqueteiros, piratas, histórias de época Episódios da vida de pessoas Sexo, sadismo, masoquismo, homossexualidade Fantasia, ficção científica, fantasmas, monstros, terror, vampiros, manifestações do além Narração histórica ou com fundo histórico em que as personagens se vejam envolvidas em acontecimentos verosímeis Narrativas que expressam a realidade e os estados psicológicos das personagens de forma irónica e cómica Estilo gráfico associada à produção japonesa 36
37 Descritor comum 2º Descritor Usar para: Banda desenhada Banda desenhada Banda desenhada Banda desenhada Banda desenhada Banda desenhada Banda desenhada Banda desenhada portuguesa Novas tendências Policial e espionagem Super-heróis Western Fanzines Periódicos Documentação Tratamento gráfico alternativo ou esteticamente inovador Espionagem, gangsters, policial, suspense, thriller Personagem que manifesta poderes sobre-humanos Narrativas do oeste americano Publicações amadoras sem fins lucrativos Publicações periódicas de banda desenhada Obras de referência, biografias de autores, catálogos, livros técnicos Narrativas produzidas por autores portugueses Usar simultaneamente com o descritor composto correspondente 37
38 INDEXAÇÃO DO FUNDO REGIONAL Os termos de indexação para o fundo relativo a Silves serão de duas ordens: Termos compostos - Descritores de assunto generalistas, que identificam as grandes categorias às quais pertencem os documentos (ver tabela), os quais serão colocados no campo 607. Termos simples - Descritores que identificam os conteúdos exactos dos documentos e que serão colocados no campo respectivo, de acordo com os procedimentos já em vigor. Todos os nomes comuns serão colocados no campo 606, quer figurem ou não na Lista de Cabeçalhos de Assunto. Estes termos serão extraídos: Dos documentos em uso dando cumprimento aos procedimentos já anteriormente definidos; Do documento em análise, tendo o cuidado de previamente validar os descritores, de forma a evitar que para um mesmo assunto exista mais que um termo. Listagem de termos compostos Silves Actividades económicas Silves - Arqueologia Silves - Arquitectura Silves Arte pública Silves Desporto Silves - Documentos Silves Educação Silves Espaços públicos Silves Eventos Silves Freguesias Silves História Silves - Imagens Silves Instituições Silves Literatura Silves Monumentos Silves Património cultural Silves Património islâmico Silves Património natural Silves Pessoas Silves - Toponímia Silves - Turismo 38
39 Descritor geral Campo Descritores 610 ^a Fundo regional (pré-definido na folha de recolha) Descritores específicos 607 ^a Algarve ^a Albufeira, etc. Descritores de assuntos 606 Lista de Cabeçalhos de Assunto Descritores de literatura 606 ^a Escritores algarvios 606 ^a Poesia Descritores de poetas árabes ^a Silves 607 ^x Literatura 606 ^a Poetas árabes 606 ^a Poesia ^a Apelido do poeta 600 ^b Nome do poeta ^f Datas Usar o descritor escritores algarvios, sempre que o documento de um autor local seja de literatura / seguido do género a que diz respeito. Silves Literatura / Escritores algarvios / Crónicas No caso das obras de poetas árabes usar: Silves Literatura / Poetas árabes / Poesia 39
40 4. - COTAÇÃO DOS DOCUMENTOS A cotação é a fase do tratamento documental em que a cada documento é atribuído um código que permite a sua arrumação nas estantes, tornando-se mais fácil a sua recuperação à posterior por parte do utilizador. A cota tem como função estabelecer a ligação entre os dados de um documento, descritos na ficha bibliográfica e o próprio documento arrumado numa determinada prateleira. Ela identifica e singulariza um documento nas colecções da biblioteca. Os fundos das bibliotecas escolares levarão na 1ª linha, a sigla das escolas, de modo a poder-se associar cada documento à unidade administrativa correspondente. Sigla das escolas na cota EB 2/3 Algoz EB 1 Algoz EB 1 Tunes JI de Algoz JI de Tunes Tipo de Escola Sigla das Escolas EB23ALZ EB1ALZ EB1T JIALZ JIT EB 2/3 Armação de Pêra EB 1 Armação de Pêra EB 1 Pêra EB 1 Alcantarilha EB 2/3 S. Bartolomeu de Messines EB 1 S. Marcos da Serra EB 2/3 Silves EB 1 Silves n.º 2 (Enxerim) EB 1 Silves n.1 Escola Secundária EB23AP EB1AP EB1P EB1AL EB23SB EB1SM EB23S EB1E EB1S ESS 40
41 4.1. COTAÇÃO DE MONOGRAFIAS ADULTOS No material livro as cotas são criadas a partir de um plano abreviado da Classificação Decimal Universal (CDU), elaborada pela BMSilves. A cota é constituída pelos seguintes elementos: Sigla da escola; Letra A para indicar o tipo de leitor (adultos); Uma notação da CDU estabelecida para a BMSilves, identificativa do assunto principal do documento (ver tabelas seguintes); Entrada de autoridade, da seguinte maneira: Quando a autoridade é um autor - Colocar as 3 primeiras letras do apelido (maiúsculas) 1ª letra do primeiro nome (maiúsculas); Quando o apelido do autor surge abreviado - 1ª letra do apelido (maiúsculas) 1ª letra do primeiro nome (maiúsculas); Quando a autoridade é um título No caso de obras anónimas ou com mais de três autores expressos, colocar as 3 primeiras letras da primeira palavra do título (maiúsculas - excluindo o artigo definido / indefinido do início do título). Quando se trate de uma obra em volumes - Colocar em último lugar o Nº do volume, em numeração árabe. As cotas do material livro e do material audiovisual devem ser coladas na lombada do documento a 1 cm da base. Por baixo destas etiquetas devem ser coladas etiquetas de cor definidas, correspondentes a cada área: Classe 0 Obras de Referência. Enciclopédias. Publicações periódicas. Classe 1 Filosofia. Psicologia. Classe 2 Religião. Teologia. Classe 3 Ciências Sociais (direito, sociologia, educação, política). Classe 5 Ciências Puras (matemática, astronomia, química, física, etc.). Classe 6 Ciências Aplicadas (medicina, engenharia, agricultura). 41
42 Classe 7 Arte. Desporto (pintura, arquitectura, desporto, música, jogos). Classe 8 Linguística. Línguas. Literaturas. Classe 9 Geografia. História. Biografias. Sobre as referidas cotas coloca-se uma pequena etiqueta plástica autocolante incolor (para protecção da cota). 42
43 Tabela de cotação monografias classe 0 Notação de Cota Designação Observações Conhecimento 001 Conhecimento Usar para PROTO-CIÊNCIA Epistemologia Cotar aqui os documentos classificados em 1.6 (Lógica, Epistemologia, etc.) Informática 004 Informática Internet Cotar aqui Realidade virtual Cotar aqui Internet Software Hardware Normas 006 Normas Normalização Cultura 008 Cultura Usar para todas as questões relacionadas com Cultura, independentemente de outras classificações (316.7) Bibliografias. Catálogos 01 Bibliografias 017 Catálogos Exposições Os catálogos de exposições são classificados no respectivo assunto Biblioteconomia. Bibliotecas 02 Biblioteconomia Bibliotecas Cotar aqui Centros de documentação e Serviços de informação (002.6); Cotar aqui Arquivística (930.25) 028 Livros Leitura Cotar aqui Literacia, Promoção da Leitura 43
44 Tabela de cotação monografias classe 0 (continuação) Notação de Cota Designação Observações Instituições. Exposições. Museus 06 Instituições EU União Europeia 069 Museus Obras acerca de Museus, Guias de Museus 09 Manuscritos Obras notáveis, Obras raras 44
45 Tabela de cotação monografias classe 1 Notação de Cota Designação Observações Filosofia 1 Filosofia Usar para: Todas as obras de Filosofia em geral. Ex:1 KAN-I 1-P Filosofia portuguesa Usar para: Todas as obras de Filosofia portuguesa em geral Ex: 1-P GIL-J 133 Espiritualidades Cotar aqui: Documentos classificados em 398.4, bem como o Esoterismo (141.33) Parapsicologia ( ) Ocultismo, Sobrenatural 14 Sistemas filosóficos A Mulher Feminismo Psicologia Psicologia Emoções Cotar aqui Meditação Sentimentos Afectos Auto-ajuda Psicanálise Psicoterapia Hipnotismo Cotar aqui os documentos sobre Interpretação de sonhos classificados em Sono Sonhos 17 Moral Ética Valores 45
46 Tabela de cotação monografias classe 2 Notação de Cota Designação Observações Religião 2 Religião Teologia 21 Religiões pré-históricas e primitivas 22 Religiões do Extremo-Oriente 23 Religiões da Índia 24 Budismo 25 Religiões do Mundo Antigo Mitologia 26 Judaísmo 27 Cristianismo 271 Igrejas e seitas cristãs 28 Islamismo 29 Movimentos espirituais modernos Auxiliares em uso na classe 2-3 Religiosos Usar em cada notação própria de cada religião o auxiliar - 3 para indicar Pessoas dessa Religião Ex de Maomé: 28-3 MAO 46
47 Tabela de cotação monografias classe 3 Notação de Cota Designação Observações Ciências sociais 303 Métodos das Ciências Sociais Estatística 311 Estatística Demografia 314 Demografia População Migrações Cotar aqui Emigração e Imigração Sociologia 316 Sociologia Cotar aqui Multiculturalismo, Racismo, Tolerância Psicologia Social Comunicação Comunicação Social Cotar aqui o Jornalismo e a imprensa (070), bem como a rádio e a televisão (654.1) Cotar aqui Censura (351.75) Política 32 Política 323 Política portuguesa 325 Colonialismo Escravatura Cotar aqui os documentos sobre partidos e movimentos políticos, classificados em 329. Para identificar os partidos políticos usar o acrónimo do partido em causa. 323-PCP SIL-J 47
48 Tabela de cotação monografias classe 3 (continuação) Notação de Cota Designação Observações Economia 33 Economia 331 Trabalho Emprego 336 Finanças Bancos Moeda Globalização Cotar aqui documentos classificados em: Globalização, Gestão Sociedades globais Economia global Direito 34 Direito Jurisprudência 341 Direito Internacional 342 Direito público Direito Constitucional Direito Administrativo 343 Direito Penal 346 Direito económico 347 Direito civil 349 Ramos especiais do Usar termos específicos do Direito direito para indexar Ex: Direito do trabalho Administração pública 35 Administração pública Assuntos militares 355 Guerra Terrorismo Segurança 48
49 Tabela de cotação monografias classe 3 (continuação) Notação de Cota Designação Observações Protecção das necessidades sociais 364 Intervenção social Cotar aqui Habitação social quando não tratada do ponto de vista arquitectónico 366 Consumo 368 Seguros 37 Educação Educação 371 Métodos de estudo Cotar aqui livros acerca da Escrita forma de produzir textos: resumos, relatórios, trabalhos científicos, teses Escrita. Produção de textos. Oratória. Expressão oral 376 Educação especial Cotar aqui Dislexia 377 Formação profissional Aprendizagem ao Cotar aqui Ensino técnicoprofissional e Educação de adultos longo da vida Turismo Lazer Turismo Viagens 49
50 Tabela de cotação monografias classe 3 (continuação) Notação de Cota Designação Observações Etnografia Família Amor 394 Tradições Festas Folclore Cotar aqui o Natal, a Páscoa, o Carnaval Cotar aqui Efemérides 395 Etiqueta Protocolo Humor Cotar aqui os documentos sobre anedotas, humor popular, piadas e gracejos classificados em e Adivinhas, classificados em
51 Tabela de cotação monografias classe 5 Notação de Cota Designação Observações Meio ambiente 50 Ciência 502 Natureza Cotar aqui tudo o que tenha a ver Meio Ambiente com poluição, mesmo na Poluição perspectiva da influência na saúde humana Notação cotar em 504 Matemática 51 Matemática 51-8 Jogos matemáticos Astronomia 52 Astronomia Astrofísica Investigação espacial 528 Geodesia Cartografia Física 53 Física Cotar aqui Radioactividade Química 54 Química Cristalografia Mineralogia Ciências da terra 55 Ciências da Terra Cotar aqui Oceanografia Geologia Paleontologia 56 Paleontologia Biologia 57 Biologia Cotar aqui Genética Botânica 58 Botânica Zoologia 59 Zoologia 51
52 Tabela de cotação monografias classe 6 Notação de Cota Designação Observações Ciências médicas 611/612 Corpo humano Cotar aqui documentos sobre o funcionamento do corpo humano. Incluir aqui a digestão Cotar aqui Transfusões de sangue Reprodução Gravidez Colocar aqui também as questões sobre Fertilidade e Infertilidade, Parto 613 Saúde Higiene pessoal Alimentação Nutrição Cotar aqui as Desordens alimentares classificadas em Distúrbios alimentares Toxicodependências Cotar aqui os documentos sobre Tabaco (663.97), quando na perspectiva da dependência Sexualidade Cotar aqui todos os documentos relacionados com a Sexualidade humana. Cotar aqui os documentos sobre Estudos do género (305) Cotar aqui Prostituição, Pedofilia Criança Cotar aqui Puericultura e Pediatria Adolescência 52
53 Tabela de cotação monografias classe 6 (continuação) Notação de Cota Designação Observações Ciências médicas Saúde do homem Quer use a perspectiva de higiene e saúde (notação 613), quer a de patologia (notação 616), a cota fazse em Ex: Doença da próstata Class.: / Cota: Terceira idade Geriatria Saúde da mulher Usar para questões exclusivamente relacionadas com a saúde das mulheres, incluindo as classificações de Ginecologia e Obstetrícia (618) Ex: Menopausa, cancro da mama e do útero, menstruação Prevenção de acidentes Segurança Saúde animal Medicina veterinária Terapêutica. Farmacologia 615 Farmacologia Terapêuticas médicas Terapias alternativas Cotar aqui a Medicina popular Fisioterapia Massagens Usar exclusivamente para processos de reabilitação clínica 53
54 Tabela de cotação monografias classe 6 (continuação) Notação de Cota Designação Observações Medicina clínica 616 Medicina Cotar aqui Bioquímica Doenças Enfermagem Neurociências Cotar aqui Neurobiologia Sistema nervoso Psiquiatria Comportamento Cotar aqui Distúrbios mentais graves tratados com fármacos (psiquiatria) Doenças contagiosas Cotar aqui os documentos sobre SIDA e Gripe das aves Engenharia. Tecnologia 62 Engenharias Tecnologias Cotar aqui os documentos sobre mineração (622) Mecânica Energia Agricultura 630 Silvicultura Florestas 631 Agricultura Agronomia Cotar aqui os documentos sobre Culturas e sua produção (633), Horticultura (634) e Jardinagem para culinária (635.1/.8) 635 Jardinagem Cotar aqui, também os documentos sobre Plantas ornamentais e decorativas classificadas em
55 Tabela de cotação monografias classe 6 (continuação) Notação de Cota Designação Observações Criação de gado e de animais domésticos 636 Animais domésticos e de criação 637/638 Produtos de origem animal Apicultura 639 Caça Pesca Piscicultura Classificar sempre aqui a caça e a pesca (não usar as notações de desporto 799) Gestão do lar 641 Culinária Gastronomia Bebidas Cotar aqui os documentos sobre bebidas (663) e estimulantes (663.9) 643 Casa Cotar aqui Gestão do lar Bricolage Gestão. Indústrias. Empresas. Telecomunicações 656 Transportes Serviço postal Telecomunicações Cotar aqui Filatelia Cotar aqui Telecomunicações (654) 657 Contabilidade 658 Gestão Empresas Liderança Para classificar a Gestão usar as notações próprias (005) mas cotar aqui. Cotar aqui os documentos sobre Organização do escritório e Práticas Administrativas (651) 55
56 Tabela de cotação monografias classe 6 (continuação) Notação de Cota Designação Observações Gestão. Indústrias. Empresas. Telecomunicações 659 Marketing Publicidade Relações públicas Cotar aqui o Marketing apesar de ser classificado em /68 Indústrias Brinquedos Decoração para festas 56
57 Tabela de cotação monografias classe 7 Notação de Cota Designação Observações Arte 7 Arte Cotar aqui a História da Arte 7-P Arte portuguesa Arte islâmica Ordenamento territorial. Paisagem 71 Ordenamento territorial Cotar aqui Cidades Paisagem Arquitectura 72 Arquitectura Património 72-P Arquitectura portuguesa Património português Artes plásticas 730 Escultura 738 Cerâmica artística 739 Arte do metal Joalharia Numismática Desenho. Design. Artes decorativas. Artesanato 74 Desenho Design Caricaturas Cartoons 745 Trabalho manual Artesanato 747 Decoração de interiores 749 Mobiliário Iluminação 57
58 Tabela de cotação monografias classe 7 (continuação) Notação de Cota Designação Observações Pintura 75 Pintura 75-P Pintura portuguesa Ilustração Cotar aqui também as histórias em imagens e usar o descritor Narrativas em imagens (610) Artes gráficas. Gravura 76 Artes gráficas Gravura Fotografia 77 Fotografia 77-P A/Z Fotografia portuguesa Música 78 Música 78-P Música portuguesa 786/789 Partituras Cinema 791 Cinema Diversões. Dança 793 Dança Magia Jogos de mesa e tabuleiro 794 Jogos Jogos de perícia mental 58
59 Tabela de cotação monografias classe 7 (continuação) Notação de Cota Designação Observações Desporto 796 Desporto Motricidade 796.1/.2 Jogos ao ar livre Jogos de destreza Desportos com bola Ginástica Acrobacias Atletismo Montanhismo Desportos de orientação 796.6/.7 Desportos sobre rodas Desportos motorizados Desportos de combate e de esforço Desportos de Inverno 797 Desportos aquáticos Desportos aéreos 798 Desportos com cavalos e Cotar aqui a outros animais columbofilia 799 Tiro 59
60 Tabela de cotação monografias classe 8 Notação de Cota Designação Observações Generalidades referentes à linguística e filologia 81 Linguística Cotar aqui linguística em geral. Escolas e correntes linguísticas. 811-P Língua portuguesa Para indexar acrescentar o descritor: Português 811-P 35 Prontuário Para indexar acrescentar o descritor: Português 811-P 36 Gramática Para indexar acrescentar o descritor: Português 811-E Línguas estrangeiras Para indexar acrescentar o descritor de cada língua 811-E 35 Prontuário Para indexar acrescentar o descritor de cada língua 811-E 36 Gramática Para indexar acrescentar o descritor de cada língua LITERATURA Poesia 82-1 Antologias de poesia Cotar aqui as obras poéticas que reúnem textos de autores portugueses e estrangeiros (antologias). Quando a obra reúne textos de diferentes géneros, optar por esta notação caso a poesia seja predominante Crítica literária sobre poesia 60
61 Tabela de cotação monografias classe 8 (continuação) Notação de Cota Designação Observações Poesia 82-1-P Poesia portuguesa As edições bilingues ficam referenciadas na língua de origem 82-1-B Poesia brasileira 82-1-AEP Poesia africana de expressão portuguesa 82-1-E Poesia estrangeira As edições bilingues ficam referenciadas na língua de origem Teatro 82-2 Antologias de teatro Cotar aqui as obras de teatro que reúnem textos de autores portugueses e estrangeiros (antologias). Quando a obra reúne textos de diferentes géneros, optar por esta notação caso o teatro seja predominante Crítica literária sobre teatro 82-2-P Teatro português (Cotar também aqui teatro de países africanos de expressão portuguesa) 82-2-E Teatro estrangeiro 61
62 Tabela de cotação monografias classe 8 (continuação) Notação de Cota Designação Observações Literatura portuguesa 82-3 Antologias Cotar aqui as obras de ficção ou de outros géneros que reúnem textos de autores portugueses e estrangeiros (antologias). Quando a obra reúne textos de diferentes géneros, optar por esta notação caso a ficção seja predominante P Ficção As edições bilingues ficam referenciadas na língua de origem Ex.: obra de José Saramago 82-3-P SAR-J 82-9-P Outros géneros literários Incluir aqui todos os géneros literários a partir da notação 82-4 inclusive Literatura brasileira 82-3-B Ficção 82-9-B Outros géneros literários Incluir aqui todos os géneros literários a partir da notação 82-4 inclusive Literatura africana de expressão portuguesa 82-3-AEP Ficção 82-9-AEP Outros géneros literários Incluir aqui todos os géneros literários a partir da notação 82-4 inclusive 62
63 Tabela de cotação monografias classe 8 (continuação) Notação de Cota Designação Observações Literatura estrangeira 82-3-E Ficção Edições bilingues ficam na língua de origem 82-9-E Outros géneros literários As edições bilingues ficam na língua de origem Literatura em língua estrangeira 82-LE (sigla da língua) -1 Poesia Ver lista de siglas de línguas. Ex.: obra de poesia em inglês de Yeats 82-LE ENGL-1 YEA-W 82-LE (sigla da língua) -2 Teatro Ver lista de siglas de línguas. Ex: obra dramática em inglês 82-LE ENGL-2 WIL-O 82-LE (sigla da língua) -3 Ficção Ver lista de siglas de línguas. Ex: obra literatura em inglês 82-LE INGL-3 AUS-J 82-LE (sigla da língua) -9 Outros géneros literários As edições bilingues ficam na língua de origem Estudo e técnica da literatura 82.0 Estudo e técnica da Literatura Usar termos específicos para indexar P Crítica literária da literatura portuguesa Cotar aqui crítica literária da literatura AEP e brasileira E Crítica literária da literatura estrangeira Cotar aqui Guiões de leitura 63
64 Tabela de cotação monografias classe 9 Notação de Cota Designação Observações Arqueologia 902 Arqueologia Cotar aqui os documentos de Pré-história (903) 904 Vestígios da História antiga, medieval e moderna /12 Vestígios do período árabe Estudos monográficos 908 Seguido da inicial da região Estudos de um país, região ou localidade Os documentos serão arrumados nas estantes de acordo com a região a que Um estudo sobre Portugal é cotado em 908 pertencem, seguindo um critério geográfico: de norte para sul e regiões autónomas: Ex: uma monografia sobre Lisboa 908-L MIR-A Um estudo sobre um país estrangeiro é cotado em Ex: uma monografia sobre Sevilha ELI-F 908 (Portugal) 908-N (Região Norte) 908-C (Região Centro) 908-L (Região de Lisboa e Vale do Tejo) 908-A (Região Alentejo) 908-Aç (Região Autónoma dos Açores) 908-M (Região Autónoma da Madeira) Os documentos alusivos à região do Algarve irão integrar o Fundo Regional 64
65 Tabela de cotação monografias classe 9 (continuação) Notação de Cota Designação Observações Geografia 91 Geografia Biografias 929 A/Z Biografias Para além da notação de cota, coloca-se ainda: 3 Primeiras letras do apelido do biografado 1ª letra do seu nome Ex: Biografia sobre Einstein 929 EIN-A Quando temos vários biografados a cota entra pelas 3 primeiras letras do título da obra e é seguida de entrada de autoridade Cotar aqui as Fotobiografias Exemplo de uma cota de Adultos EB1ALZ A 82-3-P SAR-J 65
66 4.2. COTAÇÃO DE MONOGRAFIAS INFANTO-JUVENIL A cota do sector infanto-juvenil além dos elementos enumerados no sector de adulto, leva ainda a: Sigla distintiva da localização dentro do Sector (I), para livros de ficção. Esta sigla utiliza-se quando na escola estão integrados livros para crianças do pré-escolar. A entrada de autoridade na cota no sector infanto-juvenil define-se do seguinte modo: Quando o livro entra pela colecção - 3 primeiras letras do título da colecção + nº da obra na colecção; Quando se trata de dicionários de línguas - 4 primeiras letras da língua relevante; Quando se trata de dicionários de linguística - 4 primeiras letras da língua relevante + 3 primeiras letras da palavra mais relevante para a compreensão do conteúdo; Quando se trata de dicionários temáticos - 3 primeiras letras do apelido do autor 1ª letra do primeiro nome; Caso se trata de enciclopédias ou de colecções enciclopédicas - Acrónimo da enciclopédia ou Acrónimo do título da colecção enciclopédica; Quando se trata de atlas - 3 primeiras letras do apelido do autor 1ª letra do primeiro nome. As enciclopédias e as colecções de carácter enciclopédico não se separam. Para determinar a classe onde serão colocadas, verifica-se primeiro a notação que se encontra representada maioritariamente nos vários volumes. Uma vez estabelecida a classe onde será colocada, selecciona-se para a cota apenas o primeiro dígito da classe. 66
67 Quando os vários volumes são todos relativos ao mesmo tema são cotados com a notação específica (ex. uma enciclopédia de astronomia terá a seguinte cota: EB1T ENC 52 Acrónimo do título da obra Nº de volumes Leitores Idades Escolaridade Exemplo de cotas (anos) Ficção Não ficção Pré 3-5 Jardim Escola I 398 Leitores 82-P Iniciais 6 1º Ciclo 82-P 398 (1º ano) Medianos 7-8 1º Ciclo 82-P 398 (2º e 3º ano) Autónomos º Ciclo 82-P 398 (4º ano) 2º Ciclo (5º e 6º ano) Juvenis º Ciclo (7º, 8º e 9º ano) 82-P
68 Classe Cotas Temas 0 0 Generalidades 004 Computadores. Informática UE União Europeia 1 1 Ética. Valores. Filosofia. Ocultismo (Magia). Superstições 15 Emoções. Sentimentos. Psicologia. Amor 2 2 Religião. Mitologia 3 31 Família. Sociedade. Povos. Profissões 34 Direitos e deveres. Cidadania. Política 37 Escola. Educação Tempos livres. Turismo 39 Usos e costumes. Tradições. Etiqueta. Festividades (Carnaval, Natal, Páscoa). Moda vestuário 398 Anedotas. Adivinhas. Lengalengas. Humor Ambiente. Ecologia. Natureza. Clima e estações do ano. 51 Matemática 52 Espaço. Universo 53 Ciências. Biologia 56 Dinossauros. Paleontologia 58 Plantas. Botânica 59 Animais. Zoologia 6 61 Corpo humano. Sexualidade. Gravidez. Higiene 613 Saúde. Beleza. Toxicodependência 62 Energia. Construções. Máquinas. Engenharia civil. Tecnologias. Electricidade 63 Actividades produtivas. Economia 64 Culinária. Nutrição 68
69 Classe Cotas Temas 6 65 Transportes. Comunicações. Televisão 7 7 Arte. Trabalhos manuais. Actividades criativas. Desenho. Caricaturas. Cores. Formas. 71 Urbanismo. Arquitectura (os lugares onde vivemos) 78 Música 79 Cinema. Teatro. Espectáculos. Festas para crianças. Fotografia 796 Jogos. Desporto. Magia (truques) 8 8 Ler. Escrever. Prontuários. Gramáticas BD Banda desenhada 82-P Ficção. Literatura portuguesa 82-E Ficção. Literatura estrangeira 82-EXP Ficção. Literatura de expressão portuguesa 82-LE Ficção. Literatura em língua estrangeira 82-POE Poesia. Literatura portuguesa e estrangeira 82-TEA Teatro. Literatura portuguesa e estrangeira 9 91 Geografia. A Terra. Os Oceanos 92 Pessoas célebres. Biografias 94 História. Cronologias 94-P História de Portugal 94-P 25 Abr 25 de Abril 69
70 4.3. COTAÇÃO DE PUBLICAÇÕES PERIÓDICAS do INE. Apenas terão cota as publicações periódicas de colecção e as estatísticas Núcleo Descritivo Exemplo Publicações periódicas Adultos Publicação periódica de colecção Publicações periódicas Infanto-Juvenil Publicações periódicas INE PP Entrada de autoridade: 3 Primeiras letras do título Nº da publicação PP Notação da classe (1 dígito) Entrada de autoridade: 3 Primeiras letras do título Nº da publicação PP Entrada de autoridade: 3 Primeiras letras do título Nº da publicação PE Entrada de autoridade: INE 3 Primeiras letras significativas do título / 2 últimos algarismos do ano de publicação Ex: Revista Visão, Nº 312 PP VIS 312 Ex: Revista Filosófica de Coimbra, Vol. 15 nº PP 1 FIL 29 Ex: Revista Visão Jr. Nº 1 PP VIS 1 Ex: Estatísticas Demográficas PE NE DE M/93 70
71 4.4. COTAÇÃO DE CD S COTAÇÃO DE CD S DE ADULTOS O registo do CD tem cota de CD com a autoridade a fazer-se pelo intérprete ou compositor (no caso da música clássica). Nos CD S de adultos, usar: Sigla da Escola Letra A para indicar o tipo de leitor CD (Código de conteúdo musical ou não) Entrada de autoridade Código sequencial de armazenamento, formado por 4 dígitos, o qual deve ser escrito a caneta de acetato, no topo do CD. Género Músicas do mundo Antologias mundiais África Magrebe e Médio Oriente Extremo Oriente e Ásia América do Sul e Central América do Norte * Europa Ocidental * Europa Mediterrânica e Oriental Jazz Outras Blues /Gospels / Soul music ** Pop / Rock Clássica Ópera Novas linguagens musicais Músicas funcionais Fonogramas não musicais Música brasileira (não distinguir o género) Cota A CD-WM MUN A CD-WM A A CD-WM MO A CD-WM OA A CD-WM AS A CD-WM AN A CD-WM E A CD-WM EO A CD-JAZ A CD-BLU A CD-P/R A CD-CLA A CD-OPE A CD-NLM A CD-MFU A CD-FNM A CD-BRA 71
72 * A tabela de classificação recomenda que a ex-urss não islâmica seja classificada entre Apesar de aí classificados, para efeitos de arrumação, estes documentos serão cotados em Europa Ocidental: CD-WM E ** A tabela de classificação recomenda que a Soul music seja classificada na notação 180. Apesar de aí classificada, para efeitos de arrumação, estes documentos serão cotados em CD-BLU. Género Música portuguesa Música portuguesa tradicional Música algarvia tradicional Fado Jazz Pop / Rock Clássica Novas linguagens musicais Áudio-literatura Poesia portuguesa Poesia estrangeira Literatura portuguesa Literatura estrangeira Cota A CD-P MT A CD-P MT-A A CD-P FAD A CD-P JAZ A CD-P P/R A CD-P CLA A CD-P NLM A AUDL 82-1-P A AUDL 82-1-E A AUDL 82-3-P A AUDL 82-3-E 72
73 COTAÇÃO DE CD S INFANTO-JUVENIL As cotas dos CD S do sector infanto-juvenil são constituídas da seguinte maneira: Sigla da Escola CD (Código de conteúdo musical ou não) Entrada de autoridade Código sequencial de armazenamento, formado por 4 dígitos, o qual deve ser escrito a caneta de acetato, no topo do CD. Género Músicas do mundo Antologias mundiais Tradições judaicas Tradições islâmicas Ciganos Mundo Mediterrânico África Magrebe e Médio Oriente Extremo Oriente e Ásia América do Sul e Central América do Norte Europa Ocidental Europa Oriental Outras Jazz Blues /Gospels Pop / Rock Clássica Ópera Novas linguagens musicais Músicas funcionais Fonogramas não musicais Cota CD 73
74 Género Música portuguesa Música portuguesa tradicional Música algarvia tradicional Fado Jazz Pop / Rock Clássica Novas linguagens musicais Áudio-livros Poesia portuguesa Poesia estrangeira Literatura portuguesa Literatura estrangeira Cota CD AUDL-82-POE AUDL-82-P AUDL-82-E 74
75 4.5. COTAÇÃO DE DVD S COTAÇÃO DE DVD S ADULTOS O registo do DVD tem cota de DVD. A cota do DVD para adultos é constituída por: Sigla da Escola Letra A para indicar o tipo de leitor DVD (Código de conteúdo, ficcional ou não) Entrada de autoridade Código numérico sequencial de armazenamento com 4 dígitos, o qual será escrito no topo do DVD, a caneta de acetato. DVD Ficção Género Cinema de animação Aventura / Acção Biográfico Comédia Música ao vivo Drama. Romance Fantasia. Ficção científica. Terror Guerra Histórico. Épico. Filme de época Ideológicos. Políticos Musicais Policial. Suspense. Espionagem Séries televisivas Western Cinema português Cotação A DVD-ANI A DVD-AVE A DVD-BIO A DVD-COM A DVD-CON A DVD-DRA A DVD-FAN A DVD-GUE A DVD-HIS A DVD-IDE A DVD-MUS A DVD-POL A DVD-TV A DVD-WES A DVD-POR 75
76 DVD não ficção Conteúdo Cota Generalidades A DVD-NF 0 Filosofia. Psicologia A DVD-NF 1 Religião A DVD-NF 2 Ciências Sociais. Educação. A DVD-NF 3 Estado Matemática. Ciências Naturais A DVD-NF 5 Ciências Aplicadas. Medicina. A DVD-NF 6 Tecnologia Arte. Desporto A DVD-NF 7 Línguas. Literatura A DVD-NF 8 Geografia. Biografia. História A DVD-NF 9 76
77 COTAÇÃO DE DVDS INFANTO-JUVENIL A cota de DVD do sector infanto-juvenil é constituída do seguinte modo: Sigla da escola DVD (Código de conteúdo, ficcional ou não) Entrada de autoridade Código numérico sequencial de armazenamento com 4 dígitos, o qual será escrito no topo do DVD, a caneta de acetato DVD Ficção Género Cotação Cinema de animação DVD-ANI Aventura / Acção DVD-AVE Comédia DVD-COM Drama DVD-DRA Séries televisivas DVD-TV DVD não ficção Generalidades DVD-NF 0 Filosofia. Psicologia DVD-NF 1 Religião DVD-NF 2 Ciências Sociais. Educação. DVD-NF 3 Estado Matemática. Ciências Naturais DVD-NF 5 Ciências Aplicadas. Medicina. DVD-NF 6 Tecnologia Arte. Desporto DVD-NF 7 Línguas. Literatura DVD-NF 8 Geografia. Biografia. História DVD-NF 9 77
78 4.6. COTAÇÃO DE DOCUMENTOS ELECTRÓNICOS O registo do CDR tem cota de CDR. A cota deste material é constituída do seguinte modo: Núcleo Descritivo Exemplo Multimédia Adultos Geral Multimédia Adultos Geral Documento reservado Multimédia Adultos INE Fundo Regional Multimédia Infanto-Juvenil Sigla da escola Letra A para indicar o tipo de leitor CDR - Notação CDU com 1 dígito Entrada de autoridade Código numérico sequencial de armaz. Sigla da escola CDR - Notação CDU com 1 dígito Entrada de autoridade Sigla de reservado Código numérico sequencial de armazenamento Entrada de autoridade: INE CDR Letra A para indicar o tipo de leitor 3 Primeiras letras significativas do título / 2 últimos algarismos da data Código numérico sequencial de armazenamento Letra identificadora de documento de consulta (R) Sigla de Fundo Regional Letra A para indicar o tipo de leitor CDR Sigla de localidade Entrada de autoridade Código numérico sequencial de armazenamento Sigla da escola CDR - Notação CDU com 1 dígito Entrada de autoridade Código numérico sequencial de armazenamento EB23SB A CDR-1 ANT-M 0001 EB23SB A CDR-1 ANT-M R 0001 INE-CDR A DEM/93 R 0002 FR A CDR-ALGV ANT-M 0019 EB1AR CDR-3 CAL-G
79 4.7. COTAÇÃO DO FUNDO REGIONAL As cotas do fundo regional iniciam-se com a sigla FR, representativa do fundo que representa e a sigla do concelho, a que o documento pertence: Sigla ALGV ALBU ALCT ALJZ CMAR FARO LAGO LAGS LOUL MONC OLHA PORT SBRA SILV TAVR VBIS VRSA Descrição Algarve Albufeira Alcoutim Aljezur Castro Marim Faro Lagoa Lagos Loulé Monchique Olhão Portimão São Brás de Alportel Silves Tavira Vila do Bispo Vila Real de Santo António 79
80 Sigla de localização Sigla do fundo regional Sigla do concelho Notação CDU Entrada de autoridade EB1ALZ EB1T FR FR Monografias Seleccionar a 1º Dígito da Usar de acordo partir da tabela classe com os procedimentos Seleccionar a partir da tabela - - Sigla de localização Sigla do fundo regional Sigla do tipo de documento Sigla do concelho Notação CDU Entrada de autoridade CD S (excepto música) Seleccionar EB1T FR CD a partir da tabela DVD S Seleccionar EB1ALZ FR DVD a partir da tabela CD-ROM Seleccionar EB1ALZ FR CDR a partir da tabela 1º Dígito da classe 1º Dígito da classe 1º Dígito da classe Usar de acordo com os procedimentos Usar de acordo com os procedimentos Usar de acordo com os procedimentos 80
81 4.8. COTAÇÃO DE BANDA DESENHADA As cotas dos documentos de Banda Desenhada são constituídas pelas seguintes siglas: Sigla Descrição Observações BD DOC P Da colecção (3 primeiras letras do nome da personagem ou da colecção) ou Do autor da obra (3 primeiras letras do apelido 1ª letra do primeiro nome) Numeração árabe D Sigla que identifica a Banda desenhada Sigla para as obras sobre Banda desenhada Sigla de obra de autor português Sigla de entrada de autoridade da cota Nº do volume da colecção Sigla de localização em Depósito Usar para as obras destinadas ao Sector de Adultos Usar para obras de referência, catálogos A sigla DOC é precedida de BD, do seguinte modo: BD-DOC Usar apenas quando a obra é de um autor português A sigla P é precedida de BD, do seguinte modo: BD-P Nota: No caso das colecções a entrada de autoridade da obra no registo não dá automaticamente lugar à sigla de cota, pois estas obras são identificadas na cota pela personagem principal ou pelo nome pelo qual a colecção é conhecida EX: BD AST (no caso de um livro cuja personagem principal é Astérix) Usar de acordo com o que está convencionado para o restante fundo. Usar de acordo com o que está convencionado para o restante fundo. 81
82 A responsabilidade intelectual principal, colocada no campo 700, apenas serve para estabelecer a sigla da cota das obras que vão ser arrumadas por autor nas estantes. No caso de colecções é a personagem principal que determina a sigla que identificará a colecção na cota. A entrada da cota faz-se pelas 3 primeiras letras do nome da personagem. Quando não for possível determinar a personagem que dá nome à colecção, a sigla da entrada de autoridade constróise a partir das 3 primeiras letras do título da colecção (exceptuando os artigos iniciais). Nas obras de autor a entrada da cota faz-se pela autoridade, tal como está estabelecida para as entradas de autoridade de pessoa física do restante fundo documental, (quando o livro não pertencer a nenhuma colecção). 82
83 5. - CATALOGAÇÃO A catalogação é a operação que extrai aos documentos os elementos necessários à sua identificação e à sua localização física, os quais deverão ser ordenados e apresentados de acordo, com as normas técnicas nacionais e internacionais. Por outras palavras é a fase do tratamento técnico documental que consiste na descrição bibliográfica de qualquer documento. Ao definirmos a política de catalogação do concelho, optámos por utilizar os seguintes instrumentos de catalogação: Normas técnicas nacionais - Regras Portuguesas de Catalogação (RPC), editadas em 1984 pelo Instituto Português do Património Cultural e elaboradas a partir das ISBD S. Normas técnicas internacionais International Standard Bibliographic Description (ISBD), as quais provêm de uma resolução do International Meeting of Cataloguing Experts, organizado pelo comité da IFLA 4, em Copenhaga em 1969, com a finalidade de normalizar a forma e o conteúdo da descrição bibliográfica. São em número de dez as variantes da ISBD: ISBD (A) - Descrição Bibliográfica Internacional Normalizada para Monografias Antigas, publicados até 1800; ISBD (CF) - Descrição Bibliográfica Internacional Normalizada para Ficheiros de Computador; ISBD (CM) - Descrição Bibliográfica Internacional Normalizada para Material Cartográfico; ISBD (CR) - Descrição Bibliográfica Internacional Normalizada para Séries e Outros Recursos Contínuos; ISBD (ER) - Descrição Bibliográfica Internacional Normalizada para Recursos Electrónicos (CD-ROM, DVD, disquete com Software, documentos da internet); ISBD (G) - Descrição Bibliográfica Internacional Normalizada Geral; 4 International Federation of Library Associations. 83
84 ISBD (M) - Descrição Bibliográfica Internacional Normalizada para Publicações Monográficas; ISBD (NBM) - Descrição Bibliográfica Internacional Normalizada para Material não-livro; ISBD (PM) - Descrição Bibliográfica Internacional Normalizada para Partituras Musicais; ISBD (S) - Descrição Bibliográfica Internacional Normalizada para Publicações em Série; ISBD (PC) Descrição Bibliográfica Internacional Normalizada para Partes Componentes. Tomaremos como norma base a utilização do nível intermédio de descrição, tal como é definido internacionalmente, o que significa em termos de ISBD, a seguinte descrição. Título próprio [indicação geral da natureza do documento]. Título próprio de outro autor: complemento de título/1ª menção de responsabilidade; 2ª e outras menções de responsabilidade. Menção de edição. Local de edição: editor, data de edição. Designação específica de material e extensão: outros pormenores físicos + menção de material acompanhante. (Título próprio da colecção; nº dentro da colecção) Notas ISBN/ISSN 84
85 5.1. CATALOGAÇÃO DE MONOGRAFIAS ADULTOS Para catalogar monografias para adultos, seleccionar a FDR (Folha de Recolha) intitulada Monografias Adultos. 85
86 86
87 87
88 Os campos e sub-campos existentes nesta FRD determinam o nível de catalogação que se pretende para o catálogo, sendo de preenchimento obrigatório, caso existam na publicação os elementos que permitem o seu preenchimento. Cada novo registo pode ser catalogado item a item, ou então pode-se importar o ficheiro em formato, UNIMARC, da base de dados da BN, ou de outras bibliotecas de referência, disponíveis on-line. Deve-se importar apenas do campo 100 ao campo
89 O cabeçalho é um campo de preenchimento OBRIGATÓRIO, devendo-se manter os dados predefinidos. Se seguirmos a referida Folha de recolha, os catalogadores encontram então para preenchimento, os seguintes campos: NÚMERO INTERNACIONAL NORMALIZADO DOS LIVROS ^a - Número de ISBN - É um campo repetível. Indicar pela ordem dos volumes no registo. Escrever o ISBN, tal como indicado nas obras com os hífenes, mas sem qualquer outro tipo de pontuação. No caso de existir um ISBN de colecção ou comum a vários volumes, colocá-lo em 1º lugar. 89
90 021 - NÚMERO DO DEPÓSITO LEGAL ^a Código do país - Seleccionar o país do Depósito Legal da obra. ^b Número - Escrever o Número do Depósito Legal tal como vem impresso incluindo espaços, hífenes ou outra pontuação. Nota: Usar apenas em obras sem ISBN DADOS GERAIS DE PROCESSAMENTO Deve-se manter os dados predefinidos no campo, colocando sempre a data de entrada no ficheiro. Repare que o código de audiência marca: adulto, sério 90
91 101 - LÍNGUA DE PUBLICAÇÃO ^a Língua do texto, banda sonora, etc. ^c Língua do documento no original Alterar a informação da bolinha de acordo com cada documento PAÍS DE PUBLICAÇÃO OU PRODUÇÃO ^a - País de publicação CAMPO DE DADOS CODIFICADOS: LIVROS Clicar em editar e preencher os sub-campos vazios. Na 1ª linha coloca-se ilustrações, caso o livro seja ilustrado. 91
92 200 - TÍTULO E MENÇÃO DE RESPONSABILIDADE ^a Título próprio - Repetível quando o documento contiver outro título do mesmo autor. O título da obra, escreve-se tal como se apresenta na folha de rosto ou o seu substituto. O artigo definido e indefinido não tem valor de alfabetação pelo que devem ficar entre < > quando se encontra no início do título. ^c Título próprio de outro autor - Repetível quando o documento contiver outro título de outro autor. ^d Título paralelo - Aplica-se sempre que se trata de uma obra em várias línguas (bilingue, multilingue). ^e Informação de outro título - Preenche-se se a obra tiver subtítulos, ou títulos subordinados, tal como se apresentam na folha de rosto do documento ou seu substituto. ^f Primeira menção de responsabilidade - Seja pessoa física ou uma entidade colectiva. Se a obra não tiver autor, entra outro responsável, antecedido da sua função, em forma abreviada em letra minúscula. Se o documento tiver até três responsáveis coloca-se o nome de todos, separados por vírgulas. Se tiver mais que três responsáveis coloca-se o nome do primeiro seguido de reticências e da expressão et al. ^g Outras menções de responsabilidade - Indicar a função antes do nome. 92
93 edição MENÇÃO DA EDIÇÃO ^a Menção de edição - Preencher apenas quando não se trata de uma 1ª PUBLICAÇÃO, DISTRIBUIÇÃO, ETC. ^a Lugar da edição, distribuição, etc. - Nome da localidade onde o documento foi publicado ou distribuído. Se a obra não indica a localidade, mas é conhecida, coloca-se essa informação entre parêntesis rectos. Se não existir dados coloca-se [S.I.]. ^c Nome do editor, distribuidor, etc. - Se não existir essa informação no documento coloca-se [s.n.] ^d Data de publicação, distribuição, etc. - Ano em que a obra foi publicada. Na ausência de data de edição determinar data pela seguinte ordem: impressão (imp.), distribuição (dist.), copyright (cop.), Depósito Legal (D.L.) ou [data aproximada]. Ver RPC, pp. 146 e 147 (DM e DM 4.4.5) ^g Nome do impressor 93
94 215 - DESCRIÇÃO FÍSICA ^a Descrição física - Fazer apenas menção da extensão do material. Ex. 263 p. ou 3 vol. ^c Outras indicações físicas - Usar a abreviatura il. para obras ilustradas e color. para obras com ilustrações coloridas. ^d Dimensões - Indicar a altura da lombada em cm com arredondamento por excesso. Ex. 17,6 cm = 18 cm ^e Material acompanhante - Descrição muito breve do material acompanhante e suas características. Ex: 1 CD (45 min.) ou 1 baralho (25 cartas) COLECÇÃO ^a Título próprio da colecção - O nome da colecção é colocado tal como se encontra escrito na obra. ^v Indicação de volume - Número que a obra que estamos a descrever ocupa dentro da colecção ou subcolecção. 94
95 300 NOTAS GERAIS ^a Texto de nota Preenchimento no caso de material acompanhante: Material acompanhante: designação de material, intitulado, n.º de registo. Ex: Material acompanhante: 1 CD, intitulado As canções tradicionais do Algarve, n.º de registo 1023 ^a Texto de nota Preenchimento no caso de uma biblioteca utilizar recursos pertencentes a outra biblioteca, da qual esteja dependente. Ex.: Esta obra encontra-se no Jardim de Infância de Tunes (sendo o registo catalográfico da responsabilidade da Escola EB 1 de Tunes) 327 NOTAS DE CONTEÚDO (Só para descrição de 2º nível) ^a Texto de nota Indicação dos vários títulos dos volumes de uma obra, quando esta tem um título diferente para cada volume, seguido da descrição física. Abra tantos dólares, quantos os números de volumes. Ex: Vol.1: A História da Europa. 354 p. ^a - Ex: Vol.2: A História da Ásia. 268 p. 95
96 517 OUTRAS VARIANTES DE TÍTULO (só para descrições de 2º nível) ^a Variantes de título - Colocar os vários títulos dos volumes. Abrir tantos campos, quantos os números de volumes. 600 NOME DE PESSOA USADO COMO ASSUNTO ^a Palavra de ordem - Apelido ^b Outra parte do nome ^f Datas - Coloca-se a data de nascimento Data de falecimento, caso já tenha ocorrido. Entrada directa Os nomes têm entrada directa, nos seguintes casos: o Nomes de soberanos, papas e entidades eclesiásticas, que sejam seguidos de caracteres romanos (João II); o Nomes que pelo seu uso sejam utilizados sem noção de nome e apelido (Jesus, Platão); o Nomes chineses (Mao Tse-Tung). 96
97 Forma invertida Todos os outros nomes: o Apelido simples a entrada é pelo último nome (Queirós, Eça de); o Apelidos geográficos ou nomes compostos a entrada é pela referência geográfica ou pelo apelido composto na totalidade (Castelo Branco, Camilo); o Apelido de relação familiar a entrada faz-se pelo apelido mais essa relação (Portela Júnior, Artur); o Apelido português com hífen a entrada faz-se pela última parte do apelido (Ferreira, David Mourão); o Apelido estrangeiro com hífen entram ambos os apelidos ligados (Saint-Exupery, Antoine de); o Apelido com nome de religião, entra o nome da religião na totalidade (Sagrada Família, Alexandre da); o Apelidos espanhóis entram os dois últimos nomes (Garcia Marquez, Gabriel); o Apelidos franceses que incluem Du Des, Le, La, L, Les. o Apelidos alemães com as expressões Am Aus m, Vom, Zum e Zur. o Apelidos suecos com as expressões Zum, Zur, Tem, Den, Thor e Ter. o Apelidos italianos com as expressões De, Da, Di, Del, Della e Lo. o Apelidos em inglês com as expressões Mac, Mc, De, O, entram incluindo essa referência. Ex: D Estaing, Valéry Giscard. 601 NOME DE COLECTIVIDADE USADO COMO ASSUNTO ^a Palavra de ordem - Nome da colectividade. Preenchido sempre que uma instituição ou colectividade é o assunto da obra. Nas colectividades existem três formas de entradas, devendo-se escolher a mais adequada: Forma invertida Usa-se quando o nome da colectividade começa por vogal; Designativo geográfico Usa-se para todas as colectividades que dependam do estado, país ou região. 97
98 Ordem directa Usa-se para todos os outros tipos de colectividade. Ex: União Europeia ^2 Código do sistema 602 NOME DE FAMILIA USADO COMO ASSUNTO ^a Palavra de ordem - Escrever o nome da família ^f - Datas 605 TÍTULO USADO COMO ASSUNTO ^a Elemento de entrada - Preencher com o nome do título 98
99 606 NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO ^a Elemento de entrada - Substantivo ou locução nominal que indica o assunto principal da obra. Campo repetível até um máximo de 5 descritores autorizados pela lista cotas e dos Cabeçalhos de Assunto (CA) ^2 - Código do sistema 607 NOME GEOGRÁFICO USADO COMO ASSUNTO ^a Elemento de entrada - Nome geográfico. Campo repetível até um máximo de 3 descritores ^2 - Código do sistema 610 TERMO DE INDEXAÇÃO NÃO AUTORIZADO ^a Termo de indexação - Usar apenas para termos de indexação não controlados. Campo repetível até um máximo de 3 descritores. 99
100 675 CLASSIFICAÇÃO DECIMAL UNIVERSAL (CDU) ^a Notação - Usar no máximo duas notações, mas por norma apenas uma. 700 RESPONSABILIDADE INTELECTUAL PRINCIPAL ^a Palavra de ordem - Apelido ^b Outra parte do nome ^c Elementos de identificação ou distinção - Quaisquer elementos distintivos, que não sejam parte do nome, e que ajudem a identificar a pessoa, ou distingui-la de outras com o mesmo nome: títulos (rei, conde), epítetos (santo, o grande), designativos de função (Papa, Bispo, pseud.) ^f Datas ^4 Código de função Nota: Este campo só se preenche quando o autor é o elemento de entrada ou cabeçalho da obra. 100
101 701 CO-RESPONSABILIDADE INTELECTUAL ^a Palavra de ordem Apelido. ^b Outra parte do nome ^c Elementos de identificação ou distinção - Quaisquer elementos distintivos, que não sejam parte do nome, e que ajudem a identificar a pessoa, ou distingui-la de outras com o mesmo nome: títulos (rei, conde), epítetos (santo, o grande), designativos de função (Papa, Bispo, pseud.) ^f Datas ^4 Código de função Nota: Campo repetível para indicar, no total, até 2 autores com coresponsabilidade intelectual 702 RESPONSABILIDADE INTELECTUAL SECUNDÁRIA ^a Palavra de ordem - Dados dos outros responsáveis pelo documento, como os ilustradores, tradutores, etc. ^b Outra parte do nome ^c Elementos de identificação ou distinção - Quaisquer elementos distintivos, que não sejam parte do nome, e que ajudem a identificar a pessoa, ou distingui-la de outras com o mesmo nome: títulos (rei, conde), epítetos (santo, o grande), designativos de função (Papa, Bispo, pseud.) ^f Datas ^4 Código de função 101
102 Nota: Campo repetível para indicar, no total, até 2 autores com responsabilidade intelectual secundária. 710 NOME DE COLECTIVIDADE RESP. INTELECTUAL PRINCIPAL ^a Palavra de ordem Nome da colectividade ^b Subdivisão ^d Número do grupo ^e Local do grupo eventual ^f Data do grupo eventual Nota: Campo não repetível. 711 NOME DE COLECTIVIDADE - CO-RESPONS. INTELECTUAL ^a Palavra de ordem Nome da colectividade ^b Subdivisão ^d Número do grupo ^e Local do grupo eventual ^f Data do grupo eventual 102
103 Nota: Campo repetível para indicar, no total, até 2 colectividades com co-responsabilidade intelectual 712 NOME DE COLECTIVIDADE RESPONS. INTELECTUAL ^a Palavra de ordem Nome da colectividade ^b Subdivisão ^d Número do grupo ^e Local do grupo eventual ^f Data do grupo eventual Nota: Campo não repetível para indicar, no total, até 2 colectividades com responsabilidade intelectual secundária. 103
104 801 FONTE DE ORIGEM ^a País ^b Agência - Dado pré-definido ^g Regras de catalogação - Dado pré-definido COTA ^b Indicação de volume, tomo, etc. ^e Parte ou número ^l Agência Pré-definido ^n Notas ^p Preço de aquisição ^x Forma de entrada Nota: Para indicar vários volumes iguais, repete-se o campo 966 tantas vezes quantos os volumes. Atenção à criação de exemplares. 104
105 105
106 106
107 5.2. CATALOGAÇÃO DE MONOGRAFIAS INFANTO-JUVENIS Escolher a folha de registo (FDR) de acordo com a tipologia do público infanto-juvenil: Monografias: Juvenil BMS Monografias: Leitores autónomos BMS Monografias: Leitores iniciais e medianos BMS Monografias: Pré-leitores BMS Leitores Idades Escolaridade Folha de recolha de dados Pré-Leitores 3-5 Jardim Escola Monografias - Pré-leitores Iniciais 6 1º ano Monografias - Leitores iniciais e medianos Medianos 7-8 2º e 3º anos Monografias - Leitores iniciais e medianos Autónomos º ano / 2º Ciclo Monografias - Leitores autónomos BMS Juvenis º Ciclo Monografias Juvenil 107
108 100 - DADOS GERAIS DE PROCESSAMENTO Deve-se manter os dados predefinidos no campo, colocando sempre a data de entrada no ficheiro. Repare que o código de audiência varia conforme a folha. 108
109 As obras para a infância e juventude têm, com alguma frequência, uma partilha de responsabilidades distribuída entre o autor do texto e o autor das ilustrações, por isso é sempre muito importante identificar também a autoria da ilustração. Campo 700 Autor do texto Campo 702 Autor da ilustração 109
110 Como regra todos os documentos do Sector Infanto-Juvenil, têm preenchidos dois campos 675 (classificação): Em 1º lugar com a notação (pré-definida na folha de recolha) Em 2º lugar com a notação correspondente ao conteúdo da obra. 856 LOCALIZAÇÃO ELECTRÓNICA DE ACESSO ^u URL - Pré-definido ^z Texto Nota: Toda a restante catalogação é igual ao sector de adultos. 110
111 5.3. CATALOGAÇÃO DE PUBLICAÇÕES PERIÓDICAS Quando catalogarem publicações periódicas, seleccionar as seguintes folhas de recolha (FDR): Revistas - Periódicos BMS válida Jornais - Periódicos jornais BMS válida A catalogação das publicações periódicas, para público infanto-juvenil é efectuada na folha: Revistas Periódicos infanto-juvenil BMS válida Jornais Periódicos Infanto-juvenil jornais BMS válida Cabeçalho - Não necessita entrar no campo, uma vez que são para manter as expressões já pré-definidas, conforme a imagem abaixo 111
112 011 NÚMERO INTERNACIONAL NORMALIZADO (ISSN) ^a - Número Colocar o ISSN 020 NÚMERO DA BIBLIOGRAFIA NACIONAL ^a Seleccionar o país 100 DADOS GERAIS DE PROCESSAMENTO Tipo de data da publicação - Pré-definido: publicação em série corrente. Seleccionar outras opções em função do PP em presença: o Publicação em série finda o Publicação em série estado desconhecido Data da publicação - A escolha da data varia em função da opção seleccionada no campo anterior. Preencher a data de acordo com as instruções da grelha que se segue. Código de audiência - A folha de recolha de dados de PP para adultos tem pré-definido o código de audiência adulto, sério. A folha de recolha de dados de PP para público infanto-juvenil tem pré-definido o código de audiência juvenil, geral. Contudo, adequar o código de audiência ao público infanto-juvenil a que se destina o documento. Não preencher ou alterar os restantes sub-campos 112
113 Tipo de data da publicação Data da publicação 1 Data da publicação 2 Publicação em série Corrente Publicação em série Finda Publicação em série Estado desconhecido Ano do início da publicação Nota: se a data é incerta, os dígitos que faltam serão substituídos por espaços em branco Ano do início da publicação Nota: se a data é incerta, os dígitos que faltam serão substituídos por espaços em branco Ano do início da publicação Nota: se a data é incerta, os dígitos que faltam serão substituídos por espaços em branco Preencher com 9999 Ano em que a publicação cessou Nota: se a data é incerta, os dígitos que faltam serão substituídos por espaços em branco Deixar em branco 101 LÍNGUA DA PUBLICAÇÃO ^a Língua em que se apresenta o texto - Seleccionar o país em que se apresenta o conteúdo da PP. Adequar a bolinha à situação. 102 PAÍS E PUBLICAÇÃO OU PRODUÇÃO ^a - País de publicação - Seleccionar o país 113
114 110 DADOS CODIFICADOS PARA PUBLICAÇÕES PERIÓDICAS ^a - As letras do código que aparecem no registo resultam das opções seleccionadas nos sub-campos Tipo de publicação em série: Pré-definido: periódico. Seleccionar outra opção caso necessite Frequência de publicação: Pré-definido: semanal. Seleccionar outra opção caso necessite Regularidade: Pré-definido: regular. Seleccionar outra opção caso necessite. Não preencher ou alterar os restantes sub-campos 114
115 Periodicidade termo a usar Diária Bissemanal Semanal Quinzenal Bimensal Mensal Bimestral Trimestral Três vezes ao ano Semestral Anual Bienal Trienal Três vezes por semana Três vezes por mês Periodicidade desconhecida Sem periodicidade Significado Todos os dias 2 vezes por semana 1 vez por semana 1 vez de 15 em 15 dias 2 vezes por mês 1 vez por mês De 2 em 2 meses De 3 em 3 meses 3 vezes ao ano De 6 em 6 meses 1 vez por ano De 2 em 2 anos De 3 em 3 anos 3 vezes por semana 3 vezes por mês Periodicidade desconhecida Sem periodicidade 200 TÍTULO E MENÇÃO DE RESPONSABILIDADE ^a - Título próprio da PP ^b - Indicação da natureza do documento - Periódico pré-definido ^d - Título paralelo ^e - Informação de outro título ^f - Primeira menção de responsabilidade - Indicar a empresa proprietária da PP. ^g - Outras menções de responsabilidade - Indicar o Director, Editor da PP. 115
116 205 MENÇÃO DE EDIÇÃO ^a - Menção de edição - Referir algum aspecto específico da edição 207 ZONA ESPECÍFICA DE ALGUNS TIPOS DE PP - NUMERAÇÃO ^a - Numeração e/ou datas limite do primeiro e do último número da PP - Colocar sempre que estes sejam conhecidos. Expressão Como referenciar Ano Ano, (este ano refere-se a um tipo de numeração própria de algumas PP e não diz respeito a ano cronológico escrever em ALGARISMOS ÁRABES) Número Nº (se for precedido de ano é separado por vírgula espaço) Data (DD Mês abreviado AAAA)- (se for precedida de Nº é separada por espaço) Para PP já findas, colocar as informações relativas ao Ano, Nº e data de término, a seguir ao hífen, sem espaço Ano AAAA- (usar apenas quando só dispomos desta informação) 116
117 Mês Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro Abreviatura Jan. Fev. Mar. Abr. Mai. Jun. Jul. Ag. Set. Out. Nov. Dez. 210 PUBLICAÇÃO, DISTRIBUIÇÃO, ETC. ^a - Local de edição / distribuição do 1º nº da PP - Usar [S.l.] quando não for possível determinar o local ^c - Nome do editor / distribuidor do 1º nº da PP ^d - Data de publicação / distribuição do 1º nº da PP - Deixar data em aberto com hífen sem espaço, se a PP ainda estiver a ser publicada. 117
118 215 DESCRIÇÃO FÍSICA ^d - Dimensões em centímetros 225 COLECÇÃO ^a - Título próprio da colecção ^v - Indicação de volume ^x - ISSN da colecção 300 NOTAS GERAIS ^a Texto de nota - Colocar em notas gerais a localização da PP no espaço da biblioteca precedida da expressão já pré-definida no campo 326 NOTA DE PERIODICIDADE DAS PP ^a Periodicidade - Colocar aqui a mesma expressão de periodicidade seleccionada para o campo
119 606 NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO ^a - Elemento de entrada ^x - Subdivisão de assunto ^2 Código do sistema 607 NOME GEOGRÁFICO USADO COMO ASSUNTO ^a - Elemento de entrada ^x - Subdivisão de assunto ^2 Código do sistema 608 CABEÇALHO DE FORMA, GÉNERO OU CARACT. FÍSICAS ^a Elemento de entrada - Descritor relativo às características físicas do documento. As PP para público infanto-juvenil terão, em simultâneo, o seguinte descritor (pré-definido na respectiva folha de recolha): ^a - Publicações em série infanto-juvenil 610 TERMOS DE INDEXAÇÃO NÃO CONTROLADOS ^a - Termo de indexação 119
120 675 CLASSIFICAÇÃO DECIMAL UNIVERSAL (CDU) ^a Notação ^a Notação - Quando se trate de PP para o Sector Infanto-Juvenil será colocada também a notação (pré-definida na respectiva folha de recolha) Autorias Uma vez que a entrada de autoridade da PP se faz pelo título, seguido do local de edição, data de edição do primeiro N.º, não se preenchem os campos 700, 701 e 710 e NOME DE PESSOA RESPONS. INTELECTUAL SECUNDÁRIA ^a Palavra de ordem ^b Outra parte do nome ^f - Datas ^4 Código de função Nota: Colocar a autoridade relativa ao Director, Editor. Por defeito está seleccionado o código de função Director. 120
121 712 NOME DE COLECTIVIDADE RESPONS. INTELECTUAL ^a Palavra de ordem ^b - Subdivisão ^c Elementos de identificação ou distinção ^d Número do grupo eventual ^e Local do grupo eventual ^f Data do grupo ^4 - Datas Nota: Colocar a autoridade relativa à propriedade. Por defeito está seleccionado o código de função Proprietário 801 FONTE DE ORIGEM ^a - País ^b Agência ^g Regras de catalogação Nota: Sub-campos preenchidos de forma pré-definida 121
122 856 LOCALIZAÇÃO ELECTRÓNICA E ACESSO ^u URL - Preencher com o endereço electrónico da publicação, caso tenha versão on-line. ^z Texto - Colocar o título da PP antes do termo on-line (este termo já está pré-definido na folha de recolha) ^u - Endereço do ficheiro da publicação ^z - Capa 930 COTA SUMÁRIO ^d Cota ^l Localização 122
123 5.4. CATALOGAÇÃO DE CD S Escolher a folha de registo (FDR) de acordo com a tipologia do público a quem o CD se destina: CD S adultos - Registo sonoro BMS válida CD S para público infanto-juvenil - Registo sonoro infanto-juvenil BMS válida. CABEÇALHO Manter os dados pré-definidos 100 DADOS GERAIS DE PROCESSAMENTO No campo data da publicação 1: Colocar a data do CD Código de audiência: A folha de registo de adultos tem pré-definido o código de audiência adulto, sério. A folha de registo para público infanto-juvenil tem pré-definido o código de audiência juvenil, geral. Se o CD se destinar a bebés colocar nesta folha código de audiência pré-primária, idades
124 101 LÍNGUA DE PUBLICAÇÃO ^a Língua do texto, banda sonora, etc. 102 PAÍS DE PUBLICAÇÃO OU PRODUÇÃO ^a País da publicação 125 CAMPO DE DADOS CODIFICADOS: REG. SONORO MUS. IMPRES Não preencher 124
125 200 TÍTULO E MENÇÃO DE RESPONSABILIDADE ^a - Título próprio do CD ^b - Indicação da natureza do documento - Registo sonoro pré-definido ^e - Informação de outro título ^f - Primeira menção de responsabilidade ^g - Outras menções de responsabilidade ^f e ^g - Mencionar a função dos responsáveis intelectuais da obra, de forma abreviada Autorias O intérprete ou o grupo musical com maior destaque ou mencionado em 1º lugar. Os restantes autores mencionados, até um máximo de 2 Excepção: Música clássica - Autor principal (compositor da obra) - Autores secundários (intérpretes individuais com indicação de função, Maestro, orquestra, intérpretes). No caso de existirem compositores em excesso numa colectânea, o cabeçalho da obra faz-se pelo título do documento. Jazz No caso das Bandas e agrupamentos, o autor é o nome do intérprete principal, responsável pela criação daquele grupo. EX. Bernardo Sassetti trio, autoria Bernardo, Sassetti 125
126 205 MENÇÃO DE EDIÇÃO ^a Menção Preencher com informação de uma edição diferente da 1ª Exemplo: ^a Edição comemorativa 210 PUBLICAÇÃO, DISTRIBUIÇÃO, ETC. ^a Local de edição - Usar [S.l.] quando não for possível determinar o local da editora ^c Nome de edição - Preencher com o nome da editora da obra ^d Data de Edição 215 DESCRIÇÃO FÍSICA ^a - Indicação específica da natureza do documento ^e - Material acompanhante COLECÇÃO ^a Título próprio da colecção ^v - Volume Nota: Preencher quando necessário e de acordo com as normas estabelecidas 327 NOTAS DE CONTEÚDO ^a Descrição de 2º nível - Considera-se que existem vários volumes sempre que uma caixa de CD S contenha mais de um CD. Nestes casos preenchem-se tantos ^a quantos CD S existam na mesma 126
127 caixa. Caso não existam elementos que permitam distinguir os diversos CD S, optar por colocar os minutos de duração de cada um. 517 OUTRAS VARIANTES DE TÍTULO ^a Variante de título (descrição de 2º nível) 606 NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO ^a Elemento de entrada ^x Subdivisão de assunto ^y Subdivisão geográfica ^z Subdivisão cronológica ^2 Código do sistema 607 NOME GEOGRÁFICO USADO COMO ASSUNTO ^a Elemento de entrada ^x Subdivisão de assunto ^2 Código do sistema 608 CABEÇALHO DE FORMA, GÉNERO OU CARACT. FÍSICAS ^a Elemento de entrada - Colocar descritor relativo às características físicas do documento. Os CD S para público infanto-juvenil terão, em simultâneo, o seguinte descritor (pré-definido na respectiva folha de recolha): 127
128 ^a - CD-áudio infanto-juvenil 610 TERMOS DE INDEXAÇÃO NÃO CONTROLADOS ^a Termo de indexação 675 CLASSIFICAÇÃO DECIMAL UNIVERSAL ^a Notação - Colocar a notação CDU quando se trate de áudio-livros, quer para adultos quer para infanto-juvenil ^a Notação. Quando se trate de CD S para o Sector Infanto-Juvenil terá também a notação (pré-definida na respectiva folha de recolha) 686 OUTRAS CLASSIFICAÇÕES NUMÉRICAS ^a Notação - Colocar a notação de acordo com a Classificação das Bibliotecas / Discotecas de Paris 700 NOME DE PESSOA RESPONS. INTELECTUAL PRINCIPAL ^a Palavra de ordem ^b Outra parte ^c Elementos de identificação, distinção ^d Numerais romanos ^f Datas 128
129 ^4 Código de função 701 NOME DE PESSOA RESPONS. INTELECTUAL ^a Palavra de ordem ^b Outra parte do nome ^c Elementos de identificação, distinção ^d Numerais romanos ^f Datas ^4 Código de função Nota: Os restantes autores mencionados, até um máximo de 2. Caso existam mais de 2 co-autores, não se preenche o campo 700, dando-se entrada a todos no campo NOME DE PESSOA RESP. INTELECTUAL SECUNDÁRIA ^a Palavra de ordem ^b Outra parte do nome ^c Elementos de identificação, distinção ^d Numerais romanos ^f Datas ^4 Código de função Nota: Na Música clássica colocar aqui os intérpretes individuais 129
130 710 NOME COLECTIVIDADE RESPONS. INTELECTUAL PRINCIPAL ^a Palavra de ordem - Grupo musical com maior destaque ou mencionado em 1º lugar ^b Subdivisão - Quando o nome de um agrupamento musical se iniciar por um artigo, colocar o artigo em causa neste sub-campo ^c Elementos de distinção ^d Número do grupo eventual ^e - Local do grupo eventual ^f - Data do grupo eventual - Data de início e de fim do grupo ^e e ^f Usar apenas no caso de bandas / agrupamentos musicais ^4 Código da função NOME DA COLECTIVIDADE CO-RESP. INTELECTUAL ^a Palavra de ordem ^b Subdivisão ^c Elementos de distinção ^d Número do grupo eventual ^e - Local do grupo eventual ^f - Data do grupo eventual ^4 Código da função NOME DA COLECTIVIDADE RESPONSAB. INTELECTUAL ^a Palavra de ordem - Grupo musical com maior destaque ou mencionado em 1º lugar ^b Subdivisão - Quando o nome de um agrupamento musical se iniciar por um artigo, colocar o artigo em causa neste sub-campo ^c Elementos de distinção ^d Número do grupo eventual ^e - Local do grupo eventual ^f - Data do grupo eventual - Data de início e de fim do grupo 130
131 ^e e ^f Usar apenas no caso de bandas / agrupamentos musicais ^4 Código da função Nota: Na Música clássica colocar aqui as orquestras 801 FONTE DE ORIGEM ^a País ^b Agência 966 COTA ^c Número de exemplares ^d Indicação de volume - Colocar tantos quanto o número de CD S que contiver a caixa (corresponde ao número de volumes criados no campo 327 e aos respectivos códigos de barra criados) ^e Parte, número, etc. ^l Agência ^m Tipo de documento ^n Notas - Usar apenas quando o CD é material acompanhante de um livro. Acompanha 1 livro: CB ^p Preço de aquisição ^w Tiragem ^x Forma de entrada ^z Tipografia Nota: Criação de exemplares: respeitar os dados da imagem identificados nas janelas: tipo, estado e estatuto. Não esquecer de colocar dígitos de armazenamento 131
132 132
133 5.5. CATALOGAÇÃO DE DVD S Para catalogar DVD S opte por uma destas folhas de recolha, consoante o público para quem o DVD se destina: DVD S adulto Registo vídeo BMS válida DVD S infanto-juvenil Registo vídeo infanto-juvenil BMS válida CABEÇALHO Manter igual 100 DADOS GERAIS DE PROCESSAMENTO Campo data da publicação 1: Colocar a data da 1ª apresentação pública do filme, fontes: Sites DVDPT ( e IMDB ( Código de audiência: A folha de registo tem pré-definido o código de audiência adulto, sério. Nota: A folha de registo tem pré-definido o código de audiência juvenil, geral. 133
134 101 LÍNGUA DE PUBLICAÇÃO ^a - Língua original do filme 102 PAÍS DE PUBLICAÇÃO OU PRODUÇÃO ^a País 200 TÍTULO E MENÇÃO DE RESPONSABILIDADE ^a - Título próprio do DVD ^b - Indicação da natureza do documento - Registo vídeo pré-definido ^e - Informação de outro título ^d - Título na língua original - Preencher com a mesma informação o campo 510 ^a e o campo 304 ^a ^f - Primeira menção de responsabilidade - Nome do realizador até um máximo de 3. Nos DVDS infantis, quando não existe realizador coloca-se o produtor, entrando como autoridade no campo 712. ^g - Outras menções de responsabilidade - Nome do actor principal até um máximo de MENÇÃO DE EDIÇÃO ^a - Preencher com informação de uma edição diferente da 1ª 134
135 210 PUBLICAÇÃO, DISTRIBUIÇÃO, ETC ^a - Local de distribuição - Usar [S.l.] quando não for possível determinar o local do distribuidor ^c Editor - Preencher com o nome do distribuidor do filme ^d Data de publicação - Colocar data de distribuição 215 DESCRIÇÃO FÍSICA ^a Indicação específica da natureza do documento - Quando existirem 2 exemplares do mesmo filme colocam-se: Dois ^a com os respectivos minutos do filme ^c - Outras indicações físicas ^e - Material acompanhante 225 COLECÇÃO ^a Título da colecção ^v Volume da colecção (numeração árabe) 300 NOTAS GERAIS ^a Texto - Colocar em notas gerais o resumo (sinopse) do filme. Fazer copy-paste do resumo que se encontra na página do filme no site. Convém verificar se o texto não trás erros ortográficos
136 303 NOTAS GERAIS RELATIVAS A INFORMAÇÃO DESCRITIVA ^a - Usar para indicar casos especiais de linguagem, sobretudo no caso de filmes infanto-juvenis. Ex: ^a - Falado em português, ^a - Inclui língua gestual 304 NOTAS RELAT. A TÍTULOS E MENÇÕES DE RESPONSABILIDADE ^a - Título original do filme - Informação idêntica à colocada nos campos 200 ^d e 510 ^a. 327 NOTAS DE CONTEÚDO ^a - Descrição de 2º nível - Nota relativa ao título próprio da sequela de um filme. Considera-se também que existem vários volumes sempre que uma caixa de DVD S contenha mais de um DVD. Nestes casos preenchem-se tantos ^a quantos DVD S existam na mesma caixa. Exemplo: Disco 1: Filme Disco 2: Extras Disco 3: Extras 333 NOTA RELATIVA AOS POTENCIAIS UTILIZADORES ^a Texto 136
137 500 TÍTULO UNIFORME ^a Título 510 TÍTULO PARALELO ^a - Título original do filme - Verificar que existe uma bolinha na expressão Título significativo 517 OUTRAS VARIANTES DE TÍTULO (descrição de 2º nível) ^a - Título próprio da sequela de um filme ou indicação do nome do DVD - No caso de filmes com 2 DVD S na caixa (1 de filme, 1 de extras ) 600 NOME DE PESSOA USADO COMO ASSUNTO ^a Palavra de ordem ^b Outra parte ^f Datas 601 NOME DE COLECTIVIDADE USADO COMO ASSUNTO ^a Palavra de ordem 606 NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO ^a Elemento de entrada ^x Subdivisão de assunto ^y Subdivisão geográfica 137
138 ^2 Código do sistema 607 NOME GEOGRÁFICO USADO COMO ASSUNTO ^a Elemento de entrada ^x Subdivisão de assunto ^2 Código do sistema 608 CABEÇALHO DE FORMA, GÉNERO OU CARACT. FÍSICAS ^a - Descritor relativo às características físicas do documento - Os DVD para público infanto-juvenil terão, em simultâneo, o seguinte descritor (pré-definido na respectiva folha de recolha): 610 TERMOS DE INDEXAÇÃO NÃO CONTROLADOS ^a - Descritor 675 CLASSIFICAÇÃO DECIMAL UNIVERSAL (CDU) ^a Notação - Colocar a notação CDU quando se trate de não-ficção, quer para adultos quer para infanto-juvenil (filmes educativos). Quando se trate de DVD para o Sector Infanto-Juvenil terá também a notação (pré-definida na respectiva folha de recolha) 138
139 686 OUTRAS CLASSIFICAÇÕES NUMÉRICAS ^a Notação - Colocar a notação da tabela da FIAF quando se trate de filmes de ficção 700 NOME DE PESSOA RESPONS. INTELECTUAL PRINCIPAL ^a Palavra de ordem ^b Outra parte do nome ^f Datas ^4 Código de função Nota: Autoria principal - o realizador do filme 701 NOME PESSOA COLECTIVA CO-RESPONS. INTELECTUAL ^a Palavra de ordem ^b Outra parte do nome ^f Datas ^4 Código de função Nota: Os restantes realizadores mencionados, até um máximo de 2. Caso existam mais de 2 co-autores, não se preenche o campo 700, dando-se entrada ao responsável principal no campo todos
140 702 NOME DE PESSOA RESPONS. INTELECTUAL SECUNDÁRIA ^a Palavra de ordem ^b Outra parte do nome ^f Datas ^4 Código de função Actores secundários: Colocar o nome dos principais intérpretes do filme. Nos DVDS infantis, colocam-se os nomes dos intérpretes que dão voz aos personagens. Nestes casos mudar o código de função para Intérprete (ponto de vista musical, dramático) 710 NOME DE COLECTIVIDADE RESP. INTELECTUAL PRINCIPAL ^a Palavra de ordem ^b Outra parte do nome ^f Datas ^4 Código de função 711 NOME DE COLECTIVIDADE CO-RESPONS. INTELECTUAL ^a Palavra de ordem ^b Outra parte do nome ^f Datas ^4 Código de função 140
141 712 NOME DE COLECTIVIDADE RESPONS. INTELECTUAL ^a Palavra de ordem ^b Outra parte do nome ^f Datas ^4 Código de função 801 FONTE DE ORIGEM ^a País ^b Agência 856 LOCALIZAÇÃO ELECTRÓNICA DE ACESSO ^u - Colocar o endereço da página on-line do filme, a partir do site ^z - Escrever o nome significativo do site 141
142 966 COTA ^c Número de exemplares ^d Indicação do volume, tomo, etc. - Colocar tantos quanto o número de DVD s que contiver a caixa (corresponde ao número de volumes criados no campo 327 e aos respectivos códigos de barra criados) ^e Parte ou número ^m Tipo de documento ^n Notas - Usar apenas quando o DVD é material acompanhante de um livro, ou quando se trate de um folheto que integra a caixa do DVD. Acompanha 1 livro: CB. Criação de exemplares: respeitar os dados da imagem identificados nas janelas: tipo, estado e estatuto. ^p Preço de aquisição ^w Tiragem ^x Forma de entrada ^z - Tipografia 142
143 5.6. CATALOGAÇÃO DE DOCUMENTOS ELECTRÓNICOS O registo dos CD-ROM é efectuado nas seguintes folhas de recolha, conforme o seu público: CD-ROM adultos Documento electrónico BMS válida CD-ROM para público infanto-juvenil Documento electrónico infanto-juvenil BMS válida CABEÇALHO Tipo de registo: Manter os dados que se apresentam já pré-definidos 010 NÚMERO INERNACIONAL NORMALIZADO DOS LIVROS (ISBN) ^a ISBN 143
144 100 DADOS GERAIS DE PROCESSAMENTO Data da publicação 1: Colocar a data do CD-ROM Código de audiência: A folha de recolha de dados infanto-juvenil tem pré-definido o código de audiência. A folha de recolha de dados tem pré-definido o código de audiência juvenil, geral. Adequar o código de audiência ao público infanto-juvenil a que se destina o documento electrónico 101 LÍNGUA DA PUBLICAÇÃO ^a Língua do texto - Não esquecer de adequar a bolinha à situação 102 PAÍS DE PUBLICAÇÃO OU PRODUÇÃO ^a País 144
145 105 CAMPO CODIFICADO 135 CAMPO DE DADOS CODIFICADO FICHEIROS COMPUTADOR Tipo de recurso electrónico: Programa de computador - USAR para CD- ROM que contenha sistemas operativos (por ex: Windows, Linux ) ou aplicativos (ou seja, software para instalação) Jogo - USAR para CD-ROM com jogos Multimédia - USAR para CD-ROM interactivo que não estejam incluído nas classificações anteriores Designação material especial: Disco óptico - USAR para todo o tipo de CD-ROM Cor: Exemplo: Multicolor Dimensões - A opção seleccionada diz respeito às normais dimensões dos CD-ROM Som - Antes de alterar a opção pré-definida certifique-se das condições de som do CD-ROM que está a tratar 145
146 200 TÍTULO E MENÇÃO DE RESPONSABILIDADE ^a - Título próprio do CD-ROM ^b - Indicação da natureza do documento - Documento electrónico prédefinido ^e - Informação de outro título ^f - Primeira menção de responsabilidade ^g - Outras menções de responsabilidade 205 MENÇÃO DE EDIÇÃO ^a Edição. Menção de edição - Referir algum aspecto específico da presente edição 146
147 210 PUBLICAÇÃO, DISTRIBUIÇÃO, ETC. ^a - Local de edição, distribuição - Usar [S.l.] quando não for possível determinar o local da edição/ distribuição ^c - Nome do editor, distribuidor ^d - Data de publicação, distribuição 215 DESCRIÇÃO FÍSICA ^a - Indicação específica da natureza do documento - Mencionar de acordo com a informação contida no disco 225 COLECÇÃO ^a Título da colecção ^v Volume da colecção 230 ZONA ESPEC. DE ALGNS TIPOS MAT.: RECURSO ELECTRÓNICO ^a - Colocar aqui o termo seleccionado no campo 135, na opção Tipo de recurso electrónico, de modo a que possa ser visualizada no registo 300 NOTAS GERAIS ^a Texto - Colocar em notas gerais o resumo do CD-ROM caso esteja disponível para cópia em algum site 147
148 303 NOTAS GERAIS RELATIVAS A INFORMAÇÃO DESCRITIVA ^a Texto - Usar para indicar casos especiais de linguagem, sobretudo no caso de CD-ROM infanto-juvenis 327 NOTAS DE CONTEÚDO ^a Texto - Notas relativas a descrição física. Material acompanhante: 1 brochura intitulada 333 NOTAS RELATIVAS DOS POTENCIAIS UTILIZADORES ^a Texto - Ex: A partir dos 5 anos 336 NOTA RELATIVA AO TIPO DE FICHEIRO DE COMPUTADOR ^a Texto - Provisória. USAR apenas para documentos electrónicos criados pela Biblioteca (ex: documentos digitalizados do Fundo Local) 148
149 337 NOTA RELATIVA A PORMENORES FÍSICOS ^a Texto - Ficheiro de computador. Indicar os requisitos mínimos necessários para visionamento do CD-ROM. Ex: ^a - Requisitos mínimos - Windows 98, NT, 2000 ou XP, 50 MByte. Disponíveis em disco e resolução gráfica de 800X600 com 256 cor OUTRAS VARIANTES DE TÍTULO ^a Outras variantes NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO ^a Elemento de entrada ^x Subdivisão de assunto ^y Subdivisão geográfica ^2 Código do sistema 607 NOME GEOGRÁFICO USADO COMO ASSUNTO ^a Elemento de entrada ^x Subdivisão de assunto ^2 Código do sistema 149
150 608 CABEÇALHO DE FORMA, GÉN. OU CARACTERÍSTICAS FÍSICAS ^a Elemento de entrada - Colocar o descritor abaixo indicado, relativo às características físicas do documento, independentemente de ser 1 CD-ROM ou 1 DVD-ROM. Os CD-ROM para público infanto-juvenil terão, em simultâneo, o seguinte descritor (pré-definido na respectiva folha de recolha): ^a - CD-ROM infanto-juvenil 610 TERMO DE INDEXAÇÃO NÃO CONTROLADO ^a Descritor 675 CLASSIFICAÇÃO DECIMAL UNIVERSAL (CDU) ^a Notação - Colocar a notação CDU. Quando se trate de CD-ROM para o Sector Infanto-Juvenil será colocada também a notação (pré-definida na respectiva folha de recolha) 700 NOME DE PESSOA RESPONS. INTELECTUAL PRINCIPAL ^a Palavra de ordem ^b Outra parte ^c Elementos de identificação ^d Numerais romanos ^f Datas ^2 Código de função 150
151 701 - NOME DE PESSOA CO-RESPONS. INTELECTUAL ^a Palavra de ordem ^b Outra parte ^c Elementos de identificação ^d Numerais romanos ^f Datas ^2 Código de função Nota: Caso existam mais de 2 co-autores, não se preenche o campo 700, dando-se entrada ao responsável principal no campo todos NOME DE PESSOA RESPONS. INTELECTUAL SECUNDÁRIA ^a Palavra de ordem ^b Outra parte ^c Elementos de identificação ^d Numerais romanos ^f Datas ^2 Código de função 710 NOME DE COLECTIVIDADE RESP. INTELECTUAL PRINCIPAL ^a Palavra de ordem ^b Outra parte ^c Elementos de identificação ^d Numerais romanos ^f Datas ^2 Código de função 151
152 711 - NOME DE COLECTIVIDADE CO- RESP. INTELECTUAL ^a Palavra de ordem ^b Outra parte ^c Elementos de identificação ^d Numerais romanos ^f Datas ^2 Código de função 712 NOME DE COLECTIVIDADE RESPONSAB. INTELECTUAL ^a Palavra de ordem ^b Outra parte ^c Elementos de identificação ^d Numerais romanos ^f Datas ^2 Código de função 801 FONTE DE ORIGEM ^a País ^b Agência 966 COTA ^c Número de exemplares ^d Indicação do volume - Colocar tantos quanto o número de CD-ROM que contiver a caixa (corresponde ao número de volumes criados no campo 327 e aos respectivos códigos de barra criados) 152
153 ^n Notas - Usar apenas quando o CD-ROM for material acompanhante de um livro, ou quando se trate de um folheto que integra a caixa do CD-ROM ^p Preço de Aquisição ^x Forma de entrada 153
154 6. - CRIAÇÃO DE EXEMPLARE S Respeitar os dados da imagem que identificam as diferentes modalidades de exemplares de CD-ROM, segundo a sua cota, tipo, estado e estatuto 154
Como arrumar um documento na estante?
Como arrumar um documento na estante? Documento de Apoio à equipa das Bibliotecas Escolares do 1º ciclo e Jardins-de-infância do concelho de Torres Vedras S.A.B.E. de Torres Vedras Março 2010 CLASSIFICAÇÃO
CLASSIFICAÇÃO DAS ESTANTES
CLASSIFICAÇÃO DAS ESTANTES 2006 1 0 Generalidades. Documentação 00 Ciência e conhecimento em geral Investigação científica Metodologia da pesquisa Métodos de estudo ver 37.04 Metrologia Organização do
CDU - Classificação Decimal Universal
CDU - Classificação Decimal Universal 0 GENERALIDADES 00 Prolegómenos. Fundamentos da Ciência e da Cultura 001 Ciência e conhecimentos em geral 002 Documentação. Documentos em geral 002/42 Documentação.
FORMULÁRIO DESTINADO AOS CANDIDATOS PARA FORMAÇÃO 2014/2015
Destinatário: BIURO UZNAWALNOŚCI WYKSZTACENIA I WYMIANY MIĘDZYNARODOWEJ BUREAU DE RECONHECIMENTO DE DIPLOMAS DE ENSINO SUPERIOR E DE INTERCÂMBIO INTERNACIONAL ul. Ogrodowa 28/30, 00-896 Warszawa sekretariat:
4312-(18) Diário da República, 1.ª série N.º 131 9 de Julho de 2008
4312-(18) Diário da República, 1.ª série N.º 131 9 de Julho de 2008 pre que necessário, para a realização de entrevista e ou avaliação funcional das suas capacidades. 4 A comissão pode, face à prova documental
ANEXO 5 - Guia para o preenchimento do Questionário sobre património cultural imaterial
ANEXO 5 - sobre património cultural imaterial Os campos assinalados com são de preenchimento obrigatório; Nos restantes campos preencha apenas o que souber; Se tiver dúvidas em alguma questão, assinale
tabela de classificação de assuntos 1. fundo geral 2. fundo infantil 3. fundo juvenil 4. fundo local 5. fundo áudio 6. fundo vídeo
tabela de classificação de assuntos 1. fundo geral 2. fundo infantil 3. fundo juvenil 4. fundo local 5. fundo áudio 6. fundo vídeo Fundo geral FG 0 0 GENERALIDADES. ENCICLOPÉDIAS. DICIONÁRIOS. INFORMÁTICA
MEDIATECA PLANO DE ACTIVIDADES 2009/2010
Mediateca Plano de Actividades 2009/2010 pág. 1/6 Introdução MEDIATECA PLANO DE ACTIVIDADES 2009/2010 A Mediateca estrutura-se como um sector essencial do desenvolvimento do currículo escolar e as suas
ACESSO AO ENSINO SUPERIOR 2015-2ª FASE DO CONCURSO NACIONAL DE ACESSO Classificações dos últimos colocados Código Instit.
Classificações dos últimos s Nome da Instituição Nome do Grau de 0110 8031 Universidade dos Açores - Angra do Heroísmo Ciências Farmacêuticas (Preparatórios) PM 6 0 1 143,5 5 0110 8086 Universidade dos
0202 Universidade do Algarve - Faculdade de Ciências do Mar e do Ambiente
0110 Universidade dos Açores - Angra do Heroísmo 8031 Ciências Farmacêuticas (Preparatórios) 155,5 8085 Ciências da Nutrição (Preparatórios) 128,8 8086 Medicina Veterinária (Preparatórios) 154,8 9022 Ciências
REGULAMENTO DO ARQUIVO MUNICIPAL DE GOUVEIA. Capítulo 1. Constituição e Funções do Arquivo Municipal. Artigo 1º. Artigo 2º. Capítulo II Da Recolha
1 REGULAMENTO DO ARQUIVO MUNICIPAL DE GOUVEIA Capítulo 1 Constituição e Funções do Arquivo Municipal. Artigo 1º O Arquivo Municipal da Câmara Municipal de Gouveia (C.M.G.) compreende o âmbito, funções
Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior - Direcção-Geral do Ensino Superior. Estabelecimento Vagas 2.ª Fase
Vagas.ª Fase Universidade dos Açores - Angra do Heroísmo 00 0 Ciências Farmacêuticas (Preparatórios) 00 0 Ciências da Nutrição (Preparatórios) 00 0 Medicina Veterinária (Preparatórios) 00 0 Ciências Agrárias
Critérios Gerais de Avaliação
Agrupamento de Escolas Serra da Gardunha - Fundão Ano Lectivo 2010/2011 Ensino Básico A avaliação escolar tem como finalidade essencial informar o aluno, o encarregado de educação e o próprio professor,
APRENDIZAGEM AO LONGO DA VIDA
1 de Abril de 2004 População e Sociedade Educação e Formação 2003 (Dados provisórios) APRENDIZAGEM AO LONGO DA VIDA No último ano, mais de um milhão e meio de indivíduos com 15 ou mais anos, ou seja, 18,7,
COMUNICADO II (Estudantes GS. Ext.)
COMUNICADO II (Estudantes GS. Ext.) Edital SECRI 004/2015 Seleção para Programa de Bolsas Erasmus Mundus Projeto Euro Brazilian Windows (EBW+) 2ª chamada A (SECRI) com relação ao Edital SECRI 004/2015
da Uniiversiidade de Évora
Universidade de Évora Rellatóriio sobre o Inquériito aos Liicenciiados da Uniiversiidade de Évora Pró-Reitoria para a Avaliação e Política da Qualidade Jacinto Vidigal da Silva Luís Raposo Julho de 2010
Manual de Funções. Centro de Documentação e Informação CEDOC-ESEV
Centro de Documentação e Informação CEDOC-ESEV ÍNDICE Pág. Apresentação 3 Equipa do centro de Documentação e Informação 4 Serviços 6 Serviço de Aquisições 6 Serviço de Tratamento Técnico documental 7 Catalogação
INSTRUÇÕES PARA DEPOSITAR O PROJETO DE PESQUISA NO CEP/FATEA
INSTRUÇÕES PARA DEPOSITAR O PROJETO DE PESQUISA NO CEP/FATEA Este texto tem por finalidade orientar a preparação dos Protocolos de Pesquisa que devem ser analisados pelo Comitê de Ética em Pesquisa (CEP)
Listagem de UC por curso. Escola Superior de Educação e Ciências Sociais
Listagem de UC por curso Semestre * 2014-15 Escola Superior de Educação e Ciências Sociais Animação Cultural Prática do Projeto Cultural Animação Ambiental Gestão Cultural Seminário Linguagem Plástica
ACESSO AO ENSINO SUPERIOR 2011-1ª FASE DO CONCURSO NACIONAL DE ACESSO Pares instituição/curso objecto de concurso nacional
ACESSO AO ENSINO SUPERIOR - 1ª FASE DO CONCURSO NACIONAL DE ACESSO Designação da Localidade Fase (cont. geral) 110 Ensino Superior Público Universitário 0110 8031 Universidade dos Açores - Angra do Heroísmo
Ministério da Fazenda Escola de Administração Fazendária Diretoria de Educação Biblioteca. Manual do Usuário da Biblioteca da Esaf
Ministério da Fazenda Escola de Administração Fazendária Diretoria de Educação Biblioteca Manual do Usuário da Biblioteca da Esaf Brasília, 2011 Ministério da Fazenda Escola de Administração Fazendária
Perspectiva Carreira Maio 15.xls. Cursos Técnicos
Perspectiva de Carreira - Níveis Tecnológicos e Técnicos País: Brasil / Cidade: Natal - RN Última atualização: Maio/2015 Cursos Técnicos * Os cursos relacionados correspondem a uma pesquisa através do
Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior - Direcção-Geral do Ensino Superior. Estabelecimento Vagas 3.ª Fase
Vagas.ª Fase Universidade dos Açores - Angra do Heroísmo 00 0 Ciências da Nutrição (Preparatórios) 00 0 Medicina Veterinária (Preparatórios) 00 0 Ciências Agrárias 00 0 Engenharia e Gestão do Ambiente
GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS. EDITAL SEPLAG/UEMG Nº. 08 /2014, de 28 de novembro de 2014
GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS EDITAL SEPLAG/UEMG Nº. 08 /2014, de 28 de novembro de 2014 CONCURSO PÚBLICO DE PROVAS E TÍTULOS PARA PROVIMENTO DE CARGOS DA CARREIRA DE PROFESSOR DE EDUCAÇÃO SUPERIOR
A procura de emprego dos Diplomados. com habilitação superior
RELATÓRIO A procura de emprego dos Diplomados com habilitação superior Dezembro 2007 Fevereiro, 2008 Ficha Técnica Título A procura de emprego dos diplomados com habilitação superior Autor Gabinete de
Ministério da Educação
Página 1 de 27 Ministério da Educação Nº 1612 - Terça feira, 2 de julho de 2013 PORTARIA Nº 576, DE 28 DE JUNHO DE 2013 - Dispõe sobre o Fórum de Avaliação do Financiamento da Educação Básica Nacional
PROJETO TÉCNICO. Associação ou federação comunitária Ponto de cultura
ANEXO IV CINE MAIS CULTURA BAHIA PROJETO TÉCNICO I. Identificação da Iniciativa 1. Nome da Proponente: 2. Esta ação é inscrita por: [Indique somente 1 (uma) alternativa] Organização da Sociedade Civil
MESTRADO EM PSICOLOGIA SOCIAL E DAS ORGANIZAÇÕES GUIA DE ORGANIZAÇÃO E DE FUNCIONAMENTO DOS ESTÁGIOS
INSTI INSTUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS DO TRABALHO E DA EMPRESA DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA SOCIAL E DAS ORGANIZAÇÕES MESTRADO EM PSICOLOGIA SOCIAL E DAS ORGANIZAÇÕES GUIA DE ORGANIZAÇÃO E DE FUNCIONAMENTO
Planificação Curricular Pré-escolar
PLANO ANUAL DE ATIVIDADES Ciclo/ Área/ Disciplina: Pré-escolar Ano Letivo 2012/2013 Área de Formação pessoal e Social Esboço Curricular para a Educação de Infância (segundo as Orientações Curriculares
Pré-Escola 4 e 5 anos
PREFEITURA MUNICIPAL DE SALVADOR Secretaria Municipal da Educação e Cultura SMEC DIÁRIO DE CLASSE Educação Infantil Pré-Escola 4 e 5 anos DIÁRIO DE CLASSE ESCOLA: CRE: ATO DE CRIAÇÃO DIÁRIO OFICIAL / /
A SEGUIR ALGUMAS DICAS PARA O DESENVOLVIMENTO DE UM PROJETO CIENTÍFICO
A SEGUIR ALGUMAS DICAS PARA O DESENVOLVIMENTO DE UM PROJETO CIENTÍFICO DESENVOLVENDO UM PROJETO 1. Pense em um tema de seu interesse ou um problema que você gostaria de resolver. 2. Obtenha um caderno
Apresentação. Serviço de Apoio às Bibliotecas Escolares. Oliveira de Azeméis Novembro 2007
Apresentação Serviço de Apoio às Bibliotecas Escolares Oliveira de Azeméis Novembro 2007 Apresentação SABE 12-11-2007 2 Apresentação O conceito de Serviço de Apoio às Bibliotecas Escolares (SABE) que se
1.ª FASE DO CONCURSO NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO SUPERIOR PÚBLICO: 2009 Código Código
(1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) 0110 8031 Universidade dos Açores - Angra do Heroísm Ciências Farmacêuticas (Preparatórios PM 15 15 0 155,5 0 0110 8085 Universidade dos Açores - Angra do Heroísm
BIBLIOTECA CENTRAL DE MARINHA BI PLANEAMENTO DA DE DESINFESTAÇÃO ACÇÕES DE - DESINFESTAÇÃO BIBLIOTECA BCM E ARQUIVO HISTÓRICO
BIBLIOTECA CENTRAL I - OBJECTIVO A presente norma técnica tem por objectivo estabelecer o desenvolvimento das normas arquivistas e documentais do ARQUIVO HISTÓRICO (AH) decorrentes do REGULAMENTO INTERNO
Arte e solidariedade aos olhos das crianças
Junta de Freguesia de Santa Maria dos Olivais Plano de Atividades Componente de Apoio à Família 2012/2013 Arte e solidariedade aos olhos das crianças Se a criança não receber a devida atenção, em geral,
NOTAS EXPLICATIVAS. 1. Considerações gerais
8.4.2004 L 104/59 Jornal Oficial da União Europeia PT NOTAS EXPLICATIVAS 1. Considerações gerais 1.1. Em conformidade com as disposições do Regulamento (CEE) n. o 3911/92 do Conselho, de 9 de Dezembro
REGULAMENTO INTERNO DA BIBLIOTECA ESCOLAR / CENTRO DE RECURSOS. ESCOLA SECUNDÁRIA QUINTA do MARQUÊS
REGULAMENTO INTERNO DA BIBLIOTECA ESCOLAR / CENTRO DE RECURSOS ESCOLA SECUNDÁRIA QUINTA do MARQUÊS Artigo 1º - Definição A Biblioteca Escolar - Centro de Recursos Educativos da Escola Secundária Quinta
PROJECTO DE REALIZAÇÃO
APPEUC Associação de Professores de Português dos Estados Unidos e Canadá MONTREAL 2007 13, 14 e 15 de Abril de 2007 no Hotel Auberge Universel em Montreal PROJECTO DE REALIZAÇÃO Comissão Organizadora:
Todos os campos do formulário são de preenchimento obrigatório e devem ser preenchidos seguindo as seguintes orientações:
Introdução Este manual destina-se a orientar o preenchimento do Formulário de Eventos do Turismo, cujo conteúdo integrará o Calendário Nacional de Eventos Turísticos. Ressalta-se que o Calendário será
- Visitas orientadas Público-alvo: público geral
Criado em 2006, o Serviço Educativo do Museu de Santa Maria de Lamas (MSML) tem desenvolvido um conjunto de actividades pedagógicas e lúdicas, no sentido de divulgar o património integrado no seu vasto
INSTITUTO GEOGRÁFICO PORTUGUÊS
MINISTÉRIO DO AMBIENTE, DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL INSTITUTO GEOGRÁFICO PORTUGUÊS CONDIÇÕES E DOCUMENTAÇÃO PARA REQUERER CONCESSÃO / RENOVAÇÃO DE ALVARÁ PARA O EXERCÍCIO
Instituto Superior Politécnico de Viseu Escola Superior de Tecnologia
Instituto Superior Politécnico de Viseu Escola Superior de Tecnologia Curso de Marketing Trabalho Prático Módulo III (Ferramentas do Office) Ano Lectivo 2006 / 2007 2.º Semestre Docentes: Artur Jorge Afonso
ANO LETIVO 2013/2014 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO
ANO LETIVO 2013/2014 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO Ensino Básico Os conhecimentos e capacidades a adquirir e a desenvolver pelos alunos de cada nível e de cada ciclo de ensino têm como referência os programas
CÓDIGO DE CONDUTA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL ENTRE O GRUPO PORTUGAL TELECOM, A UNI (UNION NETWORK INTERNATIONAL), SINTTAV, STPT E SINDETELCO
CÓDIGO DE CONDUTA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL ENTRE O GRUPO PORTUGAL TELECOM, A UNI (UNION NETWORK INTERNATIONAL), SINTTAV, STPT E SINDETELCO PREÂMBULO O presente Acordo concretiza os objectivos das conversações
REGULAMENTO DO CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTE AO GRAU DE MESTRE EM DESENHO
REGULAMENTO DO CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTE AO GRAU DE MESTRE EM DESENHO CAPÍTULO I GRAU DE MESTRE Artigo 1.º Criação A ESAP - Guimarães confere o grau de Mestre em Desenho com Especialização em Prática
III PROGRAMA DE CADA CURSO OFERECIDO E DEMAIS COMPONENTES CURRICULARES, SUA DURAÇÃO, REQUISITOS E CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO.
III PROGRAMA DE CADA CURSO OFERECIDO E DEMAIS COMPONENTES CURRICULARES, SUA DURAÇÃO, REQUISITOS E CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO. CURSO DE BACHARELADO EM ADMINISTRAÇÃO COM HABILITAÇÃO EM MARKETING 1º SEMESTRE
ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS CAPÍTULO X. Benefícios fiscais relativos ao mecenato. Artigo 61.º. Noção de donativo. Artigo 62.º
ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS CAPÍTULO X Benefícios fiscais relativos ao mecenato Artigo 61.º Noção de donativo Para efeitos fiscais, os donativos constituem entregas em dinheiro ou em espécie, concedidos,
14-07-2011 05/11 ASSUNTO: CONSTITUIÇÂO DE TURMAS 2011-2012 C/CONHECIMENTO A: REMETIDO A: Transmitido via E-mail Institucional...
DATA: NÚMERO: 14-07-2011 05/11 C/CONHECIMENTO A: REMETIDO A: SG Secretaria-Geral do Ministério da Educação... GGF Gabinete de Gestão Financeira... DGIDC Direcção-Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular...
L 276/4 PT Jornal Oficial da União Europeia. DECISÃO N. o 190. de 18 de Junho de 2003
L 276/4 PT Jornal Oficial da União Europeia DECISÃO N. o 190 de 18 de Junho de 2003 relativa às características técnicas do cartão europeu de seguro de doença (Texto relevante para efeitos do EEE e do
REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE APOIO FINANCEIRO ÀS ASSOCIAÇÕES AMBIENTAIS, CÍVICAS, CULTURAIS, DESPORTIVAS E JUVENIS DO MUNICÍPIO DA LOUSÃ
REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE APOIO FINANCEIRO ÀS ASSOCIAÇÕES AMBIENTAIS, CÍVICAS, CULTURAIS, DESPORTIVAS E JUVENIS DO MUNICÍPIO DA LOUSÃ CAPÍTULO I Disposições Comuns Artigo 1.º Lei Habilitante O presente
REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES SECRETARIA REGIONAL DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL DIRECÇÃO REGIONAL DO TRABALHO, QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL E DEFESA
REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES SECRETARIA REGIONAL DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL DIRECÇÃO REGIONAL DO TRABALHO, QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL E DEFESA DO CONSUMIDOR OBSERVATÓRIO DO EMPREGO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL
NCE/12/00971 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos
NCE/12/00971 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos Caracterização do pedido Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de Ensino Superior / Entidade Instituidora: Universidade Do Minho A.1.a. Outra(s)
GESTÃO CURRICULAR LOCAL: FUNDAMENTO PARA A PROMOÇÃO DA LITERACIA CIENTÍFICA. José Luís L. d`orey 1 José Carlos Bravo Nico 2 RESUMO
GESTÃO CURRICULAR LOCAL: FUNDAMENTO PARA A PROMOÇÃO DA LITERACIA CIENTÍFICA José Luís L. d`orey 1 José Carlos Bravo Nico 2 RESUMO Resumo A Reorganização Curricular formalmente estabelecida pelo Decreto-lei
Oferta formativa 2014/2015... 3. Ensino pré-escolar... 4. 1.º Ciclo do Ensino Básico... 5. 2.º Ciclo do Ensino Básico... 6
Agrupamento de Escolas Júlio Dantas Proposta de Oferta Formativa 2014/2015* Largo Prof Egas Moniz, Apartado 302 8601 904 Lagosl Telefone: 282 770 990 Email: info @ aejd.pt http://www.aejd.pt/ * A abertura
Classificação Decimal Universal Números e esquemas de classificação mais usados para acervos de bibliotecas escolares Ilário Zandonade 18/04/2014
Classificação Decimal Universal Números e esquemas de classificação mais usados para acervos de bibliotecas escolares Ilário Zandonade 18/04/2014 1. Números Auxiliares 1 1.1 - Línguas =111 Inglês =112.2
ENADE: Perguntas e respostas
ENADE: Perguntas e respostas O Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE), Instituído pela Lei 10.861/2004 Lei do SINAES, sua realização é efetuada pelo INEP anualmente a estudantes das áreas selecionadas,
PLANO ANUAL DE ACTIVIDADES CRECHE ANO LECTIVO 2014 / 2015 - Tema transversal a trabalhar ao longo do ano: A Magia do Circo DATAS A SALIENTAR
MÊS Setembro TEMA Adaptação das Crianças PLANO ANUAL DE ACTIVIDADES CRECHE ANO LECTIVO 2014 / 2015 - Tema transversal a trabalhar ao longo do ano: A Magia do Circo DATAS A SALIENTAR ACTIVIDADES PEDAGÓGICAS
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Normas Portuguesas : â NP 405-1 - Documentos impressos compreende : Monografias e parte de monografias Publicações em série e parte de publicações em série Outros tipos de documentos:
BIBLIOTECAS ESCOLARES DO AGRUPAMENTO MANUAL DE PROCEDIMENTOS
BIBLIOTECAS ESCOLARES DO AGRUPAMENTO MANUAL DE PROCEDIMENTOS INTRODUÇÃO O presente manual de procedimentos institui um conjunto de normas referenciais para a realização das diferentes tarefas, contribuindo,
REGULAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE SOBRAL DE MONTE AGRAÇO
REGULAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE SOBRAL DE MONTE AGRAÇO Reunião de Câmara (aprovação do projecto) 01/03/2010 Edital (apreciação pública) 19/03/2010 Publicado (projecto) no DR II Série, n.º
10- Cópia da Licença de Representação, emitida pelo IGAC ou delegado concelhio do IGAC;
Ex.mo(a) Senhor(a) Presidente da Câmara Municipal de Odivelas (A preencher pelos serviços) Processo n.º / / Pedido de Licença de Utilização para Recintos de Diversão e de Recintos de Espectáculos de Natureza
Apresentação do VisualA
Propriedade Intelectual: Distribuidor Exclusivo: M. B. Santos Soares, Lda. Cruzinfor Rua João Andersen, 90 1º Dtº Rua 5 de Outubro, 3 B - Paivas 4250-242 PORTO 2840 SEIXAL Tel.: 22.8329107 Tel.: 21.2249533
Divulgação da Ciência em Portugal
Num país com uma cultura científica ainda relativamente débil e onde os recursos relacionados com a ciência são ainda escassos, é oportuno proceder ao seu levantamento, divulgando-os ao público, em particular
PORTARIA SETEC/MEC N 01, DE 29 DE JANEIRO DE 2014
PORTARIA SETEC/MEC N 01, DE 29 DE JANEIRO DE 2014 Altera a Portaria SETEC/MEC nº 20, de 27 de junho de 2013, que aprova a Tabela de Mapeamento de cursos técnicos para oferta no âmbito do Programa Nacional
CRITÉRIOS DE AVALIACÃO
CRITÉRIOS DE AVALIACÃO Educação Visual 5º Ano Educação Visual 6º Ano Educação Tecnológica 5º Ano Educação Tecnológica 6º Ano ANO ESCOLAR 2015 / 2016 Ano letivo de 2015 / 2016 INTRODUÇÃO Sendo a avaliação
Normas de Funcionamento do Banco Local de Voluntariado de Albergaria-a-Velha
Normas de Funcionamento do Banco Local de Voluntariado de Albergaria-a-Velha Preâmbulo Na perspectiva de garantir a todos os cidadãos a participação solidária em acções de voluntariado, a Lei n.º 71/98,
ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL MUNICÍPIO DE CANOAS Secretaria Municipal de Planejamento e Gestão
EDITAL Nº. 349/2014 - CHAMAMENTO PÚBLICO Nº. 27/2014 CHAMAMENTO PÚBLICO PARA INSCRIÇÕES DE ESTAGIÁRIOS, PARA FORMAÇÃO DE CADASTRO RESERVA E PREENCHIMENTO DAS VAGAS DE ESTÁGIO NO ÂMBITO DA ADMINISTRAÇÃO
Ferramenta de Apoio ao Jogo 2 (Ensino da Leitura) incluído nos Jogos da Mimocas
As Palavras Ferramenta de Apoio ao Jogo 2 (Ensino da Leitura) incluído nos Jogos da Mimocas 1. Introdução A Associação Portuguesa de Portadores de Trissomia 21 (APPT21) e a Escola Superior de Gestão de
A Conferência ouviu a exposição dos principios gerais e doutrinas relativas à protecção de monumentos.
Carta de Atenas (1931) Conclusões da Conferência Internacional de Atenas sobre o Restauro dos Monumentos Serviço Internacional de Museus, Atenas, 21 a 30 de Outubro de 1931. I - Doutrinas. Princípios Gerais
Formulários FOLHA DE ROSTO
Formulários FOLHA DE ROSTO 36) SOU UM EMPRESÁRIO EM NOME INDIVIDUAL E NÃO DISPONHO DE CONTABILIDADE ORGANIZADA, ESTOU SUJEITO À ENTREGA DA IES/DA? Sim, se no exercício da sua atividade, procedeu à liquidação
MANUAL DE PROCEDIMENTOS PLATAFORMA DE INSCRIÇÕES ONLINE
A época de 2012/2013 terá um novo recurso para a Filiação e Inscrições em Provas para os Clubes, Equipas e Agentes Desportivos, tendo sido criada para o efeito uma nova Plataforma de Inscrições Online.
EDUCAÇÃO INFANTIL GRUPO 4
EDUCAÇÃO INFANTIL GRUPO 4 1º VOLUME ARTES VISUAIS O FAZER ARTÍSTICO Criação de desenhos, pinturas e colagens, com base em seu próprio repertório. Exploração das possibilidades oferecidas por diferentes
Juventude e música: a produção nos cursos de pós-graduação brasileiros 1
Juventude e música: a produção nos cursos de pós-graduação brasileiros 1 Thenille Braun Janzen Universidade Federal de Uberlândia Resumo: O presente relato de experiência pretende destacar os resultados
ACESSO AO ENSINO SUPERIOR 2015-1ª FASE DO CONCURSO NACIONAL DE ACESSO Pares instituição/curso objeto de concurso nacional Código Instit.
ACESSO AO ENSINO SUPERIOR - 1ª FASE DO CONCURSO NACIONAL DE ACESSO Nome da Instituição Nome do Grau Fase (cont. geral) 0110 8031 Universidade dos Açores - Angra do Heroísmo Ciências Farmacêuticas (Preparatórios)
POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO (AQUISIÇÃO E DESBASTE DO FUNDO DOCUMENTAL) COLEÇÃO. Agrupamento de Escolas de Maximinos Braga
POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DA COLEÇÃO (AQUISIÇÃO E DESBASTE DO FUNDO DOCUMENTAL) Biblioteca Escolar, 22 de Junho de 2011 Página 1/5 1. DEFINIÇÃO E OBJETIVOS O presente documento enquadra-se nos princípios
Lista de Cursos Aprovados 2007/2008
Universidade do Porto Lista de Cursos Aprovados 2007/2008 Última actualização: 09/03/2007 1/ 20 FACULDADE DE ARQUITECTURA LDADE DE ARQUITECTURA Mestrado Integrado Mestrado Integrado em Arquitectura Aguarda
EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA: DOCÊNCIA E GESTÃO EDUCACIONAL (Currículo iniciado em 2009)
EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA: DOCÊNCIA E GESTÃO EDUCACIONAL (Currículo iniciado em 2009) CURRÍCULO DA EDUCAÇÃO BÁSICA 2171 C/H 102 Fundamentos e concepções sobre a organização curricular
ACESSO AO ENSINO SUPERIOR - GUIAS PROVAS DE INGRESSO ALTERAÇÕES PARA 2014, 2015, 2016 PÚBLICO PRIVADO COMISSÃO NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO SUPERIOR
ACESSO AO ENSINO SUPERIOR - GUIAS PROVAS DE INGRESSO ALTERAÇÕES PARA 2014, 2015, 2016 PÚBLICO PRIVADO COMISSÃO NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO SUPERIOR DIREÇÃO-GERAL DO ENSINO SUPERIOR Direção de Serviços
Avisos do Banco de Portugal. Aviso nº 2/2007
Avisos do Banco de Portugal Aviso nº 2/2007 O Aviso do Banco de Portugal nº 11/2005, de 13 de Julho, procedeu à alteração e sistematização dos requisitos necessários à abertura de contas de depósito bancário,
Estabelecimento Sobras da 3.ª Fase. Universidade dos Açores - Angra do Heroísmo 0110 8085 Ciências da Nutrição (Preparatórios) 16 3 10 9
Sobras da.ª Fase Universidade dos Açores - Angra do Heroísmo 00 0 Ciências Agrárias 00 0 Ciências da Nutrição (Preparatórios) 00 Energias Renováveis 00 0 Engenharia e Gestão do Ambiente 0 00 Guias da Natureza
Escola Básica do 1.º Ciclo com Pré-escolar de São Paulo PLANO ANUAL DE ESCOLA
Escola Básica do 1.º Ciclo com Pré-escolar de São Paulo PLANO ANUAL DE ESCOLA Ano letivo: 2015/2016 INTRODUÇÃO Enquadramento legal Avaliação Aprovação EVENTOS 1.ºperíodo 2.ºperíodo 3.ºperíodo REUNIÕES
